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Doenças de caprinos e ovinos

Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto
Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto
Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto
Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto
- Clostridiose - Neosporose
- Clostridiose
- Neosporose
Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto

Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto Maria Eduarda L. Paniago

Doenças de caprinos e ovinos - Clostridiose - Neosporose Grupo: Carla Lopes Caixeta Marcela Muriel Neto
 Grupo de infecções e intoxicações, frequentemente fatais, causadas por bactérias anaeróbias do gênero Clostridium. 
Grupo de infecções e intoxicações, frequentemente
fatais, causadas por bactérias anaeróbias do gênero
Clostridium.
Grandes perdas econômicas e problemas de ordem
sanitária para animais e humanos.
Esporo pode se manter potencialmente infectantes
por até 40 anos.
Presentes na água – doce e salgada –, no solo e no
trato intestinal normal de animais e humanos.
Os clostrídios não são transmitidos de um animal para
o outro.
O que causam os sinais clínicos não são as bactérias,
mas as toxinas produzidas por elas.
  • O mais importante, quando se fala em clostridioses, é prevenção; pois, na maioria das vezes, o tratamento não surte o efeito desejado porque, mesmo medicados, um grande número de animais acometidos morrem.

 O mais importante, quando se fala em clostridioses, é prevenção; pois, na maioria das vezes,
 O mais importante, quando se fala em clostridioses, é prevenção; pois, na maioria das vezes,
 O mais importante, quando se fala em clostridioses, é prevenção; pois, na maioria das vezes,

Clostridioses que causam sinais nervosos

Tétano (mal-dos-sete-dias)

nervoso central e causam os sinais clínicos.

 Toxinfecção altamente letal causada por uma potente neurotoxina produzida pelo Clostridium tetani.  O ovino
Toxinfecção altamente letal causada por uma potente
neurotoxina produzida pelo Clostridium tetani.
O ovino é a segunda espécie mais sensível a essa toxina,
seguida dos equinos, e os caprinos.
Para que o esporo se multiplique e produza as toxinas, é
necessário que haja uma condição de anaerobiose local, o
que geralmente acontece nas feridas mais profundas.
Em condições favoráveis nas feridas, esses esporos
germinam, multiplicam-se e produzem a neurotoxina, que
através dos nervos periféricos é transportada para o sistema

A principal porta de entrada para o C. tetani são as feridas profundas, contaminadas por fezes ou material contendo esporos da bactéria.

Comum

após

ferimentos,

acidentais

ou

práticas

de

manejo, como castração, descola - corte

da cauda

-

tosquia, descorna, aplicações medicamentos.

tosquia, descorna, aplicações medicamentos.
tosquia, descorna, aplicações medicamentos.

de

vacinas

e/ou

Em filhotes, o cordão umbilical é a porta de entrada mais

comum para esta toxinfecção.

Em filhotes, o cordão umbilical é a porta de entrada mais comum para esta toxinfecção.
 A principal porta de entrada para o C. tetani são as feridas profundas, contaminadas por
 A principal porta de entrada para o C. tetani são as feridas profundas, contaminadas por
SINAIS CLINICOS  Tem início de 3 dias a 3 semanas após a prática de manejo
SINAIS CLINICOS
Tem início de 3 dias a 3 semanas após a prática de manejo ou
a ocorrência de ferimentos.
Aumento generalizado da rigidez muscular acompanhado de
tremores, trismo, timpanismo, dificuldade respiratória,
incontinência urinária, expressão ansiosa e alerta, orelhas
eretas e resposta exagerada a estímulos sonoros e luminosos.
Em casos mais avançados, os animais apresentam opistótono,
rigidez de membros e das orelhas e os ataques convulsivos são
estimulados por toque e som.
A temperatura corporal pode atingir 42 °C.
Em geral, os animais morrem no terceiro ou quarto dia em
consequência de asfixia causada pela paralisia dos músculos
respiratórios
Clostridioses que acometem o trato digestivo Enterotoxemia (doença do rim polposo ou enfermidade da superalimentação) 
Clostridioses que acometem o trato digestivo
Enterotoxemia (doença do rim polposo ou
enfermidade da superalimentação)
A enterotoxemia
produzida
pelo
Clostridium
perfringens tipo
D
é
a
que
ocorre
com
maior
frequência nos ovinos e caprinos.
C. perfringens
é
habitante
normal
do
trato
gastrintestinal dos animais e humanos, proliferando
rapidamente quando as condições no intestino são
propícias.
Em pequena quantidade no trato gastrointestinal dos
ruminantes produz baixas quantidades de toxinas sem
produzir alterações.

Enterotoxemia

Entretanto, por causa de mudanças bruscas na alimentação, ocorre uma proliferação

exagerada dessa bactéria, com produção de altas concentrações de toxinas, que são absorvidas pelo intestino, atingem a circulação

geral e chegam a diversos órgãos, tais como:

cérebro, rins, pulmões e coração.

Assim,

para

que

a

doença

ocorra, são

necessários fatores desencadeantes, como mudanças bruscas na alimentação, geralmente associados à substituição de dietas pobres por outras mais ricas em carboidratos e proteínas excesso de “ração” e/ou concentrado , coccidiose e doenças debilitantes.

Enterotoxemia  Entretanto, por causa de mudanças bruscas na alimentação, ocorre uma proliferação exagerada dessa bactéria,
Enterotoxemia  Entretanto, por causa de mudanças bruscas na alimentação, ocorre uma proliferação exagerada dessa bactéria,

Sinais clínicos

Geralmente ocorrem em animais que estão em dietas altamente nutritivas ricas em energia e em condições corporais excelentes, bem como, em cordeiros cujas mães

são boas produtoras de leite ou cabritos que recebem

grandes quantidades de leite; por isso é chamada de doença da superalimentação.

A evolução da doença é muito rápida. Os animais morrem entre 12 e 24 horas, e nos casos mais severos, entre 6 e 12

horas, muitas vezes, sem que observados.

os sinais clínicos

possam ser

Os animais que sobrevivem, apresentam sinais neurológicos como incoordenação motora dificuldade para andar, opistótono, movimentos de pedalagem e eliminação de

espuma pelo nariz, causado pelo edema pulmonar.

Não é comum encontrar alterações intestinais, mas pode-se observar diarreia

Sinais clínicos  Geralmente ocorrem em animais que estão em dietas altamente nutritivas – ricas em
Sinais clínicos  Geralmente ocorrem em animais que estão em dietas altamente nutritivas – ricas em

Disenteria dos cordeiros

 Causada por Clostridium perfringens tipo B  Acomete cordeiros com menos de 3 semanas de
Causada por Clostridium perfringens tipo B
Acomete cordeiros com menos de 3 semanas
de idade, com maior frequência os cordeiros
lactantes nos 3 primeiros dias de vida.
A doença se desenvolve em decorrência de
um desequilíbrio da microbiota intestinal muitas
vezes por causa da proliferação exacerbada
da bactéria no intestino, culminando com a
produção de grandes quantidades de toxinas.
  • Esta toxina pode ser inativada por substâncias enzimas presentes no colostro.

  • Além do baixo consumo de colostro, a ingestão de quantidades excessivas de leite e condições precárias de higiene e

 Esta toxina pode ser inativada por substâncias – enzimas – presentes no colostro.  Além

manejo predispõem os cordeiros à

doença.

 Esta toxina pode ser inativada por substâncias – enzimas – presentes no colostro.  Além
 Esta toxina pode ser inativada por substâncias – enzimas – presentes no colostro.  Além
 Esta toxina pode ser inativada por substâncias – enzimas – presentes no colostro.  Além

Sinais clínicos

  • Os cordeiros apresentam falta de apetite, abdômen dilatado, sensível à compressão, diarreia pastosa no início, evoluindo para fluida e, posteriormente, torna-se hemorrágica, já com o animal próximo da morte, que ocorre em poucas horas

Sinais clínicos  Os cordeiros apresentam falta de apetite, abdômen dilatado, sensível à compressão, diarreia pastosa
Sinais clínicos  Os cordeiros apresentam falta de apetite, abdômen dilatado, sensível à compressão, diarreia pastosa

Enterite hemorrágica

 Causada pelo Clostridium perfringens tipo B ou C, a enterite hemorrágica é muito semelhante à
Causada pelo Clostridium perfringens tipo B ou
C, a enterite hemorrágica é muito semelhante
à disenteria dos cordeiros, ocorrendo em
cordeiros e cabritos com menos de 3 semanas
de idade, com maior frequência nos animais
que estão mamando.
Os recém-nascidos, com baixa de imunidade
passiva, recebida via colostro contra esses
agentes, são os que apresentam quadros mais
severos.
Sinais clínicos  O curso da enfermidade pode variar de subagudo à morte súbita.  Geralmente,
Sinais clínicos
O curso da enfermidade pode variar de subagudo à
morte súbita.
Geralmente, os animais acometidos por esta
enfermidade morrem antes de 24 horas após o início
dos sinais clínicos.
Nos casos agudos, observa-se diarreia com presença
ou não de sangue.
Em animais adultos, a toxina pode levar a um quadro
de morte súbita.
Não se observa sinais clínicos neurológicos e a maioria
dos animais são encontrados mortos.

Diagnóstico diferencial das

clostridioses

O diagnóstico é difícil, pois, para todos os tipos de Clostridium envolvidos, a morte é tão rápida que, geralmente, não dá para se observar nenhum dos

sinais clínicos da doença e o primeiro sinal clínico observado é a própria morte.

O diagnóstico diferencial definitivo somente pode ser feito em laboratórios especializados.

Entretanto, a

história

clínica

de situações

predisponentes e de falta de vacinação dos

animais, associada à ocorrência dos sinais clínicos

seguidos de morte rápida sinaliza a necessidade da imediata adoção de medidas de controle para o restante do rebanho

Diagnóstico diferencial das clostridioses  O diagnóstico é difícil, pois, para todos os tipos de Clostridium
Diagnóstico diferencial das clostridioses  O diagnóstico é difícil, pois, para todos os tipos de Clostridium
Controle e prevenção das clostridioses  O controle e a prevenção das clostridioses devem basear- se
Controle e prevenção das clostridioses
O controle e a prevenção das clostridioses devem basear-
se em medidas adequadas de manejo e vacinações
sistemáticas de todo o rebanho, já que os animais estão
sempre em permanente contato com os agentes e com os
fatores que poderão desencadear estas enfermidades.
As vacinas clostridiais são, na sua maioria, polivalentes –
induzem proteção contra os vários tipos de clostrídios – e
devem ser administradas por via subcutânea, seguindo-se a
indicação da bula, com pelo menos duas doses com
intervalo de 4 a 6 semanas entre elas.
Quando o rebanho é sistematicamente vacinado, os
anticorpos colostrais protegem os filhotes recém-nascidos
por até 3 meses após o nascimento. Cabritos ou cordeiros
que recebem colostro de outra espécie – de vaca, por
exemplo – devem ser vacinados mais cedo.

Além da vacinação sistemática com vacinas polivalentes contra clostridioses, algumas medidas devem ser adotadas como apoio preventivo:

Desinfecção da pele no local e dos instrumentos utilizados durante procedimentos cirúrgicos ou de manejo brincagem, tatuagem, descola, descorna, castração, aplicação de injeções, etc.

Manter os animais em

local

limpo

após

os

procedimentos cirúrgicos ou de manejo com

instrumentos perfurocortantes.

 Além da vacinação sistemática com vacinas polivalentes contra clostridioses, algumas medidas devem ser adotadas como
 Além da vacinação sistemática com vacinas polivalentes contra clostridioses, algumas medidas devem ser adotadas como

Desinfecção do umbigo logo após o nascimento com tintura de iodo a 10%.

Garantir a adequada administração de colostro aos filhotes. A vacinação contra as clostridioses é muito eficaz. Filhotes de mães vacinadas mamam ou recebem o colostro, que pode conferir proteção por até 3 meses após o nascimento.

Evitar mudanças bruscas de alimentação e a introdução repentina

de animais que estão a pasto em dietas altamente nutritivas.

Evitar a deficiência de fósforo porque, principalmente fêmeas em fase de lactação ou gestação, procuram compensar esta deficiência através da ingestão dos ossos dos cadáveres de animais deixados no pasto.

Dietas ricas em carboidratos e proteínas devem ser evitadas, porém, torna-se difícil evitar dietas dessa natureza para animais em confinamento.

Não administrar alimentos silagem deteriorados aos animais. Outra importante medida é o adequado descarte das carcaças, que devem ser enterradas em covas profundas ou, de preferência, queimadas.

 Desinfecção do umbigo logo após o nascimento com tintura de iodo a 10%.  Garantir
 Desinfecção do umbigo logo após o nascimento com tintura de iodo a 10%.  Garantir
Neosporose
Neosporose
Neosporose
Neosporose

Etiologia

Neospora caninum é um protozoário que tem o cão como hospedeiro definitivo e

os ovinos, entre outras espécies, como hospedeiros intermediários

No

Brasil,

Neospora

caninum foi

diagnosticado a partir de 1999, em fetos abortados, e através de levantamentos

sorológicos de diferentes estados

bovinos

e

cães

de

Etiologia  Neospora caninum é um protozoário que tem o cão como hospedeiro definitivo e os
Etiologia  Neospora caninum é um protozoário que tem o cão como hospedeiro definitivo e os
  • Em algumas regiões, mais de 42,5% dos abortos são atribuídos a neosporose

  • Realizar transmissão transplacentária em cães, gatos e ovinos, além de bovinos

 Em algumas regiões, mais de 42,5% dos abortos são atribuídos a neosporose  Realizar transmissão
 Em algumas regiões, mais de 42,5% dos abortos são atribuídos a neosporose  Realizar transmissão

O cão é o hospedeiro definitivo, capaz

de

oocistos

eliminar

nas

fezes,

o

que

constatado após inoculação

pode ser

por

oral,

via

cistos teciduais de

de

camundongos infectados

 O cão é o hospedeiro definitivo, capaz de oocistos eliminar nas fezes, o que constatado
 O cão é o hospedeiro definitivo, capaz de oocistos eliminar nas fezes, o que constatado

Perdas Econômicas

 fetos abortados  auxílio profissional  custo de técnicas de diagnóstico  aumento do tempo
fetos abortados
auxílio profissional
custo de técnicas de diagnóstico
aumento do tempo de lactação
possíveis quedas na produção de leite
redução da vida produtiva
Perdas Econômicas  fetos abortados  auxílio profissional  custo de técnicas de diagnóstico  aumento
Classificação  É um protozoário parasita intracelular obrigatório, formador de cisto.  FILO: Apicomplexa  CLASSE:
Classificação
É um protozoário parasita intracelular obrigatório,
formador de cisto.
FILO: Apicomplexa
CLASSE: Sporoasida
SUB-CLASSE: Coccidiasina
ORDEM: Eucoccidiorida
FAMÍLIA: Sarcocystidae
SUB-FAMÍLIA: Toxoplasmatinae
GÊNERO: Neospora
ESPÉCIES: Neospora caninum 18
Neospora hughesi 31

Aspectos Epidemiológicos

O

cão

é

o

hospedeiro definitivo do

Neospora caninum, eliminando oocistos

do

protozoário em suas fezes .Possivelmente outros

canídeos também possam protozoário

fechar o

ciclo

do

o

cão

também

serve como hospedeiro

intermediário formando cistos em seus tecidos, à

semelhança de eqüinos, bovinos, ovinos,

caprinos e veados

Aspectos Epidemiológicos  O cão é o hospedeiro definitivo do Neospora caninum , eliminando oocistos do
Aspectos Epidemiológicos  O cão é o hospedeiro definitivo do Neospora caninum , eliminando oocistos do

Búfalos, camelos, raposas

e

coiotes

possivelmente sejam hospedeiros

intermediários, uma vez

detectados nessas espécies

anticorpos

que

foram

anti-Neospora

Experimentalmente, podem

ser

infectados gatos, camundongos, suínos,

ratos, macacos, entre outros

Não há relatos no mundo de casos da doença em humanos, embora já tenham sido detectados anticorpos anti-

Neospora caninum

 Búfalos, camelos, raposas e coiotes possivelmente sejam hospedeiros intermediários, uma vez detectados nessas espécies anticorpos
 Búfalos, camelos, raposas e coiotes possivelmente sejam hospedeiros intermediários, uma vez detectados nessas espécies anticorpos

Os cães eliminam oocistos não esporulados nas fezes.

São esféricos, com 10 a 11 m de diâmetro

Os oocistos esporulam em 24-72 horas, ficando cada oocisto esporulado com dois esporocistos, cada um com quatro espozoítos

O hospedeiro intermediário ingere o oocisto esporulado, ocorre a liberação dos esporozoítos na luz intestinal, penetram nas células da parede e passam a se chamar taquizoítos.

 Os cães eliminam oocistos não esporulados nas fezes.  São esféricos, com 10 a 11
 Os cães eliminam oocistos não esporulados nas fezes.  São esféricos, com 10 a 11

Os taquizoítos se dividem rapidamente, e podem

penetrar em diversas células do hospedeiro

(macrófagos, polimorfonucleares, neurônios, fibroblastos, endotélio vascular, miócitos, células tubulares renais e hepatócitos) causando severas

lesões em diferentes órgãos

Alguns se transformam em bradizoítos, dentro de cistos de parede espessa, permanecendo latentes, em lenta divisão

 Os taquizoítos se dividem rapidamente, e podem penetrar em diversas células do hospedeiro (macrófagos, polimorfonucleares,
 Os taquizoítos se dividem rapidamente, e podem penetrar em diversas células do hospedeiro (macrófagos, polimorfonucleares,
 Os cistos são encontrados, sobretudo no SNC, inclusive na retina.  Os cistos podem sobreviver
Os cistos são encontrados, sobretudo no
SNC, inclusive na retina.
Os cistos podem sobreviver mais de 14
dias a 4 o C.
Os cães, após ingerirem cistos teciduais,
eliminam oocistos não esporulados nas
fezes
 Os cistos são encontrados, sobretudo no SNC, inclusive na retina.  Os cistos podem sobreviver

Transmição

A transmissão vertical (transplacentária) é a principal forma de disseminação de Neospora caninum ,mantendo a infecção por várias gerações.

Esse

tipo

de

experimentalmente

bovinos,

macacos

ovinos,

transmissão

foi

comprovado

em

caprinos,

felinos

e

Transmição  A transmissão vertical (transplacentária) é a principal forma de disseminação de Neospora caninum ,mantendo
Transmição  A transmissão vertical (transplacentária) é a principal forma de disseminação de Neospora caninum ,mantendo

A infecção horizontal (pós-natal), pela ingestão de água ou alimentos contaminados com oocistos liberados pelos cães também pode ocorrer, sobretudo em casos de surtos de abortos.

transmissão, Neospora caninum em bovinos difere de Toxoplasma gondii em ovinos, sobretudo por dois fatores: a infecção não necessita ocorrer

durante a prenhez para atingir o feto, e, vacas que abortam um feto infectado podem causar nova infecção fetal nas próximas gestações.

 A infecção horizontal (pós-natal), pela ingestão de água ou alimentos contaminados com oocistos liberados pelos
 A infecção horizontal (pós-natal), pela ingestão de água ou alimentos contaminados com oocistos liberados pelos

PREVALÊNCIAS

Neospora caninum tem distribuição mundial

Os estudos indicam maiores prevalências de soropositivos para Neospora entre bovinos de leite do que no gado de corte

A diferença de prevalência de soropositivas entre vacas com histórico de aborto

Em populações caninas, as soroprevalências

variam muito entre regiões, sendo geralmente maior entre cães rurais do que entre os urbanos

P REVALÊNCIAS  Neospora caninum tem distribuição mundial  Os estudos indicam maiores prevalências de soropositivos
P REVALÊNCIAS  Neospora caninum tem distribuição mundial  Os estudos indicam maiores prevalências de soropositivos

PATOGENIA

  • Caprinos: também

foram

 

por

foi

de

diagnosticadas infecções

Neospora

abortados lesões no

naturais

caninum

em

fetos

e

natimortos

com

SNC

e coração.

No

caprinos

severas

RS

diagnosticado neosporose neonatal em

cabrito

com

sinais

neurológicos,

propriedade com histórico de aborto

P ATOGENIA  Caprinos: também já foram por já foi de diagnosticadas infecções Neospora abortados lesões
P ATOGENIA  Caprinos: também já foram por já foi de diagnosticadas infecções Neospora abortados lesões

Caso Clínico

Ovinos: foi diagnosticado em cordeiro que nasceu fraco e com ataxia, sendo encontrados, na necropsia, cistos degenerados e intactos na medula espinhal. Experimentalmente, foram

infectadas ovelhas prenhes, das quais todas as

infectadas aos 65 dias de gestação abortaram. As lesões encontradas foram similares às dos bovinos (encefalite multifocal não supurativa, necrotizante,

e inflamação do músculo esquelético).

Caso Clínico  Ovinos: foi diagnosticado em cordeiro que nasceu fraco e com ataxia, sendo encontrados,
Caso Clínico  Ovinos: foi diagnosticado em cordeiro que nasceu fraco e com ataxia, sendo encontrados,

DIAGNÓSTICO EM OVINO E CAPRINO

Devem ser coletadas, do feto, amostras do cérebro, coração, fígado, medula

espinhal e músculos esqueléticos para exames histopatológicos, além de fluídos corporais e sangue para provas

sorológicas.

D IAGNÓSTICO EM OVINO E CAPRINO  Devem ser coletadas, do feto, amostras do cérebro, coração,
D IAGNÓSTICO EM OVINO E CAPRINO  Devem ser coletadas, do feto, amostras do cérebro, coração,

Infiltrações multifocais de células mononucleares,

sobretudo no cérebro, coração e músculos

esqueléticos

são

neosporose.

altamente

sugestivas de

A probabilidade de ser neosporose é reforçada pela presença de necroses multifocais nesses órgãos.

confirmação do diagnóstico, quando essas lesões

típicas

forem

encontradas,

imunohistoquímica,

que

revela

é

feita

pela

a

presença

de

Neospora caninum nos cortes de tecidos

estudados.

 Infiltrações multifocais de células mononucleares, sobretudo no cérebro, coração e músculos esqueléticos são neosporose. altamente
 Infiltrações multifocais de células mononucleares, sobretudo no cérebro, coração e músculos esqueléticos são neosporose. altamente

Diagnóstico

  • Mas, para o diagnóstico, vários fatores: faixa gestacional compatível, condição de autólise do feto, presença de lesões inflamatórias

disseminadas, parasitas

detectados na técnica de

imunohistoquímica no

feto, evidência

sorológica da infecção e a ausência de outras possíveis causas de aborto, pois a

presença

de

incidental.

Neospora

pode

ser

Diagnóstico  Mas, para o diagnóstico, vários fatores: faixa gestacional compatível, condição de autólise do feto,
Diagnóstico  Mas, para o diagnóstico, vários fatores: faixa gestacional compatível, condição de autólise do feto,

Diagnóstico

 No diagnóstico sorológico são utilizadas as técnicas de imunofluorescência indireta (RIFI), ELISA e teste de
No diagnóstico sorológico são utilizadas as
técnicas de imunofluorescência indireta
(RIFI), ELISA e teste de aglutinação direta.
Geralmente são utilizados isolados cultivados
“in vitro” para a preparação dos antígenos.
O sorodiagnóstico serve para a avaliação da
exposição e do risco
rebanho.
de infecção do
Diagnóstico  No diagnóstico sorológico são utilizadas as técnicas de imunofluorescência indireta (RIFI), ELISA e teste

TRATAMENTO

CÃES

 É recomendado o uso isolado ou associado de clindamicina (11-22mg/kg 2 a 3 vezes ao
É recomendado o uso isolado ou associado de
clindamicina
(11-22mg/kg
2
a
3
vezes
ao
dia),
sulfonamidas potencializadas (15mg/kg – 2 a 3 vezes ao
dia) e pirimetamina (1mg/kg uma vez ao dia).
O tratamento deve durar de duas a nove semanas,
dependendo da resposta do paciente.
Tratamento de apoio é recomendada a administração
de antiinflamatórios não-esteróides, fisioterapia, auxílio à
micção e a suplementação com vitaminas do
complexo B para suprir possíveis deficiências de ácido
fólico.

TRATAMENTO

Ovino e Caprino

não existe tratamento que os torne livres da infecção por Neospora

T RATAMENTO  Ovino e Caprino  não existe tratamento que os torne livres da infecção
T RATAMENTO  Ovino e Caprino  não existe tratamento que os torne livres da infecção

CONTROLE

Não existe vacina para prevenir abortos por Neospora e nem para a eliminação de oocistos pelos cães.

O

controle

deve

buscar

o

bloqueio

da

transmissão entre cães e ovinos.

isso, deve-se

evitar

o

acesso

de

cães

aos

alimentos e fontes de água.

É recomendado manter silos e depósitos de ração fechados, e os cães presos.

C ONTROLE  Não existe vacina para prevenir abortos por Neospora e nem para a eliminação
C ONTROLE  Não existe vacina para prevenir abortos por Neospora e nem para a eliminação

CONTROLE

produção.

 Deve-se também realizar testes sorológicos nos animais antes de introduzí-los no rebanho a fim de
Deve-se
também
realizar
testes
sorológicos
nos
animais
antes
de
introduzí-los no rebanho a fim de evitar a
entrada
de
animais
infectados
na
propriedade.
Em rebanhos com bom controle sanitário,
que apresentem casos de aborto sem um
diagnóstico específico, deve ser
investigado se a neosporose
não
é
a
responsável por esse entrave na
  • Obrigada!

 Obrigada!
 Obrigada!