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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ

ANA IVA CORRÊA BRUM BARROS

PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO


ATENDIMENTO À FAMÍLIA

BRASILÂNDIA/ MS
2011

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ

ANA IVA CORRÊA BRUM BARROS

PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO


ATENDIMENTO À FAMÍLIA

Trabalho de conclusão do curso de Aperfeiçoamento em


Estratégicas Pedagógicas para o aluno com Deficiência
Mental, apresentado à Universidade do Estado do Pará sob
orientação da Tutora Kmila Ferreira Batista.

BRASILÂNDIA/ MS

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2011

Agradeço a DEUS, meu sustentador; a


minha família tão querida sempre muito
presente em minha vida; a tutora Kmila
pelo apoio e colaboração. Dedico a toda a
minha família, em especial ao meu amado
filho Christian, inspirador da minha busca
constante por conhecimento no campo da
Educação Especial.

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“Se um dia tiver que escolher entre o
mundo e o amor... Lembre-se. Se
escolher o mundo ficara sem o amor, mas
se escolher o amor com ele você
conquistara o mundo”.
(Albert Einstein)
RESUMO

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Plano de Atendimento Educacional com estratégias educativas, visando o
atendimento especifico da família contemplado nos seguintes aspectos:
desenvolvimento da auto-estima dos familiares, fortalecimento inter-relacional:
Família, Escola, Comunidade, desenvolvimento de potencialidades e talentos e
inclusão da família no cenário político-educacional da escola.

SUMÁRIO

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INTRODUÇÃO.............................................................................................................7

1. Desenvolvimento da auto-estima dos familiares...................................................7


2. Fortalecimento inter-relacional: Família e
Escola..................................................8
3. Desenvolvimento de potencialidades e talentos ..................................................9
4. Inclusão da família no cenário político-educacional da escola...........................10
5. Referências Bibliográficas...................................................................................10

INTRODUÇÃO

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Segundo o MEC (1994:24), “o indivíduo excepcional com Necessidades Educativas
Especiais, é aquele que apresenta diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais”.
Quando a família se depara com o fato de ter “um filho ou parente com
necessidades excepcionais” poderão reagir de forma diferenciada podem ocorrer
inclusive desajustes familiares tais como: maus tratos, super proteção e outros tipos
de ações que prejudiquem o desenvolvimento ou a aquisiçao de independência.
Este projeto apresenta um Plano de Atendimento Educacional Especializado visando
o atendimento e integração da família.

ATENDIMENTO, AVALIAÇAO E ACOMPANHAMENTO DOS FAMILIARES

1. Desenvolvimento da auto-estima dos familiares


A baixa auto-estima afeta muitas pessoas. O que é a auto-estima? Auto-
estima é basicamente o modo como nós nos vemos, aquilo que pensamos e
sentimos acerca de nós mesmos. A auto-estima desenvolve-se através das
experiências com pessoas e situações no decurso das nossas vidas. As
experiências durante a infância são particularmente importantes para moldar a auto-
estima, dependendo do modo como somos tratados pelas pessoas que são mais
significativas para nós, e os sucessos e fracassos em diferentes áreas da nossa
vida. A auto-estima esta ligada a dois aspectos: afetividade e capacidade.
Muitas vezes a família (pais) sente-se injustiçada pela vida, ineficazes quanto
a uma pessoa da família portadora de necessidades de AEE. É preciso despertar na
família, bem como ajuda-la a desenvolver a auto-estima em relação às
necessidades especiais do aluno.
O processo deve iniciar-se pela quebra de preconceito ou mudança do
pensamento de que nada pode ser mudado ou melhorado na situação vivenciada.
Assim, a escola pode contribuir organizando um projeto de atendimento a
estas famílias. Inúmeras atividades podem enriquecer este projeto tais como:
• Palestras específicas dentro do assunto Necessidades Especiais;
• Palestras sobre a importância do vínculo familiar;
• Atendimento psicológico individual aos pais e demais familiares
conforme necessidade;

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• Atendimento psicológico em grupo;
• Oficinas para pais, alunos e professores.
Para a realização deste projeto a Secretaria de Educação pode firmar
parcerias com a Secretaria de Saúde, solicitando o auxilio de profissionais como:
psicólogos, fisioterapeutas e médicos que podem discorrer sobre o assunto com a
comunidade escolar.

2. Fortalecimento inter-relacional: Família e Escola.


A presença e a atitude de uma família unida, amorosa e determinada fazem
toda a diferença no desenvolvimento de um indivíduo. O aluno do AEE deve
encontrar em casa boa vontade, incentivo e dedicação.
O sucesso no processo de educar é maior quando ocorre a parceria entre
família e escola. Esta relação parceira é essencial à formação completa do
educando e quando bem desenvolvida possibilita melhores resultados, trazendo
reflexos no comportamental e no desenvolvimento cognitivo das crianças e jovens.
Desta forma a escola pode traçar um projeto de fortalecimento relacional.
Envolver as famílias trazendo-as para dentro do ambiente escolar não é uma tarefa
fácil, porém possível.
• Dia de integração “família na escola” realização de gincana com diversas
brincadeiras entre elas: corrida do saco em duplas “pais e filhos, pais e
professores”, corrida do ovo em duplas “pais e filhos, pais e professores”;
• Teatro ilustrando os benefícios da participação da família na escola;
• Reuniões com o tema: “Unidos para Educar” estas reuniões devem acontecer
de modo informal, no período noturno. A finalidade destas reuniões é
propiciar momentos educativos, reflexivos, com atividades vivenciais,
proporcionando aos pais um ambiente seguro para expor suas opiniões,
colocar suas dúvidas, alegrias, conquistas, desafios, medos, angústias e
juntos construir pontes de amor, respeito, honra entre pais e filhos e entre
famílias e equipe escolar. Um espaço para a troca de idéias e saberes,
cooperando na edificação do educar e elevando a auto-estima dos pais,
afirmando-os em seus potenciais, desafiando-os a mudanças positivas que
perceberem necessárias. Dentro destas reuniões acontecerão: palestras e
oficinas sócio educativas, os encontros são bimestrais com duração

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aproximada de uma hora. Alguns destes também contarão com a presença
dos filhos, onde serão promovidas atividades de interação com seus pais e
reflexões conjuntas. Podem ser traçadas estratégias para maior adesão das
famílias tais como: jantares realizados em parcerias com a APM, sorteios de
brindes, apresentação de teatros, danças ou outras, apresentadas pelos
próprios alunos.

3. Desenvolvimento de potencialidades e talentos


É importante pensar que as pessoas são únicas e suas experiências
relacionadas às suas condições de vida humana também são singulares. Logo, não
podemos agrupar as pessoas e atribuir juízos de valor agregados a tais
agrupamentos a todos que dele participam. Cada aluno portador de necessidades
especial vive a sua condição de forma diferenciada, com graus e formas diferentes
de modo particular. Em parceria escola e família devem pesquisar quais as
potencialidades podem ser desenvolvidas no aluno. O Professor por meio de
atividades na escola e a família por meio da observação em casa e outros
ambientes. É importante que sejam respeitados o ritmo e o limite do aluno; exercer
paciência é fundamental uma vez que a ansiedade só atrapalha. Nunca comparar
um aluno com o outro para não desmotivá-lo. O estimulo e o amor são
fundamentais, uma vez que parte do êxito do desenvolvimento está relacionada à
afetividade. Assim deve-se valorizar o bom, elogiar sempre a atividade executada, o
esforço realizado e nunca se fixar nas dificuldades apresentadas; trabalhar ao
máximo a independência da criança, nunca fazer pelo aluno e sim com o aluno.
Desta forma, os alunos com necessidade de AEE serão naturalmente
valorizados pelo reconhecimento de suas capacidades e respeito à suas limitações.
` É fundamental incluir no planejamento as observações e os apontamentos
daquele que está trabalhando diretamente junto à criança. Sugerimos conforme
exemplo da EMEF Luiza Silvina Jardim Rebuzzi, em Aracruz E.S, (REVISTA NOVA
ESCOLA) “Uma ficha com os dados de crianças e jovens com deficiência para
acompanhamento do desenvolvimento e o processo de aprendizagem desses
alunos. Toda a equipe tem acesso a uma ficha denominada Proposta Educativa do
Aluno. “Todos fazem registros - professores, cuidadores e profissionais do
atendimento especializado. “Esses registros são analisados em reuniões periódicas

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para avaliação de quais ações estão dando certo, quais precisam ser revistas e o
que podemos desenvolver em seguida com cada aluno”.

4. Inclusão da família no cenário político-educacional da escola.

A união da família e escola promove o fortalecimento e a qualidade da educação das


crianças e adolescentes. Desta forma a importância de que a família participe da
elaboração do PPP “Plano Político Pedagógico” da escola. O acesso às Informações
e conhecimento das técnicas e procedimentos utilizados pelos profissionais para
propiciam aprendizagem no ambiente familiar. O acesso dos pais a realidade da
escola pode ser efetivado por meio de grupos de pais voluntários realizando ações
de interesse da comunidade escolar.

Referências Bibliográficas

HUMPHREYS. Tony. Auto Estima a Chave para a Educação do seu Filho. Editora
Ground Ltda. São Paulo. 2001.

MELHOR AUTO-ESTIMA. Disponível em: http://pt.shvoong.com/humanities/465903-


melhor-auto-estima/#ixzz1L1hvk8eJ.

REVISTA NOVA ESCOLA. Escolas que incluem de verdade. Disponível em:


http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/gestao/escolas-inclusivas-567665.shtml.

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