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Linux Básico

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Curso Linux Básico
Apostila para o Treinamento
Parte I – Introdução – História do Linux e Tipos de Licença

Direção-Geral Prof. MSc. Elias de Pádua Monteiro


Coordenadora de Integração Escola-Comunidade Denise Francisca de Sousa
Coordenador do Projeto Interligados Prof. MSc. Raphael de Aquino Gomes
Colaborador Prof. MSc. Rodrigo de Sousa Gomide
Colaboradora Prof. Esp. Lívia Mancine Coelho de Campos
Colaboradora Prof. MSc. Jaqueline Alves Ribeiro
Instrutor Eduardo Júnior dos Santos
Monitor Jefferson Palasios Mello Jacintho

Apresentação

O projeto Interligados 2011 é uma realização do IF Goiano – Ceres (Instituto Federal Goiano –
Campos Ceres) juntamente com a UEG (Universidade Estadual de Goiás) com o apoio do CNPq
(Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e sob minha coordenação.
O mesmo visa oferecer o curso de Linux Básico, tendo em vista o grande crescimento desta
plataforma que hoje está sendo utilizada tanto por usuários finais como empresas e órgãos
governamentais pois, dentre suas muitas vantagens (que veremos no decorrer deste projeto), está
uma das primordiais que faz com que muitas das empresas utilizem e migrem para ela: ser gratuito.
O curso pode ser feito por todos aqueles que:
• Tenham pouco ou nenhum conhecimento sobre Linux, e deseja aprender mais;
• Prestar concursos públicos;
• Trabalham ou desejam trabalhar em empresas públicas;
• Trabalham ou desejam trabalhar em empresas privadas.
Espero que o curso lhe seja útil e lhe permita desfrutar de um grande número de oportunidades que
surgirão nesta área.

Atenciosamente,
Prof. Msc. Raphael Gomes – Coordenador

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Parte I – Introdução – História do Linux e Tipos de Licença

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons

Você pode:

• copiar, distribuir, exibir e executar esta obra;


• criar obras derivadas desta.

Sob as seguintes condições:

• Você deve dar crédito ao autor original.


• Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.

Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para outros os termos da licença desta
obra.
Qualquer uma destas condições pode ser renunciada, desde que você obtenha permissão do autor.

Para mais informações sobre esta licença, visite este endereço na Internet:
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.5/br/

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Parte I – Introdução – História do Linux e Tipos de Licença

Introdução – História do
1 Linux e Tipos de Licença

Apesar da ainda modesta utilização, o Linux está cada vez mais ocupando espaço como
Sistema Operacional devido às inúmeras vantagens que discutiremo no decorrer deste curso. Antes
de começarmos a colocar a mão na massa, vamos discutir um pouco da história deste Sistema e
explicar alguns tipos de licença de software disponíveis. No final deste capítulo você será capaz de
entender as diferenças entre um software proprietário e software livre.

1.1 A História do Software Livre


O fenômeno do software livre abriu intensas discussões sobre os mecanismos de licenciamento e
distribuição de software. Mas o que é software livre e por que essa discussão com relação ao
software proprietário?
Nos primórdios da informática os softwares eram gratuitos e livremente distribuídos em formato
fonte (código-fonte), pois havia poucos computadores, e o valor real estava na própria máquina, e
não nos programas. Vender software era algo inimaginável.
Posteriormente, com a maior disseminação dos computadores e o crescimento da indústria de
Tecnologia da Informação, o software começou a ser vendido separadamente da máquina. Gerou
uma indústria bilionária, e as empresas do setor começaram a buscar mecanismos de proteção de
propriedade intelectual, como direitos autorais (copyrights) e patentes, para se defender da acirrada
concorrência e garantir suas vantagens competitivas. Neste momento, o código-fonte passou a ser
protegido, pois ele é o próprio conhecimento do programa.
O modelo de software proprietário surgiu, portanto, para preencher uma necessidade legítima do
mercado. Sem incentivo financeiro, a indústria de software não teria chegado aonde chegou.
Com a explosão da microinformática popularizaram-se alternativas de comercialização e
distribuição de software em código binário e, portanto, impossíveis de serem modificados:
shareware e freeware.
Os softwares shareware são geralmente gratuitos por um período de tempo definido por seu
proprietário. Após este tempo, o software deixa de funcionar ou opera em modalidade restrita. A
idéia básica do shareware é que o desenvolvedor deve ser remunerado pelo seu esforço. Assim,
depois de determinado período de avaliação, onde nada é cobrado, o software demanda o
pagamento de uma taxa de licenciamento. Caso esse pagamento não aconteça, o software pode
restringir sua funcionalidade a apenas algumas facilidades. Além disso, os softwares shareware não
vêm com permissão para fazer cópias e novas instalações sem licenças adicionais. Visitando o site

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www.sintel.net podemos ter uma ideia da variedade de softwares shareware e freeware disponíveis.
Os softwares freeware podem ser usados e eventualmente distribuídos gratuitamente, sem
limitações de tempo. O freeware não impõe nenhum pagamento ao seu autor, para seu uso. Algumas
vezes é adotado como parte de uma estratégia de marketing para promover produtos
complementares. Um exemplo clássico foi a estratégia adotada pela Microsoft quando
disponibilizou gratuitamente o navegador Internet Explorer, para conseguir market share e assim
alijar do mercado a Netscape e seu navegador, então distribuído no modelo de pagamento para
licença de uso. Os softwares freeware podem ser obtidos gratuitamente, mas não podem ser
modificados, porque são liberados apenas em código binário.
O software livre é diferente das modalidades tradicionais de comercialização e distribuição de
software por que é também distribuído em formato fonte, portanto legível e passível de ser alterado
e redistribuído pelos usuários. Além disso, seu autor outorga a todos o direito de usar, copiar, alterar
e redistribuir o programa. De maneira geral, são gratuitos quando copiados a partir de um site na
Web.
Em inglês existem duas expressões para designar o que estamos considerando como software livre.
O termo free software costuma causar alguma confusão na língua inglesa, porque a palavra free é
geralmente associada a grátis. A confusão é tanta que a Free Software Foundation, organização sem
fins lucrativos fundada em 1985 e voltada a divulgar o conceito de software livre, define o termo
"livre" do software livre como liberdade de uso, e não gratuidade: "Free software is a matter of
liberty, not price. To understand the concept, you should think of free as in free speech, not as in
free beer" ("Software livre é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito,
pense em livre como em liberdade de expressão, e não como em cerveja grátis").
Devido a essa confusão, foi criado o termo Open Source (código aberto) para eliminar a
ambiguidade da língua inglesa.
Em português não temos estes problemas de entendimento, pois livre não é igual a grátis. O mesmo
se aplica ao espanhol (software libre) e francês (logiciel libre). Nestas línguas não se adota termos
como código aberto ou software aberto. O termo que eles adotam é o similar ao nosso software livre
e esta é, portanto, a nomenclatura que geralmente adotamos para designar os programas que
oferecem liberdade de uso, modificação e distribuição.
É importante destacar que software livre não significa software de domínio público, mas aderente a
licenciamentos que em maior ou menor grau permitem as liberdades de usar, copiar, alterar e
redistribuir o programa.

1.2 A História do Linux


O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus
Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua
história agora, para que você entenda melhor a do Linux.
A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960.
Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric
(GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção

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era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando
os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já
exisita uma versão do Multics rodando num computador .
Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se
retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia
não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas
do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da
Bell Labs, foi quem deu esse nome.
Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa
linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema
passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.
Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o
System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System
IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão
internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O
Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como
mainframes) por diversas multinacionais.
Qual a relação entre o Unix e o Linux, ou melhor, entre o Unix e Linus Torvalds?
Para responder essa pergunta, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é
uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer
programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso
educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito
do “zero” e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode
ser distribuído gratuitamente.
A partir daí, “entra em cena” Linus Torvalds. Ele era um estudante de Ciências da Computação da
Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema
mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela
Usenet (uma espécie de antecessor da Internet. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do
kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994
disponibilizou a versão 1.0.. O Linux é um sistema operacional livre e é uma re-implementação das
especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para
sistemas com extensões System V e BSD. Isso signfica que o Linux é bem parecido com Unix, mas
não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma.
Mas porque o Linux é gratuito?
Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a intenção de ganhar
dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas
necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda
coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que
criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux,
simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

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1.3 Tipos de Licenças


Software Livre: qualquer programa que tem a liberdade de ser usado, copiado, modificado e
redistribuído. Opõe-se ao conceito de software proprietário. Pode ser vendido ou disponibilizado
gratuitamente. Um caso é o da Red Hat que comercializa o Red Hat Enterprise Linux. A
possibilidade de modificações implica na abertura de seu código fonte. A maioria dos softwares
livres é licenciada como GNU GPL ou BSD.

GPL: a Licença Pública Geral GNU acompanha os pacotes distribuídos pelo Projeto GNU
(General Public License). É a mais utilizada, sendo adotada pelo Linux. Ela impede que o software
seja integrado em um software proprietário e garante os direitos autorais. Não permite que as
liberdades originais sejam limitadas, nem que sejam impostas restrições que impeçam a distribuição
da mesma forma que foram adquiridos.

BSD: a licença BSD foi inicialmente utilizada nos softwares da Berkeley Software Distribution. Ela
impõe poucas restrições sobre as formas de uso, alterações e redistribuição do software e, por isso, é
chamada de copycenter. O programa pode ser vendido e não precisa incluir o código fonte.

Software em Domínio Público: o autor do software relega a propriedade do programa e este se


torna bem comum, ou seja, não possui copyright. Entretanto, o autor pode restringir que
modificações sejam feitas.

Copyleft: retira barreiras à utilização, difusão e modificação do software, mas impedem a utilização
não-autorizada. Ele requer que as alterações sejam livres, passando adiante a liberdade de copiá-lo e
modificá-lo novamente.

Software proprietário: é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são proibidos pelo autor
em determinado grau. É necessário solicitar permissão ou pagar para utilizar. Pode ser freeware,
shareware, trial ou demo.

Freeware: software proprietário que é disponibilizado gratuitamente, mas não pode ser modificado.

Shareware: é o software disponibilizado gratuitamente por um período de tempo ou com algumas


funções abertas, mas que implica no posterior pagamento pela sua licença.

Trial: versão de teste de vários softwares. É disponibilizada algumas funções, geralmente por 30

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dias, para que o usuário experimente o programa para saber se ele atende às suas necessidades.

Demo: versão de demonstração, semelhante ao Trial. É possível usar o programa por um tempo ou
com apenas algumas funções disponíveis.

Software Comercial: é o software desenvolvido com o objetivo de lucrar.

Open Source: o software de código aberto é aquele que disponibiliza seu código fonte e restringe-
se aos termos técnicos da questão. Pode ser livre, ou proprietário. Algumas empresas como IBM,
HP, Intel e Nokia investem em software de código aberto.

1.3.1 Licença GPL


O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob
ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você
pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercialiazá-lo, mas você não pode fechá-
lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.
No link a seguir: http://www.magnux.org/doc/GPL-pt_BR.txt você pode acessar uma versão da
licença GPL traduzida para português do Brasil (não oficial).
Atualmente a licença está na sua versão 3.0 e que pode ser acessada (em inglês) através do site
oficial da GNU neste link: http://www.gnu.org/licenses/gpl.html

1.4 O que é Ubuntu??


Ubuntu é um sistema operacional desenvolvido pela comunidade
(de desenvolvedores de software livre Ubuntu) e mantida pela
Canonical que é uma empresa fundada pelo sul-africano Mark
Shuttleworth e que trabalha com a promoção do software livre, e é
perfeito para laptops, desktops e servidores. Seja para uso em casa,
escola ou no trabalho, o Ubuntu contém todas as ferramentas que
você necessita, desde processador de texto e leitor de emails a
servidores web e ferramentas de programação.
O Ubuntu é e sempre será gratuito. Você não paga por nenhum
encargo de licença. Você pode baixar, usar e compartilhar com seus amigos e familiares, na escola
ou no trabalho, sem pagar nada por isto.
A comunidade lança uma nova versão para desktops e servidores a cada seis meses. O que significa
que você sempre terá as últimas versões dos maiores e melhores aplicativos de código aberto que o
mundo tem a oferecer.

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O Ubuntu é desenvolvido visando segurança. Você tem atualizações de segurança gratuitas por pelo
menos 18 meses para desktops e servidores. Com a versão de Longo Tempo de Suporte (LTS) você
tem três anos de suporte para desktops, e cinco anos para servidores. Não é cobrado nenhum valor
pela versão LTS, bem como qualquer outra, nós disponibilizamos livremente o melhor que podemos
oferecer para todos sob os mesmos termos. Atualizações para novas versões do Ubuntu são e
sempre serão gratuitas.
Tudo o que você precisa em apenas um CD, que lhe proporciona um ambiente completo e
funcional. Programas adicionais são disponibilizados através da Internet.
O instalador gráfico lhe permite ter um sistema funcional de forma rápida e fácil. Uma instalação
padrão deve levar menos de 30 minutos.
Uma vez instalado, seu sistema está imediatamente pronto para o uso. Na versão desktop você tem
um conjunto completo de aplicativos para produtividade, internet, imagens, jogos, entre outras
ferramentas.
Na versão servidor você tem tudo o que precisa para ter seu servidor funcional sem coisas
desnecessárias.

1.5 O que a palavra Ubuntu significa?


Ubuntu é uma antiga palavra africana que significa algo como "Humanidade para os outros" ou
ainda "Sou o que sou pelo que nós somos". A distribuição Ubuntu trás o espírito desta palavra para
o mundo do software livre.
"Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente
intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem
do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo." -- Arcebispo Desmond
Tutu em Nenhum Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness).

1.6 Algumas caracteristicas do sistema


O Ubuntu é gratuito e não há taxa adicional por "versão empresarial". Todas as versões são
disponibilizadas sem custos.
Inclui as melhores traduções e infraestrutura de acessibilidade que a comunidade de software livre
tem a oferecer, para que seja útil para o maior número possível de pessoas.
Pode-se utilizar a versão estável ou a que está em desenvolvimento.
Sempre há atualizações de segurança.
O Ubuntu inclui pacotes selecionados de programas e tem um bom sistema de gerenciamento de
pacotes que possibilita fácil instalação e uma eficiente remoção de programas.
A lista de pacotes do Ubuntu reduz-se a um pequeno número de aplicações, mas de alta qualidade.

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Pode ser utilizado pessoalmente ou comercialmente em diferentes equipamentos (arquiteturas de


hardware): i386 (processadores 386 / 486 / Pentium II / III / IV e Athlon / Duron / Sempron),
AMD64 (processadores Athlon64, Opteron e Intel de 64-bits) e PowerPC (iBook / Powerbook, G4
and G5) .
A interface desktop Gnome é a padrão no Ubuntu. Mas o projeto Kubuntu (uma distribuição
baseada no Ubuntu) usa o ambiente desktop KDE.
A gestão de instalação de software é realizada pelo APT e pelo Synaptic.
De acordo com os princípios de desenvolvimento de software livre, os usuários podem usar,
melhorar e/ou distribuir o Ubuntu.

Referências
http://www.brasilescola.com/informatica/historia-do-linux.htm
http://www.magnux.org/doc/GPL-pt_BR.txt
http://www.gnu.org/licenses/gpl.html
http://www.gnu.org/licenses/gpl-howto.pt-br.html
http://noticias.uol.com.br/mundodigital/softwarelivre/2004/09/15/ult2449u3.jhtm
http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/12/20/ult4213u266.jhtm
http://www.ubuntu-br.org/ubuntu
http://www.cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-u-car.htm

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