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S ISTEMA DE C OLETA DE D A D O S O PERACIONAIS - SCD
S ISTEMA DE C OLETA DE D A D O S O PERACIONAIS - SCD
S ISTEMA DE C OLETA DE D A D O S O PERACIONAIS - SCD

SISTEMA DE COLETA DE

DADOS OPERACIONAIS - SCD

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 163 DA ANEEL, DE 11.08.2005

SECRETARIA EXECUTIVA DO GTON

Departamento de Sistemas Isolados e Combustíveis – DES Diretoria de Engenharia da Eletrobrás - DE Novembro de 2005

2

Novembro / 2005

Onde Indicado

 

1

Outubro / 2005

Emissão Inicial

REV

DATA

DESCRIÇÃO DA REVISÃO

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS 3 2. DOCUMENTOS A CONSULTAR 4 3. DEFINI ÇÕES 5
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS 3 2. DOCUMENTOS A CONSULTAR 4 3. DEFINI ÇÕES 5
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS 3 2. DOCUMENTOS A CONSULTAR 4 3. DEFINI ÇÕES 5

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

3

2.

DOCUMENTOS A CONSULTAR

4

3.

DEFINIÇÕES

5

4.

AQUISIÇÃO DE DADOS

7

4.1.

ASPECTOS GERAIS

7

4.2.

GRANDEZAS ELÉTRICAS

8

4.2.1. TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS (TI)

8

4.2.2. MEDIDORES DE GRANDEZAS ELÉTRICAS

9

4.2.3. PONTOS DE MEDIÇÃO

9

4.2.4. EXCEÇÕES

10

4.3.

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL(CC)

11

4.3.1. MEDIDORES DE VAZÃO

11

4.3.2. INSTALAÇÃO DOS MEDIDORES

11

5.

PLATAFORMA DE TRANSMISSÃO DE DADOS

13

5.1.

INICIALIZAÇÃO DO SCD

13

6.

ARQUITETURA BÁSICA DO SISTEMA DE COLETA DE DADOS

14

6.1.

COLETA DE DADOS A PARTIR DOS MEDIDORES DAS USINAS

14

6.2.

COLETA A PARTIR DE UNIDADE CENTRAL DE MEDIÇÕES (UCM)

15

6.3.

FORMATO DOS DADOS

16

6.3.1. ARQUIVOS DIGITAIS DIÁRIOS EM BASE HORÁRIA

16

6.3.2. INFORMAÇÕES DA MEMÓRIA DE MASSA

17

7. ENCAMINHAMENTO DE INFORMAÇÕES

18

8. ESCLARECIMENTOS SOBRE A ESPECIFICAÇÃO

19

1. I NTRODUÇÃO E O BJETIVOS A Resolução Normativa nº 163 da ANEEL, de 1º
1. I NTRODUÇÃO E O BJETIVOS A Resolução Normativa nº 163 da ANEEL, de 1º
1. I NTRODUÇÃO E O BJETIVOS A Resolução Normativa nº 163 da ANEEL, de 1º

1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A Resolução Normativa nº 163 da ANEEL, de 1º de agosto de 2005, estabelece as

condições para a implantação de um Sistema de Coleta de Dados Operacionais -

SCD. Considerando a premência do atendimento ao disposto nessa Resolução, a ELETROBRÁS, como coordenadora do Grupo Técnico Operacional da Região Norte

– GTON, realizou diversas reuniões com empresas de geração e com Produtores

Independentes de Energia – PIE que atuam na Região Norte, e que têm experiência na implantação destes sistemas de coleta de dados, bem como com técnicos do

Centro de Pesquisas da Eletrobrás – CEPEL, para subsidiar a ELETROBRÁS na definição dos requisitos mínimos exigíveis destes sistemas.

Como resultado destas reuniões, foi elaborada uma minuta de especificação técnica que, após ser submetida à apreciação das empresas participantes do GTON, resultou na presente especificação.

Este documento tem, portanto, o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos mínimos exigíveis para implantação de Sistema de Coleta de Dados Operacionais em Usinas Termelétricas (SCD) localizadas em sistema elétrico isolado, beneficiadas pela sistemática de rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis – CCC-ISOL, conforme estabelecido no Art.4°, da Resolução Normativa ANEEL n° 163, publicada em 11/08/2005.

Para os propósitos desta especificação, Sistema de Coleta de Dados é o conjunto de equipamentos e acessórios responsáveis por medir, registrar, armazenar e disponibilizar os dados referentes às grandezas elétricas e ao consumo de combustível.

2. D OCUMENTOS A C ONSULTAR - ANEEL Resolução Normativa, n° 163 , de 01
2. D OCUMENTOS A C ONSULTAR - ANEEL Resolução Normativa, n° 163 , de 01
2. D OCUMENTOS A C ONSULTAR - ANEEL Resolução Normativa, n° 163 , de 01

2. DOCUMENTOS A CONSULTAR

- ANEEL Resolução Normativa, n° 163, de 01 de Agosto de 2005, publicado no D.O de 11.08.2005, seção 1, p.75, v.142, n.154;

- Portaria INMETRO Nº 64 de 11 de abril de 2003 – Regulamento Técnico
- Portaria INMETRO Nº 64 de 11 de abril de 2003 – Regulamento Técnico

- Portaria INMETRO Nº 64 de 11 de abril de 2003 – Regulamento Técnico

- Portaria INMETRO Nº 64 de 11 de abril de 2003 – Regulamento Técnico Metrológico

Metrológico

- Portaria INMETRO Nº 64 de 11 de abril de 2003 – Regulamento Técnico Metrológico
- Resolução CONMETRO nº 11, de 12 de outubro de 1988 – Regulamentação
- Resolução CONMETRO nº 11, de 12 de outubro de 1988 – Regulamentação

- Resolução CONMETRO nº 11, de 12 de outubro de 1988 – Regulamentação

- Resolução CONMETRO nº 11, de 12 de outubro de 1988 – Regulamentação Metrológica

Metrológica

- Resolução CONMETRO nº 11, de 12 de outubro de 1988 – Regulamentação Metrológica

- NBR 14519:2000:

- NBR 9518:1997:

- NBR 5363:1998:

- NBR 6146:1980:

- NBR 6855:1992:

- NBR 6856:1992:

- IEC 60529:2001:

Medidores eletrônicos de Energia Elétrica (estáticos) – Especificação;

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Requisitos Gerais;

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas – Invólucros à prova de explosão – Tipo de proteção ‘d’;

Invólucros de equipamentos elétricos – Proteção;

Transformador de potencial indutivo;

Transformador de corrente - Especificação

Classification of degrees of protection provided by enclosures (IP Code)

3. D EFINIÇÕES Agentes Cada uma das partes envolvidas na geração de energia elétrica nos
3. D EFINIÇÕES Agentes Cada uma das partes envolvidas na geração de energia elétrica nos
3. D EFINIÇÕES Agentes Cada uma das partes envolvidas na geração de energia elétrica nos

3. DEFINIÇÕES

Agentes

Cada uma das partes envolvidas na geração de energia

elétrica nos Sistemas Norte.

Eletricamente Isolados da Região

ANEEL

Agência Nacional de Energia Elétrica

 

ANP

Agência

Nacional

do

Petróleo,

Gás

Natural

e

Biocombustíveis.

 

API

American Petroleum Institute.

 

Calibração

Conjunto de operações que estabelece, em condições especificadas, a relação entre os valores indicados por um instrumento ou sistema de medição, e os valores correspondentes das grandezas estabelecidos por padrões.

Carga Própria Quantidade de energia elétrica requerida pelas dependências administrativas, serviços auxiliares, oficinas e qualquer outra instalação do agente gerador na usina.

Exatidão

Erro máximo na faixa de medição de uma grandeza.

Faixa

É a diferença entre o maior e o menor dos valores do alcance.

Faixa de trabalho

Intervalo de mensuração de um determinado instrumento.

IEC

International Electrotechnical Commission.

Linha de alimentação

Linha

hidráulica.

de

suprimento

de

energia

pneumática, elétrica ou

Linha de sinal

Linha que transmite o sinal da variável, do transmissor ou do sensor receptor.

Medidores

Possuem algum tipo de sinal de saída, de modo que alguma

instrumentados

informação sobre este medidor possa ser lida, armazenada ou processada em algum outro ponto. O tipo de sinal de saída varia conforme o medidor e pode ser pulso (emitido a cada valor do insumo medido) ou digital (mais preciso e além de contabilizar os insumos agrega funções extras como indicação de horário, valores instantâneos, valores de pico etc.)

Medidores não instrumentados

Possuem um sistema mecânico de contagem progressiva, sendo o valor verificado na unidade de tempo obtido pela diferença de duas leituras consecutivas.

Placa de Identificação Placa, afixada no equipamento, contendo os dados característicos do instrumento, o número de série do fabricante, modelo e tipo de instrumento.

Ponto de Conexão Ponto(s) físico(s) de conexão à rede de distribuição, onde é disponibilizada toda
Ponto de Conexão Ponto(s) físico(s) de conexão à rede de distribuição, onde é disponibilizada toda
Ponto de Conexão Ponto(s) físico(s) de conexão à rede de distribuição, onde é disponibilizada toda

Ponto de Conexão Ponto(s) físico(s) de conexão à rede de distribuição, onde é disponibilizada toda a energia líquida produzida pelo agente gerador. As medições realizadas neste ponto devem excluir a demanda de carga própria da usina.

Preservação É a aplicação de medidas protetoras adequadas a fim de impedir corrosão, deterioração, contaminação, danos físicos e mecânicos, resultantes da exposição dos materiais, equipamentos e instrumentos aos diversos agentes agressivos durante manuseio, embalagem, transporte, recebimento, armazenamento e montagem.

Projeto Básico Conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar o complexo de obras ou serviços, e que assegurem a viabilidade técnica dos mesmos.

Protocolo

Conjunto de regras que define um processo de transferência de dados e de comunicação entre computadores e equipamentos.

SCD

Sistema de Coleta de Dados Operacionais.

 

Sensibilidade

Característica do instrumento de medida associada à sua capacidade em detectar pequenas variações da grandeza medida.

Sinal

Grandeza funcionalmente relacionada ao objeto da medição.

Temperatura Ambiente

Temperatura

do

meio

que

envolve

o

instrumento

ou

equipamento, dissipando calor.

considerando-se

os

mesmos,

instalados

e

Transformadores para Instrumentos

Unidade Geradora

UTC

Equipamentos que transferem energia elétrica de um circuito a outro, mantendo a mesma freqüência e variando a tensão de trabalho.

Associação de máquina térmica ou hidráulica, responsável pelo suprimento de força motriz de acionamento, e gerador elétrico de corrente alternada ou contínua, com finalidade específica de produzir energia elétrica.

Coordenada de Tempo Universal, com referência ao Meridiano de Greenwich.

4. A QUISIÇÃO DE D ADOS 4.1. A SPECTOS G ERAIS Serão especificados os requisitos
4. A QUISIÇÃO DE D ADOS 4.1. A SPECTOS G ERAIS Serão especificados os requisitos
4. A QUISIÇÃO DE D ADOS 4.1. A SPECTOS G ERAIS Serão especificados os requisitos

4. AQUISIÇÃO DE DADOS

4.1. ASPECTOS GERAIS

Serão especificados os requisitos mínimos para o conjunto de equipamentos e acessórios responsáveis por medir, registrar e armazenar os dados das grandezas elétricas e de consumo de combustível, aqui classificados genericamente por grandezas físicas.

tipo

Os

instrumentados.

O registro dos valores das grandezas físicas deve ser garantido enquanto houver

fluxo destas, independente de falha na linha de alimentação dos equipamentos envolvidos na medição das informações.

Os medidores, associados ou não a equipamento externo, devem possibilitar no mínimo:

- programação e sincronismo externo do relógio/calendário interno;

- geração de arquivos de saída em formato público (arquivo texto);

- programação dos multiplicadores das grandezas medidas;

- leitura dos valores medidos e da memória de massa por meio de interface serial ou porta óptica de comunicação;

- programação de um código de identificação alfanumérico com pelo menos 14 (quatorze) dígitos;

-

medidores

utilizados

para

implantação

do

SCD

deverão

ser

do

facilidades

de

software

e

hardware

que

permitam

operações

de

leitura,

programação, armazenamento e alterações de parâmetros na forma local;

- registro e armazenamento em memória de massa da totalização, a cada 15 minutos, das grandezas físicas medidas no período de até 35 (trinta e cinco) dias;

- Sinal de saída digital.

É recomendada a aquisição de medidores providos de rotinas de auto-teste com

alcance a todos os seus módulos funcionais internos, e capacidade de localizar

anormalidades funcionais.

Recomenda-se também, ao agente de geração, instalar os medidores em painéis ou cubículos exclusivos ou em abrigos apropriados, localizados de forma a tornar a manutenção o mais fácil possível. Os painéis e cubículos devem ser aterrados diretamente na malha de terra da subestação.

Não será feita nenhuma exigência quanto aos protocolos intrínsecos aos equipamentos utilizados para medição das grandezas físicas requeridas, desde que sejam abertos e documentados detalhadamente, possibilitando sua configuração e parametrização.

O projeto do SCD deverá ser executado atendendo às normas da ABNT e, nos casos omissos, às normas IEC e API.

4.2. G RANDEZAS E LÉTRICAS O SCD deverá medir, registrar e armazenar, em base horária,
4.2. G RANDEZAS E LÉTRICAS O SCD deverá medir, registrar e armazenar, em base horária,
4.2. G RANDEZAS E LÉTRICAS O SCD deverá medir, registrar e armazenar, em base horária,

4.2. GRANDEZAS ELÉTRICAS

O SCD deverá medir, registrar e armazenar, em base horária, as seguintes grandezas elétricas:

- Valores eficazes de tensão elétrica fase-neutro para cada fase, expressos em quilovolt (kV);

- Valores eficazes de corrente elétrica para cada fase, expressos em ampére (A);

- Valor da potência ativa instantânea, expressa em quilowatt (kW);

- Valor da potência reativa instantânea, expressa em quilovolt-ampére-reativo (kVar);

- Valor da energia ativa trifásica, expressa em quilowatt-hora (kWh);

- Valor da energia reativa trifásica, expressa em quilovolt-ampére-reativo-hora(kVarh);

- Valor da freqüência, expressa em hertz (Hz).

As medidas realizadas devem ser referidas aos valores primários dos TI.

4.2.1. TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS (TI)

Os TI devem possuir enrolamentos secundários exclusivos para o sistema de medição das grandezas elétricas, necessárias ao cumprimento desta especificação. As caixas terminais devem ter dispositivos que permitam lacrar os pontos de acesso aos circuitos de medição. Exceções devem ser informadas à Eletrobrás para análise.

Os secundários dos TI, exclusivos para medição das grandezas elétricas necessárias para o cumprimento desta especificação, devem ter classe de exatidão 0,3 ou melhor, para todas as cargas, e para todas as relações, consideradas as condições de projeto, e para a freqüência nominal do sistema. A classe de exatidão deverá ser mantida mesmo nos casos de medidores e dispositivos alimentados através de um dos enrolamentos secundários.

Para o caso de TI’s pré-existentes associados às grandezas elétricas obtidas nos bornes das unidades

Para o caso de TI’s pré-existentes associados às grandezas elétricas obtidas nos bornes das unidades geradoras, identificadas como unidades individualizadas para o atendimento à RN 163, as exigências aplicadas aos SCD’s atenderão aos seguintes

critérios:

individualizadas para o atendimento à RN 163, as exigências aplic adas aos SCD’s atenderão aos seguintes

Enrolamento secundário de medição com possibilidade de uso compartilhado,

 

desde que a carga imposta a esse equipamento não reduza sua classe de

exatidão;

 

Classe de exatidão igual, ou melhor, que 0,6.

Os critérios acima referenciados não poder ão ser aplicados para o caso de sistemas de

Os critérios acima referenciados não poderão ser aplicados para o caso de sistemas de medição associados a substituição/remanejamento de unidades geradoras de usinas em operação, expansão da capacidade de geração e novas usinas. Esses mesmos critérios também não poderão ser aplicados a unidades geradoras de propriedade de Produtores Independentes de Energia – PIE, com contratos de

suprimento celebrados após a publicação da RN 163.

de Produtores I ndependentes de Energia – PI E, com contratos de suprimento celebrados após a

Os transformadores de corrente (TC) devem ser especificados para uma corrente secundária nominal em conformidade com a corrente especificada pelo fabricante do medidor. Devem ter preferencialmente a mudança de relação no primário. No caso de

mudança de relação no secundário, este dev erá apresentar a mesma exatidão em todas as
mudança de relação no secundário, este dev erá apresentar a mesma exatidão em todas as
mudança de relação no secundário, este dev erá apresentar a mesma exatidão em todas as

mudança de relação no secundário, este deverá apresentar a mesma exatidão em todas as relações.

4.2.2. MEDIDORES DE GRANDEZAS ELÉTRICAS

São requisitos mínimos a serem atendidos pelos medidores:

- Certificado de calibração, comprovando que possuem independência de elementos e de seqüência de fases;

Certificado de conformidade emitido por organismo de Certificação de Produto, credenciado pelo INMETRO, ou certificado de conformidade de modelo aprovado,

-

emitido pelo INMETRO;

 

- Deve ser polifásico, atendendo as medições a três ou quatro fios, conforme melhor

adaptação ao sistema trifásico, de freqüência nominal do sistema, corrente nominal

de acordo com o secundário do TC, e tensão nominal de acordo com o secundário do TP;

- atender a todos os requisitos metrológicos pertinentes à classe 0,2 prescritos na norma NBR 14519 ou à classe 0,2S da norma IEC-687. Para os sistemas de medição existentes podem ser aceitos medidores com classe 0,5, para o caso de usinas com potência instalada nominal igual ou inferior a 10.000 kW;

Recomenda-se que a estes medidores sejam acrescidos dispositivos (chaves de aferição) que possibilitem: curto-circuitar e aterrar os secundários dos TC, conectar instrumentos para ensaios individuais por circuito, e permitam manutenção, calibração dos medidores, e ensaios na cabeação interna dos painéis, sem necessidade de desligamento do sistema de geração.

4.2.3. PONTOS DE MEDIÇÃO

Para a implantação do SCD deverão ser considerados os seguintes aspectos quanto à medição das grandezas elétricas, conforme previsto na Resolução Normativa ANEEL n° 163:

i) sistema de medição individualizado, por UG, em usina com potência nominal igual ou superior a 20.000 kW;

ii) sistema de medição individualizado, em UG com potência nominal igual ou superior a 5.000 kW;

iii) sistema de medição considerando o agrupamento de UG, para usina com UG de potência nominal inferior a 5.000 kW, excetuando-se o caso previsto em (i). A critério do agente de geração, poderá ser instalado sistema de medição individualizado nestas UG.

As medições deverão ser realizadas nos seguintes locais:

- bornes terminais da UG (no caso de medição individualizada);

- ponto(s) de conexão da usina à rede de distribuição da concessionária.

A medição nos bornes da UG será realizada no secundário do TI, antes de qualquer

derivação. Serão medidas as grandezas elétricas associadas diretamente à UG.

A energia elétrica total suprida à rede dev erá ser medida no(s) ponto(s) de conexão
A energia elétrica total suprida à rede dev erá ser medida no(s) ponto(s) de conexão
A energia elétrica total suprida à rede dev erá ser medida no(s) ponto(s) de conexão

A energia elétrica total suprida à rede deverá ser medida no(s) ponto(s) de conexão da usina à rede de distribuição, no secundário do TI. Não serão medidos / considerados nesta etapa:

- o valor da carga própria da usina, e

- o suprimento elétrico a partir de fonte energética não contemplada na sistemática de rateio da CCC.

4.2.4. EXCEÇÕES

No caso de usina termelétrica que opere como reserva de linha de transmissão, ou de outra usina, o agente de geração fica desobrigado de instalar o SCD, desde que essa modalidade de operação esteja prevista no Plano Anual de Combustíveis – PAC, conforme previsto na Resolução Normativa ANEEL n° 163.

4.3. C ONSUMO DE C OMBUSTÍVEL (CC) As grandezas referentes a consumo de co mbustível
4.3. C ONSUMO DE C OMBUSTÍVEL (CC) As grandezas referentes a consumo de co mbustível
4.3. C ONSUMO DE C OMBUSTÍVEL (CC) As grandezas referentes a consumo de co mbustível

4.3. CONSUMO DE COMBUSTÍVEL(CC)

As grandezas referentes a consumo de combustível serão obtidas a partir de medições de vazão (volumétricas ou mássicas) totalizadas em base horária, não cumulativa. A unidade de medida a ser adotada é equivalente àquela utilizada na sua comercialização (litros ou quilos).

Dependendo da topologia do sistema de alimentação de combustível da usina à(s) unidade(s) geradora(s), as medições deverão ser efetuadas de forma a garantir uma sincronização mínima, em base horária, com as grandezas elétricas coletadas. Dessa forma, as medições de fluxo do combustível deverão ser aplicadas nas vias de admissão (QA) e de retorno (QR) de cada tanque de serviço, ou junto à UG, no caso de medições individualizadas. A expressão algébrica para cálculo do consumo de combustível para cada par de medidores (CC) é a seguinte:

4.3.1. MEDIDORES DE VAZÃO

CC = QA – QR

São requisitos mínimos a serem atendidos pelos medidores:

- Certificado de calibração;

- Certificado de conformidade emitido por organismo de Ce rtificação de Produto, credenciado pelo INMETRO,

- Certificado de conformidade emitido por organismo de Certificação de Produto, credenciado pelo INMETRO, ou certificado de conformidade de modelo aprovado,

emitido pelo INMETRO;

de Produto, credenciado pelo INMETRO, ou certificado de conformidade de modelo aprovado, emitido pelo INMETRO;

- Classe de Exatidão do sistema de medição igual ou melhor que 0,3, consideradas as condições do projeto;

- A faixa de trabalho do medidor deve ser de no mínimo 1:10.

4.3.2. INSTALAÇÃO DOS MEDIDORES

Para a implantação do SCD deverão ser considerados os seguintes aspectos quanto à medição de consumo de combustível, conforme previsto na Resolução Normativa ANEEL n° 163, de 01/08/2005:

i) sistema de medição individualizado, por UG em usina com potência nominal igual ou superior a 20.000 kW;

ii) sistema de medição individualizado em UG com potência nominal igual ou superior a 5.000 kW;

iii) sistema de medição considerando o agrupamento de UG, para usina com UG de potência nominal inferior a 5.000 kW, excetuando-se o caso previsto em (i). A critério do agente de geração, poderá ser instalado sistema de medição individualizada nestas UG;

iv) Em usina termelétrica de potência instalada inferior a 1.000 kW, o agente de geração fica desobrigado de implantar sistema de medição de consumo de combustível.

Esses medidores devem estar acoplados diretamente à tubulação de admissão de combustível e à tubulação de retorno do motor da UG, para o caso de medição

individualizada. No caso de medição agrupada, os medidores devem ser instalados obedecendo aos seguintes critérios:
individualizada. No caso de medição agrupada, os medidores devem ser instalados obedecendo aos seguintes critérios:
individualizada. No caso de medição agrupada, os medidores devem ser instalados obedecendo aos seguintes critérios:

individualizada. No caso de medição agrupada, os medidores devem ser instalados obedecendo aos seguintes critérios:

- nas vias de admissão: antes da primeira derivação do(s) tanque(s) de serviço para alimentação do agrupamento de UG;

- nas vias de retorno: após o ponto de agrupamento das UG ao respectivo tanque de serviço.

Recomenda-se os seguintes cuidados ao instalar os medidores:

- manter o medidor absolutamente limpo, evitando a entrada de corpos estranhos no interior do mesmo por meio do uso de dispositivo filtrante na via de admissão ou similar;

- observar se a condição de instalação do medidor “in loco” está de acordo com a condição na qual foi calibrado;

- para evitar turbilhonamento na entrada do medidor, garantir um trecho reto de tubulação, tanto a montante quanto a jusante do medidor, com comprimento mínimo de 10 e 5 vezes, respectivamente, em relação ao diâmetro nominal do medidor. Caso seja verificado turbilhonamento excessivo, verificar a possibilidade de instalar retificador de fluxo na linha;

- prever a instalação de válvulas de bloqueio a montante e a jusante do medidor, conjugadas a instalação de válvula bypass, de modo a manter o fluxo de combustível independente de intervenções no medidor.

5. P LATAFORMA DE TRANSMISSÃO DE DADOS A Plataforma de Transmissão de Dados deverá incorporar
5. P LATAFORMA DE TRANSMISSÃO DE DADOS A Plataforma de Transmissão de Dados deverá incorporar
5. P LATAFORMA DE TRANSMISSÃO DE DADOS A Plataforma de Transmissão de Dados deverá incorporar

5. PLATAFORMA DE TRANSMISSÃO DE DADOS

A Plataforma de Transmissão de Dados deverá incorporar funcionalidades que

permitam coleta, armazenamento, conexão e envio dos arquivos digitais que contém

as informações registradas pelos medidores de grandezas físicas à Eletrobrás através da Internet. Independentemente da plataforma adotada, deverá ser garantida pelo agente de geração a integridade dos dados registrados pelos medidores.

O funcionamento da plataforma deve ser garantido durante todo o processo de

coleta, armazenagem, conexão e envio, independente de falha na linha de alimentação dos equipamentos, de modo a não haver perda das informações medidas, registradas ou armazenadas.

O padrão de intercâmbio de informações entre os equipamentos que compõem a

plataforma deve ser tal que permita alcançar compatibilidade entre os sistemas e equipamentos de medição de diferentes fabricantes, quando aplicável. A plataforma deve ser desenvolvida de modo a garantir a exatidão dos TI e dos medidores.

As conexões entre equipamentos da plataforma de transmissão de dados devem ser realizadas de modo a manter a qualidade do sinal compatível à exatidão dos medidores e transformadores de instrumentos ora especificados.

Nos casos em que o agente de geração não tiver provedor de acesso a Internet para envio dos arquivos digitais, a Eletrobrás disponibilizará acesso discado, dedicado exclusivamente ao atendimento desta especificação. Maiores informações quanto a esta modalidade de acesso poderão ser acessadas na página da Eletrobrás na Internet.

A periodicidade para envio dos arquivos é a seguinte:

- Usinas com potência instalada igual ou superior a 5.000 kW: em arquivos digitais diários, enviados até o segundo dia útil posterior;

- Usinas com potência instalada inferior a 5.000 kW: em arquivos digitais mensais, enviados até o dia 10 do mês subseqüente;

Definições quanto ao formato do arquivo e máscara de dados a ser enviado pelo agente de geração, estão descritas no item 6.3 desta especificação.

5.1. INICIALIZAÇÃO DO SCD

Após a implantação e comissionamento do SCD na usina, deverá ser informada a Eletrobrás, por meio do e-mail cesi@eletrobras.com, a data a partir da qual serão encaminhadas as informações das grandezas físicas solicitadas nesta especificação.

6. A RQUITETURA B ÁSICA DO S ISTEMA DE C OLETA DE D ADOS 6.1.
6. A RQUITETURA B ÁSICA DO S ISTEMA DE C OLETA DE D ADOS 6.1.
6. A RQUITETURA B ÁSICA DO S ISTEMA DE C OLETA DE D ADOS 6.1.

6. ARQUITETURA BÁSICA DO SISTEMA DE COLETA DE DADOS

6.1. COLETA DE DADOS A PARTIR DOS MEDIDORES DAS USINAS

Internet Eletrobrás

http://www.eletrobras.com.br

U SINAS Internet Eletrobrás http://www.eletrobras.com.br MEDIDOR DE COMBUSTÍVEL FLUXO DE DADOS - COMBUSTÍVEL
MEDIDOR DE COMBUSTÍVEL FLUXO DE DADOS - COMBUSTÍVEL FLUXO DE DADOS - GRANDEZAS ELÉTRICAS COMBUSTÍVEL
MEDIDOR DE COMBUSTÍVEL
FLUXO DE DADOS - COMBUSTÍVEL
FLUXO DE DADOS - GRANDEZAS ELÉTRICAS
COMBUSTÍVEL
GRANDEZAS ELÉTRICAS
TRANSFORMADOR
UCM
UCM
EMPRESA “A”
EMPRESA “B”
GERADOR ELÉTRICO
SERVIDOR
TANQUE DE SERVIÇO
INTERNET
MEDIDOR DE GRANDEZAS ELÉTRICAS
(ELETROBRÁS)
PORTA DE COMUNICAÇÃO ELETROBRÁS
PORTA DE COMUNICAÇÃO AGENTE
UCM
UNIDADE CENTRAL DE COLETA DE MEDIÇÃO
TRANSPORTE VIA INTERNET
TRANSPORTE VIA INTERNET
(DIAL-UP, TDMA, CDMA, GSM, SATÉLITE)
(DIAL-UP, TDMA, CDMA, GSM, SATÉLITE)
TRANSPORTE VIA INTERNET
(DIAL-UP, TDMA, CDMA, GSM, SATÉLITE)
Arquivo.txt
Arquivo.txt
Arquivo.txt
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS

UTE A1

UTE A2

UTE B1

Nesta alternativa, o agente de geração encaminhará diretamente à Eletrobrás os valores registrados pelos medidores e memória de massa, por meio da plataforma para transmissão de dados. O acesso do agente de geração para as suas necessidades específicas deve ser realizado através de porta de comunicação dedicada, sem prejuízo ao atendimento desta especificação.

6.2. C OLETA A PARTIR DE U NIDADE C ENTRAL DE M EDIÇÕES (UCM) Internet
6.2. C OLETA A PARTIR DE U NIDADE C ENTRAL DE M EDIÇÕES (UCM) Internet
6.2. C OLETA A PARTIR DE U NIDADE C ENTRAL DE M EDIÇÕES (UCM) Internet

6.2. COLETA A PARTIR DE UNIDADE CENTRAL DE MEDIÇÕES (UCM)

Internet Eletrobrás

http://www.eletrobras.com.br

MEDIDOR DE COMBUSTÍVEL FLUXO DE DADOS - COMBUSTÍVEL FLUXO DE DADOS - GRANDEZAS ELÉTRICAS COMBUSTÍVEL
MEDIDOR DE COMBUSTÍVEL
FLUXO DE DADOS - COMBUSTÍVEL
FLUXO DE DADOS - GRANDEZAS ELÉTRICAS
COMBUSTÍVEL
GRANDEZAS ELÉTRICAS
TRANSFORMADOR
GERADOR ELÉTRICO
TANQUE DE SERVIÇO
MEDIDOR DE GRANDEZAS ELÉTRICAS
SERVIDOR
PORTA DE COMUNICAÇÃO ELETROBRÁS
INTERNET
UCM
UNIDADE CENTRAL DE COLETA DE MEDIÇÃO
(ELETROBRÁS)
Empresa A
Empresa B
Empresa C
Arquivo.txt
Arquivo.txt
Arquivo.txt
UCM
UCM
UCM
TRANSPORTE VIA INTERNET
TRANSPORTE VIA INTERNET
TRANSPORTE VIA INTERNET
OU REDE PRIVADA
OU REDE PRIVADA
OU REDE PRIVADA
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS
PLATAFORMA PARA
TRANSMISSÃO DE DADOS
UTE A1
UTE B1
UTE C1

O Sistema de Coleta de Dados da Eletrobrás recebe os valores registrados nos

medidores e memória de massa a partir de uma Unidade Central de Medição (UCM)

do agente de geração. Caberá ao agente enviar os dados coletados na plataforma de

transmissão de dados em arquivos digitais no formato definido nesta especificação, garantindo a integridade dos mesmos.

6.3. F ORMATO DOS D ADOS 6.3.1. A RQUIVOS D IGITAIS DIÁRIOS EM BASE HORÁRIA
6.3. F ORMATO DOS D ADOS 6.3.1. A RQUIVOS D IGITAIS DIÁRIOS EM BASE HORÁRIA
6.3. F ORMATO DOS D ADOS 6.3.1. A RQUIVOS D IGITAIS DIÁRIOS EM BASE HORÁRIA

6.3. FORMATO DOS DADOS

6.3.1. ARQUIVOS DIGITAIS DIÁRIOS EM BASE HORÁRIA

Os arquivos digitais a serem enviados à Eletrobrás pelos agentes de geração deverão estar em formato público, com extensão TXT, e todos os caracteres devem ser codificados em ASCII (American Standard Code for Information Interchange). As informações sobre grandezas físicas contidas nestes arquivos poderão contemplar dados referentes a um ou mais medidores da mesma usina.

Para as informações referentes a consumo de combustível, a máscara de dados a ser implantada nos arquivos digitais, será conforme o seguinte modelo:

----COL 1---- ---- COL 2---- -- COL 3-- - COL 4- - COL 5 -

9999999999999 99999999999999 9999/99/99 99:00:00 999999,99

onde:

COL 1 - Número de Série do medidor; COL 2 - Identificador do medidor (ELETROBRÁS); COL 3 - Data das medições no formato AAAA/MM/DD; COL 4 - Hora da totalização das medições; COL 5 - Volume de combustível totalizado em base horária, não cumulativo, na unidade em que o mesmo é comercializado;

Para as informações associadas às grandezas elétricas:

----COL 1---- ---- COL 2---- -- COL 3-- - COL 4- -COL 5- -COL 6- -COL 7- -COL 8- -COL 9- -COL10- -COL11- --COL 12-- --COL 13-- --COL 14-- --COL 15--

9999999999999 99999999999999 9999/99/99 99:00:00 9999,99 9999,99 9999,99 9999,99 9999,99 9999,99

onde:

99,9 999999,999 999999,999 999999,999 999999,999

COL 1 - Número de Série do medidor; COL 2 - Identificador do medidor (ELETROBRÁS); COL 3 - Data das medições no formato AAAA/MM/DD; COL 4 - Hora da totalização das medições; COL 5 - Valor eficaz da tensão elétrica fase-neutro, fase A, expresso em quilovolt; COL 6 - Valor eficaz da tensão elétrica fase-neutro, fase B, expresso em quilovolt; COL 7 - Valor eficaz da tensão elétrica fase-neutro, fase C, expresso em quilovolt; COL 8 - Valor eficaz da corrente elétrica, fase A, expresso em ampére; COL 9 - Valor eficaz da corrente elétrica, fase B, expresso em ampére; COL10 - Valor eficaz da corrente elétrica, fase C, expresso em ampére; COL11 - Valor da frequência, expresso em hertz; COL12 - Valor da potência ativa instantânea, expressa em quilowatt; COL13 - Valor da energia ativa trifásica; expressa em quilowatt-hora; COL14 - Valor da potência reativa instantânea, expressa em quilovolt-ampére-reativo; COL15 - Valor da energia reativa trifásica; expressa em quilovolt-ampére-rerativo-hora;

Para as duas máscaras, o identificador Eletrobrás (COLUNA 2) será obtido a partir do cadastro
Para as duas máscaras, o identificador Eletrobrás (COLUNA 2) será obtido a partir do cadastro
Para as duas máscaras, o identificador Eletrobrás (COLUNA 2) será obtido a partir do cadastro

Para as duas máscaras, o identificador Eletrobrás (COLUNA 2) será obtido a partir do cadastro das características de cada usina. Este cadastro será liberado para o agente de geração na página da Eletrobrás na Internet, tão logo seja encaminhado o diagrama esquemático da usina, em conformidade ao descrito no item 7 desta especificação, com a indicação dos pontos de medição das grandezas físicas.

6.3.2. INFORMAÇÕES DA MEMÓRIA DE MASSA

As informações contidas na memória de ma ssa do dispositivo de medição e registro do

As informações contidas na memória de massa do dispositivo de medição e registro do SCD, deverão ser enviadas por todas as usinas até o dia 10 do mês subseqüente, por meio de arquivos digitais no formato proprietário do fabricante do equipamento, sem nenhum tratamento ou formatação adicionais. O fabricante selecionado deverá disponibilizar à ANEEL / ELETROBRÁS aplicativos que permitam a recuperação

dessas informações, para futura utilização.

à ANEEL / ELETROBRÁS aplicativos que permitam a recuperação dessas informações, para futura utilização.
7. E NCAMINHAMENTO DE I NFORMAÇÕES Para as usinas com potência instalada i gual ou
7. E NCAMINHAMENTO DE I NFORMAÇÕES Para as usinas com potência instalada i gual ou
7. E NCAMINHAMENTO DE I NFORMAÇÕES Para as usinas com potência instalada i gual ou

7. ENCAMINHAMENTO DE INFORMAÇÕES

Para as usinas com potência instalada igual ou superior a 10.000 kW, o agente de geração deverá enviar para a Eletrobrás, no prazo de 30 dias, contados a partir da publicação desta especificação na página da empresa na Internet, diagrama esquemático da usina, onde serão indicados os pontos de medição das grandezas físicas associados ao diagrama unifilar da usina/subestação e ao fluxograma do sistema de armazenamento e distribuição de combustível da usina.

Para as demais usinas, o prazo para envio do diagrama esquemático será de 90 dias a partir do marco citado.

O envio deste diagrama esquemático ocorrerá por meio de formato de arquivo portátil de dados (PDF) através do e-mail cesi@eletrobras.com.

Após a implantação do SCD, deverão ser encaminhadas à Eletrobrás, em até 30 (trinta) dias, conforme parágrafo 2°, Art.6° da Resolução Normativa ANEEL n° 163, todas as informações técnicas pertinentes à usina, abaixo descritas:

- Características técnicas individuais das UG e conjuntos agrupados, a saber:

- Combustível Principal e densidade (kg/m³);

- Combustível Alternativo e densidade (kg/m³);

- “Heat Rate” da Central Geradora (kJ/kWh);

- Gerador Elétrico (potência, tensão, fator de potência, freqüência, classe de isolamento, rotação, fabricante, data de operação comercial);

- Tipo do Equipamento Motriz (turbina a vapor / motor a pistão / turbina a gás industrial / turbina a gás aeroderivada), potência, consumo específico, rotação

e fabricante. Para a opção de Turbina a vapor, deverá ser informado: tipo de

gerador de vapor, Produção de vapor para energia elétrica (t/h), Produção de vapor para processos (t/h), Pressão de Vapor (bar), temperatura (°C), ciclo

térmico (simples, combinado ou cogeração) e sistema de resfriamento (vazão

e temperatura de água).

- Diagramas esquemáticos de operação, compostos de:

Diagrama unifilar da usina/subestação e características de operação, inclusive indicando a localização definitiva dos medidores de grandezas elétricas e sua interligação aos instrumentos de medição, bem como suas características, tais como exatidão, relações, fator térmico e constantes;

- Fluxograma do sistema de recebimento, tratamento, armazenamento, distribuição de combustível e abastecimento das UG, indicando as ligações definitivas dos instrumentos de medição de consumo de combustível. Os tanques existentes para estocagem de combustível deverão ser classificados conforme sua finalidade (armazenamento, decantador ou de serviço), identificando sua capacidade total e lastro (em litros) e seu Certificado de Arqueamento emitido pelo INMETRO.

-

- Especificações de equipamentos associ ados à operação da usina/subestação; - Especificação de todos os
- Especificações de equipamentos associ ados à operação da usina/subestação; - Especificação de todos os
- Especificações de equipamentos associ ados à operação da usina/subestação; - Especificação de todos os

- Especificações de equipamentos associados à operação da usina/subestação;

- Especificação de todos os componentes associados ao SCD.

O padrão de apresentação destas informações estará disponível na página da Eletrobrás na Internet.

8. ESCLARECIMENTOS SOBRE A ESPECIFICAÇÃO

Esclarecimentos e informações que por ventura se façam necessários, devem ser encaminhados ao e-mail cesi@eletrobras.com.