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Programas de Vacinação

Mundiais
Escola Secundária Bocage
Disciplina : Saúde Infantil
Curso Profissional Técnico Apoio à Infância 11ºI

Realizado por:
•Ana Isabel nº1
•Bruna Ferreira nº4
•Fábio Machuqueiro nº6
•Vânia Piedade nº15
Introdução
Realizado no âmbito da disciplina de Saúde
Infantil

Plano de Vacinação Mundial

Importância, principais objectivos, metas e


acções bem como algumas iniciativas.
Plano de Vacinação
Mundial
Protecção e controlo de doenças.

A erradicação mundial da varíola, em 1956,


veio trazer a esperança da erradicação de
outras doenças evitáveis pela vacinação.

1974 a OMS criou o programa alargado de


vacinação, o qual inclui 6 vacinas:
tuberculose, difteria, tétano, tosse convulsa,
poliomielite e sarampo.
Plano de Vacinação
Mundial
 Este programa é colectivo dos estados
membros, visando uma cobertura vacinal das
populações e dos grupos etários vulneráveis.

 A OMS propõe em 1984 melhorar as políticas


de vacinação através do estabelecimento de
várias metas.
Portugal e o Programa
Internacional de Vacinação
 Iniciou-se em Outubro e
Novembro de 1965.

 Trata-se de um conjunto de
vacinas com distribuição a
população de modo gratuito.

 A primeira vacina a ser


introduzida no PNV foi a da
poliomielite.
Portugal e o Programa
Internacional de Vacinação
 Em 1987 é introduzida no PNV a vacinação
universal contra a parotidite e rubéola.

 Para efeito de apresentação da prova é criada


em 1965, o Boletim Individual de Saúde, onde
se pode registar as vacinas efectuadas.
Aliança GAVI
 Parceria conjunta da Aliança Mundial de Vacinas e do
fundo mundial para Vacinas Infantis

 Salvar vidas de várias crianças em todo o mundo

 Proteger a saúde das populações mais necessitadas

 Melhorar o acesso à vacinação nos países em


desenvolvimento.
Aliança GAVI
 Os governos de países industrializados
 Os governos de países desenvolvimento
 UNICEF
 OMS
 Banco Mundial
 Fundação Bill e a Melinda Gates
 Organizações não governamentais
 Produtores de vacinas de países
industrializados e em desenvolvimento
 Instituições de pesquisa e de saúde pública.
Metas
 Acelerar a captação e o uso de
vacinas novas e subutilizadas e
tecnologias associadas e melhorar a
segurança do suprimento de vacinas.

 Contribuir para o fortalecimento da


capacidade dos sistemas nacionais de
saúde em proporcionar vacinação e
serviços de saúde de modo
sustentável.
Metas
 Conferir maior previsibilidade e
sustentabilidade do financiamento
de longo prazo para programas
nacionais de imunização.

 Aumentar e avaliar o valor agregado


da GAVI como parceria global de
saúde pública e privada, por meio
de melhoria da eficiência, maior
apoio e inovação contínua.
Resultados
 Mais de 3,4 milhões de mortes
prematuras terão sido prevenidas

 50,9 Milhões de crianças terão


recebido as vacinas básicas contra
difteria, tétano o e coqueluche (DTP)
1, 2.

 192,2 Milhões de crianças terão sido


imunizadas contra a hepatite B 2.
Resultados
 41,7 Milhões de crianças terão sido vacinadas
contra o Haemophilus infuenzae do tipo B
(Hib)2, um agente causador de infecções
graves, como meningite e pneumonia.

 35,6 milhões de crianças terão sido


imunizadas contra a febre amarela 2

 Aproximadamente mais 26 milhões de


crianças terão sido protegidas contra a
difteria, tétano e tosse convulsa1
Investimento em
Vacinação
 Investimento maior nos países menos
desenvolvidos;

 Novos financiamentos de doadores


públicos e privados;

 Financiamento directo de 13 governos;

 Compromisso de longo prazo com certos


governos;
Novo Modelo de Cooperação
para o Desenvolvimento
 Oferece o mais elevado retorno possível dos
investimentos;

 Colaborar com os seus parceiros globais da saúde,


para os objectivos do desenvolvimento do Milénio:

- Novo apoio para o reforço dos sistemas de saúde;


- Harmonização do trabalho dos parceiros por
detrás de estratégias impulsionada pelos países
- Avanços em tecnologias novas, melhores e
economicamente mais acessíveis.
Financiamento Directo
 As propostas dos países são
analisadas;

 Concentra-se nos países com mais


necessidade de vacinação ou regiões
carentes;

 Actualmente existem 72 países


qualificados, os que em maior
numero de crianças não vacinadas
recebem mais recursos;

 O apoio é determinado com as


capacidades do país.
Apoio Orientado pelos
Países
 Com o auxilio da GAVE, UNICEF, E OMS:
- Avaliam os programas de imunização existentes;
- Identificam dificuldades específicas e
oportunidades;
- Determinam as suas necessidades;
- Elaboram planos plurianuais pormenorizados para
a melhoria da cobertura vacinal.

 Com os subsídios, os ministros da saúde da


GAVI distribuem vacinas pelos países;
Finaciamento de Acordo
com o Desempenho
 Sistema de “compensação”;

 Estimula os países a aumentar a


cobertura vacinal;

 Recebem uma quantia monetária por


cada criança adicional vacinada
com três doses da vacina de
difteria, tétano e coqueluche .
Ampliação Rápida
 Incentiva o
desenvolvimento de
tecnologias, para um
rápida ampliação da
vacinação;

 Consequente imunização a
nível Mundial.
Novos progressos
Tecnológicos
 Impacto no sector produtor de vacinas;

 Aumento do suprimento de Vacinas;

 Redução de custos e promoção de


sustentabilidade;

 Incentivou a entrada no mercado de


diversos novos produtores.
Últimos Dados sobre a
Vacinação Mundial
 Taxas de imunização têm crescido;

 Os bebés estão a ser imunizados em ampla


escala;

 Em países pobres continuam a ser


necessárias mais vacinas;

 Cientistas tem vindo a estudar e testar


vacinas para doenças dos quais ainda não
existem vacinas.
Conclusão
 Obtivemos uma grande aprendizagem sobre
a vacinação a nível mundial;

 Percebemos a importância da Vacinação,


quais os seus apoios.

 Papel da aliança GAVI.