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LOGÍSTICA: FONTE DE VANTAGENS

COMPETITIVAS OU MITO

Carlos Roberto Danker


Prof. Irzo Antônio Beckedorff
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Processos Gerenciais (EMD1271) – Logística
01/09/08

RESUMO

O termo logística foi desenvolvido pelos militares, para designar estratégias de abastecimento de
seus exércitos nos fronts de guerra, com o intuito de que nada lhes faltasse. Não lhes poderiam
faltar os armamentos, munições, medicamentos, alimentos, vestuários adequados nas quantidades
certas e ao tempo certo, pois não adiantaria absolutamente nada os soldados receberem tudo aquilo
que necessitavam depois de debelados pelos inimigos, logística, então surge aí. O termo logística
está agora sendo utilizado por aquelas organizações dependentes em pontos amplamente dispersos
de fornecimento para satisfazer as necessidades de um grande número de clientes amplamente
dispersos e pode ocorrer tanto dentro das fronteiras nacionais quanto em ambientes internacionais.

Palavras-chave: Logística; Necessidades; Organizações

1 INTRODUÇÃO

Irei neste trabalho apresentar uma introdução à Logística, apresentando seus principais
conceitos, características, aspectos, tipos de transporte e definições.

Primeiramente, irei definir o que é logística, segundo o Dicionário Aurélio:

“Parte da arte da guerra que trata do Planejamento e da realização de: projeto e


desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição,
reparação, manutenção e evacuação de material (para fins operativos e
administrativos); Recrutamento, incorporação, instrução, e adestramento,
designação, transporte, bem estar, evacuação, hospitalização e desligamento de
pessoal; Aquisição ou construção, reparação, manutenção e operação de
instalações e acessórios destinados a ajudar o desempenho de qualquer função
militar; Contrato ou prestação de serviços.

O objetivo da logística é estudar como a administração pode prover melhor o nível de


rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores, através de planejamento,
organização e controle efetivo para as atividades de movimentação e armazenagem que visam
facilitar o fluxo de produtos. Em tempos de globalização e de alta competitividade empresarial, a
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logística, hoje em dia, é sem sombra de dúvidas o grande diferencial em termos de gestão
administrativa.

2 A LOGÍSTICA

Usando o processo de Logística, podemos obter uma vantagem competitiva, isto significa
uma supremacia duradoura em relação à concorrência, obtendo a preferência dos clientes. A logística
preocupa-se com o gerenciamento do fluxo físico que começa com a fonte de fornecimento e termina
no ponto de consumo. É claramente mais do que apenas uma preocupação com produtos acabados, é
a visão tradicional da distribuição física. A logística está mais preocupada com a fábrica e o local de
estocagem, níveis de inventário e sistemas de informações, bem como com transporte e
armazenagem. Assim, sinteticamente, podemos definir logística como o gerenciamento de material
de chão a chão.

A logística é essencial. É um fato econômico que tanto os recursos quanto os seus


consumidores estão espalhados numa ampla área geográfica. Além disso, os consumidores não
residem se é que alguma vez o fizeram próximos donde os bens ou produtos estão localizados. Este é
o problema enfrentado pela Logística: diminuir o hiato entre a produção e a demanda, de modo que
os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que
desejarem.

Assim, podemos dizer que a Logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição,


movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados, e os fluxos de informações
correlatas através da organização e seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as
lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo. Outra definição
interessante e mais abrangente diz o seguinte: trata-se do processo de planejamento, implementação e
controle do fluxo e armazenagem de matérias prima, inventário em processo, produtos acabados e
informações correlatas do ponto de origem ao ponto de consumo em conformidade com os requisitos
do cliente.

A logística empresarial trata de todas as atividades de movimentação e armazenagem, que


facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo
final, assim como dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o
propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável.

É importante esclarecer que na citação acima o termo "produto" engloba tanto bens como serviços.
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3 A IMPORTANCIA DA LOGISTICA

A maioria das firmas de serviços ou agências e instituições governamentais, assim como


todas as empresas privadas, necessitam do auxílio de um especialista em logística em variados graus.
Assim, o interesse pela logística tem aumentado muito nos últimos anos. Cada vez mais pessoas
estão enxergando na logística uma perspectiva de um bom emprego, o que está levando cada vez
mais pessoas aos cursos sobre logística. As organizações e executivos estão percebendo que a
logística é fundamental para o sucesso de suas organizações.

Os administradores estão reconhecendo, agora, a necessidade de se estabelecer um conceito


bem definido de logística Industrial, uma vez que começam a compreender melhor o fluxo contínuo
de materiais, as relações tempo-estoque na produção e distribuição e os aspectos relativos ao fluxo de
caixa no controle de materiais. A verdade é que o enfoque da administração está mudando o
tradicional "produza, estoque, venda" para um conceito mais atualizado, que envolve "definição de
mercado, planejamento do produto, apoio logístico".

Assim, podemos observar que a importância da logística vem crescendo à medida que os
desafios do mercado aumentam. A globalização, sem sobra de dúvida, vem trazendo novos desafios
para todos os ramos da Administração, que está sendo obrigada a reaviar seus conceitos e modelos.

Investir em logística é uma estratégia na quais empresas de transportes de carga no Brasil


estão apostando para sobreviverem no mercado. Em alguns países da Ásia, a logística já se encontra
num processo bastante avançado. Afinal de contas, temos que considerar o seguinte: quem vai
providenciar a entrega dos produtos vendidos na era do e-commerce? Somente operadores logísticos
bem estruturados serão capazes de vencer este desafio tanto em se falando de entregas locais como
internacionais.

Segundo KOTLER & ARMSTRONG (1999, p. 285) as empresas estão valorizando cada vez
mais a logística por várias razões: primeiro, por ser um elemento essencial no que se refere aos
serviços prestados aos clientes; por produzir consideráveis reduções de custos para a empresa e para
os consumidores; também devido à imensa variedade de produtos criando a necessidade de um
aprimorado gerenciamento de logística e, por fim, aprimoramento da tecnologia de informações
criando oportunidade de maior eficiência na distribuição.

As empresas Ponto.Com, que são as empresas que realizam o e-commerce, precisam dar
extrema importância à logística, tendo em vista que fazer o produto chegar até o cliente na
quantidade certa, no local certo e na hora certa é fundamental para o sucesso da empresa. Assim,
empresas como a Americanas.com ou o Submarino, dão extrema importância a logística.
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Em um comércio eletrônico, não basta ter um excelente site, um excelente produto e um
excelente preço. É imperativa uma excelente entrega. Quando falamos em desafio, nos referimos a
movimentar os produtos e materiais com o menor custo e a maior eficiência possíveis.

Podemos afirmar que uma empresa pode alcançar uma posição de superioridade duradoura
sobre os concorrentes, em termos de preferência do cliente, através da logística. As bases do sucesso
no mercado são muitas, mas um modelo simples é baseado na trilogia: companhia, seus clientes e
seus concorrentes, chamados de os três "Cs". A fonte de vantagem competitiva é encontrada,
primeiramente, na capacidade de a empresa diferenciar-se de seus concorrentes aos olhos do cliente
e, em segundo lugar, pela capacidade de operar a baixo custo e, portanto, com lucro maior. A procura
de uma vantagem competitiva sustentável e defensável tem se tornado a preocupação de todo gerente
alerta para as realidades do mercado. Não se pode mais pressupor que os produtos bons sempre
vendem, nem é aceitável imaginar que o sucesso de hoje continuará no futuro.

Neste sentido, o conceito de logística CZINKOTA et al. (2001, p. 314):


Também chamada de distribuição física, a logística envolve
planejamento, implementação e controle do fluxo físico de materiais,
produtos finais e informações correlatas, dos pontos de origem até os
pontos de consumo, de modo a atender às exigências dos clientes a certo
lucro. Quer se escolha usar a expressão distribuição física, logística ou
gerenciamento da cadeia de suprimento, o princípio subjacente é a
obtenção de uma forte cooperação entre os membros do canal através de
um efetivo gerenciamento interorganizacional.

3.1 Razões pelo Interesse da Logística

A conscientização da importância da logística está crescendo cada vez mais em relação ao


impacto que a logística tem na lucratividade empresarial. A maior conscientização enfatizou o
gerenciamento de todo o processo logístico assumindo maior controle sobre as ações dos
fornecedores, distribuidores e clientes a fim de combinar as taxas de produção com a demanda do
usuário final. Dessa forma, é possível reduzir inventários, diminuir lead times e reduzir os custos
logísticos totais.

Podemos apresentar as seguintes razões do interesse pela logística:

 Rápido crescimento dos custos, particularmente dos relativos aos serviços de transporte e
armazenagem;
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 Desenvolvimento de técnicas matemáticas e do equipamento de computação capazes de tratar
eficientemente a massa de dados normalmente necessária para a análise de um problema
logístico;

 Complexidade crescente da administração de materiais e da distribuição física, tornando


necessários sistemas mais complexos;

 Disponibilidade de maior gama de serviços logísticos;

 Mudanças de mercado e de canais de distribuição, especialmente para bens de consumo;

 Tendência de os varejistas e atacadistas transferirem as responsabilidades de administração de


estoques para os fabricantes.

Um fator importante no desenvolvimento tanto da distribuição física quanto do gerenciamento de


materiais foi a rápida expansão da tecnologia de computador. O desenvolvimento de programas de
computador operacionais e estratégicos, estratégicos no sentido de planejamento e operacionais no
sentido de gerenciamento, foi vital à maturidade de ambos os conceitos. Novos sistemas fornecendo
processamento de pedidos e compras numa base de tempo real tornaram-se uma forma comum de
operação.

3.2 Benefícios da Logística

Os benefícios realizados com a boa logística irão variar dependendo do enfoque das empresas
e das oportunidades disponíveis em cada momento. Os benefícios usualmente virão de "fazer as
coisas com menor custo" e "fazer as coisas de modo melhor". Eles também serão realizados para
obter produtos aos clientes mais rapidamente e pago mais rapidamente – isto envolve o exame
especialmente do conceito de lead time.

Podemos então observar que a logística oferece os seguintes benefícios:

 Distribuição mais rápida.

 Menores custos de distribuição.

 Menores volumes e custos de estoque (como podemos alterar os procedimentos atuais para
apoiar demandas de serviço mais rígidas).

 Menos perda de produtos / avarias.


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 Reações mais rápidas às mudanças na demanda.

 Melhor serviço ao cliente.

 Qualidade melhor gerenciada.

Realizar tais benefícios pode significar uma mudança radical no estilo gerencial e atributos.
Isto com muita freqüência é mais importante do que novas técnicas

4 A IMPORTANCIA DOS MEIOS DE TRANSPORTE PARA A LOGÍSTICA

Os sistemas de transportes de todo o mundo, seja de carga ou de passageiros, sempre assumiu


uma característica importante nas políticas gerenciais. Como é sabida dos estudiosos em
Administração, uma organização que necessite de algum meio de transporte para defender seus
objetivos, deve tratá-lo da mesma forma que trata a compra de qualquer outra mercadoria: tomando
como base a qualidade, o preço e o serviço. Deve, pois, transportar seus produtos por meios que
garantam prontas entregas com um mínimo de extravio ou dano à carga, que tenha disposição para
cooperar em caso de eventuais modificações, que cometa o mínimo de erro no faturamento e assim
por diante. Para tanto, o administrador deve saber o seguinte sobre os possíveis meios de transporte
que poderá contratar

4.1Transporte Rodoviário

Os caminhões, as carretas, as caminhonetes e demais veículos de carga rodoviários são


responsáveis por 55% de todo o volume de carga transportado no Brasil. Esta estatística talvez não
seja tão representativa na Europa e nos estados Unidos uma vez que os transportes ferroviários,
marítimos, de cabotagem e até mesmo aéreos são mais viáveis, dentro de um contexto econômico,
que no Brasil. As maiores vantagens trazidas por esse meio seriam o preço competitivo, apesar de
existirem meios mais baratos (ferroviários, marítimos, cabotagem, etc.), o grande poder de
interconectivdade, isto é, a grande capacidade de se chegar onde quiser e aproveitar outros meios de
transporte (por exemplo, temos os casos de caminhões que embarcam em balsas para economizarem
parte de percurso),a velocidade de entrega, uma das maiores, e a sua capacidade de carga, que
abrange quase todas as necessidades. Por essas colocações, o transporte rodoviário é o mais comum
no Brasil e no mundo.

4.2 Transporte Ferroviário


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No Brasil, o transporte de cargas por ferrovias parece ser de bom tamanho tendo em vista o
tamanho da Federação, mas, apesar de muitos projetos e incentivos governamentais, essa idéia anda
cada vez mais para trás em relação aos demais meios de transporte. A esperança maior fica por conta
da privatização das ferrovias brasileiras tentando tirar a ferrugem dos trilhos, muitas vezes até
virgens. A nível mundial poderíamos até dizer que é o mais utilizado, sobretudo na Europa, Ásia e
América do norte, onde os trilhos chegam a grandes distâncias, facilitando a distribuição dos bens
produzidos. O que podemos observar é que o transporte ferroviário teve uma alavancagem bastante
forte entre os anos 60 e 70, crescendo de 17% para 24% a sua participação no transporte de carga,
principalmente nas cargas para longas distâncias, que é o forte do transporte ferroviário. Mas vem
perdendo terreno desde então. Sua conectividade é relativamente boa para os transportes rodoviários
e aquáticos. A capacidade de carga é bastante elevada, o que atende sobretudo o mercado de
extrativismo mineral, como é o caso das duas ferrovias que atendem as necessidades da Companhia
Vale do Rio Doce, e agrícola, para escoar suas mercadorias para longas distância e portos do país,
como o de Santos - SP, abrindo o caminho para o mercado exterior. É um transporte de considerável
segurança, mas exige uma acomodação cuidadosa do produto durante o transporte. Em matéria de
custo, está competindo com o transporte rodoviário.

4.3 Transportes por Dutos

Sem dúvida alguma, essa é o meio de transporte mais barato que existe, mas é muito restrito
ao material transportado: água (aquedutos), derivados de petróleo (oleodutos) e gás (gasodutos).
Apesar de ser um investimento elevado, o retorno é praticamente seguro.

4.4 Transporte Aéreo

Desde o término da Segunda Guerra Mundial o volume físico do frete aéreo aumentou pelo
menos 50%, embora a tonelagem total ainda seja apenas uma fração muito pequena da transportada
por ferrovias e caminhões (no contexto mundial). O único fator que apresenta moderado crescimento
é o fato de as tarifas aéreas serem duas vezes mais altas que as cobradas pelas estradas de ferro e
linhas de caminhões. É óbvio que para algumas remessas, a velocidade é fator importante e a
expedição deve ser feita da forma mais rápida possível, quase sem levar em conta os custos. Mas há,
pelo menos, duas outras razões para o veloz crescimento dos carregamentos aéreos: primeiro, as
tarifas aéreas não são tão altas como se aparentam. Na maioria dos casos é possível usar containeres
mais leves e nem sempre é necessário qualquer tipo de embalagem. Em segundo lugar, é notório que
a utilização de fretes aéreos barateia consideravelmente os custos desse meio de transporte. Devemos
considerar, ainda, o fator segurança, que certamente é bastante alto no transporte aéreo.
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4.5 Transporte Aquático

Como transporte aquático pode citar o marítimo e o de cabotagem.


O transporte marítimo é a maneira mais barata, e geralmente mais lenta, de remeter qualquer
mercadoria - particularmente em grandes cargueiros. Esse transporte é preferido para grandes cargas
e grandes distâncias, sobretudo intercontinentais, por garantir uma ótima flexibilidade de rotas na
maioria do percurso.

A navegação de cabotagem, que é feita em rios ou costa marítima, é razoavelmente utilizada


no contexto brasileiro. É mais lenta porém mais barata que o transporte aéreo, rodoviário ou
ferroviário na maioria dos casos. São utilizados pequenos cargueiros e balsas. O sucesso desta
navegação depende das condições geográficas da região a ser atendida e do tamanho e condições de
navegação da costa marítima visada. A importância desse meio de transporte é tão considerada que o
homem chega mesmo a desafiar a natureza, como acontece no canal do Panamá, América Central,
onde o relevo acidentado deu lugar a uma passagem para navios através de comportas e tanques
d'água elevadiços. Já o Canal de Suez, no Egito, é tão importante para o mundo que se fosse fechado,
provocaria uma forte crise de petróleo no mundo, tendo em vista que ele está localizado em um
ponto estratégico, ou seja, na região do Oriente Médio.

5 – SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos) tem representado uma nova e
promissora fronteira para empresas interessadas na obtenção de vantagens competitivas de forma
efetiva e pode ser considerada uma visão expandida, atualizada e, sobretudo, holística da
administração de materiais tradicional, abrangendo a gestão de toda a cadeia produtiva de uma forma
estratégica e integrada. SCM pressupõe, fundamentalmente, que as empresas devem definir suas
estratégias competitivas e funcionais através de seus posicionamentos, tanto como fornecedores,
quanto como clientes, dentro das cadeias produtivas nas quais se inserem. Assim, é importante
ressaltar que o escopo da SCM abrange toda a cadeia produtiva, incluindo a relação da empresa com
seus fornecedores e clientes, e não apenas a relação com os seus fornecedores.
SCM também introduz uma importante mudança no paradigma competitivo, na medida em que
considera que a competição no mercado ocorre, de fato, no nível das cadeias produtivas e não apenas
no nível das unidades de negócios.

Um objetivo básico na SCM é maximizar e tornar realidade as potenciais sinergias entre as


partes da cadeia produtiva, de forma a atender o consumidor final mais eficientemente, tanto através
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da redução dos custos, como através da adição de mais valor aos produtos finais. Redução dos custos
tem sido obtida, através da diminuição do volume de transações de informações e papéis, dos custos
de transporte e estocagem, e da diminuição da variabilidade da demanda de produtos e serviços,
dentre outros. Mais valor tem sido adicionado aos produtos, através da criação de bens e serviços
customizados, do desenvolvimento conjunto de competências distintas; através da cadeia produtiva e
dos esforços para que, tanto fornecedores como clientes, aumentem mutuamente a lucratividade.

6 – CONCLUSÃO

No Brasil, ainda hoje, poucos têm uma clara idéia das operações que envolvem a logística. As
mudanças no mundo dos negócios são contínuas, dando margem para o surgimento de novas
atividades e o crescimento do mercado de operadores logísticos, que procuram acompanhar as
mudanças compartimentais dos canais de movimentação e comercialização dos produtos. Estima-se
em 250 o número de empresas que se dizem operadoras logísticas no Brasil. Conforme consenso dos
grandes estudiosos do setor, mesmo não sendo todos os fornecedores de serviços logísticos,
necessariamente considerados operadores logísticos, existirá sempre lugar para todos que oferecerem
serviços competitivos e de qualidade.

Atualmente, as empresas dos vários setores da economia globalizada são obrigadas a


enfrentar um ambiente interno e externo que muda com uma velocidade nunca antes vista. A
globalização é um fenômeno que afeta todas as áreas, desde a Informática até a Logística. Conforme
é notório em acontecimentos históricos a Logística tem papel fundamental em grandes
empreendimentos, mas somente há poucos anos as organizações começaram a dar a real importância
a este processo facilitador.

Em definição, Logística é um sistema com visão ampla de gerenciamento da cadeia de


suprimentos, do fornecimento de matérias-primas até a distribuição de produtos acabados. Requer o
gerenciamento de todas as funções que torna a cadeia de suprimentos uma entidade única, ao invés
do gerenciamento de funções individuais separadamente.

A logística deve ser vista de forma globalizada, onde as matérias primas são compradas em qualquer
local do globo, são transformadas nas melhores empresas e vendidas onde existe mercado.

Diante da importância assumida por parte da logística como instrumento de competitividade,


do mesmo modo que o marketing, a qualidade, os recursos humanos capacitados, etc., da crescente
tendência de terceirização das atividades que envolvem a movimentação e a logística de produtos e
do uso indiscriminado do termo para designar qualquer serviço. O operador logístico é um
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fornecedor de serviços logísticos, especializado em gerenciar e executar todas ou parte das atividades
logísticas nas várias fases da cadeia de abastecimento de seus clientes, agregando valor aos produtos
dos mesmos, e que tenha competência para, no mínimo, prestar simultaneamente serviços nas três
atividades básicas de controle de estoques, armazenagem e gestão de transportes.

7 REFERÊNCIAS

ARAÚJO, Jorge Siqueira de. Almoxarifados e Almoxarifes. São Paulo: Atlas, 1993.

BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e


distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993.

CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. São Paulo:


Pioneira, 1997.

CZINKOTA, Michael R.; DICKSON, Peter R.; DUNNE, Patrick et al. Marketing: as melhores
práticas. São Paulo: Bookman, 2001
KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 7.ed. Livros técnicos e
científicos. Rio de Janeiro: S.A.,1999