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Distúrbios de

Ansiedade
Transtornos Fóbicos-Ansiosos
 Agorafobia
 Fobia Social
 Fobia Específica
Transtorno Obsessivo-Compulsivo

 Alcoolismo
TOC
 Comportamento (rituais ou compulsões,
repetições)
 Pensamento (preocupações excessivas,
pensamentos de conteúdo ruim)
 Emoção (medo, aflição, culpa, depressão)
Obsessões mais comuns
 Preocupação excessiva com sujeira, germes ou contaminação
 Dúvidas
 Preocupação com simetria, exatidão, ordem, seqüência ou alinhamento
 Pensamentos, imagens ou impulsos de ferir, insultar ou agredir os outros
 Pensamentos, cenas ou impulsos indesejáveis e impróprios relacionados
ao sexo (idéias sobre comportamento sexual violento, abuso sexual de
crianças, homossexualidade, palavras obscenas).

 Preocupação em armazenar, poupar, guardar coisas inúteis ou economizar.


 Preocupação com doenças ou com o corpo.

 Idéias sobre religião (pecado, culpa, escrupulosidade, sacrilégios ou


blasfêmias).
 Pensamentos supersticiosos: preocupação com números especiais, cores
de roupa, datas e horários (podem provocar desgraças).
 Palavras, nomes, cenas ou músicas intrusivas e indesejáveis.
Transtorno de Jogo Patológico
Jogador
Fase da vitória
Fase da perda
Fase do desespero
Critérios Diagnósticos
 1- jogo como forma de escapar de problemas ou para
aliviar estado disfórico (sentimentos de culpa, de
desamparo, ansiedade, depressão)
 2- cometer atos ilegais como falsificação, fraude, roubo
ou desfalque para financiar o jogo
 3- mentir para familiares, terapeuta ou outros, a fim de
esconder a extensão do envolvimento com jogo
Estado de alerta
Você já se perguntou ...?
1. Você já perdeu horas de trabalho ou da escola devido ao
jogo?
2. Alguma vez o jogo já causou infelicidade na sua vida
familiar?
3. O jogo afetou a sua reputação?
4. Você já sentiu remorso após jogar?
5. Alguma vez você já jogou para obter dinheiro para pagar
dívidas ou então resolver dificuldades financeiras?
7. Após ter perdido você se sentiu como se necessitasse
voltar o mais cedo possível e recuperar as suas perdas?
8. Após um ganho você sentiu uma forte vontade de voltar e
ganhar mais?
9. Você geralmente jogava até que seu último centavo
acabasse?
10. Você já pediu dinheiro emprestado para financiar seu
jogo?
11. Alguma vez você já vendeu alguma coisa para financiar o jogo?
12. Você relutava em usar o “dinheiro de jogo” para as despesas
normais?
13. O jogo o tornou descuidado com o seu bem estar e o de sua
família?
14. Alguma vez você já jogou por mais tempo do que planejava?
15. Alguma vez você já jogou para fugir das preocupações ou
problemas?
16. Alguma vez você já cometeu, ou pensou em cometer um ato
ilegal para financiar o jogo?
17. O jogo fez com que você tivesse dificuldades para dormir?
18. As discussões, desapontamentos ou frustrações fizeram com
que você tivesse vontade de jogar?
19. Alguma vez você já teve vontade de celebrar alguma boa sorte
com algumas horas de jogo?
20. Alguma vez você já pensou em se auto-destruir como resultado
de seu jogo?
Mulher / Homem
 Não há prevalência do Jogo Patológico em determinada
faixa etária, mas o diagnóstico de jogadores patológicos
existe desde o início da adolescência até a terceira
idade", explica a psiquiatra Sílvia Saboia Martins.
 Ainda se crê que o Jogo Patológico seja claramente
mais comum entre os homens, porém essa posição vem
sofrendo mudanças continuamente. Tem havido um
expressivo aumento de mulheres com problemas de
Jogo Patológico, assim como ocorre em relação à
dependência de álcool e de outras drogas.
Transtornos Dismórfico Corporal e
Muscular

 Anorexia
 Bulimia
 Vigorexia
 Preocupação com o corpo
Causas e Tratamentos de
Transtorno Dismórfico Corporal
Compulsão a Internet
 Adccição ao jogo e ao sexo

 Existe Compulsão à Internet?


Critérios Diagnósticos para Uso
Compulsivo da Internet
 1) Tolerância - Necessidade de aumentar a quantidade de tempo em Internet para
conseguir satisfação; Diminuição da ansiedade com o uso continuado da mesma
quantidade de tempo em Internet.
2) Abstinência -> a) Agitação psicomotora
c) Pensamentos obsessivos acerca do que pode estar acontecendo em Internet
d) Fantasias ou sonos sobre a Internet
e) Movimentos voluntários ou involuntários no teclado
Esses sintomas causam mal estar ou prejuízo na área social, ocupacional ou outra,
de funcionamento importante.
(B) O uso de Internet ou um serviço similar está dirigido a aliviar ou evitar os
sintomas da abstinência.
3) Se acessa a Internet com mais freqüência ou por períodos mais largos do que
inicialmente se pretendia.
4) Desejo persistente ou esforços infrutíferos de interromper o uso de Internet.
5) Emprego intenso e por muito tempo de atividades relacionadas ao uso de Internet,
como por exemplo, comprando livros sobre Internet, provando novos navegadores,
indagando provedores, organizando arquivos ou descarregando materiais.
6) Atividades sociais, ocupacionais ou recreativas reduzidas por causa do uso de
Internet.
7) Continua usando Internet apesar de saber que tem um persistente ou recorrente
problema físico, social, ocupacional ou psicológico que parece ser causado ou
exacerbado por esse uso da Internet (privação de sono, dificuldades conjugais,
chegar atrasado à compromissos, prejuízo dos deveres profissionais).
Sinais de alarme
1. - A pessoa se sente preocupada com Internet, pensa sobre a atividade
on-line anterior o antecipa a sessão on-line futura.
2. - A pessoa se sente a necessidade de usar Internet durante cada vez
mais tempo para obter a mesma satisfação.
3. - Tem feito repetidos esforços infrutíferos para controlar, reduzir, ou deter
o uso de Internet.
4. - A pessoa se sente inquieta, mal-humorada, deprimida ou irritada
quando tenta reduzir ou parar com o uso de Internet
5. - Fica conectada mais tempo do que havia planejado originalmente.
6. - Por causa do uso de Internet excessivo a pessoa tem sofrido perda de
alguma relação significativa, como por exemplo, o trabalho, a educação ou
nas oportunidades sociais.
7 - Tem mentido aos membros da família, terapeutas ou outros para ocultar
tamanho de seu uso de Internet?
8. - Usa Internet como uma maneira de evadir-se dos problemas ou de
ocultar algum tipo de mal estar, tais como, por exemplo, ocultar
sentimentos de impotência, culpa, ansiedade, depressão, etc.
 1- Mudanças drásticas nos hábitos de vida a
fim de ter mais tempo para conectar-se.
 2- Diminuição generalizada da atividade
física.
 3- Descaso com a saúde própria em
conseqüência da atividade na Internet.
 4- Afastamento de atividades importantes a
fim de dispor de mais tempo para
permanecer conectado
 5- Privação ou importantes mudanças do
sono a fim de dispor de mais tempo para
permanecer conectado
 6- Negligência respeito da atenção à família e
amigos
Fatores Favorecedores do Uso
Compulsivo
 Poderiam ser fatores de risco para o uso
problemático da Internet alguns
transtornos psicológicos primários, como
por exemplo, a timidez, as dificuldades no
estabelecimento de relações
interpessoais, as inabilidades sociais, a
solidão, a baixa auto-estima, e assim por
diante
Procura de Encontros Amorosos
Procurar alguma pessoa com quem se possa
relacionar é outra atividade virtual cada vez
mais habitual. A maioria dos sites que
promovem o encontro virtual de pessoas
divulgam o perfil do(a) usuário(a), que pode ser
fantasioso em bom número de vezes,
colocando-o à disposição de quem queira se
relacionar com ele(a). Em um segundo
momento essas pessoas procuram um
relacionamento real e presencial.
Transtorno do Pânico
 Se a Síndrome do Pânico é uma espécie
de reação emocional (ansiosa) à
determinados conflitos, vivências e/ou
circunstâncias da vida, porque a pessoa
reage apresentando esse Pânico e não,
por exemplo, a Depressão ou a Ansiedade
típica?
Ataques de Pânico
 Por ansiedade aguda
 medo de algo ruim acontecer de repente
Tipos de Ataque
 1 - Ataques de Pânico Inesperados (não evocados), nos quais o início do
Ataque de Pânico não está associado com uma situação ativadora, isto é,
ocorre espontaneamente, "vindo do nada";
 2 - Ataques de Pânico Ligados a Situações(evocados), nos quais o
Ataque de Pânico ocorre, quase invariavelmente, logo após à exposição ou
antecipação a uma situação ativadora, como por ex., ver uma cobra ou um
cão que sempre ativa um Ataque de Pânico imediato
 3 - Ataques de Pânico Predispostos pela Situação, que tendem mais a
ocorrer na exposição a uma situação ativadora, mas não estão
invariavelmente associados a ela e não ocorrem necessariamente após a
exposição. Por ex., os ataques tendem a ocorrer mais quando o indivíduo
está dirigindo, mas existem momentos em que a pessoa dirige e não tem
um Ataque de Pânico ou momentos em que o Ataque de Pânico ocorre
após dirigir por meia hora.
Ansiedade

“Quantos jovens e adultos


perdem o brilho da vida por
fazer de sua mente uma fonte
de ansiedade? Não foram
treinados para falar de si
mesmos. Suas emoções e
pensamentos ficam
represados. Não é saudável
viver represado dentro de si
mesmo. Fazem de seus
pequenos problemas
obstáculos intransponíveis.”
Augusto Cury
Cognitivamente a Ansiedade se manifesta
por dois sentimentos desagradáveis:

1- através da consciência das sensações


fisiológicas de sudorese, palpitação,
inquietação e outros sintomas autossômicos
(do sistema nervoso autônomo);
2- através da consciência de estar nervoso ou
amedrontado.
• Os padrões individuais de Ansiedade variam
amplamente. Alguns pacientes têm sintomas
cardiovasculares, tais como palpitações, sudorese ou
opressão no peito, outros manifestam sintomas
gastrointestinais como náuseas, vômito, diarréia ou
vazio no estômago, outros ainda apresentam mal-estar
respiratório ou predomínio de tensão muscular
exagerada, do tipo espasmo, torcicolo e lombalgia.
Enfim, os sintomas físicos e viscerais variam de pessoa
para pessoa. Psicologicamente a Ansiedade pode
monopolizar as atividades psíquicas e comprometer,
desde a atenção e memória, até a interpretação fiel da
realidade.
Ansiedade Patológica

 É uma forma de resposta inadequada, em


intensidade e duração, à solicitações de
adaptação. Um determinado estímulo
(interno ou externo) funcionando como
uma convocação de alarme
continuamente, por exemplo, pode
favorecer o surgimento da Ansiedade
Patológica.
A natureza foi generosa nos oferecendo a atitude
da Ansiedade ou Estresse, no sentido de favorecer
nossa adaptação. Porém, não havendo um tempo
suficiente para a recuperação desse esforço psíquico, o
qual restabeleceria a saúde, ou persistindo
continuadamente os estímulos de ameaça que
desencadeiam a reação de Estresse, nossos recursos
para a adaptação acabam por esgotar-se. O
Esgotamento é, como diz o próprio nome, um estado
onde nossas reservas de recursos para a adaptação se
acabam.
Etiologia da Ansiedade
 Biologicamente a etiologia
da Ansiedade parece estar relacionada
aos sistemas Noradrenérgico, Gabaérgico
e Serotoninérgico (da noradrenalina,
serotonina e gaba, respectivamente)
do Lombo Frontale do Sistema Límbico.
Homem / Mulher

 A Ansiedade tem uma ocorrência


duas vezes maior no sexo feminino e
se estima que até 5% da população
geral tenha um distúrbio generalizado
de Ansiedade.
Adultos / Crianças
 Os adultos com Transtorno de Ansiedade
Generalizada freqüentemente se preocupam com circunstâncias
cotidianas e rotineiras, tais como possíveis responsabilidades no
emprego, finanças, saúde de membros da família, infortúnio
acometendo os filhos ou questões menores, tais como tarefas
domésticas, consertos no automóvel ou atrasos a compromissos;

 As crianças com Transtorno de Ansiedade Generalizada tendem a


exibir preocupação excessiva com sua competência ou a qualidade
de seu desempenho. Durante o curso do transtorno, o foco da
preocupação pode mudar de uma preocupação para outra.
Transtorno de Ansiedade
Generalizada
A característica essencial do Transtorno de Ansiedade Generalizada,
é uma expectativa apreensiva ou preocupação excessiva, ocorrendo
na maioria dos dias e com duração de, pelo menos, 6 meses. A
pessoa portadora de Transtorno de Ansiedade Generalizada considera
difícil controlar essa preocupação excessiva, a qual é acompanhadas
de pelo menos três dos seguintes sintomas adicionais:

 Inquietação
 Fadiga
 Dificuldade em concentrar-se
 Irritabilidade
 Tensão muscular
 Perturbação do sono
Critérios para Diagnóstico de Transtorno de
Ansiedade
A. Ansiedade e preocupação excessivas (expectativa apreensiva),
ocorrendo na maioria dos dias por pelo menos 6 meses, nos
diversos eventos ou atividades (tais como desempenho escolar ou
profissional).
B. O indivíduo considera difícil controlar a preocupação.
C. A ansiedade e a preocupação estão associadas com três (ou
mais) dos seguintes sintomas, presentes na maioria dos dias nos
últimos 6 meses.
Nota: Apenas um item é exigido para crianças.
(1) inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele.
(2) fatiga.
(3) dificuldade em concentrar-se ou sensações de "branco" na
mente.
(4) irritabilidade.
(5) tensão muscular.
(6) perturbação do sono (dificuldades em conciliar ou manter o sono,
ou sono insatisfatório e inquieto).
D. O foco da ansiedade ou preocupação não se refere a ter
um Ataque de Pânico,ou ficarr embaraçado em público (como
na Fobia Social), ou ser contaminado (como no Transtorno
Obsessivo-Compulsivo).
E. A ansiedade, a preocupação ou os sintomas físicos
causam sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento
social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida
do indivíduo.
F. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos
de uma substância (droga de abuso, medicamento) ou de
uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo).
Ansiedade e Depressão, o que há entre
elas?
Ansiedade x Depressão
 Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma
característica biológica do ser humano,
que antecede momentos de perigo real ou
imaginário, marcada por sensações
corporais desagradáveis, tais como uma
sensação de vazio no estômago, coração
batendo rápido, medo intenso, aperto no
tórax, transpiração etc.
 Caracteriza-se pela perda de prazer nas atividades diárias,
apatia, alterações cognitivas (diminuição da capacidade de
raciocinar adequadamente, de se concentrar ou/e de tomar
decisões), psicomotoras (fadiga e sensação de fraqueza),
alterações do sono (mais freqüentemente insônia, podendo
ocorrer também hipersonolência), alterações do apetite
(mais comumente perda do apetite, podendo ocorrer
também aumento do apetite), redução do interesse sexual,
retraimento social, ideação suicida e prejuízo funcional
significativo (como faltar muito ao trabalho ou piorar o
desempenho escolar).
O transtorno depressivo maior diferencia-se do
comportamento "triste" ou humor melancólico, que afeta a
maioria das pessoas regulamente, por se tratar de uma
condição duradoura (pelo menos 6 meses no caso de
menores de dezoito anos e 1 ano no caso de adultos) com
fatores neurológicos acompanhada de vários sintomas
específicos. Ou seja, depressão não é tristeza. É uma
doença que precisa de tratamento.
A visão do profissional da saúde diante dos
distúrbios de ansiedade
“Certa vez , nos estágio da minha faculdade de medicina em emergência, estava ouvindo
e observando meu professor , um dos mais renomados e conceituados do pais falar sobre
o atendimeto que devemos realizar nos pacientes da emergência e disse também que
nada como observar a prática para aprender. Fomos ao consultório dele. Chegando lá
havia uma paciente que frequentemente dava entrada naquela emergência com os
mesmos sintomas: Fadiga, taquicardia e sudorese noturna. Ciente de que aquela paciente
sempre dava entrada no hospital e sempre reclamava dos mesmos problemas , o
professor disse – lhe a seguinte frase: “- Mulher você não tem vergonha não ? Tira o lugar
de outros pacientes que realmente precisam de ajuda.. Vá para casa lavar uma louça que
isso passa!” Eu, simples estudante de medicina, depois que a paciente saiu em prantos do
consultório atrevi falar: “O senhor está maluco ? Como fala assim com uma paciente que
se deu o trabalho de sair do conforto do seu lar para pedir ajuda? Realmente não adianta
ser o melhor médico do mundo se não sabe como tratar os pacientes. Chame ela de volta
e tenha mais respeito.” Abismadocom o meu discurso, para me humilhar na frente dos
outros alunos chamou a senhora novamente e pediu que eu a atendesse. Prontamente
atendi. E ali, naquele consultório de emergência, conversei com aquela mulher , e
descobri que seu pai morrera a 2 anos de infarto agudo do miocardio e que estava com
medo que fosse acontecer isso com ela. Pedi exames, em todos o resultado foi normal.
Dei um analgésico para dor, aconselhei um tratamento com um psicólogo e a liberei,
depois de me certificar que ela estava bem. Antes de ir embora ela pediu meu nome e
perguntou onde eu estudava pois ia fazer muito boas referencias minha, porque nunca em
toda sua vida fora tão bem tratada. Uns meses depois, ela apareceu na faculdade e pediu
para falar comigo.. Me agradeceu com lágrima nos olhos e disse que foi a um psicólogo
com havia recomendado e que teve o diagnóstico deasiedade deprssiva pela morte de seu
pai. Disse tabém que depois daquele atendimento , naquela emegência sua vida nunca
mais fora a mesmo e hoje vivia bem.. “- Obrigada pela atenção Doutor.” Foram suas
ultimas palavras. ”
"Um dia todos nós vamos para a solidão de um túmulo.
Uma criança de um dia de vida já é suficientemente velha para morrer.
A morte é a derrota da medicina.
Todavia, apesar das limitações da ciência, devemos usar todas as
nossas habilidades não apenas para prolongar a vida, mas para fazer
dessa breve existência uma experiência inesquecível.
Os médicos devem ser pessoas de rara sensibilidade, artesãos das
emoções, profissionais capazes de enxergar as angústias, as
ansiedades e as lágrimas por trás dos sintomas.
Caso contrário, tratarão de órgãos e não de seres humanos.
Acima de tudo, os médicos, bem como todo profissional que cuida da
saúde humana, devem ser vendedores de sonhos.
Pois, se conseguirmos fazer nossos pacientes sonharem ainda que
seja com mais um dia de vida ou com uma nova maneira de ver suas
perdas, teremos encontrado um tesouro que reis não conquistaram..."

AUGUSTO CURY - O FUTURO DA HUMANIDE