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Universidade Federal do Paraná

Setor de Ciências Exatas
Departamento de Física
Física Geral B – Prof. Dr. Ricardo Luiz Viana
Aula 9: Gerador Eletrostático de Van de Graaff
Potencial de uma casca esférica carregada

Vimos (Lei de Gauss) que uma casca esférica carregada gera um campo elétrico nulo em
pontos em seu interior. No seu exterior, o campo é o mesmo que seria obtido se toda a
carga Q da casca estivesse concentrada em seu centro. Sendo R o raio da esfera temos
¹
¹
¹
'
¹

<
·
R r
r
Q
R r
E
,
4
1
, 0
2
0
π ε
Em particular, o campo elétrico na superfície da casca valerá
2
0
4
1
R
Q
E
π ε
·
Por extensão, o potencial elétrico gerado pela casca para pontos no seu exterior é o mesmo
que o de uma carga puntiforme Q no centro. Então
r
Q
V
0
4
1
πε
·
se r ≥ R
Na superfície da casca r = R, e temos
R
Q
V
0
4
1
πε
·
Supondo que a casca esférica é um condutor isolado em equilíbrio eletrostático, vimos na
Aula 7 que todos os seus pontos têm o mesmo potencial. Logo, mesmo no interior da casca
esférica, o potencial, além de ser constante, continua valendo kQ/R, que é o seu valor na
superfície da casca. Esse resultado vale tanto para uma casca esférica como para uma esfera
maciça condutora de raio R.
Problema resolvido: Determine uma relação entre os raios, cargas e densidades
superficiais de carga de duas esferas ligadas por um fio fino e muito comprido, ambas ao
mesmo potencial elétrico.
Solução: Sejam duas esferas de raios R
1
e R
2
, contendo cargas q
1
e q
2
, respectivamente. As
esferas são ligadas por um fio muito longo, e todo o sistema é levado a um potencial V
2
2
0 1
1
0
4
1
4
1
R
q
R
q
V
π ε π ε
· ·
levando a
2
1
2
1
R
R
q
q
·
. Se R
2
> R
1
, como na figura, então q
2
> q
1
, ou seja, a esfera maior tem
também a maior carga.
Como as esferas são condutoras e isoladas, as suas cargas em excesso devem estar sobre
suas superfícies. As densidades superficiais de carga das duas esferas são
2
2
2
2 2
1
1
1
4
,
4 R
q
R
q
π
σ
π
σ · ·
Dividindo membro a membro teremos
1
2
2
1
2
2
2
1
2
1 2
2
2 1
2
1
R
R
R
R
R
R
R q
R q
· · ·
σ
σ
Se R
2
> R
1,
então σ
1
> σ
2
, ou seja, a esfera maior, apesar de ter carga maior, tem menor
densidade superficial de carga.
Problema proposto: Quais são a carga e a densidade superficial de carga de uma esfera
condutora de raio 15 cm, cujo potencial é de 200 V? Respostas: (a) 3,34 nC; (b) 11,8 nC/m
2
Conclusão: em geral, quanto menor o raio de curvatura, maior a densidade superficial de
carga. Superfícies “suaves” têm grandes raios de curvatura, enquanto pontas agudas têm um
pequeno raio de curvatura. Logo, as pontas agudas apresentam altas densidades superficiais
de carga, e como E = σ/ε
0
, o campo elétrico também é maior na proximidade de pontas
agudas (“poder das pontas”).
Problema resolvido: Seja uma pequena esfera condutora de raio r dentro de uma grande
casca esférica de raio R. As duas esferas possuem cargas q e Q, respectivamente. Calcule a
diferença de potencial entre elas.
Solução: O potencial da esfera maior é devido em parte à sua própria carga (kQ/R) e, em
parte, devido ao fato dela estar no campo elétrico produzido pela carga q da esfera menor
(kq/R é o potencial da esfera menor na superfície da esfera maior). Sabemos que o
potencial resultante é a superposição destes dois potenciais. Logo, o potencial da esfera
maior é

,
`

.
|
+ ·
R
q
R
Q
V
R
0
4
1
π ε
Analogamente, o potencial da esfera menor tem uma contribuição devida à sua própria
carga (kq/r) e outra devida ao fato de ela estar dentro da esfera maior (o potencial da
esfera grande na posição da esfera pequena é kQ/R, que é o mesmo valor da sua
superfície, como vimos). Logo

,
`

.
|
+ ·
R
Q
r
q
V
r
0
4
1
π ε
A diferença de potencial entre as duas esferas vale

,
`

.
|
− · − · ∆
R r
q
V V V
R r
1 1
4
0
πε
Suponha a carga q positiva. Como r < R (da figura) então (1/r) > (1/R), ou seja, ΔV > 0: a
ddp é positiva. Assim V
r
– V
R
> 0, ou V
r
> V
R
: a esfera interna terá sempre um potencial
superior ao da esfera externa. Se ligarmos as duas esferas por um fio fino, toda a carga q
da esfera interna migrará para a esfera externa, qualquer que seja o valor da carga Q
que ela já possua (a corrente elétrica convencionalmente sempre vai do ponto de maior
potencial para o ponto de menor potencial).
Problema proposto: Três cascas esféricas condutoras concêntricas têm os raios a, b e c,
com a < b < c. Inicialmente, a casca interna está descarregada, a casca intermediária tem a
carga positiva + Q e a casca externa a carga negativa – Q. (a) Achar o potencial elétrico das
três cascas; (b) Se as cascas externa e interna forem ligadas por um fio condutor (que está
isolado ao passar através da casca intermediária) qual o potencial das três cascas?
Respostas: (a) V
a
= V
b
= kQ(1/b-1/c), V
c
= 0; (b) V
a
= V
c
= 0, V
b
= -kQ(c-b)(b-a)/[(c-a)b
2
]
Gerador eletrostático, concebido por Lord Kelvin em 1890 e implementado por Robert J.
Van de Graaff em 1931: uma pequena casca esférica condutora está localizada dentro de
outra casca maior. Se ligarmos as duas por um caminho condutor (como um fio, no
problema resolvido) as duas cascas passam a formar um condutor único isolado. Logo, a
carga da esfera interna move-se inteiramente para a superfície externa da esfera grande, não
importando quanta carga esta já possua. Logo, o potencial na superfície da esfera externa
pode aumentar com o tempo até valores muito altos.
No gerador de Van de Graaff, a carga é levada para a casca interna por meio de uma correia
carregada. A carga é “borrifada” na correia, do lado de fora da máquina, por um pente de
pontas metálicas; e retirada da correia, no interior da máquina, do mesmo modo. As pontas
metálicas são responsáveis por descargas elétricas pelo ar que fazem a transferência da
carga da correia (“poder das pontas”).
A esfera externa do gerador não pode acumular uma quantidade arbitrariamente grande de
carga. Se a densidade superficial de carga σ for alta o suficiente para que o campo elétrico
próximo à superfície (E = σ/ε
o
) seja maior que a rigidez dielétrica do ar (E
max
= 3 kV/m),
então a esfera se descarrega por faíscas (“descargas corona” causadas pela ionização do ar).
Problema resolvido: Um condutor esférico tem o raio de R = 2 m. (a) Qual a carga Q
máxima que pode receber sem haver descarga por faiscamento? (b) Qual o potencial
máximo da esfera?
Solução: (a) O campo elétrico na superfície externa do condutor é E = σ/ε
o
= Q/4πε
o
R
2
Igualando E à rigidez dielétrica do ar, temos
C x x x E R Q
3 6 2 12
max
2
0 max
10 33 , 1 ) 10 3 )( 2 )( 10 85 , 8 ( 4 4
− −
· · · π πε
(b) O potencial máximo da esfera com essa carga é
MV V x
x x
R
Q
V 6 10 98 , 5
2
) 10 33 , 1 )( 10 0 , 9 (
4
1
6
3 9
max
0
max
≅ · · ·

πε
Problema proposto: Quando você, num dia seco, caminha com um sapato de borracha
sobre um tapete seco verá que, ao tocar na fechadura (metálica) da porta, há uma faísca
entre sua mão e a fechadura (usualmente dolorosa porém inofensiva). Se a faísca tiver cerca
de 2 mm, estime a diferença de potencial entre sua você e a fechadura da porta?
Atividades demonstrativas com o gerador de Van de Graaff
1. Imagine que você esteja isolado (por exemplo, calçando sapatos com sola de borracha ou
outro material isolante). Se você tocar no gerador de Van de Graaff em funcionamento
levará um pequeno choque. No entanto, se colocá-lo para funcionar com a mão já apoiada
na esfera externa, as cargas que acumulam-se na superfície da esfera migram para seu
corpo e devem acumular-se nas suas extremidades (o corpo humano é um bom condutor de
eletricidade). No cabelo, em particular, ocorre um fenômeno interessante: os fios de cabelo
tendem a eriçar-se, como que tentando imitar o comportamento das linhas de força que
partem da sua cabeça.
2. Colocando-se uma lâmpada fluorescente numa direção radial em relação à esfera do
gerador ela poderá acender. Por quê? Como o potencial elétrico gerado pela esfera
carregada tem simetria radial, e decai com o inverso da distância, as duas extremidades da
lâmpada estarão sujeitas a potenciais diferentes, e conseqüentemente uma ddp aparece entre
as extremidades que provoca o acendimento da mesma.
3. Provocando descargas com o gerador: aproximando um objeto metálico, seu dedo ou
outro condutor qualquer da esfera do gerador, a ddp resultante leva a faíscas, quando a
distância for pequena o suficiente para que o campo elétrico exceda a rigidez dielétrica do
ar.
4. O gerador Van de Graaff produzir um campo elétrico intenso ao seu redor, mas também
existe um fluxo de cargas entre o gerador e a Terra deslocado pelo ar. Boa parte desse fluxo
é neutralizado no chão, mas outra parte eletriza os objetos em sua volta. Esse efeito pode
ser potencializado fixando um pedaço de arame radialmente na esfera do gerador. Devido
ao poder das pontas, altas densidades superficiais de carga irão formar-se no arame, e este
irá atuar como uma fonte de feixe iônico. Esse feixe pode atuar em locais distantes do
gerador, e pode inclusive danificar as placas de computadores, portanto evite operar o
gerador numa sala onde haja micros. Se isso não é possível, afaste o máximo possível o
micro, e não prolongue demais a demonstração.
5. Bolhas e levitação: soprando bolhas de sabão sobre o gerador, elas inicialmente serão
atraídas, depois serão carregadas e repelidas pela esfera. No entanto, poderão ser atraídas
por outros objetos carregados (sua mão, por exemplo). Levitação eletrostática pode ser
observada colocando folhas metálicas (como marmitex) sobre a esfera.
6. Umidade do ar: quando o ar está úmido, as gotículas de água em suspensão atraem as
cargas no ar, e portanto dificultam qualquer experiência de eletrostática. Dias chuvosos são
ruins para experiências com Geradores de Van de Graaff.
Várias outras atividades demonstrativas podem ser encontradas em
• http://www.lhup.edu/~dsimanek/scenario/e-stat.htm
• http://amasci.com/emotor/vdgdemo.html

σ 2 = 2 2 4πR1 4πR2 Dividindo membro a membro teremos 2 2 R σ 1 q1R2 R1 R2 = = = 2 2 2 σ 2 q2 R1 R2 R1 R1 . além de ser constante. Se R2 > R1. Esse resultado vale tanto para uma casca esférica como para uma esfera maciça condutora de raio R. respectivamente. As densidades superficiais de carga das duas esferas são q q σ 1 = 1 2 . vimos na Aula 7 que todos os seus pontos têm o mesmo potencial. cargas e densidades superficiais de carga de duas esferas ligadas por um fio fino e muito comprido. continua valendo kQ/R. as suas cargas em excesso devem estar sobre suas superfícies. como na figura. As esferas são ligadas por um fio muito longo. Solução: Sejam duas esferas de raios R1 e R2. mesmo no interior da casca esférica. ambas ao mesmo potencial elétrico. a esfera maior tem q2 R2 também a maior carga. então q2 > q1.Supondo que a casca esférica é um condutor isolado em equilíbrio eletrostático. que é o seu valor na superfície da casca. contendo cargas q1 e q2. o potencial. Logo. ou seja. Problema resolvido: Determine uma relação entre os raios. e todo o sistema é levado a um potencial V 1 q1 1 q2 V= = 4π ε R1 4π ε R2 0 0 levando a q1 R = 1 . Como as esferas são condutoras e isoladas.

o potencial da esfera maior é VR = q  Q  R + R   4π ε  0  1 . cujo potencial é de 200 V? Respostas: (a) 3. As duas esferas possuem cargas q e Q. as pontas agudas apresentam altas densidades superficiais de carga. o campo elétrico também é maior na proximidade de pontas agudas (“poder das pontas”). a esfera maior. Problema resolvido: Seja uma pequena esfera condutora de raio r dentro de uma grande casca esférica de raio R. tem menor densidade superficial de carga. em parte. ou seja. maior a densidade superficial de carga. e como E = σ/ε0. quanto menor o raio de curvatura. enquanto pontas agudas têm um pequeno raio de curvatura.Se R2 > R1. apesar de ter carga maior. Superfícies “suaves” têm grandes raios de curvatura.34 nC. Solução: O potencial da esfera maior é devido em parte à sua própria carga (kQ/R) e. respectivamente. Logo. devido ao fato dela estar no campo elétrico produzido pela carga q da esfera menor (kq/R é o potencial da esfera menor na superfície da esfera maior). Sabemos que o potencial resultante é a superposição destes dois potenciais. Logo.8 nC/m2 Conclusão: em geral. Calcule a diferença de potencial entre elas. (b) 11. então σ1 > σ2. Problema proposto: Quais são a carga e a densidade superficial de carga de uma esfera condutora de raio 15 cm.

como vimos). Logo Vr = 1 q Q   +  4π ε  r R  0 A diferença de potencial entre as duas esferas vale ∆ =Vr −VR = V q 1 1   −  4πε0  r R  Suponha a carga q positiva. toda a carga q da esfera interna migrará para a esfera externa. com a < b < c. Se ligarmos as duas esferas por um fio fino. ΔV > 0: a ddp é positiva. ou seja. o potencial da esfera menor tem uma contribuição devida à sua própria carga (kq/r) e outra devida ao fato de ela estar dentro da esfera maior (o potencial da esfera grande na posição da esfera pequena é kQ/R. Problema proposto: Três cascas esféricas condutoras concêntricas têm os raios a. Vb = -kQ(c-b)(b-a)/[(c-a)b2] . (b) Se as cascas externa e interna forem ligadas por um fio condutor (que está isolado ao passar através da casca intermediária) qual o potencial das três cascas? Respostas: (a) Va = Vb = kQ(1/b-1/c). qualquer que seja o valor da carga Q que ela já possua (a corrente elétrica convencionalmente sempre vai do ponto de maior potencial para o ponto de menor potencial). Assim Vr – VR > 0. Vc = 0. Inicialmente. b e c. Como r < R (da figura) então (1/r) > (1/R). a casca intermediária tem a carga positiva + Q e a casca externa a carga negativa – Q. ou Vr > VR: a esfera interna terá sempre um potencial superior ao da esfera externa. que é o mesmo valor da sua superfície. a casca interna está descarregada. (a) Achar o potencial elétrico das três cascas.Analogamente. (b) Va = Vc = 0.

Se a densidade superficial de carga σ for alta o suficiente para que o campo elétrico próximo à superfície (E = σ/εo) seja maior que a rigidez dielétrica do ar (Emax = 3 kV/m). Logo. não importando quanta carga esta já possua. temos Qmax = 4π ε0 R 2 E max = 4π (8. por um pente de pontas metálicas. e retirada da correia. a carga da esfera interna move-se inteiramente para a superfície externa da esfera grande. a carga é levada para a casca interna por meio de uma correia carregada. então a esfera se descarrega por faíscas (“descargas corona” causadas pela ionização do ar). No gerador de Van de Graaff. As pontas metálicas são responsáveis por descargas elétricas pelo ar que fazem a transferência da carga da correia (“poder das pontas”). concebido por Lord Kelvin em 1890 e implementado por Robert J. no interior da máquina. Se ligarmos as duas por um caminho condutor (como um fio.33 x10 −3 C (b) O potencial máximo da esfera com essa carga é . o potencial na superfície da esfera externa pode aumentar com o tempo até valores muito altos. A esfera externa do gerador não pode acumular uma quantidade arbitrariamente grande de carga. (a) Qual a carga Q máxima que pode receber sem haver descarga por faiscamento? (b) Qual o potencial máximo da esfera? Solução: (a) O campo elétrico na superfície externa do condutor é E = σ/εo = Q/4πεoR2 Igualando E à rigidez dielétrica do ar. do mesmo modo. no problema resolvido) as duas cascas passam a formar um condutor único isolado. A carga é “borrifada” na correia. Logo. do lado de fora da máquina.85 x10 −12 )( 2 2 )( 3 x10 6 ) = 1. Problema resolvido: Um condutor esférico tem o raio de R = 2 m.Gerador eletrostático. Van de Graaff em 1931: uma pequena casca esférica condutora está localizada dentro de outra casca maior.

Vmax = Qmax (9. Colocando-se uma lâmpada fluorescente numa direção radial em relação à esfera do gerador ela poderá acender.98 x10 6 V ≅ 6 MV 4πε R 2 0 1 Problema proposto: Quando você. as duas extremidades da lâmpada estarão sujeitas a potenciais diferentes. caminha com um sapato de borracha sobre um tapete seco verá que. seu dedo ou outro condutor qualquer da esfera do gerador. a ddp resultante leva a faíscas. em particular. Por quê? Como o potencial elétrico gerado pela esfera carregada tem simetria radial. há uma faísca entre sua mão e a fechadura (usualmente dolorosa porém inofensiva). 3.0 x10 9 )(1. Se você tocar no gerador de Van de Graaff em funcionamento levará um pequeno choque. No cabelo. . estime a diferença de potencial entre sua você e a fechadura da porta? Atividades demonstrativas com o gerador de Van de Graaff 1. como que tentando imitar o comportamento das linhas de força que partem da sua cabeça. as cargas que acumulam-se na superfície da esfera migram para seu corpo e devem acumular-se nas suas extremidades (o corpo humano é um bom condutor de eletricidade). 2. ocorre um fenômeno interessante: os fios de cabelo tendem a eriçar-se. Provocando descargas com o gerador: aproximando um objeto metálico. num dia seco. e decai com o inverso da distância. e conseqüentemente uma ddp aparece entre as extremidades que provoca o acendimento da mesma. quando a distância for pequena o suficiente para que o campo elétrico exceda a rigidez dielétrica do ar.33 x10 −3 ) = = 5. Imagine que você esteja isolado (por exemplo. se colocá-lo para funcionar com a mão já apoiada na esfera externa. calçando sapatos com sola de borracha ou outro material isolante). Se a faísca tiver cerca de 2 mm. No entanto. ao tocar na fechadura (metálica) da porta.

e pode inclusive danificar as placas de computadores. Dias chuvosos são ruins para experiências com Geradores de Van de Graaff. e portanto dificultam qualquer experiência de eletrostática.edu/~dsimanek/scenario/e-stat. Esse feixe pode atuar em locais distantes do gerador. mas outra parte eletriza os objetos em sua volta. Boa parte desse fluxo é neutralizado no chão. afaste o máximo possível o micro. Várias outras atividades demonstrativas podem ser encontradas em • http://www.com/emotor/vdgdemo. O gerador Van de Graaff produzir um campo elétrico intenso ao seu redor. poderão ser atraídas por outros objetos carregados (sua mão.4.html . Esse efeito pode ser potencializado fixando um pedaço de arame radialmente na esfera do gerador. Se isso não é possível. elas inicialmente serão atraídas. depois serão carregadas e repelidas pela esfera. por exemplo). portanto evite operar o gerador numa sala onde haja micros. 5. No entanto. Bolhas e levitação: soprando bolhas de sabão sobre o gerador.htm • http://amasci. mas também existe um fluxo de cargas entre o gerador e a Terra deslocado pelo ar. 6. as gotículas de água em suspensão atraem as cargas no ar. Devido ao poder das pontas. e não prolongue demais a demonstração. altas densidades superficiais de carga irão formar-se no arame. e este irá atuar como uma fonte de feixe iônico. Umidade do ar: quando o ar está úmido. Levitação eletrostática pode ser observada colocando folhas metálicas (como marmitex) sobre a esfera.lhup.