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Arsélio Martins
II T, \ \
II' , \ \
II' , \ \
I " ' \ ,
I i' \ ,
A Tri8~etria no programa do 11.2anoto~nou-se um casosério',que merece exercíciosde cálculo dos valoresdasfunçõesde algunsângulos,estesnão devem
sera~al~adocuidadosamente. " ,
servir paraoutrosexercíciosrotineirosde simplificaçãoou cálculo e estãolá para
},1 \ ,
fornecervaloresde controle crítico (principalmenteno estudofuturo dasfunções
As fJ~i~asanteriores de ensinoda TrigonometJia podiamfazerpreter que o
trigonométricascomo funçõesreaisde variável real -no 12.Qano). O estudodas
el}6~ia~odo programa nãoserialido e quecad~leitor,emvezde ler~~eguiria
variaçõesdas funções não pretendemais do que confirmar para as generaliza-
lln'abstfactoprogramaimpostopor algumatradi~o. E assimfoi. Uma'{ápida
,~...;geln ~osolhospelosmanuais escolares e podemo'~ verque,emvezdo actual ções o que já era conhecido e é imediato observar a partir do círculo
, sfrogmnm de trigonometriado 11.2ano,algunsautore~ escreveram a trigond\Tle- trigonométrico. As relações a estabelecerentre funções circulares de ângulos
: ,tria q~efscreveriam dequalquermodo,qualquerquet~sseo programa. , pouco mais é do que verificar as relaçõesentre coordenadasdos pontos rela-
, , II' , cionadospor algumasimetria(centralou axial- relativamenteà origem dos eixos
, , Paranulimler o programa comalgumaatenção,veráqu8OSmanuais tratama~
e aos eixos). Ainda se pretende abordar a resolução de algumas equações
: : nívelldol11.2 anomuitosassuntos
de trigonometria quene}çnãoestãoreferidos.\ trigonométricas(bemdelimitadaspor tipos), mastambémelasmuito apoiadasrio
, Algu4sc\utores esmeraram-se
mesmoa mostrarassuashabil;dades deescritaem '1
círculo trigonométrico.
" deze~asl(quando nãocentenas) de exercíciosrotineiros.AI~ns desses exercí- ,
cios,:pa~aalémde estaremfora do programa, sãomesmo~ito difíceissem 'Concluindo: na aberturado programado 11.Qano, o casosério da trigonometria
deixi:l'erJl
de serrotineiros. \ \o círculo trigonométrico.Só pode abordar-semaisdo que isso,se houvertempo
II, pà{atal, se não se puserem risco a abordagemdos 3 grandestemas.Não é nada
Procllrelfloso programa. ,
II' acooselhável gastaro tempo que não setem a fazer abordagensque não sãopro-
O pr()grama falada resolução
de problemas queenvolvamtriângul()s. Pretende- post~. A Trigonometria(ou as representações que os professoresdela têm) não é
-set4° ~ó (e é muito)mobilizarparaa acçãoos conceitosda trikonometria paras~resgotadade uma vez e muito menosno início do 11.Qano. Elavai apare-
básic&(razõesde semelhança, razõestrigonométricas de ângulos~udos) já cer de 'rY>vocom o produto interno de vectores,pode aparecerem exemplosdos
abor~ad~s no 3.2ciclo.A opçãopor situações problemáticas significatl\'as
pre- temas d~ sucessões(ll.Q ano), no estudo das funções trigonométricasdo 12.Q
tendae.'tar asrevisões expositivas
maçadoras e desmobilizadoras. Dois~u três ano e no tema dos númeroscomplexos.
probl~mfssimples,masbem escolhidos, trazemtodosos conceitosútE:isda ,
O tratament\)desteassunto(ou da Geometriado 11.Qano) em algunsmanuais
trigonorlietriabásicaparauma"listade precisos" que serviráde baseàs n~vas
levantaum s~io problemade gestãodo programapelos professores.Sea gene-
apro~ria..ões quevãoserfeitasno 11.2ano. ,
I f , ralidade dos ntanuaistrata de vários assuntosde trigonometriaque não estavam
Que ~~retende de novo no início do 11.2 anol , ,
I 'í , previstospara eita introdução à trigonometria secundária,alguns há que, para
Nãoh1a~do quegeneralizar
asnoçõesdeânguloe arcoe generalizar
asnoções" além disso, prop~m centenasde exercíciosque não poderãosignificar para os
de s~o; co-senoe tangente.
Generalizardando"potênciaanalítica"e issonão , alunos outra coi~ senão a desmobilização geral. O mínimo de cons-
signiAcalmaisdo quechegarà noçãode radianoe ao "círculotrigonométrico" \ ciência de um ~uno que queira trabalhar seriamente com o seu
para~o~cluirpor generalizações
simplese potentes.
O estudodo e no círculo manual poderálevá-Iôa desistir-para cercade 36 horashá quem proponhamais
,
trigo~o~étrico
é o quedefundamentale novoaparece nesteiníciodo 11.2ano. Jç 300 exercícios. O vrofessor terá de escolher criteriosamenteo que ler e
Pratir:an}ente
nãohá relações
novasa estabelecer,
antesa verificaçãode queas re~lver, quanto mais M~ seja para dar esperançaaos estudantese para tornar
relaçlJes'conhecidas
semantêmao generalizar
osconceitos.Seestãopropostos pos~vel a vida dos estud<I']tesinteressadosna matemática.
II , ,
1 I , ,
\

\
~ ..lo=
Biblioteca Matemática Vladimiro Machado
(Escola Secundária de Valongo)
Nestesecçãoiremosreferenciando livros
recentesem línguaportuguesade especial
interesse
paraos professores
de Matemática e que recomendamos
façampartedasbibliotecasde todas
asescolassecundárias. "Pensoque as coisasestãoem constantemudançae que o ser os relatórios e trabalhos foram diferentesde professorpara
humanopode semprefazer melhor e é nestesentidoque acho professor,com excepção de um trabalho de resolução de

Cursode Geometria que, apesardesta ser uma forma de avaliação muito eficaz, problemas.
PauloVenturaAraújo pode ser ainda melhorada." Passoa descrevero modo como implementei cada um dos
Trajectos
Ciência,Volume5, I.i ed., 1998
(Rita-aluna do 10.2ano). instrumentosde avaliaçãoreferidos:
Ed.Gradiva

Éumexcelentelivro paracomplementar
a formaçãoem Geometriade qualquer Os objectivos geraispara a disciplina de Matemática,referi-
professor de Matemática
dos no programaoficial, criam um quadro que nos remete Fichasde avaliaçãoformativa
do EnsinoSecundário (e do EnsinoBásico).
Escritonumalinguagemmuitoclara para uma diversificação das nossas práticas pedagógicas.
e sugestiva,o autor,ao longo De facto, quando se indicam como objectivbs o desenvolvi-
de 26 capítulos,vai desdeos primeiros Em cada período lectivo realizaram-seduas fichas de ava-
mento da colaboração em trabalho de grupo partilhando
axiomasda geometria euclidianaaté liação com a duração de duas aulas consecutivas.
saberese responsabilidades,ou a formulação de generaliza-
aossurpreendentes meandros da geometria As fichas foram elaboradascontendo dois tipos de questões:
nãoeuclidiana(emparticulara geometria ções a partir de experiências,entre outros, dificilmente se
umas de naturezarotineira, e outras apresentandosituações
hiperbólica).A abordagem é a da chamada consegueadmitir que tais objectivos possamser cumpridos
geometriamétrica(emqueos números de natureza problemática. Cada uma das questões foi
apenascom aulasexpositivas.De igual modo, a ênfasecolo-
reais,paramedirdistâncias, avaliada qualitativamente,dando-se maior importância ao
sãointroduzidos muitocedo)queé muito
cada no desenvolvimentoda capacidadede comunicaçãoe
processoe à suaexplicitaçãodo que ao produto final. Assim,
maissimplesparaum principiante. do espírito crítico aponta para a necessidadede modificação
para cada uma, produziu-se um comentário quanto à
O livro temaindavárioscapítulossobre das nossaspráticaspedagógicas.Assim, a inclusãode formas
transformações geométricas. Sãode apresentação do raciocínio e significado do conteúdo
diferenciadasde trabalho, como por exemplo o trabalho de
salientara definiçãogeométrica rigorosa matemático. Também se procedeu à apreciação global da
dasfunçõestrigonométricas, grupo e a implementaçãoe desenvolvimentode discussões,
resoluçãoda ficha sob a forma de um comentário, natural-
a discussão da noçãode área, quer em grupo, quer com toda a turma, deverãoser incluídas
a demonstração da fórmulade Herão mentequalitativo.
nas nossaspráticas pedagógicas,porque trazem mais valias
e umaintroduçãointeressante à noção
de centrode massacomplementada com
para um melhor cumprimentodo currículo da disciplina.
a recomendação de leiturado livro A Assumindoque a avaliaçãoé parte integrantedo processode
Físicano dia-a-dia
aprendizagem,ela deverá ser compatível com as práticas Relatóriosescritos
(Ed.RelógiodeÁgua,1995)
de Rómulode Carvalho. pedagógicasimplementadas.A avaliaçãoterá assimde acon-
tecer ao longo de toda a aprendizagem,tornando-segeradora
Em cada um dos períodos lectivos propôs-seaos alunos a
de situações que a favoreçam. Deste modo, a avaliação
elaboraçãode dois relatóriossobreactividadesrealizadasnas
desempenhaum papel relevanteno sentido de desenvolver,
aulas de Laboratório (vulgo aulas de desdobramento),nas
no aluno, uma atitude positiva e de auto-confiança em
quais os alunos trabalharamem grupos. Para a elaboração
relação à aprendizagem da Matemática. As situações de
desses relatórios foi dado um prazo de duas semanas.
avaliação devem ser geradorasde oportunidades para os
A título de exemplo indicam-sedois dos relatóriospropostos
alunos aprenderem e melhorarem o seu trabalho, e
aos alunos.
fornecerem informação ao professor sobre a evolução e
preferênciasdos alunos,ajudando-oa melhor preparareexe- R~latório sobre as secçõesproduzidas por um plano num
cutar o seutrabalho. cubo e num tetraedro.Os alunos trabalharam,na aula de
Laboratório,com material manipulável (cubosde acrílico e
Tendoem conta os pressupostosanteriores,todos os profes-
líquido colorido), sobre as secçãesnum cubo. No relatório,
soresde décimo ano da escola desenvolveraminstrumentos
para além da descriçãodaactividade matemáticaproduzida
de avaliaçãodiversificados,compatíveiscom o programade
na aula, deviam igualmente indicar quais os polígonosque
Matemática, tais como: fichas de avaliação formativa,
poderiam obter através das secções produzidos num
relatóriosescritose elaboraçãoe apresentaçãode trabalhos.
tetraedro.
No trabalho de equipa desenvolvido, sempre se respeitou
tanto a experiência de cada um, como as características Relatório sobre uma actividade produzida no Laboratório
específicasde cada turma. Por isso,os temasescolhidospara com o Cabri-Géometre.A aula começou pela introduçãodo

I nf~r ~a1:
2
programa(que os alunos desconheciam),sendo-lhesdepois optimização dos instrumentosde avaliaçãousados,em espe-
distribuída uma tarefa (baseadanas propostasda brochura cial, no registo da observação do desempenho oral dos
sobre Geometria) em que se propunha a identificação do alunos em trabalho de grupo e em trabalho individual.
quadriláteroque se obtém unindo os pontosmédiosde lados No entanto, o trabalho colectivo de todos os professoresde
consecutivosde um quadrilátero qualquer. No decorrer da décimo ano, com reuniõessemanaisde três horas,permitiu a
Pequenasnotas
actividade,tendo em consideraçãoo desenvolvimentodo tra- criação de um modelo de avaliação "uniforme", por certo
à volta do ~rograma
balho de cada um dos grupos,foram-se propondo algumas maisjusto, readaptávelao longo do tempo. (ou FAQ -'questões mais
extensõesda questão inicial. No relatório, para além de frequentementepostas")
O agrado dos alunos pelo processo de avaliação usado
referirem a descrição da actividade matemática da aula,
manifestou-se, quer nas críticas escritas que fizeram à Nassessões quetemosorganizado ou em
deveria constar a demonstraçãoda questão proposta, das quetemosparticipado,têmsidopostas
'conferência' sobre resolução de problemas, quer nas
extensõesapresentadas,
e um anexo com a classificaçãodos váriasquestõesquerevelam
respostasque deram a um inquérito sobre avaliação no final
aspreocupações dosprofessorese
quadriláteros. do ano. Por exemplo, a respeitoda 'conferência': que mostrama utilidadedasreuniões
Os relatóriosforam individuais e a sua avaliaçãotraduziu-se de acompanhamento. As respostas
"É uma abertura diferente, que provavelmentenos tornará
qualitativamente numa forma descritiva global, incidindo àsquestõespontuaismaisfrequentes serão
pessoasmuito mais aptase capazesde resolveros problemas publicadasno Informat.Eisassegundas.
sobre a qualidadequer da apresentação,quer da relevância
concretosque teremosque enfrentarfuturamente."Oúlia).
do conteúdomatemático,e com comentáriospertinentesque
completavamou forneciamalgumasorientações. "Foi uma ideia original e os trabalhosforam apresentadosde Cónicas
formasdistintas,tanto se procedeua uma resoluçãoanalítica
As cónicasnãofazempartedo programa.
(a que mais se identificava com a resolução matemática)
O capítulode cónicasquefaziaparte
como se realizaramresoluçÕescom um aspectográfíco e em do primeiroprogramado 12.. anoe que
Trabalhos escritos e comunicação ambiente computacional,chegando--semesmoao ponto de semantevenosnovosprogramas nãofoi
considerado no Ajustamentodosprogramas
se realizar um filme a retratar enunciado de um exercício."
de Matemática. A referência
à elipse
(Paulo). (10..ano),parábola(10..ano)e hipérbole
Em cada período lectivo propôs-seaos alunos a elaboração
(11..ano)temsomentea ver comfacto
de um trabalhoescritopara a elaboraçãodo qual dispunham No inquérito, sobreavaliação,praticamentena suatotalidade
de certascurvasqueaparecem emvários
de mêse meio. Por exemplo, o trabalho do segundoperíodo os alunos manifestaramconcordânciacom o processo,como contextosao longodo programa serem
constavade uma propostapara a resoluçãode um conjunto é patentenos excertosseguintes: curvasconhecidas tambémpor outras
razões.O programaapenasexigeuma
de algunsproblemas(escolhidosda brochurasobreFunções). "Acho que está bem, pois obriga-nos não só a aprender referênciabrevea essas(importantes)
Os alunos realizaramo trabalho fora do ambientede aula e matemática mas também saber um pouco da história da razões.Comoo contextoemque
em grupos de quatro ou cinco alunos. Após a entrega das matemática pois temos de procurar elementos para aparecem ascónicasreferesempreas
resoluções,procedeu-seà escolha das mais originais que equações, issosignificaqueos alunos
elaborar relatóriose os trabalhos.Acho que devia continuar devemconhecerasequações dascónicas
foram apresentadasnuma 'conferência' sobre resoluçãode com estetipo de avaliaçãofuturamentepois é muito benéfico e nadamais.
problemas,envolvendo todas as turmas de décimo ano da O casoda elipseé maisinteressante pois
para os alunos."(Valdemar).
escola à qual assistiram cerca de metade dos alunos. podeaparecernumcontextoinesperado.
"A avaliaçãonão sedevecingir apenasaostestesmastambém Sesetentartraçarumacircunferência .
os restantestrabalhos foram defendidos durante as aulas
aos relatórios e trabalhos pois estesrepresentamuma outra usandoumacalculadoragráficaou um
curriculares.Refira-seque a 'conferência'teve lugar durante programade computadoradequado,
a interrupção das aulas para reuniões da área escola. forma de avaliaçãoe além de aumentaremo campo de ava- o maiscertoé aparecerumaelipse.
Tal como nos relatórios, a avaliação destestrabalhos teve liação do professor,permiteaos alunos representarmelhor os
carácterqualitativo. seus conhecimentos e interpretações no campo da
~Circle(0,0,5). r
Matemática."(Alberto).
Do que se descreveuemergea diversidadedos instrumentos
de avaliação,onde se procurou obter informação relevante Estesdois últimos excertossãosignificativosuma vez que são
sobre trabalho individual e em grupo, tanto na forma oral os própriosalunosa concluir que instrumentosdiversificados
como escrita.Poderáentãoperguntar-se:e como seatribuiu a de avaliaçãofacilitam a aprendizagem.De facto, no primeiro,
classificaçãofinal~ 0 grupo dos sete professoresdo décimo merece destaquea associaçãoda avaliação com a oportu-
ano da escola, estabeleceuque a classificação final era nidade de aprendermatemáticaquer atravésda históriaquer
obtida da seguinteforma: 60% pelas fichas formativase os da pesquisade conteúdosprogramáticos.No segundo,para
restantes40% pelosrelatóriosescritos,trabalhose defesados além de se referir o aprofundamentodos assuntostratados,
mesmos e pela apreciação do desempenho dos alunos ainda se assinalaque o modelo implementado permite ao
durante as aulas (participação na aula, trabalhos de casa, professorobter mais e melhor informação,o que muito natu-
assiduidade,pontualidade...).Nestacomponentedos 40% os ralmente o deverá induzir a repensar as suas práticas
relatórios e o desempenhona aula tinham peso um, os pedagógicas,em ordem a produzir juízos mais objectivos.
trabalhose defesados mesmos,pesodois. Finalmente, merece destaque o trabalho colaborativo de
Naturalmenteque estamosconscientesque este é um cami- todos os professoresenvolvidos,que propiciou uma troca de
nho possívelparaa avaliação,emboramuito haja a fazer para ideias e de materiais,o que contribuiu, muito, para a imple-
Os alunosdevemsaberporqueisso
encontraruma soluçãoparaos complexosproblemasque ela mentaçãode uma mudançaefectivadas práticaspedagógicas acontecee comoestárelacionada com a
envolve. De facto, surgiram problemas na procura de uma e de avaliaçãonestaEscola. circunferência
a curvaque Inesaparece.

I nfor Iv\at:
3
Arsélio Martins, Graziela Fonseca e Jaime Carvalho e Silva

Fundamentos de AnáliseInfinitesimal Dasideiasàs práticas. sores,os programastornaram-sedesajustadosa vários títulos:


MárioR.S.Figueira praticistas(emtodosos casos)os professorescumpriamo pro-
Textosde Matemática, grama quando lIdavam II todos os assuntosmatemáticose
Volume5, 2.' ed., 1997 Tanto na concepçãonegociadado programacomo na nego-
Ed.Departamento de Matemática, com o maior detalhepossível,os professorescumpriamo pro-
Faculdadede Ciências,
ciação das práticas que o acompanhamentoé, o essencial
grama quando utilizavam "correctamentell todas as
Universidadede Lisboa está na luta de ideias sobreo que éo ensino da matemática metodologiasIIcorrectasll,os professoresnão cumpriam os
em democracia, desde o saber que papéis fundamentaisa
Esteé um livro de textoparaos alunos programasporque não havia condições materiaisou porque
matemáticadesempenhana formaçãodos cidadãosaté saber
da licenciaturaem Matemática mas os alunos não tinham bases,os professoresseguiamcom os
é de leituraacessívela todosos que mandatosfundamentaissãoatribuídosaos professoresde
seusalunos 0 estudo de algum manual escolar,dia apósdia,
queprocuremumaapresentação rigorosa matemáticaenquantocidadãosno seu exercício profissional
dostemaselementares de funçõesreais e faziam o seu dever mesmoquando abordavamuma peque-
-componente fundamental da sua cidadania, A principal
de umavariávelreal.Começacom na parte do programaprevisto...
um estudodo conjuntodosnúmeroreais preocupaçãona concepção -responsabilização das partes
a partirde umaaxiomática(referindo-se nas definições-traduz-se na responsabilizaçãodos profes-
a relaçãoentreQ e R assimcomo
sores,que se procura que sejam a um tempo autorese exe-
a representação decimale a representação
geométrica dosreais).O livro contém cutantes.
...para a prática de ideias...
ostemasclássicos de funções
de umavariávelcomumaexposição
muitoclara,complementada com bastantes
Nenhum programade ensino pode considerar-seajustadose
exemplos e exercícios.Aparecemao longo
destevolumealgunstemasmenos Dasideiasem prática... os professoresnão se apropriaremdele, devidamente,como
habituaiscomoo estudo coisa sua.
dosdesenvolvimentos assimptóticos
ou a definiçãodasfunçõestrigonométricas Mais do que para qualquer outra disciplina, criou-se e ali- Acompanhar o programa significou, por isso, torná-lo um
a partirda noçãode comprimento de arco. mentou-sea ideia que o programade matemáticaé uma lista enunciado explícito como um todo. Por um lado, procurou
de temas e conteúdos de que os professoresnão têm que explicitar-se a sua função na formação secundária qos
conhecer a razão da sua inclusão no sistemade saberesa cidadãos, estabelecendoas razões para as escolhasfeitas e
ensinar nem devem preocupar-sesobre a sua utilidade con- motivando a apropriação do programa como um mandato
creta para a formação. Mais Ihes foi dito que basta que os social para cada professore cada grupo de professores.Por
alunos treinem certostipos de resoluçãode exercíciossobre outro, procurou explicitar-se a sua organização por temas
cada um dos temasque as competências(não interessaquais) essenciaisa desenvolverao longo dos três anos assimcomo
necessáriasserão aprendidas pelos alunos. A Matemática as conexõesentre eles,de modo a que os professorespossam
aparece para o ensino como uma disciplina que ganha seguirum conceito, uma noçãoou umatécnica num percurso
sentidocomo disciplinadorado pensamentoe ganharelevân- que passapela introdução intuitiva e formal, mas também
cia social como disciplina de selecção/exclusão. pelos seus usos na resolução de problemas, aplicações
Mais do que paraqualqueroutra disciplina, é natural poisque noutros temase noutros ramos do saberou mesmona vida
seja aceite um qualquer programa definido de forma prática.Irata-se nesteponto de estabelecerum percursopos-
autoritária (científica? a partir de um centro científico? a sível para a aprendizagemde cada noção,de tal modo que o
partir de um governocom algum aval científico?)e é natural professorsinta e saibaque pode abordá-laem diferenteseta-
também que os ensinantesnão procurem compreender o pase não procureesgotá-la,semoutro resultadoque não seja
programano seu conjunto, nas suasconexõesinternase nas o aborrecimento, numa primeira abordagem. Do mesmo
conexõescom os outros ramosdo saber.Tambémse tornou modo se procurou estabeleceruma localizaçãopossívelpara
natural que, alertadospor novascorrentes,gruposde profes- a apropriaçãode certosmétodose técnicasao mesmotempo
sores passema oscilar entre um programa de conteúdos que se procura a sua aprendizagemem diversostempos e,
matemáticos,um programade objectivos, um programade particularmente,a sua compreensãonum processode matu-
problemas,um programade actividades,...Face à fragilidade ração que vai desdeo seu uso intuitivo até à sistematização
teórica e a uma cultura de (falsa in)dependênciados profes- ou organizaçãoformal.

I nf"or N\at:

4
Destetrabalho não se podem esperar resultadosimediatos. positivos. Mas sabemos que esse trabalho deslocou a
De facto, fazer passaros professoresde um modelo teórico discussãopara níveis sucessivamente
maiselevados.
-que enfrentadisputasváriasentre as várias correntes,tanto Ao fim do primeiro ano de aplicação podemos,ao nível em
mais concorrenciaisquanto maior é a fragilidade teórica -
que trabalhamos-,verificar algumas mudançasnas platafor-
para um modelo executávelnão é tarefa formativa para um mas de debate, sem que saibamos se a esse crescimento
ano nem o seu produto pode sequerser adivinhado na cor- teórico correspondemmudançasde práticas ou inibição ao
recção das práticas. Podemossó sublinhar que, apesar da nível da apresentação de ideias consideradas erradas.
prática radical dos últimos anos, os professoresjá não se De qualquer modo, essa inibição já representa,em alguma
manifestamcontra a exequibilidade do programa ao nível medida,algum crescimentoem compreensãodo "espírito" do
mais baixo dos argumentosdo início e que, apesarde todos programaou a aceitaçãode que algumasdas ideiasdefendi-
os deslizamentosque houve no primeiro ano de aplicação,há das já são mais popularese consistentesentre os professores Manuaisescolares
uma preocupaçãona abordagemde todos os temasem cada do que as ideiascontrárias.
ano de leccionação. É naturalqueos manuaisescolares
incluampropostas variadas,maisdo que
E parece-nostambém que a generalidadedos professoresjá aquelasqueos professoresterãotempode
acha naturala nossadefesade uma gestãopor temas,para o trabalharnasaulas.Énaturalquenos
manuaisapareçam algumaspropostas ou
tempo disponível,e acha naturalo nossoapelo para a neces- Marginalmente... exercíciosqueexcedamo programa.Não
sidade de decisõesperiódicas por parte dos grupos e de é admissívelqueo professorleccioneaos
havermedidastendentesa gerir a utilização pelos alunos do alunosconteúdosnovosou excedao grau
o acompanhamentotambémteve de fazer-sepelo combateà
manualescolar,bem como de Ihesestabelecerritmos de tra- de dificuldadedo programasóporqueisso
influência de algunsfazedoresde opinião que se enc~ntram apareceno manual.O professor deveusar
balho e de Ihes marcar cadência do estudo a partir do
em associações,sociedades,faculdades,escolas... comos alunoso manualescolarà luz do
manual ou de outras consultasbibliográficase da marcação programa.Devedeixarclaroao alunoqual
Significativonestecampoé o combatepela responsabilização
de outrasactividades. a partedo manualqueestáa usar.Apenas
dos professorese dos gruposde docência na intermediaçãoa se lhe sobrartempoparaissodevereferir
efectuarentre os modelosteóricos e os modelosexecutáveis outrostópicos.Contudo,pode,e deve,
recomendar aosmelhoresalunosque
-necessário se tornou discernir entre o que seria desejável
leiame estudempor si outrascoisaspara
teoricamentee o que se pode fazer em avaliação,por exem- alémdo programa,nomeadamente as
...até à prática negociada
plo; necessáriose tornou discernir entre o que é tecnologia partesdo manualescolarquenãoutilize
em abstractono ensino da matemáticae o que são as apren- comos restantes alunosou quesejam
Seo processode elaboraçãodo programaajustadoconstituiu dizagenssignificativasda matemáticaque o uso da tecnolo- facultativas
no programa.
uma negociaçãodemocráticadas suas basescom parceiros gia pode proporcionarou apoiar,...
previamentedefinidos -institucionais (de governo, científi-
O acompanhamentoé responsávelpela intermediaçãofeliz-
cas, académicas,profissionais...)e individuais -o processo
mente realizadaentre os exemplosmatemáticosda formação Que fazer com
em cursode acompanhamentoe negociaçãodas práticasdos cos x = 1/7 ou cos x = 0,356 !
de professoresque permite libertar os professoresparao exer-
professoresrepresentao ensaio mais sério para o reforço da
cício autónornoda docênciae as actividadesda salade aula Devemresolver-se estetipo de equaçõesl
participaçãodemocráticados professorese dele dependeem
adequadasàs diferentes comunidades de estudantes,pela O programaindicade formaclaraque:
grande medida o sucessode futuras medidas de transfor-
intermediação entre o programa e os manuais, entre os As equações trigonométricas a resolver
mação curricular em que os professorespossamatingir um devemsersimplesdo tipo
manuais e os alunos, entre o programa e as brochuras de
nível de desempenhoque aproximea lei de um compromisso sen(kx)= sena, cos(kx+a)=
apoio aos professorese entre estase a leccionação,... = cosa, tg (kx)= tg a.
(com basescientíficas,profissionais)socialmenteapropriado
e aceite pelos seusagentespara um determinadoperíodo de O acompanhamentoé finalmente responsávelpor uma nova
Assim,seequações comocosx = 112ou
execução. relaçãoentre os professorese as organizaçõesescolaresem senx = 1 sereduzemrapidamente a estas,
que trabalham. Estarelação sai fortalecida: mais assentena asequações comocosx = 1!7 ou cosx =
A negociaçãodas práticas não se pode esgotarna explici-
compreensãodasdificuldadesdas organizaçõese semdeixar = 0,356 nãodevemserresolvidas
tação do conteúdo do programa como um programa de enquantotal. Énaturalcontudoque
de ser cada vez mais exigente.Ao reunir e condensarexpe-
ensino adequadoao seu tempo e cuja execuçãoou cumpri- equações destasapareçam no decursoda
riências diferentes de diferentes organizaçõesescolares,o resoluçãode um certonúmerode
mento é tomada como condição necessáriaà formação
acompanhamentotornou permeáveisas organizaçõesesco- problemas. Claroqueentãosepodeme
secundáriados cidadãos.A negociaçãodas práticastem de
laresresistentesàs mudançase luta contra o isolamentodos devemresolver,poisparaissobasta
assentarna imersãode leituras do pormenor no programa recorrerao círculotrigonométrico.
gruposde docência de comunidadesvizinhas.
global. É por issoque em muitas das sessõescom os profes- Contudo,comoequações emsi, apenas
sares, 0 acompanhamentopassou pela apresentaçãode Finalmente, este acompanhamento prático e no terreno devemserreferidasasqueo programa
indicae maisnenhumas; nãosepretende
exemplosde actividadesexecutáveisem ambientede salade melhora em concreto a imagemdo Departamentodo Ensino
valorizardemasiado aquiaJesolução de
aula e até pela demonstraçãode resultadosjá observados Secundáriojunto dos professorese estessentem-seacompa- equações trigonométricas.Estãototalmente
pelaaplicaçãodessasactividades.Uma partedestetrabalhoe nhadospelo Departamentoao mesmotempo que compreen- forade questãooutrasequações mais
da construção de uma imagem de exequibilidade foi dem e assumemos diferentespapéisdos agentes,incluindo complexas(o quenãoquerdizerqueo
professornãoaspossareferirsehouver
construída pela leccionação vivida pelos acompanhantes, obviamente o que respeita à sua função como agentesda
tempoparaisso,seos alunossemostrarem
incluindo autores/relatoresdo programa. Não estamosem educaçãoe ensino ( parte interessadae interessantedo seu interessadosou comosugestão de trabalho
condiçõesde saber até que ponto este trabalho teve efeitos ministério). paraalgumalunomaisavançado).

I nf<>r ~at.
5
Graziela Fonseca

Matemática e Novas Tecnologias No prefáciodo LivroGeometry


andtheImagínatíon,
Hilbert de conceitos matemáticos,princípios ou problemasquando
João Pedro da Ponte, Ana Paula Canavarro
escreveu: se desenhaà mão ou se utiliza computador.
Universidade Aberta, Volume 128, 1997
Em Matemática,a visualizaçãonão é um fim em si mas um
Estelivro forneceumaexcelente meio parase atingir um fim que é o da compreensão.A visua-
panorâmica da utilizaçãodasnovas "Em Matemática (...) encontramos presentemente duas
lização em Matemática é um processode formar imagens
tecnologias na Matemática e na aula tendências.Por um lado a tendênciaparaa abstracçãoprocu-
de Matemática. Éapresentada uma (mentalmente,com papel e lápis ou com a ajuda da tecnolo-
perspectiva históricada utilização ra evidenciar as relaçõeslógicasinerentesà perplexidadedo gia) e usartais imagenspara descobrire compreender.
dastecnologias na matemática sendo que está a ser estudado e correlaciona os dados de modo
discutidosbastantes exemplosemvárias A intuição desenvolvidapela visualizaçãodá profundidadee
sistemático e organizado. Por outro lado a tendência da
áreascurriculares (números, funções, significadoà compreensão,inspira novasdescobertas.
geometria, estatísticae probabilidades)
compreensãoatravésda intuição encoraja uma mais ime-
e analisados comalgumdetalhevários diata capacidadede aprender,de comunicar,dando ênfaseao O que se ouve muitas vezes esquece-se,o que se "vê" e
tiposde programas de computador significadoconcretodas suasrelaçõesl/. descobre não! A força do desenhoé maior do que a da
(jogos,folhasde cálculo,linguagem palavraembora necessitede ser, sempreque possível,legiti-
LOGO,programas de geometria dinâmica). Diz mais adiante: mado pelasregrasdo "discurso".
Ésemdúvidaumaobrade muitointeresse
paraqualquerprofessor de Matemática I/Neste livro é nosso propósito fazer uma apresentaçãoda Torna-se necessárioque o aluno reencontre o prazer da
pelaamplaperspectiva queoferece. Geometria,tal como ela existehoje, nos seusaspectosvisuais geometria.
e intuitivos. Com a ajuda da imaginaçãovisual podemosilu-
Geometria-Temasactuais Seguem-setrês exemplos de como partir da intuição para a
.Materiaisparaprofessores minar a variedadedos factos e dos problemasda Geometria
demonstração.
Eduardo Veloso e, para além disso, é possível em muitos casos descrever
Colecção"Desenvolvimento curricularno Recorrendoao Geomete(s Sketchpad,os alunos poderão
aspectos geométricos dos métodos de investigação e de
EnsinoSecundário", vol. II, 1998 descobrir o lugar geométricodescrito pelo baricentrode um
Ed.Institutode InovaçãoEducacional demonstração,sem entrar nos detalhesligados às definições
triângulo [ABC]quandoo vérticeC se moveparalelamenteao
estritase aos cálculos efectivosl/.
lado [AB]. Poderão, ainda, fazer muitas outras pequenas
Estetextoé umaferramenta indispensável
paraqualquerpessoa quequeiraensinar O termo visualizaçãoé usado paradescrevero procedimento investigações(investigaras relaçõesentre as áreasdos triân-
seriamente Geometria em Portugal, ou de produzir ou usar representaçõesgeométricasou gráficas gulos mais pequenos,etc).
seja,paratodosos professores de
Matemática. Éumaobramonumental que
cobreinúmerostemasde Geometria
elementar (e menoselementar) e contém
um manancialde sugestões de trabalho
paraabordarosdiferentes aspectos da
Geometria. Sãode salientaros muitos
exemplos de Históriada Matemática que Área ,I\FG = ,2,53 crn2
ajudama percebera importânciaquea mCA=9,61 cm
Geometria desempenhou naevoluçãoda Área BGF= 2,53 crn2
m BC = 6,48 cm Área BCA = 15,17 cm2
Matemática, ao mesmotempoque Área IE GB = 2,53 crn2
m AR = 5,05 cm
fornecemexcelentes exemplosparausona
salade aulaou comopropostade trabalho Perímetro BCA = 21,14 cm
paraclubesde matemática ou aindapara
alunosmaisinteressados. Éaltamente
~ = 0,33
recomendável a leiturado capítuloI que
(ma)
focaa evoluçãodo ensinoda Geometria 5.
em Portugale no restodo mundoe ajudaa
percebera origemdasdificuldades actuais It~~i~~!~~
como ensinoda Geometria. A tecnologia
é usadade forma#natural"para#resolver
-ou suplementar a resolução-de
problemas, procedera investigações,
verificarconjecturas,etc." Estelivro
temjá um #prolongamento" na Internet
no endereço
hllp://members.xoom.com/edveloso/
ondeo autorpodesercontactado
porvia electrónica. F SB 10
5

I nfor ""'at:
6
Ou pelo seu ortocentro

(omo dar a trigonometria em 18 aulas?

Primeiroé precisochamara atençãopara


o factode a trigonometria
ter começadono
9.0anoe ir terminarno 12.0anocomo
estudodasfunçõestrigonométricas.
O estudodasfunçõestrigonométricas
enquantotal nãoé objectodo 112ano;o
programarefereapenasque:
Nãoé de excluirumabrevereferência aos

/ " senoe co-senocomofunçõesreaisde


variávelreale aosgráficosdestasfunções
trigonométricas.
"Não é de excluir"significaqueé natural
Os alunos relembramassimconceitos básicosda geometria, Um outro exemplo de visualização e conexão entre queapareça"umabrevereferência"aqui
masqueestareferência sódeveserfeitase
fazem pequenasinvestigações.Ligam a geometria sintética Geometriae Funçõesé, por exemplo, o da determinaçãodo
houvertempoparaisso.Nãoestáincluído
com a analítica.Relacionama geometriacom as funções( os rectângulode maior áreacom perímetroconstante.Os alunos nesta"brevereferência"um estudomais
alunos poderão deduzir, logo que seja oportuno, as poderão I/ver" a solução que encontram (ou vão encontrar) ou menossistemático daspropriedades das
equações da recta e da parábolaencontradas).Elesencon- quando resolvemo problemaanaliticamente. funçõestrigonométricas.O çapítulode
trigonometriatem-secaracterizado nos
trarão a universalidadeda Geometriae a riqueza do pensa-
últimosanospor umasobrevalorização dos
mentogeométrico. exercíciosde manipulação algébrica.
O programaindicaquesedevereduzira
"ênfaseem exercícios de cálculo".
0 Osexercíciosde cálculosãoimportantes
masdevehavermuitobomsensona sua
utilização.Porexemplo,o programarefere
R" 8' quesedevedar:
10
Relações entreasfunçõescircularesde
IX,e de ./2 -IX, ./2 + IX,.-IX,.+IX e -IX:

I
í E logo indica que:

"Depoisde compreendidas asrelações


referidasporobservação do círculo
trigonométricotornam-se desnecessários
exercíciosrepetitivosde purastécnicasde
B
A c cálculoe rotina."

SenãoseinsistirnosHexercícios
repetitivosHos alunosnãocriarãoaversão
pelaTrigonometria (comoacontececom
assustadora frequência)e o professor
conseguirá maisfacilmentemotivá-lospara
realizarexercíciospor vezesmais
complexosqueos clássicos Hexercícios
.I I I I I I -: O I I I I I I I I I 1-~ I I I ~.
repetitivosde purastécnicasde cálculoe
rotinaH.
I~~n!~at~, Umaabordagem rigorosae bemplaneada
da partede trigonometria do primeiro
Temado 11.Q anopermitirá,emcondições
normais,quesejaleccionadocomsucesso
m CÃ= 3,0 cm
em 18 ou menosaulas.
m AR = 6,0 cm

Perímetro B'B"AC = 12,0 cm

Área B'B"AC = 8,9 cm2

InforlV\at

7
Jaime Carvalho e Silva

FICHATÉCNICA Iremosaqui indicarváriossítiosda Internet(emlínguapor- Miguel de Guzmanna Net


tuguesa)que podemter interessepara um professorde
httpJ/www .mat.ucm.es/deptos/am/guzman/guzman .htm
Editor: Matemática,tantoparaa suaformaçãopessoalcomopara
Departamentodo EnsinoSecundário[DESJ umapossívelfontede actividades curricularesou extra-cur-
Director: DomingosFernandes ricu/ares
comosalunos. o Prof. Miguel de Guzmán tem uma página na Internetcom
Design Gráfico: DELTAGRAPHOS,
Design e um conteúdobastantevariado. DesdeHistóriada Matemática
Publicidade,Lda.
até textosde divulgação,passandopor projectosem que está
Fotolito:A8C Gráfica, Lda.
envolvido ou ficheiros para trabalhar Geometriacom o pro-
Mocho
Impressão.
FomentoGráfico-artes gráficas,Ida. gramaDERIVE,muito de interessantee útil se pode encontrar
Periodicidade:Trimestral http j / softc ienc i as.ccg .uc .pt/moc ho/moc ho .htm I nestapágina.
liragem: 4 000 exemplares Uma entrevistacom Miguel de Guzman sobre a aprendiza-
ISSN:0874-0844 o Mocho é um apontador dirigido paras as disciplinas de gem da Matemáticanosdias de hoje pode serencontradaem:
Lisboa1998 MMaatemátaicaF,Físicaee Química e cujo objectivo é apresentar
uma lista tão exaustiva quanto possível das páginas da
Distribuiçãogratuita
Todaa correspondênciadeve ser enviada para Internetem línguaportuguesaque digam respeitoàquelasdis- http i Iwww .po rtoed itora .pt!netproflm atemati cal euens i no1
InforMAT ciplinas. Tem ainda distinguido as melhores páginas destas
Av. 24 de Julho, 138, 5.. junholassuntoe.htm
áreas cpm a atribuição da distinção "Mocho Sábioll, Para
1391 Lisboa
Fax:39381 08
quem queira procurar algo na Internet em Portuguêsdeve
começar pelo "Mochol/, quem queira ver páginas de boa que é uma das páginas que se encontra no sítio da Porto
qualidadedeve começarpelo I/Mocho Sábiol/ EEditoraccuja área de Matemáticapode servista em:

http i /www .pa rtaed itara. pt/ netpraf/ matem ati cal defau It.asp
Trigonometria:
onteme hoje-mini-cursoemlinha
As opiniões expressasnos textos apresentados httpj /athena.mat.
ufrgs.br/
-portosiI/curtrig.
~tmI
nestapublicaçãosão da responsabilidadedos
autorese não reflectemnecessariamente
a opi-
nião do Departamentodo EnsinoSecundário
Um mini-curso em língua portuguesa,na páginado departa-
ou do Ministério da Educação.
mento de Matemáticade uma universidadebrasileira,com o Geometria do Prof. Arala Chavesna Net

seguinteplano: httpJ/www .fc.up.pt/mp/machaves/d


iocles.htmI
1. Os dois tipos básicosde Trigonometria: Planae Esférica httpJ/www .fc.up.pt/mp/machaves/espel
hos.htmI
2. A invençãoda Trigonometria:
3. As aplicaçõesclássicasda Trigonometria
o Prof. Arala Chavesdo Departamentode MatemáticaPura
4. Duas aplicações clássicasda Trigonometria:a determi- da Universidadedo Porto colocou numa página na Internet
naçãoda latitude e longitudede pontossobrea Terra informaçõessobredois problemasde Geometriaque resolve
5. Atualmente, a importância da Trigonometria ainda se com recursoao programade GeometriaDinâmica "Geometer
resumeem sua capacidadede resolvertriângulosl Sketchpad//
, contendoainda uma versãointeractivaem lava.

MIN!STÉRtO
D4 EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO
DO ENSINOSECUNDARIO

Infc::>r """'at.
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