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LICENCIAMENTO DE

EMPREENDIMENTOS DE IMPACTO

I SEMINÁRIO MINEIRO DE ENGENHARIA CIVIL


HABITAÇÃO: PROJETOS E LICENCIAMENTO

AGOSTO 2009

BHTRANS – EMPRESA DE TRANSPORTES E TRÂNSITO DE BELO HORIZONTE


BHTRANS no Licenciamento Ambiental
 Responsável pela análise dos impactos na circulação gerados
pelos empreendimentos de impacto em licenciamento
ambiental.
 Licenciamento Ambiental: construção, ampliação, instalação e
funcionamento de empreendimentos de impacto.
 Conceito de Pólos Geradores de Tráfego (ou de viagens) x
Conceito de Empreendimentos de Impacto.
 Pólos Geradores de Tráfego – PGT são empreendimentos que
tem como característica atrair grande quantidade de veículos e
cargas. Ex: shoppings centers, escolas, faculdades, hospitais,
supermercados, estádios, centros culturais, etc.
Legislação pertinente
 Lei 9.503/1997 - Código de Trânsito Brasileiro - Art. 93.
“Nenhum projeto de edificação que possa transformar-se em pólo atrativo
de trânsito poderá ser aprovado sem prévia anuência do órgão ou
entidade com circunscrição sobre a via e sem que do projeto conste área
de estacionamento e indicação das vias de acesso adequadas.”
 Lei 7277/1997 – Institui a Licença Ambiental em BH.
São considerados empreendimentos de impacto: .
 Uso não residencial com área construída ≥ 6.000 m².
 Uso residencial com mais de 150 unidades.
 Uso misto, se (número de unidades residenciais / 150) + (área da
edificação com uso não residencial / 6000 m²) ≥ 1
 Outras tipologias incluidas pelas Deliberações Normativas – DNs do
COMAM: aterro sanitário, laboratórios de análises, postos, etc.
Fases do licenciamento

• Licença Prévia – LP: fase preliminar do planejamento do


empreendimento, avalia a localização e a concepção do empreendimento,
atesta a viabilidade ambiental e estabelece requisitos básicos a serem
atendidos nas próximas fases.
• Licença de Implantação - LI: fase em que são analisados e
aprovados os projetos: arquitetônico e viários executivos.
• Licença de Operação - LO: autoriza a operação após a verificação do
cumprimento das condicionantes das licenças anteriores e execução das
medidas mitigadoras dos impactos causados.
• Licença de Operação de Adequação - LOA: início de operação
anterior à Lei 7277/1997.
• Licença de Operação Corretiva - LOC: início de operação posterior a
Lei 7277/1997.
Rotina das análises
 SMAMA emite a OLA – Orientação para Licenciamento
Ambiental.
 RT elabora o RIC – Relatório de Impacto na Circulação a partir
de Roteiro disponível no site www.bhtrans.pbh.gov.br.

O Roteiro é um referencial. Cabe aos consultores efetuar os


ajustes necessários observando as especificidades de cada
atividade e o porte do empreendimento.

O RIC permite aos técnicos envolvidos conhecer, avaliar,


quantificar e delimitar o alcance dos impactos gerados pelo
empreendimento.
Rotina das análises (continua)
 Empreendedor solicita emissão de Parecer Técnico da
BHTRANS
 Análise do RIC pela GEDIV  Vistorias  Reuniões com RT
 Revisões / Complementações (se necessário)
 Parecer Técnico  Condicionantes para Licenciamento 
COMAM
 Aprovação de Projeto Arquitetônico (GEDIV) e de Projeto Viário
(GEPRO)
 Acompanhamento e fiscalização de obras (GESIN)
 Relatório de Cumprimento de Condicionantes para SMAMA.
O foco da análise da BHTRANS
 Parâmetros internos: analisa o projeto arquitetônico do
empreendimento e busca a internalização dos impactos.
Avalia nº de vagas de estacionamento; carga e descarga;
embarque e desembarque; extensão de faixa de acumulação;
localização e geometria dos acessos; acessibilidade de
pedestres, etc.
 Parâmetros externos: visa uma melhor inserção do
empreendimento na malha viária, buscando minimizar os
impactos gerados no sistema viário e de transporte (reduzindo
a possibilidade de ocorrência de congestionamentos e
acidentes) e garantindo maior fluidez e segurança na circulação
de veículos e pedestres.
O licenciamento de residenciais
 Parâmetros internos:
 Número mínimo de vagas de estacionamento exigidas na legislação:
 Via de ligação regional e arterial: 1 vaga por unidade.
 Via coletora e local: unidade ≤ 47 m² → 1 vg por 3 unidades.
47 m2 < unidade < 60 m2 → 2 vg por 3 unidades.
unidade ≥ 60m2 → 1 vg por unidade
 Geometria e localização dos acessos e extensão da faixa de
acumulação junto aos acessos de veículos.
 Circulação interna de caminhões de mudança até cada edificação (pé
direito mínimo de 4 m).
 Acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida – Norma
9050/2004 da ABNT. Passeios com 1,20 m e inclinação de 8,33%.
 Largura e inclinação das vias internas e das áreas de circulação e
manobras das áreas de estacionamento.
Licenciamento de residenciais (continua)
 Número de viagens geradas - parâmetros utilizados:
 Taxa de mobilidade: n° de viagens por habitante por dia. Depende do
nível sócio-econômico / faixa de renda per capta familiar (em salários
mínimos), dados da pesquisa OD da Fundação João Pinheiro.
 Número de unidades habitacionais.
 Taxa de motorização: divisão modal (% de moradores que utilizam
carro) depende do nível sócio econômico.
 Parâmetros externos:
 Tratamento da circulação e travessia de pedestres no entorno.
 Análise do acesso ao transporte coletivo.
 Tratamento de pontos críticos de circulação e segurança para veículos
e pedestres e de possíveis congestionamentos das vias de acesso
pelo esgotamento de sua capacidade.
Estudo de casos
 Residencial com alta taxa de motorização:
Ex. Residencial no bairro Buritis
 384 unidades - Apartamentos de 3 (85,18 m²) e 4 quartos (92 m²).
 3 prédios com 16 pavimentos.
 Renda familiar de 10 a 15 salários mínimos.
 Taxa de mobilidade: 4,7 viagens por habitante por dia e 2,8 habitantes
por domicílio.
 Taxa de motorização: 57% utilizam automóveis.
 N° de viagens no pico (manhã): 247 viagens por automóveis.
 782 vagas de estacionamento (pela lei precisaria de 384 vagas).
Condicionantes:
 Faixa de acumulação para 8 veículos.
 Semaforização de três interseções e outros tratamentos viários.
Estudo de casos
 Residencial com baixa taxa de motorização:
Ex. Residencial no bairro Santa Terezinha
 220 unidades - Apartamentos de 2 (43,83 m²) e 3 quartos (57,01 m²) .
 11 prédios com 5 pavimentos.
 Renda familiar de 2 a 5 salários mínimos.
 Taxa de mobilidade: 3,6 viagens por habitante por dia e 3,5 habitantes
por domicílio.
 Taxa de motorização: 35% utilizam automóveis.
 N° de viagens no pico (manhã): 70 viagens por automóveis.
 240 vagas de estacionamento (pela lei precisaria de 99 vagas).
Condicionantes:
 Faixa de acumulação para 2 veículos.
 Tratar passeios e caminhamento de pedestres até os pontos de
ônibus.
GEDIV
Gerência de Diretrizes Viárias
gediv.bhtrans@pbh.gov.br
Fone: 3379-5630

OB RI GA DO