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NO MUNDO DA CULTURA

- No ar o programa «No Mundo da Cultura»

(FONE)

- Prezados ouvintes, em Moscou acontece o Festival do Cinema


Moderno da América Latina. Os filmes são exibidos no Museu do
Cinema, no edifício da Casa Central do Artista. O programa inclui
filmes de Cuba, Venezuela, Colômbia, Brasil, México, Equador,
Bolívia, Chile, Paraguai e Guatemala. E sobre esta festa do cinema
no nosso programa de hoje - «No Mundo da Cultura». Edição da
nossa correspondente Ella Barisova.

(FONE)

- A realização deste festival é uma iniciativa dos funcionários do


Instituto da America Latina, da Academia de Ciências da Rússia, e
do Museu do Cinema. O diretor do festival é famoso especialista
em cinema Naum Cleyman que há muitos anos trabalha com a
cinematografia latino-americana. E foi pela sua iniciativa que no
Museu do Cinema já aconteceram muitas retrospectivas de filmes
do México, Cuba, Brasil, Chile e Equador. Porém até o momento
todo o brilho, talento e diversificação do cinema latino-americano
são ainda pouco conhecidos do publico russo. O objetivo do
primeiro festival do cinema moderno da America Latina é ampliar
este conhecimento, fazer com que semelhantes eventos sejam
freqüentes e tradicionais.
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- Ao elaborar o programa deste festival seus organizadores


desejavam não somente apresentar o cinema moderno da America
Latina, mas também recordar ao público sobre os contatos
artísticos entre os mestres cinematográficos russos e latino-
americanos. E estes contatos começaram há muito tempo quando
no inicio dos anos 30 o notável cineasta Serguei Eisenstein viveu
no México quase dois anos onde rodava o filme sobre este país,
sua historia e tradições. O filme de Serguei Eisenstein - «Viva o
México», mesmo que não tenha sido concluído, entrou para o
acervo do cinema mundial. E em nossa época o cineasta Igor
Romanovsky, repetindo o itinerário de Serguei Eisenstein, criou o
filme «Enfermidade mexicana», imagens que hoje são
reconstituídas neste país latino-americano.

O filme - «Viva o México!» foi exibido no festival dia 19 de fevereiro.


Em breve nossos ouvintes também poderão ver este trabalho de
Igor Romanovsky.

- Vamos falar do programa deste festival. Um dos seus tutores é o


funcionário do Instituto da America Latina, Alexei Tchernishev.
Aliás, a idéia de realizar este festival pertence ao grupo de jovens
funcionários deste centro científico:

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O programa é aquilo mesmo que imaginávamos, e chegamos à


conclusão que deveríamos incluir 20 filmes de 11 países da
América Latina, - disse Alexei Tchernishev. Recorremos à ajuda do
Museu do Cinema, às embaixadas dos países latino-americanos
em Moscou. Foi com alegria que nos deram este apoio, sendo que
nós mesmos é que selecionamos os filmes.

O primeiro trabalho a ser exibido no festival foi o filme colombiano


«Soñar no cuesta nada» do cineasta Rodrigo Triana. Filme rodado
com base em acontecimentos reais ocorridos na Colômbia.
Soldados do batalhão antiterrorista encontram o esconderijo dos
rebeldes colombianos com 46 milhões de dólares. E acabando com
a alegria desse achado inesperado entra em cena o desespero: a
ponte – único meio de ligação com a civilização é explodida, o
grupo de soldados fica isolado do restante do mundo. Agora o
objetivo principal dos heróis é sair da selva e realizar os seus
sonhos. O filme levou o prêmio «Goya» na Espanha na categoria de
«Melhor filme estrangeiro em espanhol» e foi premiado no Festival
Internacional do Cinema em Cartagena.

Em geral, muitos filmes do nosso programa; prossegue Alexei


Tchernyshev são trabalhos premiados. Por exemplo, o filme
mexicano «No limiar» da cineasta Teresa Suares, onde atuam
atrizes jovens, recebeu o premio «Deusa de Prata» da critica
cinematográfica mexicana nas categorias «Melhor estréia», «Melhor
atriz», «Ator. Revelação do ano».

E o filme do cineasta uruguaio, Guilhermo Casanova intitulado


«Viagens ao mar» recebeu o premio de «Melhor filme» da Associação
de críticos do cinema do Uruguai; o premio principal «Colón de
Oro» de «Melhor ator» no festival do cine ibero-americano em
Huelva. E também neste festival o premio «Don Quixote» foi
concedido ao filme guatemalteco «O Silencio de Neto» do cineasta
Luis Argueta. Nele são refletidos os acontecimentos históricos na
Guatemala quando em 1954 se deu o golpe de Estado neste país.
E neste tempo nada fácil é que cresce o menino Neto, sendo que
sua vida e de sua família enfrenta mudanças devido às desavenças
políticas.

- Alexei Tchernyshev destaca no programa deste festival os filmes


cubanos. De acordo com suas palavras estes filmes despertam
grande interesse do nosso público:

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- Foi exibido o filme «Três vezes dois», produzido em 2004, - disse


Alexei Tchernyshev. Este filme é uma trilogia composta de três
novelas rodadas pelos jovens cineastas Pavel Giroud, Lester
Hamlet e Estevan Insausti – representantes da nova onda do
cinema cubano. O herói de uma das novelas é um jovem fotografo
que se prepara para uma exposição muito importante da sua
carreira. A heroína da segunda parte da trilogia é uma senhora
idosa com o nome de Lila que sou sobre o retorno de uma pessoa
que amou quando jovem. O enredo da terceira parte é a historia de
duas pessoas solitárias. O amor delas foi substituído pela fantasia
até serem novamente unidas pelo destino e a luz vermelha do
semáforo. O filme recebeu o premio «Zênite de Prata» de «Melhor
estréia» no Festival Internacional do cinema em Montreal, prêmios
em festivais latino-americanos, foi calorosamente recebido pelos
moscovitas. Como também o filme - «Viva Cuba» de Juan Carlos
Cremata que retrata os problemas familiares, as relações dos pais
com os filhos. Os heróis principais deste filme são dois
adolescentes que juram amizade eterna apesar das desavenças
entre seus pais. «Viva Cuba» recebeu o premio principal do Festival
do Cinema Infantil na Alemanha, o premio principal em Cannes de
«Melhor filme Infantil».

O terceiro filme cubano do nosso programa é «Suíte de Havana» do


cineasta Fernando Peres dedicado a capital do país. «Suíte de
Havana» - são cores vivazes, extraordinárias melodias populares e
os contrastes da vida nada simples na Ilha da Liberdade.

O festival vai até 6 de março, - disse encerrando sua entrevista


Alexei Tchernyshev. E da cada dia deste evento é a revelação do
cinema moderno da America Latina e ao mesmo tempo a
oportunidade extraordinária de conhecer o próprio continente,
conhecer a vida dos seus povos. Nossos agradecimentos aos
diplomatas e funcionários das embaixadas dos países latino-
americanos em Moscou que nós ajudaram na organização e
realização do festival. Aliás, essas pessoas são os convidados de
honra do festival que apresentam os filmes dos seus países.

- Um dia do festival quem apresentou o filme da Bolívia foi o


assessor da embaixada do seu país em Moscou, senhor Xavier
Viscarra. E sobre o filme ele também falou em entrevista ao nosso
programa «No Mundo da Cultura» da «Voz da Rússia»:
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- Xavier Viscarra disse ser muito agradável para a embaixada de a


Bolívia apresentar o filme «Visto norte-americano», criado em 2005
pelo cineasta - Juan Carlos Valdivia. Esta é a ecranização do
romance de Juan de Recacochea sobre o boliviano que desejava
emigrar aos EUA, sonhando com a vida feliz. Porém nas tentativas
de obter o visto o herói se conscientiza gradualmente de que o
sonho norte-americano é um mito e que existem outros caminhos
de encontrar a felicidade; viver de forma interessante no próprio
país.

- Saudando o festival de Moscou, o assessor da Embaixada da


Bolívia disse:

(FONE)

- Javier Viscara disse que a iniciativa do Instituto da America


Latina para realizar o festival do cinema moderno latino-americano
é uma iniciativa extraordinária. O festival irá colaborar para a
aproximação da Rússia e América Latina. Os filmes desta mostra
refletem a vida real dos latino-americanos, permite conhecer sua
historia e tradições. Em geral os contatos culturais são muito
importantes, eles conduzem à interação mútua, à aproximação dos
povos.

(FONE)

- Acabaram de ouvir pelas ondas da «Voz da Rússia» o programa


«No Mundo da Cultura». Edição de hoje dedicada ao Festival
Internacional do Cinema moderno da America Latina em Moscou.
Até o próximo encontro!