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Psicologia I

Objecto de estudo – todos os actos e reacções observáveis bem


como os sentimentos, as emoções, as atitudes, representações
mentais, fantasias…
Toca toda a esfera da actividade humana.
Tem como objecto de estudo o ser humano em toda a sua
complexidade.

Freud:
Pai da Psicanálise
É em simultâneo uma técnica terapêutica, um método de
investigação, bem como um corpo autónomo de conceitos
organizados numa teoria.
A psicanálise, enquanto terapia, baseia-se nos seguintes
procedimentos.
- associação livre de ideias
- Interpretação de sonhos, recordações, emoções e fantasias
- analise dos actos falhados
- processo de transferência inerente à relação psicanalítica \
paciente

Contributos de Freud :

- As suas observações acerca da personalidade humana


- A sua teoria da personalidade
- O seu tratamento conhecido como psicanálise, ou a analise da
psyche.

Freud usou livremente o conceito de mente, sem dar conta das


limitações e conclusões que gera.
Atribui à sexualidade um papel essencial na vida psíquica humana.
Muitos dos sintomas neuróticos estavam relacionados com a
SEXUALIDADE, sendo esta um objecto de múltiplas repressões
e obstáculos.
Não se limita ao acto sexual entre duas pessoas, é toda a
actividade pulsional que tende à sua satisfação.

Ele comparava o psiquismo a um icebergue, cujo volume maior


estava escondido. Descreveu este psiquismo como sendo
composto de três partes:

O consciente :
- que tendo em conta a imagem do icebergue corresponde à
parte que se encontra à superfície. É referente ao conjunto de
ideias percebidas por nós, presentes num dado momento e que
são controladas por nós.

O pré – consciente:
- É o que facilmente pode ser tomado pelo consciente. Apesar de
não ser lembrado rapidamente ascende ao consciente.
Corresponde a uma zona flutuante de passagem entre a parte
visível e a oculta. Esta zona tanto pode tornar-se consciente
como num momento seguinte tornar-se inconsciente.

O inconsciente:
- Parte em que uma pessoa não é conhecedora mas que pode
influenciar o nosso comportamento. Todas as espécies de
impulsos, conflitos e experiências podem afectar o nosso
comportamento ainda que não tenhamos consciência disso.
São representações mentais que estão fora do nosso controle, do
nosso campo do consciente e que permanecem praticamente
desconhecidas
É uma zona do psiquismo constituída por pulsões, tendências e
desejos fundamentalmente de carácter efectivo – sexual.
Os processos psicológicos mais determinantes ocorrem aqui.
A personalidade segundo Freud é constituída por três sistemas
principais. Esta é uma outra concepção que veio complementar e
não anular a primeira. Temos:

Id
- É inteiramente inconsciente.
É o reservatório da energia psíquica instintiva ou pulsional - a
Libido. – que o impele a procurar o prazer, em especial o prazer
erótico (Principio do Prazer). É a fonte, o substrato das pulsões.
Estas com o seu dinamismo próprio influenciam de modo
marcante o comportamento humano, pressionando o Ego. Não é
regido por preocupações lógicas, temporais ou espaciais. É
Amoral.
O ser humano nasce apenas com o Id.

Ego :
- é o núcleo organizado, coerente e lúcido da personalidade. Pode
ser também considerando como a instância executiva da
personalidade, representante dos interesses da pessoa.
Cabe-lhe distinguir a realidade da fantasia e encaminhar a pessoa
para as vivências reais. De certo modo rejeita a gratificação
imediata do principio do Prazer, orientando-se para objectivos
realista a longo prazo. Opera de acordo com o Principio da
Realidade, moderando a impulsividade do Id. Tem preocupações
lógicas, de espaço e de tempo, assim como de coerência entre a
força do Id e os constrangimentos da realidade
Representa a razão e tenta conciliar o conflito entre o Id e o
Superego.
A sua actividade é essencialmente consciente e começa a
formar-se no 1 º ano de vida do individuo.
.

Super – Ego
- Constituído por princípios éticos e morais que têm um efeito
profundo sobre o comportamento do homem civilizado.
Funciona como a nossa auto censura.
É formado logo após o Complexo de Édipo, com parte do Ego.
Constituída pela interiorização das imagens idealizadas pelos
pais, de valores impostos ao individuo na infância, as regras
sociais e pela integração das experiências permitidas e proibidas,
tais como foram permitidas e proibidas e das imagens idealizadas
dos pais, tomando-se como a base da consciência moral.
Força inibitória, sendo essencialmente inconsciente, podendo
também ser pré consciente.
Censura as pulsões do Id, proporcionando ao Ego uma
extraordinária economia do trabalho, evitando-lhe escolhas e
renúncias constantes.
Age sobre o ego agindo como um filtro entre os conflitos do
Id/Ego decidindo sobre o destino das pulsões.
Para além do processo de recalcamento, favorece também as
sublimações.

Jung

A personalidade consiste num certo número de sistemas


distintos, mas que estão interligados. Os principais são o Ego, o
Inconsciente Pessoal e os seus complexos, o inconsciente
colectivo e os seus arquétipos.

Sistema de casca de cebola


Num camada mais exterior encontramos o Ego, que não é muito
diferente da concepção de Freud é a mente consciente em
contacto com a Realidade e contém as recordações conscientes e
a Consciência.

Na camada seguinte o Inconsciente Pessoal.


Como está em contacto com o ego os materiais podem ser
reprimidos do ego para essa região.
Equivale a um misto do inconsciente e do pré inconsciente de
Freud.
Os conteúdos aqui existentes são acessíveis à consciência e
contém apenas os materiais que chegaram ao inconsciente como
resultado das experiências pessoais do individuo e do consciente
colectivo. Nesta camada encontramos os Complexos em que cada
um se encontra ligado a um Arquétipo. Os Complexos são
personificações dos Arquétipos, são os meios como estes se
manifestam na psique da pessoa.

Numa camada ainda mais interior encontra-se o Inconsciente


Colectivo.
Tudo aquilo que o Homem herdou dos seus antepassados. Ao que
é herdado deste modo deu o nome de Arquétipo, que é a principal
composição deste inconsciente colectivo.
Os Arquétipos formam-se em consequência das experiências
universais do Homem durante a sua evolução. São símbolos e
predisposições para perceber ou actuar de uma certa maneira.

Ao centro temos o Self, que influencia todo o sistema e que se


encontra ligado ao Ego.

Piaget:
As suas pesquisas levam a concluir que o conhecimento é um
processo interactivo que envolve o sujeito e o meio e que decorre
em etapas que foram designadas por estádios de
desenvolvimento.
Demarca-se das concepções anteriores ao afirmar o carácter
activo que o sujeito desempenha no processo de conhecimento.
Critica a ausência de rigor cientifico de certos conceitos na
teoria psicanalítica
A concepção piegetiana tem em contas aspectos biológicos,
psicológicos e epistemológicos. O organismo tem ao nascer um
património genético que lhe permite interagir com as
experiências que lhe vão acontecendo.

O desenvolvimento cognitivo faz-se por mudanças de estruturas


através de invariantes funcionais, de mecanismos de adaptação,
que são a assimilação e a acomodação.
Assimilação – processo mental pelo qual se incorporam os dados
da experiência aos esquemas de acção que são estruturas
perceptivo motoras que se podem reproduzir e generalizar, ou
aos esquemas operatórios, que são estruturas conceptuais
marcadas pela reversibilidade mental, já existentes.
É um movimento de integração do meio no organismo.

Acomodação – modificação dos esquemas existentes em função


das experiências do meio. É um movimento do organismo no
sentido de se submeter às exigências exteriores, adequando-se
ao meio.

Equilibração - processo que regula os outros anteriores.

Estes movimentos são interactivos. Não há um domínio absoluto


de um processo sobre o outro.
Outras correntes:

1 – Concepção Inatista.
O sujeito é o resultado das potencialidades transmitidas por
hereditariedade. O meio desempenha um papel pouco relevante
no seu desenvolvimento.

Sujeito meio

2 – Concepção behaviorista
O comportamento do ser humano e o seu desenvolvimento
dependem totalmente do meio em que o sujeito se encontra
inserido
Meio sujeito

3 - Concepção construtivista
A vida psíquica desenvolve-se através da troca entre o sujeito e
o meio, o conhecimento advém das interacções sujeito/objecto.
O comportamento do individuo, a inteligência resulta de uma
construção progressiva do sujeito em interacção com o meio.
As estruturas de inteligência não são apenas inatas, mas o
produto de uma continua do sujeito, que age sobre o meio.
Comportamento como a manifestação de uma personalidade numa
dada situação.

R = f ( S P)

O comportamento depende da interacção entre a situação e a


personalidade do sujeito, não se pode encarar a personalidade
independentemente da situação.
A personalidade vai-se construindo no contexto do meio, nas
diferentes situações vividas pelo sujeito, em que intervêm
factores internos e externos.
O modo como a situação é encarada, interpretada, depende
também da personalidade e das experiências anteriores do
individuo.
As situações influenciam a personalidade no sentido em que ela
não se vai construindo à custa das situações vividas.
A personalidade altera as situações no sentido em que diferentes
personalidades captam as mesma situação de diferentes formas,
ou seja, a situação é sempre individual.

Factores básicos do carácter – Três factores subjacentes aos


temperamentos

Emotividade – É a tendência para sofrer perturbações cuja


importância é desproporcionada em relação às causas externas
ou internas que lhe estão na origem.
Emotivo – o limiar de excitabilidade é baixo pelo que o que para
os outros pode não ser nada para este pode provocar uma
reacção muito forte.
Não Emotivo – é necessário um estimulo muito forte para que
haja alguma reacção.

Actividade – é a quantidade de energia que um individuo pode


libertar sob a forma de acções, geralmente com vista a fins úteis
e por efeito da vontade própria.
Não é apenas muscular mas também intelectual.

O Activo não precisa de motivação exterior para passar ao acto,


há uma pré disposição para despender energia que rapidamente
se renova. Tem resistência à fadiga e age com rapidez.
O não Activo necessita de estimulo exterior, age sobre pressão e
quando lhe surge um obstáculo, perde o empenho e desiste.
Cansa-se facilmente e trabalha com lentidão.

Ressonância das impressões – diz respeito à rapidez e duração da


reacção de um individuo em face das situações que afectam o seu
psiquismo.
Distinguem-se o Primário com reacções rápidas, imediatas mas de
curta duração. Está ligado ao presente, ao Hoje de um modo
superficial
O Secundário com reacções lentas, mas duráveis, vive sob a
pressão do passado ou preocupa-se com o futuro. Descontente
consigo próprio, quantas vezes sofre de remorsos.