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RELAÇÃO ENFERMEIRO PACIENTE PROFESSORA KACIANE B. BAUERMANN

RELAÇÃO ENFERMEIRO PACIENTE

PROFESSORA KACIANE B. BAUERMANN

Relação Interpessoal

Relações Humanas

Relação Interpessoal

Comunicação

Escuta

Feedback

ENFERMAGEM
ENFERMAGEM

Relação Interpessoal X Enfermagem

CUIDAR

-Mudança na forma de se relacionar com o paciente. -Relação Interpessoal X Relação Terapêutica

Relação Interpessoal X Enfermagem

Raramente profissional é julgado pela competência técnica;

Pessoas criticam uso de termos técnicos,

ausência de feedback ao paciente e cuidados

despersonalizados;

A maioria das pessoas não possui conhecimentos suficientes sobre saúde e padrões

de atendimento que possibilitem uma avaliação sobre os cuidados recebidos.

Relação Interpessoal X Enfermagem

Insatisfação do usuário baseada na comunicação precária entre o profissional de saúde e o paciente;

Isto tem estado relacionada à baixa

resolutividade e qualidade da assistência prestada, bem como a não adesão do paciente ao tratamento.

Relação Interpessoal X Enfermagem

Pessoas avaliam se elas gostaram ou não do profissional: se ele foi amigável e atencioso, ou frio, distante e não comunicativo.

Quando as pessoas são interrogadas sobre o que

consideram importante no cuidado de saúde, elas assinalam que a maneira como o cuidado é dispensado (atenção, interesse, etc) é tão importante, ou até mais importante, do que a qualidade técnica deste cuidado .

Relação Interpessoal X Enfermagem

Um profissional interessado e atencioso é

freqüentemente julgado como competente, enquanto um profissional frio pode ser julgado como incompetente tecnicamente.

A qualidade técnica do cuidado e a maneira como

este cuidado é dispensado são fatores independentes. Pode-se concluir que a comunicação entre o paciente e o profissional é um ponto essencial para os pacientes sentirem-se satisfeitos com a atenção de saúde recebida.

Relação Enfermeiro - Cliente

Fatores que podem desgastar ou prejudicar a relação:

O SERVIÇO DE SAÚDE;

A ESTRUTURA DO SISTEMA DE CUIDADOS À SAÚDE;

COMPORTAMENTOS DO PROFISSIONAL DE

SAÚDE QUE CONTRIBUEM PARA UMA

COMUNICAÇÃO PRECÁRIA;

CONTRIBUIÇÕES DO PACIENTE ÀS DIFICULDADES DE COMUNICAÇÃO;

Relação Enfermeiro - Cliente

Resultados dos problemas de comunicação (relação):

INSATISFAÇÃO USUÁRIO;

FALTA DE CONFIANÇA E ESTABELECIMENTO DE VÍNCULO;

NÃO ADESÃO AOS CUIDADOS ORIENTADOS

OU PRESCRITOS;

NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO.

PODEMOS SER AGENTES EFETIVOS DE MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO?

1. Os profissionais de saúde são uma fonte de credibilidade pelo seu conhecimento das questões de saúde e doença.

2. Os profissionais de saúde podem dar conselhos de saúde simples e importantes, adaptando-os às necessidades individuais e à vulnerabilidade de cada

paciente.

3. Os profissionais de saúde podem ajudar o paciente a decidir pela adesão ao tratamento, enfatizando as vantagens do tratamento e as desvantagens da não

adesão.

PODEMOS SER AGENTES EFETIVOS DE MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO?

4. A natureza da relação (privada, contato face a face), permite uma interação efetiva, se houver atenção, preocupação em esclarecer o paciente, com explicações claras e verdadeiras sobre o que deve ser feito.

5. Os profissionais de saúde podem facilitar a cooperação dos membros da família, promovendo adesão ao

tratamento.

6. O profissional de saúde pode o paciente sob sua supervisão, monitorando o progresso e a continuidade do tratamento através de visitas subseqüentes.

7. A natureza pessoal da interação deve levar o

profissional a estabelecer uma relação atenciosa e afetiva.

Relação Profissional-Cliente

Melani e Silva, 2006:

A relação profissional/paciente envolve,

fundamentalmente, três aspectos

significativos: a conduta clínica, os aspectos éticos e os parâmetros legais.

Aspectos éticos e legais

Código Civil Brasileiro: “ Art 186 – Aquele

que, por ação ou omissão voluntária,

negligência ou imprudência, violar direito ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado

a reparar o dano.”

Código de Ética dos profissionais de Enfermagem: “Resolução COFEN

311/2007, 12 de maio de 2007.”

Relação Profissional-Cliente

Trabalhos realizados em âmbito

administrativo apontam que o relacionamento profissional/ paciente é o

fator motivador mais relevante nas

queixas contra os profissionais e não os aspectos técnico-científicos.

Melani e Silva, 2006

Relação Profissional-Cliente

Estabelecer comunicação efetiva;

Ênfase na ESCUTA e FEEDBACK; Assistência à saúde persolinazada;

ESCUTA

Você sabe ouvir?

Ouvir é uma das mais importantes ferramentas de comunicação. (Minicucci, 2008)

ESCUTA

- Abordagem terapêutica depende da escuta como ferramenta terapêutica;

- Atenção e interesse em conhecer o

indivíduo;

- Capacidade de levar o outro a falar :

entrevista;

“Tão importante quanto

conhecer a doença que o

homem tem, é conhecer o homem que tem a doença”.

Osler

ACOLHIMENTO

O acolhimento deve ser compreendido e

trabalhado como um processo de encontro entre indivíduo/família/comunidade e trabalhadores de saúde, capaz de colocar em prática, na atenção à saúde, a integralidade, a equidade e a

resolubilidade (LACERDA, MAGAJEWSKI e MACHADO,

2010).

ACOLHIMENTO

O acolhimento se estabelece como uma forma de reconhecer a capacidade de todos os membros de uma equipe de saúde para atuarem sobre os

problemas de saúde, exercendo a clínica dentro de

suas competências profissionais específicas em um trabalho usuário centrado.

ACOLHIMENTO

Dimensões do processo de acolhimento;

ACOLHIMENTO • Dimensões do processo de acolhimento;

ACOLHIMENTO

O processo de acolhimento pressupõe uma escuta qualificada e atenta à fala do usuário,

para além da necessidade de reorganização do

processo de trabalho, o que permite que as pessoas sejam envolvidas por um escutar a partir de uma compreensão humanizada,

possibilitando torná-las partícipes do processo amplo que engloba o direito à saúde como um dos constituintes principais para a consolidação

da cidadania (SILVA; BORGES, 2006 apud

LACERDA, MAGAJEWSKI, MACHADO, 2010).

Referencial Bibliográfico

KURCGGANT, Paulina. Administração em Enfermagem.

São Paulo: EPU, 1991.

MINICUCCI, Agostinho. Relações Humanas: psicologia das relações interpessoais. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

MELANI, Rodolfo Francisco Haltenhoff, SILVA, Ricarda Duarte da. A relação profissional-paciente. O entendimento e implicações legais que se estabelecem durante o tratamento ortodôntico. R Dental Press Ortodon Ortop Facial: Maringá, v. 11, n. 6, p. 104- 113, nov./dez. 2006.

LACERDA, J. T. MAGAJEWSKI, F. R. L. MACHADO, N. M. V.

Processo de trabalho e planejamento na estratégia saúde da família. Florianópolis: UFSC, 2010.