Anda di halaman 1dari 46

PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

PROCESSO DE FABRICAÇÃO I CONFORMAÇÃO MECÂNICA LAMINAÇÃO

CONFORMAÇÃO MECÂNICA LAMINAÇÃO

LAMINAÇÃO DE LONGOS

Condicionamento Reaquecimento Laminação de Rolos Desbaste Trem Intermediário Bloco Acabador Formador de Espiras Condicionamento Reaquecimento Laminação
Condicionamento
Reaquecimento
Laminação de Rolos
Desbaste
Trem Intermediário
Bloco Acabador
Formador de Espiras
Condicionamento
Reaquecimento
Laminação de Barras
Desbaste
Trem Intermediário
Trem Acabador
Thermex
Leito

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LAMINAÇÃO DE LONGOS

LAMINAÇÃO DE LONGOS • Inspeção visual dos tarugos e retirada dos defeituosos antes da laminação. •

Inspeção

visual

dos

tarugos

e

retirada

dos

defeituosos antes da laminação.

 

Estes

defeitos

têm

origem

normalmente

no

processo de solidificação no lingotamento.

Pode-se realizar recuperação, lixamento, etc.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LAMINAÇÃO DE LONGOS REAQUECIMENTO • Elevação da temperatura do tarugo até uma faixa de 1000 a

LAMINAÇÃO DE LONGOS

REAQUECIMENTO

Elevação da temperatura do tarugo até uma faixa de 1000 a 1200 ºC.

O objetivo é facilitar a deformação dos tarugos e consequente o processo de laminação.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LAMINAÇÃO DE LONGOS

LAMINAÇÃO DE LONGOS FORNO DE REAQUECIMENTO

FORNO DE REAQUECIMENTO

LAMINAÇÃO DE LONGOS FORNO DE REAQUECIMENTO
ENFORNAMENTO A QUENTE • Processo alternativo de reaquecimento que consiste na transferência de tarugos para o

ENFORNAMENTO A QUENTE

Processo alternativo de reaquecimento que consiste na transferência de tarugos para o forno de reaquecimento assim que saem do lingotamento contínuo.

Obtém-se uma redução considerável em custo do processo, pela economia de energia (tarugos entram pré-aquecidos) e pelo aumento de produtividade.

O inconveniente é o alto grau de sincronismo necessário entre aciaria e laminação, além da inviabilidade de condicionamento antes do enfornamento, aumentando a possibilidade de ocorrência de defeitos posteriores nas barras laminadas.

TIPOS DE LAMINADORES LAMINADOR DE ROLOS • Produzem laminados (fio-máquina e vergalhões) na forma de rolos

TIPOS DE LAMINADORES

LAMINADOR DE ROLOS

Produzem laminados (fio-máquina e vergalhões) na forma de rolos utilizando para isso bloco laminador e formador de espiras. O material acabado passa pelo coletor de espiras e é embalado e etiquetado na saída de rolos.

LAMINADOR DE ROLOS

BOBINA DE FIO-MÁQUINA

LAMINADOR DE ROLOS BOBINA DE FIO-MÁQUINA
LAMINADOR DE ROLOS BOBINA DE FIO-MÁQUINA
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo

Fluxograma de Laminação

Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões

Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco
Tarugo
Desbaste
Trem Médio
Bloco
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo

Formador

Formador Produto

Produto

 

Espira

 

Rolo

 
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo
Clientes
Clientes
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo
  • Fio-Máq.

Vergalhão
  • Vergalhão

Vergalhão Endireitadeira Produto Reto

Endireitadeira

Vergalhão Endireitadeira Produto Reto

Produto

Reto

Vergalhão Endireitadeira Produto Reto
Produto Dobramento Dobrado
Produto
Dobramento
Dobrado
Fluxograma de Laminação Rolos: Fio-Máquina e Vergalhões Tarugo Desbaste Trem Médio Bloco Formador Produto Espira Rolo
LAY-OUT LAMINADORES Laminação • Desbaste • Trem Intermediário • Acabador

LAY-OUT LAMINADORES

Laminação

Desbaste

Trem Intermediário

Acabador

LAMINADOR DE ROLOS

DESBASTE

LAMINADOR DE ROLOS DESBASTE • Estas cadeiras proporcionam as primeiras deformações no tarugo, preparando-o para iniciar

Estas cadeiras proporcionam as primeiras deformações no tarugo, preparando-o para iniciar os passes no trem intermediário.

LAMINADOR DE ROLOS

TREM INTERMEDIÁRIO

LAMINADOR DE ROLOS TREM INTERMEDIÁRIO • Também chamado de Trem Médio. • Como o próprio nome

Também chamado de Trem Médio.

Como

o

próprio

nome

diz,

é

uma etapa

intermediária da laminação que visa preparar o material para ser laminado no trem acabador.

LAMINADOR DE ROLOS

TREM INTERMEDIÁRIO

LAMINADOR DE ROLOS TREM INTERMEDIÁRIO

LAM 1 - Gerdau SR

LAMINADOR DE ROLOS TREM INTERMEDIÁRIO

LAMINADOR DE ROLOS

LAMINADOR DE ROLOS BLOCO LAMINADOR • Equipamento de laminação de alta redução e alta velocidade, composto

BLOCO LAMINADOR

Equipamento de laminação de alta redução e alta velocidade, composto por cadeiras horizontais e verticais seriadas, proporcionando alta produção. A função do bloco é fazer o acabamento do material laminado.

BLOCO LAMINADOR

BLOCO LAMINADOR
BLOCO LAMINADOR
FORMADOR DE ESPIRAS • Equipamento localizado após a zona de resfriamento e que tem a função

FORMADOR DE ESPIRAS

Equipamento

localizado

após

a

zona

de

resfriamento e que tem a função de formar as

espiras na laminação de fio-máquina.

STELMOR

STELMOR • Esteira localizada após o formador de espiras responsável pelo resfriamento e tratamento térmico do

Esteira localizada após o formador de espiras responsável pelo resfriamento e tratamento térmico do fio-máquina.

O Stelmor pode ter ventiladores e/ou tampas de abafamento para fazer o resfriamento controlado do material e assim conseguir diferentes características mecânicas.

Formador de espiras Stelmor
Formador de espiras
Formador de espiras
Stelmor
Stelmor

SAÍDA DE ROLOS

SAÍDA DE ROLOS • Setor responsável pelo acabamento, embalagem, pesagem e etiquetagem dos rolos de fio-máquina

Setor responsável pelo acabamento, embalagem, pesagem e etiquetagem dos rolos de fio-máquina e vergalhão.

Os principais equipamentos da saída de rolos são:

coletor de espiras, transportador de rolos (pode ser horizontal ou vertical), prensa de rolos e balança.

COLETOR DE ESPIRAS TRANSPORTADOR DE ROLOS

COLETOR DE ESPIRAS

COLETOR DE ESPIRAS TRANSPORTADOR DE ROLOS

TRANSPORTADOR DE ROLOS

COLETOR DE ESPIRAS TRANSPORTADOR DE ROLOS

PRENSA DE ROLOS

PRENSA DE ROLOS
PRENSA DE ROLOS

TIPOS DE LAMINADORES

LAMINADOR DE BARRAS

Também chamados de laminadores de leito.

São

chamados

assim

devido

ao

seu

leito

de

resfriamento. Apresentam cadeiras de desbaste, cadeiras intermediárias, cadeiras acabadoras e o leito de resfriamento. Produzem barras retas.

LAMINADOR DE BARRAS

LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem

Fluxograma de Laminação

Leito: Barras, Perfis e Vergalhões

Desbaste Frio Tarugo Desbaste
Desbaste
Frio
Tarugo
Desbaste

Trem Médio

 
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem

Acabador

 
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem

Corte a

 

Quente

Enfeixamento

 
 
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem

Leito

Resfriamento

LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem
Barras e Perfis
Barras e
Perfis
Corte a
Corte a
Endireitamento

Endireitamento

 
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem
Acabador
  • Acabador

Acabador Thermex
Acabador Thermex
Thermex
Thermex
Thermex
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem

Intermediário

 
Corte a Quente
Corte a
Quente
LAMINADOR DE BARRAS Fluxograma de Laminação Leito: Barras, Perfis e Vergalhões Desbaste Frio Tarugo Desbaste Trem
Leito Corte a Produto Enfeixamento Resfriamento Frio Reto Produto Dobramento Dobrado
Leito
Corte a
Produto
Enfeixamento
Resfriamento
Frio
Reto
Produto
Dobramento
Dobrado

LAY-OUT LAMINADORES

Laminação

Desbaste

Trem Intermediário

Acabador

LAMINADOR DE BARRAS DESBASTE

LAMINADOR DE BARRAS

DESBASTE

LAMINADOR DE BARRAS DESBASTE

LAMINADOR DE BARRAS

LAMINADOR DE BARRAS TREM INTERMEDIÁRIO

TREM INTERMEDIÁRIO

LAMINADOR DE BARRAS TREM INTERMEDIÁRIO

LAMINADOR DE BARRAS

LAMINADOR DE BARRAS TREM ACABADOR • São os passes finais de laminação e têm duas funções:

TREM ACABADOR

São

os

passes finais de laminação e têm duas

funções: atingir a forma do produto final (por

exemplo: redondo, cantoneira, chato), e sua respectiva tolerância dimensional.

LAMINADOR DE BARRAS

LAMINADOR DE BARRAS THERMEX • Este processo consiste no resfriamento controlado do vergalhão após o último

THERMEX

Este processo consiste no resfriamento controlado do vergalhão após o último passe de laminação. Possibilita a fabricação de vergalhão com propriedade de soldabilidade, além de atingir excelente resistência mecânica e ótima dutilidade.

Núcleo

LAMINADOR DE BARRAS THERMEX • Este processo consiste no resfriamento controlado do vergalhão após o último

Região temperada

e revenida

TESOURAS DE CORTE A QUENTE Através de tesouras de corte a quente, o material pode ser

TESOURAS DE CORTE A QUENTE

Através de tesouras de corte a quente, o material pode ser cortado em determinadas posições ao longo do trem laminador.

Também são usadas para retirar amostras do material.

Como

este

corte

é

efetuado

com

o

material

em

movimento

e

à

quente,

apresenta

uma

faixa

de

tolerância maior.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LAMINADOR DE BARRAS

TESOURA CRANK

LAMINADOR DE BARRAS TESOURA CRANK Usadas após as cadeiras de laminação, realizam corte a quente do
LAMINADOR DE BARRAS TESOURA CRANK Usadas após as cadeiras de laminação, realizam corte a quente do

Usadas após as cadeiras de laminação, realizam corte a quente do material.

LAMINADOR DE BARRAS TESOURA CRANK Usadas após as cadeiras de laminação, realizam corte a quente do

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

TESOURA SNAP

TESOURA SNAP Usadas para retirar amostras do material ou em caso de emergência. ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA
TESOURA SNAP Usadas para retirar amostras do material ou em caso de emergência. ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA

Usadas para retirar amostras do material ou em caso de emergência.

TESOURA SNAP Usadas para retirar amostras do material ou em caso de emergência. ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA
TESOURA SNAP Usadas para retirar amostras do material ou em caso de emergência. ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LEITO DE RESFRIAMENTO • Equipamento final de um laminador de barras. É responsável pelo resfriamento das

LEITO DE RESFRIAMENTO

Equipamento final de um laminador de barras. É responsável pelo resfriamento das barras até temperaturas que permitam as próximas etapas do processo.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LEITO DE RESFRIAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

LEITO DE RESFRIAMENTO

LEITO DE RESFRIAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I
LEITO DE RESFRIAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

CORTE A FRIO

CORTE A FRIO Nesta etapa, as barras atingem os comprimentos comerciais solicitados. Ocorre após a passagem

Nesta etapa, as barras atingem os comprimentos comerciais solicitados. Ocorre após a passagem pelo leito de resfriamento, através de tesouras de corte a frio ou serras. Como este corte é efetuado com o material parado e a frio, atinge-se tolerâncias de corte menores.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

TESOURAS DE CORTE A FRIO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

TESOURAS DE CORTE A FRIO

TESOURAS DE CORTE A FRIO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

Endireitamento • Visa remover tortuosidades do material provenientes de tensões térmicas residuais do resfriamento das barras.

Endireitamento

Visa

remover

tortuosidades

do

material

provenientes de tensões térmicas residuais do resfriamento das barras. Ex.: Cantoneiras, Perfil “T”, Perfil “U”, etc.

Endireitamento de Vergalhões e barras

Os vergalhões em bitolas finas e algumas bitolas de barras redondas são fabricados em rolos para depois serem endireitados em barras retas.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENDIREITAMENTO

ENDIREITAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I
ENDIREITAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENFEIXAMENTO E IDENTIFICAÇÃO • Após o leito ou o endireitamento, o material é enfeixado normalmente em

ENFEIXAMENTO E IDENTIFICAÇÃO

Após

o leito ou o endireitamento, o material é

enfeixado normalmente em feixes de 1000 ou 2000 kg, de forma manual ou automatizada.

O

produto

é

então

identificado

através

de

etiquetas com informação do produto, bitola, qualidade, peso, etc.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ETIQUETAGEM

ETIQUETAGEM ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I
ETIQUETAGEM ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I
ETIQUETAGEM ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

TIPOS DE LAMINADORES

TIPOS DE LAMINADORES LAMINADOR DE PERFIS PEQUENOS • É uma variante do laminador de barras, produzindo

LAMINADOR DE PERFIS PEQUENOS

É uma variante do laminador de barras, produzindo apenas perfis de bitolas leves (espessuras de 1/8”. 5/16”, por exemplo). Seu processo consiste na alimentação com Fio-Máquina, trabalhando-se com uma série de bobinas previamente soldadas. O material entra a frio através de discos endireitadores. Logo após, o FM é laminado em 2 passes, seguindo para o corte e o leito de resfriamento.

Este

laminador

tem

como

vantagem

uma

elevada

produtividade, devido a continuidade da matéria- prima e a simplicidade do processo.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

TIPOS DE LAMINADORES

TIPOS DE LAMINADORES LAMINADOR DE BARRAS E ROLOS • Alguns trens de laminação podem produzir tanto

LAMINADOR DE BARRAS E ROLOS

Alguns trens de laminação podem produzir tanto barras quanto rolos. Neste caso, ocorre uma bifurcação no trem após a última gaiola intermediária ou acabadoras.

A barra segue então para as cadeiras acabadoras ou trem de arames e leito de resfriamento (no caso de laminação de barras), ou para o bloco (no caso de laminação de rolos).

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

DEFEITOS EM LAMINADOS

DEFEITOS EM LAMINADOS Defeitos Característica causas Soluções Fora de bitola Projeto de calibração adequado Forma Massa
 

Possíveis

Defeitos

Característica

causas

Soluções

 

Fora de bitola

 

Projeto de calibração adequado

Forma

Massa linear fora

Calibração mal

ou ajuste na luz (regulagem dos

efetuada

 

Dimensões diferentes

cilindros)

 

Rebarbas

Corte mal efetuado

Ajuste no corte / navalha

Dobras

Falha no tarugo

 

Incrustações de carepa

Obtenção de tarugos de melhor

 

qualidade

Superfície

Trincas

Inclusões/Resfriamento

Riscos

Rolete/Cilindros gastos

Adequada manutenção de

 

Superfície rugosa

Cilindros gastos

roletes e cilindros

Frisos altos

Calibração mal

Ajuste na luz (regulagem dos

Altura de nervuras

efetuada

cilindros)

Microestrutura

Descarbonetação

Excesso de

Controle de temperatura e tempo

Microestrutura grosseira

reaquecimento

no forno de reaquecimento

Internos

Vazios

Falha no lingotamento

Obtenção de tarugos de melhor

Inclusões

contínuo

qualidade

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

DEFEITOS EM LAMINADOS

DEFEITOS EM LAMINADOS BOBINA DE FIO-MÁQUINA COM EMARANHAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

BOBINA DE FIO-MÁQUINA COM EMARANHAMENTO

DEFEITOS EM LAMINADOS BOBINA DE FIO-MÁQUINA COM EMARANHAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I
DEFEITOS EM LAMINADOS BOBINA DE FIO-MÁQUINA COM EMARANHAMENTO ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

DEFEITOS EM LAMINADOS

DEFEITOS EM LAMINADOS FIO-MÁQUINA ISENTO DE DEFEITOS FIO-MÁQUINA COM DOBRA ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE

FIO-MÁQUINA ISENTO DE DEFEITOS

DEFEITOS EM LAMINADOS FIO-MÁQUINA ISENTO DE DEFEITOS FIO-MÁQUINA COM DOBRA ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE

FIO-MÁQUINA COM DOBRA

DEFEITOS EM LAMINADOS FIO-MÁQUINA ISENTO DE DEFEITOS FIO-MÁQUINA COM DOBRA ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE
DEFEITOS EM LAMINADOS FIO-MÁQUINA ISENTO DE DEFEITOS FIO-MÁQUINA COM DOBRA ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

CONTROLE DE QUALIDADE

ENSAIOS

Composição química.

Propriedades mecânicas.

Macroestrutura.

Microestrutura.

Inspeções dimensionais.

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I

CONTROLE DE QUALIDADE

CONTROLE DE QUALIDADE VARIÁVEIS PRINCIPAIS CONTROLADAS POR PRODUTO Inspeções Barras Barras Canto- Perfil Perfil Perfil Vergalhões

VARIÁVEIS PRINCIPAIS CONTROLADAS POR PRODUTO

Inspeções

Barras

Barras

Canto-

Perfil

Perfil

Perfil

Vergalhões

Fio-

Máquina

Redondas

Quadradas

neiras

T

U

I

Bitola

X

X

X

X

X

X

X

Comprimento

X

X

X

X

X

X

X

Massa Linear

X

X

X

X

X

X

X

X

Ovalização

X

X

Romboidade

X

Empenamento

X

X

X

X

X

X

Dobramento

X

ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA - PROCESSO DE FABRICAÇÃO I