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RUBÉOLA, ZIKA VIRUS E RAIVA

SAÚDE AMBIENTAL
EQUIPE

 Samara Monteiro
 Elenita Andrade

 Francisca Delfina

 Érica Matias

 Anna Kesya

 Herssem Loureto

 Vanio Adriano
RUBEÓLA

 Doença infectocontagiosa geralmente leve.


 Morbidade e mortalidade usualmente
mínimas.
 Riscos de Infecção na gravidez ;Infecção fetal
ETIOLOGIA
 Família : Togavírus
 Gênero : Rubivírus
 Vírus RNA
EPIDEMIOLOGIA

 Ser humano: Único hospedeiro


 Transmissão: Contato direto ou secreções de
nasofaringe
 Idade: Pré-escolares, escolares, adolescentes e
adultos jovens.
 Pico de incidência: Final do inverno e início
da primavera
EPIDEMIOLOGIA

 Período de incubação: 14 a 21 dias


 Transmissibilidade máxima: poucos dias
antes até 5 a 7 dias do exantema
 Isolamento: contato
 Adquirida: até 7 dias do exantema
 Congênita: até 1 ano de idade
RUBÉOLA CONGÊNITA

 Transmissão
para o feto de rubéola
comprovada na gravidez:
 90% até 12 semanas

 25% a 30% segundo trimestre

 60% a 100% final da gravidez


SÍNDROME DA RUBÉOLA CONGÊNITA (SRC)

A) Defeitos Principais:
 Catarata / glaucoma
 Retinopatia pigmentar
 Doença cardíaca (PCA, EP)
 Distúrbio de audição
B) Defeitos Secundários:
 Púrpura trombocitopênica
 Hepatoesplenomegalia
 Icterícia
 Microcefalia
 Retardo do crescimento
 Meningoencefalite
 Doença óssea radioluscente
INFECÇÃO/CONTAMINAÇÃO
1. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS:
 Período Exantemático:
 Exantema não característico
 Máculo-papular róseo, início na face
 Progressão crâniopodálica
 Generalização em 24 a 48 h
 Não muda de cor, não descama
 Febre moderada; linfadenopatia
 Enantema
 25 a 50% subclínica
DIAGNÓSTICO DA RUBÉOLA

 Cultura: material de nasofaringe, swabs de


garganta, sangue, urina, líquor;

 Testes sorológicos:
VACINA

 Trata-se de uma suspensão de vírus vivos


atenuados e veiculados em um meio estéril,
destinada à aplicação por via intramuscular ou
subcutânea.
ZIKA VÍRUS
 Zika Vírus (ZKV) é um vírus transmitido pelos
mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus.
 O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada
em 1947, quando foi encontrado em macacos da
Floresta Zika, em Uganda.
 Somente em 1954 os primeiros casos em seres
humanos foram relatados, na Nigéria.
 O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a
Polinésia Francesa no ano de 2013.
 O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus
em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia.
 Atualmente, sua presença já está documentada em
cerca de 70 países.
TRANSMISSÃO
 O contágio principal pelo ZKV se dá pela picada do
mosquito que, após se alimentar com sangue de
alguém contaminado, pode transportar o ZKV durante
toda a sua vida, transmitindo a doença para uma
população que não possui anticorpos contra ele.
TRANSMISSÃO
 A fêmea do mosquito deposita
seus ovos em recipientes com
água.
 Ao saírem dos ovos, as larvas
vivem na água por cerca de uma
semana.
 Após este período, transformam-
se em mosquitos adultos, prontos
para picar as pessoas.
 O Aedes aegypti procria em
velocidade prodigiosa e o
mosquito adulto vive em média
45 dias.
 Uma vez que o indivíduo é picado,
demora no geral de 3 a 12 dias
para o Zika vírus causar
sintomas.
TRANSMISSÃO NA GRAVIDEZ

 Uma gestante pode transmitir o ZKV para o feto


durante a gravidez e essa forma de
transmissão está relacionada a ocorrência de
microcefalia e outros defeitos cerebrais graves
do feto.
ZIKA VÍRUS E A SÍDROME DE GUILLAIN-BARRÉ

A doença de Guillain-Barré é caracterizada pelo ataque


do sistema imunológico contra as células nervosas do
próprio indivíduo. É uma doença de ocorrência rara
caracterizada por fraqueza em braços e pernas e, que
pode progredir causando paralisias e afetando inclusive os
músculos que controlam a respiração.
SINTOMAS
 Febre baixa (entre 37,8° e 38,5°C)
 Dor nas articulações (artralgia), mais frequentemente nas articulações das mãos e
pés, com possível inchaço
 Dor muscular (mialgia)
 Dor de cabeça e atrás dos olhos
 Erupções cutâneas (exantemas), acompanhadas de coceira. Podem afetar o rosto, o
tronco e alcançar membros periféricos, como mãos e pés
 Conjuntivite: um quadro de vermelhidão e inchaço nos olhos, mas em que não
ocorre secreção.
1. Sintomas mais raros de infecção pelo Zika vírus incluem
 Dor abdominal
 Diarreia
 Constipação
 Fotofobia
 Pequenas úlceras na mucosa oral.
 Os sintomas costumam ter duração de cerca de 2 a 7 dias. Em casos eventuais, as
dores nas articulações podem persistir por volta de 1 mês.
DIAGNÓSTICO
 O diagnóstico da infecção pelo Zika vírus pode ser
feito apenas através dos sinais e sintomas em
regiões onde sabidamente há circulação da doença
e/ou por exames laboratoriais específicos.
 Os exames laboratoriais atualmente estão mais
disponíveis, e são basicamente de 3 tipos:
 Isolamento viral: técnica complexa, normalmente
restrita a laboratórios de pesquisa
 RT-PCR: detecção do material genético do vírus,
usualmente realizada nos primeiros dias de doença
 Sorologia: com vários métodos disponíveis, podendo
ser realizada mesmo depois do RT-PCR ter se
tornado negativo. A sorologia pode apresentar
reações cruzadas, ou seja, resultados falsos
positivos em pessoas com dengue e pessoas
vacinadas para febre amarela.
TRATAMENTO
 Os pacientes devem ser mantidos protegidos das picadas dos
mosquitos transmissores.
 Para isso, recomenda-se o uso de mosquiteiros
 Repelentes e demais medidas preventivas durante a fase de viremia.
 Medicamentos e analgésicos.
 Ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância
associada devem ser evitados.
 Anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e
piroxicam) também devem ser evitados.
 O paracetamol e a dipirona são os medicamentos de escolha para o
alívio dos sintomas de dor e febre.
 É importante ainda ingerir muito líquido para evitar a desidratação.
PREVENÇÃO
RAIVA

 A raiva é uma infecção viral mortal transmitida


para seres humanos a partir da saliva de
animais infectados – geralmente por uma
mordida.
TRANSMISSÃO

 O vírus viaja da ferida até o cérebro, onde


causa inchaço ou inflamação. Essa inflamação
leva aos sintomas da doença. A maioria dos
casos de morte por raiva ocorre em crianças.
ANIMAIS
Qualquer mamífero é capaz de transmitir raiva. Os que mais
costumam causar a doença são:

Animais domésticos Animais selvagens


 Gatos  Morcegos
 Cachorros  Castores
 Vacas  Coiotes
 Furões  Raposas
 Cabras  Macacos
 Cavalos.  Guaxinins
 Gambás
 Marmotas.
FATORES DE RISCO
 Fatores que podem aumentar o risco de uma pessoa contrair raiva
são:
 Viajar ou viver em países em desenvolvimento onde a raiva é mais
comum, incluindo países da África e Sudeste Asiático
 Atividades que possam colocar uma pessoa em contato com animais
selvagens que possam ter raiva, como a exploração de cavernas
onde morcegos vivem ou acampar sem tomar precauções para
manter os animais selvagens longe de seu acampamento
 Trabalhar em um laboratório que contenha amostras do vírus da
raiva
 Ferimentos na cabeça, pescoço ou mãos, que possam ajudar a levar
o vírus da raiva para o cérebro mais rapidamente.
SINTOMAS
O tempo médio corresponde a esse período, no entanto, é de três a 12 semanas.
 Babar em excesso
 Convulsão
 Sensibilidade exagerada no local da mordida
 Excitabilidade
 Perda de sensibilidade em uma área do corpo
 Perda de função muscular
 Febre baixa
 Espasmos musculares
 Entorpecimento e formigamento
 Dor no local da mordida
 Agitação e ansiedade
 Dificuldade de engolir (beber algo provoca espasmos da laringe).
DIAGNÓSTICO
 Qual animal te mordeu?
 Você poderia descrever o comportamento do animal antes
de ele lhe morder?
 Você tomou alguma medida de primeiros socorros? Qual?
 Quais são seus sintomas?
 Em que momentos seus sintomas começaram?
 Qual a intensidade de seus sintomas?
TRATAMENTO
 Se houver risco de raiva, você receberá uma série de vacinas
preventivas. Essas vacinas são dadas, geralmente, em cinco doses
durante 28 dias.
 A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado
imunoglobulina humana para raiva (HRIG). Ele é administrado no dia
da mordida.
 A imunização e o tratamento para raiva são recomendados por, pelo
menos, 14 dias após a exposição ou mordida.
PREVENÇÃO

 A vacina antirrábica é a melhor maneira de se


prevenir contra a raiva. Além disso, certifique-se
de que seus animais de estimação receberam as
imunizações adequadas. Pergunte ao veterinário
quantas doses devem ser ministradas.
OBRIGADO!