Anda di halaman 1dari 30

LOGO

BRASIL
BRASIL BIOMASSA
BIOMASSA EE ENERGIA
ENERGIA RENOV ÁVEL
RENOVÁVEL
SPE
SPE EXPORTACÃO
EXPORTACÃO WOOD
WOOD CHIPS
CHIPS SÃO
SÃO PAULO
PAULO
EXPORTACÃO
EXPORTACÃO WOOD
WOOD CHIPS
CHIPS SÃO
SÃO SEBASTIÃO
SEBASTIÃO

1/30
LOGO

SPE
SPE Exportacão
Exportacão Wood
Wood Chips
Chips São
São Paulo
Paulo
Brasil
Brasil Biomassa
Biomassa ee Energia
Energia Renovável
Renovável S.A.
S.A.
Av.
Av.Cândido
CândidoHartmann,
Hartmann,570
57024
24Andar
AndarConj.
Conj.243
243
Champagnat
ChampagnatCuritiba
Curitiba Paran á Fone
Paraná Fone--Fax:
Fax:041
04133352284
33352284
Celular
Celular041
04188630864
88630864Skype
Skype CelsoOliveira1
CelsoOliveira1
URL:http://www.internationalrenewablesenergy.com
URL:http://www.internationalrenewablesenergy.com
EE-mail
-mail Brasil:
Brasil:info@internationalrenewablesenergy.com
info@internationalrenewablesenergy.com

2/30
Sinópse LOGO

1 Empresa

12
2 SPE Exportacão Wood Chips

3 Unidade Industrial Wood Chips

4 Solucão Energé
Energética e Cré
Crédito Carbono

5 Usina de Cogeracão Energia

6 Potencialidade Negócios

3/30
LOGO

Empresa
Empresa
International
International CMO
CMO Business
Business Biomassa
Biomassa
Brasil
Brasil Biomassa
Biomassa ee Energia
Energia Renovável
Renovável

4/30
International CMO Business Biomassa
LOGO
Brasil Biomassa e Energia Renovável
 VISÃO DA COMPANHIA. Fornecer soluç
soluções energé
energéticas baseadas em biomassa e bio-
bio-combustí
combustíveis limpos e renová
renováveis
para grandes companhias nacionais e internacionais, com intuito de mitigar o impacto que suas atividades possuem
sobre o meio ambiente atravé
através da reduç
redução de emissão dos gases de efeito estufa, gerar ganhos financeiros
financeiros na sua
conta de energia e com a venda de crécréditos de carbono, e propiciar sua independência energé
energética não ficando mais a
mercê do mercado petrolí
petrolífero.
 MISSÃO EMPRESARIAL. A International CMO Business Biomassa e a Brasil Biomassa e Energia
Energia Renová
Renovável tem a missão
de cooperar para o desenvolvimento de projetos sustentá
sustentáveis atravé
através de soluç
soluções para a gestão dos resí
resíduos de uma
energia renová
renovável e da eficiência energé
energética pela biomassa. Tem a missão de difundir os projetos sustent
sustentáveis de
negó
negócios que venham em diminuir a emissão de CO2 na atmosfera e o uso uso da biomassa no Brasil como uma fonte de
energia viá
viável e sustentá
sustentável.
 ESTRATÉ
ESTRATÉGIA PROFISSIONAL. Produzir transformar e exportar/comercializar para suprimento cont contíínuo de longo prazo,
nacional e internacionalmente, de biomassa energé
energética para fins de produç
produção de energia limpa e de outros produtos
oriundos da transformaç
transformação, na forma de pellets, agropellets, briquetes e wood chips. Implantar
Implantar Indú
Indústrias do ramo
energé
energético alternativo. Formar e explorar florestas homogêneas, própróprias ou de terceiros, e para a captura de CO2 para
garantia de uma energia limpa. Realizar estudos, projetos e constru construçção em terminal portuá
portuário para viabilizar as
exportaç
exportações de produtos originá
originários de biomassa e energia renová
renovável e operaç
operação de centro de processamento de
biomassa. Estudar, projetar, executar planos e programas de pesquisa
pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de vetores de
energia, diretamente ou em cooperaç
coopera ç ão com outras entidades. Participar de pesquisas de interesse do setor energé
energético,
ligadas à geraç
geração e distribuiç
distribuição de energia com uso de biomassa, bem como de estudos de aproveitamentoaproveitamento de
reservató
reservatório para fins mú
múltiplos e colaborar para a preservaç
preservação do meio ambiente no exercí
exercício de suas atividades.
 BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁRENOVÁVEL. Constituí
Constituída em 2002 International CMO Business Biomassa se especializou
no domí
dom ínio das energias renová
renová veis e a eficiência energé
energética. Tem uma forte associaç
associação empresarial internacional com
98 parceiros/agentes comerciais em 38 paí países que trazem profunda e ampla experiência profissional para o
desenvolvimento de projetos e negó
negócios em energias renová
renováveis. Em 2008 constituiu com o Grupo Português NorteGá
NorteGás
a companhia European Energy SRL onde desenvolve projetos especiais especiais de biomassa e energia renová
renovável na Europa.
Dirigida pelo empresá
empresário Celso Marcelo de Oliveira, conceituado autor de 44 livros publicados
publicados no Brasil e na Europa. No
mesmo ano foi constituí
constituída com a Pianka Engenharia e a Civic Corporation a Brasil Biomassa
Biomassa e Energia Renová
Renovável S.A. O
Diretor Presidente da International CMO Business Biomassa é o empresá
empresário Celso Marcelo de Oliveira.

5/30
LOGO

 PARCERIA INTERNACIONAL. No Brasil manté


mantém uma importante parceria institucional com Rede Nacional de Biomassa,
Biomassa,
em Portugal com a Sociedade Portuguesa de Energia, na Europa com a EUBIA e nos Estados Unidos com a American
Renewables Energy. Mantemos um intercâmbio té técnico com a Renewable Energy and Energy Efficiency Partnership *
Accelerating the Deployment of Renewable Energy Technologies: Regional
Regional Report from the Renewable Energy and Energy
Efficiency Partnership *The World Bank Group - Accelerating Clean Energy Technology Innovation * Pellet Fuels Institute
* Biomass Heating Fuels: Low Hanging Fruit for Carbon Emissions and Energy Independence * Renewable Energy:
Electricity and Biofuels in Latin America and the Caribbean * Natural
Natural Resources Canada - An Overview of Canada's
Renewable Energy Industry * National Renewable Energy Laboratory * International Renewable Energy Alliance *
International Energy Agency Innovative Approaches to the System Integration of Renewable Electricity * Global Bioenergy
Partnership * German Renewable Energy Federation * European Renewable
Renewable Energy Council - Renewable energy policy in
Europe - 20 % by 2020 * Energy Future Coalition New Alliances for a New Energy Future * Business Council for
Sustainable Energy - Industry Perspectives on How the Carbon Market Can Promote Deployment
Deployment of Clean Energy
Technologies.

 PROJETO DE BIOMASSA NORDESTE BRASIL. Caro Celso. O Ministro das Minas e Energia Edison Lobão que já já tomou
conhecimento do seu projeto de sustentabilidade de biomassa e energia energia renová
renovável para ser implantado no
Maranhão. Para sua informaç
informação, o assunto será
será primeiramente conduzido com o Dr. Ricardo B. Gomide - Coordenador-
Coordenador-
Geral Departamento de Combustí
Combustíveis Renová
Renováveis Secretaria de Petró
Petróleo, GáGás Natural e Combustí
Combustíveis Renová
Renováveis
Ministé
Ministério de Minas e Energia e o Dr. José
José Lima de Andrade Neto e Dr. Ricardo de Gusmão Dornelles, Secretá Secretário de
Petró
Petróleo, Gá
Gás Natural e Combustí
Combustíveis Renová
Renováveis. Ministé
Ministério de Minas e Energia Esplanada dos Ministé
Ministérios. O Ministro
Edison Lobão nos disse que o departamento de CombustíCombustíveis Renová
Renováveis, solicita que nessa primeira oportunidade
apresentamos de forma objetiva os "novos empreendimentos para ajudar ajudar no impulsionamento e crescimento do
Maranhão", ao qual o senhor destaca na mensagem anexa. Solicito, també também, que seja apresentada uma proposta
concreta sobre a forma que os senhores entendem que este Departamento
Departamento poderá
poderá contribuir. Por fim, considero
importante ressaltar que os empreendimentos em produç produção de combustí
combustíveis renová
renováveis são conduzidos no paí país pela
iniciativa privada, de acordo com seus pró
próprios interesses empresariais. Estamos providenciando os agendamentos
agendamentos com
muita antecedência, poré
porém, precisamos que nos envie nomes das pessoas que estarão participando
participando da nossa audiência
com o Ministro Lobão. Senador JoséJosé Sarney, Senadora Roseana Sarney - Líder do Governo. Depois, teremos uma outra
audiência em São Luis com o Governo e demais autoridades, bem como como Diretoria do BNB-
BNB- Federaç
Federação e Associaç
Associação dos
Municí
Munic ípios do Maranhão, Universidades Federal e Estadual etc. Helberth de Oliveira Bio Brasil Sustentá
Sustentá vel.

6/30
LOGO

 EUROPEAN BIOMASS INDUSTRY ASSOCIATION EUBIA European Biomass Industry Association “EUBIA, the European
Biomass Industry Association, was established in 1996 as an international
international non profit association in Brussels, Belgium. It
groups together market forces, technology providers, and knowledge
knowledge centres, all of them active in the field of biomass. I
am writing to you on behalf of the European Biomass Industry Association
Association and we would be interested in developing an
international partnership with the International Business CMO Biomass. Biomass. Kind Regards,Eibhilin Manning European
Biomass Industry Association Renewable Energy House Brussels BelgiumBelgium
 CEBIO PORTUGAL. A CEbio Portugal é membro da AEBIOM – European Biomass Association – organismo com sede em
Bruxelas e que congrega diversas organizaç
organizações congé
congéneres e empresas européeuropéias. Conta també
também jájá várias parcerias
bilaterais e queremos manter uma importante parceria com a sua empresa empresa no Brasil. Centro para a Valorizaç
Valorização de
Resí
Resíduos – CVR – no campus de Azuré Azurém da Universidade do Minho. Rita Marques Presidente CEbio PT.
 CARMEN GERMANY Sehr geehrte Damen und Herren, wieder bei C.A.R.M.E.N. erreichbar erreichbar und kann die gesendeten Mit
freundlichen Gruessen, Daniel Miller
 BFBINVESTMENTS AUSTRÁAUSTRÁLIA Dear Mr Celso Marcelo de Oliveira, BRAZIL is now live on BFB's website.
website. A special welcome
to you all in Brazil from all of us at BFB Investments in Australia:
Australia: I shall write more to you tomorrow as it's been a long
day today. Time for a break! Regards, Dennis Peacock. BFB Investments
Investments Pty Ltd. Australia.
 SUNNA BIO RESOURCES CANADÁ CANADÁ. Dear Sir Celso Oliveira. While the Canadian market for biomass is is a growing
opportunity there is as you can imagine, is a large wood and forestry
forestry products industry currently operating in Canada and
I wonder how we can import product from Brazil and still be cost competitive. Thank you. Frank Gazzola, COO Sunna Bio- Bio-
Resources Converting organics into renewable energy
 BUSINESS DEVELOP CHINA MARKET Dear Mr Celso Oliveira After view carefully on your business, i think it will be a big
opportunity in China market, and will benefit china and Brazil, to get win- win-win situation. If your company think it is
opportunity to develop china market, and need some good guy to do, do, then feel free let me know. I fully support their
projects and want to develop a series of business of biomass from
from Brazil to China. jordan zhou
 THERMAX UAE. Dear Mr. Celso Thank you very much for your mail. We are the Boiler Boiler manufacture with Manufacturing
base in India. Our regional office based in Dubai. Currently oil prices are going up substantially & looking for a major fuel
shift. Therefore request you to let you know the landed prices in in Dubai, so that we work out the feasibility. V.M.Raut
V.M.Raut
Thermax Ltd. Dubai UAE

7/30
Partner International Biomass LOGO
United States Elite International Business President Leo Ickowicz
16137 Biscayne Blvd. Aventura, Florida 33160
Globe Trade Import Export - President Claudia Gale
4809 N. 13th Street Philadelphia Pennsylvania
Canada Cree Industries President John O. Olsen
Box 951 Peguis Manitoba ROC 3JO
México Asiskyb Lda - President L. Miguel Santos
Vainillo MZ 128 Lt 22 Iztapalpa 09637
Germany ITC Trading
Affentorplatz 7, Frankfurt A. M., Hessen, Germany Zip: 60594
Italy V & P Trading
Via Piave 3 - 21047 - Saronno (VA) – Italy
Netherlands Broflame Houtpellets
Wij werken met verschillende erkende fabrikanten in Nederland, Belgi
België
ë, Duitsland, Zwitserland en Oostenrijk
Portugal Spain Expor Impor Global Maderas
Manuel da Foseca Lisboa /Torres Portugal
Switzerland Engo Tech GmbH Business President Felipe Messerli
Zürcherstrasse, 46 8400 Winterthur Switzerland
China Beijieg Import & Export Co
yuhuatai banqiao jiedao xiong fenglu 101
Korea South Jiangxi Jinyu Chemical
93 Yuejin Southern RD, Pingxiang City, Jiangxi
Malaysia Beijieg Import & Export Co Ltd.
yuhuatai banqiao jiedao xiong fenglu 101
Austrá
Austrália Bruce Manson and Associates
10 Kurrajong, Avenue Synergies Gold Coast
8/30
LOGO

SPE
SPE Exportacão
Exportacão Wood
Wood Chips
Chips

9/30
Constituicão da SPE Wood Chips LOGO

Constituicão de Sociedade de PropóPropósito Especí


Específico para o Desenvolvimento do Processo Industrial e de
Exportacão do Wood Chips e para se coligar a uma empresa de CogeCogeracão
racão de Energia. Sociedade de Propó
Propósito
Especí
Específico ou por suas expressões equivalentes em inglês Special Purpose
Purpose Entity (SPE) ou Special Purpose
Company (SPC), é uma entidade que tem sido amplamente utilizada no Brasil e no exterior exterior para realizar um
determinado propó
propósito especí
específico e bem definido como no presente projeto industrial de wood chips.

Ela terá
terá uma personalidade jurí
jurídica distinta dos só
sócios-
cios-controladores, os só
sócios minoritá
minoritários e o investidor. Cada
grupo possui diversos interesses no projeto, o que reflete suas ações sobre o mesmo. Diante desses interesses os
grupos se articulam para complementar e somar seus recursos para exploraç
exploração do projeto industrial de produç
produção
e exportaç
exportação de wood chips para o atendimento do mercado internacional – Turkia e China e para os projetos de
cogeracão de energia.

A SPE é o veí
veículo adequado para execuç
execução da unidade industrial de produç
produção e de exportaç
exportação de Wood chips e
de exploraç
exploraç ão de energia, bem como para captar recursos no mercado nacional ou internacional com a finalidade
de financiar o nosso projeto de negó
negócio e para viabilizar a operaç
operação de securitizaç
securitização de ativos financeiros ou não-
não-
financeiros e de monetizar recursos por contrato de venda futura de biomassa e de recursos advindos pelo
processo de exportaç
exportação (carta de cré
crédito).

Uma vez constituí


constituída, a SPE adquire personalidade jurí jurídica pró
própria e, portanto, estrutura destacada das
sociedades que a constituí
constituíram. É a configuraç
configuração legal mais comumente utilizada em uma sociedade comercial
constituí
constituída para abrigar um empreendimento industrial de Wood Chips e para para se associar a uma empresa de
cogeraç
cogeração de energia. A SPE Wood Chips tem um sentido mais amplo, pois pode revestir- revestir-se de qualquer outra
forma prevista em lei, ainda que não societásocietária, como um contrato de associaç
associação empresarial para o
desenvolvimento do projeto ("joint venture agreement"), um contrato
contrato de consó
cons órcio com os fornecedores ou um
contrato de parceria com a companhia de energia.

10/30
Project Finance da SPE LOGO

Estamos apresentando o Project Finance da Usina Industrial de Wood


Wood Chips para garantia principalmente dos
acionistas/investidores para o desenvolvimento do projeto industrial
industrial visando o atendimento do contrato de
exportaç
exportação de wood chips para a Turquia e a China. Sua estrutura financeira,
financeira, baseada na criaç
criação da Sociedade
de Propó
Propósito Especí
Específico para gestão do empreendimento industrial para dirimir os riscos
riscos e pela securitizaç
securitização de
receitas futuras advindas das vendas internacionais.
O Project Finance envolve a implementaç
implementação do processo industrial. O investidor pode acompanhar o fluxo fluxo de
caixa da usina, existindo uma garantia colateral do contrato internacional
internacional de compra de wood chips e a carta de
cré
crédito.
A estruturaç
estruturação da SPE Wood Chips exige uma sé série de instrumentos financeiros, comerciais e jurí jurídicos para
mitigaç
mitigação de riscos e um controle eficiente sobre os fluxos financeiros do projeto, o que inclui a criaç
criação de escrow
account para arcar com exigibilidades e fluxos operacionais.
Envolvimento direto da International CMO Business Biomassa e da Brasil Biomassa e Energia RenováRenovável e
empresas associadas desde o fornecimento de maté
matéria-
ria-prima até
até o processo industrial que apresentam sinergias
positivas com conhecimento do potencial de mercado, tecnologia, experiência na execuç
execução e montagem do
projeto e capacidade operacional.
Na estrutura financeira da SPE, as partes procuram, por uma opera operação integrada e conjunta para o
aprimoramento de todo o processo industrial e aduaneiro. A trading/investidor
trading/investidor deverá
deverá organizar a operaç
operação
financeira como a monetizaç
monetização da carta de cré
crédito ou contrato futuro de compra de wood chips por empresas da
Turquia e da China e de operaç
operação Cré
Crédito e Câmbio. A securitizaç
securitização envolve a transformaç
transformação do crécrédito em um
título, e os recebí
recebíveis são ingressos esperados no fluxo de caixa. Pode ocorrer ainda
ainda a certificaç
certificação dos produtos
pela Alex Stuart para a emissão de warrants. A grande vantagem dessa operaç operação está
está na conversão de um ativo
futuro em um ativo de liquidez imediata, antecipando os recebimentos
recebimentos do fluxo de caixa. Dessa operaç
operação pode
surgir o fluxo inicial dos projetos, ao mesmo tempo que o acionista
acionista investidor tem a garantia do recebimento do
fluxo de caixa futuro.

11/30
LOGO

Período de Período de Operação


Produção
SPE Wood Chips SP Brasil

Processo
Industrial
Extraç
Extração,
Picagem e
Transporte

Co-
Co- geraç
geração

Despacho Energia
Constituição Aduaneiro
Societária Processo Portuário
SPE Wood Fumigação, SGS e Exportação
Chips Laudo Produto China
Turquia
Embarque Wood Chips

45 dias 60 dias 70 dias

12/30
LOGO

Unidade
Unidade Industrial
Industrial Wood
Wood Chips
Chips SP
SP

13/30
LOGO

O crescimento demanda de combustí


combustíveis fó
fósseis no Mundo : Entre 1950 e 2005, o consumo do mundo de óleo cresceu
mais que 80% , trazendo exigência global a 85 milhões de bbl. de óleo por dia. Apesar desse crescimento incrí
incrível, o apetite
de óleo do mundo somente aumenta , como paí países de desenvolvimento como China e Índia finalmente movem em direç direção
a estilos de vida compará
comparável a esses de Europa e os EUA. A maioria das estimativas dobre o óleo mostram incrí incrível de
exigência a entre 120 milhões e 130 milhões de bbl. por dia por 2025 ou 2030. Esta exigência pode ser atendida se a
maioria de o estoque adicional vir do Oriente Mé Médio, com a AráArábia Saudita , sem levar em consideraç
consideração o pico da
demanda, no futuro as fontes tendem a escassear nos pró pró ximos anos. Consumo mundial de lí
lí quidos nos aumentos de
caso de referência IEO2007 a 118 milhões de barris por dia (239 quatrilhões de Btu) em 2030, como o mundial continua
a experimentar crescimento econômico forte. Os dois terç
terços de incremento em consumo mundial de lílíquidos no caso de
referência é projetado para uso no setor de transporte, onde há há poucas alternativas competitivas a petró
petróleo. O setor
industrial possui uns 27-
27-por cento parte do aumento projetado, principalmente para uso em industria quíquímicas e produto
petroquí
petroqu í mico.

Carvão de Ásia em Ásia: O consumo de carvão nas economias emergentes de Ásia projetado a mais que duplicou ,
aumentando de 2.118 milhões de toneladas em 2002 a 3.715 milhões de toneladas em 2015 e 4.435 milhões de
toneladas em 2025. O aumento projetado de 2.317 milhões de toneladas
toneladas de 2002 a 2025 representa 78 por cento do
aumento em consumo mundial de carvão sobre o perí
perí odo, apesar dos grandes aumentos em consumo de carvão projetado
para emergentes da Ásia. No consumo total de energia na região ainda é projetado inclinar levemente, de 47 por cento em
2002 a 44 por cento em 2025 exigência de Ásia de Carvão: 3,715 milhões de toneladas em 2015

Problemas de Poluiç
Poluição por carvão nos EUA. Carvão é altamente poluidor na geraç
geração de eletricidade. Com todas as
surpreendes inovaç
inovações tecnoló
tecnológicas sobre o último sé
século, uma coisa que não mudou muito é confianç
confiança de EUA em
combustí
combustíveis de fó
fóssil, Mais de 50% da eletricidade gerada nos EUA ainda vem de carvão
carvão mineral em pleno 21 sé
século. EUA
deverão erguer 280 usinas termelé
termelétricas a carvão até
até 2030. A China vem construindo o equivalente uma grande
termelé
termelétrica a carvão por semana. (U.S. Department of Energy, "Coal website." Accessed August 8, 2006.) A poluiç
poluição por
partí
partícula é um dos poluentes mais perigosos do ar aproximadamente 64 milhões milhões de americanos são afetados
diretamente , pondo a saú
saúde em risco.

14/30
SPE Wood Chips SP LOGO

ADMINISTRADOR SPE
INTERNATIONAL CMO BUSINESS BIOMASS
BRASIL BIOMASSA E ENERGIA RENOVÁ
RENOVÁVEL LTDA

PRODUTOR E FORNECEDOR
PELLET BRAZ LTDA

INTEGRANTES SPE PRESTADORES DE SERVICOS


TRADING – PARTNER IMPORTADORA EXPORTADORA LTDA
LOGÍ
LOGÍSTICA – PROBRAZ COMPANY LTDA
AGÊNCIA MARÍ
MARÍTIMA MC NEILL AGÊNCIA MARÍ
MARÍTIMA LTDA
ASSESSORIA – DRL ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA
TRANSPPORTE – CASS TRANSPORTE INTERNACIONAL LTDA

OPERADOR PORTUÁ
PORTUÁRIO

FUMIGACÃO E SGS

APOIO TÉ
TÉCNICO
ALEX STEWART BRASIL LTDA

15/30
Unidade Florestal São Paulo LOGO

16/30
LOGO

Grande parte das maté


matérias-
rias-primas que utilizamos para a biomassa vem de florestas certificadas.
certificadas. Sustentabilidade florestal
e o atendimento das prápr á ticas de gestão florestal para a viabilidade econômica, integridade
integridade ecoló
ecológica e justiç
justiça social.
Utilizamos 100% da capacidade produtiva florestal, quer para a produ produç
ção do wood chips ou na utilizaç
utilização dos resí
resíduos
florestais na forma de biomassa.

Os recursos renová
renováveis representam cerca de 20% do suprimento total de energia no mundo, sendo 14% proveniente de
biomassa e 6% de fonte híhídrica. No Brasil, a proporç
proporção da energia total consumida é cerca de 35% de origem hí hídrica e
25% de origem em biomassa, significando que os recursos renová renováveis suprem algo em torno de 2/3 dos requisitos
energé
energéticos do Paí
País. Em condiç
condições favorá
favoráveis a biomassa pode contribuir de maneira significante para com a produç
produção de
energia. Nosso projeto visa utilizar um terç
terço dos resí
resíduos disponí
disponíveis para ser uma fonte de maté
matéria-
ria-prima para a co-
co-
geracão de energia.

17/30
LOGO

Área Florestal de Eucalyptus


Inventá
Inventário Florestal com 1.600.000 árvores
Maté
Matéria Prima: Eucalyptus
Distância Portuá
Portuária: 100 km

Área Industrial para a Extraç


Extração e a Produç
Produção de Wood Chips

18/30
LOGO

Premium Wood Chips Paper Eucalyptus Brasil


The analyses had been doing at the Energy Laboratory. For the determination of the moisture content, the stoichiometric method was used.
The results are presented in the green base. The granulometry was determined by method developed in the Energy Laboratory. Ash in
wood was determinated by TAPPI T211 Standard and gross and net calorific
calorific value by DIN 51900 Standard. Moisture content, ash, gross
gross calorific
value and net calorific value in wood. Moisture content 30%

Premium Wood Chips Paper Pinus Brasil

19/30
Inspection and Certification Alex Stewart Brazil LOGO

Alext Stewart Brazil will make the inspection and certification of eucalyptus wood chips in the world our plant in Santa Catarina
Catarina giving a full
guarantee of our products. We are quality Alex Stewart driven and are approved by, or are members of, the following organisations:
organisations: BIR:
Bureau of International Recycling BMRA: Superintendent Members of of the British Metals Recycling Association COMEX: Commodity
Exchange in New York IFIA: International Federation of InspectionInspection Agencies IMOA: International Molybdenum Association IPMI:
International Precious Metals Institute ISRI: Institute of Scrap Recycling Industries, Inc ITIA: International Tungsten Industry Association
LBMA: Associate Member of London Bullion Market Association. Authorised
Authorised to undertake the proactive monitoring of gold and silver
refiners on the LBMA Good Delivery list. LME: London Metal Exchange Exchange MMTA: Minor Metals Traders Association NYMEX: New York
Mercantile Exchange TIC: Tantalum-
Tantalum-Niobium International Study Centre We have also been accredited by ISOQAR Ltd to the following
Quality Management System standards: ISO 9001:2000. Alex Stewart provide highly specialized Collateral Management Agreements and
Warrants services in Brazil . Alex Stewart Brazil Armazens Gerais
Gerais coordinates its CMA/Warrants operations from Imbituba, Santa Catarina
Catarina
Brazil. Core business services range from full auditing of wood chips produce and also working closely with producers to provide
monitoring, classification, weigh-
weigh-bridge control, warehouse storage and produce insurance.

Analytical Alex Stewart Brazil Service Wood Chips: Moisture Impurities Unsaponifiable matter Density
Inspection Service Alex Stewart Brazil: Quality control Quantity verification / ullage survey Supervision
Supervision of loading and/or discharge
Sampling Land tank inspection Ship tank inspection Supervision of transfer to transport Laboratory analysis Wood Chips Certification
Wood Chips Consultancy Alex Stewart for Brazil Biomass and International
International CMO.
Wood Chips Brazil monitoring - Full technical consultation and advice including storage and transportation
transportation logistics from warehouse to
ship side, GAFTA or FOSFA approved loading and discharge supervIsionsupervIsion and inspection for end buyers. Stock monitoring Wood Chips
quantity will be logged into a stock book, daily release quantity
quantity will be verified against the release note and the stock book. Reports and
updates will be sent by email to the relevant parties on the nextnext working day. Warehouse security Wood Chips Brazil–Brazil– padlocks installed
on every door of the warehouse that will be attended by minimum of 1 inspector 24 hours/day. Only authorized personnel shall enter enter the
warehouse.
Goods release – will be upon official written instruction from Alex Stewart and with written approval of receiver/creditor through an official
release order. We will also monitor release and ensure safe passage
passage of goods from CMA cargo to Non CMA Cargo bybulk delivery. At load
port Imbituba, SC–
SC– Upon the official signing of legal collateral management agreements
agreements between the creditor and depositor and any
appointment of Alex Stewart inspector to certify loading supervision
supervision and cargo quantity and quality, the cargo is under due care of creditor
and depositor. At discharge – Alex Stewart will carry out the inspection to determine the BillBill of Lading and the quantity at load port.
CMA pledge – upon completion of discharge operations, Alex Stewart would pledge pledge the CMA quantity based on actual weight figures and
would take full effect by the issue a non-
non-negotiable warehouse receipt endorsed by an authorized signatory in favour of the receiver.

20/30
Porto de São Sebastião LOGO

Oferece duas barras de entrada demarcadas pelos farófaróis, respectivamente, da Ponta das Canas, no norte, e da Ponta das das
Selas, no sudoeste da ilha de São Sebastião. A primeira, barra norte,
n orte, possui 550m de largura e profundidade de 18m; ea
segunda, barra sul, largura de 300m, com profundidade de 25m. Os canais de acesso correspondentes dispõem,
respectivamente, de largura e profundidade de 500m e 18m (norte) e 300m e 25m (sul), num total de 22,8km de
extensão. As instalaç
instalações de acostagem,
acostagem, em formato de pí píer, medem 362m distribuí
distribuídos em 4 berç
berços sendo o principal de
150m de comprimento e profundidade de 8,2m. Os outros 3 berç berços atendem pequenas embarcaç
embarcações. Para armazenagem
o porto conta com quatro armazé
armaz éns totalizando 7.131 m2 e dois pá
pá tios com 63.700 m2.

21/30
Inspection Certification Alex Stewart LOGO

Bills of Lading. The bill of lading acts as a receipt for the goods taken on board
board the vessel and provides information as to the
nature, quantity and description of those goods. It is evidence of a contract of carriage between the shipper and the carrier
wherein the carrier has agreed to transport the goods by sea from from one place to another. It gives title to the goods and means
that it can be given to the carrier in exchange for possession of of the goods. Bills of Lading are normally issued in duplicate or
triplicate. However, it has become customary for all originals to t be handed to the shipper in order to reduce the risk of one of
o
the originals falling into the wrong hands, as previously advised
advised an original B/L gives title to the goods. Once an original B/L
has been surrendered and the goods have been obtained, any remainingremaining B/Ls become void and useless.
Condition Survey. This survey will ensure that the vessel, barge that you intend to use fulfils its technical and maritime
requirements and is fit for purpose.

Draft Surveying/Barge Gauging. One of the most well established methods of calculating the weight
weight of cargo. We has many
years experience and a wide range of technical resources to draw upon to ensure that clients receive a precise, high quality
service. Similarly, our Barge Gauging Services determine the quantity
quantity of cargo loaded or discharged.
Hold Cleanliness Inspection. This inspection is performed to determine whether the holds are clean, dry and free of previously
shipped cargo. Each hold should be individually inspected, accepted
accepted or rejected by the attending surveyor. The holds should be
free of odour, without paint peeling or heavy rust that could flake
flake into the cargo designated for loading. All accessible areas of
the hold and hatch covers should be thoroughly examined, as previously
previously shipped commodity could remain in hard reach areas.
Hold Condition Survey. Thorough inspection of the cargo compartment and the hatch covers
covers to determine its suitability for the
carriage of the proposed cargo and that the specified requirements
requirements of the customer for cleanliness are met. Inspection of the
compartment for any damage in order to prevent harm to the cargo and to prevent claims against the customer for damage
that is not attributable to him.

Marine Cargo Surveying. Goods and financial interests in maritime transport are subject
subject to damages and losses for many
reasons. Our experts can protect your interests as they secure your
your rights to compensation for damages to goods, or if your
financial interests are threatened.

Stockpile Inspection. Accurate measurements of all kinds of stockpiles are undertaken utilizing advance technology and
traditional sampling techniques.

22/30
LOGO

Solucão
Solucão Energética
Energética ee
Crédito
Crédito de
de Carbono
Carbono

23/30
Modelo Estratégico LOGO

Problemá
Problemática Energé Energética Mundial. Consumo de energia dependente de combustí combustíveis fó fósseis (carvão, petró petróleo, gá gás natural). Reservas finitas de
combustí
combust í veis fó
fósseis e elevados preç
pre ç os. O aumento do consumo irá
irá continuar (Estados Unidos, China e a Í ndia). Graves conseqü
conseqüências ambientais e
econômicas com a utilizaç utilização dos combustí
combustíveis fó fósseis e a emissão de gases com efeito de estufa.
Protocolo de Quioto assinado em 1997. Objetivos de reduç redução de emissão de gases. Adoç Adoção de polí políticas comuns de reduç redução de emissões de CO2
Biomassa – Energia Renová Renovável. O conteú
conte ú do de carbono emitido durante a combustão da biomassa foi previamente
previa mente capturado da atmosfera num
curto perí
período temporal – balanç balanço zero=equilí
zero=equilíbrio.
Opç
Opções estraté
estratégicas da Brasil Biomassa e a International CMO: Soluç Soluções de fornecimento de combustí combustíveis de origem renová renovável, ao mercado
internacional ou ao mercado nacional na co- - geraç
co gera ç ão de energia.
energia . Conversão de passivos de emissões de carbono em ativos econômicos
econômicos com
valorizaç
valoriza ç ão das emissões evitadas. Processamento da biomassa florestal para venda a clientes internacionais.
intern acionais. Instalaç
Instala ç ão de culturas energé
energéticas
para produç
produ ç ão de biomassa para fins comerciais e na co- - geraç
co gera ç ão de energia. Minimizaç
Minimiza ç ão dos custos de eliminaç
elimina ç ão de resí
res íduos das exploraç
explorações
florestais e sua valorizaç
valorização como um produto. Valorizaç Valorização das propriedades e de produtos energé energéticos renová
renováveis.
Opç
Opções utilizadas pela Brasil Biomassa e a International CMO. CMO. Operaç
Operação na floresta na área produtiva e do aproveitamento total da madeira e dos
resí
resíduos florestais e na polí política de valoraç
valoração social e da responsabilidade ambiental. Experimentaç Experimentação, importaçimportação e adaptaçadaptação de Tecnologias.
Produç
Produção de Wood chips paper e da biomassa florestal. Diferentes tipos de biomassa para diferentes tipos de tecnologias. tecnologias. Um produto de alta
qualidade, certificado no Brasil e na Europa e utilizado como uma um a fonte industrial e um produto na forma de biomassa com o uso dos dos resí
resíduos
florestais para a queima e a geraç gera ç ão de energia. Inovaç
Inova ç ão e integraç
integra ç ão de tecnologias e operaç
opera ç ões para otimizar modelos de gestão de diferentes
tipos de resíresíduos florestais.
Culturas Energé
Energéticas da Brasil Biomassa e a International CMO: CMO:
Desde iní in ício que a Brasil Biomassa e a International CMO identificaram os futuros estrangulamentos na oferta comercial da biomassa com origem origem
em resí
res íduos florestais, num contexto de uma demanda e utilizaç
utiliza ç ão generalizada: Procura por empresas internacionais, cada vez maior de Wood
chips e de biomassa e que dificilmente poderá poder á ser satisfeita com resí
res íduos das operaç
opera ç ões florestais (tendência para a trituraç
tritura ç ão de madeira e para
preç
preços crescentes). LocalizaçLocalização pouco favorá favorável dos resíresíduos florestais.
Vantagens das Culturas Energé Energéticas: Culturas Energé Energéticas com menores custos globais de produç produção. Estabilizaç
Estabilização dos preç preços e da pressão sobre a
madeira e outros produtos florestais que atualmente retiram maté mat é ria prima a outros setores industriais.
industriais . Volumes crescentes da procura de
biomassa poderão ser satisfeitos com novas áreas de culturas em grande escala.
Objetivos para 2008/2009 da Brasil Biomassa e a International CMO: CMO:
Continuar o processo industrial com novas unidades produtiva no Rio de Janeiro, Nordeste, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná Paraná. Produzir e
exportar aos clientes internacionais 100.000 ton/mês de Wood chips chi ps paper pinus e eucalyptus e de 100.000 ton/mês de biomassa florestal
florestal com
os resí
res íduos para as usinas de co-
- geraç
co gera ç ão de energia. Captar novos mercados energé
energ é ticos. Iniciar a conversão de consumos fó
fó sseis de maior preç
preço
associados à produç produção de vapor industrial. Outras tecnologias de utilizaç utilização – gasificaç
gasificação e pirópirólise.

24/30
Crédito de Carbono LOGO

É um certificado emitido quando ocorre a reduç


redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE), tais como: diódióxido de carbono,
óxido nitoso, metano, enxofre, hidrofluorcarbonetos, perfluorcarbonetos,
perfluorcarbonetos, hexafloureto de enxofre; por convenç
convenção, uma tonelada
de dió
dióxido de carbono (CO ), corresponde a um crécrédito de carbono. Este cré
crédito pode ser negociado no mercado internacional,
assim foi criado um mercado para a reduç
redução de GEE dando um valor monetá
monetário à poluiç
poluição. E o cré
crédito sendo um incentivo a
diminuiç
diminuição desses gases.

Mercados do Protocolo de Quioto. Atendem a demanda dos agentes que têm compromissos de reduç redução sob o Protocolo (chamados
Paí
Países Anexo I). e não conseguem atendê -la internamente a custos compatí
compatíveis. Estes mercados operam sob regras estabelecidas
pela United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC)
(UNFCCC) - www.unfccc.int
Produtos:
ERUs (Emission Reduction Units) – os cré
créditos de carbono gerados por projetos realizados em Implementaç
Implementação Conjunta (JI – Joint
Implementation), por paí
países que têm compromissos sob o Protocolo (chamados Paí
Países Anexo I).
CERs (Certified Emission Reductions) – em português, RCEs (Reduç
(Reduções Certificadas de Emissão), os cré
créditos de carbono gerados por
projetos em paí
países que não têm compromissos sob o Protocolo, e enquadrados no Mecanismo
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (Clean
Development Mechanism - CDM).

Mercado de Emissões da União EuropéEuropéia - EU Emissions Trading Scheme (EU ETS). Estabelecido antes da entrada em vigor do
Protocolo de Quioto (1998), que foi retardada pela não ratificaç
ratificação imediata de paí
países responsá
responsáveis por 55% das emissões mundiais
(EUA ou Rú
Rú ssia tinham que ratificar, a Rú
Rú ssia ratificou em Novembro de 2004). Funciona com base nas regras
regras estabelecidas pela
União Europé
Européia e vale para o atendimento aos compromissos do Protocolo de Quioto.Quioto.
Produtos:
(European Union Allowances), gerados e comercializados apenas entre os paí países e empresas da Europa.

Mercados Voluntá
Voluntários:
São mercados e iniciativas regionais, estabelecidos em paí
países que teriam compromissos de reduç
redução sob o Protocolo de Quioto, mas
que não o ratificaram, especialmente os EUA e a Austrá
Austrália, cujas sociedades demandam uma atitude mais afirmativa de seus seus
governos na questão. Estes mercados funcionam com regras pró próprias, normalmente mais flexí
flexíveis que as do Protocolo, e operam com
preç
preços mais baixos. Como exemplos, podemos citar a CCX ( Chicago Climate Exchange),
Exchange), a RGGI (Regional
(Regional Greenhouse Gas Initiative)
Initiative) e
a NWSGGAS (New
(New South Wales Greenhouse Gas Abatement Scheme).
Scheme).
Produtos:
VERs (Verified Emission Reductions), reduç
reduções verificadas por empresa de auditoria especializada credenciada
credenciada no respectivo mercado.
Os cré
créditos gerados por projetos brasileiros també
também podem ser vendidos nestes mercados.

25/30
LOGO

Usina
Usina de
de Cogeracão
Cogeracão de
de Energia
Energia

26/30
Cogeracão Energia LOGO

Nosso processo industrial utiliza o tronco da madeira para a produ


produçção de wood chips. Os resí (cavacos, cascas de
resíduos florestais (cavacos,
madeira, galhos, raí
raízes, folhas e lenha residuais)não
residuais não utilizados no processo industrial serão utilizados (processo de biomassa
residual) por uma usina coligada para a cogeracão de energia.

Na cogeraç
cogeração de energia >>> impulso sustentado
• oportunidade para produzir e consumir a próprópria energia
• maior eficiência e custos industriais otimizados
• evitar investimentos em transmissão e distribuiç
distribuição
• melhorar ní
nível de qualidade e continuidade da energia
• reduzir impacto ambiental na geraç
geração de energia

A produç
produção de energia eléelétrica a partir da biomassa, atualmente, é muito defendida como uma alternativa importante para paí países em
desenvolvimento. Programas nacionais começ come ç aram a ser desenvolvidos visando o incremento da eficiência de sistemas
sistemas para a
combustão, gaseificaç
gaseificação e piró
pirólise da biomassa. Os sistemas de cogeraç
cogeração, que permitem produzir simultaneamente energia elé elétrica
e calor útil, configuram a tecnologia mais racional para a utilizaç
utilização de combustí
combustíveis. Este é o caso do processo industrial de wood
chips, que alé
além de ter um produto de exportaç
exportação para as empresas de celulose/mdf, os resí
resíduos florestais do processo se integram
de modo favorá
favorável ao processo de cogeraç
cogeração.

27/30
LOGO

Assim sendo, a biomassa florestal (resí


(resíduos), é o potencial mais promissor no momento para ser utilizado pela usina
usina de
cogeracão, por ser fonte alternativa e renová
renová vel de energia estando disponí
disponí vel na unidade florestal ou industrial. A
biomassa residual deve ser utilizada pela usina para co- co-geraç
geração de energia (elé
(elétrica e té
térmica) e contribui para a
diminuiç
diminuição da concentraç
concentração do CO2 na atmosfera, se baseada em um sistema de produç produção florestal sustentada, gerará
gerará
muitos empregos locais e regionais.

De modo geral, os resí


resíduos gerados da cadeia produtiva da nossa unidade industrial constituem
constituem--se de 7 % de folha e
casca, 10 % de serragem e 18 % de galhos, 12% de raí
raízes, isto sem considerar as perdas na extraç
extração da madeira. Desta
forma pode-
pode-se imaginar a quantidade de resí
resíduos que estão disponibilizados para este sistema, isso sem contar
contar as sobras
do processo de produç
produção, que são de um volume bastante considerá
considerável. Leve-
Leve-se em conta que a produç
produção no primeiro
mês será
será de 20.000 toneladas de Wood chips e a partir do terceiro mês de 40.000 toneladas.

A partir de levantamentos cobrindo cerca de 95% da produç


produção de madeira e estimando as porcentagens de perda de
madeira no campo (15%), nas serrarias (50%, no local de destino)
destino) e nas fá
fábricas de mó
móveis (20%, també
também no destino)
chegou-
chegou-se a 1.6 milhões de toneladas de resí
resíduos.

28/30
LOGO

Potencialidade
Potencialidade de
de Negócios
Negócios

29/30
Novos Negócios Internacionais LOGO

Empresas Internacionais – Proposta Comercial Compra Wood Chips


Toneladas por Mês – LOI-
LOI-BCL Brasil Biomassa

30/30