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UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO

CÂMPUS BOAVENTURA

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO

Apostila baseada nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para padronização de trabalhos acadêmicos dos alunos da UNIFENAS.

Belo Horizonte

2008

2

APRESENTAÇÃO

A Universidade José Rosário Vellano, Câmpus Boaventura BH2 está

apresentando a primeira versão de suas “Normas para Elaboração de Trabalhos de

Conclusão de Curso”. Nesta versão, foram feitas modificações que, na prática, já foram adotadas, num processo de aperfeiçoamento que visa melhorar a qualidade dos trabalhos acadêmicos apresentados a esta Instituição.

O objetivo deste trabalho é orientar estudantes de graduação e pós-

graduação da UNIFENAS, em relação às normas adotadas pela Instituição na confecção e elaboração dos trabalhos de conclusão de curso. Essas normas deverão ser observadas para apresentação dos trabalhos acima referidos. Considerando-se o âmbito restrito quanto à divulgação desses trabalhos o aluno, após sua aprovação, poderá providenciar material sobre o assunto, na forma de artigo de periódico. Estas normas estão baseadas nas recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) através de suas portarias NBR-6023 (referências bibliográficas, 2002), NBR-6028 (resumos, 2003) e NBR-6032 (abreviações de títulos de periódicos e publicação seriadas), NBR-10520 (citações bibliográficas, 2002), NBR-14724 (Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação, 2006), NBR-6024 (Numeração progressiva das seções de um documento – Procedimento, 2003) e NBR-6027 (Sumário-Procedimentos 2003). Com base nestas normas, tanto os alunos de graduação como os de pós- graduação, poderão redigir melhor seus trabalhos científicos. O Trabalho de Conclusão de Curso nos cursos de nível superior constitui-se em um momento de resgate nas habilidades e nos conhecimentos adquiridos ao longo da graduação na forma de pesquisa acadêmico-científica. É uma experiência fundamental na formação do profissional, uma vez que lhes proporcionam a oportunidade de resolver de forma rigorosa e criativa problemas teóricos e empíricos da realidade. O Trabalho de Conclusão de Curso envolve três etapas: a de formulação de um projeto, sua execução na forma de uma investigação prática e a apresentação de seus resultados de maneira a ser julgada pela própria comunidade científica.

3

Estas três etapas conjugadas e sujeitas ao crivo da lógica de procedimento da Ciência asseguram ao Trabalho de Conclusão de Curso um caráter diferente dos trabalhos normalmente desenvolvidos pelos estudantes em suas respectivas disciplinas. Para ter sua aprovação final, o trabalho terá que ser levado à apreciação de uma banca de avaliadores composta de três professores: o orientador e dois outros professores escolhidos de acordo com sua habilitação técnica em relação ao tema de investigação. A banca examinadora é um mecanismo que possibilita a avaliação da monografia, sob a ótica de diferentes perspectivas. Nesse sentido, a banca deverá avaliar a consistência lógica da investigação, a coerência entre problema de investigação, as hipóteses e o nível do trabalho. A apresentação oral com a discussão pública articula-se em torno de dois propósitos: à crítica racional e averiguação de sua capacidade técnica sobre o assunto pesquisado. Sujeito à crítica pelos avaliadores, o trabalho de conclusão de curso estará cumprindo estes dois propósitos e atendendo, integralmente, a seu papel de atividade científica. Do ponto de vista do aluno, a defesa diante de uma banca examinadora significa a possibilidade de testar sua competência discursiva, de exercitar sua capacidade argumentativa e de defender sua perspectiva frente a outras diferentes ou concorrentes.

4

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

10

2 ESTRUTURA

11

2.1

Pré-textuais

11

2.1.1 Capa

12

2.1.2 Folha de rosto

12

2.1.3 Ficha catalográfica

12

2.1.4 Folha de aprovação

12

2.1.5 Dedicatória

12

2.1.6 Agradecimentos

13

2.1.7 Epígrafe

13

2.1.8 Resumo

13

2.1.9 Resumo em inglês

13

2.1.10 Lista de ilustrações (figuras, quadros e gráficos)

14

2.1.11 Lista de tabelas

14

2.1.12 Lista de abreviaturas e siglas

14

2.1.13 Sumário

14

2.2

Elementos textuais

14

2.2.1Introdução

14

2.2.2 Desenvolvimento

15

2.2.3 Conclusão

15

2.3

Elementos Pós-textuais

15

2.3.1 Referências bibliográficas

15

2.3.2 Apêndice

15

2.3.3 Anexo

15

3 O PROJETO

17

4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

18

 

4.1 Papel

18

4.2 Digitação

18

4.3 Espacejamento

18

4.4 Margens e parágrafo

18

4.5 Numeração das páginas

19

5

4.7 Encadernação

19

 

4.8 Revisão

20

5

ELEMENTOS DO TEXTO

21

5.1 Introdução

21

5.2 Revisão de literatura (ou referencial teórico)

21

 

5.3 Citações

22

5.3.1 Definição

22

5.3.2 Regras gerais para citação

23

5.3.3 Tipos de citação

23

5.3.3.1 Citação direta, textual ou literal

23

5.3.3.2 Citação direta curta

23

5.3.3.3 Citação longa

24

5.3.3.4 Citação indireta

24

5.3.3.5 Citação da citação

24

5.3.4

Maiúsculos e minúsculos nas citações

25

5.4 Hipóteses

25

5.5 Materiais e métodos

25

5.6 Resultados e discussão

26

5.7 Recursos e orçamentos (Cronograma financeiro)

26

5.8 Cronograma

27

5.9 Conclusões

27

6

ELEMENTOS PÓS-TEXTOS

28

6.1 Referências bibliográficas

28

 

6.2 Apêndice

28

6.3 Anexo

28

7

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

30

7.1 Notas de rodapé

30

7.2 Siglas abreviaturas e símbolos

30

7.3 Equações e fórmulas

30

7.4 Figuras

30

 

7.5 Tabelas

31

8

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (NBR6023)

32

8. 1Introdução

32

6

8.3

Regras gerais de apresentação

32

8.3.1 Pontuação

33

8.3.2 Aspectos tipográficos

34

8.4

Apresentação e descrição dos elementos

35

8.4.1

Autor

35

8.4.1.1 Autor pessoal

35

8.4.1.2 Responsabilidade por obras coletivas

36

8.4.1.3 Autor entidade (Corporativo jurídico)

37

8.4.1.4 Autor desconhecido (Anônimo)

38

8.4.2

Título

38

8.4.2.1 Título principal de livros, teses, folhetos e similares

38

8.4.2.2 Título de periódicos

39

8.4.2.3 Periódicos com título genérico

39

8.4.3 Edição

39

8.4.4 Local

39

8.4.5 Editora

40

 

8.4.6 Data

40

8.4.7 Descrição física

41

8.4.7.1 Número de página e volumes

41

8.4.7.2 Ilustração e dimensão

42

8.4.7.3 Notas

42

9 EXEMPLOS DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

43

9.1

Referências de documentos considerados no todo

43

9.1.1

Livro

43

9.1.1.1 Autor pessoal

43

9.1.1.2 Autor entidade

43

9.1.1.3 Sem autor (anônimo)

44

9.1.2 Folheto

44

 

9.1.3 Tese

44

9.1.4 Apostila

44

9.1.5 Bula de remédio

44

9.1.6 Documentos cartográficos

44

 

9.1.6.1

Atlas

45

7

9.1.7 Enciclopédias

45

9.1.8 Congressos, conferências, encontros e outros eventos

45

9.1.9 Patentes

45

9.1.10

Documento jurídico

46

9.1.10.1 Legislação (lei, decreto, resolução, portaria, comunicação, aviso, circular,

decisão Administração. etc.)

46

9.1.10.2

Jurisprudência (súmula, enunciado, acórdão, sentença, demandas judiciais

etc.)

46

9.1.10.3

Doutrina

46

9.1.11

Imagem em movimento (fitas vídeo cassete, filmes)

47

9.1.11.1

Programa de televisão e rádio

47

9.1.12 Documento sonoro (entrevista gravada, Cd, cassetes, vinil)

47

9.1.13 Periódicos e seriados considerados no todo

47

9.1.13.1 Em curso de publicação

48

9.1.13.2 Publicação encerrada

48

9.1.14

Documentos considerados em parte

48

9.1.14.1

Parte do livro

48

9.1.14.1.1 Parte com autoria específica (parte de coletânea)

48

9.1.14.1.2 Parte sem autoria específica

48

9.1.14.2 Trabalhos apresentados em eventos

49

9.1.14.3 Separata

49

9.1.14.3.1 Separata de publicação em congresso

49

9.1.14.3.2 Separata de periódico

49

9.1.14.4 Artigo de periódico

50

9.1.14.5 Entrevista publicada

50

9.1.14.6 Entrevista individual e coletiva

50

9.1.14.7 Artigo de jornal

50

9.1.14.8 Artigo de Jornal sem autor definido

51

9.1.14.9 Palestras ou conferências

51

9.2 Documentos eletrônicos

51

9.2.1

Documento em CD-ROM e disquete

50

9.2.1.1 CD-ROM no todo

51

9.2.1.2 Congresso no todo (CD-ROM)

52

8

9.2.2 Documentos disponíveis online

52

9.2.2.1 Livro no todo

52

9.2.2.2 Parte do livro

52

9.2.2.3 Tese

52

9.2.2.4 Congresso, seminário e outros eventos online

53

9.2.2.4.1 Congresso, seminário etc. no todo

53

9.2.2.4.2 Parte de congresso, seminário

53

9.2.2.5

Documento jurídico online

53

9.2.2.5.1 Súmula em periódico eletrônico

53

9.2.2.5.2 Resolução

53

9.2.2.5.3 Medida provisória

54

9.2.2.5.4 Parte de periódico disponível online

54

9.2.2.6

E-mail

54

10

COMO ELABORAR RESUMOS

55

10.1

Tipos de resumo

55

10.1.1 Indicativo ou descritivo

55

10.1.2 Informativo ou analítico

55

10.1.3 Crítico ou resenha

56

10.2 Regras gerais de apresentação

56

10.3 Extensão dos resumos

56

11

COMO ELABORAR ARTIGOS CIENTÍFICOS

58

11.1 O Artigo

58

 

11.2 Estrutura

58

11.2.1 Elementos pré-textuais

58

11.2.2 Elementos textuais

58

11.2.3 Elementos pós-textuais

58

11.3

Regras gerais de apresentação

59

11.3.1

Elementos pré-textuais

59

11.3.1.1 Título e subtítulo

59

11.3.1.2 Autores

59

11.3.1.3 Resumo na língua do texto

60

11.3.1.4 Palavras-chave na língua do texto

60

11.3.2

Elementos textuais

60

9

11.3.2.2 Desenvolvimento

60

11.3.2.3 Conclusão

61

11.3.3

Elementos pós-textuais

61

11.3.3.1 Título e subtítulo em língua estrangeira

61

11.3.3.2 Resumo em língua estrangeira

61

11.3.3.3 Palavras-chave em língua estrangeira

61

11.3.3.4 Notas explicativas

61

11.3.4 Referências

62

11.3.5 Apêndices

62

 

11.3.6 Anexos

62

11.3.7 Indicativo de seção

63

11.3.8 Numeração progressiva

63

11.3.9 Citações

63

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

64

ANEXOS

65

10

1 INTRODUÇÃO

Os trabalhos de conclusão de curso são documentos que representam o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, deve ser obrigatoriamente coordenado de um orientador. Devem ser escritos com um tratamento objetivo e impessoal, utilizando-se, de preferência, a terceira pessoa do singular, evitando-se referência pessoal e mantendo a uniformidade de tratamento em todo trabalho. Evitar, por exemplo, as expressões como “o meu trabalho”, “eu fiz”, “o nosso trabalho”, etc. Estes trabalhos devem ser elaborados de acordo com as normas estabelecidas neste manual e conforme os fins quer se destinam. Serão aceitos dependendo do Departamento ou Faculdade os seguintes tipos: Trabalhos teóricos, Trabalhos experimentais e Observações ou descrições originais. Fica claro que esta escolha vai depender do Departamento ou Faculdade. Monografia é a descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer, dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da ciência, da arte, da história etc. Trata-se, portando, de um estudo sobre um tema específico ou particular, com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. Investiga determinado assunto, não só na profundidade, mas também em todos os seus ângulos e aspectos, dependendo dos fins a que se destina. Constitui-se em requisito parcial para a obtenção do grau de Graduação e Especialização. De acordo com a ABNT (2001), a Dissertação é um documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato.

11

2 ESTRUTURA

A estrutura de um trabalho acadêmico e de uma dissertação compreende:

elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais. Com finalidade de orientar os usuários, disposição dos elementos é:

Pré-textuais

· Capa (obrigatório)

· Folha de rosto (obrigatório)

· Ficha catalográfica (obrigatório)

· Folha de aprovação (obrigatório)

· Dedicatória (opcional)

· Agradecimentos (opcional )

· Epígrafe ( opcional )

· Resumo (obrigatório)

· Resumo em língua estrangeira (obrigatório)

· Lista de ilustrações (opcional)

· Lista de tabelas (opcional)

· Lista de abreviaturas e siglas (opcional)

· Lista de símbolos (opcional )

· Sumário (obrigatório) Textuais

· Introdução

· Desenvolvimento

· Conclusão

Pós-textuais

· Referências Bibliográficas (obrigatório)

· Apêndice (opcional)

· Anexo (opcional)

· Glossário (opcional)

2.1 Pré-textuais

12

Os elementos pré-textuais antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho.

2.1.1 Capa

Elemento obrigatório, para proteção externa do trabalho e sobre o qual se imprimem as informações indispensáveis á identificação do documento, na seguinte ordem: nome do autor, titulo, subtítulo (se houver), local da instituição onde deve ser apresentado, ano da entrega (ANEXO A).

2.1.2 Folha de rosto

Elemento obrigatório, idêntica à capa, porém deve incluir o título pleiteado (ANEXO B).

2.1.3 Ficha Catalográfica

Elemento obrigatório, conforme o código de catalogação anglo-americano – CCAA2, deve ser elaborada pelas Bibliotecárias e localizada na parte inferior do verso da folha de rosto. Dimensões: 12,5 cm de largura por 7,5 cm de altura dentro de um retângulo (ANEXO C).

2.1.4 Folha de aprovação

Elemento obrigatório, que contém esta pagina: autor, título, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora, local, e data de aprovação.

2.1.5 Dedicatória

Elemento opcional, onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho, não se usa a terminologia Dedicatória.

13

2.1.6 Agradecimentos

Elemento opcional, dirigido àqueles que contribuíram de maneira relevante para a elaboração do trabalho.

2.1.7 Epígrafe

Elemento opcional, onde o autor apresenta uma citação seguida de indicação de autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho, não se usa a terminologia Epígrafe.

2.1.8 Resumo

Elemento obrigatório que consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. O resumo deve dar uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho; constitui-se em seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras–chave e ou descritores, conforme a NBR 6028. Deve-se evitar o uso de parágrafos no meio do resumo, de citações bibliográficas, símbolos, frases negativas, de fórmulas, equações, etc. (exceto quando absolutamente necessário). Deve ser redigido na terceira pessoa do singular, com o verbo na voz ativa. Deve-se utilizar palavras-chave para melhor identificação do tema proposto.

2.1.9 Resumo em Inglês (Abstract)

Elemento obrigatório.

2.1.10 Lista de ilustrações (figuras, de quadros, gráficos)

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem no texto, com cada item acompanhado do respectivo número de página, é um sumário para as figuras.

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2.1.11 Lista de tabelas

São gráficos, estampas, lâminas, mapas, fotografias, etc. A lista de figuras é opcional, deve ser apresentada em seqüência numérica com o título completo de cada figura e a página correspondente. Esta página do trabalho deve receber o título de LISTA DE FIGURAS, em letras maiúsculas, centralizado e sem pontuação. A lista de tabelas deverá ser feita separada da lista de ilustrações, deverá conter o nome das tabelas precedidas da numeração em algarismos arábicos.

2.1.12 Lista de abreviaturas e siglas

Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguida das palavras e expressões correspondentes grafadas no texto, por extenso.

2.1.13 Sumário

Elemento obrigatório, que consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede, acompanhado do respectivo número da página.

2.2 Elementos textuais

2.2.1 Introdução

Parte inicial do texto, que deve conter a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.

2.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.

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2.2.3 Conclusão

Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

2.3 Elementos Pós-textuais

Estes elementos complementam o trabalho.

2.3.1 Referências Bibliográficas

Elemento obrigatório, que consiste em um conjunto padronizado de elementos descritos e retirados de um documento, que permite sua identificação individual, conforme NBR 6023 (2002).

2.3.2 Apêndice

Elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade do trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

2.3.3 Anexo

Elemento opcional que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação ou ilustração. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Quando estiver no corpo do texto deverá vir livre de parênteses.

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3 O PROJETO

Iniciando as atividades do programa de estudos, de comum acordo com o orientador, o aluno regularmente matriculado no curso, escolhe o tema para a monografia no caso de curso de graduação e especialização e, a dissertação no caso de mestrado. Deverá, então, ser elaborado o plano de pesquisa que será submetido à apreciação do orientador. A estrutura do projeto de pesquisa deverá obedecer aos padrões estabelecidos neste manual que por sua vez encontra-se completamente embasado na ABNT, (NBR15287 de 2006).

O projeto deve conter as seguintes partes:

· Capa (obrigatório)

· Folha de rosto (obrigatório)

· Lista de ilustrações (opcional)

· Lista de tabelas (opcional)

· Lista de abreviaturas e siglas (opcional)

· Lista de símbolos (opcional)

· Sumário (obrigatório)

· Introdução (com a exposição do tema, o problema a ser abordado, hipóteses, quando couber, bem como os objetivos e justificativas).

· Revisão de literatura ou referencial teórico

· Metodologia a ser utilizada

· Recursos e orçamento / Cronograma financeiro

· Cronograma de atividades

· Referências Bibliográficas

A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA, COM FINS DE APRESENTAÇÃO OFICIAL AO CURSO DEVERÁ OBEDECER ÀS PRESENTES NORMAS. (NBR 15287 de 2006).

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4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

4.1 Papel

Os textos devem ser apresentados em papel branco de formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), digitados no anverso da folha, exceto a folha de rosto.

4.2 Digitação

Recomenda-se para digitação a utilização de fonte 12 para texto e tamanho 10, para notas de rodapé, citações diretas com mais de três linhas, cabeçalhos de tabelas e ilustrações.

4.3 Espaço

Todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. Em tabelas longas, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos com mais de uma linha, nas referências bibliográficas deverá ser utilizado espaço simples (um).

4.4 Margens e Parágrafos

As margens terão as seguintes dimensões:

· Superior: 3,0 cm

· Inferior: 2,0 cm

· Esquerda: 3,0 cm

· Direita: 2,0 cm

Todo parágrafo deverá ser iniciado no 11º espaço (1,25 cm), a partir da margem esquerda. O título de toda divisão principal é escrito em letras maiúsculas, alinhado à esquerda separado por sua indicação de seção por um espaço. A última palavra da página não deve ser dividida, a palavra deve ir para a página seguinte.

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4.5 Numeração das Páginas

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. Todas as páginas onde haja figuras, desenhos ou datilografia, devem receber um número. As páginas do texto, das referências bibliográficas, anexos e apêndice são numeradas consecutivamente com algarismos arábicos, começando com um na primeira página de texto, omitindo-se a impressão do número na página inicial dos capítulos (páginas capitulares).

A colocação horizontal ou vertical de tabelas, gráficos ou figuras não altera a

posição de números.

4.6 Subdivisão De Texto (numeração progressiva)

A organização do texto fica a cargo do comum acordo entre o estudante

(orientado) e o professor orientador, exigindo-se, portanto, a adoção de um esquema de organização, que deve ser seguido coerentemente em todo o trabalho. Todas as divisões e subdivisões devem ser iniciadas com um título, sucinto e descritivo e numerados progressivamente, sem ponto ou travessões, apenas um espaço Conforme a NBR 6024, o mesmo espaço utilizado para separar cabeçalho (título) deve ser obedecido entre o término de um item e o começo de outro item, ou seja, dois espaços de 1,5 (dois ‘enter’). Começando a escrita do texto já no segundo espaço.

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A capa será padronizada em papel couchê, nas cores conforme os Cursos:

· Administração de Empresas: Creme com letras douradas

· Biomedicina: verde com letras douradas;

· Direito: vermelho com letras douradas;

· Enfermagem: preta com letras douradas;

· Farmácia: Marrom com letras douradas;

· Nutrição: Verde com letras douradas.

A encadernação das cópias exigidas do estudante deve ser de sua responsabilidade. O estudante deverá entregar 5 exemplares, dependendo da composição da banca, que terão o seguinte destino:

Um exemplar para o professor orientador, um para cada professor da banca examinadora e suplentes, os demais exemplares serão encaminhados à Biblioteca

da Unifenas.

4.8 Revisão

Os trabalhos deverão obrigatoriamente passar por uma revisão de português e

de inglês, realizada por profissionais habilitados.

A revisão das referências bibliográfica, citações no texto e estrutura normativa

ficarão a cargo das bibliotecárias.

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5 ELEMENTOS DO TEXTO

A redação de todo o texto deverá seguir os princípios de redação científica. A

linguagem científica deve ser clara, exata e concisa, sendo exigido o uso da terceira pessoa do singular. O conteúdo textual é a essência da monografia, dissertação ou tese. A organização interna desse material em capítulos, seções e subseções fica a

critério do autor e de sua comissão orientadora. Uma sugestão de tópicos para o conteúdo é introdução, referencial teórico ou revisão de literatura, materiais e método, resultados e discussão, conclusões e referências bibliográficas.

5.1 Introdução

O título desse capítulo é introdução, numerada com algarismo arábico no

caso 1 INTRODUÇÃO sem pontuação, em letras maiúsculas e alinhado à esquerda. Na Introdução apresenta-se e justifica-se o problema, situando-o do geral para o específico. Esse item tem por objetivo fornecer ao leitor os antecedentes que justifiquem o trabalho, bem como focalizar o assunto a ser tratado. A Introdução pode incluir informações sobre a natureza e importância do problema, relação com outros estudos sobre o mesmo assunto, razão para a realização do trabalho, suas limitações e seus objetivos. O(s) objetivo(s) devem estar situados no último parágrafo da Introdução, sendo apresentados, normalmente, com a utilização de verbos, pois estes expressam ação. Os verbos devem estar no infinitivo (por ex. comparar, enumerar, medir, conhecer, estudar, etc.) Deve ser evitada a apresentação de quadros, tabelas e informações que mencionem o óbvio.

5.2 Revisão de Literatura (ou Referencial Teórico)

A importância deste item no trabalho está relacionada com a necessidade

que o leitor tem de saber o que existe na literatura correlatada, informações e sugestões sobre o problema em estudo, ou seja, são fatos existentes no estoque de conhecimentos e que se adequam ao problema. É formulado com a utilização da

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literatura revisada e possibilita identificar as possíveis relações entre o problema e o conhecimento existente. É preferível sempre que possível, consultar e citar o original, o que não impede que sejam citados trabalhos didáticos, quando ofereçam contribuições originais. Para se elaborar um referencial teórico consistente, é necessário amplo conhecimento dos fatores pertinentes, visão clara do problema e articulação lógica entre os diversos tipos de conhecimento utilizados. Revisão de Literatura não é cópia de livro e sim a elaboração de um texto, ao qual o pesquisador tenha o embasamento teórico sobre o assunto, para poder realizar a pesquisa. O autor pode se localizar em qualquer parte do parágrafo como, por exemplo: início, meio e fim. Evitar mencionar a citação do autor somente no inicio ou no final da frase. O autor deve fluir naturalmente na frase.

5.3 Citações

No texto, as citações devem ser feitas de modo uniforme seguindo orientações desta norma que foi elaborada e baseada nas normas da ABNT. (NBR

10520).

5.3.1 Definição

Citações são as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto, extraídas de uma outra fonte, ou seja, quando se quer transcrever o que um autor transcreveu. São utilizadas para sustentar e dar embasamento teórico ao trabalho apresentado. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obra ou se utilizam informações já publicadas, com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que estão sendo expostas. Assim, as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argumentos, como para expor posições contrárias àquelas que estão sendo defendidas. Os documentos consultados, porém não citados, deverão constar de notas de rodapé, não fazendo parte da lista de referências. As citações podem ser diretas, indiretas ou citação de citação.

22

5.3.2 Regras Gerais para Citação

As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto

ou em nota de rodapé (sistema numérico). Recomenda-se no caso destas normas para padronização dos trabalhos de graduação, especialização e dissertação da UNIFENAS, o uso no corpo do texto (sistema autor-data), deixando para o rodapé outras informações, tais como esclarecimentos pontuais do texto, como a tradução de palavras estrangeiras, significado de expressões típicas, etc.

O sistema adotado deve ser seguido em todo o trabalho, fazendo-se a

correlação com a lista de referências (sistema autor-data). Para identificação da fonte da citação apresenta-se o nome do autor, seguido pela data de publicação da obra e o número da página.

5.3.3 Tipos de Citação

5.3.3.1 Citação direta, textual ou literal

É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.

5.3.3.2 Citação direta curta

Quando se trata de citações curtas (até três linhas), inseri-las no texto

Ex. “O parênquima do xilema secundário está representado pelos parênquimas axial e radial”.(ESAU, 1976, p.10). Ou Ex. Esaú (1976, p.10) relata que o parênquima do xilema secundário está representado pelos parênquimas axial e radial.

Obs.1: de acordo com a NBR 10520 (2002), a indicação da página é obrigatória para citação direta.

23

Obs.2: no primeiro exemplo, a entrada – no caso, o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas; no segundo exemplo, o nome do autor faz parte da frase, sendo grafado com maiúscula e minúsculas.

5.3.3.3 Citação direta longa

As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente, com recuo de 4cm da margem esquerda, fonte 10 e espaçamento simples sem emprego de aspas, como no exemplo que segue:

Marconi; Lakatos (2001, p.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. Dentre elas, destaca-se a identificação do tema a ser estudado, que é reconhecido como o assunto que se deseja provar ou desenvolver. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada

pelo coordenador, da sua curiosidade científica, de desafios encontrados na

(MARCONI; LAKATOS,

leitura de outros trabalhos ou na própria teoria. Ou 2001, p.102). No final do texto citado.

5.3.3.4 Citação indireta

Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias, portanto), utilizando-se de palavras próprias. É geralmente empregada quando se pretende apresentar, de modo reduzido ou abreviado, as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. Como se trata de idéias alheias, a referência à fonte é obrigatória, pois, caso ela não seja feita, tem-se um caso de plágio. Na citação indireta, a indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional, conforme as normas (NBR 10520, 2002), seguir um padrão em todo o texto.

5.3.3.5 Citação da citação

Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. A indicação da fonte de uma citação de citação pode ser apresentada na forma textual ou após a descrição da idéia. Esta idéia, por sua vez, pode ser expressa como citação direta ou indireta. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro autor/obra que se está consultando, usa-se “citado por”. Nas referências, apenas o

24

autor da obra consultada deve ser mencionado. A citação de citação, também chamada de segunda mão, deve ser evitada ao máximo, pois preferencialmente deve-se consultar a própria obra ou documento. No entanto, muitas vezes determinados textos não são acessíveis, ou por se tratar de obra rara ou, então, somente por estar disponível em língua que se desconhece. Nesses casos, é admissível usar-se a citação da citação. Muitas vezes torna-se necessário fazer alterações na citação, seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo, seja para destacar algum de seus termos ou expressões, ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. Em qualquer desses casos, no entanto, é obrigatório indicar a alteração feita.

5.3.4 Maiúsculas e minúsculas nas citações

Segundo a NBR 10520 (2002), quando a citação do autor estiver fora de parênteses, usam se maiúsculas e minúsculas, redigindo o nome todo em maiúsculas só quando estiver dentro dos parênteses.

5.4 Hipóteses

Só devem aparecer nos projetos de teses, dissertação e monografia. As hipóteses devem suceder a revisão de literatura, podendo ser colocadas dentro da introdução ou atribuir a elas um tópico especial. As hipóteses são respostas que antecipam o problema, e podem ou não ser comprovadas. O resultado sendo positivo ou não, é sempre útil à ciência, porque sempre acrescenta novos conhecimentos.

5.5 Materiais e Métodos (metodologia)

Este tópico é o instrumento do trabalho, onde são descritos o universo, amostra, técnicas, locais, recursos técnicos e instrumentos necessários para se

25

tratar às hipóteses. Deve conter descrição suficiente para possibilitar a outro pesquisador repetir a investigação. Os materiais utilizados devem ser caracterizados, bem como a metodologia empregada na pesquisa, seu desenvolvimento (condução) e análise descritos com clareza e precisão. Informações como local, época, população, condições ambientais, roteiros de análise, instrumentos para delineamento estatístico, devem constar deste tópico. Nesse tópico, os processos técnicos já publicados por outros autores são referidos no texto por citação. É conveniente descrever também as técnicas estatísticas que serão utilizadas.

5.6 Resultados e Discussão

Neste capítulo, os resultados da pesquisa devem ser apresentados de forma objetiva, exata, clara e lógica, podendo ser utilizados tabelas, quadros, figuras que facilitem a compreensão do texto. Nos resultados devem ser incluídos tanto os resultados positivos, quanto os negativos que tenham algum significado, sendo que

a

critério do autor, os resultados podem ser separados da discussão. Na discussão,

o

autor deve procurar elaborar, quando possível, uma teoria para explicar certas

observações ou resultados obtidos e discutir com a teoria existente no estoque de conhecimento. Indicar as aplicações teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como as suas limitações. Deduzir as generalizações e princípios básicos que tenham comprovação nas observações experimentais. Esclarecer as exceções,

modificações, contradições das hipóteses, teorias e princípios diretamente relacionados com o trabalho realizado. Neste item, o autor pode sugerir, quando for

o caso, novas pesquisas, tendo em vista a experiência adquirida no

desenvolvimento do trabalho e visando sua complementação. Deve fornecer

elementos para a conclusão.

5.7

Recursos e orçamentos / cronograma financeiro

O orçamento distribui os gastos por vários itens, que devem necessariamente

ser

separados em pessoal e materiais (elementos de consumo e permanente). Caso

26

o trabalho parta de uma pesquisa este item é grande importância para o controle do pesquisador.

5.8 Cronograma

A elaboração do cronograma do projeto de pesquisa é importante, pois ele tem a função de orientar o pesquisador quanto ao tempo previsto para a realização das suas etapas, bem como pode ser usado como instrumento de avaliação do trabalho quando se tem a relação entre o tempo previsto e o realizado. Constitui-se numa descrição do desenvolvimento da cronologia da pesquisa indicando de forma clara e precisa o período para cada uma de suas etapas.

5.9 Conclusões

As conclusões devem ser elaboradas e fundamentadas nos resultados e discussão. Após discutir e interpretar os resultados, o autor deve apresentar de forma lógica, clara e concisa as conclusões do trabalho. Devem ser baseadas somente nos fatos comprovados e pesquisados pelo autor, contendo deduções lógicas e correspondentes, em um número igual ou superior dos objetivos propostos.

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6 ELEMENTOS PÓS-TEXTO

Este item da monografia refere-se às referências bibliográficas, anexos e apêndices.

6.1 Referências Bibliográficas

Toda a citação mencionada no texto do trabalho deve ser relacionada neste item. Deve ser ordenada alfabeticamente obedecendo ao sistema de chamada alfabética, sem numeração, sob o título Referências Bibliográficas. Outras publicações consultadas, mas não utilizadas no texto, podem ser mencionadas junto às referências bibliográficas. (mais adiante trataremos mais detalhadamente sobre as referências).

6.2 Apêndice

Elemento opcional. São apresentados após as referências bibliográficas, com título anexo centralizado. Os apêndices são suportes elucidativos úteis à compreensão do texto, pode ser um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

Ex.: APÊNDICE A – Manual de normalização da Unifenas BH

6.3 Anexo

Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. São apresentados após os apêndices.

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7 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

7.1 Notas de rodapé

São notas colocadas ao pé da página, escritas em espaço simples entrelinhas, em fonte menor (recomenda-se 10), são alinhadas pela primeira palavra

e sem espaço entre elas. São separadas do corpo do texto por um traço horizontal contínuo de 3 cm aproximadamente, iniciando na margem esquerda.

7.2 Siglas, abreviaturas e símbolos

Quando aparecem pela primeira vez no texto, deve-se colocar seu nome por extenso, acrescentando-se a abreviatura ou a sigla entre parênteses.

7.3 Equações e fórmulas

Quando necessário devem aparecer bem destacadas no texto para facilitar a leitura. Quando forem fragmentados em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação ou divisão. Quando houver várias equações ou fórmulas, estas devem ser numeradas, na margem direita da linha.

7.4 Figuras

Qualquer informação apresentada desenhada, tanto por processo manual,

como por eletrônico, mecânico, gráfico, fotografia, etc. tem por finalidade facilitar a compreensão e dispensar explicações no texto. As ilustrações tais como: desenho, diagramas, fluxogramas, fotografias, organogramas, etc., devem ser numeradas consecutivamente em algarismos arábicos, geralmente sem distinção entre seus diferentes tipos. As legendas das figuras devem ser breves e claras, dispensando consultas ao texto

e devem estar localizadas logo abaixo das figuras, precedido pelas expressões:

GRÁFICO 1, FIGURA 1, seguido na próxima linha pela fonte consultada e em

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tamanho 10. No texto deve-se indicar o número da figura que será colocada tão próxima que o possível da parte do texto onde é citado pela primeira vez.

7.5 Tabelas

Disposição ordenada e inteligível de informações numéricas. Os resultados e os dados utilizados no trabalho científico, sempre que possível devem ser apresentados em tabelas, sendo os fatos importantes resumidos e discutidos no

texto. As tabelas devem ser auto-explicativas, incluindo título claro e descritivo; devem ser descritas todas as unidades empregadas, data e fonte dos dados, se for

o caso. Devem ser simples, sendo preferível distribuir as informações em diversas

tabelas do que concentrá-las em uma só, muito extensa. As tabelas são diferentes dos quadros porque apresentam informações tratadas estatisticamente enquanto

que os quadros contêm informações textuais agrupadas em colunas.

O

título das tabelas devem figurar na parte superior, precedido pela palavra TABELA

e

do número de ordem. A numeração será consecutiva, em algarismos arábicos. O

Titulo deverá figurar acima do primeiro traço que a compõe e abaixo da expressão :

TABELA 1. A fonte consultada figurará em sua parte inferior. Os números em cada série devem aparecer em ordem consecutiva. Quando a tabela exigir esclarecimentos, pode-se fazer uso de notas de rodapé. Se a tabela não couber em uma página, pode ser interrompida, sem delimitação na parte inferior e continuada

na página seguinte, com repetição do título.

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8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (NBR 6023)

8.1 Introdução

Referência Bibliográfica é um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual. A apresentação desses dados é normalizada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a NBR 6023/2002. Os elementos que compõem a Referência Bibliográfica são considerados essenciais e complementares. Os elementos essenciais são indispensáveis à identificação do documento e estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam conforme o tipo. Os elementos complementares, que acrescentados aos essenciais, permitem melhor caracterizar as publicações. Em determinados tipos de publicações, conforme o suporte físico, alguns elementos complementares podem tornar-se essenciais.

8.2 Objetivo

Este trabalho tem como objetivo fixar as condições exigidas na referenciação de publicações mencionadas em trabalhos técnicos, científicos, didáticos e outros, desenvolvidos na UNIFENAS.

8.3 Regras Gerais De Apresentação

Relacionam-se as referências bibliográficas em lista própria no fim do texto, incluindo-se todas as fontes efetivamente utilizadas para a elaboração do trabalho. Deve-se deixar espaçamento simples de entrelinhas e duplo entre as referências. A lista bibliográfica é denominada "REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS", deve ser ordenada pelo sistema alfabético (letra por letra) pela entrada, (autor e/ou título) Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento e são apresentados em seqüência padronizada. Os dados que não constarem do documento original podem ser obtidos em outras fontes de informação e são indicados entre colchetes. As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a identificar individualmente cada publicação.

31

8.3.1 Pontuação

A pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme para todas as referências, como a seguir:

a) Ponto (.): usa-se o ponto, seguido de espaço, após a indicação dos seguintes

elementos: nome(s) do(s) autor(es), após as abreviaturas de prenomes de autores (CAMARGO, J. A.), número de edição (3. ed.), imprenta (local, editora e data), número de páginas e/ou volumes.

b) Ponto-e-vírgula (;): usa-se o Ponto-e-vírgula, seguido de espaço, para separar

autores entre si (CAMARGO, J. A.; LAMARTI, M. A.; ALCANTARA, M. A. de.) e para separar partes de um artigo de periódico publicado em mais de um volume.

c) Vírgula (,): usa-se a vírgula, seguida de espaço, para separar sobrenome e nome do autor (SOARES, J. A.); para separar o nome do editor da data de publicação; na referência de artigo de periódico para separar o título do periódico do local de publicação, volume, número de fascículo e data (v. 3, n.34, abr. 1998); também na separação de volume e página (v. 3, 364 p.) ou volume, capítulo e página (v. 3, cap. 1, p. 28-56).

d) Dois pontos (:): dois pontos, seguidos de espaço, são usados para separar o

título do subtítulo (Brasília: a cidade e o homem) e entre o local de publicação e editora (Rio de Janeiro: Atlas)

e) Hífen (-): usa-se o hífen para ligar página inicial e final de parte referenciada

(p.10-38). Também é usado para indicação de data de publicação encerrada e em curso de publicação e na indicação de editor, quando este é um autor entidade, seguida do respectivo órgão subordinado (Alfenas: UNIFENAS), e na indicação de instituição principal e subordinada em nota de série (EMBRAPA-CNPGL. Documentos, 01).

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f) Barra (/): ligam-se por barra transversal os elementos do período coberto pelo

fascículo referenciado, quando este constitui uma só unidade, sendo volume, número do fascículo, mês e ano (v. 9/10, n. 1/4, jan./dez. 1978/1979) e para indicar editores co-responsáveis por uma obra (Alfenas: UNIFENAS/EFOA/FACEPE).

g) Colchetes ([ ]): indicam-se entre colchetes os elementos não extraídos da obra referenciada; é usado também para indicar ausência dos elementos. Ex.: [S.l.] sine loco = sem local; [s.n.] sine nomine = sem nome, ou sem editora; [1993?] data provável de publicação.

h) Reticências (

do título. Na referenciação, por exemplo, de anais de congresso, simpósio e outros

,

Resumos

empregada quando se faz supressão de parte pouco importante

):

eventos sem título específico, indica-se o título apenas pela expressão Anais

,

etc.

i) Travessão (

substituir o autor e/ou título repetido sucessivamente na lista de referências bibliográfica, depois da primeira ocorrência; também usado quando o autor da parte referenciada é o próprio autor do documento, evitando-se repetir o(s) nome(s) do(s) autor(es) para a parte e para o documento no todo, na mesma referência.

o travessão de seis espaços é indicado pela NBR6023 para

):

8.3.2 Aspecto tipográfico

Deve-se utilizar o mesmo tipo e tamanho de letra do texto, conforme orientado tamanho 12. Deverá ser adotado preferencialmente, o grifo nos títulos em destaque na referência bibliográfica. O negrito e o itálico também podem ser utilizados, mas deve haver coerência no tipo de destaque usado para a lista bibliográfica de um mesmo documento. Ou seja , deve haver uma padronização.

8.4 Apresentação e descrição dos elementos

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O autor constitui a entrada principal da referência bibliográfica. Os autores são identificados como:

8.4.1.1 Autor pessoal

Pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma publicação. Indicam-se os autores pessoais, geralmente, com a entrada pelo último sobrenome, em caixa alta (letras maiúsculas), separado do(s) prenome(s) por vírgula e espaço. Os autores são separados entre si por ponto e vírgula, seguido de espaço. A ordem apresentada no documento original deve ser seguida criteriosamente na referência bibliográfica. O nome do autor é transcrito na referência, tal como está apresentado no documento, com prenomes abreviados.

Ex.: CAMPOS, Orestes.

(para Orestes Campos).

a) Até três autores: Indicam-se os autores na mesma ordem apresentada no documento.

Ex.: ALENCAR, J. A. de; LONDON, J. P.; MELLO, P. N. de

b) Mais de três autores: Segundo a NBR6023, é indicado apenas o primeiro autor seguido da expressão "et al." Que não deverá vir em itálico visto ser este recurso utilizado para destacar os títulos dos livros, periódicos e outros documentos citados nas referências. “Em casos específicos (projetos de pesquisa científica, indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento, etc.), nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria, é facultado indicar todos os nomes.” (ABNT, NBR 6023, 2002, p.12).

c) Sobrenome com designativo de parentesco: Os conectivos Filho, Júnior, Neto, Primo e Sobrinho são incorporados ao último sobrenome. Entrada correta Nome

34

Ex.: Pedro Castro Neto = CASTRO NETO, Pedro. Afrânio Garcia Júnior = GARCIA JÚNIOR, Afrânio. Júlio Brandão Sobrinho = BRANDÃO SOBRINHO, Júlio.

d) Sobrenomes compostos: São formados por duas palavras que compõem uma

expressão individual (sobrenome adjetivado), ou precedido de atributos, tais como São, Santo, Santa, bem como os sobrenomes compostos ligados por hífen.

EX: Geraldo do Espírito Santo = ESPIRITO SANTO, Geraldo do.

e) Nomes estrangeiros: A entrada de nomes estrangeiros obedece a determinados

critérios específicos da língua ou nacionalidade.

f) Pseudônimos: Quando um autor adota pseudônimo em sua obra, este deve ser adotado na referência. Se o verdadeiro nome for conhecido, este é indicado entre colchetes, após o pseudônimo.

EX: SABINO, Fernando [Marcelo Tupinambá]. Fernando Sabino.

8.4.1.2 Responsabilidade por obras coletivas

Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletânea de vários autores, a entrada deve ser feita pelo(s) nome(s) do(s) responsável(eis), seguida da abreviação do tipo de responsabilidade, no singular e com inicial em letra maiúscula.

Ex.: CUNHA NETO, F. R. da (Coord.). CAMPOS, M. P.; CORREA, M. A.; ALMEIDA, A. (Org.). FERRI, M. G. (Ed.).

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8.4.1.3- Autor entidade (corporativo, jurídico)

Instituição(es), organização(es), empresa(s), comitê(s), comissão(es) responsável(eis) por uma publicação na qual não se identifica a autoria pessoal. As obras de responsabilidade de autor entidade (órgãos governamentais, empresas, associações, congressos, etc.) têm entrada pelo próprio nome da entidade, por extenso e em caixa alta.

Ex.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

a) Entidade com denominação genérica: seu nome é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

Ex.: BRASIL. Ministério da Educação. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Fazenda.

b) Entidade com denominação específica: quando a entidade vinculada a um

órgão maior tem denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente por seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar a unidade geográfica que identifica a jurisdição a que pertence, entre parênteses.

Ex.: BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal).

b) Unidades: Para unidades subordinadas administrativamente ao órgão superior, faz-se a entrada pelo órgão superior, em caixa alta, seguido, após ponto, da unidade e identificação geográfica, quando necessário.

36

Ex.: . UNIVERSIDADE JOSE ROSÁRIO VELLANO. Biblioteca Central. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Centro Nacional de Pesquisa de sementes.

8.4.1.4 Autor desconhecido (anônimo)

Em caso de autoria desconhecida, entra-se pelo título com a primeira palavra transcrita em letras maiúsculas, sem negrito. Neste caso o titulo não deve ser sublinhado.

Ex.: RELATOS anatômicos: um caso raro.

8.4.2 Título

O título é transcrito como figura no documento referenciado, com a letra inicial e nomes próprios transcritos em letras maiúsculas.

8.4.2.1 Título principal de livros, teses, folhetos e similares

Transcreve-se o título com grifo ou negrito e acrescenta-se o subtítulo (sem grifar ou negritar), separado por dois pontos e todo em letras minúsculas O título de livro em início de referência, quando se tratar de autoria desconhecida, é transcrito com a primeira palavra em caixa alta. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.

Ex.: A SAÚDE no Brasil.

8.4.2.2 Título de periódicos

Recomenda-se transcrever o título de periódico ou seriado por extenso, em negrito, quando se tratar de referência de artigo.

37

No caso de periódico referenciado como um todo, o título é sempre o primeiro elemento da referência, tanto para a referência de número especial, como de coleção completa, sendo transcrito por extenso e em caixa alta.

Ex.: REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

8.4.2.3 Periódico com título genérico

Incorpora-se ao título o nome da entidade autora ou editora, ligados por uma preposição entre colchetes.

Ex.: Boletim Mensal [da] Bolsa de Valores de São Paulo.

8.4.3 Edição

Indica-se a edição, a partir da segunda, quando mencionada no documento referenciado. Indica-se o número seguido de ponto e da palavra edição abreviada no idioma da publicação.

Ex.: 2. ed.

8.4.4 Local

O local apresentado na referência é a cidade onde a publicação foi editada. Este deve ser transcrito na língua da publicação, de forma completa e por extenso como por exemplo Rio de Janeiro. No caso de homônimos, acrescenta-se o nome do estado ou país.

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Havendo mais de um local de publicação, transcreve-se o primeiro ou o que estiver em destaque. Quando o local não aparece no documento mas pode ser identificado, indica-se entre colchetes. Sendo impossível determinar o local, adota- se a abreviatura [S.l.] (Sine loco) = sem local, entre colchetes.

8.4.5 Editora

O nome da editora é transcrito após o local, precedido de dois pontos seguido de espaço. No caso de editores com nomes pessoais, indicam-se os prenomes por iniciais maiúsculas, seguidos de ponto e sobrenome por extenso, suprimindo-se os elementos que designam a natureza jurídica ou comercial. Na ausência de editor, indica-se [s.n.] (sine nomine) = sem editora, entre colchetes. Quando estiverem ausentes o local e o editor indica-se [S.l.:s.n.], entre colchetes.

8.4.6 Data

Transcreve-se o ano de publicação em algarismos arábicos, precedido por vírgula e espaço. Por se tratar de elemento essencial, a data de publicação deve sempre ser indicada. Não sendo possível determinar a data de publicação, distribuição, impressão ou copyright, indica-se uma data aproximada, entre colchetes:

Ex.: [1981 ou 1982] um ano ou outro [1983?] para data provável [1983] data certa, não indicada no item [Entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos [ca. 1960] para data aproximada, (ca = cerca de) [198-] para década certa [198-?] década provável [18--] para século certo [18--?] para século provável

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Para periódicos em curso de publicação, indica-se a data inicial seguida de hífen (1978-). Também são ligadas por hífen as datas extremas do periódico encerrado (1959-1985) e na referência de uma série de volumes de periódico.

Ex.: v. 15-20, 1993-1998.

8.4.7 Descrição Física

8.4.7.1 Número de páginas e volumes

Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja, um volume, deve-se indicar o número total de páginas ou folhas, seguido da abreviatura “p” ou “f”. Quando se tratar de referência de documento no todo, indica-se o total de páginas seguido da abreviatura "p." (ex.: 260 p.); se o documento tem mais de um volume, indica-se o número destes seguido de abreviatura "v."(ex.: 3v.); na referência de um dos volumes da coleção, indica-se o número do volume precedido da abreviatura "v."(ex.: v. 2). Quando indicado o volume de uma obra referenciada no todo, a indicação de número de páginas é opcional. Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, deve-se indicar primeiro o número de volumes bibliográficos, seguido do número de volumes físicos. Em referência de capítulos ou partes de monografias e artigos de periódicos indica- se o número da página inicial e final da parte, precedido da abreviatura "p." (ex.: p. 34-40). Quando há volume, capítulo, fascículo, estes precedem à indicação da página (ex.: v. 3, n. 2, p. 38-46, para artigo de periódico; v. 2, cap. 3, p. 69-75, para parte de monografia). Quando o documento não for paginado, indica-se “Não paginado”. Quando a paginação for irregular indica-se “Paginação irregular”, sem qualquer destaque tipográfico.

8.4.7.2 Ilustração e dimensão

São elementos complementares e indicados excepcionalmente se julgados necessários.

40

a) Ilustração: quando necessário, indica-se ilustração de qualquer natureza,

inclusive tabelas e figuras, pela abreviatura il., após a indicação das páginas. Para ilustrações coloridas, usar “il. color.”.

b) Dimensão: indica-se para formatos excepcionais, contendo a altura da

publicação em centímetros. Pode-se acrescentar também a largura (ex.: 8,5 x 5 cm). Em ambos os casos, deve-se aproximar as frações ao centímetro seguinte, com exceção de documentos tridimensionais, cujas medidas são dadas com exatidão.

8.4.7.3 Notas

a) Série e coleções: títulos de séries, coleções e sua respectiva numeração

(quando houver) são indicados tal como figuram no documento, entre parênteses.

b) Teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos: devem conter, indicados em nota, o tipo de documento, (monografia, dissertação, tese,etc.), o grau, a vinculação acadêmica e o local.

c) Outras notas: notas especiais, inclusive aquelas que esclarecem sobre a forma do documento, tais como mimeografado, apostila, folder, resenha, resumo, fac- símile, no prelo, não publicado, recensão, inclui índice, bibliografia, bula de remédio, CD-ROM etc., são apresentadas no final da descrição do documento, sem uso de parênteses.

41

9 EXEMPLOS DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

9.1 Referência de documentos considerados no todo

AUTOR(ES). Título: subtítulo. Edição. Local de publicação: Editora, data.

9.1.1 Livro

9.1.1.1 Autor pessoal

a) Um autor

Ex.: CÂNDIDO, R. de B. Ciência animal. Rio de Janeiro: Forense, 1995.

b) Dois autores

Ex.: BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza

Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas. 16. ed. Petrópolis: Vozes,

2005.

c) Três autores

Ex.: MORAES, Ester de Camargo Fonseca; SZNELWAR, Rywka B.; FERNICOLA, Nilda A.G.G. Manual de toxicologia analítica. São Paulo:

Roca, 1991.

d) Mais de três autores

Ex.: FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de

publicações

técnico-científicas. 4. ed. rev. e aum. Belo Horizonte: UFMG, 1998. 213 p.

42

Ex.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520:

informação

e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro,

2002.

9.1.1.3 Sem autor (anônimo)

Ex.: RESGATE do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara brasileira do livro, 1993. 64p.

9.1.2 Folheto

Ex.: FONSECA, H. S. Ranicultura. Campinas: Fundação Donald, 1995. 40p. (Folheto).

9.1.3 Tese / dissertações / monografias

Ex.: CARVALHO, L. M. de. Áreas verdes da cidade de Lavras/MG: caracterização, usos e necessidades. 2001. 115 p. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2001.

9.1.4 Apostila

Ex.: LUCAS, Janete Cristina; ALVES, Kely Aparecida. Normas para elaboração de trabalhos acadêmico. Belo Horizonte: UNIFENAS, 2007. 55 p. Apostila.

9.1.5 Bula de remédio

Ex.: RESPRIN: comprimidos. Responsável técnico: Delosmar R. Bastos. São José dos Campos: Johnson & Johnson, 1997. Bula de remédio.

9.1.6 Documentos cartográficos

AUTOR (ES). Local: Editora, data de publicação. Designação específica e escala.

43

9.1.6.1 Atlas

Ex.: ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil,

1981. 1 atlas. Escalas variam.

9.1.6.2 Mapa

Ex.: BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário, turístico regional. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa .Escala 1:600.000

9.1.7 Enciclopédias

Ex.: NOVA Enciclopédia Barsa. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil,

1997. 20 v.

9.1.8 Congressos, conferências, encontros e outros eventos

NOME DO EVENTO, n.º, ano, local de realização. Título

publicação: Editora, data. Páginas ou volumes.

subtítulo. Local de

Ex.: CONGRESSO LATINO – AMERICANO DE BIBLIOTECONOMIA E

DOCUMENTAÇÃO, 1., 1980, Salvador. Anais

Salvador:

FEBAB,1980.350p.

9.1.9 Patentes

ENTIDADE RESPONSÁVEL. Autor. (Depositante, inventor, titular) Título da patente

na língua original. Numero da patente, datas (do período do registro). Indicação da

publicação onde foi citada a patente, quando for necessário.

44

Ex.: PRODUTO ERLAN LTDA (Uberlândia MG). Paulo César da Fonseca. Ornamentação aplicada a embalagem. C.I.10-3-6.BR. n. DI 2300045, 12 set. 1983, 28 maio 1985, Revista da Propriedade Industrial, Rio de janeiro, n. 762, 26 de maio de 2001.

9.1.10 Documento jurídico

9.1.10.1 Legislação (lei, decreto, resolução, portaria, comunicado, aviso,

circular, decisão administrativa entre outros).

JURISDIÇÃO. Título, número e data (dia, mês e ano). Ementa. Dados da

publicação. No caso de constituição e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o

título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre

parênteses.

Ex.: BRASIL. Medida Provisória nº 10569-9 de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

Ex.: BRASIL. Código Civil. 46.ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

9.1.10.2 Jurisprudência (súmula, enunciado, acórdão, sentença, demandas judiciais etc.).

JURISDIÇÃO. Órgão judiciário competente. Título (natureza da decisão ou ementa), número, partes envolvidas (se houver), relator, local e data. Dados da publicação.

Ex.: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In:

Súmulas. São

Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. P. 16.

9.1.10.3 Doutrina

45

Ex.: MARANHÃO, D.; CARVALHO, L. I. B. Salário mínimo. In:

Direito

do

trabalho. 17. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: FGV, 1993. 614 p.

9.1.11 Imagem em movimento (vídeo cassete, filme)

TÍTULO: subtítulo. Créditos (diretor, produtor, local, produtora, data e especificação

do suporte em unidades físicas roteirista e outros).

Ex.: OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete.

9.1.11.1 Programa de televisão e rádio

TEMA. Nome do programa, cidade: nome da emissora de TV ou de rádio, data da

apresentação do programa. Nota especificando o tipo de programa (rádio ou TV).

Ex.: O CAOS nos aeroportos brasileiros. Fantástico, Rio de Janeiro: Rede Globo, 01 abr. 2007. Programa Jornalístico.

9.1.12 Documento sonoro (entrevista gravada, Cd. Cassetes, vinil )

COMPOSITOR (ES) OU INTERPRETE (S). Título: subtítulo. Outras indicações de

responsabilidade (entrevistador, diretor artístico, produtor, etc.). Local: gravadora ou

equivalente, data. Tipo de suporte e unidades físicas, duração e outros dados

importantes.

Ex.: SIMONE. Face a face. [S.l]: Emi-Odeon Brasil, p.1977. 1 CD(ca. 40 min). Remasterizado em digital.

46

TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora ano do 1º volume

seguido de hífen e data de encerramento da publicação(se houve). Caso necessário

outros dados como periodicidade, mudança ou incorporação de outros títulos,

indicação de índices e ISSN.

9.1.13.1 Em curso de publicação

Ex.: GLOBO RURAL. Rio de Janeiro: Globo, 1985-. Mensal.

9.1.13.2 Publicação encerrada

Ex.: REVISTA LOCCUS. São Paulo: Abril, 1971-1975. Semestral.

9.1.14 documentos considerados em parte

AUTOR DA PARTE REFERENCIADA. Título da parte. In: AUTOR DA OBRA. (Usar

travessão de seis espaços se o autor da obra for o próprio autor da parte). Título da

obra. Edição. Local: Editora, Data. N.º do volume, n.º do capítulo, página inicial e

final da parte referenciada. (Série).

9.1.14.1 Parte de livro

9.1.14.1.1 parte com autoria específica (parte de coletânea)

Ex.: EUCLIDES FILHO, K. Sistema de cruzamento. In: VIEIRA, J. Cruzamento em gado de corte. Brasília: EMBRAPA-SPI, 1996. p. 21-31.

9.1.14.1.2 Parte sem autoria específica

47

9.1.14.2 Trabalhos apresentados em eventos (congresso, simpósio, reunião,

etc.)

AUTOR DO TRABALHO. Título do trabalho: subtítulo. In: NOME DO EVENTO, n.º,

anais, atas, tópicos temático

ano, local de realização. Título da publicação

etc.). : subtítulo. Local de publicação: Editora, data. Página inicial-final .

(

Ex.: BRAYNER, A.R.A.;MEDEIROS, C.B. Incorporação do tempo em SGBD

orientado a objetos. In: Anais

São Paulo: USP, 1994. p.16-29.

9.1.14.3 Separata

AUTOR. Título: subtítulo. (Separata publicada por outra editora em data posterior á

publicação original deve conter o Local : Editora, data da separata). Separata de:

AUTOR (da publicação principal). Título. Local de publicação: Editora, data. Página

inicial-final da separata.

9.1.14.3.1 Separata de publicação em congresso

Ex.: NAKASU, B. H.; BASSOLS, M. do C.M.; FELICIANO, A. J. Pêssego, BR-2: uma nova maneira de cultivar para conserva. Recife: SBF, 1981. Separata de:

CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 6, 1981 Recife. Anais Recife: SBF, 1981. v. 4, p. 1166-1171.

9.1.14.3.2 Separata de periódico

Ex.: WEBBER, B. N. Bauxitização no distrito de Poços de Caldas, Brasil. Separata de: Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p. 17-30, maio 1959.

9.1.14.4 Artigo de periódico

AUTOR. Título do artigo. Título do periódico, Local de publicação, n.º do volume,

n.º do fascículo, página inicial-final, mês e ano.

48

Ex.: LASMAR, Euler Pace. Recentes Avanços em Transplantes. Revista Médica de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 13, n. 2, p. 128-131, abr./jun. 2003.

9.1.14.5 Entrevista publicada

Ex.: BOERI, A. Criação de sistemas. Entrevistador: Crinaldo Almeida. Veja, São Paulo, v. 1, n. 30, p. 11-13, ago. 1994. Entrevista.

9.1.14.6 Entrevista individual e coletiva

Ex.: NAVA, Pedro. Pedro Nava: inédito. Juiz de Fora, Esdeva, 1984. Entrevista concedida a Ricardo Barbosa.

Obs.: No caso de entrevistas com várias pessoas ao mesmo tempo, a referência deve Ter a entrada pelo nome do entrevistador.

Ex.: CASTELO BRANCO, Lúcia. Encontro com Escritoras Portuguesas. Boletim do Centro de Estudos Portugueses. Belo Horizonte, v.13, n.16, p. 103-113. Entrevista.

9.1.14.7 Artigo de jornal

AUTOR. Título do Artigo. Título do Jornal, Local, dia, mês, ano. N.º ou título do

caderno, seção ou suplemento, página inicial-final, n.º de ordem da(s) coluna(s).

Ex.: NAVES, Pedro. Lagos Andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, caderno 8, p. 13. Ex.: LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

49

TÍTULO do artigo (apenas a primeira palavra em maiúscula). Título do jornal,

Cidade, data (dia, mês, ano). Suplemento, número da página, coluna.

Ex.: COSTURA X P.U.R . Aldus, São Paulo, ano1, n.1 nov. 1997. Encarte técnico,

p.8.

9.1.14.9 Palestras ou conferencias

Ex.: RANIERY, P. A prefeitura de São Paulo. Palestra Proferida na Prefeitura de São Paulo, Nível 10, São Paulo, 1 fev. 2001.

9.2 Documentos Eletrônicos

Obras disponíveis em disquete, CD-ROM, DVD trarão indicação da quantidade

de unidades físicas seguida da especificação do tipo de suporte e outros dados,

quando necessário, após a referência.

9.2.1

Documento em Cd-rom e disquete

9.2.1.1

Cd-rom no todo

Ex.: FUJITA, M. L. S.; SOARES, S. B. C. Straud 2000: manual de serviços aos usuários. São Paulo: Dynaware Sistemas de Informática, 2000. 1 CD.

9.2.1.2 Congresso no todo (Cd-rom)

Ex.: SOUZA, C.M. Convergência: um fator de qualidade nas redes acadêmicas. In:

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 11., 2000,

Florianópolis. Anais

Florianópolis: UFSC, 2000. 1 CD-ROM.

50

Ex.: UNIVERSIDADE JOSÉ ROSARIO VELLANO. Biblioteca Boaventura: normas para elaboração de trabalhos de conclusão de curso. Belo Horizonte, 2007. Normas.doc, 1 disquete, 3½ pol. Word for Windows 7.0.

9.2.2

Documentos disponíveis online

9.2.2.1

Livro no todo

Ex.: LAMEGO, L.A. Mercado futuro. Alfenas: UNIFENAS, 2000. 90 p. Disponível em: <http//www.lamego.com.br>. Acesso em: 2 ago. 2000.

9.2.2.2 Parte de livro

Ex.: TAKAHASHI, T. (Coord.). Mercado, trabalho e oportunidades. In:

Sociedade da informação no Brasil: livro verde. Brasília: Socinfo/MCT, 2000. cap. 2, p. 13-24. Disponível em: <http://www.socinfo.gov.br>. Acesso em: 22 ago. 2000.

9.2.2.3 Tese

Ex.: CLARO, E. M. Análise do complexo agro-industrial de flores no Brasil. 1998. 114 p. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Lavras, Lavras. Disponível em:

<http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/did/teses.htm>. Acesso em:

21 nov. 2002.

9.2.2.4 Congresso, seminário e outros eventos online

9.2.2.4.1 Congresso, seminário etc., no todo

Ex.: CONGRESSO ABIPTI, 2000, Fortaleza. Gestão de institutos de pesquisa tecnológica. Fortaleza: Nutec, 2000. Disponível em: <http://www.abipti.org.br>. Acesso em: 01 dez. 2000.

51

Ex.: GIESBRECHT, H. O. Avaliação de desempenho de institutos de pesquisa tecnológica: a experiência de projeto excelência na pesquisa tecnológica. In:

CONGRESSO ABIPTI, 2000, Fortaleza. Gestão de institutos de pesquisa tecnológica. Fortaleza: Nutec, 2000. Disponível em: <http://www.abipti.org.br>. Acesso em: 01 dez. 2000.

9.2.2.5 Documento jurídico online

9.2.2.5.1 Súmula em periódico eletrônico

Ex.: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. 4ª Região. Súmula n.º 59. A UFIR , como índice de correção monetária de débitos e créditos tributários, passou a viger a partir de janeiro de 1992. DJ (Seção 2) de 18/11/98, p. 519 Boletim de Jurisprudência. Disponível em: <http://www.trf.gov.br/>. Acesso em: 01 dez.

2000.

9.2.2.5.2 Resolução

Ex.: CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Resolução n.º 1, de 03 abr. 2000. Estabelece normas para a organização e funcionamento de cursos de especialização (pós-graduação lato sensu) na Universidade. Disponível em:

<http://www.propesq.ufpe.br/editne/012000CEPE.htm>. Acesso em: 01 dez.

2000.

9.2.2.5.3 Medida Provisória

Ex.: BRASIL. Medida provisória n.º 2051-7, de 27 de setembro de 2000. Institui a gratificação de incentivo à docência e outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 28 set. 2000. Seção 1. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis/mptexto.asp?mp=2051- 7>. Acesso em: 15 dez. 2000.

9.2.2.5.4 Parte de periódico disponível online

52

Ex.: set. CORRÊA, 1999. disponível I. G. Pena em de < morte http://www.oglobo.org/pena-morte-nascituro.htm para o nascituro. O Globo. Rio de Janeiro, 19 >. Acesso em: 19 set. 1999.

9.2.2.6 E-mail

Ex.: LANDY, F. J. Imagens [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <flady@bol.com.br> em 20 abr. 2001.

53

10 COMO ELABORAR RESUMOS

10.1 Tipos de resumos

Dependendo do caráter do trabalho científico que se pretende realizar, o resumo pode ser: indicativo ou descritivo; informativo ou analítico; crítico.

10.1.1 Indicativo ou descritivo

Quando faz referência às partes mais importantes, componentes do texto. Utiliza frases curtas, cada uma correspondendo a um elemento importante da obra. Não é simples enumeração do sumário ou índice do trabalho. Não dispensa a leitura do texto completo, pois apenas descreve sua natureza, forma e propósito;

10.1.2 Informativo ou analítico

Quando contém todas as informações principais apresentadas no texto e permite dispensar a leitura desse último; portanto, é mais amplo do que o indicativo ou descritivo. Tem a finalidade de informar o conteúdo e as principais idéias do autor, salientando:

ü os objetivos e o assunto (a menos que se encontre explicitado no título);

ü os métodos e as técnicas (descritas de forma concisa, exceto quando um dos objetivos do trabalho é a apresentação de nova técnica)

ü os resultados e as conclusões.

Sendo uma apresentação condensada do texto, esse tipo de resumo não deve conter comentários pessoais ou julgamentos de valor, da mesma maneira que não deve formular críticas. Deve ser seletivo e não mera repetição sintetizada de toda as idéias do autor. Utilizam-se, de preferência, as próprias palavras de quem fez o resumo; quando cita as do autor, apresenta-as entre aspas. Não sendo uma enumeração de tópicos, o resumo informativo ou analítico deve ser composto de uma seqüência corrente entre frases concisas. Ao final do resumo, indicam-se as palavras-chave do texto. Da mesma forma que na redação de fichas, procura-se evitar expressões tais como: o autor disse, o autor falou, segundo o autor ou

54

segundo ele, a seguir, este livro (ou artigo, ou documento) e outras do gênero, ou seja, todas as palavras supérfluas. Deve-se da preferência à forma impessoal.

10.1.3 Crítico ou resenha

Quando se formula um julgamento sobre o trabalho. É a crítica da forma, no que se refere aos aspectos metodológicos; do conteúdo; do desenvolvimento da lógica da demonstração; da técnica de apresentação das idéias principais. No resumo crítico não pode haver citações.

10.2 Regras gerais de apresentação

ü O Resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo e do tratamento que cada item recebe no documento original;

ü O Resumo deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento;

ü Deve ser composto de uma seqüência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos;

ü Recomenda-se uso de parágrafo único;

ü As palavras - chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão ”Palavras-chave” , separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto;

ü Deve-se evitar: símbolos, fórmulas, equações, etc.

ü A formatação deve seguir os padrões básicos já estabelecidos na elaboração dos trabalhos acadêmicos (NBR 14724).

10.3 Extensão dos resumos

ü 150 a 500 palavras para os de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, monografias e outros) e relatórios técnicos científicos;

ü 100 a 250 palavras para os artigos de periódicos;

ü 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves.

55

ü Os resumos críticos por suas características especiais, não estão sujeitos a limite de palavras

56

11 COMO ELABORAR ARTIGOS CIENTÍFICOS

11.1 O artigo pode ser

a) original (relatos de experiência de pesquisa, estudo de caso etc.);

b) de revisão.

11.2 Estrutura

A estrutura de um artigo é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

11.2.1 Elementos pré-textuais

Os elementos pré-textuais são constituídos de:

a) título, e subtítulo (se houver);

b) nome(s) do(s) autor(es);

c) resumo na língua do texto;

d) palavras-chave na língua do texto.

11.2.2 Elementos textuais

Os elementos textuais constituem-se de:

a) introdução;

b) desenvolvimento;

c) conclusão.

11.2.3 Elementos pós-textuais

Os elementos pós-textuais são constituídos de:

a) título, e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;

b) resumo em língua estrangeira;

57

c) palavras-chave em língua estrangeira;

d) nota(s) explicativa(s);

e) referências;

f) glossário;

g) apêndice(s);

h) anexo(s).

11.3 Regras gerais de apresentação

11.3.1 Elementos pré-textuais

A ordem dos elementos pré-textuais deve ser conforme os itens abaixo indicados

11.3.1.1 Título e subtítulo

O título e subtítulo (se houver) devem figurar na página de abertura do artigo, diferenciados tipograficamente ou separados por dois-pontos (:) e na língua do texto.

11.3.1.2 Autor(es)

Nome(s) do(s) autor(es), acompanhado(s) de breve currículo que o(s) qualifique na área de conhecimento do artigo. O currículo, bem como os endereços postal e eletrônico, devem aparecer em rodapé indicado por asterisco na página de abertura ou, opcionalmente, no final dos elementos pós-textuais, onde também devem ser colocados os agradecimentos do(s) autor(es) e a data de entrega dos originais à redação do periódico.

58

Elemento obrigatório, constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 250 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR 6028.

11.3.1.4 Palavras-chave na língua do texto

Elemento obrigatório, as palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave,separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.

Ex.: Palavras-chave: Referências. Documentação.

11.3.2 Elementos textuais

11.3.2.1 Introdução

Parte inicial do artigo, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do artigo.

11.3.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do artigo, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Divide-se em seções e subseções, conforme a NBR 6024, que variam em função da abordagem do tema e do método.

59

Parte final do artigo, na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses.

11.3.3 Elementos pós-textuais

11.3.3.1 Título e subtítulo em língua estrangeira

O título, e subtítulo (se houver) em língua estrangeira, diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos (:), precedem o resumo em língua estrangeira.

11.3.3.2 Resumo em língua estrangeira

Elemento obrigatório, versão do resumo na língua do texto, para idioma de divulgação internacional, com as mesmas características (em inglês Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumé, por exemplo).

11.3.3.3 Palavras-chave em língua estrangeira

Elemento obrigatório, versão das palavras-chave na língua do texto para a mesma língua do resumo em língua estrangeira (em inglês Keywords, em espanhol Palabras clave, em francês Mots-clés, por exemplo).

11.3.3.4 Nota(s) explicativa(s)

A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva para cada artigo. Não se inicia a numeração a cada página.

11.3.4 Referências

Elemento obrigatório, elaborado conforme a NBR 6023

60

11.3.5 Apêndice(s)

Elemento opcional. O(s) apêndice(s) são identificados por letras maiúsculas

consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se

letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices, quando esgotadas as

23 letras do alfabeto.

Ex.: APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução

APÊNDICE B – Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração

11.3.6 Anexo(s)

Elemento opcional. O(s) anexo(s) são identificados por letras maiúsculas

consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se

letras maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos, quando esgotadas as

23 letras do alfabeto.

Ex.: ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias

11.3.7 Indicativo de seção

O indicativo de seção precede o título, alinhado à esquerda, dele separado

por um espaço de caractere.

11.3.8 Numeração progressiva

A numeração progressiva deve ser apresentada conforme a NBR 6024.

61

11.3.9 Citações

As citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520.

62

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Referências -

Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Numeração Progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 3p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 2p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 2 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Citações em

documento - Apresentação

Rio de Janeiro, 2002. 4 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10523: Entrada para nomes de língua portuguesa em registros bibliográficos . Rio de Janeiro, 1997. 5 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 9p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287:Projeto de Pesquisa – Apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 6p.

BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

FRANÇA, Junia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico – científicas. 7.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2005.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 27.ed. Petrópolis: Vozes, 2000.

UNIVERSIDADE José do Rosário Vellano. Normas para elaboração de trabalhos de conclusão de curso, monografias e dissertação. Alfenas: Unifenas, 2003.

63

ANEXO A – Capa UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO

Curso de José da Silva

O PERFIL DO CUIDADOR DE IDOSOS NA CIDADE DE BELO HORIZONTE

Belo Horizonte

2008

64

ANEXO B – Folha de rosto

José da Silva

O PERFIL DO CUIDADOR DE IDOSOS NA CIDADE DE BELO HORIZONTE

Monografia (ou Trabalho de conclusão de curso) apresentada à UNIFENAS, como parte das exigências do curso de Enfermagem para obtenção do Título de Enfermeiro. Orientador: Prof. Doutor Fulano de Tal.

Belo Horizonte

2008

55

ANEXO C – Ficha Catalográfica

FICHA CATALOGRÁFICA

613.98 (815.1) Silva, José da.

S586p

O perfil do cuidador de idosos na cidade

2007

de Belo Horizonte / José da Silva. -- Belo Horizonte : UNIFENAS, 2007.

75p.

Orientador: Prof. Dr. Fulano de Tal. Trabalho de conclusão de curso (Graduação – Nutrição).Faculdade de Nutrição, Universidade José do Rosário Vellano.

1. Nutrição em idoso. 2. Nutrição. 3. Idoso.

56

Revisada e atualizada pelas Bibliotecárias:

Janete Cristina Lucas – CRB6/2071 Kely Aparecida Alves – CRB6/2401 Roseli Alves Oliveira – CRB6/2121