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Teoria atômica: do átomo

filosófico ao átomo modelado


UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À QUÍMICA GERAL
1.1 - Histórico

Estrutura da Matéria

Grécia Antiga: Existiam apenas quatro elementos ÁGUA, TERRA, AR e FOGO.

Aristóteles (384 a.C à 322 a.C): acreditava que cada elemento


resultava da combinação de duas qualidades, quente, frio, úmido e
seco. (3)

“ O que acontece quando quebramos uma porção de matéria


em pedaços cada vez menores?”

Leucipo (≈ 500 a.C): acreditava que a matéria podia ser dividida


até chegar a uma pequena partícula indivisível chamada de ÁTOMO
(A = NÃO; TOMO = PARTE) Princípio da Descontinuidade.
Alquimia: Grécia até 1100 d.C. Transmutação – conversão de um elemento em
outro, por exemplo: converter chumbo em ouro.

Cientista Inglês John Dalton (1803) : A matéria é constituída de


átomos.

Hipótese Atômica:

1- Todos a matéria é composta de partículas fundamentais, o átomos;

2- Os átomos são permanentes e indivisíveis, não podem ser criados nem destruídos;

3- Todos os átomos de um certo elemento são idênticos em todas as suas


propriedades e átomos de elementos diferentes tem propriedades diferentes;

4- Uma alteração química consiste em uma combinação, separação ou rearranjo de


átomos;

5- Os compostos são constituídos de átomos e elementos diferentes em proporções


fixas; (3)
Teoria atômica: do átomo
filosófico ao átomo modelado
 As ideias de Dalton se difundiram pela
Europa de modo a atrair a simpatia de
alguns e a oposição de outros a
exemplo dos químicos equivalentistas
e dos energicistas (OKI, 2009).
 Controvérsias do século XIX: o
congresso de Karlsruhe
 O desenvolvimento da Química
Orgânica auxiliou no fortalecimento da
teoria atômica
Toda a matéria é composta de várias combinações de formas simples da
matéria chamadas de ELEMENTOS QUÍMICOS.
UM ELEMENTO É UMA SUBSTÂNCIA QUE CONSISTE DE UMA ÚNICA ESPÉCIE
DE ÁTOMO. (5)

Michael Faraday (1833): Realizou a experiência da eletrólise – passagem


da corrente elétrica através de uma solução para produzir uma reação
química.
O sueco Svant August Arrhenius (1877): Estabeleceu a teoria iônica
ao estudar as leis da eletrólise de Faraday.

Arrhenius deu o nome


dessas cargas de ÍONS.
ÁTOMO CARREGADO
DE ELETRICIDADE.
Cientista Alemão Henrich Geissler (1859): Descoberta das
partículas atômicas ao fazer passar uma corrente elétrica num tubo
contendo um gás rarefeito (sob baixa pressão). Ocorre o surgimento
de uma luz esverdeada.

O Alemão Eugen Goldstein (1876): Demonstrou que a luz


esverdeada partia do eletrodo negativo (Cátodo).
O cientista Inglês Willian Crookes (1878): Construiu um aparelho
para estudar os raios catódicos.

Os raios catódicos são perpendiculares ao


cátodo e são retilíneos.

Os raios catódicos têm


massa.

Os raios catódicos têm carga negativa.


Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

Com a descoberta da eletricidade e após


tentativa de elaboração de modelos
explicativos para este fenômeno, por volta
do século XIX, o físico inglês Joseph John
Thomson (1856-1940) também propôs um
modelo para o átomo (MOREIRA, 1997).
Descoberta das Partículas Atômicas

Raios Canais Raios Catódicos


PRÓTONS ELÉTRONS

Thomson e Rutherford (1897): Determinaram a relação carga (q) massa (m) das
partículas dos RAIOS CATÓDICOS, verificando que q/m é uma constante.
Thomson chegou a conclusão que essas partículas, com carga negativa, estavam
presentes em qualquer tipo de matéria e deu o nome para elas de ELÉTRONS.

Goldstein, Thomson e Rutherford (1897): Os RAIOS CANAIS são formados por


partículas com carga positiva que chamaram de PRÓTONS.

Prótons ÁTOMO Elétrons


Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
Em 1897, J. J. Thomson, trabalhando com tubos de alto vácuo,
demonstrou a deflexão dos raios catódicos em um campo elétrico,
aceitando-se a idéia de que esses raios eram correntes de partículas
que transportavam uma carga elétrica negativa
MODELO ATÔMICO DE THOMSON

Thomson (1904): Teoria sobre a estrutura Atômica. Segundo


Thomson o átomo era uma esfera positiva que, para tornar-se
netura, apresentava elétrons (partículas negativas) incrustadas na
superfície. Esse modelo atômico ficou conhecido como Pudim de
Ameixa.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
 Desde as Leis de Faraday pensava-se que a eletricidade
podia ser transportada por partículas que Stoney, em
1891, havia sugerido que fossem chamadas de
elétrons.

 Thomson propõe que o átomo era uma esfera positiva


com elétrons uniformemente distribuídos pela sua
superfície.

 A partir do modelo proposto por Thomson o átomo


passa a ter “tomos”
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

Pela separação da radiação,


concluiu-se que o átomo
consistia de entidades
neutras, carregadas
negativa e positivamente

J. J. Thomson supôs que


todas essas espécies
carregadas estavam
organizadas como uma
esfera
24/11/2011
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

• Em 1897, Thomson determinou que a


proporção carga-massa de um elétron é
1,76/108 C/g.

• Objetivo: encontrar a carga no elétron para


determinar sua massa.

24/11/2011
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
Raios catódicos e elétrons
• Utilizando observações experimentais,
Millikan determinou que a carga no elétron é
1,60 x 10-19 C.

• Conhecendo a proporção carga-massa, 1,76 x


108 C/g, Millikan calculou a massa do elétron:
9,10 x 10-28 g.

• Com números mais exatos, concluimos que a


massa do elétron é 9,10939 x 10-28 g.
24/11/2011
Entre 1896 à 1900, Becquerel, Rutherford, Curie e Villard: Observaram o
surgimento dos raios α, β e ɣ.

Partículas α: Partículas
carregadas positivamente.
Formadas por dois Prótons e
dois Nêutrons.

Partículas β: Partículas
carregadas negativamente.
Corresponde a um elétrons.

Partículas ɣ: Sem carga e


sem massa. Ondas
eletromagnéticas.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
 A radioatividade é um fenômeno que pode ser
natural ou artificial, e resulta da emissão de
radiação por átomos de alguns elementos
químicos na sua forma elementar ou
combinada

 Este fenômeno não era explicado pelos


modelos atômicos existentes naquela época.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
Radioatividade

• Um alto desvio no sentido da chapa positiva


corresponde à radiação que é negativamente carregada
e tem massa baixa. Essa se chama radiação
(consiste de elétrons).

• Nenhum desvio corresponde a uma radiação neutra.


Essa se chama radiação

• Um pequeno desvio no sentido da chapa carregada


negativamente corresponde à radiação carregada
positivamente e de massa alta. Essa se chama radiação
.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

As bases para o desenvolvimento da física


nuclear foram lançadas por Ernest Rutherford
(1871 - 1937) ao desenvolver sua teoria sobre a
estrutura atômica.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
 O cientista estudou por três anos o
comportamento dos feixes de partículas ou
raios X, além da emissão de radioatividade
pelo elemento Urânio (MAAR, 2011).

 Uma das inúmeras experiências realizadas, foi


a que demonstrava o espalhamento das
partículas alfa.
Rutherford (1911): Com a experiência de Rutherford foi possível
definir a estrutura do átomo como NÚCLEO E ELETROSFERA.
MODELO ATÔMICO DE RUTHERFORD
O ÁTOMO NUCLEAR

Prótons

Nêutrons

Rutherford observou que a massa do núcleo era muito maior do que a sua carga.
Desta forma, ele concluiu que no núcleo deveriam existir partículas sem carga
elétrica e de massa igual a do próton, chamada de NEUTRON.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O átomo nuclear
• Se a maioria das partículas  passava através
de um pedaço de chapa sem sofrer desvio, a
maior parte do átomo devia consistir de carga
negativa difusa de massa baixa (o elétron)

• Para que um pequeno número de desvios


grandes das partículas ocorresse, o centro
ou núcleo do átomo deveria consistir de uma
carga positiva densa

24/11/2011
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
Rutherford propôs que os elétrons envolviam o
núcleo da mesma forma que os planetas giram em
torno do Sol
Se uma partícula carregada movendo em uma
trajetória circular deve perder energia, significa que o
átomo deve ser instável (modelo de Rutherford)
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

 A teoria atômica de Rutherford


encontrou uma dificuldade teórica
resolvida por Niels Bohr em1913.

 O problema do colapso atômico!!!


Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

 Baseado na noção de quantização


proposta por Planck em 1900, Bohr
propõe um modelo atômico com base
em postulados que situa os elétrons
em órbitas quantizadas (MAAR, 2011).
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
• Planck: a energia só pode ser liberada (ou
absorvida) por átomos em certos pedaços de
tamanhos mínimos, chamados quantum.
• A relação entre a energia e a frequência é
onde h é a constante de Planck (6,626 x 10-34 J
s).
• Para entender a quantização, considere a
subida em uma rampa versus a subida em
uma escada:
• Para a rampa, há uma alteração constante na
altura, enquanto na escada há uma alteração
gradual e quantizada na altura.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O efeito fotoelétrico e fótons
• O efeito fotoelétrico fornece evidências para a
natureza de partícula da luz - “quantização”.
• Se a luz brilha na superfície de um metal, há
um ponto no qual os elétrons são expelidos
do metal.
• Os elétons somente serão expelidos se a
frequência mínima é alcançada.
• Abaixo da frequência mínima, nenhum elétron
é expelido.
• Acima da frequência mínima, o número de
elétrons expelidos depende da intensidade da
luz.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”

O efeito fotoelétrico e os fótons


• Einstein supôs que a luz trafega em
pacotes de energia denominados
fótons.
• A energia de um fóton:
Eh

Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O modelo de Bohr
• Rutherford supôs que os elétrons orbitavam o núcleo
da mesma forma que os planetas orbitam em torno do
sol.
• Entretanto, uma partícula carregada movendo em
uma trajetória circular deve perder energia.
• Isso significa que o átomo deve ser instável de
acordo com a teoria de Rutherford.
• Bohr observou o espectro de linhas de determinados
elementos e admitiu que os elétrons estavam
confinados em estados específicos de energia.
Esses foram denominados órbitas.
MODELO ATÔMICO DE BOHR

Bohr (1913): Elaborou a teoria sobre a distribuição e o movimento dos


elétrons.

Postulados de Bohr

Postulado 1: Os elétrons descrevem ao redor do núcleo orbitas circulares com


energia determinada;

Postulado 2: Os elétrons movimentam-se nas orbitas estacionárias e, nesse


movimento, não emitem energia espontaneamente;

Postulado 3: Quando um elétron recebe energia, ele


tende a pular para outra órbita. Após ele receber esta
energia ele tende a voltar a órbita original emitido a
energia recebida;
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O modelo de Bohr
• As cores de gases excitados surgem devido ao
movimento dos elétrons entre os estados de energia
no átomo.
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O modelo de Bohr
• Já que os estados de energia são quantizados, a luz
emitida por átomos excitados deve ser quantizada e
aparecer como espectro de linhas.
• Após muita matemática, Bohr mostrou que


E   2.18  10 18

 1 
J 
 n2 
onde n é o número quântico principal (por exemplo, n
= 1, 2, 3, … e nada mais).
Modelos atômicos: o átomo tem
“tomos”
O modelo de Bohr
• Podemos mostrar que

 1 
E  h  
hc

 
  2.18  1018 J  2  2 
n n
1

 f i 
• Quando ni > nf, a energia é emitida.
• Quando nf > ni, a energia é absorvida.
Arnold Johannes Wilhelm Sommerfeld (1914): Admitiu que além da
das orbitas circulares, o elétron descreve uma orbita elíptica ao redor
do núcleo do átomos. Essas orbitas, circulares e elípticas, com
diferentes excentricidade apresentam diferentes conteúdos de
energia, CHAMODAS DE CAMADAS.

De Broglie (1923): Desenvolveu uma equação na qual demonstrava


que qualquer corpo em movimento está associado à fenômenos
ondulatórios. O ELÉTRONS apresenta a natureza de uma
PARTÍCULA-ONDA.

Werner Heisenberg (1927): Anunciou o Princípio


da Incerteza.

“ É impossível determinar simultaneamente a posição exata e a


velocidade de uma partícula onda num dado instante”
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
 Em 1926, Schrodinger propõe uma
equação para o cálculo da energia do
sistema quântico que incorpora o
comportamento ondulatório do
elétron.

 A partir dessa equação é possível


calcular os estados energéticos dos
elétrons em função dos seus números
quânticos.
Erwin Schrödinger (1926): Propôs a teoria chamada de Mecânica
Ondulatória. ESTABELECEU O CONCEITO DE ORBITAL.

Ψv = [2/L]1/2 . sen [n πk/L]

n = NÚMERO QUÂNTICO n = 1, 2, 3...

ORBITAL É O ESPCAÇO AO REDOR DO NÚCLEO EM QUE É MUITO


GRANDE A PROPABILIDADE DE SE LOCALIZAR O ELÉTRON.

MODELO ATÔMICO ONDULATÓRIO


Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
 Estas funções de onda (psi) que descrevem
o comportamento do elétron são chamadas
orbitais.

 Por psi não possuir significado fisico, os


químicos costumam usar psi quadrado que
é interpretado como a região de máxima
probabilidade de encontrar o elétron.
(interpretação de Max Born, década de 20)
Interferência Interferência
Construtiva Destrutiva

NÓS
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica

Orbitais e números quânticos


• Se resolvermos a equação de Schrödinger, teremos as
funções de onda e as energias para as funções de onda.
• Chamamos as funções de onda de orbitais.
• A equação de Schrödinger necessita de três números
quânticos:
1. Número quântico principal, n. Este é o mesmo n de
Bohr. À medida que n aumenta, o orbital torna-se maior
e o elétron passa mais tempo mais distante do núcleo.
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica

Orbitais e números quânticos


2. O número quântico azimuthal, l. Esse número quântico depende
do valor de n. Os valores de l começam de 0 e aumentam até n
-1. Normalmente utilizamos letras para l (s, p, d e f para l = 0, 1,
2, e 3). Geralmente nos referimos aos orbitais s, p, d e f.

3. O número quântico magnético, ml. Esse número quântico


depende de l. O número quântico magnético tem valores
inteiros entre -l e +l. Fornecem a orientação do orbital no
espaço.
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica

Orbitais s
• Todos os orbitais s são esféricos.
• À medida que n aumenta, os orbitais s ficam
maiores.
• Um nó é uma região no espaço onde a
probabilidade de se encontrar um elétron é zero.
• Em um nó, 2 = 0
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica

Orbitais p
• Existem três orbitais p, px, py, e pz.
• Os três orbitais p localizam-se ao longo dos eixos
x-, y- e z- de um sistema cartesiano.
• As letras correspondem aos valores permitidos de
ml, -1, 0, e +1.
• Os orbitais têm a forma de halteres.
• À medida que n aumenta, os orbitais p ficam
maiores.
• Todos os orbitais p têm um nó no núcleo.
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Orbitais d e f

• Existem cinco orbitais d e sete orbitais f.


• Três dos orbitais d encontram-se em um plano
bissecante aos eixos x-, y- e z.
• Dois dos orbitais d se encontram em um plano
alinhado ao longo dos eixos x-, y- e z.
• Quatro dos orbitais d têm quatro lóbulos cada.
• Um orbital d tem dois lóbulos e um anel.
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Spin eletrônico e o princípio
da exclusão de Pauli
• Já que o spin eletrônico é quantizado,
definimos ms = número quântico de
rotação =  ½.
• O princípio da exclusão de Pauli: dois
elétrons não podem ter a mesma série de 4
números quânticos. Portanto, dois
elétrons no mesmo orbital devem ter spins
opostos.
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica

• Três regras:
- Os orbitais são preenchidos em ordem crescente de n.
- Dois elétrons com o mesmo spin não podem ocupar o
mesmo orbital (Pauli).
- Para os orbitais degenerados, os elétrons preenchem cada
orbital isoladamente antes de qualquer orbital receber
um segundo elétron (regra de Hund).
Modelos atômicos: a perspectiva
quântica
Orbitais e suas energias
Referências

 MAAR, J. História da Química - Parte 1 - dos
Primórdios a Lavoisier, Florianópolis: Conceito
Editorial, 2008.
 MAAR, J. História da Química - Segunda Parte: De
Lavoisier ao Sistema Atômico, Florianópolis: Papa-
Livro, 2011.
 MOREIRA, I. “Conferência Nobel de Thomson sobre a
descoberta do elétron,” Revista Brasileira de Ensino
de Física, vol. 19, n. 3, pp. 299-307, 1997.
 OKI, M. “Controvérsias sobre o atomismo no século
XIX,” Química Nova, vol. 32, n. 4, pp. 1072-1082, 2009.
 VIANA, H. A Construção da teoria atômica de Dalton
como estudo de caso - e algumas reflexões para o
ensino de química, São Paulo: Dissertação de