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SISTEMA URINÁRIO

Órgãos

Órgãos responsáveis

responsáveis pela

pela manutenção

manutenção dodo

meio interno

meio

interno

Pele Pulmões sangue Sistema Rins espaço intercelular digestivo
Pele
Pulmões
sangue
Sistema
Rins
espaço intercelular
digestivo

** HOMEOSTASIA PLASMÁTICA / LÍQUIDO EXTRACELULAR

DEPURAÇÃO SUB PRODUTOS

uréia, creatinina,

ácido úrico, sulfatos ,fosfatos

H2O, cátions, ânions

* MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO

ENDÓCRINA / METABOLISMO DA VITAMINA D3 NA SUA FORMA ATIVA [ CALCITRIOL ]

REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL

FUNÇÃO HOMEOSTÁTICA

FUNÇÃO

HOMEOSTÁTICA

Controle do volume hídrico adequado

Gradiente osmolar adequado entre meio

INTRA e EXTRACELULAR

Regulação da concentração de íons

Na; K; cloreto; bicarbonato; Mg; fosfato

Auxílio na manutenção do pH sangue pela

excreção de H+ ou reabsorção de HCO-3

Regulação da concentração adequada de

metabólitos pela reabsorção

Eliminação de fármacos

fármacos e substâncias tóxicas

RIM Sintetiza compostos que atuam à distância e dentro

do rim.

RENINA protease, não exclusiva do rim.

Armazenada

no Sistema JUSTA GLOMERULAR (vaso constrição)

ANGIOTENSINOGÊNIO produzido no fígado, cérebro,

rim, coração,supra renal, intestino

Vaso constrição, sede, Aldosterona

PROSTAGLANDINAS E CININAS formados nos rins, e

atuam nos vasos renais e inibem a ação do ADH no TCD.

ENDOTELINA [ 1988] CÉLULAS ENDOTELIAIS do rim,

pulmão, baço cérebro. Potente vasoconstritor sistêmico e

renal. S a liberação de catecolaminas , aldosterona e

renina

SISTEMA CALICREÍNA

SISTEMA

CALICREÍNA CININAS

CININAS

Na forma plasmática e tissular. No rim a forma tissular

da calicreína [ TC ], está envolvida com o fluxo rena l

[ hemodinâmica renal ].

Possui ação vasodilatadora e também controla o

transporte renal do Na+.

O Sistema Calicreína-Cinina está envolvido em vários

processos biológicos, influenciando fundamentalmente

na inflamação, controle da pressão sangüínea, fluxo local

de sangue, transporte de eletrólitos, glicose e

proliferação celular.

A calicreína (enzima) plasmática Bradicininogênio

Bradicininasvasodilatadora induzindo um efeito

hipotensor.

ÓXIDO NÍTRICO Efeito vasodilatador. Produzido por

células do glomérulo, no Sistema Justa Glomerular nos

TCD e TC. É potente vasodilatador, controla o tônus

vascular e a hemodinâmica intra-renal.

FATOR NATRIURÉTICO ATRIAL peptídeo vasoativo

produzido no cérebro e no coração. Com ação endócrina,

atuam em receptores específicos no rim

vasodilatação, síntese de aldosterona e excreção de H2O

e Na+

Capacidade dos rins em clarear o plasma de qualquer

substância por minuto.Ux V/P

U = concentração da substância na urina

V = volume urinário

P = concentração de substância no plasma

Para verificação do Clearance inulina

 Capacidade dos rins em clarear o plasma de qualquer substância por minuto.  Ux V/P
12

região

cortical

O Néfron (1.000.000 em cada rim)
O Néfron
(1.000.000
em cada
rim)

região

medular

região cortical O Néfron (1.000.000 em cada rim) região medular http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm
região cortical O Néfron (1.000.000 em cada rim) região medular http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm
região cortical O Néfron (1.000.000 em cada rim) região medular http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm
região cortical O Néfron (1.000.000 em cada rim) região medular http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

http://www.sci.sdsu.edu/Faculty/Paul.Paolini/ppp/lecture23/sld004.htm

Aparelho

Justaglomerular

Aparelho Justaglomerular Mácula densa

Mácula

densa

nefron
nefron

O NÉFRON É A UNIDADE

FUNCIONAL DO RIM

  • 1. 1. Ascendente

Ascendente dada Alça

Alça dede Henle

Henle

  • 2. 2. Descente

Descente dada alça

alça dede Henle

Henle

  • 3. 3. Capilares

Capilares peritubulares

peritubulares

  • 4. 4. Túbulo

Túbulo proximal

proximal

  • 5. 5. Glomérulo

Glomérulo (Cápsula

++ capilares

(Cápsula dede Bowman

Bowman

capilares glomerulares)

glomerulares)

  • 6. 6. Túbulo

Túbulo distal

distal

  • 7. 7. Túbulo

Túbulo Coletor

Coletor

saída entrada 7
saída
entrada
7
O NÉFRON É A UNIDADE FUNCIONAL DO RIM 1. Ascendente da da Alça de de Henle
O NÉFRON É A UNIDADE FUNCIONAL DO RIM 1. Ascendente da da Alça de de Henle

Em cada rim temos 1 milhão

de nefrons.

Estes não regeneram

Em cada rim temos 1 milhão de nefrons. Estes não regeneram
Arteríolas intralobulares Veias intralobulares

Arteríolas intralobulares

Arteríolas intralobulares Veias intralobulares

Veias intralobulares

Arteríolas intralobulares Veias intralobulares
Capilares vênulas peritubulares
Capilares vênulas peritubulares

Capilares

vênulas peritubulares

Filtração Glomerular

ADULTOS 600 ml plasma / rins / min

Filtração Glomerular 125mL /min 180L /dia

Gradiente de filtração MM limite = 70.000 daltons

Pressão efetiva de filtração PHG – [ PHC + POS ]= PEF

PHG = pressão hidrostática glomerular = 60 mmHg

PHC = pressão hidrostática capsular = 20 mmHg

POS = pressão osmótica sanguínea = 30 mmHg

PEF = 60 – 50 = 10mmHg

Hemorragias – Glomerulonefrites alteram taxa de filtração

Para verificação taxa de filtração Creatinina, Inulina,

Manitol

Características da membrana de filtração:

o glomérulo
o glomérulo

http://education.vetmed.vt.edu/

Manipulação renal

Manipulação

renal dede substâncias

substâncias

renal Manipulação de de substâncias 100% 100% filtrada filtrada Exemplos: Exemplos: 100% 100% Inulina e

100%

100%

filtrada filtrada
filtrada
filtrada
renal Manipulação de de substâncias 100% 100% filtrada filtrada Exemplos: Exemplos: 100% 100% Inulina e

Exemplos:

Exemplos:

100%

100%

Inulina

Inulina ee

Creatinina

Creatinina

excretad

excretad

Não

Não

reabsorv

reabsorv

ida

ida nem

nem

secretad

secretad

aa

Manipulação renal de substâncias

Manipulação renal de substâncias

100% filtrada

Manipulação renal de substâncias 100% filtrada Parcialmente Parcialme nte reabsorvi da excretada Exemplos: Exemplos: Uréia, Uréia,

Parcialmente

Parcialme

nte

reabsorvi

da

excretada Exemplos:

Exemplos: Uréia,

Uréia,

íons ..

íons ..

Manipulação renal e substâncias

Manipulação renal e substâncias totalmente reabsorvida 100% 100% filtrada filtrada Não excretada Exemplos: Exemplos: Glicose /

totalmente

reabsorvida

100%

100%

filtrada filtrada
filtrada
filtrada

Não

excretada

Exemplos: Exemplos:

Glicose

Glicose // a.a

a.a

Manipulação renal de substâncias

Manipulação renal de substâncias

filtrada

Manipulação renal de substâncias filtrada secreta da Totalmente excretada Exemplos: Exemplos: fármacos e e
Manipulação renal de substâncias filtrada secreta da Totalmente excretada Exemplos: Exemplos: fármacos e e

secreta

da

Totalmente

excretada

Exemplos:

Exemplos:

fármacos

fármacos ee

1 = CÁPSULA DE BOWMAN 2 = GLOMÉRULO RENAL 3 = T. CONTORCIDO PROXIMAL 4 =
  • 1 = CÁPSULA DE BOWMAN

  • 2 = GLOMÉRULO RENAL

  • 3 = T. CONTORCIDO

PROXIMAL

  • 4 = ARTERÍOLA AFERENTE

  • 5 = ARTERÍOLA EFERENTE

* FEED BACK RENAL

< filtração glomerular células

do SJG detectam < Na + > permeabilidade glomerular

> fluxo sanguíneo

* REGULAÇÃO HORMONAL < Pressão hidrostática

glomerular SJG secreta RENINA

converte angiotênsinogênio

angiotensina I

pulmões ( ECA)

angiotensina II

sangue :

Vaso constrição arteríolas

Liberação de Aldosterona – córtex supra renal

S centro sede Hipotálamo pela Angiotensina II

Secreção ADH – neuro-hipófise

LIBERAÇÃO

LIBERAÇÃO DEDE PNA

PNA [ peptídeo natriurético atrial ]

Liberado no excesso de água plasmática

Secretado nos átrios cardíacos quando

>

dos átrios

> permeabilidade glomérulo

a distensão

> filtração > excreção de Na+ / H2O e inibe a liberação do

ADH , Aldosterona e Renina

ÉÉ OO REGRESSO

REGRESSO DODO FIL

FILTRADO

TRADO PARA

PARA OO PLASMA.

PLASMA.

Processos ativo e passivo – ( Na+)

Processo ativo –

aa, Na+, K+, Ca++, Mg+

+ ,cloretos, vitaminas,

fosfatos, sulfatos,

nitratos, uratos e glicose

Reabsorção de uréia – [ passiva ]

Uréia segue H2O por difusão. A

permeabilidade da membrana para uréia é <

do que para a H2O portanto 50% urina

CONTROLE DE TAXAS DE SOLUTOS [ passivo ]

Quantidade de H2O reabsorvida

Permeabilidade da membrana ao soluto

uto

QUANTIDADE MÁXIMA DE REABSORÇÃO

- valor fixo para cada substância.

carga plasmática de filtração :

quantidade substância plasma / min. 6oo ml /min.

carga tubular :filtrado:125ml/ min.( 125mg glicose )

TM

da glicose = 320 mg /min.

cada substância tem seu TM e sua carga tubular

REABSORÇÃO OBRIGATÓRIA DE ÁGUA

< Na+ sangue

aldosterona

S cortex supra renal

S

TCD

aumentando o

transporte

Na+ / H2O

{ 80% }.

REABSORÇÃO

REABSORÇÃO OPCIONAL

OPCIONAL DEDE H2O

H2O

Osmorreceptores hipotalâmicos

detectam

sangue concentrado

S

neuro hipófise

liberação de ADH

S

TCD / TC

>

permeabilidade e reabsorve mais água

 Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter seus receptores superestimulados, que por sua vez estimulam a

Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter seus

receptores superestimulados, que por sua vez estimulam

a produção do ADH.

Esta síndrome é conhecida como "síndrome de secreção

inadequada de ADH", "síndrome da secreção inadequada

de vasopressina", "síndrome de Schwartz-bartter" ou

simplesmente de SIADH.

Esta síndrome, em raros casos pode também ser

produzida por uma doença do hipotálamo.

.

Com ADH

Sem ADH

Sem ADH
Sem ADH
Ocorre alças de Henle .. tubo em U O segmento descendente é muito permeável ao Na+

Ocorre alças de Henle

..

tubo em U

O segmento descendente é muito permeável ao Na+

O segmento ascendente transporta Na+ Cl-

túbulos líquido intersticial >

concentraçào de Na+

Pressões intratubulares

TCP14 mmHg

TCD 7 mmHg

pélvis renal 0 mmHg

A secreção tubular atua em direção oposta à reabsorção.

As substâncias são transportadas do interior dos

capilares para a luz dos túbulos, e posteriormente

eliminadas pela urina.

Os processos de secreção mais importantes estão

relacionados à secreção tubular H+, K+ e NH3.

Adicionam substâncias ao filtrado

* Mantém o pH plasmático

* Retiram materiais tóxicos

* SUBSTÂNCIAS SECRETADAS INCLUEM

K+, H+ , NH4+, URÉIA .

Os rins regulam a concentração de H+, promovendo o

aumento ou a diminuição da concentração dos íons

bicarbonato (-HCO3), nos líquidos do organismo.

Essa variação dos íons bicarbonato ocorre em

conseqüência de reações nos túbulos renais, às custas

do mecanismo da secreção tubular.

 Os rins regulam a concentração de H+, promovendo o aumento ou a diminuição da concentração

Mecanismo renal

de

retenção de bicarbonato e

eliminação de íons hidrogênio (H+).

VOLUME 1000 /2000ml / 24 horas

C0R

ODOR

Amarelo ou âmbar [ urocromo ]

Amoniacal se ficar depositada

P H

4.6 a 8.0 .

Média = 6.0

DENSIDADE

1OO1 a 1O35

[ varia com a dieta ]

COMPOSIÇÃO QUÍMICA 99.5% água – 0.5% solutos

URÉIA

60 / 90% do material nitrogenado da urina.

CREATININA degradação do fosfato de creatina no

músculo.

ÁCIDO ÚRICOcatabolismo de ácidos

nucléicos(DNA/RNA].

UROBILINOGÊNIO pig. biliardegradação hemoglobina.

NA+, k+, varia com a ingestão e o nível de aldosterona.

CL-, MG++ , Ca ++, SO4

...

variam com a ingestão.

H2 Po4 - -

serve como tampão no sangue.

NH4 +

desaminação dos aa.

ALBUMINAlesões, irritações- toxinas bacterianas,> PA.

GLICOSE Diabetes. No Stress, Adr degrada glicogênio

hepático.

HEMÁCIAS Inflamação aguda vias urinárias, cálculos

renais ......

LEUCÓCITOSInfecções nas vias urinárias.

CORPOS CETÔNICOSdiabetes,anorexia, jejum ....

UROBILINOGÊNIO em excesso, anemia hemolítica,

hepatite infecciosa, obstrução biliar,insuficiência

cardíaca congestiva, cirrose

CILINDROSMassa de material endurecido de #s tecidos.

MICROORGANISMOS Candida albians –Trichomonas

vaginalis

FATOR ERITROPOIÉTICO

FATOR

ERITROPOIÉTICO RENAL

RENAL

AA Eritropoietina

glóbulos

Eritropoietina éé uma

uma glicoproteína

glicoproteína que

que regula

regula aa produção

produção dede

glóbulos vermelhos

vermelhos Eritropoiese.

Eritropoiese.

ÉÉ produzida

nono fígado,

produzida principalmente

fígado, ee circula

principalmente nono rimrim e,

circula livremente

e, emem menor

menor quantidade,

quantidade,

livremente nono sangue.

sangue.

AA hipóxia

hipóxia

éé oo estímulo

estímulo principal

principal para

para aa sua

sua produção

produção

...

...

).

).

(insuficiência

(insuficiência respiratória

respiratória ouou cardíaca,

cardíaca, anemia

anemia

Esta éé detectada

Esta

renais

detectada por

por quimiorreceptores

resposta, aumentam

quimiorreceptores emem certas

aumentam aa produção

certas células

células

renais que,

que, como

como resposta,

produção dede

síntese ee

Eritropoietina nana medula

Eritropoietina

diferenciação

medula óssea,

óssea, estimula

estimula aa síntese

diferenciação dede Eritroblastos

Eritroblastos Eritrócitos

Eritrócitos

HIPOFLUXO RENAL RENAL ERITROPOETINA ERITROPOETINA CÉLULAS PELAS SINTETIZADA DO DO TCP MEDULA ÓSSEA MEDULA ÓSSEA ERITRÓCITO
HIPOFLUXO RENAL RENAL ERITROPOETINA ERITROPOETINA CÉLULAS PELAS SINTETIZADA DO DO TCP MEDULA ÓSSEA MEDULA ÓSSEA ERITRÓCITO

HIPOFLUXO RENAL

RENAL

HIPOFLUXO RENAL RENAL ERITROPOETINA ERITROPOETINA CÉLULAS PELAS SINTETIZADA DO DO TCP MEDULA ÓSSEA MEDULA ÓSSEA ERITRÓCITO

ERITROPOETINA

ERITROPOETINA

PELAS CÉLULAS

SINTETIZADA PELAS

SINTETIZADA

CÉLULAS DODO TCP

TCP

HIPOFLUXO RENAL RENAL ERITROPOETINA ERITROPOETINA CÉLULAS PELAS SINTETIZADA DO DO TCP MEDULA ÓSSEA MEDULA ÓSSEA ERITRÓCITO

MEDULA ÓSSEA

MEDULA

ÓSSEA

HIPOFLUXO RENAL RENAL ERITROPOETINA ERITROPOETINA CÉLULAS PELAS SINTETIZADA DO DO TCP MEDULA ÓSSEA MEDULA ÓSSEA ERITRÓCITO

ERITRÓCITO

ERITRÓCITO

Em 1.971, De Luca, Lawson e Norman descobriram que o metabólito potente da vitamina D3 era o Calcitriol, que foi reconhecido como um hormônio renal essencial para o metabolismo normal do cálcio.

A vitamina D ocorre sob duas formas:

  • - vitamina D3 (colecalciferol), que é encontrada em mamíferos

    • - vitamina D2 (ergocalciferol), que é

encontrada em plantas. Estas formas ‘inativas’ de vitamina D, são convertidas no fígado e rins na forma ativa denominada Calcitriol.

O calcitriol é responsável pela absorção de cálcio e regulação da formação e reabsorção óssea e é formado no rim pela estimulação direta do hormônio PTH

Depende dada manutenção

Depende

nos líquidos

nos

líquidos corporais

manutenção constante

corporais através

através

constante dada concentração

concentração dodo H+H+

Tampões

Tampões nos

nos líquidos

líquidos corporais

corporais

combinação

combinação com

com ácidos

ácidos ee bases.

bases.

promovem aa

promovem

Ocorre

Ocorre nono LEC

LEC // LICLIC // filtrado

filtrado glomerular

glomerular

Participação dede centros

Participação

centros respiratórios

respiratórios

Excreção ee reabsorção

Excreção

reabsorção renal

renal aa medida

medida que

que excretam

excretam ouou

retêm substâncias

retêm

substâncias ácidas

ácidas ouou alcalinas

alcalinas

Com exceção

excretam

excretam

Com

exceção dada alça

H+H+

alça dede Henle,

Henle, todas

todas asas células

células tubulares

tubulares

nono líquido

líquido tubular

tubular

AsAs células

células tubulares

tubulares também

H+H+ NH4

também sintetizam

sintetizam AMÔNIA

AMÔNIA

que sese

que

combina

combina com

com

NH4 que

que éé excretado

excretado nana urina

urina

EDEMA Desequilíbrio na taxa de formação / reabsorção do líquido intersticial

A < da concentração das proteínas plasmáticas e um

da pressão venosa reduzem a reabsorção intersticial EDEMA.

de líquido

>

Pacientes com síndrome nefrótica , hepatopatias, insuficiência cardíaca .....

Ocorre > dos volumes vasculares e do LEC, > líquidos nos pulmões edema pulmonar e nos tecidos periféricos

EDEMA GENERALIZADO.

Este líquido é resultado da retenção de H2O e NaCl pelos rins. Esta resposta parece paradoxal uma vez que os volumes vasculares e do LEC estão AUMENTADOS

O volume circulante efetivo está insuficiência cardíaca congestiva,

desempenho

<

na

devido ao

cardíaco DÉBITO CARDÏACO

REDUZIDO.

fraco

Os rins respondem em relação à perfusão dos tecidos > LEC.

Hidrodinâmica entre os compartimentos intersticial e

intravascular.

O edema é resultado do aumento da quantidade de líquido nos meio extracelular, sendo externo aos meio intravascular.

Na porção arteriolar, a pressão hidrostática é maior do que na porção venular, o que permite a saída de líquido pela arteríola e a entrada deste pela vênula. O líquido restante é drenado pela via linfática

  Hidrodinâmica entre os compartimentos intersticial e intravascular. O edema é resultado do aumento da

Normalmente, 50% da quantidade de líquido corpóreo se localizam na célula, 40% estão no interstício, 5%, nos vasos e os outros 5% compõem os ossos.

Essa distribuição dos líquidos intersticial e vascular é mantida às custas da existência de uma hidrodinâmica entre esses dois meios, que mantêm uma troca equilibrada desses líquidos.

O movimento do líquido do sistema intravascular para o interstício ocorre, em grande parte, devido à ação da pressão hidrostática do sangue. Essa saída do líquido do vaso se localiza na extremidade arterial da rede vascular.

O seu retorno do interstício para o vaso se dá, principalmente, às custas da pressão oncótica sanguínea, aumentada na porção venosa. Durante essa dinâmica, fica uma certa quantidade de líquido residual nos interstícios. Esse líquido é drenado pelos vasos linfáticos, retornando depois para o sistema vascular.

Situação em que há um desequilíbrio provocado pelo aumento da pressão hidrostática, principalmente na porção arteriolar. A tendência é a maior saída de líquido para o meio extravascular, provocando o acúmulo deste no interstício.

 Situação em que há um desequilíbrio provocado pelo aumento da pressão hidrostática, principalmente na porção

Outra situação de desequilíbrio hidrodinâmico, agora

provocado pela diminuição da pressão oncótica,

principalmente da porção venular. Também ocorre a

saída de líquido, acumulando-se no interstício.

 Outra situação de desequilíbrio hidrodinâmico, agora provocado pela diminuição da pressão oncótica , principalmente da

Em casos especiais, pode haver a obstrução da via

linfática, sem alteração nas pressões oncótica e

hidrostática. O resultado também é o acúmulo de líquido

no interstício em decorrência da falta de drenagem

 Em casos especiais, pode haver a obstrução da via linfática, sem alteração nas pressões oncótica

OO edema

edema éé resultado

resultado dodo aumento

aumento dada quantidade

quantidade dede líquido

líquido nos

nos

meio extracelular

meio

extracelular

Pressão hidrostática sanguínea:: quando essa pressão

aumenta, ocorre saída excessiva de líquido do vaso,

situação comum em estados de hipertensão e drenagem

venosa defeituosa (por exemplo, em casos de varizes,

insuficiência cardíaca etc).

Pressão hidrostática intersticial: se diminuída essa força,

o líquido não retorna para o meio intravascular,

acumulando-se intersticialmente.

Pressão oncótica sanguínea: a redução da pressão

oncótica provoca o não deslocamento do líquido do meio

intersticial para o interior do vaso. Essa variação da

pressão oncótica é determinada pela diminuição da

quantidade de protéinas plasmáticas presentes no

sangue.

Pressão oncótica intersticial: um aumento da quantidade

de proteínas no interstício provoca o aumento de sua

pressão oncótica, o que favorece a retenção de líquido

nesse local. Além disso, o aumento dessa força contribui

para a dificuldade de drenagem linfática na região.

Vasos linfáticos: se a função destes de drenagem dos

líquidos estiver comprometida, pode surgir o edema.

Esse quadro é observado, por exemplo, em casos de

obstrução das vias linfáticas (ex.elefantíase).

Acúmulo de sódio no interstício: ocorre quando há

ingestão de sódio maior do que sua excreção pelo rim; o

sódio em altas concentrações aumenta a pressão

osmótica do interstício, provocando maior saída de água

do vaso.

  Aumentam a excreção de Na+ e H2O , o efeito primário consiste em reduzir

Aumentam a excreção de Na+ e H2O, o efeito primário consiste em reduzir a reabsorção de Na+ , portanto, a reabsorção de H2O. Agem nas células tubulares.

Os de ALÇA , atuam como o nome sugere, no ramo ascendente, onde 25% do Na+ é reabsorvido. Exemplo Furosemida , Ácido Etacrínico,

Torsenida.

DIURÉTICOS TIAZIDA inibem a reabsorção de Na+ no TCD [ moderados ] ( Hidroclorotiazida)

DIURÉTICOS

POUPADORES

DE

K+

[ brandos ].

Bloqueiam canais de Na+

e < a secreção

de K+ na luz tubular, consequentemente sua excreção.

( Amilorida) Inibidores da aldosterona (Espironolactona)

INIBIDORES ADHálcool, narcóticos ,, anestésicos

DISTÚRBIOS

DISTÚRBIOS

CÁLCULO

CÁLCULO RENAL

RENAL

Depósito de sais minerais nos rins ou

em qualquer parte do aparelho urinário.

Constituídos de cálcio são os mais

comuns. Outros minerais encontrados

são: oxalato, , ácido úrico.

Deficiência

desses sais

genética

para excreção

Dieta

rica

derivados.

nessas

sais:

ex.:

leite

e

Tratamento cirúrgico ou não invasivo:

ultra-som / laser

Rins policísticos
Rins policísticos

Rins policísticos

Alguns cânceres renais são identificados antes de de

seus sintomas

..

Este tipo de tumor geralmente se

esparrama pelas veias próximas, e dessa forma pode

causar trombose e entupimentos nestas veias.

Alguns sintomas

Alguns

sintomas incluem:

incluem:

Hematúria

Dor abdominal

Caroço anormal ou inchaço (massa) no abdome

Sensação de cansaço constante (fadiga)

Perda de peso

Febre inexplicada

Linfonodos aumentados

Pressão alta difícil de controlar

Falta de ar ou dor nas pernas causadas por coágulos sanguíneos

Inchaço do abdome devido ao acúmulo de líquidos ("ascite")

Mais freqüentemente, o câncer renal é identificado

através de exames de rotina depois ou depois que o

paciente apresentou sintomas

Os exames laboratoriais anormais também podem ser a

primeira pista :

Anemia (baixa contagem de células vermelhas do

sangue)

Contagem elevada de células vermelhas do sangue

(quando muita eritropoitina é produzida pelo tumor)

Nível anormal de cálcio no sangue

Função renal alterada

Carcinoma de Células Renais

O Carcinoma de Células corresponde a 85% de todos os

cânceres dos rins.

Embora o carcinoma de células renais se desenvolva

tipicamente como um tumor único, em só um rim, às vezes ele

envolve ambos os rins. A maioria destes tumores é

identificada antes que as cel. cancerigenas tenham atingido a

circulação sangüínea sistema linfático a outros órgãos.

Há três tipos diferentes de carcinoma de células renais:

tumores de células claras (75% dos carcinomas de cel. renais),

tumores de células granulares e tumores sarcomatoides.

Estes tipos são identificados de acordo como eles se

apresentam microscópicamente ou de acordo com a

anormalidade em seu código genético.

Carcinoma dede Células

Carcinoma

Células dede Transição

Transição

O carcinoma de células de transição começa na saída

dos tubulos renais, na pelve renal

Representa 6 a 7% de todos os cânceres renais. Este

câncer apresenta-se diferente do carcinoma de células

renais sob o microscópio, e normalmente começa na

pelve renal.

Estudos sugerem que o carcinoma de células de

transição esteja ligado ao fumo.

Sarcoma renal –

O sarcoma renal começa nos vasos sanguíneos, dentro do rim, ou de uma mutação de um tipo de câncer mais comum. É a forma mais rara de câncer renal, e é responsável só por 1% dos casos.

Nefroblastoma –

Quando as crianças desenvolvem câncer renal, normalmente é um câncer de células renais de desenvolvimento precoce, típico da infância, chamado nefroblastoma, e é geralmente conhecido como

Tumor de Wilms.

“O tumor de Wilms (nefroblastoma) é um câncer renal que pode se desenvolver em um feto

“O tumor de Wilms (nefroblastoma) é um câncer renal que pode se desenvolver em um feto e permanecer assintomático durante anos após o nascimento”.

“Tumor de provável origem embrionária que se desenvolve dentro do parênquima renal e cresce com distorção e invasão do tecido renal adjacente”.

O tumor de Wilms (nefroblastoma) é um câncer renal que pode se desenvolver em um feto

O tumor de Wilms (nefroblastoma) é

um câncer renal que pode se

desenvolver em um feto e

permanecer assintomático durante

anos após o nascimento”.

“Tumor de provável origem

embrionária que se

desenvolve dentro do

parênquima renal e cresce

com distorção e invasão do

tecido renal adjacente”.

* Tumor renal maligno mais

freqüente (>90%).

* 2º tumor sólido mais

freqüente na infância

* 6% dos cânceres na

infância.

* 1/10.000 nascimentos.

*

       Característico da 1ª infância, sobretudo de 1 a 5

Característico da 1ª infância, sobretudo de 1 a 5

anos (2-3a).

Raro em >10anos.

Tumor renal maligno mais freqüente (>90%).

2º tumor sólido mais freqüente na infância (1º

neuroblastoma).

6% dos cânceres na infância.

7,6/milhão/ano em <15 anos

1/10.000 nascimentos.

       Característico da 1ª infância, sobretudo de 1 a 5

Associação com anomalias genéticas em 10%.

As mais freqüentes:

Malformações geniturinárias;

Retardo mental;

Hemihipertrofia.

Associação com anomalias genéticas em 10%. As mais freqüentes: Malformações geniturinárias; Retardo mental; Hemihipertrofia. • Microscopia:

Microscopia: em geral trifásico, com áreas de

blastema, epiteliais e estromais.

Associação com anomalias genéticas em 10%. As mais freqüentes: Malformações geniturinárias; Retardo mental; Hemihipertrofia. • Microscopia:

Diferenciação tubular, com área

indiferenciada de blastema.

Área de necrose.

Associação com anomalias genéticas em 10%. As mais freqüentes: Malformações geniturinárias; Retardo mental; Hemihipertrofia. • Microscopia:

Diferenciação epitelial em forma de

túbulos com lúmens bem definidos

Distensão ou massa abdominal (75-80%).

Massa lisa e firme, não dolorosa.

Dor abdominal e vômitos (20-30%).

Hematúria (20-30%).

Febre (20-30%).

Hipertensão (25%).

Distensão ou massa abdominal (75-80%). Massa lisa e firme, não dolorosa. Dor abdominal e vômitos (20-30%).
Disseminação Disseminação Penetração da cápsula renalAbdome agudo. Vasos sangüíneos com formação de trombos  Hepatomegalia, varicocele,
Disseminação
Disseminação
Penetração da cápsula renalAbdome
agudo.
Vasos sangüíneos com formação de
trombos  Hepatomegalia, varicocele,
ascite.

HEMODIÁLISE

HEMODIÁLISE

O tratamento mais utilizado por aqueles pacientes que

perderam a função renal e irreparavelmente atingiram a

fase terminal da doença renal.

No dialisador, o sangue é exposto à solução de diálise

(também conhecida como dialisato) através de uma

membrana semipermeável, permitindo assim, as trocas

de substâncias entre o sangue e o dialisato.

Após ser retirado do paciente e passado através do

dialisador, o sangue “filtrado” é então devolvido ao

paciente pelo acesso vascular. É importante ressaltar

que a água usada durante a diálise deve ser tratada e

 HEMODIÁLISE HEMODIÁLISE O tratamento mais utilizado por aqueles pacientes que perderam a função renal e

sua qualidade monitorada regularmente..

RinsExcretores / Reguladores importantes HOMEOSTASIA PLASMÀTICA.

Regulam volume e composição dos líquidos corporais

Permitem aos tecidos e células do organismo a realização das funções corporais em um meio relativamente constante.

Contribuem no controle da osmolaridade e do volume dos líquidos orgânicos.

Equilíbrio ácido básico. Excreção de produtos metabólicos e substâncias estranhas. Produção e secreção de hormônios

Osmolaridade constante do meio interno

284mOsm/l

Rins contribuem formando uma urina concentrada

Importante para os mecanismos Cardio Vasculares + SNC + Sistema Endócrino

Contribuem no controle da taxa de íons inorgânicos importantes para o organismo ( Na+,Cl-,HCO3,Ca++) H2O distribuída entre LIC (20%) / LEC (40%) Corresponde a 60% do peso corporal

Também líquidos: Cefaloraquidiano, Peritoneal e Digestivo

Pleural,

Necessário que a excreção de um eletrólito seja = a sua entrada diária.

Balanço positivo

entrada > que excreção

Balanço negativo excreção > que a entrada

**

Rins

Rins excretam

excretam vários

vários produtos

produtos finais

finais dodo metabolismo

metabolismo

pHpH extracelular

extracelular constante

constante através

através dos

dos sistemas

sistemas

tampões,funções

tampões,

funções pulmonares

pulmonares ee particularmente

particularmente

renal.

renal.

principal via

principal

via dede excreção

excreção dede catabólitos

catabólitos não

não voláteis

voláteis

uréia,ácido

uréia,ácido úrico,

úrico, creatinina .....

creatinina .....

Insuficiência

Insuficiência renal

renal taxa

taxa plasmática

plasmática alta

alta uremia

uremia

Fator eritropoiético

Fator

eritropoiético renal

renal ativado

ativado quando

quando oo sangue

sangue

apresenta po2

apresenta

po2 baixa

baixa (( sangue

sangue hipóxico)

hipóxico) rins

rins

secretam

secretam esse

esse fator

fator substrato

substrato plasmático

plasmático dede

natureza proteica

natureza

proteica sintese

sintese dede eritropoietina

eritropoietina SS

medula óssea

medula

óssea hemáceas

hemáceas policitemia.

policitemia.

TbTb liberado

liberado emem ambientes

ambientes comcom baixa

baixa pressão

pressão dede o2o2

T4T4 T3T3

AA quantidade

quantidade dede água

água orgânica

orgânica éé expressa

expressa por

por peso

peso

por volume

volume .Está

.Está distribuida

ouou por

distribuida emem 44

compartimentos:

compartimentos:

Células

Células espaço

espaço intersticial

intersticial plasma

plasma ossos

ossos

separados

separados por

por membranas

membranas semi

semi permeáveis

permeáveis

Perdas ouou ganhos

Perdas

ganhos dede água

água nono organismo

organismo sese refletem

refletem

nas células

nas

células ..

NaNa terapia

terapia comcom fluídos

fluídos oo alvo

alvo tratar

tratar asas células

células

Calcular volume

Calcular

volume sanguíneo

sanguíneo como

como referência

referência para

para

avaliação

avaliação dede balanço

balanço hídrico

hídrico dodo organismo

organismo não

não éé

real pois

real

pois este

este determina

determina variação

variação dada água

água

plasmática. plasmática.

Representa 60-70%

Representa

60-70% dodo peso

peso corporal

corporal

LICLIC3030 32%

32% (( crianças

crianças 20%)

20%)

LEC 20%

LEC

20%

Espaço plasmático

Espaço

plasmático 5%5%

Devemos distinguir a diferença entre os

termos

PLASMA : água + proteínas + eletrólitos.

Volume : 5 litros - corresponde a 5% do

peso corporal

Volume sanguíneo : volume plasma +

volume total de hemáceas – corresponde

a 7% do peso corporal

Hemáceas volume total de 2 litros e

correspondem a 2% do peso total

Controle da entrada de água * sensação de sede - > pressão osmótica extracelular S de osmo e volumereceptores A distensão gastrointestinal inibe a sensação de sede e o esvaziamento gástrico. < de volume sangüíneo S vol.recep. vascularessede e antidiurese ( ADH )

Excreção renal de água Direto eliminação de água pela urina Indireto relacionada a variação osmótica do líquido tubular facilitando / impedindo a reabsorção isosmótica de água.

Balanço dede água

Balanço

água resultado

resultado dodo equilíbrio

equilíbrio entre

entre ::

INGRESSOS DEDE ÄGUA:

INGRESSOS

ÄGUA:

  • - por ingestão :

  • - de alimentos:

1200 – 1500 ml/d

500

-

700 ml/d

  • - oxidações biológicas :

TOTAL

200 – 300ml/d

1900 – 2500ml/d

MÉDIA MÉDIA

2200 ml/d

2200

ml/d

EGRESSOS DE ÁGUA:

  • - URINA

  • - Perdas cutâneas

1200 – 1500 ml/d

200 – 300ml/d

-

-

-

Perda intestinal

200 -

300ml/d

Respiração

TOTAL

300 - 400ml/d

1900 -- 2500

1900

2500 ml/d

ml/d

ELETRÓLITOS A natureza fundamental de um

eletrólito

é sua

dissociação em solução partículas carregadas eletricamente denominada íons.Na+, Cl-,K+ .... Não eletrólitos, como a glicose, uréia e creatinina, são substâncias que não se dissociam em solução. HPO4-,SO4- são intracelulares. HCO3- extracelurares. CATIONS / ANIONS Quando 2 eletrodos são colocados em uma solução contendo eletrólitos ou íons e são conectados a uma

corrente fraca, os íons + são atraídos para o polo - Ex cátions : Na+, k+, Ca++, Mg++ ....... anions: Cl-, HCO3-, HPO4=, SO4= , proteínas ...

K+,Mg++ HPO4-

intracelulares.

NA+, Cl-,HCO3–

extracelulares..

Um miliequivalente ( mEq) é usado para medir o no. de cargas iônicas de um eletrólito em solução e indica o poder de combinação química ou atividade de um eletrólito.

Um miliosmol ( mOsm) é a medida da atividade osmótica de um eletrólito. Um miliosmol é uma força que não depende do no. de cargas iônicas em solução, mas do no. real de partículas. (concentração)

A atividade química de uma subst. é dependente de sua valência ou de suas ligações eletrovalentes e é medida em miliequivalentes ( mEq).

A atividade osmótica, por outro lado, é uma medida do no. total de partículas que estão presentes em solução.

Equilíbrio dinâmico da água e eletrólitos

Agua e eletrólitos movimentam-se constantemente de

um espaço líquido para outro. Este movimento não é

totalmente livre, mas controlado e dirigido

- composição eletrolítica de cada compartimento

-

tipo de membrana que o separa

- pelas características das substâncias que tentam

atravessá-la

O movimento da água entre o Lic/ Lec é determinado

pelo gradiente osmótico gerado através da membrana

celular. Qualquer alteração da osmolaridade num dos

compartimentos provoca a redistribuição de água entre

eles.

A manutenção do meio interno pelos rins

Equilíbrio entre a perda e a ingestão de água

sede de urina formação INGESTÃO DE ÁGUA PERDA DE ÁGUA (*) BALANÇO DA ÁGUA (*) respiração,
sede de urina formação
sede
de urina
formação
sede de urina formação

INGESTÃO

DE ÁGUA

PERDA DE

ÁGUA (*)

BALANÇO DA ÁGUA

BALANÇO DA ÁGUA

(*) respiração, suor, urina e fezes

sede PERDA DE INGESTÃO DE ÁGUA ÁGUA (*) BALANÇO DA ÁGUA formação de urina (*) respiração,
sede
PERDA DE
INGESTÃO
DE ÁGUA
ÁGUA (*)
BALANÇO DA ÁGUA
formação
de urina
(*) respiração, suor, urina e fezes
aumenta a sede INGESTÃO DE ÁGUA PERDA DE ÁGUA (*) BALANÇO DA ÁGUA diminui a formação
aumenta
a sede
INGESTÃO
DE ÁGUA
PERDA DE
ÁGUA (*)
BALANÇO DA ÁGUA
diminui a
formação de
urina
(*) respiração, suor, urina e fezes

Os líquidos intravascular/ intersticial estão

separados pela membrana capilar e esta é

permeável à quase todos os solutos do

líquido extracelular.

A maioria das proteínas está confinada

dentro dos vasos pressão coloidosmótica :

25-30 mmHg

Considera-se como osmolalidade plasmática

efetiva aquela que é capaz de desenvolver

pressão osmótica efetiva no plasma,gerando

uma diferença ou gradiente osmótico entre

LIC/LEC

Na+ Na+

Ingressa Ingressa nono organismo

organismo alimentação

alimentação :: 70-210mg/dia.

70-210mg/dia.

Principal

Principal íon

íon extracelular

extracelular

45%

45% Lec

Lec -- 7%7% Lic

Lic -- 48%

48% osso

osso

Regulado :: rins,suprarenais,hipofise,pele

Regulado

rins,suprarenais,hipofise,pele ,tt

,tt

gastroint.

gastroint.

Responsável

Responsável pela

pela osmolalidade

osmolalidade LEC.

LEC.

Atua

Atua junto

junto K+,Ca++,

K+,Ca++, Mg+++

Mg+++ ee nos

nos fenômenos

fenômenos

excitáveis

excitáveis das

das membranas

membranas –sistema

–sistema neuromuscular

neuromuscular..

Participa dodo sistema

Participa

sistema tampão

tampão regulando

regulando aa conc.

conc. H+.

H+.

Importante nono controle

Importante

controle dada PA,

PA, pois

pois atua

atua nana

musculatura dada arteríola.

musculatura

arteríola.

80% absorvido

80%

absorvido TCP

TCP

15% alça

15%

alça dede Henle

Henle

5%5% absorvido

absorvido TCD

TCD // TCTC

Na+ plasmático 137 / 142 mEq/l A osmolalidade é dada pelos íons, glicose e uréia e cada cátion tem o seu anion correspondente Os principais anions LIC Cloro e Bicarbonato. O Na+ é responsável pela osmolaridade e tonicidade plasmática. A osmolaridade normal do plasma é em torno de 280 / 300 mOsm/l O Na+ plasmático não reflete a quantidade do Na+ do organismo, mas a diluição do soluto Na+ baixo excesso de água Na+ alto falta de água

BALANÇO DE SÓDIO

Sendo o Na+ o principal íon extracelular, a

osmolaridade extracelular é particularmente

dependente da concentração deste íon no

meio extracelular.

> o Na+ extracelular > entrada de água

extracelular.

Distúrbios vol.do LEC relacionados a

distúrbios Na+

O equilíbrio deste íon está relacionado ao seu

ingresso / egresso.

É eliminado através do suor / fezes / rim.

Teor Na+ determina volume LEC portanto:

Variações do volume do LEC avaliam teor Na+ LEC

Rins possuem receptores que são S nas variações

pressão / volume plasmático

( manipulação do Na+)

Rins controlam variações de Na+ através do

sistema justa glomerular ( angiotensina II /

aldosterona)

SN simpático fluxo sanguíneo S SNS promovem

vasoconstrição arteríolas, < FG e > reabsorção de

Na+ e água.

As prostaglandinas participam da homeostasia do

Na+

Promovem Natriurese inibindo a reabsorção

tubular do Na+ e água

Ação dos fatores natriuréticos

Produzem maior excreção renal do Na+.

Redução do volume do líquido extracelular

FATOR NATRIURÉTICO III (hipotalâmico)

  • - conjunto de substâncias peptídicas sintetizados no rim/hipotálamo

  • - Liberado na ingestão excessiva de sal ou >

volume LEC

  • - Inibe a troca de Na+ / K+, inibe a reabsorção

tubular de Na+ > a sua excreção natriurese

  • - > reabsorção de K+

  • - Um fator secundário hipertensão (efeito

vasoconstritor visceral )

  • - Provavelmente S sistema simpático

Fator Natriurético Atrial (ANF) ( ANP)

Secretado nas células atriais / variações de volume sanguíneo natriurese S mais eficaz distensão do átrio atualmenrte todo o coração? No glomérulovasodilatação Vasodilatação sistêmica Não compromete a troca de Na+ / K+ Inibe a secreção de aldosterona Inibe a secreção de renina S a secreção de Ca++, Cl-, K+, Mg++ Reduz a reabsorção renal do NA+

BALANÇO NEGATIVO DO Na+

VIAS EXTRARENAIS

Perdas gastrointestinais diarréias e

vômitos

Perdas cutâneas( suor, queimaduras )

Hemorragias

ORIGEM RENAL

Nefropatias, insuficiência renal crônica

> TM reabsorção do Na+ ( limitação de

massa funcionante)

Incapacidade do rim responder a

Aldosterona

NA+ / INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA

< do volume sanguíneo circulante efetivo

distúrbios renais e vasculares

redução do fluxo S

SJG vaso constrição e

liberação de aldosterona( renina)

> reabsorção Na+

Libera ADH neuro hipófise

> reabsorção água

Edema

> Volume sangue ANP.

natriurese ( feed back negativo)

Cirrose hepática

Obstrução fibrótica

> pressão hidrostática veia porta

Expansão da rede de vasos de

capacitância

Sequestração sanguínea neste sistema

expandido

> LEC nos capilares da circulação porta

O sist. Linfático não drena o suficiente

Ascite ( até 19 litros

...

)

< fluxo sanguíneo efetivo

> secreção aldosterona /retenção de Na+

METABOLISMO DO K+

É o principal cátion intracelular

Participa do metabolismo proteico como

catalizador na síntese proteica ( sem K+

redução dos processos regenerativos)

participa do equilíbrio ácido/básico

( sistemas tampões)

Participa da função muscular. Atua como

catalizador na degradação do ATP e

energização da meromiosina pesada

Mantém o potencial de membrana

Quando se avalia apenas a Kalemia, se valoriza

apenas o K+ extracelular

que representa 2.5% do conteúdo total do K+

Na realidade total do K+ = 3.500mEq no

adulto ou 50mEq/Kg peso sendo:

Sexo masculino : 46mEq/Kg

Sexo feminino : 31mEq/Kg

K+ intracelular : 150mEq/L

Extracelular : 5mEq/L

Ingestão na dieta : 50 – 85mEq

Urina: 40-75mEq

fezes:10mEq

O > da concentração do K+ no ´LEC S a sua

secreção

O > da conc. de K+ S

secreção de

aldosterona

> permeabilidade da membrana

ao K+ que é secretado na luz tubular e

excretado posteriormente quando em

excesso

Na ausência de aldosterona a secreção de K+

é prejudicada elevando a concentração deste

íon no LEC.

Por outro lado a secreção excessiva deste íon

promove perda deste íon pelos rins

( hipocalemia)

MAGNÉSIO

MAGNÉSIO

mais dada metade

mais

metade deste

deste íon

íon éé armazenada

armazenada

nos ossos

nos

ossos

OO restante

restante nono interior

interior das

das células

células

Menos dede 1%1% nono líquido

Menos

líquido extracelular

extracelular

Desenvolvimento

Desenvolvimento dada pressão

pressão osmótica

osmótica

intracelular

intracelular

Participa dos

Participa

dos sistemas

sistemas tampões

tampões

Contribui

Contribui para

para aa manutenção

manutenção dada

excitabilidade

excitabilidade neuro

neuro muscular

muscular

FOSFATOS E PROTEÍNAS

* Também sistemas de tampões intracelulares * Controlados pelo TM de reabsorção

HIDROGÊNIO

* Atua junto ao balanço de Na+ e K+ principalmente no equilíbrio ácido/básico

CÁLCIO * Controle hormonal ( PTH) ( calcitonina) * < deste íon : tetania hipocalcemica * Hipercalcemia deprime a excitabilidade neuromuscular e promove arritmias cardíacas