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INSTALAÇAO DE AGUA FRIA

As instalações prediais de água fria, para uso e consumo humano, regem-se pela NBR 5626/92, que : “fixa as condições exigíveis, a maneira e os critérios pelos quais devem ser projetadas as instalações prediais de água fria, para atender às exigências técnicas mínimas de higiene, segurança, economia e

conforto

dos

usuários.”

O abastecimento de uma instalação predial de água fria pode ser feito pela

rede pública ou por fonte particular. Quando não há condições de atendimento

pela rede pública ou a edificação situa-se em área não urbanizada, é preciso

recorrer

à

captação

em

nascentes

ou

no

lençol

subterrâneo, havendo

necessidade

de

periódica

verificação

da

potabilidade,

em

ambas

as

circunstâncias.

 

No caso das nascentes, a água é captada, armazenada em reservatórios e, em

alguns

casos, sofre um tratamento com cloração. No caso do lençol

subterrâneo,

utilizam-se

poços,

dos

quais

a

água

é

bombeada

para

a

superfície.

 

Componentes do sistema predial de água fria.

·

Ramal predial

·

Ramal interno (alimentador predial)

·

Reservatório ( caixa d’água)

·

Barrilete

·

Coluna de distribuição

·

Ramais e sub-ramais

·

Peças de utilização e aparelhos sanitários

Considerações gerais sobre os projetos de um sistema predial de água fria. As instalações devem ser

Considerações gerais sobre os projetos de um sistema predial de água fria.

As instalações devem ser projetadas de modo a :

  • a) Garantir a potabilidade da água do sistema de abastecimento e do

sistema de distribuição;

  • b) Garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade

suficiente, com pressões e velocidades adequadas e compatíveis com o perfeito funcionamento dos aparelhos, das peças de utilização etc;

  • c) Promover conforto aos usuários ( níveis de ruído aceitáveis e peças

convenientemente adotadas);

  • d) Proporcionar facilidade de manutenção, operação e futuros acréscimos;

  • e) Possibilitar economia de água, energia e manutenção.

A NBR 5626/82 recomenda, no seu item 3.4: “O desenvolvimento do projeto das instalações de água fria deve ser conduzido concomitantemente, e em

conjunto ( ou em equipe de projeto), com os projetos de arquitetura, estrutura e de fundações do edifício, de modo que se consiga a mais perfeita harmonia

entre

todas

as

exigências

técnico-econômicas

envolvidas.”

O projeto arquitetônico elaborado é um item essencial, já que pode haver

diversas soluções

arquitetônica

e

hidráulicas.

Nos grandes edifícios ou edificações especiais são necessárias reuniões com o futuro usuário, visando observar suas particularidades de utilização e definir suas necessidades. A análise de edifícios semelhantes já em operação é outro fator a considerar, eliminando-se a possibilidade de repetição de falhas. Em edifícios comerciais e industriais, em razão dos elevados consumos de água, bem como das características próprias de cada tipo, é necessária uma

análise econômica dos partidos a adotar, levando-se em conta as folgas necessárias e as futuras ampliações, bem como as utilizações simultâneas de água. Projetos para edificações específicas devem considerar as particularidades técnicas e ergométricas de cada uma e dos usuários específicos, por exemplo:

  • - Escolas: para escolas primárias, bacias são menores, os pontos de

utilização têm posição inferior ao convencional e as válvulas de descarga

podem, eventualmente, Ter acionador do tipo alavanca ( de fácil manejo);

  • - Hospitais: como se trata de edifício que não pode Ter o funcionamento interrompido, deve-se adotar alternativas, por exemplos, adução de água para

reservatórios superiores em caso de falta de energia elétrica, utilizando

geradores

para

motores

do

bombas;

  • - Estádios e sanitários públicos: proteção das instalações, prevenindo

contra possíveis atos de vandalismo dos usuários.

Consumo e dimensionamento.

A capacidade total de reservação não pode ser inferior ao consumo diário, de acordo com a NBR 5626/82; além disso uma prática usual é adotar uma reserva para um período de 24 horas. Portanto, a reservação mínima é de 500 litros, considerando uma residência mínima (um quarto ou duas pessoas). A capacidade total de reservação deve ser inferior a três vezes o consumo diário, observando-se que, para volumes de grande monta, há necessidade da garantia da potabilidade em razão do período de armazenamento médio da água no reservatório, bem como verificar disposições legais quanto ao volume máximo a armazenar.

Um exemplo de procedimento conveniente a seguir para o dimensionamento:

  • - Define-se o tipo e o padrão da edificação, a partir da tabela de consumo predial diário;

  • - Calcula-se o número de ocupantes em função das características da edificação;

  • - Verifica-se a tabela de consumo predial diário;

  • - Calcula-se o consumo diário pela fórmula: CD= CP x N onde:

CD =

consumo diário, CP = consumo per capita, N = número de ocupantes.

Consumo predial diário

Alojamentos provisórios

  • 80 - per capita

Ambulatórios

  • 25 - per capita

Apartamentos de padrão médio apartamento de padrão luxo Cavalariças Cinemas e teatros Creches Edifícios públicos ou comerciais Escolas- externatos Escolas- internatos Escolas- semi-internatos Escritórios Garagens e postos de serviços Garagens e postos de serviços Hotéis (sem cozinha e sem lavanderia) Hotéis (com cozinha e com lavanderia) Hospitais Industrias- uso pessoal Indústrias- com restaurante Jardins (rega) Lavanderias Matadouros (animais de grande porte) Matadouros (animais de pequeno porte) Mercados Oficinas de costura Orfanatos, asilos e berçários Postos de serviço para automóveis Piscinas- lâmina de água Quartéis Residência popular Residência de padrão médio Residência padrão luxo Restaurantes e similares Templos

250- per capita 300- per capita 100- por cavalo 2- por lugar 50- per capita 80- per capita 50- per capita 150- per capita 100- per capita 50- per capita 150- por automóvel 200- por caminhão 120- por hóspede 250- por hóspede 250- por leito 80- por operário 100- por operário 1.5- por m2 30- por kg de roupa seca 300- por animal abatido 150- por animal abatido 5-por m2 de área 50-per capita 150-per capita 150-por veículo 2.5-cm por dia 150-per capita 150-per capita 250-per capita 300-per capita 25-por refeição 2-por lugar

Obs.: Os valores são apenas indicativos, devendo ser verificada a experiência local com os consumos reais.