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DOCUMENTAÇÕES E PROGRAMAS DE

MANUTENÇÃO
Documentação de Envio para ME
-Substitui a NF, ou soma-se a ela;
-Auxilia no controle de envio;
-Uma via na EC e outra acompanha o
equipamento;
-Separar as vias com as OS`s em seus devidos
status:
-Aguarda orçamento;
-Aguarda devolução;
-Aguarda NF.
Ou também com auxílio de uma planilha no excel,
lembrem-se o importante é ter o controle
independente da ferramenta utilizada...
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Documentação para envio para ME

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O que observar no orçamento

-Quando receberem o orçamento de reparo;


-Observar se foi remetido a instituição,
-Se há descrição dos serviços a serem realizados
e se houver substituição de peças, também devem
ser descritas e com os devidos valores,
-Se o valor da hora técnica é coerente com o valor
de referência se houver,
-Se o prazo e forma de pagamento condizem com
as regras da instituição
-Caso haja algum parâmetro fora das regras da
instituição, vale negociar.....
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Programa de Manutenção Preventiva

-O primeiro requisito para um programa de MP ter


sucesso é a experiência da equipe....
-Conhecer o histórico de falhas dos equipamentos, e
como conheceremos?
-Como priorizar os equipamentos que entrarão no
Programa de MP?
........

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Programa de Manutenção Preventiva

-Risco: Equipamentos que apresentam alto risco a vida do


paciente e ou operador em caso de falha;
-Importância Estratégica: Equipamentos solicitados pela
ADM:
-Paralisação ocasiona receita cessante;
-Equipamento que possuem alto grau de utilização e sua
paralisação pode causar transtornos em outras unidades
dos EAS...
- Recomendação: Equipamentos sujeitos a algum tipo de
fiscalização:
-Por órgãos governamentais (CNEN)...
-Recomendação dos fabricantes, vida útil pré-determinada

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Programa de Manutenção Preventiva

-Para facilitar o trabalho de classificação dos


equipamentos, sugere-se montar uma tabela para
auxílio;
-Lembrando que, se em uma das questões tiver o
“sim” como resposta, o equipamento deve ser
incluído no programa.
-Equipamentos com TMF alto também devem ter
prioridade no programa.

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Programa de Manutenção Preventiva

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Método para Elaboração de Roteiro de MP

-Dificuldades:
-Falta de roteiro definido pelo fabricante;
-Periodicidade de MP em alguns casos

- Importante:
-A programação deve ser feita com conhecimento da
equipe usuária e no menor tempo possível;
-Cronograma pré-definido e bem distribuído
-Estabelecimento do roteiro pela EC

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Método para Elaboração de Roteiro de MP

-O Cronograma deve se adequada a instituição


-Um cronograma para todo o EAS, ou por unidade;
-Semestral ou Anual;
-Alguns meses propícios para algumas
manutenções...
-O Cronograma não deve ser engessado... Ele deve
ser constantemente avaliado através das MC.

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Cronograma de Manutenção

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DETERMINAÇÃO DA FREQÊNCIA DE MP

-Manuais de Fabricantes e outras instituições;


Avaliar:
-Freqüência muita alta: Equipamento sempre calibrado, não
requer limpeza, limpeza e lubrificação.
-Freqüência efetiva: Calibração com variação baixa, alguma
limpeza e lubrificação que não afetem o equipamento,
ausência de reclamação do usuário e freqüência de reparo
dentro do normal.
-Muito baixa: Equipamento sempre fora de calibração,
propiciando resultados errados, filtros obstruídos, peças com
desgaste excessivo, reclamações freqüentes, freqüência de
reparo aumentada.

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DETERMINAÇÃO DA FREQÊNCIA DE ASE

-Seguir a norma NBR/IEC 60.601-1(Prescrições gerais para


segurança em EEM, NBR/IEC 60.601-2(Conjunto de normas
particulares para cada tipo de EEM;

-Aplicada de acordo com a classe do equipamento e suas


partes aplicadas, que determinam o tipo e o grau de proteção
contra choque elétrico

-Tipo: Energizado internamente ou com fonte de alimentação externa

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DETERMINAÇÃO DA FREQÊNCIA DE ASE

-Equipamento de Classe I: é o equipamento no qual a proteção contra


choque elétrico não se fundamenta apenas na isolação básica, mas
incorpora ainda uma precaução de segurança adicional, consistindo em um
recurso de conexão do equipamento ao condutor de aterramento para
proteção pertencente à fiação fixa da instalação, de modo a
impossibilitar que partes metálicas acessíveis possam ficar sob tensão, na
ocorrência de uma falha de isolação básica.

Equipamento de Classe II: é o equipamento no qual a proteção contra


choque elétrico não se fundamenta apenas na isolação básica, mas
incorpora ainda precauções de seguranças adicionais, como isolação dupla
ou reforçada, não comportando conexão ao sistema de aterramento para
proteção contra choques elétricos.

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DETERMINAÇÃO DA FREQÊNCIA DE ASE

-Grau de Proteção Elétrica das partes aplicadas

-Equipamento do tipo B: Proporciona menor grau de proteção contra


choque elétrico.... Inapropriada para aplicação cardíaca direta

-Equipamento do tipo BF: Proporciona grau de proteção superior ao


tipo B, possui isolação elétrica, mas também inapropriadas para ACD...

-Equipamento do tipo CF: Equipamento que proporciona um grau de


proteção superior ao do tipo BF com isolação das partes aterradas e
acessíveis ao paciente, e adequado para ACD

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EQUIPAMENTOS RADIOLÓGICOS

-Equipamentos que operam com radiação ionizante:


-Em conformidade com a CNEN;
-Portaria 453 do Ministério da Saúde
-Controle de qualidade anual;
-Teste de radiação de fuga (Rx portátil) anual;
-Levantamento radiométrico quadrianual (em caso de não alteração na sala);

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CENTRO DE TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA

-Conhecer as normas para tratamento de água;


-RDC 154 – “Nova RDC em consulta pública”
-Conhecer o processo de tratamento de água;
-Aspectos técnicos;
-Aspectos microbiológicos;
-Aspectos fisiológicos.
-Conhecer os equipamentos é indispensável

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Treinamento

-Boletim Informativo de Tecnovigilância de 2004 – três


principais falhas em desf/cardio e incubadoras eram
causadas por falha operacional....
-Boletim 2011 as falhas persistem.... E também estão
relacionados aos incidentes com VPM....
-Lá tras em 1996 o ECRI relatou que entre as 1300
ocorrências relatadas com desf/cardio em sua grande maioria
era relacionada a falha de operação...
-A qualificação dos profissionais é de grande importância.....

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Treinamento Técnico e Operacional

-Novas tecnologias
-Indiscutível......mesmo que já existam tecnologias similares......
-Requalificações
-Grande rotatividade;
-Intercorrências

-Treinamentos Pontuais e direcionados


-Intercorrências
-Danos causados aos equipamentos
-Não aceitação da tecnologia

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Oque é importante na obordagem operacional...

-Principio de funcionamento.....
-Oxímetro de pulso, como ele funciona?
-Mostrar conhecimento sólido...
-Linguagem adequada, para os ouvintes
-Conhecimento multidisciplinar
-Recursos audiovisuais;
-Ferramentas de simulação;
-Guias rápidos de consulta....onde deixar???????
-Sanar dúvidas simples;
-Segurança relacionada ao uso;
-No máximo em 2 folhas....

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Oque é importante na obordagem técnica...

-Foco na parte técnica, nos componentes, e o funcionamento


interno.....
-O defeito 75% das vezes não está dentro do equipamento....
-Acessórios e componentes externos e nas falhas de operação
-Demonstrar a utilização da tecnologia...
-Facilita a identificação dos defeitos
-Ensaios adequados e seguros para a liberação da tecnologia

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Independente da área...

-O treinamento deve seguir procedimentos escritos;


-O responsável deve ser indicado;
-Os responsáveis pelas áreas devem interagir;
-Treinamento registrado
-Lista de presença
-Avaliação de eficácia......

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DESATIVAÇÃO DA TECNOLOGIA

Como e Porque desativar?

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Desativação e ou substituição...

-Questões econômicas
-Verba para a nova incorporação

-Questões ambientais
-Oque fazer com a tecnologia desativada?

Justificativa para tudo isso......

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Questões econômicas...

-Critérios para desativação


-Obsolescência da tecnologia, diferente de ser “velho”....
-Dificuldade na aquisição de insumos
-Inadequado para as novas técnicas médico-científica
-Inadequado as normas vigentes....material de vídeo-cirurgia
reutilizável e não autoclavável;
-Alto custo de manutenção, ou a sua dificuldade;
-Falha na incorporação, leva a desativação precoce.....

-Critérios para reposição


-Tecnologia que atenda as necessidades da instituição

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PLANOS DE CONTINGÊNCIA

-Deve-se realizar um plano de contingência para toda


atividade crítica da instituição;
-Energia elétrica;
-Água;
-Gases Medicinais;
-Rede de vapor.

Importante é que todos os envolvidos com o equipamento saibam como


proceder em caso de interrupção desses insumos....

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