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GESTÃO HABITAÇÃO POPULAR VERSUS FINANCIADORES1

Antônio de Pádua Cardoso de Macedo Filho2

RESUMO

Este trabalho apresenta e/ou tem como objetivo...................................

PALAVRAS CHAVES: Gestão. Habitação. financiadores.

1
Artigo produzido como critério avaliativo no Curso de Especialização em Gestão em Obras, pela
Universidade Estadual do Piauí – UESPI, sob orientação do Professor .........
2
Bacharel em Engenharia Civil – Universidade Federal do Piauí – UFPI, Especializando Gestão em
Obras – NOVAFAPI.
1. TEMA
 GESTÃO HABITAÇÃO POPULAR VERSUS FINANCIADORES.

2. QUESTÃO NORTEADORA
 Habitação humana mínima para perfil (comunidade beneficiada);
 Material de emprego e execução compatíveis com durabilidade e
sustentabilidade sobre tudo (ou sobretudo) ambiental;
 Qualidade de vida quando bem aplicada em termos de habitação.

3. HIPÓTESES
 Falta mais atenção por parte daqueles que lidam com esses recursos, em estudos
mais sérios;
 Respeito ao comportamento dos materiais relativos às suas características e
produção;
 Terrenos (lotes)/compartimentos com dimensões adequadas à habitação humana
mínma.

3. JUSTIFICATIVA

À medida que se estuda o modelo habitacional de cada comuniade, ou seja,


materiais regionais e outros fatores como clima e ambientes somados, têm-se (proporciona)
melhor custo benefícios, por exemplo: terrenos (tamanhos suficientes paa implantação do
habitat), como também favorecendo ao ambiente na circulação somado com a vegetação;
materiais bem empregados, respeitando suas características e proporções aliadas às suas
execuções tecnicamente corretas, mesmo que esses materiais sejam bem simples.
Dimensionalmente as habitações por conta de esdruxular, critérios pouco
aceitáveis, têm-se reduzido a favor de quantidades exclusivamente de unidades, ignorando-se
observações feitas anteriormente. Como conseqüência tem desencadeada uma série de fatos,
como vimos:
1- Os recursos financeiros por parte daqueles considerado o titular da família,
quase sempre não consegue pagar sua bendita unidade habitacinal;
2. Inadimplência no ........

1 INTRODUÇÃO
O presente estudo visa avaliar o potencial de aplicação das estratégias............

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 O Plano de Negócio


Para que haja uma melhor compreensão é necessário balisar-se em alguns conceitos,
utilidade, etapas de construção, etc., colhidos de alguns pensadores do tema.

2.2 Conceitos:
É um documento onde se consolida a história da empresa envolvendo todos os
aspectos sejam eles de mercado, de marketing, operacional e financeiro.
É um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e quais passos
devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo riscos e as incertezas.
Um Plano de Negócio permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de
cometê-los no mercado. (Manual Como Elaborar um Plano de Negócio. Edição SEBRAE,
Brasília - 2007)

Também, temos como conceito de PN:


É um instrumento ideal para traçar um retrato fiel do mercado, dos produtos
e das atitudes do empreendedor, propiciando segurança para quem pretende
iniciar uma empresa com maiores condições de êxito ou mesmo ampliar ou
promover inovações em seu negócio (Manual Como Elaborar um Plano de
Negócio, (Edição SEBRAE, Brasília – 2007)

2.3 Para que serve o PN


A elaboração de um Plano de negócio é fundamental para o empreendedor, não
somente para a busca de recursos, mas, principalmente, como forma de sistematizar suas
idéias e planejar de forma mais eficiente, antes de entrar de cabeça em um mercado sempre
competitivo.
O Plano de Negócio funciona como a bússola do empreendimento, evidenciando
desde sua viabilidade de implementação até a exigência de recursos – sobretudo, financeiros -
além daquilo que é esperado em termos de participação de mercado e prazo de retorno.

2.3 Etapas do PN
Definição do Negócio – Aqui, parte-se de uma premissa, com qual o negócio e/ou
ramo de atividade se deve direcionar o planejamento, observando a atividade, localização,
perfil do negócio, identificação dos fornecedores, dos concorrentes, dos clientes, e as práticas
desse mercado.

2.4 Construção do Plano de Negócio


Pode-se, a princípio, consolidar as informações no papel, momento em que deve ser
visto e revisado, com informações seguras e verdadeiras, fazendo com que o Plano seja o
retrato da atividade que se pretende abrir, ou mesmo a já existente, para análise da real
situação do negócio.

2.5 Da montagem do Plano de Negócio


Numa comparação simples o Plano de Negócio é como se fossemos construir uma
casa, organizar uma festa, viajar, etc. A intenção é que tudo dê certo, mas, no entanto é
necessário que se cerque de informações sobre essas ações para que, cautelosamente, se faça
um planejamento rigoroso, por exemplo: quando se pretende viajar, precisa-se escolher o
local a ser visitado, decidir o tempo da viagem, custos com passagens, hotel, arrumar malas,
enfim, para que se sinta seguro e confortável para tal objetivo.
No Plano de Negócio é imprescindível também todo um planejamento para que o
futuro candidato ou o empresário não sofra decepções e constrangimentos, caindo nas
estatísticas de mortalidades.

2.6 Objetivo do PN
O Plano de Negócio tem como objetivo levar ao empreendedor o entendimento do
mercado que atua ou deseja atuar sobre o comportamento desse mercado, envolvendo:
clientes, fornecedores, concorrentes, quantidade de recursos necessários, quais as estratégias,
como apresentar-se, estrutura física do negócio, as pessoas, os equipamentos, etc.
2.7 Entendimento final do PN
No final têm-se um demonstrativo de resultado, com as informações de viabilidade,
quais: sejam: Investimento Inicial, Ponto de Equilíbrio, Rentabilidade, Lucratividade e Prazo
de Retorno do Investimento que seguramente auxiliará o empreendedor nas seguintes
perguntas: Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?

2.8 O Plano de Negócio e a Gestão Empresarial


Será que é viável? A resposta não é tão simples. Depois de todo um trabalho nos seus
mínimos detalhes, com todos os passos seguidos à risca, ainda depende do empreendedor
quanto à sua atitude e ação, para fazer acontecer o que foi previamente estabelecido no Plano
de Negócio.

2.9 Da Gestão Empresarial


Os pequenos negócios são de fundamental importância para estimular a economia do
País e possibilitar a inclusão social, mediante a maior oferta de postos de trabalho. A cada ano
nasce cerca de 500 mil empresas no país, o que é um número considerável. Entretanto,
segundo pesquisa realizada (Edição SEBRAE, 2004), 49% delas encerram as atividades com
até 2 (dois) anos de existência, 56,4% com até 3 (três) anos e 59,9% não sobrevivem além dos
4 (quatro) anos. Muitas são as razões para esse número alarmante de pequenos negócios que
morrem, dentre elas podemos citar:

Necessidade de um Plano de Negócio


• Muitos se lançam no mundo empresarial sem um norte, levados por
sentimentos vagos de negócios que podem dar certo, porque com o do visinho deu, ou por
não estarem empregados, despertam para empreender por necessidade, não conhecendo o
Plano de Negócio e muito menos de como conduzi-lo.

• Falta de conhecimento de que o Plano de Negócio é um instrumento


fundamental para quem deseja abrir uma empresa, ou conhecer e fortalecer a atividade
que atua como orientação do caminho que deve ser seguido.

Falta de Perfil
• Falta também, a consciência do Entendimento das características que o
empreendedor deve apresentar. Nesse momento o empreendedor deve se auto questionar:
Gosto do quê estou fazendo ou pretendo fazer? Estou disposto? Conheço a atividade?
Estou ciente que agora sou o dono do negócio e preciso mudar meu comportamento?
Estou comprometido? Conheço meu sócio? O objetivo dele é comum com o meu? Enfim,
são várias as indagações que devem ser feitas e respondidas, antes de empreender
qualquer atividade empresarial.

2.10 Identificação dos pontos fortes e fracos do negócio


O gestor passará a ter uma visão de planejamento das suas ações, visão essa
antecipada das condições de mercado em que atua ou em que irão se trabalhar o que pode ser
traduzido como, por exemplo, conhecer sua clientela potencial, seus hábitos e costumes, a fim
de identificar os produtos que ela deseja adquirir, bem como as melhores fontes para a
aquisição de produtos e/ou insumos para a manutenção de seu estoque, dentre outros, para
que possam tomar decisões mais objetivas.

2.11 O Empreendedorismo e conceitos


Segundo o grande estudioso moderno Schumpeter, (Cadê a fonte?) empreender é
introduzir uma inovação no sistema econômico, e empreendedor é o indivíduo que empreende
tal iniciativa, o empresário. Ou seja, o empresário é definido por sua função no ambiente
produtivo, e não pela posse do capital. Ao não dispor de capital, o empresário tem de obter
crédito para adquirir os bens de produção requeridos para a inovação. O resultado da atividade
empreendedora, que sendo valiosa, gerará lucro.

... O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica


existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela
criação de novas formas de organização ou pela exploração de
novos recursos e materiais. (Cadê a fonte?)

O empreendedor é a pessoa que consegue fazer os planos acontecerem, pois é dotado de


sensibilidade para os negócios, tem desenvoltura para a área financeira e além de uma
capacidade de identificar as oportunidades. (Site: Wikipédia – A Enciclopédia Livre,
texto: Características Empreendedoras, visita em 25/07/2010)

2.12 Empreendedor por Necessidade X Oportunidade


Trata-se do indivíduo que se lança no mundo empresarial por questão de
sobrevivência, baixo nível de entendimento de negócio e baixo nível de inovação enquanto
que o empreendedor por oportunidade ingressa com intenção de melhorar sua condição de
vida, podendo ter mais persistência e segurança no que faz ou irá fazer.

2.13 O Empreendedor
Do conceito de Empreendedor identifica-se que, esses gozam de atributos, como:
criatividade, correm riscos calculados, planejam, são perseverantes, tem liderança, enfim,
essas características os fazem sobressair-se frente aos demais. Desses, merecem destaques
algumas características do indivíduo empreendedor, materializando assim com esse
comportamento a Elaboração do Plano de Negócio, tais como:

Comprometimento
 É preciso que o pequeno empresário se dedique ao máximo à atividade e que tenha
sempre de perto profissionais para auxiliá-lo em orientações cabíveis, pois a atividade
deve ter solução de continuidade, com o acompanhamento constante dos seus gestores.

Correr Riscos Calculados


 O risco é eminente, não existe atividade empresarial sem riscos, mas, é necessário que
o indivíduo tente minimiza-lo, através do planejamento prévio, observando todas as
nuances da atividade.

Busca de Informações
 As informações terão que ser verdadeiras, com fontes seguras e dados exatos, para que
o Plano de Negócio seja o mais próximo da realidade do negócio a ser aberto ou
consolidado.

Perseverança
 Não basta apenas ter uma idéia, um sonho, é preciso que se busque realiza-los, não
desistindo, mas, errando, corrigindo, tirando conclusões em ensaios feitos, e
identificando as possibilidades da idéia e/ou do sonho.
3. A GESTÃO DO PEQUENO NEGÓCIO
Seja ela contábil, no campo das finanças ou das pessoas, essa é condição sinequanon
para sobrevivência dos pequenos negócios, não basta apenas fazer um Plano de Negócio,
identificar sua viabilidade, é imprescindível entender da gestão sob pena dos pequenos
negócios não sobreviverem num mundo tão competitivo.
Aqui observados quanto a grande mortalidade dos negócios, onde o sujeito não consegue
administrar nem sua vida pessoal, quanto mais uma empresa, situação em que estará de fronte
à tomada de decisões e atitudes de negociação com clientes internos e externos, entender de
atendimento, de qualidade de produtos, marketing, sem contar com os recursos financeiros, e
ainda com a problemática, dinheiro da empresa no bolso do Empresário.

3.1 Enfoque Contábil


Contábil sob com enfoque gerencial, adaptada de maneira a atender a gestão
financeira das pequenas empresas. Verifica-se que a Contabilidade Gerencial pode contribuir
positivamente para o sucesso dos pequenos negócios, contudo para viabilizar sua implantação
e compreensão por parte dos empresários de pequena empresa é necessária a adaptação de
alguns instrumentos contábeis como: Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do
Exercício, Plano de Contas, Centro de Custos, e Fluxo de Caixa.
Um dos grandes problemas da mortalidade dos negócios, onde o sujeito/empresário
não consegue administrar nem sua vida pessoal, imagina-se, está à frente de uma empresa, no
qual se deparará com tomada de decisões e atitudes, tais sejam: como negociar com clientes
internos e externos, entender de atendimento, de qualidade de produtos, marketing, sem
contar com os recursos financeiros, e ainda com o grande problema dos empresários hoje,
confusão dinheiro da empresa no bolso do Empresário.
Ressalte-se, aqui, a grande importância do profissional de contabilidade auxiliando o
empresário, no sentido de dar respostas verdadeiras da atuação do negócio, através dos
relatórios e responsável pela parte burocrática, orientações de bastidores. Para esse
profissional, pressupõe-se ser bom e valorizado, o empresário mais voltado para outras ações
do negócio, como planejamento, vendas, enfim, com o negócio da empresa.

Ambiente dos pequenos negócios em perspectivas de sobrevivência

• Em estudo realizado pelo SEBRAE identifica-se, um o avanço na questão da


sobrevivência (ilustração quadro de mortalidade, abaixo) dos pequenos negócios os
números mostram que os empresários estão se qualificando mais, num ambiente
econômico mais favorável, passaram a cuidar melhor das empresas e a desperdiçar menos
suas energias com possíveis problemas da conjuntura econômica. O percentual de
empresários preocupados com a economia passou de 14% em 2000/2002 para apenas 16%
em 2005. Enquanto isso, os percentuais de empresários dedicados aos seus negócios subiu
expressivamente. Podemos observar claramente que planejamento nas empresas passou a
ser preocupação de 71% dos empresários em 2005 contra apenas 24% em 2000/2002;
organização empresarial, 54% contra 17%; marketing e vendas, 47% contra 7%; análise
financeira, 36% contra 7%; e, finalmente, relações humanas, 38% contra somente 3% há
poucos anos. É uma mudança expressiva, para melhor, na qualidade empresarial.
• A taxa, medida em 2005, de sobrevivência de 78% ao final do segundo ano
de vida das pequenas empresas brasileiras nos coloca entre aquelas observadas num
conjunto expressivo de países. Portanto, a evolução observada no Brasil de 51% em 2002
para 78% em 2005 também havia acontecido em outros países num período
imediatamente anterior.

QUADRO CONSOLIDADO COM TAXAS DE MORTALIDADE DE PEQUENOS


NEGÓCIOS

Anos de existência Ano de constituição Taxa de Ano de constituição Taxa de mortalidade Variação da taxa de
das empresas formal das empresas mortalidade(A) formal das empresas (B) mortalidade (B-A)
(triênio 2002 – (triênio 2005 –
2000) 2003)
Até 2 anos 2002 49,4% 2005 22,0 -27,4%
Até 3 anos 2001 56,4% 2004 31,3 -25,1%
Até 4 anos 2000 59,9% 2003 35,9 -24,0%
Fatores Condicionantes e Taxas de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas no
Brasil 2003–2005(Páginas 6 e 7)

REFERENCIAL TEÓRICO
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METODOLOGIA

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CONCLUSÃO

E assim pode-se concluir a ligação estreita Plano de


Negócio/Empreendendorismo/ Gestão, tudo isso, integram a capacidade
empreendedora, o alcance de bons resultados estão alicerçados no bom conhecimento do
mercado em que atua; boa estratégia de vendas; persistência, perseverança e criatividade;
casando-as com as habilidades e comportamentos que são natos dos
indivíduos, e ainda com qualidades a serem a aprimoradas com novos
conhecimentos e técnicas de liderança e de gestão, fatores esses que
refletem a disposição e a capacidade empresarial e consequentemente a
possibilidade de sobrevivência dos pequenos negócios e
consequentemente empresários mais capacitados para enfrentar os
desafios do mercado,

ALGUNS CONCEITOS, POSTERIORMENTE VOU INSERIR NO ARTIGO


Conceitos para colocarmos ao longo do artigo
Conceito de Empresário:
Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para
a produção ou circulação de bens ou de serviços (Art. 966, CC)

Conceito de gestão
Gestão significa de forma mais comum a interferência direta dos gestores nos sistemas e
procedimentos empresariais;

Gestão é planear, organizar, liderar e controlar as pessoas que constituem uma organização e
as tarefas e atividades por estes realizadas. (Yahoo Brasil – Perguntas Respondidas, visita em
27/07/2010)

Recursos Financeiros
Conceituando-se Recursos Financeiros temos: quantidade de recursos necessários para
implementação do negócio.
Conjunto de recursos disponíveis circulantes em espécie que serão usados para criação ou
implementação de um negócio. (Site: Wikipédia, visita em 23/07/2010, tema Administração
Financeira).
Referenciais Bibliográficos

Site: Wikipédia – A Enciclopédia Livre, Yahoo Brasil – Perguntas Respondidas

Manual Como Elaborar um Plano de Negócio, Cláudio Afrânio Rosa, 2007, Brasília, Edição
SEBRAE.

Idalberto CHIAVENATO e Arão SAPIRO, Planejamento Estratégico, 2009-2ª edição, Rio de


Janeiro, Editora Elsevier – Campus.

Dornelas, José Carlos Assis, Empreendedorismo Corporativo, 2008-2ª edição, Rio de Janeiro,
Editora Elsevier – Campus.

Biblioteca Online do SEBRAE

CHIAVENATO Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração, 2004-7ª edição, Rio


de Janeiro, Editora Elsevier – Campus.

Novo Código Civil Brasileiro, 06/12/2001.