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O que é Jornalismo?

Jornalismo é a ocupação ou ofício de escrever,


escrever
publicar, dar conhecimento, noticiar, avisar,
esclarecer, colher informações, notícias ou dirigir um
jornal.
Uma pesquisa encomendada pela Associação
Nacional de Jornais (ANJ) ao Datafolha, e
apresentada no 3º Congresso Brasileiro de Jornais,
afirma que os jornais são a segunda instituição em
que as pessoas mais acreditam,
acreditam perdendo apenas
para a Igreja Católica. Dessa forma, podemos
considerar uma informação somente como oficial
para o grande público, ou à massa, após a mesma ser
veiculada em algum meio de comunicação.
O que é Tecnologia?
Tecnologia é, de uma forma geral, o encontro entre
ciência e engenharia.
engenharia Seu avanço altera de maneira
relevante a sociedade a ponto de se confundirem.
CASTELLS afirma que “a tecnologia é a sociedade,
sociedade
e a sociedade não pode ser entendida ou representada
sem suas ferramentas tecnológicas” (CASTELLS,
1999, p. 43).
O avanço tecnológico acarreta em uma nova forma
de agir e interagir entre as pessoas reestruturando
toda a organização social. Inovações trazem novas
formas para as populações se comunicarem entre si e
da imprensa se comunicar com seu público.
O que é Jornalismo em Tempo Real?
O Jornalismo em Tempo Real “tem uma história
antiga e se confunde com os adventos das tecnologias
de transmissão de informação”(FERREIRA, 2004, p.
66). Inclusive, se tentarmos traçar a história da
imprensa e do Jornalismo como um todo,
paralelamente a da Internet e das Tecnologias da
Informação e da Comunicação (TIC), perceberemos
diversos pontos de infusão. A influência que uma
exerce sobre a outra é tamanha que podem ser
identificadas como a mesma em diversos momentos
ao longo do trajeto e, conforme há um novo avanço
tecnológico, maior será a velocidade e a qualidade
relativa da transmissão da informação.
O que é Jornalismo em Tempo Real?
Timeline
1832 – Telégrafo Elétrico – Samuel Morse
1876 – Telefone – Alexandre Graham Bell
1887 – Rádio – Henrich Rudolph Hertz
1928 – Televisão – Ernst Alexanderson
1954 – Televisão em Cores
1969 – ARPANET
No final do século XX e início do XXI, com a
chegada e a popularização da Internet
Adoção de Vários Meios de
Comunicação
120
100
Rádio
80
TV Aberta
60
TV Cabo
40
Internet
20
0
FONTE: Morgan Stanley (1998)
30

38

46

54

86
22

62

70

78

94
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A teia mundial da informação tem feito uma verdadeira revolução no
mundo. Em apenas uma década, de 1992 a 2002, ela expandiu-se de poucos
milhares para alcançar 1 bilhão de usuários em 2002. No final de 2005,
quebrou a barreira do segundo bilhão. Em 2010 deverá saltar para 3
bilhões. Em 2015, para 4 bilhões de seres humanos, o que deverá equivaler
a mais de 50% da população mundial daquele ano.
SIQUEIRA, 2008, p. 130.
Três Fases do Jornalismo na Internet

1ª Fase - Binarização integral dos conteúdos


2ª Fase - Experiências na tentativa de explorar
as potencialidades do novo meio e de construir
uma linguagem e modelos próprios
3ª Fase (Atual) - Aparecem sites e produtos
exclusivos, pensados de forma mais apropriada
para a publicação na web - Webjornalismo
Webjornalismo

Personalização

Instantaneidade Hipertextualidade

Webjornalismo

Memória Interatividade

Multimidialidade

(MIELNICZUK, 2003, p. 40)


Delimitação das Terminologias

FONTE: Elaborada pelo autor


Quarta Geração?
O surgimento de equipes mais enxutas e especializadas,
administração de websites jornalísticos através de sistemas de
gestão de conteúdo mais complexos, consolidação do uso de
bancos de dados (BDs) nos meios jornalísticos, a expansão do
acesso por meio de conexões banda larga, proliferação de
plataformas móveis, surgimento da tecnologia 3G, ampla
adoção de recursos da Web 2.0, popularização das mídias
sociais (blogs, redes sociais, agregadores de conteúdo entre
outros), sites dinâmicos e personalizáveis, uso crescente de
aplicações mashups, entre tantos outros fatores, são a marca
do surgimento da quarta geração do Jornalismo na Internet
(BARBOSA, 2008, p. 9).
Funcionalidades do Modelo de JDBD

FONTE:
BARBOSA,
2008, p. 7.
Web 2.0
O termo Web 2.0 se refere às páginas web cuja importância
se deve principalmente à participação/interação por parte
dos usuários.
usuários Criado em 2004 pela empresa estadunidense
O'Reilly Media, serve para designar uma segunda geração de
comunidades e serviços, tendo como conceito a "Web como
plataforma",
plataforma envolvendo as mídias sociais, redes sociais,
wikis e outras formas de produção por parte do usuário. Com
freqüência, o conceito é comparado e colocado em oposição à
expressão Web 1.0, embora não se refira à atualização nas
suas especificações técnicas,
técnicas mas a uma mudança na forma
como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o
ambiente de interação que hoje engloba inúmeras linguagens e
motivações.
Mídias Sociais ou Social Media
Mídias Sociais, ou Social Media, em inglês, é a
denominação dada a todas as mídias que tenham seu
conteúdo produzido de maneira descentralizada
sem o controle de grandes grupos editoriais.
editoriais Tal
forma de produção também pode ser chamada de
UGC,
UGC sigla para user generated content, que, em
português, significa conteúdo gerado pelo usuário.
usuário
É correto afirmar que toda mídia pode ser tida como
social por estar imersa em relações sociais, porém tal
denominação foi cunhada a fim de definir os meios
midiáticos onde essa interação possa ocorrer em
tempo real.
Tipos de Mídias Sociais
Redes Sociais – Sites que permitem que as pessoas criem
páginas pessoais e se conectem com amigos a fim de
compartilhar conteúdo e se comunicar. As principais delas
são: Orkut, MySpace, Facebook, Bebo, Hi5, Sônico;
Blogs – Tipo mais conhecido de mídia social. Trata-se de
jornais online organizados de maneira cronológica reversa,
isso é, a informação mais recente sempre recebe maior
destaque.
Wikis – Esses websites permitem que pessoas adicionem
conteúdo ou editem as informações contidas, agindo como um
documento comum ou banco de dados. A mais conhecida
delas é a Wikipédia.
Podcasts – Arquivos de áudio e vídeo ficam disponíveis
mediante cadastro, um bom exemplo é o iTunes da Apple.
Tipos de Mídias Sociais 2
Fóruns – Áreas de discussão online, geralmente
sobre tópicos e interesses específicos. Os fóruns já
existiam antes da criação do termo das mídias sociais
e são uma poderosa e popular forma de comunidades
online.
Comunidades de Conteúdo – Organizam e
compartilham tipos específicos de conteúdo. As mais
populares giram ao redor de fotos (Flickr),
agregadores de links (Delicious) e Vídeos (YouTube)
Microblogging – Mídia social combinada com
pequenos blogs, onde pequenos pedaços de conteúdos
são distribuídos online e através de aparelhos
celulares. Twitter é o exemplo mais conhecido deles.
Mídia Tradicional x Mídia Social

FONTE: Elaborada
pelo autor
Mudança no processo de participação
do receptor

FONTE: Elaborada pelo autor


Conseqüências
Os jornalistas deixam de ser os únicos
produtores da notícia para compartilhar essa
atividade com a própria audiência.
Mídias sociais estão trabalhando em paralelo
ao Jornalismo e não em substituição a ele.
A notícia está deixando de ser um produto para
se transformar no ponto de partida de um
processo, que começa com os jornalistas, que
depois cedem o papel principal para os
leitores.
Considerações Finais
O Jornalismo como hoje o conhecemos está perdendo
terreno para a mídia pessoal e para a internet
Overload de informação
Leitores migrando das mídias tradicionais para as
sociais
Perda de qualidade da informação
Disseminação da verba publicitária
Mais entretenimento do que informação
Considerações Finais 2
É impossível prever a direção do impacto
dessas mudanças na sociedade como um todo,
visto que elas ainda estão ocorrendo. Porém,
do ponto de vista jornalístico, tais mudanças
acabam por gerar uma grande apreensão em
relação à necessidade de uma reinvenção da
profissão, porque, enquanto isso não ocorre,
um papel importante dentro da sociedade fica
indefinido.
Capa do Jornal “Diário de
Pernambuco” do dia 09/05/2006
Considerações Finais 3
Portanto, faz-se necessário buscar os fatores
positivos que diferenciam a mídia tradicional
da social e exaltá-los
Análise e Interpretação
Enxergar a relevância social
de um fato e dar-lhe a
importância devida
Mídia impressa está fadada
a desaparecer
Considerações Finais 4
Devem-se preservar suas características nessas
novas mídias, e em qualquer outra que surja, a
fim de garantir a existência do próprio
Jornalismo. Em suma, por mais que o
tradicional dê lugar ao novo, seus princípios,
meios e fins devem se manter maximamente
intactos durante todo o processo de migração
e, posteriormente, transposição.