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Bloco 5

Dosagem de Tratamentos Superficiais e Microrrevestimentos

ASFALTOS
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Bloco 5 Dosagem de Tratamentos Superficiais e Microrrevestimentos ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

Autoria

As aulas contidas neste CD foram elaboradas pela seguinte equipe de professores:

Liedi Légi Bariani Bernucci - Universidade de São Paulo

Jorge Augusto Pereira Ceratti - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Laura Maria Goretti da Motta - Universidade Federal do Rio de Janeiro

Jorge Barbosa Soares - Universidade Federal do Ceará

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Lista dos assuntos do CD completo

Este CD contém 30 aulas, em 10 blocos organizados por assunto:

Bloco 1 – Introdução Bloco 2 – Asfaltos Bloco 3 – Agregados e Fíler Bloco 4 – Tipos de Revestimentos Asfálticos Bloco 5 – Dosagem de Misturas Asfálticas e de Tratamento superficial Bloco 6 – Propriedades Mecânicas de Misturas Asfálticas Bloco 7 – Materiais de Bases e Soluções de Pavimentação Asfáltica Bloco 8 – Técnicas Executivas Bloco 9 – Avaliação de Pavimentos Asfálticos Bloco 10 – Técnicas de Restauração e Reabilitação de Pavimentos Asfálticos

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Observação

O conteúdo das aulas aqui apresentadas tem caráter educacional e foi elaborado pelos quatro autores a partir das respectivas experiências em ensino, pesquisa e extensão. As informações possuem a contribuição de alunos e profissionais envolvidos nestas atividades.

Na melhor de suas possibilidades, os autores registraram o crédito devido nas diversas informações, incluindo fotos e figuras. Nenhuma informação deverá ser entendida como conselho ou recomendação de qualquer ordem.

Os materiais referidos não poderão ser copiados, reproduzidos, adaptados, publicados ou distribuídos em qualquer forma sem o consentimento prévio dos autores.

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Dosagem de Tratamentos

Tratamento Superficial

Microrrevestimento

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Dosagem de Tratamentos  Tratamento Superficial  Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Tratamento

Superficial

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Tratamento

Superficial

Processo de aplicação

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Tratamentos Superficiais

Camada uniforme de agregado
Camada uniforme de
agregado
Tratamentos Superficiais Camada uniforme de agregado mada uniforme de ligante ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras

mada uniforme de ligante

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Tratamento Superficial

Processo de aplicação

Tratamento Superficial Processo de aplicação ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Tratamento Superficial Processo de aplicação ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Tratamento Superficial Processo de aplicação ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Tratamento Superficial Processo de aplicação ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Tratamento Superficial Processo de aplicação ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Tratamento Superficial

Principais funções do Tratamento Superficial:

Proporcionar uma camada de rolamento de pequena espessura, porém de alta resistência contra desgaste;

Impermeabilizar o pavimento;

Proteger a infra-estrutura do pavimento;

Proporcionar um revestimento antiderrapante;

Proporcionar um revestimento de alta flexibilidade que possa acompanhar deformações relativamente grandes da infra-estrutura (evitar trincamento por fadiga).

Não se deve esperar do Tratamento Superficial:

Devido a sua pequena espessura, não aumenta substancialmente a resistência estrutural do pavimento;

Não corrige, praticamente, irregularidades (longitudinais ou transversais) da pista.

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Tratamento Superficial

Devido as suas características, o Tratamento Superficial é particularmente indicado nos seguintes casos:

Revestimento para pavimentos novos de tráfego leve a médio. Por ser uma capa de alta flexibilidade, o tratamento é empregado extensivamente em pavimentos recém-construídos quando a infra-estrutura do pavimento ainda está em fase de consolidação. Numa segunda etapa, aplica-se então o revestimento definitivo, mais rígido, como o concreto asfáltico;

Revestimento de acostamentos;

Camada intermediária para retardamento de reflexão de trincas SAMI;

Conservação de revestimentos betuminosos desgastados e envelhecidos;

Selagem de revestimentos betuminosos abertos;

Proteção provisória de subleitos ou sub-bases;

Tratamento “controle de pó”;

Selagem para cura de bases de solo-cimento e solo-cal (serve para aumento de aderência entre base e capa).

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Agregado no T.S.

No Tratamento Superficial convencional é o agregado que confere a textura e a cor da pista, e o contato direto entre ela e o veículo.

As funções principais do agregado são:

Transmitir as cargas até o substrato;

Resistir a abrasão e a fragmentação pela ação do tráfego;

Resistir ao intemperismo;

Assegurar uma superfície antiderrapante;

Promover uma drenagem superficial adequada.

Para obter essas qualidades é necessário que as propriedades geométricas, físico-químicas e mecânicas do agregado, que dependem das suas características mineralógicas e dos métodos usados na sua fabricação, satisfaçam algumas exigências:

Desgaste Los Angeles igual ou inferior a 40%;

Índice de forma superior a 0,5;

Durabilidade, perda inferior a 12%;

Granulometria do agregado obedecendo a faixas específicas.

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Tratamento Superficial

Distinguem-se 3 fases na construção de um Tratamento Superficial Simples:

APLICAÇÃO DO ASFALTO: sobre a base do pavimento devidamente imprimada, curada e isenta de material solto (pó), é executado um banho de asfalto com carro- tanque provido de barra espargidora. A taxa de aplicação do ligante é função do tipo empregado:

emulsão tipo RR-2C, entre 0,8 a 1,2 l/m 2 ; e cimento asfáltico tipo CAP 85/100, entre 1,0 a 1,5 l/m 2 .

ESPALHAMENTO DA BRITA: logo após a aplicação do ligante, efetua-se o espalhamento da pedra à razão de 10 a 15 kg/m 2 , de preferência com caminhões basculantes dotados de dispositivos espalhadores, que asseguram uma uniformidade na distribuição do agregado.

COMPACTAÇÃO: imediatamente após o espalhamento do agregado, é iniciada a compressão do rolo liso ou pneumático, o que assegura a boa compactação sem esmagamento do agregado.

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Tratamento Superficial

No caso do Tratamento Superficial Duplo, devem ser observados a mesma seqüência de operações do tratamento simples e o tipo de serviço a ser executado, se penetração invertida ou direta, com as seguintes quantidades aproximadas de material:

Penetração Invertida

   

1 a camada:

1 a camada:

 

CAP 85/100: 0,8 a 1,2 l/m 2 ; Brita: passa na #1” e retida na #1/2”: 15 a 25 kg/m 2 .

 

2 a camada:

 

CAP 85/100: 1,2 a 1,6 l/m 2 ;

2 a camada:

Brita: passa na #1/2” e retida na # no. 10: 10 a 15 kg/m 2 .

 

Penetração Direta

Emulsão tipo RR-2C: 1,0 a 1,5 l/m 2 ;

Brita: passa na #1” e retida na #1/2”: 15 a 25 kg/m 2 .

Emulsão tipo RR-2C: 1,4 a 2,0 l/m 2 ;

Brita: passa na #1/2” e retida na # no. 10: 10 a 15 kg/m 2 .

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Tratamento Superficial

Na família dos Tratamentos Superficiais, que se caracterizam pelo espalhamento de materiais separadamente e o envolvimento do agregado pela penetração do ligante (sempre com pequenas espessuras), são ainda incluídos:

CAPA SELANTE por penetração: selagem de um revestimento betuminoso por espalhamento de ligante betuminoso, com ou sem cobertura de agregado miúdo. Espessura acabada: até 5 mm, aproximadamente. Freqüentemente usada como última camada em tratamento superficial múltiplo.

TRATAMENTO SUPERFICIAL PRIMÁRIO por penetração: tratamento para controle de poeira (anti-pó) de estradas de terra ou de revestimento primário, por espalhamento de ligante betuminoso de baixa viscosidade, com ou sem cobertura de agregado miúdo. O ligante deve penetrar, no mínimo, de 2 a 5 mm na superfície tratada.

LAMA ASFÁLTICA: capa selante por argamassa pré-misturada. Espessura acabada de 5 a 10 mm.

MACADAME BETUMINOSO por penetração (direta): aplicações sucessivas (geralmente 2) de agregado e ligante betuminoso, por espalhamento. Inicia-se pela aplicação do agregado mais graúdo. Espessura acabada maior que 20 mm. É mais usado como base ou “binder” em espessuras maiores que 5 cm.

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Tratamento Superficial

A maior parte da estabilidade do Tratamento Superficial por penetração simples deve- se à adesão, conferida pelo ligante entre o agregado e o substrato, sendo secundária a contribuição dada pelo entrosamento das partículas.

Já no Macadame Betuminoso, a estabilidade é principalmente obtida pelo travamento e atrito entre as pedras, complementada pela coesão conferida pelo ligante.

Do tratamento superficial por penetração simples até o tratamento múltiplo, há uma transição no que diz respeito à estabilidade. Entretanto, quanto mais aplicações se adotam no tratamento superficial, mais duvidosas serão as vantagens econômicas do processo. Neste caso um outro tipo de revestimento, como pré-misturado, deve ser levando em conta.

Discriminam-se freqüentemente os Tratamentos Superficiais Múltiplos em diretos e invertidos, sem se ter uma definição nítida para a distinção entre essas duas modalidades.

Convencionalmente, denomina-se por “Penetração Invertida” o tratamento iniciado pela aplicação do ligante, como é o caso do Tratamento Superficial Clássico. Evidentemente, o tratamento superficial simples sempre é totalmente de penetração invertida.

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Tratamento Superficial

O termo “Penetração Direta” foi introduzido para melhor identificar os tratamentos superficiais, principalmente em acostamentos, executados com emulsão de baixa viscosidade, onde é necessário iniciar-se por um espalhamento de agregado para evitar o escorrimento do ligante. Neste tipo de tratamento, é prevista uma penetração (agulhamento) significativa do agregado no substrato já durante a compactação. Esta ancoragem é necessária para compensar a falta de ligante por baixo do agregado. Portanto, a primeira camada de agregado, nesse tipo de tratamento, deve ser considerada também como um complemento à base.

Desaconselha-se o uso de emulsão de baixa viscosidade em tratamento superficial por penetração (somente em capa selante). Recomenda-se ainda iniciar o tratamento superficial convencional por uma aplicação de ligante quando não

há um agulhamento significativo da primeira camada de agregado. A partir de um certo tamanho de agregado, da ordem de 25mm, pode-se iniciar o tratamento por espalhamento de agregado (mesmo sem agulhamento), sem prévio banho de ligante, uma vez que o atrito entre as partículas e a própria inércia de cada pedra contribuem significativamente para a estabilidade da camada.

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Tipos de Dosagens

Tratamento superficial simples

Vários tipos de dosagens:

tabelas empíricas; determinação analítica completa.

Parâmetro mais importante:

tamanho médio do agregado.

Método direto de dosagem:

dosagem direta dos agregados: usa-se uma placa de área conhecida (tábua de ensaio);

dosagem direta do ligante: usam-se fórmulas empíricas.

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Princípios Básicos de Dosagem – Método de Hanson (Hanson, 1930)

Considera:

Tamanho máximo do agregado granulometria uniforme melhor envolvimento do ligante;

Agregado solto sobre o ligante volume de vazios cerca de 50%;

Após a compactação volume de vazios cerca de

30%;

Após passagem do tráfego volume de vazios cerca de 20%;

Teor de asfalto residual (frio) deve preencher de 50 a 70% dos vazios cobertura parcial dos agregados pelo ligante.

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Dosagem do Agregado

Procedimentos de Dosagem do Agregado:

  Determinação do tamanho nominal do agregado. Recomenda-se o método direto: Caixa Dosadora.
Determinação do tamanho nominal do agregado.
Recomenda-se o método direto: Caixa Dosadora.

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Dosagem do Agregado

Vantagens do método: maior rapidez e o fato da forma do agregado se manifestar diretamente no resultado.

Pode-se utilizar a taxa de agregado (A em l /m 2 ) através da seguinte fórmula:

 MDM 1 0,40 V    l    M s g A
MDM 1 0,40 V
l
M
s
g
A 
2
m
M
a

Onde:

(1)

MDM = média da menor dimensão, em mm. V s = razão de vazios no agregado solto. M g = massa específica efetiva dos grãos, em g/cm³. Ma = massa específica aparente do agregado solto, em g/cm³.

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Dosagem do Ligante

Taxa de ligante residual: é função do tamanho do agregado.

Calcula-se a taxa de ligante pela seguinte fórmula:

 F  a LR V MDM F  1      
F 
a
LR V MDM F  1
 S
C
e
100

Sendo:

(2)

LR = taxa de ligante residual, no estado frio, em l/m². V c = razão de vazios no agregado, após consolidação. MDM = média “efetiva” da dimensão menor do agregado, em mm (é, de fato, a espessura acabada do tratamento). F e = fator de enchimento. F a = fator de correção em função da natureza do agregado e do ambiente, em %. S = correção em função da natureza do substrato (ver adiante), em l/m².

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Outros Métodos de Dosagem

Método de Vogt (Linckelhey)  Agregado: V t = 1,12 D x l/m² (incluindo taxa de
Método de Vogt (Linckelhey)
Agregado: V t = 1,12 D x l/m² (incluindo taxa de perda = V r = 0,07D x )
sendo D x o diâmetro médio = (D 90 + d 10 )/2, em mm
Ligante: L = 0,45 + 0,057 D x l/m² (taxa básica)
Método LPC:  Agregado: V m = 0,8 D m + 1,5 l/m² (incluindo taxa de
Método LPC:
Agregado: V m = 0,8 D m + 1,5 l/m² (incluindo taxa de perda)
sendo o diâmetro médio: D m = (D + d)/2, em mm
Ligante: V B = (V m - 0,5)/12 l/m² (taxa básica)
Método do Asphalt Institute:   Agregado de graduação estreita: fórmulas (1) e (2) Agregado “bem”
Método do Asphalt Institute:
Agregado de graduação estreita: fórmulas (1) e (2)
Agregado “bem” graduado: substitui o MDM pelo módulo de espalhamento
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Fonte: Greca Asfaltos

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Tratamentos Superficiais

Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão

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Tratamentos Superficiais Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão ASFALTOS Fonte: BR Distribuidora Associação Brasileira

Fonte: BR Distribuidora

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Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão

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Tratamentos Superficiais Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão ASFALTOS Fonte: BR Distribuidora Associação Brasileira

Fonte: BR Distribuidora

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Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão

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Tratamentos Superficiais Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão ASFALTOS Fonte: BR Distribuidora Associação Brasileira

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão

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Tratamentos Superficiais Caminhão de aplicação simultânea de agregados e emulsão ASFALTOS Fonte: BR Distribuidora Associação Brasileira

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Castelo / ES - 1 a Camada

Tratamentos Superficiais Castelo / ES - 1 Camada Fonte: BR Distribuidora ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Castelo / ES – Compactação - 2 a Camada

Tratamentos Superficiais Castelo / ES – Compactação - 2 Camada Fonte: BR Distribuidora ASFALTOS Associação Brasileira

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Venda Nova / ES

Tratamentos Superficiais Venda Nova / ES Fonte: BR Distribuidora ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de

Fonte: BR Distribuidora

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Tratamentos Superficiais

Venda Nova / ES Textura após um ano

Tratamentos Superficiais Venda Nova / ES Textura após um ano ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras

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Fonte: Greca Asfaltos

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ASFALTOS Fonte: Greca Asfaltos Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Fonte: Greca Asfaltos

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Fonte: Greca Asfaltos

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Aplicação de TSD na Rodovia BR-376 entre Curitiba e Ponta Grossa - Rodovia com VMD de aprox. 18 mil veículos

Aplicação de TSD na Rodovia BR-376 entre Curitiba e Ponta Grossa - Rodovia com VMD de

Fonte: Greca Asfaltos

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Fonte: Greca Asfaltos

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Microrrevestimento

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Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Materiais

Materiais ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Dosagem do Microrrevestimento

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Microrrevestimento NORMA DNIT 035/2005 - ES

Microrrevestimento NORMA DNIT 035/2005 - ES ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Microrrevestimento NORMA DNIT 035/2005 - ES ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Dosagem

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Métodos de ensaios

Ensaios de perda por abrasão úmida – Wet Track Abrasion Test – WTAT(NBR 14746, 2001);

e excesso de asfalto pela máquina – LWT (NBR 14841, 2002) conforme especificado pela ISSA TB 111 (1990)

ISSA – Internacional Slurry surfacing

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Faixas Granulométricas

Faixas Granulométricas ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Microrrevestimento

Wet Track Abrasion Test (WTAT)

Microrrevestimento Wet Track Abrasion Test (WTAT) ASFALTOS Equipamento de WTAT Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de

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Microrrevestimento Wet Track Abrasion Test (WTAT) ASFALTOS Equipamento de WTAT Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de

Equipamento de WTAT

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Microrrevestimento

Loaded Wheel Test (LWT)

Microrrevestimento Loaded Wheel Test (LWT) ASFALTOS Equipamento de LWT Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Microrrevestimento Loaded Wheel Test (LWT) ASFALTOS Equipamento de LWT Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Microrrevestimento Loaded Wheel Test (LWT) ASFALTOS Equipamento de LWT Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

Equipamento de LWT

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Ensaio Loaded Wheel Tester - LWT

Simulação de tráfego pelo equipamento denominado

Loaded Wheel Tester - LWT.

Para estudos do comportamento do Microrrevestimento asfáltico a frio modificado por polímero em corpos-de- prova submetidos à 1.100 ciclos e determinação dos deslocamentos lateral e vertical e o excesso de asfalto com areia de adesão.

Deslocamento Lateral (ISSA TB147) 5% máx.

Após a realização dos ensaios, efetua-se a extração de corpos de prova para se verificar alterações na granulometria e no teor de asfalto devido à solicitação do tráfego com objetivo de reconstituir o traço da mistura

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Microrrevestimento

Teste de Coesão

Microrrevestimento Teste de Coesão Coesímetro Verificação do torque Ensaio em andamento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas
Microrrevestimento Teste de Coesão Coesímetro Verificação do torque Ensaio em andamento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas

Coesímetro

Microrrevestimento Teste de Coesão Coesímetro Verificação do torque Ensaio em andamento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas
Microrrevestimento Teste de Coesão Coesímetro Verificação do torque Ensaio em andamento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas

Verificação do torque

Microrrevestimento Teste de Coesão Coesímetro Verificação do torque Ensaio em andamento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas

Ensaio em andamento

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Microrrevestimento

Schulze-Breuer and Ruck test

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Corpo de prova

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Corpo de prova no tubo com água

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Confecção do C.P.

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Compactação do C.P.

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Tubo sendo colocado no equipamento

Microrrevestimento Schulze-Breuer and Ruck test Corpo de prova Corpo de prova no tubo com água Confecção

Equipamento

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Schulze-Breuer and Ruck test

Compatibilidade (Perda por abrasão, perda por fervura e adesividade) - Schulze-Breuer and Ruck (ISSA TB-

144)

11 pontos mín. (AAA, BAA)

• Compatibilidade total do sistema: emulsificante + agregado miúdo + filler + aditivo + polímero

• Condições rigorosas de temperatura e ação da água.

• Não usa a granulometria de projeto.

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Schulze-Breuer and Ruck test

Agregados – 100% passante na peneira #10 (2,00 mm)

Teor de emulsão – 12,5%

Cura ao ar – mínimo 1 h

Cura em estufa a 60ºC – 18 h

Corpo de prova – 40 g de massa curada a 60ºC em molde

pré-aquecido a 60ºC e compactada a pressão de

1000kg

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Schulze-Breuer and Ruck test

Absorção de água – imersão em água a 25ºC por 6 dias;

Abrasão – equipamento Schulze-Breuer & Ruck – 3 horas;

• a 20 rpm (3600 ciclos); • Fervura – 30 minutos;

• Adesividade – verificação visual após a fervura;

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Microrrevestimento

Comparação com Lama Asfáltica - Desempenho

Característica Lama LARC Microrrevestimento Coesão: 30 min. - 12kgf/cm 2 12kgf/cm 2 60 min. - 20kgf/cm
Característica
Lama
LARC
Microrrevestimento
Coesão:
30 min.
-
12kgf/cm 2
12kgf/cm 2
60 min.
- 20kgf/cm
2
20kgf/cm 2
LWT (adesão de areia)
538g/m 2 (máx)
538g/m 2 (máx)
WTAT (desgaste)
1hora de imersão
6 dias de imersão
807g/m 2 (máx)
538g/m 2 (máx)
- 807g/m
2
(máx)

LARC/lama: ISSA A 105

ASFALTOS

Micro: ISSA A 143

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Microrrevestimento

Peneira Faixa II % passante Faixa III % passante Tolerância 3/8 (9mm) #4 (4,75mm) #8 (2,36mm)
Peneira
Faixa II
% passante
Faixa III
% passante
Tolerância
3/8 (9mm)
#4 (4,75mm)
#8 (2,36mm)
#16 (1,18mm)
#30 (600m)
#50 (330m)
#100 (150m)
#200 (75m)
100
100
90-100
70-90
±5%
65-90
45-70
±5%
45-70
28-50
±5%
30-50
19-34
±5%
18-30
12-25
±4%
10-21
7-18
±3%
5-15
5-15
±2%

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BR-040 (Rio-Juiz de Fora)

BR-040 (Rio-Juiz de Fora) Antes ASFALTOS Após a aplicação do Micro Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras

Antes

ASFALTOS

BR-040 (Rio-Juiz de Fora) Antes ASFALTOS Após a aplicação do Micro Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras

Após a aplicação do Micro

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Execução

Microrrevestimento

Execução Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Execução Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Execução Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos
Execução Microrrevestimento ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Microrrevestimento

Aspecto da superfície Após 2 horas de execução

Camada acabada

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Exemplo de Dosagem de MRAF

Exemplo de Dosagem de MRAF ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Curva Granulométrica

Curva Granulométrica ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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Teor Ótimo de Ligante

Teor Ótimo de Ligante ASFALTOS Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos

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