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OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES DE MEDIA E ALTA TENSÃO Prof. Benjamim Barros
OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES DE MEDIA E ALTA TENSÃO
OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE
SUBESTAÇÕES DE MEDIA
E ALTA TENSÃO
OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES DE MEDIA E ALTA TENSÃO Prof. Benjamim Barros
OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES DE MEDIA E ALTA TENSÃO Prof. Benjamim Barros

Prof. Benjamim Barros

GERAÇÃO; TRANSMISSÃO ; DISTRIBUIÇÃO; CONSUMO.

GERAÇÃO; TRANSMISSÃO ; DISTRIBUIÇÃO; CONSUMO.
GERAÇÃO; TRANSMISSÃO ; DISTRIBUIÇÃO; CONSUMO.
SUBESTAÇÕES Local onde são reunidos conjuntos de equipamentos e componentes responsáveis pela operação e manobra de

SUBESTAÇÕES

SUBESTAÇÕES Local onde são reunidos conjuntos de equipamentos e componentes responsáveis pela operação e manobra de

Local onde são reunidos conjuntos de equipamentos e componentes responsáveis pela operação e manobra de parte de um circuito elétrico; possibilitando efetuar-se alteração na configuração e no valor de tensão da transmissão.

ESTAÇÃO ELEVADORA DE TENSÃO

de 12 a 20Kv elevados para 88,138, 230, 440, 750 KV

SUBESTAÇÕES Local onde são reunidos conjuntos de equipamentos e componentes responsáveis pela operação e manobra de

ESTAÇÃO ABAIXADORA DE TENSÃO

ETT

Estação Transformadora de

Transmissão:

Rebaixa para 88/138 Kv, e distribui para as Concessionárias

ETDs

Estação Transformadora de

Distribuição:

Rebaixa para tensão de distribuição ex.:

3.8, 6.5, 13.8, 20, KV

ETCs Estações Transformadoras de Consumidor.

POSTO PRIMÁRIO Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição com as funções

POSTO PRIMÁRIO

POSTO PRIMÁRIO Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição com as funções

Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição com as funções de Medição, Proteção,Transformação e Distribuição de energia elétrica.

Entrada do consumidor ponto de recebimento da concessionária

SIMPLIFICADO:

Possui apenas um único transformador trifásico com potência máxima de 300 KVA (dependendo da

Concessionária). A medição é efetuada na baixa tensão e

a proteção geral das instalações, no lado de alta tensão, é feita com fusível.

POSTO PRIMÁRIO Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição com as funções

CONVENCIONAL:

Não há restrição quanto a potência, podem ser instalados vários transformadores, possui medição do lado da média

tensão, proteção geral na média tensão através de

disjuntor com desligamento automático, e acionamento através de relés.

POSTO PRIMÁRIO Conjunto de componentes de entrada consumidora em tensão primária de distribuição com as funções
POSTO PRIMÁRIO

POSTO PRIMÁRIO

POSTO PRIMÁRIO

L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER

PO ST O DE TR AN SF OR MA ÇÃ O 2

15 Kv - 2 X Ø 3 35 mm 2

ME D IÇ ÃO - EL ET RO PA UL O

PR OT EÇ ÃO

PO NT O DE EN TR EG A (P OS TE )

EL ET RO PA UL O

DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL

L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER PO ST O
L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER PO ST O
1 4 E LÉ T R IC O 4 IN T E R T R A
1 4
1
4
E LÉ T R IC O 4 IN T E R T R A V A
E LÉ T R IC O
4
IN T E R T R A V A M E N T O
3
1
8
7
6
4
59
27
N
1 4 E LÉ T R IC O 4 IN T E R T R A
63 150 0 kVA 26 49 13200 / 220 V - 127 V 100 0 kVA
63
150 0 kVA
26
49
13200 / 220 V - 127 V
100 0 kVA
13200 / 220 - 127 V
CA RG A
CA RG A
63
71
71
49
26
9
4
1
9
4
1
 

ME D ID OR ES

KW H

KV A rH

 

6

 

4

3

1 2 3
1
2
3
 

5

1

- 7 6 5 4 3 2 1 8 9 T R A N S F
-
7
6
5
4
3
2
1
8
9
T R A N S F O R M A D O R
C O R R E N T E
D E
T R A N S F O R M A D O R
8 0 0
D E
V A
P O T E N C IA L
-
R
C O R R E N T E
D E
D E
IN D IR E T A
S O B R E
L E G E N D A
T R A N S F O R M A D O R
P O T E N C IA
D E
A
Ó
1 5
K V
L E O
D IS JU N T O R
E L E
A Ç Ã O
A B E R T U R A
C H A V E
S IM U L T A N E A
T R IP O L A R
D E
S E C C IO N A D O R A
B U C H A S
D E
M A T H E U S
C H A V E
É R IC O
P O L IM
R A IO S
P A R A
P A S S A G E M

O 1

POSTO DE TRANSFO RMAÇÃO

POSTO CONVENCIONAL EM CHAPA BLINDADO

POSTO CONVENCIONAL EM CHAPA BLINDADO

POSTO CONVENCIONAL EM CHAPA BLINDADO
POSTO CONVENCIONAL EM CHAPA BLINDADO
POSTO CONVENCIONAL

POSTO CONVENCIONAL

POSTO CONVENCIONAL
POSTO CONVENCIONAL
POSTO CONVENCIONAL
RAMAL DE ENTRADA É o conjunto de condutores com respectivos materiais, necessários à sua fixação e

RAMAL DE ENTRADA

RAMAL DE ENTRADA É o conjunto de condutores com respectivos materiais, necessários à sua fixação e

É o conjunto de condutores com respectivos materiais,

necessários à sua fixação e interligação elétrica, do ponto de entrega da Concessionária aos terminais da subestação do consumidor.

O ramal de entrada pode ser definido diferentemente em função do tipo de subestação.

Ramal de entrada aéreo:

É aquele constituído de condutores nus (com ou sem isolação), suspensos em estruturas para instalações aéreas.

Ramal de entrada subterrâneo:

É aquele constituído de condutores isolados, instalados dentro de eletroduto diretamente enterrado no solo.

RAMAL DE ENTRADA É o conjunto de condutores com respectivos materiais, necessários à sua fixação e
CABO DE MEDIA TENSÃO 1 2 3 4 5 6 1 – Condutor (Cobre ou Alumínio)

CABO DE MEDIA TENSÃO

CABO DE MEDIA TENSÃO 1 2 3 4 5 6 1 – Condutor (Cobre ou Alumínio)
CABO DE MEDIA TENSÃO 1 2 3 4 5 6 1 – Condutor (Cobre ou Alumínio)
1 2 3 4 5 6
1
2
3
4
5
6
CABO DE MEDIA TENSÃO 1 2 3 4 5 6 1 – Condutor (Cobre ou Alumínio)
  • 1 Condutor (Cobre ou Alumínio)

  • 2 Semicondutor

  • 3 Isolação (EPR, XLPE, etc.)

  • 4 Semicondutor

  • 5 Blindagem

  • 6 Cobertura externa

VArh TR-1 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA 88 7,5 / 9,375 MVA
VArh
TR-1
ISOLADA PARA 138 KV
3
N
86 1 BA 88
7,5 / 9,375 MVA
Nº 37074
ITEL
TR-2
3
V
27
KW
Vn = 15 KV
KWh
cos 
A
86
86 1 TR 1 e 2
86 1 BA 88
RAC FORD - SBC 1 e 2
SBC - 2
RAC
SBC - 1
83
In = 600 A
Vn = 138 KV
VArh
1 - TR-2
3
71
63
49
26
N
50
3
87
3
86 1 - TR-2
cos 
In = 600 A
KW
27
V
3
86
ITEL
Nº 37074
7,5 / 9,375 MVA
In = 600 A
13,8 KV
BARRA DE
500 MVA
In = 800 A
A
86
1 - TR-1
86 1 - TR-1
71
Vn = 138 KV
49
26
N
50
3
87
3
3
Vn = 15 KV
63
3
N
3
86 BA 88
3
1
27
RDTD
V
27
RDTD
2
7401
Vn = 138 KV
In = 600 A
Vn = 138 KV
In = 600 A
KWh
RAC
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
0,8 A
0,8 A
V
1 BA 88
MEDIÇÃO ELETROPAULO
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
86 1 TR 1 e 2
7402
BARRA DE 88 KV
500 MVA
In = 800 A
VArh TR-1 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA 88 7,5 / 9,375 MVA

LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA

Rua Aragoiânia 541 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - São Paulo - Tel: 6401-6965

CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ"

DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

PÁRA-RAIOS Protege os equipamentos de um circuito, contra surto de tensão transitório provocado por descargas elétricas

PÁRA-RAIOS

PÁRA-RAIOS Protege os equipamentos de um circuito, contra surto de tensão transitório provocado por descargas elétricas

Protege os equipamentos de um circuito, contra surto de tensão transitório provocado por descargas elétricas

atmosféricas, e/ou eventos e anomalias.

Tipos:

  • - Cabo para-raios: Protege a linha contra descarga atmosférica e a indutância da linha.

-Pára-raios

tipo

haste

reta

(Franklin,

Gaiola

de

Faraday):

Proteção da instalação civil.

  • - Pára-raios tipo válvula: Proteção

dos equipamentos, surto de tensão e anomalia.

PÁRA-RAIOS Protege os equipamentos de um circuito, contra surto de tensão transitório provocado por descargas elétricas
PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO

PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO

PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO
PÁRA-RAIOS DE ALTA TENSÃO
CHAVES DISJUNTORES CHAVES SECCIONADORAS

CHAVES

CHAVES DISJUNTORES CHAVES SECCIONADORAS

DISJUNTORES

CHAVES

CHAVES DISJUNTORES CHAVES SECCIONADORAS

SECCIONADORAS

DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO

DISJUNTOR QUEIMADO

DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO

DISJUNTOR QUEIMADO

DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
DISJUNTOR QUEIMADO
VArh TR-1 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA 88 7,5 / 9,375 MVA
VArh
TR-1
ISOLADA PARA 138 KV
3
N
86 1 BA 88
7,5 / 9,375 MVA
Nº 37074
ITEL
TR-2
3
V
27
KW
Vn = 15 KV
KWh
cos 
A
86
86 1 TR 1 e 2
86 1 BA 88
RAC FORD - SBC 1 e 2
SBC - 2
RAC
SBC - 1
83
In = 600 A
Vn = 138 KV
VArh
86
3
71
63
49
26
N
50
3
87
3
86 1 - TR-2
cos 
In = 600 A
KW
27
V
3
1 - TR-2
ITEL
Nº 37074
7,5 / 9,375 MVA
In = 600 A
13,8 KV
BARRA DE
500 MVA
In = 800 A
A
86
1 - TR-1
86 1 - TR-1
71
Vn = 138 KV
49
26
N
50
3
87
3
3
Vn = 15 KV
63
3
N
3
86 BA 88
3
1
27
RDTD
V
27
RDTD
2
7401
Vn = 138 KV
In = 600 A
Vn = 138 KV
In = 600 A
KWh
RAC
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
0,8 A
0,8 A
V
1 BA 88
MEDIÇÃO ELETROPAULO
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
86 1 TR 1 e 2
7402
BARRA DE 88 KV
500 MVA
In = 800 A
VArh TR-1 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA 88 7,5 / 9,375 MVA

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DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

DISJUNTOR São equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito, em condições normais ou

DISJUNTOR

DISJUNTOR São equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito, em condições normais ou

São equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito, em condições normais ou anormais (sobrecarga ou curto-circuito).

Tipos:

Grande volume de óleo (GVO) Pequeno volume de óleo (PVO) Sopro magnético Vácuo Gás SF 6

DISJUNTOR DISJUNTOR A GRANDE VOLUME DE ÓLEO GVO

DISJUNTOR

DISJUNTOR DISJUNTOR A GRANDE VOLUME DE ÓLEO GVO

DISJUNTOR A GRANDE VOLUME DE ÓLEO GVO

DISJUNTOR DISJUNTOR A GRANDE VOLUME DE ÓLEO GVO
DISJUNTOR Disjuntores a pequeno volume de óleo PVO Utilizam óleo isolante como elemento de extinção do

DISJUNTOR

DISJUNTOR Disjuntores a pequeno volume de óleo PVO Utilizam óleo isolante como elemento de extinção do

Disjuntores a pequeno volume de óleo PVO

Utilizam óleo isolante como elemento de extinção do arco elétrico.

Existem dois tipos de disjuntores a óleo, grande volume de óleo e pequeno volume de óleo, o que os diferencia são as quantidades do óleo utilizado, o tamanho físico e alguns detalhes construtivos.

DISJUNTOR Disjuntores a pequeno volume de óleo PVO Utilizam óleo isolante como elemento de extinção do
DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho

DISJUNTOR

DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho

Pólo

DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho
DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho
DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho

Indicador de nível de óleo Bastão de

acionamento

Carinho

DISJUNTOR Pólo Indicador de nível de óleo Bastão de acionamento Carinho
DISJUNTOR Disjuntor a pequeno volume de óleo 1 cabeçote metálico 2 contato fixo 3 câmara de

DISJUNTOR

DISJUNTOR Disjuntor a pequeno volume de óleo 1 cabeçote metálico 2 contato fixo 3 câmara de

Disjuntor a pequeno volume de óleo

  • 1 cabeçote metálico

  • 2 contato fixo

  • 3 câmara de extinção

  • 4 contato móvel

  • 5 bucha isolante

  • 6 alavanca de ligar e desligar

  • 7 varão de acoplamento

  • 8 compartimento de

sustentação

  • 9 óleo isolante

DISJUNTOR Disjuntor a pequeno volume de óleo 1 cabeçote metálico 2 contato fixo 3 câmara de
DISJUNTORES Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC Posição ligado Interrupção de correntes de baixa intensidade Interrupção

DISJUNTORES

DISJUNTORES Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC Posição ligado Interrupção de correntes de baixa intensidade Interrupção

Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC

DISJUNTORES Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC Posição ligado Interrupção de correntes de baixa intensidade Interrupção
DISJUNTORES Câmara de extinção disjuntor Semens 3AC Posição ligado Interrupção de correntes de baixa intensidade Interrupção

Posição ligado

Interrupção de correntes de baixa intensidade

Interrupção de correntes elevadas

CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR Contato móvel Contato fixo

CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR

CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR Contato móvel Contato fixo
CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR Contato móvel Contato fixo

Contato

móvel

CONTATOS INTERNOS DO DISJUNTOR Contato móvel Contato fixo

Contato

fixo

DISJUNTOR Disjuntores á sopro magnético Utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do

DISJUNTOR

DISJUNTOR Disjuntores á sopro magnético Utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do

Disjuntores á sopro magnético

Utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do arco elétrico

DISJUNTOR Disjuntores á sopro magnético Utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do
DISJUNTOR Disjuntores a vácuo Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que

DISJUNTOR

DISJUNTOR Disjuntores a vácuo Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que

Disjuntores a vácuo

Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que este sistema é um dos mais econômicos em função de: No vácuo não há decomposição de gases, e as câmaras hermeticamente fechadas sobre pressão eliminam o efeito do meio ambiente, mantendo dielétrico permanente. Sem a queima e sem as oxidações dos contatos é garantida uma resistência de contato baixa, prolongando a vida útil do equipamento.

DISJUNTOR Disjuntores a vácuo Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que
DISJUNTOR Disjuntores a vácuo Utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que
POLO DO DISJUNTOR VÁCUO

POLO DO DISJUNTOR VÁCUO

POLO DO DISJUNTOR VÁCUO
POLO DO DISJUNTOR VÁCUO
DISJUNTOR A ÓLEO DE ALTA TENSÃO Pólo Varão de acionamento Caixa de comando

DISJUNTOR A ÓLEO DE ALTA TENSÃO

DISJUNTOR A ÓLEO DE ALTA TENSÃO Pólo Varão de acionamento Caixa de comando
DISJUNTOR A ÓLEO DE ALTA TENSÃO Pólo Varão de acionamento Caixa de comando

Pólo

Varão de acionamento

Caixa de comando

DISJUNTOR A GÁS Capacitor Pólo Base Caixa de comando Macaco hidráulico

DISJUNTOR A GÁS

DISJUNTOR A GÁS Capacitor Pólo Base Caixa de comando Macaco hidráulico
Capacitor Pólo Base Caixa de comando Macaco hidráulico
Capacitor
Pólo
Base
Caixa de
comando
Macaco
hidráulico
DISJUNTOR GÁS Disjuntores a gás SF6 Utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás

DISJUNTOR GÁS

DISJUNTOR GÁS Disjuntores a gás SF6 Utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás

Disjuntores a gás SF6

Utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás e o Hexafluoreto de Enxofre (SF 6 ), um gás que em condições normais é altamente dielétrico, inerte, não inflamável, não tóxico e inodoro, isto torna o disjuntor mais eficaz, já que não há desgaste dos contatos.

DISJUNTOR GÁS Disjuntores a gás SF6 Utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás
DISJUNTOR EXTRAÍVEL

DISJUNTOR EXTRAÍVEL

DISJUNTOR EXTRAÍVEL
DISJUNTOR EXTRAÍVEL
DISJUNTOR

DISJUNTOR

DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR

DISJUNTOR

DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR

DISJUNTOR

DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR
DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR

DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES
DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES
DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR

DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES
DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES 1 – Comando Manual Mecânico 2 – Comando Manual Elétrico 3 –

DISJUNTOR

DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES 1 – Comando Manual Mecânico 2 – Comando Manual Elétrico 3 –

COMANDO DOS DISJUNTORES

  • 1 Comando Manual Mecânico

  • 2 Comando Manual Elétrico

  • 3 Comando Automático

DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR

DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES

COMANDO DOS DISJUNTORES

DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES
DISJUNTOR COMANDO DOS DISJUNTORES
DISJUNTOR PAINEL DE COMANDO

DISJUNTOR

DISJUNTOR PAINEL DE COMANDO

PAINEL DE COMANDO

DISJUNTOR PAINEL DE COMANDO
DISJUNTOR PAINEL DE COMANDO
SECCIONADORES São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas

SECCIONADORES

SECCIONADORES São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas

São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas (sem corrente). Em condições normais e com seus contatos fechados, elas devem ser capazes de manter a condução de sua corrente nominal, inclusive de curto-circuito, sem sobre-aquecimento.

Seccionador Tripolar a comando único

Cada faca é munida de um isolador, para a sustentação do contato fixo e outro para sustentação do braço de acionamento (varão), um eixo rotativo, que quando acionado através de alavanca manual, bastão, varão provoca o fechamento ou abertura simultânea das três facas contato móvel.

SECCIONADORES São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas
SECCIONADORES SECCIONADORA TRIPOLAR ALTA TENSÃO

SECCIONADORES

SECCIONADORES SECCIONADORA TRIPOLAR ALTA TENSÃO

SECCIONADORA TRIPOLAR ALTA TENSÃO

SECCIONADORES SECCIONADORA TRIPOLAR ALTA TENSÃO
SECCIONADOR SOB CARGA Ou Seccionador interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir

SECCIONADOR SOB CARGA

SECCIONADOR SOB CARGA Ou Seccionador interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir

Ou Seccionador interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir e fechar um circuito sob carga, é projetado para ser instalado em ambiente abrigado, ou seja, em cubículos, o arco elétrico é extinto dentro de uma câmara e os contatos são acionados com auxilio de molas para acelerar a abertura e o fechamento.

SECCIONADOR SOB CARGA Ou Seccionador interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir
CHAVE FUSÍVEL Também conhecida como Chave Mattews. Utilizada para seccionar e proteger circuitos. Quando ocorre um

CHAVE FUSÍVEL

CHAVE FUSÍVEL Também conhecida como Chave Mattews. Utilizada para seccionar e proteger circuitos. Quando ocorre um

Também conhecida como Chave Mattews. Utilizada para seccionar e proteger circuitos. Quando ocorre um curto-circuito o seu elo fusível

interior se rompe deixando cair o

cartucho.

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
KW 86 1 - TR-2 Nº 37074 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA
KW
86 1 - TR-2
Nº 37074
ISOLADA PARA 138 KV
3
N
86 1 BA 88
7,5 / 9,375 MVA
Nº 37074
ITEL
TR-2
3
V
27
86
VArh
1 BA 88
86 1 TR 1 e 2
86 1 BA 88
RAC FORD - SBC 1 e 2
SBC - 2
RAC
SBC - 1
RAC
3
Vn = 138 KV
In = 600 A
Vn = 138 KV
27
63
49
26
KWh
N
50
3
87
3
3
A
cos 
VArh
In = 600 A
V
3
TR-1
ITEL
71
7,5 / 9,375 MVA
In = 600 A
13,8 KV
BARRA DE
500 MVA
In = 800 A
Vn = 15 KV
1 - TR-2
KWh
86 1 - TR-1
71
63
49
83
N
50
3
87
3
3
A
cos 
86
26
N
3
86 BA 88
3
1
V
27
RDTD
V
27
RDTD
2
86
Vn = 138 KV
In = 600 A
Vn = 138 KV
KW
In = 600 A
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
Intertravamento Eletrico
0,8 A
0,8 A
7401
BARRA DE 88 KV
MEDIÇÃO ELETROPAULO
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
In = 2000 A
Vn = 145 KV
SIEMENS
86 1 TR 1 e 2
7402
500 MVA
In = 800 A
Vn = 15 KV
1 - TR-1
KW 86 1 - TR-2 Nº 37074 ISOLADA PARA 138 KV 3 N 86 1 BA

LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA

Rua Aragoiânia 541 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - São Paulo - Tel: 6401-6965

CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ"

DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO

TRANSFORMADORES Definição É uma maquina estática que por meio de indução eletromagnética, transfere energia elétrica de

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES Definição É uma maquina estática que por meio de indução eletromagnética, transfere energia elétrica de

Definição

É uma maquina estática que por meio de indução eletromagnética, transfere energia elétrica de um circuito (primário), para outros circuitos (secundários e/ou terceários),

mantendo a mesma freqüência, mas geralmente com valores

de tensões e correntes diferentes. Eles podem ser a óleo ou a seco. Quanto à classificação os transformadores podem ser classificados de abaixador de tensão, abaixa a tensão do enrolamento secundário em relação ao enrolamento primário ou elevador, eleva a tensão do enrolamento secundário em relação ao enrolamento primário.

TRANSFORMADORES Tipos de ligação Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES Tipos de ligação Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os

Tipos de ligação

Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os transformadores podem ser: ligados em estrela, triângulo (delta) ou zig-zag. Normalmente nas estações primárias, os transformadores são: trifásicos, abaixadores, e suas ligações são: em triângulo (enrolamento primário), estrela (enrolamento secundário).

TRANSFORMADORES Tipos de ligação Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os
TRANSFORMADORES Tipos de ligação Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os
TRANSFORMADORES Tipos de ligação Quanto aos tipos podem ser: monofásico ou trifásico. Quanto à ligação os

DELTA

ESTRELA

TRANSFORMADORES Princípio de Funcionamento a = V1 = N1 = I2 V2 N2 I1

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES Princípio de Funcionamento a = V1 = N1 = I2 V2 N2 I1

Princípio de Funcionamento

a = V1 = N1 = I2 V2 N2 I1
a =
V1
=
N1
=
I2
V2
N2
I1
TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES PARTE ATIVA

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES PARTE ATIVA

PARTE ATIVA

TRANSFORMADORES PARTE ATIVA
TRANSFORMADORES PARTE ATIVA

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES PARTE ATIVA

PARTE ATIVA

TRANSFORMADORES PARTE ATIVA
TRANSFORMADORES TRANSFORMADOR A SECO

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES TRANSFORMADOR A SECO

TRANSFORMADOR A SECO

TRANSFORMADORES TRANSFORMADOR A ÓLEO

TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES TRANSFORMADOR A ÓLEO

TRANSFORMADOR A ÓLEO

TRANSFORMADORES Óleo isolante Mineral  CARACTERISTICA - Óleo Mineral isolante derivado do petróleo - Cor amarelado
TRANSFORMADORES
Óleo isolante Mineral
CARACTERISTICA
- Óleo Mineral isolante derivado do petróleo
- Cor amarelado embranquecido quando novo
  • FUNÇÃO DO ÓLEO NO TRANSFORMADOR

    • - Isolar

    • - Refrigerar

  • TIPOS

    • - PARAFINICO

  • Necessita de um tratamento inicial Usado ate 88 KV no Brasil e até 460KV na Europa

    • - NAFTÊNICO

    Mais estável a oxidação, Usado para qualquer classe de tensão

    • - INIBIDO

    • - Óleo acrescidos de agente anti-oxidante

    TRANSFORMADORES Óleo isolante Mineral Ensaios físicos-químico  PONTO DE FULGOR - Presença de contaminantes combustível e

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Óleo isolante Mineral Ensaios físicos-químico  PONTO DE FULGOR - Presença de contaminantes combustível e

    Óleo isolante Mineral Ensaios físicos-químico

    • PONTO DE FULGOR

    - Presença de contaminantes combustível e voláteis

    • VISCOSIDADE

    - Capacidade do óleo em transferir calor, e sua influência na velocidade das partes móveis

    • UMIDADE

    - Presença de água

    • COR

    -Deterioração e contaminação do óleo

    TENSÂO INTERFACIAL

    Contaminantes solúveis ou outros produto de deterioração no óleo

    • ACIDEZ

    -Presença de contaminantes ácidos e mineral

    • RIGIDEZ DIELETRICA

    - Contaminates condutivo: água, sujeiras partícula condutoras sabão

    metálico.

    TRANSFORMADORES Óleo isolante Mineral Ensaios cromatografia gasosa  CROMATOGRAFIA - Presença, quantidade e qualidade de gases

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Óleo isolante Mineral Ensaios cromatografia gasosa  CROMATOGRAFIA - Presença, quantidade e qualidade de gases

    Óleo isolante Mineral Ensaios cromatografia gasosa

    • CROMATOGRAFIA

    - Presença, quantidade e qualidade de gases dissolvido no óleo.

    TRANSFORMADOR SOBRE-AQUECIMENTO

    TRANSFORMADOR SOBRE-AQUECIMENTO

    TRANSFORMADOR SOBRE-AQUECIMENTO
    TRANSFORMADOR SOBRE-AQUECIMENTO
    TRANSFORMADORES Máquina de Termo-Vácuo

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Máquina de Termo-Vácuo

    Máquina de Termo-Vácuo

    TRANSFORMADORES Máquina de Termo-Vácuo
    TRANSFORMADORES REFRIGERAÇÃO

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES REFRIGERAÇÃO
    TRANSFORMADORES REFRIGERAÇÃO

    REFRIGERAÇÃO

    TRANSFORMADORES REFRIGERAÇÃO
    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES
    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO

    INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO

    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    TRANSFORMADORES INDICADOR DE NÍVEL DE ÓLEO
    TRANSFORMADORES Secador de ar sílica-gel

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Secador de ar sílica-gel
    TRANSFORMADORES Secador de ar sílica-gel

    Secador de ar sílica-gel

    TRANSFORMADORES Secador de ar sílica-gel
    TRANSFORMADORES Secador de ar sílica-gel
    TRANSFORMADORES Tubo de ar sílica-gel Reservatório de óleo

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Tubo de ar sílica-gel Reservatório de óleo
    TRANSFORMADORES Tubo de ar sílica-gel Reservatório de óleo

    Tubo de ar sílica-gel

    Reservatório de óleo

    TRANSFORMADORES Termômetro

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Termômetro

    Termômetro

    TRANSFORMADORES Termômetro
    TRANSFORMADORES Termômetro de imagem térmica

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Termômetro de imagem térmica
    Termômetro de imagem térmica
    Termômetro de imagem térmica

    POSTO DE TRANSF ORMAÇÃO

    DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL

    POSTO DE TRANSF ORMAÇÃO DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL EL ET RO PA UL O PO NT O

    EL ET RO PA UL O

    PO NT O DE EN TR EG A (P OS TE )

    ME D IÇ ÃO - EL ET RO PA UL O

    PR OT EÇ ÃO

     

    5

    1

     

    ME D ID OR ES

    KW H

    KV A rH

     

    6

     

    4

    3

    15 Kv - 2 X Ø 3 35 mm 2

    2 1 3
    2
    1
    3

    PO ST O DE TR AN SF OR MA ÇÃ O 2

    O 1

    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER

    71 1 4 9 26 49 63
    71
    1
    4
    9
    26
    49
    63
    4 9 1 71 63 49
    4
    9
    1
    71
    63
    49

    13200 / 220 V - 127 V

    100 0 kVA

    CA RG A

     

    26

    13200 / 220 - 127 V

    150 0 kVA

    CA RG A

    E LÉ T R IC O IN T E R T R A V A M
    E LÉ T R IC O
    IN T E R T R A V A M E N T O
    3
    4
    1
    8
    7
    6
    4
    N
    27
    59
    E LÉ T R IC O IN T E R T R A V A M
    1 4
    1
    4
    E LÉ T R IC O IN T E R T R A V A M
    EL ET RO PA UL O PO NT O DE EN TR EG A (P OS
    L E O IN D IR E T A D E S O B R E
    L E O
    IN D IR E T A
    D E
    S O B R E
    A Ç Ã O
    E L E
    V A
    A D O R
    D E
    -
    P O T E N C IA L
    8 0 0
    6 T R A N S F O R M
    L E G E N D A
    9 T R A N S F O R M A D O R
    P O T E N C IA
    D E
    A
    Ó
    D E
    1 5
    K V
    D IS JU N
    S IM U L T A N E A
    S E C C IO N A D O R A
    C O R R E N T E
    7 R
    -
    D E
    C O R R E N T E
    5 T R A N S F O R M A D O R
    D E
    C H A V E
    T O R
    8
    4
    2
    A B E R T U R A
    3 B U C H A S
    P A S S A G E M
    D E
    M A T H E U S
    C H A V E
    P O L IM É R IC O
    R A IO S
    1 P A R A
    T R IP O L A R
    TRANSFORMADORES Tubo de Explosão

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Tubo de Explosão
    TRANSFORMADORES Tubo de Explosão

    Tubo de Explosão

    TRANSFORMADORES Válvula de Alívio

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Válvula de Alívio
    TRANSFORMADORES Válvula de Alívio

    Válvula de Alívio

    TRANSFORMADORES Relé detector de gás

    TRANSFORMADORES

    TRANSFORMADORES Relé detector de gás
    TRANSFORMADORES Relé detector de gás

    Relé detector de gás

    TRANSFORMADORES Relé detector de gás
    ISOLADORES

    ISOLADORES

    ISOLADORES
    ISOLADORES

    DIAGRAMA ESTAÇÃO PRIMARIA ALTA TENSÃO

    V V 27 27 7401 7402 Vn = 138 KV Vn = 138 KV In =
    V
    V
    27
    27
    7401
    7402
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    3
    3
    83
    3
    N
    N
    3
    86 BA 88
    86 1 BA 88
    86 1 TR 1 e 2
    86 1 TR 1 e 2
    86
    1 BA 88
    86 1 BA 88
    1
    2
    Intertravamento Eletrico
    SIEMENS
    SIEMENS
    Vn = 145 KV
    Vn = 145 KV
    In = 2000 A
    In = 2000 A
    MEDIÇÃO ELETROPAULO
    RDTD
    RDTD
    BARRA DE 88 KV
    ISOLADA PARA 138 KV
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    26
    26
    49
    49
    TR-1
    TR-2
    86 1 - TR-1
    ITEL
    86 1 - TR-2
    ITEL
    63
    63
    Nº 37074
    Nº 37074
    3
    3
    7,5 / 9,375 MVA
    7,5 / 9,375 MVA
    87
    87
    71
    71
    50
    50
    N
    N
    3
    3
    3
    3
    cos 
    cos 
    KW
    KW
    A
    A
    VArh
    KWh
    VArh
    KWh
    0,8 A
    0,8 A
    3
    3
    V
    V
    Vn = 15 KV
    Vn = 15 KV
    In = 800 A
    In = 800 A
    27
    27
    500 MVA
    500 MVA
    BARRA DE
    13,8 KV
    In = 600 A
    LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA
    Rua Aragoiânia 541 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - São Paulo - Tel: 6401-6965
    CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ"
    DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO
    BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    RAC
    86 1 - TR-1
    SBC - 1
    RAC FORD - SBC 1 e 2
    86 1 - TR-2
    RAC
    SBC - 2
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial

    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS

    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial

    Transformador de Corrente

    Transformador de Potencial

    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS Transformador de Corrente Transformador de Potencial
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS

    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS

    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS
    TRANSFORMADORES PARA INSTRUMENTOS
    TRANSFORMADOR DE POTENCIAL Redutor de Tensão Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase) Projetados para suportar sobretensões

    TRANSFORMADOR DE POTENCIAL

    TRANSFORMADOR DE POTENCIAL Redutor de Tensão Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase) Projetados para suportar sobretensões

    Redutor de Tensão Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase) Projetados para suportar sobretensões de 10% Trabalha em vazio Classe de exatidão 0,3; 0,6 e 1,2 Ligação de mais de um instrumento

    TRANSFORMADOR DE POTENCIAL Redutor de Tensão Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase) Projetados para suportar sobretensões
    TRANSFORMADOR DE POTENCIAL Redutor de Tensão Tensão secundária padronizada de 115V (Fase-Fase) Projetados para suportar sobretensões
    PROTEÇÃO O objetivo de um sistema de proteção nos equipamentos elétricos consiste em detectar um defeito,

    PROTEÇÃO

    PROTEÇÃO O objetivo de um sistema de proteção nos equipamentos elétricos consiste em detectar um defeito,

    O objetivo de um sistema de proteção nos

    equipamentos elétricos consiste em detectar

    um defeito, isolar o mas rápido possível sem perturbar outros equipamentos não defeituoso.

    Toda proteção deve prever

    • - Exatidão na proteção

    • - Seletividade de operação

    • - Sensibilidade de operação

    • - Rapidez de operação

    RELÊ DE PROTEÇÃO A finalidade principal do relê é detectar anomalia e comanda os dispositivo de

    RELÊ DE PROTEÇÃO

    RELÊ DE PROTEÇÃO A finalidade principal do relê é detectar anomalia e comanda os dispositivo de

    A finalidade principal do relê é detectar anomalia

    e comanda os dispositivo de proteção desligando e isolando a área protegida Sua identificação vai de 1 a 100

    SEUS COMPONENTES INTERNOS SÂO.

    • - Elemento sensível

    • - Elemento de comparação

    • - Elemento de comando

    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER RA

    PO ST O DE TR AN SF OR MA ÇÃ O 2

    15 Kv - 2 X Ø 3 35 mm 2

    ME D IÇ ÃO - EL ET RO PA UL O

    PR OT EÇ ÃO

    PO NT O DE EN TR EG A (P OS TE )

    EL ET RO PA UL O

    PO ST O DE TR AN SF OR MA ÇÃ O 1

    DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL

    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER RA PO ST
    4 6 7 8 1 4 N 27 59 E LÉ T R IC O IN
    4
    6
    7
    8
    1
    4
    N
    27
    59
    E LÉ T R IC O
    IN T E R T R A V A M E N T O
    3
    4 6 7 8 1 4 N 27 59 E LÉ T R IC O IN
    1 4
    1
    4

    CA RG A

    4

    1

    13200 / 220 V - 127 V

    100 0 kVA

     

    9

    26 49 63 71
    26
    49
    63
    71
    CA RG A 13200 / 220 - 127 V 150 0 kVA

    CA RG A

    13200 / 220 - 127 V

    150 0 kVA

     

    9

    • 26
      49

    63

    71

    4

    1

     

    ME D ID OR ES

    KW H

    KV A rH

    6

    3

    4

    1 2 3
    1
    2
    3
     

    5

    1

    C O R R E N T E D E P A S S A G
    C O R R E N T E
    D E
    P A S S A G E M
    B U C H A S
    D E
    P O T E N C IA L
    -
    D E
    T R A N S F O R M
    A D O R
    C H A V E
    A D O R
    T R A N S F O R M
    D E
    M
    C H A V E
    D E
    T R IP O L A R
    S E C C IO N A D O R A
    A B E R T U R A
    B U C H A S
    T R A N S F O R M A D O R
    A T H E U S
    M
    R A IO S
    P O L IM
    É R IC O
    P A R A
    A Ç Ã O
    D E
    P O
    V A
    D E
    -
    T E N C IA L
    C O R R E N T E
    T R A N S F O R M A D O R
    C H A V E
    S E C C IO N A D O R A
    S IM U L T A N E A
    A B E R T U R A
    T R IP O L A R
    D E
    D E
    Ó L E O
    L E G E N D A
    P O T E N C IA
    D E
    T R A N S F O R M A D O R
    D
    K V
    -
    IS JU N T O R
    A
    Ó L E O
    8 0 0
    D E
    R E L E
    C O R R E N T E
    S O B R E
    IN D IR E T A
    1 5
    C H A V E
    A T H E U S
    P A R A
    R A IO S
    -
    P A S S A G E M
    8 0 0
    S IM U L T A N E A
    L E G E N D A
    T R A N S F O R M
    D E
    P O T E N C IA
    A D O R
    A
    D IS JU N T O R
    P O L IM É R IC O
    V A
    K V
    1 5
    D E
    D E
    A Ç Ã O
    S O B R E
    IN D IR E T A
    C O R R E N T E
    R E L E

    DIAGRAMA ESTAÇÃO PRIMARIA ALTA TENSÃO

    V V 27 27 7401 7402 Vn = 138 KV Vn = 138 KV In =
    V
    V
    27
    27
    7401
    7402
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    3
    3
    83
    3
    N
    N
    3
    86 BA 88
    86 1 BA 88
    86 1 TR 1 e 2
    86 1 TR 1 e 2
    86
    1 BA 88
    86 1 BA 88
    1
    2
    Intertravamento Eletrico
    SIEMENS
    SIEMENS
    Vn = 145 KV
    Vn = 145 KV
    In = 2000 A
    In = 2000 A
    MEDIÇÃO ELETROPAULO
    RDTD
    RDTD
    BARRA DE 88 KV
    ISOLADA PARA 138 KV
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    26
    26
    49
    49
    TR-1
    TR-2
    86 1 - TR-1
    ITEL
    86 1 - TR-2
    ITEL
    63
    63
    Nº 37074
    Nº 37074
    3
    3
    7,5 / 9,375 MVA
    7,5 / 9,375 MVA
    87
    87
    71
    71
    50
    50
    N
    N
    3
    3
    3
    3
    cos 
    cos 
    KW
    KW
    A
    A
    VArh
    KWh
    VArh
    KWh
    0,8 A
    0,8 A
    3
    3
    V
    V
    Vn = 15 KV
    Vn = 15 KV
    In = 800 A
    In = 800 A
    27
    27
    500 MVA
    500 MVA
    BARRA DE
    13,8 KV
    In = 600 A
    LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA
    Rua Aragoiânia 541 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - São Paulo - Tel: 6401-6965
    CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ"
    DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO
    BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    RAC
    86
    1 - TR-1
    SBC - 1
    RAC FORD - SBC 1 e 2
    86
    1 - TR-2
    RAC
    SBC - 2
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    RELÊ DE PROTEÇÃO Quanto a sua construção os relé podem ser: - Eletromecânico - Estático -

    RELÊ DE PROTEÇÃO

    RELÊ DE PROTEÇÃO Quanto a sua construção os relé podem ser: - Eletromecânico - Estático -

    Quanto a sua construção os relé podem ser:

    • - Eletromecânico

    • - Estático

    • - Microprocessado

    • - Ação direta

    • - Fluidodinâmico

    Quanto a classificação por tempo os relé podem ser:

    • - Instantâneos

    • - Temporizado

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta

    RELÊ DE PROTEÇÃO

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta

    Reler de ação direta

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta
    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta Fluidodinâmico

    RELÊ DE PROTEÇÃO

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta Fluidodinâmico

    Reler de ação direta Fluidodinâmico

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler de ação direta Fluidodinâmico
    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler microprocessado

    RELÊ DE PROTEÇÃO

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler microprocessado

    Reler microprocessado

    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler microprocessado
    RELÊ DE PROTEÇÃO Reler microprocessado

    DIAGRAMA ESTAÇÃO PRIMARIA ALTA TENSÃO

    V V 27 27 7401 7402 Vn = 138 KV Vn = 138 KV In =
    V
    V
    27
    27
    7401
    7402
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    3
    3
    83
    3
    N
    N
    3
    86 BA 88
    86 1 BA 88
    86 1 TR 1 e 2
    86 1 TR 1 e 2
    86
    1 BA 88
    86 1 BA 88
    1
    2
    Intertravamento Eletrico
    SIEMENS
    SIEMENS
    Vn = 145 KV
    Vn = 145 KV
    In = 2000 A
    In = 2000 A
    MEDIÇÃO ELETROPAULO
    RDTD
    RDTD
    BARRA DE 88 KV
    ISOLADA PARA 138 KV
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    26
    26
    49
    49
    TR-1
    TR-2
    86 1 - TR-1
    ITEL
    86 1 - TR-2
    ITEL
    63
    63
    Nº 37074
    Nº 37074
    3
    3
    7,5 / 9,375 MVA
    7,5 / 9,375 MVA
    87
    87
    71
    71
    50
    50
    N
    N
    3
    3
    3
    3
    cos 
    cos 
    KW
    KW
    A
    A
    VArh
    KWh
    VArh
    KWh
    0,8 A
    0,8 A
    3
    3
    V
    V
    Vn = 15 KV
    Vn = 15 KV
    In = 800 A
    In = 800 A
    27
    27
    500 MVA
    500 MVA
    BARRA DE
    13,8 KV
    In = 600 A
    LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA
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    DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO
    BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    RAC
    86
    1 - TR-1
    SBC - 1
    RAC FORD - SBC 1 e 2
    86
    1 - TR-2
    RAC
    SBC - 2
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico

    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER R

    PO ST O DE TR AN SF OR MA ÇÃ O 2

    15 Kv - 2 X Ø 3 35 mm 2

    ME D IÇ ÃO - EL ET RO PA UL O

    PR OT EÇ ÃO

    PO NT O DE EN TR EG A (P OS TE )

    EL ET RO PA UL O

    O 1

    DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL

    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O SU BT ER R PO ST
    4 1 3 IN T E R T R A V A M E N T
    4 1
    4
    1
    3 IN T E R T R A V A M E N T O E
    3
    IN T E R T R A V A M E N T O
    E LÉ T R IC O
    4
    1
    8
    7
    6
    4
    59
    27
    N
    4 1 3 IN T E R T R A V A M E N T
    13200 / 220 V - 127 V 100 0 kVA 26 49 13200 / 220 -
    13200 / 220 V - 127 V
    100 0 kVA
    26
    49
    13200 / 220 - 127 V
    150 0 kVA
    CA RG A
    CA RG A
    1
    4
    9
    26
    49
    63
    1
    71
    9
    4
    63
    71
     

    ME D ID OR ES

    KW H

    KV A rH

     

    6

     

    4

    3

    1 2 3
    1
    2
    3
     

    5

    1

    T R A N S F O R M A D O R - 6 5
    T R A N S F O R M A D O R
    -
    6
    5
    4
    3
    2
    1
    7
    9
    8
    D E
    D E
    IN D IR E T A
    C O R R E N T E
    R
    D E
    8 0 0
    P O T E N C IA L
    P A S S A G E M
    K V
    D E
    C O R R E N T E
    T R A N S F O R M A D O R
    V A
    L E G E N D A
    P O T E N C IA
    D E
    T R A N S F O R M A D O R
    -
    1 5
    S O B R E
    L E O
    A
    D IS JU N T O R
    E L E
    A Ç Ã O
    Ó
    C H A V E
    D E
    T R IP O L A R
    S E C C IO N A D O R A
    A B E R T U R A
    S IM U L T A N E A
    B U C H A S
    D E
    M A T H E U S
    C H A V E
    R A IO S
    P A R A
    P O L IM É R IC O

    POSTO DE TRANSFOR MAÇÃ

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES NR-10 A operação de subestação deverá ser efetuada por pessoas autorizadas Com o

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES NR-10 A operação de subestação deverá ser efetuada por pessoas autorizadas Com o

    NR-10

    A operação

    de

    subestação

    deverá

    ser

    efetuada por

    pessoas autorizadas Com o curso de NR-10 básico e SEP e com

    treinamento prévio e que estejam familiarizados com o sistema elétrico em alta tensão.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES NR-10 A operação de subestação deverá ser efetuada por pessoas autorizadas Com o
         

    A - Operação de emergência.

     

    B - Operação programada.

    Documentação e relatório.

    Programação, Documentação e Relatório.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Autorização para manobras 1 - Motivo da manobra; 2 - Horário de inicio

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Autorização para manobras 1 - Motivo da manobra; 2 - Horário de inicio

    Autorização para manobras

    1 -

    Motivo da manobra;

    2

    -

    Horário de inicio da manobra;

    3

    -

    Se há interrupção;

    4

    -

    Se a interrupção é total ou parcial;

    5

    -

    Quais os setores afetados;

    6

    -

    Quais componentes que serão manobrados;

    7

    -

    Tempo total de duração;

    8

    -

    Solicitante da manobra;

    9

    -

    Responsável(s) pela manobra(s) (operador);

    • 10 - Em caso de entrega para manutenção quem da manutenção irá executa-la;

    • 11 - Data e horário que o circuito será devolvido para religamento;

    • 12 - Responsável que irar liberar o circuito;

    • 13 - Quais diagramas a serem consultados para manobra;

    PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Desligar os circuitos de AT e BT sempre pelos disjuntores e

    PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    PROCEDIMENTO PARA OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Desligar os circuitos de AT e BT sempre pelos disjuntores e

    Desligar os circuitos de AT e BT sempre pelos disjuntores e nunca pelas seccionadoras.

    Os disjuntores são feitos para suportar

    surtos de carga e até curto circuitos, portanto é

    elemento responsável pelo perfeito desligamento ou religamento de toda carga da subestação.

    Quando há diversos disjuntores de Alta Tensão, estes deverão preferencialmente ser

    desligados primeiro e por último o principal.

    PRINCIPAIS MOTIVO DE DESLIGAMENTO AUTOMÁTICOS

    PRINCIPAIS MOTIVO DE DESLIGAMENTO AUTOMÁTICOS - Falta de fase no circuito de alimentação. - Interrupção total
    PRINCIPAIS MOTIVO DE DESLIGAMENTO AUTOMÁTICOS - Falta de fase no circuito de alimentação. - Interrupção total

    -Falta de fase no circuito de alimentação.

    • - Interrupção total do circuito de alimentação.

    • - Sobre-corrente na subestação.

    • - Curto-circuito.

    • - Aquecimento do transformador.

    • - Falta de óleo no transformador.

    • - Gás inflamável no transformador.

    QUALQUER DESLIGAMENTO DESTA NATUREZA REQUER UM RELIGAMENTO O QUAL É CONSIDERADO OPERAÇÃO DE EMERGÊNCIA.

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA -Nenhum operador será obrigado a religar uma subestação, se as condições supras não

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA -Nenhum operador será obrigado a religar uma subestação, se as condições supras não

    -Nenhum operador será obrigado a religar uma subestação, se as condições supras não forem

    satisfeitas.

    - É proibido efetuar quaisquer serviços de reparos nas partes vivas de uma subestação, ou seja, em seus componentes de média/ alta tensão, quando estiverem energizados. Poderão ser efetuados

    reparos nos equipamentos auxiliares de manobra, o

    que deverá ser feito com autorização do engenheiro ou responsável, e deve-se dar cuidados especiais de trabalho e segurança.

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA -Não é permitido efetuar manobras de subestação sozinho, sempre deverá haver mais de

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA

    OBSERVAÇÕES DE SEGURANÇA -Não é permitido efetuar manobras de subestação sozinho, sempre deverá haver mais de

    -Não é permitido efetuar manobras de subestação

    sozinho, sempre deverá haver mais de uma pessoa

    credenciada no recinto durante as manobras.

    • - É terminantemente proibido fazer manobras em

    subestação sem o equipamento de proteção ( luvas,

    bastões, isolante, tapetes de borracha, etc.).

    • - De conformidade com os novos regulamentos

    internacionais, os disjuntores de média/ alta tensão deverão ter acionamento por molas pré carregadas manualmente ou por motor.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Seqüência de operação de uma subestação Desligamento completo (Programado) 1- Planejamento; 2- Conferir

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Seqüência de operação de uma subestação Desligamento completo (Programado) 1- Planejamento; 2- Conferir

    Seqüência de operação de uma subestação Desligamento completo (Programado)

    1- Planejamento; 2- Conferir equipamento; 3- Desligar disjuntor principal através do acionamento elétrico, na falta, acionamento mecânico; 4- Conferir equipamento; 5- Abrir seccionadora na proteção e trava-la na posição desligada;

    6- Abrir seccionadora na medição da concessionária e trava-lo conforme

    item anterior; 7- Abrir seccionadora do poste, quando necessário.(Esta operação é realizada pela concessionária); 8- Verificar equipamentos; 9- Sinalizar (Avisos de perigo com: barreiras, placas, etc.);

    • 10- Elaborar relatório.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES MANUTENÇÃO A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão B- Executar

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES MANUTENÇÃO A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão B- Executar

    MANUTENÇÃO

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES MANUTENÇÃO A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão B- Executar
    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES MANUTENÇÃO A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão B- Executar

    A- Executar teste de tensão usando o testador de tensão

    B- Executar Aterramento temporário; C- Isolar a área.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Religamento Completo (Programado) OBS.: No Religamento completo programado, as operações devem ser inversas

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Religamento Completo (Programado) OBS.: No Religamento completo programado, as operações devem ser inversas

    Religamento Completo (Programado)

    OBS.: No Religamento completo programado, as operações devem ser inversas ao desligamento seguindo passo a passo.

    Caso o desligamento seja para manutenção, deve-se verificar se:

    A - Todas as ferramentas, equipamentos e pessoal foram retirados do local;

    B - O Aterramento temporário foi retirado;

    • C - Os equipamentos e o sistema de proteção estão em ordem;

    • D - As telas de proteção ou todas as portas estão no local e

    fechadas.

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Religamento Completo (Programado) Execução da Manobra 1 - Conferir equipamento 2 - Verificar

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES Religamento Completo (Programado) Execução da Manobra 1 - Conferir equipamento 2 - Verificar

    Religamento Completo (Programado)

    Execução da Manobra

    1 - Conferir equipamento

    • 2 - Verificar Equipamentos;

    • 3 - Fechar o seccionador do poste, caso tenha sido aberta;

    • 4 - Fechar seccionador na medição da concessionária e trava-la

    na posição ligada;

    • 5 - Fechar seccionadora da proteção e trava-la conforme item anterior;

    • 6 - Conferir equipamento;

    • 7 - Ligar o disjuntor principal através do acionamento elétrico, na

    falta acionamento mecânico;

    • 8 - Conferir equipamento;

    • 9 - Ligar os disjuntores secundários ou os de BT’s.

    MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES Procedimento de segurança 1 - Os trabalhadores devem ser Habilitado ter participado do

    MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES

    MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÕES Procedimento de segurança 1 - Os trabalhadores devem ser Habilitado ter participado do

    Procedimento de segurança

    • 1 - Os trabalhadores devem ser Habilitado ter participado do curso

    complementar da NR- 10 com aproveitamento

    • 2 - Uso dos EPIs, e EPCs

    • 3 - Um equipamento só é considerado desenergizado pra efeito de manutenção quando o mesmo estiver: desligado, isolado, travado,

    sinalizado, testado e aterrado.

    • 4 - cabe ao responsável o planejamento do serviço, distribuição das

    tarefas, uso e condições dos EPIs, e EPCs, condições geras de

    trabalho (meio ambiente etc), ferramentas, sinalização, conferência de manobra com a equipe localização do aterramento temporário

    DIAGRAMA ESTAÇÃO PRIMARIA ALTA TENSÃO

    V V 27 27 7401 7402 Vn = 138 KV Vn = 138 KV In =
    V
    V
    27
    27
    7401
    7402
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    3
    3
    83
    3
    N
    N
    3
    86 BA 88
    86 1 BA 88
    86 1 TR 1 e 2
    86 1 TR 1 e 2
    86
    1 BA 88
    86 1 BA 88
    1
    2
    Intertravamento Eletrico
    SIEMENS
    SIEMENS
    Vn = 145 KV
    Vn = 145 KV
    In = 2000 A
    In = 2000 A
    MEDIÇÃO ELETROPAULO
    RDTD
    RDTD
    BARRA DE 88 KV
    ISOLADA PARA 138 KV
    Vn = 138 KV
    Vn = 138 KV
    In = 600 A
    In = 600 A
    26
    26
    49
    49
    TR-1
    TR-2
    86 1 - TR-1
    ITEL
    86 1 - TR-2
    ITEL
    63
    63
    Nº 37074
    Nº 37074
    3
    3
    7,5 / 9,375 MVA
    7,5 / 9,375 MVA
    87
    87
    71
    71
    50
    50
    N
    N
    3
    3
    3
    3
    cos 
    cos 
    KW
    KW
    A
    A
    VArh
    KWh
    VArh
    KWh
    0,8 A
    0,8 A
    3
    3
    V
    V
    Vn = 15 KV
    Vn = 15 KV
    In = 800 A
    In = 800 A
    27
    27
    500 MVA
    500 MVA
    BARRA DE
    13,8 KV
    In = 600 A
    LB SERVIÇOS E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS LTDA
    Rua Aragoiânia 541 sala 3 - Vila Barros - Guarulhos - São Paulo - Tel: 6401-6965
    CENTRO DE TREINAMENTO SENAI "JORGE MAHFUZ"
    DIAGRAMA UNIFILAR DE ALTA TENSÃO
    BENJAMIM BARROS - RICARDO GEDRA - REINALDO BORELLI - MARIO AUGUSTO
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    RAC
    86
    1 - TR-1
    SBC - 1
    RAC FORD - SBC 1 e 2
    86
    1 - TR-2
    RAC
    SBC - 2
    Intertravamento Eletrico
    Intertravamento Eletrico
    DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL IN T E R T R A V A M E N T
    DIAGRAMA CABINE CONVENCIONAL
    IN T E R T R A V A M
    E N T O
    E LÉ T R IC O
    LE G E N D A
    P A R A
    R A IO
    S
    P O L IM
    É R IC O
    1
    C
    H A V E
    M
    A T H E U S
    2
    B U C H A S
    D E
    P A S S A G E M
    3
    C
    H A V E
    S E C C IO N A D O R A
    T R IP O LA R
    D E
    A B E R T U R A
    S IM U L T A N E A
    4
    T R A N S F O R M A D O R
    D E
    C O R R E N T E
    5
    T R A N S F O R M
    A D O R
    D E
    P O T E N C IA L
    - 8 0 0
    V A
    6
    R E LE
    D E
    S O B R E
    C O R R E N T E
    D E
    A Ç Ã O
    IN D IR E T A
    7
    D
    IS JU N T O R
    A
    Ó LE O
    - 1 5
    K V
    8
    T R A N S F O R M A D O R
    D E
    P O T E N C IA
    9
    EL ET RO PA UL O
    1
    PO NT O
    DE EN TR EG A (P OS TE )
    2
    3
    3
    1
    4
    M ED IÇ ÃO
    - EL ET RO PA UL O
    5
    M ED ID OR ES
    KW H
    KV A rH
    6
    4
    27
    6
    59
    3
    N
    PR OT EÇ ÃO
    7
    8
    1
    1
    4
    4
    L IN HA DE TR AN SM IS SÃ O
    SU BT ER RA
    15
    Kv - 2 X Ø 3 35 m m 2
    1
    1
    4
    4
    13200 / 220 - 127 V
    13200 / 220 V - 127 V
    PO ST O
    DE TR AN SF OR M AÇ ÃO
    1
    PO ST O
    DE TR AN SF OR M AÇ ÃO 2
    26
    26
    150 0 kVA
    100 0 kVA
    49
    49
    9
    9
    63
    63
    71
    71
    CA RG A
    CA RG A