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Desenho Técnico e Modelagem Geométrica Aulas 1 e 2 – Introdução, fundamentos e normatização do desenho
Desenho Técnico e Modelagem Geométrica
Desenho Técnico e
Modelagem Geométrica

Aulas 1 e 2 Introdução, fundamentos e normatização do desenho técnico, introdução ao desenho projetivo, projeções ortográficas e técnicas de construção das vistas ortográficas.

Desenho Técnico e Modelagem Geométrica Aulas 1 e 2 – Introdução, fundamentos e normatização do desenho

UNOCHAPECÓ - ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS

ENGENHARIA MECÂNICA - DESENHO TÉCNICO E MODELAGEM GEOMÉTRICA

PROF. ANDRÉ LUIZ GRANDO SANTOS

O que é desenho ?
O que é desenho ?

Desenho é expressão gráfica da forma.

Portanto não é possível desenhar sem conhecer as formas a serem desenhadas.

O que é o Desenho Técnico
O que é o Desenho Técnico
  • O desenho técnico é uma forma de expressão gráfica, caracterizada pela normatização, que tem por finalidade a representação da forma, dimensão

O que é o Desenho Técnico  O desenho técnico é uma forma de expressão gráfica,

e posição de objetos de acordo com

as diferentes necessidades requeridas pelas diversas modalidades de

engenharia e arquitetura.

Origem do Desenho Técnico
Origem do Desenho Técnico
  • O desenho técnico, tal como nós o entendemos hoje, foi desenvolvido graças ao matemático francês Gaspar Monge (1746-1818). Os métodos de representação gráfica que existiam até aquela época não possibilitavam transmitir a idéia dos objetos de forma completa, correta e precisa.

Origem do Desenho Técnico  O desenho técnico, tal como nós o entendemos hoje, foi desenvolvido
  • Monge criou um método que permite representar, com precisão, os objetos que têm três dimensões (comprimento, largura e altura) em superfícies planas, como, por exemplo, uma folha de papel, que tem apenas duas dimensões (comprimento e largura).

  • Esse método, que passou a ser conhecido como

método mongeano, é usado na geometria descritiva. E os princípios da geometria descritiva constituem a base do desenho técnico.

Origem do desenho técnico
Origem do desenho técnico
  • No século XIX, com a revolução industrial, foi necessário normalizar a forma de utilização da geometria descritiva para transformá-la em uma linguagem gráfica que, a nível internacional, simplificasse a comunicação e viabilizasse o intercâmbio de informações tecnológicas.

Origem do desenho técnico  No século XIX, com a revolução industrial, foi necessário normalizar a
  • Desta forma, a Comissão Técnica TC 10 da International Organization for Standardization ISO normalizou a forma de utilização da geometria descritiva como linguagem gráfica da área técnica e da arquitetura, chamando-a de Desenho Técnico.

Resumindo ...
Resumindo ...
Resumindo ...  O desenho técnico é uma forma de expressão gráfica que tem por finalidade
  • O desenho técnico é uma forma de expressão gráfica que tem por finalidade a representação de forma, dimensão e posição de objetos de acordo com as diferentes necessidades requeridas pelas diversas modalidades de engenharia e também da arquitetura.

  • Utilizando-se de um conjunto constituído por linhas, números, símbolos e indicações escritas normalizadas internacionalmente, o desenho técnico é definido como linguagem gráfica universal da engenharia e da arquitetura.

  • Conhecendo-se a metodologia utilizada para elaboração do desenho bidimensional é possível entender e conceber mentalmente a forma espacial representada na figura plana.

Instrumentos de Desenho
Instrumentos de Desenho

Qual o principal instrumento de desenho atualmente ?

Lápis ou Lapiseira
Lápis ou Lapiseira
Lápis ou Lapiseira Enquanto estiver desenhando qualquer linha o lápis ou lapiseira deverá ser gradualmente rotacionado

Enquanto estiver desenhando qualquer linha o

lápis ou lapiseira deverá ser gradualmente rotacionado enquanto se traça a mesma. Isso impede que o grafite se desgaste em uma das

laterais gerando linhas com diferentes

espessuras. É importante que o traçado do desenho seja o

mais preciso e perfeito possível.

Lápis ou Lapiseira Enquanto estiver desenhando qualquer linha o lápis ou lapiseira deverá ser gradualmente rotacionado
Lápis ou Lapiseira Enquanto estiver desenhando qualquer linha o lápis ou lapiseira deverá ser gradualmente rotacionado
Lápis ou Lapiseira
Lápis ou Lapiseira
Régua T
Régua T
Régua Paralela e Régua T
Régua Paralela e Régua T
Compasso
Compasso
Gabaritos
Gabaritos
Transferidor
Transferidor
Esquadros
Esquadros
Prancheta
Prancheta
Escalímetro
Escalímetro
Borracha
Borracha
Normógrafo
Normógrafo
O Desenho Técnico e a Engenharia 
O Desenho Técnico e a
Engenharia
O Desenho Técnico e a Engenharia  Nos trabalhos que envolvem os conhecimentos tecnológicos de engenharia,
O Desenho Técnico e a Engenharia  Nos trabalhos que envolvem os conhecimentos tecnológicos de engenharia,

Nos trabalhos que envolvem os conhecimentos tecnológicos de engenharia, a viabilização de boas idéias depende de

cálculos exaustivos, estudos econômicos, análise de riscos,

etc. que, na maioria dos casos, são resumidos em desenhos

que representam o que deve ser executado ou construído ou apresentados em gráficos e diagramas que mostram os resultados dos estudos feitos.

Apesar da evolução tecnológica e dos meios disponíveis pela computação gráfica,o ensino de Desenho Técnico ainda é imprescindível na formação de qualquer modalidade de

engenheiro, pois, além do aspecto da linguagem gráfica que

permite que as idéias concebidas por alguém sejam executadas por terceiros, o desenho técnico desenvolve o raciocínio, o senso de rigor geométrico, o espírito de iniciativa e de organização.

Tipos de Desenho Técnico
Tipos de Desenho Técnico

Desenho projetivo

São os desenhos resultantes de

projeções do objeto em um ou mais

Tipos de Desenho Técnico • Desenho projetivo São os desenhos resultantes de projeções do objeto em
Tipos de Desenho Técnico • Desenho projetivo São os desenhos resultantes de projeções do objeto em

planos de projeção e correspondem às

vistas ortográficas e às perspectivas.

Desenho não - projetivo

Na maioria dos casos corresponde a

desenhos resultantes dos cálculos

algébricos e compreendem os desenhos de gráficos, diagramas etc ..

Desenho Projetivo
Desenho Projetivo
Desenho Projetivo  Os desenhos projetivos compreendem a maior parte dos desenhos feitos nas indústrias e
  • Os desenhos projetivos compreendem a maior parte dos desenhos feitos nas indústrias e alguns exemplos de utilização são :

projeto e fabricação de máquinas, equipamentos e de estruturas nas indústrias

de processo e de manufatura (indústrias mecânicas, aeroespaciais, químicas, farmacêuticas,petroquímicas, alimentícias,

etc.).

projeto e construção de edificações com todos os seus detalhamentos elétricos,hidráulicos, elevadores, etc.

Desenho Projetivo
Desenho Projetivo
Desenho Projetivo ◦ projeto e construção de rodovias e ferrovias mostrando detalhes de corte, aterro,drenagem, pontes,

projeto e construção de rodovias e ferrovias mostrando detalhes de corte,

aterro,drenagem, pontes, viadutos, etc.

projeto e montagem de unidades de processos, tubulações industriais, sistemas de tratamento e distribuição de água, sistema de coleta e tratamento de resíduos.

Desenho Projetivo
Desenho Projetivo
Desenho Projetivo ◦ representação de relevos topográficos e cartas náuticas. ◦ desenvolvimento de produtos industriais. ◦

representação de relevos topográficos e cartas náuticas.

desenvolvimento de produtos industriais.

projeto e construção de móveis e utilitários domésticos.

promoção de vendas com apresentação de ilustrações sobre o produto.

Como resultado das especificidades das diferentes modalidades de engenharia, o desenho projetivo aparece com vários nomes

Como resultado das especificidades das diferentes modalidades de engenharia, o desenho projetivo aparece com vários nomes que correspondem a alguma utilização específica :

  • Desenho Mecânico

  • Desenho de Máquinas

  • Desenho de Estruturas

  • Desenho Arquitetônico

  • Desenho Elétrico/Eletrônico

  • Desenho de Tubulações

Mesmo com nomes diferentes, as diversas formas de apresentação do desenho projetivo têm uma mesma base, e todas seguem normas de execução que permitem suas interpretações sem dificuldades e sem mal-entendidos.

Formas de Elaboração e 
Formas de Elaboração e
Formas de Elaboração e  Apresentação do Desenho Técnico Nas áreas de atuação das diversas especialidades
Apresentação do Desenho Técnico
Apresentação do Desenho Técnico
Formas de Elaboração e  Apresentação do Desenho Técnico Nas áreas de atuação das diversas especialidades

Nas áreas de atuação das diversas especialidades de engenharias, os primeiros desenhos que darão início à viabilização das idéias são desenhos elaborados à mão livre,chamados de esboços.

A partir dos esboços, já utilizando computadores,

são elaborados os desenhos preliminares que

correspondem ao estágio intermediário dos estudos que são chamados de anteprojeto.

Finalmente, a partir dos anteprojetos devidamente

modificados e corrigidos são elaborados os

desenhos definitivos que servirão para execução

dos estudos feitos.

Padronização dos Desenhos Técnicos 
Padronização dos Desenhos
Técnicos
Padronização dos Desenhos Técnicos  Para transformar o desenho técnico em uma linguagem gráfica foi necessário
Padronização dos Desenhos Técnicos  Para transformar o desenho técnico em uma linguagem gráfica foi necessário

Para transformar o desenho técnico em uma linguagem gráfica foi necessário padronizar seus procedimentos de representação gráfica. Essa padronização é feita por meio de normas técnicas seguidas e respeitadas internacionalmente.

As normas técnicas são resultantes do esforço

cooperativo dos interessados em estabelecer códigos técnicos que regulem relações entre produtores e consumidores,engenheiros,

empreiteiros e clientes. Cada país elabora suas

normas técnicas e estas são acatadas em todo o seu território por todos os que estão ligados, direta ou indiretamente,a este setor.

Padronização dos Desenhos Técnicos 
Padronização dos Desenhos
Técnicos
Padronização dos Desenhos Técnicos   No Brasil as normas são aprovadas e editadas pela Associação


No Brasil as normas são aprovadas e editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, fundada em 1940.

Para favorecer o desenvolvimento da padronização internacional e facilitar o intercâmbio

de produtos e serviços entre as nações, os órgãos

responsáveis pela normalização em cada país, reunidos em Londres, criaram em 1947 a Organização Internacional de Normalização (International Organization for Standardization ISO).

Padronização dos Desenhos Técnicos 
Padronização dos Desenhos
Técnicos
Padronização dos Desenhos Técnicos  Quando uma norma técnica proposta por qualquer país membro é aprovada
Padronização dos Desenhos Técnicos  Quando uma norma técnica proposta por qualquer país membro é aprovada

Quando uma norma técnica proposta por qualquer país membro é aprovada por todos os países que compõem a ISO, essa norma é organizada e editada como norma internacional.

As normas técnicas que regulam o desenho

técnico são normas editadas pela ABNT,

registradas pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) como normas brasileiras -NBR e estão em

consonância com as normas internacionais

aprovadas pela ISO.

Normas Técnicas
Normas Técnicas
Normas Técnicas  Para que o desenho seja uma linguagem técnica própria e autêntica, e que
  • Para que o desenho seja uma linguagem técnica própria e autêntica, e que possa cumprir a função

de transmitir ao executor da peça as idéias do desenhista, bem como garantir que em tempos e lugares diferentes, seja possível produzir peças

tecnicamente iguais, deve-se conhecer e respeitar

regras aplicadas ao desenho técnico. Para

tanto existem normas técnicas específicas para cada aplicação.

Normas Técnicas
Normas Técnicas
Normas Técnicas  Abaixo apresentamos as mais usadas: ◦ Normas ABNT : Editadas e distribuídas pela
  • Abaixo apresentamos as mais usadas:

Normas ABNT : Editadas e distribuídas pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Normas ISO : Editadas e distribuídas pela ISO - International Organization for Standardization.

Normas DIN - Deutsche Normen (antigamente Deutsche Industrie - Normen) : Editada pelo DIN - Deutsche Institut fur Normung Instituto Alemão para Normalização.

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  A execução de desenhos técnicos é inteiramente normalizada pela ABNT.  Os
  • A execução de desenhos técnicos é inteiramente normalizada pela ABNT.

  • Os procedimentos para execução de desenhos técnicos aparecem em normas gerais que abordam desde a denominação e classificação dos desenhos até as formas de representação gráfica.

  • como é o caso da NBR 5984 NORMA GERAL DE DESENHO TÉCNICO e da NBR 6402 EXECUÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS DE MÁQUINAS E ESTRUTURAS METÁLICAS

  • bem como em normas específicas que tratam os assuntos separadamente, conforme os exemplos seguintes :

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  NBR 10647 – DESENHO TÉCNICO – NORMA GERAL, cujo objetivo é definir
  • NBR 10647 DESENHO TÉCNICO NORMA GERAL, cujo objetivo é definir os termos empregados em desenho técnico. A norma define os tipos de desenho quanto aos seus aspectos geométricos (Desenho Projetivo e Não-Projetivo), quanto ao grau de elaboração (Esboço, Desenho Preliminar e Definitivo), quanto ao grau de pormenorização (Desenho de Detalhes e Conjuntos) e quanto à técnica de execução (À mão livre ou utilizando computador)

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  NBR 10068 – FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E DIMENSÕES, cujo objetivo é
  • NBR 10068 FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E DIMENSÕES, cujo objetivo é padronizar as dimensões das folhas utilizadas na execução de desenhos técnicos e definir seu lay-out com suas respectivas margens e legenda.

  • NBR 13142 DESENHO TÉCNICO DOBRAMENTO DE CÓPIAS, que fixa a forma de dobramento de todos os formatos de folhas de desenho: para facilitar a fixação em pastas, eles

são dobrados até as dimensões do formato A4.

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  NBR 8402 – EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA ESCRITA EM DESENHOS TÉCNICOS que,
  • NBR 8402 EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA ESCRITA EM DESENHOS TÉCNICOS que,

visando à uniformidade e à legibilidade para evitar prejuízos na clareza do desenho e evitar a possibilidade de interpretações erradas, fixou as

características de escrita em desenhos técnicos.

  • NBR 8403 APLICAÇÃO DE LINHAS EM DESENHOS TIPOS DE LINHAS LARGURAS DAS LINHAS.

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  NBR10067 – PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO EM DESENHO TÉCNICO.  NBR 6158
  • NBR10067 PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO EM DESENHO TÉCNICO.

  • NBR 6158 SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES

  • NBR 8993 REPRESENTAÇÃO CONVENCIONAL DE PARTES ROSCADAS

EM DESENHO TÉCNICO

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  NBR 8196 – DESENHO TÉCNICO – EMPREGO DE ESCALAS  NBR 12298
  • NBR 8196 DESENHO TÉCNICO EMPREGO DE ESCALAS

  • NBR 12298 REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO

  • NBR10126 COTAGEM EM DESENHO TÉCNICO

  • NBR8404 INDICAÇÃO DO ESTADO DE SUPERFÍCIE EM DESENHOS TÉCNICOS

  • Existem normas que regulam a elaboração dos desenhos e têm a finalidade de atender a uma determinada modalidade de engenharia.Ex:NBR 6409, que normaliza a execução dos desenhos de eletrônica.

Normas da ABNT
Normas da ABNT
Normas da ABNT  Uma consulta aos catálogos da ABNT mostrará muitas outras normas vinculadas à
  • Uma consulta aos catálogos da ABNT mostrará muitas outras normas vinculadas à execução de algum tipo ou alguma especificidade de desenho técnico.

  • Normas não são leis , ou seja, o profissional pode não se prender a todos os aspectos da norma, desde que justifique e se responsabilize por isso.

  • Dependendo do âmbito do projeto, você pode encontrar normas internacionais, nacionais e internas de sua empresa, que buscam padronizar

os desenhos.

Relação com as normas mais utilizadas em desenho técnico

mecânico: NBR10647 DESENHOT ÉCNICO NORMA GERAL.

Relação com as normas mais utilizadas em desenho técnico mecânico: NBR10647 – DESENHOT ÉCNICO – NORMA

NBR10068 FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E DIMENSÕES.

NBR10582 APRESENTAÇÃO DA FOLHA PARA DESENHO

TÉCNICO.

NBR13142 DESENHO TÉCNICO DOBRAMENTO DE CÓPIAS.

NBR8402 EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA ESCRITA EM

DESENHOS TÉCNICOS.

NBR8403 APLICAÇÃO DE LINHAS EM DESENHOS TIPOS DE

LINHAS LARGURAS DAS LINHAS.

NBR10067 PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO EM

DESENHO TÉCNICO.

NBR8196 DESENHO TÉCNICO EMPREGO DE ESCALAS.

NBR12298 REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO

DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO.

NBR10126 COTAGEM EM DESENHO TÉCNICO.

NBR8404 INDICAÇÃO DO ESTADO DE SUPERFÍCIE EM

DESENHOS TÉCNICOS.

NBR6158 SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES.

NBR8993 REPRESENTAÇÃO CONVENCIONAL DE PARTES

ROSCADAS EM DESENHO TÉCNICO.

Folhas
Folhas
Folhas  O formato usado é o baseado na norma NBR 10068, denominado A0 (A-zero). 
  • O formato usado é o baseado na norma NBR 10068, denominado A0 (A-zero).

  • Trata-se de uma folha com 1m² , cujas proporções da altura e largura são de1: 2 .

  • Todos os formatos seguintes são proporcionais: o formato A1 tem metade da área do formato A0, etc.

Folhas
Folhas
Folhas
Folhas
Folhas  Margens : Segundo as normas em vigor, cada tamanho de folha possui determinadas dimensões
  • Margens: Segundo as normas em vigor, cada tamanho de folha possui

determinadas dimensões para suas margens, conforme tabela a seguir.

Folhas  Margens : Segundo as normas em vigor, cada tamanho de folha possui determinadas dimensões
Folhas
Folhas
Folhas  Configuração da folha : Usualmente a região acima da legenda é reservada para marcas
  • Configuração da folha: Usualmente a região acima da legenda é reservada para marcas de revisão, para observações, convenções e carimbos de aprovação de órgãos públicos.

Folhas  Configuração da folha : Usualmente a região acima da legenda é reservada para marcas
Folhas
Folhas
Folhas  Posição de Leitura : Como regra geral na representação e leitura de desenhos deve
  • Posição de Leitura: Como regra geral na representação e leitura de desenhos deve se

observar que os mesmos possam ser lidos da base da folha de desenho ou de sua direita. As posições inversas a estas (leitura de cima para

baixo ou da esquerda para a direita) são

consideradas “de cabeça para baixo”.

Dobragem de Cópias
Dobragem de Cópias
Dobragem de Cópias  Toda folha com formato acima do A4 possui uma forma recomendada de
  • Toda folha com formato acima do A4 possui

uma forma recomendada de dobragem,

conforme norma NBR 13142.

  • Esta forma visa que o desenho seja armazenado em uma pasta, que possa ser consultada com facilidade sem necessidade de retirá-la da pasta, e que a legenda esteja visível com o desenho

dobrado.

Selo ou Legenda
Selo ou Legenda
Selo ou Legenda A legenda de um desenho técnico deve conter, no mínimo, as seguintes informações:

A legenda de um desenho técnico deve conter, no mínimo, as seguintes informações:

  • Designação e emblema da empresa que está elaborando o projeto ou a obra;

  • Nome do responsável técnico pelo conteúdo do desenho, com sua identificação (inscrição no órgão de classe) e local para assinatura;

  • Local e data;

  • Nome ou conteúdo do projeto;

  • Conteúdo da prancha (quais desenhos estão presentes na prancha)

  • Escala(s) adotada(s) no desenho e unidade;

  • Número da prancha;

Selo ou Legenda
Selo ou Legenda
Selo ou Legenda  Aqui no curso, nos ateremos aos seguintes itens da legenda: ◦ Número
  • Aqui no curso, nos ateremos aos seguintes itens da legenda:

Número do desenho; Título do desenho; Origem do desenho; Data de conclusão do desenho; Escala do desenho; Profissional responsável pelo desenho; Conteúdo; Diedro no qual o desenho foi realizado; e demais informações pertinentes.

Selo ou Legenda
Selo ou Legenda
Selo ou Legenda  Sua altura pode variar, apenas sua largura é especificada pela norma, como:
  • Sua altura pode variar, apenas sua largura é especificada pela norma, como:

Selo ou Legenda  Sua altura pode variar, apenas sua largura é especificada pela norma, como:
  • No total, o espaço reservado para a legenda somado à margem direita sempre resultará em um módulo de 185 mm.

  • O espaço vertical acima da legenda deve ser reservado para outras informações, como convenções específicas, tabelas ou notas sobre o desenho. Este espaço pode ser mudado, por conveniência, para a parte horizontal ao lado da legenda.

CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA  A caligrafia usada nos desenhos técnicos é definida pela ABNT ; e deve
  • A caligrafia usada nos desenhos técnicos é definida pela ABNT; e deve respeitar alguns requisitos básicos, como ser bem legível, de rápida execução e proporcional ao desenho.

CALIGRAFIA TÉCNICA  A caligrafia usada nos desenhos técnicos é definida pela ABNT ; e deve
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA  Na execução da caligrafia técnica, alguns itens devem ser observados: ◦ Linhas de
  • Na execução da caligrafia técnica, alguns itens devem ser observados:

Linhas de guia - linhas necessárias para manter as letras e números com a mesma altura ou mesma inclinação, devem ser executadas com

traço contínuo e estreito.

Altura das letras - é baseada na altura das letras maiúsculas, sendo o mínimo de 2,5 mm, com dimensões proporcionais, conforme o quadro e o

exemplo a seguir:

CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA  Para melhorar o efeito visual em alguns casos a distância entre os caracteres
  • Para melhorar o efeito visual em alguns casos a distância entre os caracteres deve ser alterada, como entre as letras LA, TV ou LT.

  • A altura das letras e algarismos é escolhida de acordo com a importância do texto que será escrito; para títulos, tamanhos maiores (7 ou 10 mm), para observações e notas, tamanhos menores (geralmente 3 mm).

CALIGRAFIA TÉCNICA
CALIGRAFIA TÉCNICA

Tabela fornecida pela norma NBR 8402

CALIGRAFIA TÉCNICA Tabela fornecida pela norma NBR 8402
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA 
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA  A diferenciação entre os elementos de um desenho é dada

A diferenciação entre os elementos de um desenho é dada pela espessura e tipo das linhas utilizadas.

De modo geral, sua espessura é definida pela prática para cada elemento, com pouca variação,

dependendo ainda do tipo de desenho e

importância do detalhe.

APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA  Deve-se respeitar as seguintes
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
Deve-se respeitar as seguintes
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA  Deve-se respeitar as seguintes recomendações gerais: ◦ A espessura e

recomendações gerais:

A espessura e o espaçamento das linhas proporcionais à escala do desenho.

A espessura de linhas estabelecida para uso em um desenho mantém-se em todo ele, assim como em desenhos complementares.

APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA Larga – Planos de corte ( extremidades e mudanças de planos
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
Larga – Planos de corte ( extremidades e
mudanças de planos )
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE
LINHA
APLICAÇÃO E TIPOS DE LINHA
Ordem de Prioridade de Linhas Coincidentes
Ordem de Prioridade de Linhas
Coincidentes
Posições Relativas das Linhas de Desenho
Posições Relativas das Linhas
de Desenho
Posições Relativas das Linhas de Desenho
Posições Relativas das Linhas
de Desenho
Escala
Escala
Escala  Escala é a relação entre as dimensões representadas no desenho e as dimensões reais
  • Escala é a relação entre as dimensões representadas no desenho e as dimensões reais do objeto.

Escala  Escala é a relação entre as dimensões representadas no desenho e as dimensões reais
  • Escala Natural: as medidas do desenho e do objeto são iguais, é a escala 1 / 1 (uma unidade do desenho corresponde a uma unidade do objeto).

  • Escala de Redução: as medidas do desenho são menores que as do objeto, é a escala l / X . Ex.: escala 1/2 - uma unidade do desenho corresponde a duas unidades do objeto.

  • Escala de Ampliação: as medidas do desenho são maiores que as do objeto, é a escala X / l . Ex.: escala

2/1 - duas unidades do desenho corres ondem a uma

Escalas Numéricas
Escalas Numéricas
Escalas Recomendadas
Escalas Recomendadas
  • A ABNT recomenda as seguintes escalas:

Escalas Recomendadas  A ABNT recomenda as seguintes escalas:  Observações gerais : ◦ Ao se
Escalas Recomendadas  A ABNT recomenda as seguintes escalas:  Observações gerais : ◦ Ao se
  • Observações gerais:

Ao se executar um desenho , a escala utilizada deverá ser sempre indicada na legenda, no espaço destinado para tal.

Existindo desenhos em diferentes escala, estas deverão vir indicadas abaixo e a direita de cada um; a escala que predomina é indicada na legenda.

Escalas Recomendadas
Escalas Recomendadas
Escalas Recomendadas  As dimensões a serem usadas na cotagem , serão sempre as dimensões reais
  • As dimensões a serem usadas na cotagem, serão sempre as dimensões reais do objeto, mesmo quando este estiver em escala, e não as correspondentes ao desenho.

  • Os ângulos não sofrem redução ou ampliação em sua abertura, independentemente da escala utilizada no desenho.

Projeções
Projeções
Projeções  Projetar significa representar graficamente , em um plano , uma figura localizada no espaço
  • Projetar significa representar graficamente, em um plano, uma figura localizada no espaço.

Projeções  Projetar significa representar graficamente , em um plano , uma figura localizada no espaço
Projeções  Projetar significa representar graficamente , em um plano , uma figura localizada no espaço
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções  Projeção cônica ou central - o centro de projeção está a uma
  • Projeção cônica ou central - o centro de projeção está a uma distância finita do plano de projeção e os raios projetantes são divergentes.

Tipos de Projeções  Projeção cônica ou central - o centro de projeção está a uma
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções  Projeção cilíndrica ou paralela - o centro de projeção está a uma
  • Projeção cilíndrica ou paralela - o centro de projeção está a uma distância infinita do plano de projeção e os raios projetantes são paralelos entre si.

A Projeção Cilíndrica pode ser:

  • Oblíqua: os raios projetantes formam com o plano de projeção um ângulo diferente de 90°.

  • Ortogonal: os raios projetantes formam com o plano de projeção um ângulo de 90°.

Tipos de Projeções  Projeção cilíndrica ou paralela - o centro de projeção está a uma
Tipos de Projeções  Projeção cilíndrica ou paralela - o centro de projeção está a uma
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções
Tipos de Projeções Tipos de projeções geométricas planas:

Tipos de projeções geométricas planas:

Diedros de Projeção
Diedros de Projeção
Diedros de Projeção  Para localizar um determinado ponto no espaço na projeção cilíndrica ortogonal são
  • Para localizar um determinado ponto no espaço na projeção cilíndrica ortogonal são necessárias duas projeções ortogonais.

  • Usa-se, portanto, um sistema de dois planos de projeção perpendiculares entre si, um na posição horizontal (π) e outro na vertical (π '), que se interceptam determinando uma reta denominada linha de terra (LT).

  • Os planos (π) e (π ') determinam no espaço quatro porções iguais denominadas diedros.

Diedros de Projeção
Diedros de Projeção
Diedros de Projeção  Dos quatro diedros formados pela interseção dos planos horizontal e vertical de
  • Dos quatro diedros formados pela interseção dos planos horizontal e vertical de projeção, apenas o 1º e 3a diedros são utilizados em desenho técnico.

  • O 1º diedro é também denominado de sistema europeu de projeção, e o 3° diedro, de sistema americano de projeção.

  • Daremos mais ênfase ao estudo da projeção no 1º diedro, por ser este o sistema de representação mais usado no Brasil.

Épura
Épura
Épura  Para desenhar e interpretar as projeções é necessário que os dois planos de projeção
  • Para desenhar e interpretar as projeções é necessário que os dois planos de projeção sejam representados em uma única superfície plana. Isto é obtido fazendo-se com que um dos planos seja rebatido sobre o outro, num giro de 90° em torno

da linha de terra (LT).O resultado desse processo é denominado épura.

Épura  Para desenhar e interpretar as projeções é necessário que os dois planos de projeção
Épura
Épura
Épura  Para a melhor localização de um ponto no espaço, utiliza-se um terceiro plano de
  • Para a melhor localização de um ponto no espaço, utiliza-se um terceiro plano de projeção, de perfil, perpendicular aos outros dois e com posição arbitrária em relação aos mesmos.

Épura  Para a melhor localização de um ponto no espaço, utiliza-se um terceiro plano de
Estudo dos Segmentos de Reta no 1° Diedro  Posições do segmento em relação a um

Estudo dos Segmentos de Reta

no 1° Diedro
no 1° Diedro
  • Posições do segmento em relação a um plano de projeção:

Estudo dos Segmentos de Reta no 1° Diedro

Estudo dos Segmentos de Reta

no 1° Diedro
no 1° Diedro
Estudo dos Segmentos de Reta no 1° Diedro

Estudo dos Segmentos de Reta

no 1° Diedro
no 1° Diedro
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
Planos
de Projeção
Posições Relativas aos Três Planos de Projeção

Posições Relativas aos Três

Planos de Projeção
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de Projeção
Posições das Figuras Planas em Relação a um Plano de Projeção

Posições das Figuras Planas em

Relação
Relação
a um Plano de Projeção
a um Plano de Projeção
Posições das Figuras Planas em Relação a um Plano de Projeção Observações: As figuras são deformadas

Posições das Figuras Planas em

Relação a um Plano de Projeção
Relação
a um Plano de Projeção

Observações: As figuras são deformadas apenas quanto ás

medidas de seus lados e seus ângulos; o triangulo aparece na

projeção como um triângulo diferente do original, o quadrado

passa a ter lados de tamanhos diferentes, a circunferência torna-

se semelhante a uma elipse, etc ...

Posições das Figuras Planas em

Relação
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a Três Planos de Projeção
a Três Planos de Projeção
Posições das Figuras Planas em Relação a Três Planos de Projeção

Posições das Figuras Planas em

Relação
Relação
a Três Planos de Projeção
a Três Planos de Projeção
Posições das Figuras Planas em Relação a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação
a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação
a Três Planos de Projeção
Posições dos Sólidos em Relação a Três Planos de Projeção
Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas  Como os sólidos são constituídos de várias superfícies , as projeções ortogonais são
  • Como os sólidos são constituídos de várias superfícies, as projeções ortogonais são utilizadas para representar as formas tridimensionais através de figuras planas.

Vistas Ortográficas  Como os sólidos são constituídos de várias superfícies , as projeções ortogonais são
Vistas Ortográficas Principais 
Vistas Ortográficas Principais
Vistas Ortográficas Principais  No desenho técnico, as representações gráficas obtidas através da projeção ortogonal do

No desenho técnico, as representações gráficas obtidas através da projeção ortogonal do objeto nos planos de projeção, corresponderão às três vistas ortográficas principais.

Vistas Ortográficas Principais  No desenho técnico, as representações gráficas obtidas através da projeção ortogonal do
Vistas Ortográficas Principais
Vistas Ortográficas Principais
Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas  Na representação em desenho técnico, as linhas de interseção entre os planos de
  • Na representação em desenho técnico, as linhas de interseção entre os planos de projeção são eliminadas.

  • Para a construção das vistas deve-se usar linhas auxiliares que irão determinar o perfeito alinhamento entre as mesmas, segundo um dos processos mostrados a seguir:

Vistas Ortográficas  Na representação em desenho técnico, as linhas de interseção entre os planos de
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  • Observações:

Vistas Ortográficas  Observações : ◦ Não é necessário nomear as vistas , já que suas

Não é necessário nomear as vistas, já que suas posições são constantes, de acordo com as projeções horizontal, vertical e de perfil definidas anteriormente.

A distância entre a vista frontal e a superior, e entre a vista frontal e a lateral esquerda, deverá ser sempre a mesma, no mínimo 20 mm, a fim de não dificultar a cotagem do desenho.

O desenho deverá ser distribuído simetricamente pela folha, de forma que o enquadramento fique com melhor aspecto.

Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas
Vistas Ortográficas  As três vistas ortográficas principais (frontal, superior e lateral esquerda) por vezes não
  • As três vistas ortográficas principais (frontal, superior e lateral esquerda) por vezes não conseguem esclarecer suficientemente a forma de objetos mais complexos. Além de outros recursos, pode-se aumentar o número de vistas para seis.

1° Diedro

3° Diedro
3° Diedro
Vistas Ortográficas
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  • Escolha das vistas:

Vistas Ortográficas  Escolha das vistas : ◦ Deve-se executar tantas vistas quantas forem necessárias à

Deve-se executar tantas vistas quantas forem necessárias à perfeita caracterização da forma do objeto; estas devem ser selecionadas conforme os seguintes critérios:

  • A vista mais importante de um objeto deve ser utilizada como a vista frontal, contendo preferencialmente o comprimento da peça e ou o maior número de detalhes.

  • Também, sempre que necessário, a vista principal deve corresponder a posição de trabalho da peça.

  • Limitar ao máximo o número de vistas.

  • Evitar vistas com repetição de detalhes.

Vistas Ortográficas
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Exemplos de escolhas corretas das vistas principais de alguns

objetos.

Vistas Ortográficas
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