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CRASE

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OBJETIVOS
- Compreender o uso da crase enquanto elemento
gramatical de concordância verbal.

- Aprimorar o uso da crase para evitar más


interpretações, seja por meio do uso inadequado da
concordância verbal, seja por meio do vício da
ambiguidade.

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CRASE
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Crase: palavra de origem grega (krâssis) que em


português significa “mistura”, “fusão”.

Crase é o nome dado à “ fusão” de duas vogais


idênticas, no caso, a letra “a”. E a sua existência é
indicada pelo acento grave ( ` ).

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CRASE
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Ocorre crase no nosso idioma quando há uma


contração de dois “a” num só, marcado pelo acento
grave.

Um deles é preposição e o outro artigo feminino ou


pronome demonstrativo ou relativo.

a+ a= à
a + aquele= àquele
.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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a) Preposição a + artigo a(s).


Exemplo: Ele foi à cidade.

Lembra-se das preposições?


A preposição apresenta sentido importante numa frase.
Vejamos algumas preposições dentre várias existentes na Língua
Portuguesa:
A preposição a, por exemplo, tem sentido de destino. Isso porque
QUEM VAI VAI A ALGUM LUGAR. Logo, temos, nessa frase, uma
ideia de DESTINO.

a (destino)
Ex.: Vou à padaria.(Quem vai, vai a algum lugar. Se o
destino é a padaria, então, vou a + a padaria = crase).

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Outras preposições e suas características semânticas:

antes (diante de)


Ex.: Reagiremos ante o problema.
após (posterioridade, sequência)
Ex.: O pessoal vem após a reunião.
até (limite de distância, de tempo, etc.)
Ex.: Estudou até cansar os olhos. Foi até onde deu.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Outras preposições e suas características semânticas:

com (companhia, junto de algo ou de alguém)


Ex.: O produto vem com o manual de instruções.
Trabalhe comigo até mais tarde?!(preposição COM +
pronome EU = comigo)
de (origem)
Ex.: Esse perfume é de Paris!
Meu primo é do interior! (preposição DE + artigo O)
a (destino)
Ex.: Vou à padaria.(Quem vai, vai a algum lugar. Se o
destino é a padaria, então, vou a + a padaria = crase).

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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b) Pronome demonstrativo: preposição “a” + “a” inicial dos


pronomes aquele(s), aquela(s), aquilo.

Exemplos: Eles irão àquela cidade.


Elas irão àquele departamento.

Lembra-se dos pronomes demonstrativos?


Pronomes demonstrativos servem para indicar, apontar,
para algo tanto no espaço físico quanto no espaço do
discurso.
São muito úteis para mostrar uma posição do
Emissor, do Receptor ou distante de ambos.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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b) Pronome demonstrativo: preposição “a” + “a” inicial dos


pronomes aquele(s), aquela(s), aquilo.

Exemplo:

Esta caneta é azul. Diferentemente, essa é vermelha, e aquela é preta.

Próximo de Próximo de Próximo de


quem fala quem fala quem fala

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Entre os pronomes demonstrativos, encontram-se:

Esse Este Aquele


Essa Esta Aquela
Isso Isto Aquilo

No caso, os pronomes demonstrativos da terceira


coluna podem apresentar crase caso haja uma
preposição “a” acompanhando o verbo que antecede
este pronome.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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c) Crase com o “a” do pronome relativo a qual (as quais).

Exemplo: Aquela é a casa à qual me referi.

Lembra-se dos pronomes relativos?


Os pronomes relativos servem para relacionar uma
ideia, por meio de uma oração subordinada, ao termo
anterior.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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c) Crase com o “a” do pronome relativo a qual (as quais).

Exemplos:
A aula, da qual te falei, acontece aos sábados.
As aulas, às quais me referi, acontecem aos sábados.

Perceba que, respectivamente, no primeiro e no


segundo exemplos, as preposições são “em” e “a”.

O que acompanha essas preposições são os pronomes


relativos “a qual” e “as quais”.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Também são pronomes relativos: que e cujo.

Estes não necessitam da crase.

Aprender a usar a crase, portanto, consiste em


aprender a verificar a ocorrência simultânea de
uma preposição e um artigo ou pronome.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Regras práticas

Para compreender o estudo da crase, alguns pontos


devem ser entendidos e algumas dúvidas devem ser
esclarecidas.

Crase é o nome da contração e não do sinal gráfico ( ` ).


Este se denomina acento grave.

Assento grave
a + a= à
Contração

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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A crase é a contração / fusão de preposição com artigo


feminino “a”, ou com a primeira vogal de alguns
pronomes. Se a palavra que vier após o “a” for
masculina, trata-se de uma preposição, pois os artigos
“a”, “as” determinam palavras femininas, então, a
crase não será empregada.

Porém, nem sempre essa regra é válida em alguns


casos.

Há exceções.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Exemplos:
Vamos à São Paulo, visitar o MASP?
a Cidade de São Paulo (com artigo “a”)

Vamos a São Paulo, para conhecê-lo?


o Estado de São Paulo (sem o artigo “a”)

No caso de àquele (a/s), só haverá crase se o


termo regente exigir a preposição “a”.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Lembra-se do termo regente?


Quando se pensa em regência verbal, pensa-se na
relação entre o verbo e o seu complemento. Assim
o verbo é o termo regente, pois determina como
será o seu complemento nessa relação. Por sua
vez, o complemento é o termo regido. É esse
pensamento que facilita a compreensão das
expressões “verbo transitivo” e “verbo intransitivo”.
Quando se trata de Objeto Direto, o verbo é Transitivo
Direto, ou seja, não pede a preposição. Quando se
trata de Objeto Indireto, o verbo pede uma
preposição.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Sendo esta a preposição “a”, pode ocorrer a crase,


conforme os exemplos mostram a seguir.

Exemplo:
Quem se refere se
Refiro-me àquele assunto.
refere a alguma coisa.
Termo Termo Se a coisa é aquele
regente regido assunto, então, se
refere
a + aquele assunto.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Como saber se uso, ou não, o acento grave ou não,


para indicar a crase:

Podemos substituir a palavra por uma masculina.


Se utilizar “ao”, ocorre crase, e o acento grave deve ser utilizado.

Na frase “Ele não vai a missa há dias.” tem crase?

Se substituirmos “missa” por “culto”, a frase fica assim:


Ele não vai ao culto há dias.

Utilizamos o ao, portanto, há crase:


Ele não vai à missa há dias.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Emprega-se o acento grave também quando o “a”


puder ser substituído por “para a”, “da”, “pela”, “na” e
“com a”.

Não queria que a televisão lhe desse um carnê e uma


viagem à Grécia.

Veio da Grécia.
Mora na Grécia.
Passeou pela Grécia.

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ESTUDO DA CRASE: TRÊS CASOS


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Veja esse outro exemplo:


“Chegamos a Coimbra depois das oito da noite.”
(Érico Veríssimo)

Não ocorre crase nesse exemplo, pois, com o substantivo “Coimbra”


utilizamos preposições que não são acompanhadas ou contraídas
com a vogal “a”:

Venho de Coimbra.
Moro em Coimbra.
Passei por Coimbra.
Com isso, o que se verifica é a não ocorrência do artigo
“a” junto à outras preposições.

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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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a) Palavra “casa”

Quando a palavra casa aparece sem especificativo, ela


não admite artigo feminino “a”. Consequentemente,
NÃO há crase. Exemplo:
Eles se dirigiram a casa.
Quando a palavra casa aparece com especificativo ela
admite artigo feminino “a”. Consequentemente,
ocorrerá crase se o antecedente exigir a preposição
“a”. No exemplo a seguir, o termo “paterna” especifica
uma casa, indicando a qual casa se dirigiram. Exemplo:
Eles se dirigiram à casa paterna.
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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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b) Palavra “terra”

Quando a palavra terra for usada com sentido de terra


firme / continente, oposto ao de água / mar, em
oposição a bordo, ela não admite artigo.
Consequentemente, NÃO há crase. Exemplos:

Os náufragos chegaram de manhã a terra.

Deixamos o barco cedinho e fomos a terra.

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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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b) Palavra “terra”

Quando a palavra terra for usada no sentido de terra


natal ou planeta, ela admite artigo. Consequentemente,
ocorrerá crase se o termo regente exigir preposição “a”.
Exemplos:
Os operários retornaram à terra em que nasceram.

A espaçonave voltará à Terra brevemente.

“Mamãe acredita que os anjos venham à terra?”


(Machado de Assis)

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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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c) Locuções adverbiais à moda, à maneira

Quando as locuções adverbiais provocam o fenômeno


da crase, mesmo estando subentendidas e antes de
palavra masculina. Exemplos:

Ele prefere a pizza à moda da casa.


Bife à milanesa.

Usa-se crase quando se pode entender “à moda de”,


como é o caso de “bife à milanesa” (à moda de Milão),
“macarrão à portuguesa” (à moda de Portugal).

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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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c) Locuções adverbiais à moda, à maneira

Logo, no exemplo abaixo, trata-se do nome de um prato


da culinária portuguesa e brasileira.

Bife a cavalo.

Curiosidade: Bife a cavalo é um prato da culinária


portuguesa e brasileira, composto basicamente por
um bife com um ou dois ovos em cima.

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ESTUDO DA CRASE: CASOS ESPECIAIS


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d) Palavra “distância”
Se a palavra distância estiver especificada, a crase deve
ocorrer. No exemplo a seguir a distância está determinada em
100 km. Exemplo:
Sua casa fica à distância de 100 km daqui.
Se a palavra distância não estiver especificada, ou seja, se não
estiver informada qual é a distância, a crase NÃO pode ocorrer.
Exemplos:
Os militares ficaram a distância.
Gostava de fotografar a distância.
Ensinou a distância.
Dizem que aquele médico cura a distância.
Reconheci o menino a distância.
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USO FACULTATIVO DA CRASE


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a) Diante de nomes próprios femininos quando for livre


o emprego do artigo feminino “a”. Exemplo:

Não pude avisar à minha secretária.


Nesse caso, o emprego do artigo feminino “a” é livre,
pois podemos dizer?

“... para a minha secretária”


ou
“... para minha secretária”

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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b) Diante de pronome possessivo feminino quando for


livre o emprego do artigo feminino “a”. Exemplo:
Dei um presente a minha amiga.

Nesse caso, o emprego do artigo feminino “a” também é


livre, pois tanto podemos dizer
“... para a minha amiga”
ou
“... para minha amiga”
c) Depois da preposição até. Exemplos:
Fui até a igreja. ou Fui até à igreja.

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Principais casos em que NÃO ocorre a crase

Se o termo regido não admitir a anteposição do artigo


feminino “a” não acontecerá a crase. Veja, a seguir,
quais são esses casos:

a) Diante de substantivos masculinos. Exemplos:

Fui ao sítio, mas não andei a cavalo.


A redação não deve ser escrita a lápis.
Comprei a geladeira a prazo.

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Principais casos em que NÃO ocorre a crase

b) Diante de verbos no infinitivo. Exemplos:


De repente o bebê começou a andar.
Ela tem muito a dizer.
Em noites de lua, voltamos a contemplar o céu.

c) Diante de pronomes de tratamento, exceto as


formas senhora, senhorita e dona. Exemplos:
Diga a ela que irei para a escola amanhã.
Ele fez referência a Vossa Excelência em seu discurso.
Peço a Vossa Senhoria que aceite a proposta.

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Observação
Poucos são os casos que poderão ocorrer a crase diante dos
pronomes. Identificam-se ao trocar a palavra feminina por
uma masculina e, caso surja na nova construção a forma
“ao”, ocorrerá a crase. Exemplos:
Refiro-me à mesma pessoa.
Informei o ocorrido à senhora.
Nesses casos, substituindo as palavras femininas
“pessoa” e “senhora” pelas palavras masculinas “indivíduo”
e “senhor”, respectivamente, têm-se as seguintes
construções:
Refiro-me ao mesmo indivíduo.
Informei o ocorrido ao senhor.
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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Principais casos em que NÃO ocorre a crase

d) Palavras repetidas. Exemplos:

Ela lamentava sua falta dia a dia.


“O povo ri de orelha a orelha.” (Mário Quintana)
gota a gota
cara a cara
dia a dia
frente a frente
ponta a ponta

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Principais casos em que NÃO ocorre a crase


As indicações de horas especificadas recebem o
acento grave (à meia-noite, às duas horas, à uma
hora, às três e vinte, etc.).
No exemplo a seguir, o termo “duas horas” especifica,
ou seja, informa qual é o horário de realização da
prova. Exemplo:
A prova será realizada às duas horas.
Caso não haja indicação numérica especificando qual é
o horário, NÃO ocorre crase. Exemplo:
Ele poderá vira a qualquer hora.

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USO FACULTATIVO DA CRASE


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Principais casos em que NÃO ocorre a crase


As indicações de horas especificadas recebem o
acento grave (à meia-noite, às duas horas, à uma
hora, às três e vinte, etc.).
No exemplo a seguir, o termo “duas horas” especifica,
ou seja, informa qual é o horário de realização da
prova. Exemplo:
A prova será realizada às duas horas.
Caso não haja indicação numérica especificando qual é
o horário, NÃO ocorre crase. Exemplo:
Ele poderá vira a qualquer hora.

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REFERÊNCIAS
ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noções
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básicas para cursos superiores. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. Ed. Ver. E amp. 18ª reimpr.
Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48ª. Ed.


São Paulo: Companhia editora nacional, 2009.

CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa. São


Paulo: Scipione, 2003.

D’ÁVILA, Fábio. Aula livre.net: Português, Aula 9, Crase. Disponível em:


http://www.youtube.com/watch?v=QEFSiy7ECvU
Outros:
http://www. exercicios.brasilescola.com/
http://www.coladaweb.com/
http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint77.php

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FIM DA
APRESENTAÇÃO

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