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Fundação Hospital Adriano Jorge Residência de Otorrinolaringologia Corpo estranho de faringe e laringe Dayse Kelle Nascimento

Fundação Hospital Adriano Jorge

Residência de Otorrinolaringologia

Corpo estranho de faringe e laringe
Corpo estranho
de faringe e laringe

Dayse Kelle Nascimento Ribeiro R1

Corpo estranho (CE)  Comum na prática clínica
Corpo estranho (CE)
Comum na prática clínica
  • Desafiador

  • Sintomas:

súbitos, angustiantes

x

assintomático

  • Manejo: CC consultório de ORL

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Epidemiologia
Epidemiologia
Epidemiologia  11% dos atendimentos em urgência  13,2% na faringe  0,3% na laringe 
  • 11% dos atendimentos em urgência

  • 13,2% na faringe

  • 0,3% na laringe

  • Infância: 0 -3 anos

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Tipos de CE ◦ Crianças: objetos plásticos, sementes e espinhas ◦ Adultos e idosos: espinha de
Tipos de CE
Tipos de CE
Tipos de CE ◦ Crianças: objetos plásticos, sementes e espinhas ◦ Adultos e idosos: espinha de

Crianças: objetos plásticos, sementes e espinhas

Adultos e idosos: espinha de peixe, osso de galinha, pedaço de

prótese dentária

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Quadro clínico  História clínica:
Quadro clínico
História clínica:

Importante no diagnóstico

Difícil obtenção

Sintomas: tipo e localização do CE

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Quadro clínico 
Quadro clínico
Quadro clínico  ◦ Pontiagudos ◦ Superfície áspera, ◦ Próximos às PPVV Sintomas importantes:  Na

Pontiagudos Superfície áspera, Próximos às PPVV

Sintomas importantes:

Na aspiração:

Engasgo Reflexo nauseoso Dor em faringe Tosse

Quadro clínico  ◦ Pontiagudos ◦ Superfície áspera, ◦ Próximos às PPVV Sintomas importantes:  Na
Quadro clínico  ◦ Pontiagudos ◦ Superfície áspera, ◦ Próximos às PPVV Sintomas importantes:  Na

Fonte: http://www.elsevier.es/es-revista-acta- otorrinolaringologica

Quadro clínico 
Quadro clínico

Laringe:

Supraglótico: disfagia para alimentos ou saliva

Glótico: disfonia

Subglótico: dispneia ou dificuldade respiratória; tiragem; estridor; tosse; dor laríngea

Fonte: https://dnbhelp.wordpress.com/pharynx-larynx-2/

Obstrução parcial: rouquidão, afonia, estridor e dispneia Obstrução significativa: dispneia

PEÑA, C. F. et al. Corpos estranhos nas vias aéreas. In: SIH, T.; CHINSKI, A.; EAVEY, R. III Manual de Otorrinolaringologia Pediátrica da IAPO. São Paulo. 2003

Diagnóstico 
Diagnóstico
Diagnóstico  Desafio diagnóstico: ◦ História clínica imprecisa ◦ Episódio sem testemunhas ◦ Interpretado como: asma,

Desafio diagnóstico:

História clínica imprecisa Episódio sem testemunhas Interpretado como: asma, tonsilite, bronquite

Informar-se sobre:

Dieta prévia Fator de risco: contato com objetos pequenos Ausência de prótese ou parte dela

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Exame físico 
Exame físico
Exame físico  Faringe: visíveis ao exame físico Fonte: http://www.ghorayeb.com/fishboneoropharynx.html

Faringe: visíveis ao exame físico

Exame físico  Faringe: visíveis ao exame físico Fonte: http://www.ghorayeb.com/fishboneoropharynx.html

Fonte: https://wn.com

Exame físico  Faringe: visíveis ao exame físico Fonte: http://www.ghorayeb.com/fishboneoropharynx.html

Fonte: http://www.ghorayeb.com/fishboneoropharynx.html

Exame físico  Faringe:
Exame físico
Faringe:
Exame físico  Faringe: ◦ Dificuldade de visualização direta ◦ Lidocaína spray a 10% LOPES FILHO

Dificuldade de visualização direta Lidocaína spray a 10%

Exame físico  Faringe: ◦ Dificuldade de visualização direta ◦ Lidocaína spray a 10% LOPES FILHO
Exame físico  Faringe: ◦ Dificuldade de visualização direta ◦ Lidocaína spray a 10% LOPES FILHO

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Exame físico 
Exame físico
Exame físico  Hipofaringe e laringe: ◦ Laringoscopia indireta: espelho de Garcia  Diagnóstico em 66,7%

Hipofaringe e laringe:

Laringoscopia indireta:

espelho de Garcia

  • Diagnóstico em 66,7% dos casos

  • Visualização restrita da laringe e supraglote

Fonte: http://oldfiles.bjorl.org/conteudo/acervo

Exame físico  Hipofaringe e laringe: ◦ Laringoscopia indireta: espelho de Garcia  Diagnóstico em 66,7%
 Ausculta pulmonar ◦ Sibilos unilaterais ou diferença na ausculta – CE via aérea inferior http://www.scielo.mec.pt/scielo
  • Ausculta pulmonar

Sibilos unilaterais ou diferença na ausculta CE via aérea inferior

 Ausculta pulmonar ◦ Sibilos unilaterais ou diferença na ausculta – CE via aérea inferior http://www.scielo.mec.pt/scielo

http://www.scielo.mec.pt/scielo

 Ausculta pulmonar ◦ Sibilos unilaterais ou diferença na ausculta – CE via aérea inferior http://www.scielo.mec.pt/scielo

http://dontchoke.ubc.ca

Radiologia - RX
Radiologia - RX
Radiologia - RX  Utilizado na avaliação inicial  Limitado: 80% dos CE não são radiopacos
  • Utilizado na avaliação inicial

  • Limitado: 80% dos CE não são radiopacos

  • Benéficos para hipofaringe e laringe

  • Incidência lateral

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Fonte: http://www.jmedtropics.org/article Fonte: http://www.arquivosdeorl.org.br

Fonte: http://www.jmedtropics.org/article

Fonte: http://www.jmedtropics.org/article Fonte: http://www.arquivosdeorl.org.br

Fonte: http://www.arquivosdeorl.org.br

https://www.ncbi.nlm.nih.gov
https://www.ncbi.nlm.nih.gov

https://www.ncbi.nlm.nih.gov

Radiologia - RX
Radiologia - RX

Radiologia - RX  Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide

Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide

Radiologia - RX  Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide
Radiologia - RX  Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide
Radiologia - RX  Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide
Radiologia - RX  Diagnóstico equivocado: calcificação de corno da cartilagem tireoide, c. cricóide, processo estiloide

http://www.wikiradiography.net

Radiologia - TC
Radiologia - TC
Radiologia - TC  CE de densidades diversas  Melhor para CE pequeno e delgado 
  • CE de densidades diversas

  • Melhor para CE pequeno e delgado

  • Visão axial precisa da posição

  • Para a suspeita de complicação: abscesso parafaríngeo, CE profundo no pescoço

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Fonte: https://clinicalgate.com/airway-imaging-principles-and-practical-guide/
Fonte: https://clinicalgate.com/airway-imaging-principles-and-practical-guide/
Fonte: https://clinicalgate.com/airway-imaging-principles-and-practical-guide/

Fonte: https://clinicalgate.com/airway-imaging-principles-and-practical-guide/

https://openi.nlm.nih.gov/detailedresult
https://openi.nlm.nih.gov/detailedresult
https://openi.nlm.nih.gov/detailedresult

https://openi.nlm.nih.gov/detailedresult

Exames endoscópicos  Se exame físico insuficiente para elucidar  VDL:
Exames endoscópicos
Se exame físico insuficiente para elucidar
VDL:

Óptica rígida angulação de 70º Bem tolerado Spray de lidocaína 10% Sucesso em 84,6% dos casos

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

 Ótica rígida 70 graus Fonte: Arquivo pessoal
  • Ótica rígida 70 graus

 Ótica rígida 70 graus Fonte: Arquivo pessoal

Fonte: Arquivo pessoal

 Videolaringoscopia Fonte: http://www.multiclinic.com.br/
  • Videolaringoscopia

 Videolaringoscopia Fonte: http://www.multiclinic.com.br/

Fonte: http://www.multiclinic.com.br/

Exames endoscópicos  Nasofibroscópio flexível
Exames endoscópicos
Nasofibroscópio flexível

Exames endoscópicos  Nasofibroscópio flexível • • • Se reflexo nauseoso exacerbado Permite a fala Movimento

Se reflexo nauseoso exacerbado Permite a fala Movimento da ponta do aparelho

http://www.medicalcenterbr.com.br/Nasofibrosc%C3%B3pio-ENT30Plll-Machida

Exames endoscópicos Broncoscopia
Exames endoscópicos
Broncoscopia
Exames endoscópicos Broncoscopia EDA Fonte: http://www.oleoo.com.br/ Fonte: http://thorax.com.br/servicos/brocoscopia

EDA

Exames endoscópicos Broncoscopia EDA Fonte: http://www.oleoo.com.br/ Fonte: http://thorax.com.br/servicos/brocoscopia
Exames endoscópicos Broncoscopia EDA Fonte: http://www.oleoo.com.br/ Fonte: http://thorax.com.br/servicos/brocoscopia

Fonte: http://www.oleoo.com.br/

Fonte: http://thorax.com.br/servicos/brocoscopia

Diagnóstico diferencial  Tumor de faringe e laringe
Diagnóstico diferencial
Tumor de faringe e laringe
  • Trauma na mucosa pela passagem do CE

  • Calcificação da lâmina posterior da cartilagem cricoidea

  • Refluxo laringofaríngeo

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Tratamento  Remoção o mais breve possível  Tipo de abordagem:
Tratamento
Remoção o mais breve possível
Tipo de abordagem:
  • Tipo

  • Localização

  • Cooperação do paciente

  • Estado clínico

Primeiro passo: localizar

Tratamento  Remoção o mais breve possível  Tipo de abordagem:  Tipo  Localização 

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Tratamento  CE na orofaringe:
Tratamento
CE na orofaringe:

Orofaringoscopia

Tratamento  CE na orofaringe: ◦ Orofaringoscopia Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br ◦ Abaixador de língua Tratado de Otorrinolaringologia

Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br

Abaixador de língua

Tratamento  CE na orofaringe: ◦ Orofaringoscopia Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br ◦ Abaixador de língua Tratado de Otorrinolaringologia

Tratado de Otorrinolaringologia - ABORL

 Pinça de preensão Hartmann Fonte: http://catalogohospitalar.com.br/pinca-hartmann-serrilha-para-corpo-estranho-para-otorrino-abc
  • Pinça de preensão Hartmann

 Pinça de preensão Hartmann Fonte: http://catalogohospitalar.com.br/pinca-hartmann-serrilha-para-corpo-estranho-para-otorrino-abc

Fonte: http://catalogohospitalar.com.br/pinca-hartmann-serrilha-para-corpo-estranho-para-otorrino-abc

 CE na hipofaringe:  Posição ereta; cabeça discretamente estendida  Espelho de Garcia Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br/APOST_SEMIOL_LARINGOSC_IND.html
  • CE na hipofaringe:

    • Posição ereta; cabeça discretamente estendida

    • Espelho de Garcia

 CE na hipofaringe:  Posição ereta; cabeça discretamente estendida  Espelho de Garcia Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br/APOST_SEMIOL_LARINGOSC_IND.html
 CE na hipofaringe:  Posição ereta; cabeça discretamente estendida  Espelho de Garcia Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br/APOST_SEMIOL_LARINGOSC_IND.html

Fonte: http://dgsotorrinolaringologia.med.br/APOST_SEMIOL_LARINGOSC_IND.html

 CE na hipofaringe: ◦ Pinça angulada jacaré ou saca-bocado Fonte: http://www.adinstrumentos.com.br/
  • CE na hipofaringe:

Pinça angulada jacaré ou saca-bocado

 CE na hipofaringe: ◦ Pinça angulada jacaré ou saca-bocado Fonte: http://www.adinstrumentos.com.br/

Fonte: http://www.adinstrumentos.com.br/

Tratamento 
Tratamento
Tratamento  Videolaringoscopia rígida

Videolaringoscopia rígida

Tratamento 
Tratamento
Tratamento  Nasofibroscopia flexível http://www.allsupply.com.br/produtos/otorrino/nasofibroscopio/ent30p3.htm

Nasofibroscopia flexível

Tratamento  Nasofibroscopia flexível http://www.allsupply.com.br/produtos/otorrino/nasofibroscopio/ent30p3.htm

http://www.allsupply.com.br/produtos/otorrino/nasofibroscopio/ent30p3.htm

Tratamento 
Tratamento
Tratamento  Nasofibroscópio com canal de biópsia ◦ Espinha de peixe na hipofaringe ◦ Pinça saca

Nasofibroscópio com canal de biópsia

Espinha de peixe na hipofaringe Pinça saca bocado

Tratamento  Nasofibroscópio com canal de biópsia ◦ Espinha de peixe na hipofaringe ◦ Pinça saca

Fonte:

http://www.arquivosdeorl.org.br

Tratamento 
Tratamento
Tratamento  Reduzir desconforto: ◦ Lidocaína 4% - instilar na hipofaringe, laringe ◦ Lidocaína 2% 

Reduzir desconforto:

Lidocaína 4% - instilar na hipofaringe, laringe Lidocaína 2%

Dificuldade técnica e/ou falta de colaboração (criança, paciente psiquiátrico):

Laringoscopia direta sob sedação ou anestesia

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Tratamento Queixa de Boa CE superior ao mm visualização do local cricofaríngeo referido
Tratamento
Queixa de
Boa
CE superior
ao mm
visualização
do local
cricofaríngeo
referido
Tratamento Queixa de Boa CE superior ao mm visualização do local cricofaríngeo referido Não encontrado CE
Não encontrado CE
Não
encontrado
CE

Se pac em BEG, estável, sintomas discretos, fácil acesso ao serviço de saúde?

Tratamento Queixa de Boa CE superior ao mm visualização do local cricofaríngeo referido Não encontrado CE
 Conduta expectante (com sintomáticos)  Reavaliação em 24h
Conduta expectante
(com sintomáticos)
Reavaliação em 24h
 Disfagia, odinofagia, queixa inferior a c. cricoide  EDA  Dispneia, chiado, tosse, hemoptóicos 
Disfagia, odinofagia, queixa
inferior a c. cricoide  EDA
Dispneia, chiado, tosse,
hemoptóicos  Broncoscopia

LOPES FILHO O.; CAMPOS C.A.H. Tratado de Otorrinolaringologia, 2ª Ed. São Paulo: Roca; 1994

Complicações 
Complicações
Complicações  Manejo adequado: para evitar a presença ou permanência do CE  Fatores de risco:

Manejo adequado: para evitar a presença ou permanência do CE

Fatores de risco:

Tentativa de remoção Inexperiência dos médicos Falta de infraestrutura Longa permanência do CE

FIGUEIREDO, R.R.; et al. Complicações de corpos estranhos em otorrinolaringologia: um estudo retrospectivo. Rev. Bras. Otorrinolaringol. vol.74 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2008

Complicações  Tipos:
Complicações
Tipos:
Complicações  Tipos: ◦ Obstrução total da via aérea na laringe ou traqueia ◦ Abscesso parafaríngeo

Obstrução total da via aérea na laringe ou traqueia

Abscesso parafaríngeo Migração no tecido subcutâneo do pescoço

FIGUEIREDO, R.R.; et al. Complicações de corpos estranhos em otorrinolaringologia: um estudo retrospectivo. Rev. Bras. Otorrinolaringol. vol.74 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2008

Fonte: Gonçalves MEP, Cardoso SR, Rodrigues AJ . Corpo estranho em via aérea. Pulmão RJ 2011;20(2):54-58
Fonte: Gonçalves MEP, Cardoso SR, Rodrigues AJ . Corpo estranho em via aérea. Pulmão RJ 2011;20(2):54-58

Fonte:

Gonçalves MEP, Cardoso SR, Rodrigues AJ . Corpo estranho em via aérea. Pulmão RJ 2011;20(2):54-58

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643
http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643
http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port_print.asp?id=643

CASO CLÍNICO
CASO CLÍNICO
Anamnese  IDENTIFICAÇÃO:T.J.S., masculino, 8 anos  HDA: Queixa de odinofagia há 3 anos,
Anamnese
IDENTIFICAÇÃO:T.J.S., masculino, 8 anos
HDA:
Queixa
de
odinofagia
3
anos,

associado a halitose, tosse seca, dispneia

quando deitado, dificuldade de deglutição, respiração ruidosa e rouquidão.

Piora

do

quadro

e

um

bronquiolite há 3 meses.

episódio

de

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

HPP 
HPP
HPP  Em outro serviço, foi feito diagnóstico de adenoamigdalite crônica e indicada adenoamigdalectomia. Fonte: GANDARA,

Em outro serviço, foi feito diagnóstico de adenoamigdalite crônica e indicada adenoamigdalectomia.

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Exame físico: 
Exame físico:
Exame físico:  Oroscopia: Amigdalas grau III, sem sinais flogísticos;  Rinoscopia: NDN  Otoscopia: NDN

Oroscopia: Amigdalas grau III, sem sinais flogísticos;

Rinoscopia: NDN

Otoscopia: NDN

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Conduta
Conduta
Conduta:
Conduta:
Conduta: Laringoscopia indireta: Imagem azulada intraglótica, não obstrutiva. Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe:

Laringoscopia indireta:

Conduta: Laringoscopia indireta: Imagem azulada intraglótica, não obstrutiva. Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe:

Imagem azulada intraglótica, não obstrutiva.

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Hipótese diagnóstica
Hipótese diagnóstica
Hipótese diagnóstica:  Corpo estranho de laringe
Hipótese diagnóstica:
Corpo estranho de laringe

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Tratamento
Tratamento
Tratamento
Tratamento
Tratamento Laringoscopia direta com laringoscópio de suspensão  Sob anestesia geral  Para elucidação diagnóstica Fonte:

Laringoscopia direta com laringoscópio de suspensão

  • Sob anestesia geral

  • Para elucidação diagnóstica

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Diagnóstico definitivo 
Diagnóstico definitivo
Diagnóstico definitivo  Confirmada a hipótese diagnóstica de corpo estranho de laringe: mola Fonte: GANDARA, et

Confirmada a hipótese diagnóstica de corpo estranho de laringe: mola

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Tratamento 
Tratamento
Tratamento  Remoção do corpo estranho  Pós-operatório: corticoterapia para prevenção de edema. Fonte: GANDARA, et

Remoção do corpo estranho

Tratamento  Remoção do corpo estranho  Pós-operatório: corticoterapia para prevenção de edema. Fonte: GANDARA, et

Pós-operatório: corticoterapia para prevenção de edema.

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

Evolução 
Evolução
Evolução  Pós op: sem dispneia ou paresia das PPVV  Remissão completa dos sintomas 

Pós op: sem dispneia ou paresia das PPVV

Remissão completa dos sintomas

Sem sequelas a longo prazo

Fonte: GANDARA, et al. Corpo Estranho de Laringe: Relato de Caso. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, v 62, ed 1, p 72-76, 1999.

OBRIGADA

OBRIGADA