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FORMAÇÃO DE

PROFESSORES
PARA A
DIVERSIDADE
Os temas transversais
São um conjunto de elementos relativos à formação da
cidadania, o que pede um complemento à formação dos
profissionais em educação

• Ética;
• Pluralidade Cultural;
• Meio Ambiente;
• Saúde;
• Orientação Sexual;
• Trabalho e Consumo.
O problema da diversidade
• O preconceito de gênero;
• O preconceito cultural;
• O preconceito racial ou étnico;
• O preconceito de classe;
• O preconceito religioso;
• O preconceito em relação aos
portadores de necessidades especiais;
O problema da diversidade
As minorias ficam mais visíveis na
medida em que dois processos
ocorrem:
-Globalização;
-busca por espaço social
-minorias majoritárias
-rede pública de ensino no Brasil
O problema da diversidade
• As ações afirmativas são políticas públicas:

Propostas de lei que têm por objetivo


mitigar a desigualdade social decorrente de
condições históricas e culturais. São
“medidas compensatórias”, cujo objetivo é
reduzir os efeitos das discriminações e
preconceitos que afetam as minorias na
sociedade.
O problema da diversidade
• O preconceito de gênero

O sexismo e a homofobia podem ser definidos como


preconceitos de gênero ou preconceito em relação à diversidade
sexual.
O problema da diversidade
• O Preconceito cultural
Há diversas formas de preconceito cultural,
a título de exemplo destacamos: o
linguístico, o escolar, o de comunidade. O
preconceito linguístico se caracteriza pela
classificação de “errado” ou “certo”,
relativamente aos regionalismos, tanto no
que se refere às construções gramaticais
quanto à pronúncia.
O problema da diversidade
• O preconceito racial ou étnico
A humanidade é composta por uma única raça, diferenciada em
etnias.

No caso do Brasil, o preconceito


étnico manifesta-se tanto do ponto
de vista cultural como do
econômico. As expressões e piadas
“racistas” (especialmente em
relação às pessoas afro-
descendentes) faziam e fazem
parte do cotidiano escolar.
O problema da diversidade
• Preconceito de classe
Caracterizado pela discriminação social tomando como
referência a capacidade financeira ou de consumo.
Na escola, esse tipo de preconceito se manifesta das mais
diversas formas, em geral, relativamente ao poder de consumo:
marcas de tênis, roupas, marca do carro dos pais etc. Também
em relação aos alunos “bolsistas” nas escolas particulares.
O problema da diversidade
• O preconceito religioso

• Discriminação do meio social no qual convive em razão de seu


credo ou da instituição religiosa a qual frequenta. Também, há
o caso de preconceitos em relação aos ateus e vice e versa, ou
seja, ateus que discriminam religiosos e religiosos que
discriminam ateus.

• INTOLERÂNCIA RELIGIOSA CAUSA “GUERRAS DE


INTOLERÂNCIA”
O problema da diversidade
• O preconceito em relação aos portadores de necessidades
especiais

• O assédio moral pode ocorrer também nas relações de sala de aula,


entre alunos, ou de alunos para professores ou ainda de professores
para alunos. Para estes casos utiliza-se o termo bullying. Pode-se
dizer que só recentemente o fenômeno do bullying tem sido como
um grave problema escolar e a partir daí recebe um tratamento
mais apurado.

• Numa sociedade intolerante e agressiva, a escola se torna um lócus


privilegiado de reprodução de relações desiguais e desumanas.
Assim, a intolerância dos pais e da comunidade se reflete no
convívio escolar, por isso, a intervenção da escola pode não se
limitar aos alunos, mas deve ultrapassar seus muros e reverter os
quadros de assédio moral também junto à comunidade.
O problema da diversidade
• Os Temas Transversais ética e
pluralidade cultural não tem o
objetivo somente de ensinar
determinados conteúdos, mas
principalmente estimular um convívio
tolerante, respeitoso que admita as
diferenças e a diversidade.
CULTURA E DIVERSIDADE
CULTURA E DIVERSIDADE
• Para todas as sociedades, a cultura é transmitida por meio da
educação dos mais jovens que vão recebendo as informações
sobre os valores sociais positivos e negativos para aquela
sociedade. Assim, a sociedade transmite às novas gerações os
valores culturais de seus antepassados, sejam eles
conhecimentos, histórias, técnicas, entre outros.

• Não se pode confundir a cultura erudita ou científica (da


escola) com a cultura popular (da sociedade) e,
principalmente, atribuir mais valor a uma do que a outra.

• Todas as sociedades possuem sua própria cultura, manifestada


em sua língua ou línguas, nas técnicas de manufatura, de
construção, de agricultura, enfim, em todo o seu cotidiano.
CULTURA E DIVERSIDADE
• Sobre a cultura é preciso compreender que não existe pessoa sem
cultura. A cultura é o conjunto de códigos simbólicos reconhecidos
por um determinado grupo social a partir dos quais se produz
conhecimentos e os valores morais. É por intermédio desses códigos
simbólicos que o indivíduo é inserido nas obrigações do mundo
adulto.
• Enfrentar a discriminação é tarefa importante e fundamental do
trabalho escolar. A discriminação tem sua origem no medo e tornar
explícito este elemento psicológico pode reverter o quadro de
discriminação. A discriminação tem sempre dois pólos: no primeiro
o medo apresenta-se como reação ao desconhecido, visto sempre
como algo ameaçador da ordem psicológica ou social (cor de pele,
hábitos e costumes diversos, forma de falar).
• No pólo em que se encontra o discriminado o medo é a ameaça
permanente diante da discriminação, desde o assédio moral até a
violência física contra o outro indivíduo.
CULTURA E DIVERSIDADE
• Os temas transversais e a formação do professor para a
diversidade
• A ideia é a de preparar os professores para uma nova
realidade relativa ao ensino que não pode mais se conformar
somente às ditas ciências tradicionais. Como vimos mais
acima, as sociedades que têm escolas transmitem parte de
sua cultura neste ambiente, em geral, esta parte eram as
ciências. No entanto, com a redução do papel da família no
processo de educação dos jovens, assim com a crescente
influência dos meios de comunicação, a escola precisa ter uma
ação mais incisiva no processo de educação que vá além da
transmissão dos conhecimentos científicos. Os temas
transversais são: pluralidade cultural, ética, saúde, etc.
CULTURA E DIVERSIDADE

• A nossa sociedade é constituída por


uma série de minorias que, muitas
vezes, são excluídas ou em outras
palavras, não têm as mesmas
condições de competir por espaços
com determinados grupos sociais que
ocupam lugares privilegiados.
CULTURA E DIVERSIDADE
• Conteúdos de aprendizagem:

• Conteúdos conceituais - o que aprender

• Conteúdos procedimentais - saber fazer

• Conteúdos atitudinais - são relativos às ações


CULTURA E DIVERSIDADE
Alguns tópicos que podem orientar a intervenção dos professores na
construção de atitudes dos alunos, às quais apresentaremos de modo
sintético:

• A escola deve estabelecer claramente os critérios e os valores pelos


quais é regida;

• Os professores devem facilitar o conhecimento e a análise das


normas existentes para que os alunos possam compreendê-las e
respeitá-las. Neste mesmo ponto, criar formas de participação dos
alunos para contribuir com a melhoria ou adequação das normas;

• Auxiliar os alunos a compreenderem a relação entre as normas e as


atitudes que se pretende que desenvolvam em situações concretas
nos espaços da escola; apresentar normas e atitudes vinculando-as
a situações concretas e familiares para os alunos;
CULTURA E DIVERSIDADE
• Facilitar o intercâmbio e a participação entre os alunos para
debater opiniões e ideias sobre diferentes aspectos que dizem
respeitos às atividades na escola;
• Por meio de atividades que facilitem o aprendizado,
apresentar aos alunos determinados comportamentos sociais
que são fundamentais para a vida coletiva, dentro e fora do
ambiente escolar, tais como, a solidariedade, a cooperação, a
equidade, a fraternidade;
• Oferecer modelos de atitudes nos quais os alunos podem se
inspirar e auxiliá-los no que for necessário para que possam
ensaiar e testar os modelos; além disso, os professores devem
estar preparados para apoiar os alunos nos momentos em que
estes apresentarem resistência à mudança de comportamento
ou insegurança.
CULTURA E DIVERSIDADE
Os principais aspectos para que se possa ensinar novas atitudes
são:
• Familiarizar-se com certas normas e possuir tendências de
comportamento que se manifestem em situações específicas,
que sirvam de base às novas normas e atitudes que são os
objetos de aprendizagem;

• Quando apresentadas as novas normas e atitudes que se


pretende que os alunos tenham, auxiliá-los a rememorar
sentimentos, julgamentos e avaliações que tenham feito sobre
situações que podem ser úteis para a aprendizagem dos novos
conteúdos;
CULTURA E DIVERSIDADE
• Apoiar os alunos e estimulá-los a expressarem suas opiniões e
ideias, por quaisquer meios possíveis, pois isso o ajuda a ter
algum grau de consciência sobre elas e também para que os
outros colegas de sala o conheçam.

• Para poder ligar a nova norma ou atitude ao seu


comportamento ou opinião, o aluno deve ser estimulado a,
por exemplo, colocar-se sob o ponto de vista do outro para
conseguir interpretar sua consciência; observar o conflito ou
as contradições entre as atitudes e opiniões; observar
comportamentos que inspiram afeto, respeito e admiração;
CULTURA E DIVERSIDADE
• Por fim, elaborar critérios pessoais de comportamento ético
para poder dar maior relevância a determinadas normas e
atitudes em situações concretas e progredir na consecução da
autonomia pessoal e moral;
• Poder aceitar as mudanças de atitude com confiança e
segurança. É preciso que os professores se lembrem que a
mudança de atitudes, toda inovação pessoal, implica certo
grau de temor e pressupõe a aceitação de algum tipo de risco.
• A mudança de atitude só é possível se todos tiverem
consciência de que o apoio coletivo é fundamental, por isso, é
importante evitar os “dramatismos exagerados” e “culpas
desmoralizadoras”.
CULTURA E DIVERSIDADE

• A luta contra o preconceito e discriminação


sexual, étnica e social no ambiente escolar. Essa
é uma lição de tolerância no sentido que vai
além daquele de “aturar” as diferenças, mas no
sentido de “respeitá-las”. Antes de mais nada, é
preciso ter consciência de que não basta que o
professor seja, ele mesmo, tolerante e não
manifeste qualquer forma de preconceito.
CULTURA E DIVERSIDADE
• Combater os preconceitos de toda espécie é
tornar o presente viável e preparar a sociedade
futura para uma vida fecunda; para isso, as
vítimas de toda sorte de preconceitos, mesmo
porque não somente a vida social é afetada, mas
também sua vida cognitiva, pois os alunos
vítimas de preconceitos apresentam dificuldades
de aprendizagem, uma vez que não encontram
na escola um ambiente acolhedor e isto é
determinante para que ele não consiga
concentração e atenção suficiente para o
aprendizado.
CULTURA E DIVERSIDADE
• A autoridade do professor no processo de formação para a
diversidade
• Há várias experiências nas quais os alunos são convidados a
participar da elaboração das regras para o convívio dentro da
sala de aula e na escola como um todo. Quando bem
conduzidas, essas experiências levam a uma mudança de
postura dos estudantes que deixam de considerar as regras
como externas ou impostas de “cima para baixo” e assumem
um compromisso maior com seu cumprimento.
• Não se deve confundir, contudo, a experiência democrática da
participação com a instalação de tribunais internos nas
escolas, onde queixas e punições são constantes e problemas
que poderiam e deveriam ser tratados de modo dialógico.
Mesmo porque, as crianças e adolescentes ainda não têm
maturidade para julgamentos.
CULTURA E DIVERSIDADE

• A Pluralidade Cultural nos PCNs

• A pluralidade cultural oferece uma gama de temas e


oportunidades de trabalho muito ampla, por isso os PCNs
oferecem alguns temas que podem ser desenvolvidos em cada
realidade regional ou de cada comunidade, de acordo com as
exigências locais. Isto é muito importante, porque não há
como um documento querer ordenar o trabalho docente sem
levar em conta as diferentes realidades. Por outro lado, é
preciso que elementos comuns sejam trabalhados na escola
no Brasil.
CULTURA E DIVERSIDADE
• Pluralidade cultural e a vida dos adolescentes no Brasil

• Não é mais possível o professor limitar seus trabalhos a


somente ensinar o conteúdo de sua disciplina,
desprezando a importância das relações sociais, nas
quais o trabalho do professor e da escola estão,
inevitavelmente, envolvidos. Assim, alguns tópicos que
podem orientar o trabalho com os adolescentes são: a
família, as responsabilidades, as relações comunitárias e
as relações com tempo e o espaço.
CULTURA E DIVERSIDADE
Assim, é preciso atentar-se aos seguintes tópicos:

• Compreensão da organização familiar como instituição em


transformação no mundo contemporâneo
• Compreensão e valorização das relações de cooperação e
responsabilidade mútua na família. A importância de partilhar
responsabilidades.
• Conhecimento e análise da vida comunitária como referência
afetiva e forma de organização.
• O conhecimento, o respeito e a valorização de diferentes
formas de relação com o tempo.
• Diferentes formas de relação com o espaço.
• Valorização dos grupos que contribuiram para a formação da
cultura brasileira.
CULTURA E DIVERSIDADE
Outro tópico central que deve ser o propulsor de novos debates
e perspectivas é o ser humano como agente social e produtor de
cultura.Os subtópicos dessa proposta são:
• Conhecimento, respeito e valorização das diferentes
linguagens pelas quais se expressa a pluralidade cultural;
• Levantamento e valorização das formas de produção cultural
mediadas pela tradição oral;
• Conhecimento de usos e costumes de diferentes grupos
sociais em sua trajetória histórica;
• Conhecimento e compreensão da produção artística como
expressão de identidade etnocultural;
• Conhecimento e compreensão da língua como fator de
identidade na interação sociopolítica e cultural;
CULTURA E DIVERSIDADE
• Conhecimento, análise e valorização de visões de mundo,
relações com a natureza e com o corpo, em diferentes
culturas.
• Prática e valorização da circulação de informações para a
organização coletiva e como fundamento da liberdade de
expressão e associação;
• Compreensão da definição do conhecimento de leis como
princípios de cidadania;
• Prática e valorização dos direitos humanos;
• Valorização da possibilidade de mudança como obra humana
coletiva;
• Conhecimento dos instrumentos disponíveis para o
fornecimento da cidadania.
TRABALHANDO COM OS
TEMAS TRANSVERSAIS
• Formas elementares de inserir os temas transversais:

• A primeira delas está diretamente ligada ao conteúdo da


disciplina ministrada pelo professor e pode ser trabalhada de
modo independente das demais disciplinas do currículo.

• A outra maneira pressupõe a realização de Projetos que


envolvam mais de uma disciplina e mais de uma turma, muitas
vezes, todas as turmas de um ano ou da escola.
TRABALHANDO COM OS
TEMAS TRANSVERSAIS
A orientação dos projetos deve pautar-se pelas seguintes
diretrizes:

• Posicionar-se frente às questões sociais relevantes para a


comunidade escolar e interpretar a tarefa educativa como um
elemento de intervenção na realidade;

• não tratar os valores envolvidos no projeto como meros


conceitos ideais, mas como propostas de comportamento;

• agregar o maior número possível de disciplinas e de


participantes para que o projeto seja reconhecido em sua
significância.
TRABALHANDO COM OS
TEMAS TRANSVERSAIS
• Projeto para o ensino de valores
Só faz sentido realizar projetos educativos se
esses tiverem como objetivo o aprendizado de
valores, o que em ética significa adotar alguns
referenciais morais para o comportamento.

As regras e leis existentes na sociedade


estabelecem direitos e deveres e devem ser
conhecidas por todos, em seu caráter histórico
e em relação às situações presentes.
TRABALHANDO COM OS
TEMAS TRANSVERSAIS
• CONVÍVIO ESCOLAR

Trata-se de incorporar no cotidiano da escola aqueles valores


transformados em regras. Dessa forma, ocorre a promoção da
coerência entre o que se ensina e o que se pratica no ambiente
escolar.

Os valores pessoais dos docentes devem direcionar suas


atividades para o ensinamento do convívio dos diferentes
grupos sociais numa sociedade heterogênea.
A formação de professores para a diversidade
implica na compreensão da pluralidade cultural
brasileira e uma postura ética por parte de todos os
agentes envolvidos no processo de educação.
Trata-se da postura de perceber que hoje em dia,
tão importante quanto os conteúdos teóricos e
procedimentais das disciplinas tradicionais do
currículo escolar, é também a formação de
cidadãos éticos, tolerantes que componham uma
sociedade onde o respeito mútuo seja um dos
principais valores.
Para que esse objetivo seja alcançado, o Ministério
da Cultura lançou os Parâmetros Curriculares
Nacionais, nos quais apresentam os Temas
Transversais: Ética, Pluralidade Cultural, Meio
Ambiente, Saúde, Orientação Sexual e Trabalho e
Consumo. Esses temas visam complementar o
trabalho docente e de toda a comunidade escolar,
visto que nossa sociedade exige da instituição
Escolar mais do que o ensino dos conteúdos das
disciplinas. Seu papel de formadora de cidadania é
inquestionável e quem não estiver disposto a ele
não estará agindo de acordo com o que a
sociedade tem mais premência, ou seja, de
cidadãos éticos e responsáveis.
Em primeiro lugar, tratou-se de demonstrar que a
diversidade de comportamentos, etnias, linguagens,
costumes, etc. faz parte de nossa sociedade e tem
reflexos no ambiente escolar. Em segundo lugar, que
o assédio moral e o bullying são síndromes que estão
presentes nos ambientes sociais e que devem ser
prevenidos, mas também combatidos na medida em
que se apresentem. Por fim, procurou-se demonstrar
que os projetos de trabalho, uma forma de integrar
os conteúdos de diferentes disciplinas à temas que
se fazem prementes na escola, como a reciclagem, o
desperdício, a tolerância, o respeito mútuo, entre
outros.
REFERÊNCIAS
• BRANDÃO, C. R. O que é educação. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 1993.

• BUSQUETS, M. D. et all. Temas Transversais em Educação: bases para uma formação integral. Série
Fundamentos. São Paulo: Ática, 1999.

• COLL, C. et all. O Construtivismo na Sala de Aula. Série Fundamentos. São Paulo: Ática, 1999.

• FERRARI, A. e LAUREANO, I. D. Instrumento. Bullying – o desafio do combate à discriminação na


escola. Juiz de Fora, n. 7 e n. 8, p. 1 – 144, 2005/2006, pp. 49 – 64.

• MEC – Parâmetros Curriculares Nacionais. Temas Transversais. 1998.

• MORENO, M. Temas Transversais: um ensino voltado para o futuro. In: Temas Transversais em
Educação: bases para uma formação integral. São Paulo: Ática, 1999.

• OLIVEIRA, P. S. Introdução à sociologia. Série Brasil. São Paulo: Ática, 2005.

• PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 2000.

• SOARES, M. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. Séries Fundamentos. São Paulo: Ática,
2000.