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A existência de Deus!

Havia um senhor, que era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do
interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus
ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Um certo dia, estava ele
fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos a dizer que sua mãe estava
a passar mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.
Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para ir
buscar o remédio. A sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou por
pegar o remédio mesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às
pressas. Minutos depois, percebeu que havia entregado o remédio errado para a criança
e, se aquela mãe o tomasse, teria morte instantânea.
Deseperado, tentou alcançar a criança, mas não teve êxito. Gritou em desespero
... e o tempo passava e nada acontecia. Sem saber o que fazer e com a consciência
pesada, aloelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existisse um Deus, que
não o deixasse passar por assassino. O tempo passava e ele, de joelhos ficava a pensar
que a mulher poderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso.
Reflectiu sobre as suas intemperanças, sobre o seu mau humor e, principalmente,
sobre a sua insensatez. De repente, sentiu uma mão tocar-lhe o ombro esquerdo e ao
virar deparou-se com a criança em prantos. Naquele momento ficou desconsolado. Mas
tinha uma certeza: Deus, de facto existia. Já podia imaginar o que estava para lhe
acontecer.
O choro e o olhar triste daquela criança atravessava-lhe a alma. No entanto,
como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então
aquela criança começou a dizer: “Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que caí e
quebrei o vidro do remédio, dá para o senhor dar-me outro?”

Moral da História
Deus existe e conhece-o pelo seu nome. Ele sempre tem o melhor para si, por
mais que as circunstâncias mostrem o contrário. Creia neste amor que é maior do que
qualquer um dos seus problemas, mesmo que estes sejam grandes e de dificil resolução.
Creia na vida melhor que Ele tem preparada para si!
A paz perfeita
Havia um rei que ofereceu um grande prémio ao artista que fosse capaz de
captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei
observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente
gostou e teve que escolher entre ambas.
A 1ª era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se
reflectiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas, encontrava-se um céu
muito azul, com ténues nuvens brancas. Todos os que olhavam para esta pintura
pensavam que ela reflectia a paz perfeita.
A 2ª pintura também tinha montanhas. Mas estas eram íngremes e estavam
despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um
forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo, parecia retumbar uma
espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava pouco pacífico. Mas, quando o rei
observou mais atentamente, reparou que por trás da cascata havia um arbusto que
crescia de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do
ruído da violente camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu
ninho.
Paz perfeita. Qual é que imagina que foi a pintura vencedora?
O rei escolheu a 2ª. Sabe porquê?
“Porque”, explicou o rei: “paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas,
sem trabalho árduo ou sem dor.”. “Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo
isso, permanecemos calmos no nosso coração.”.