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PATOLOGIAS EM

ALVENARIA
ESTRUTURAL
PATOLOGIAS EM
ALVENARIA
ESTRUTURAL
CONSIDERAÇÕES INICIAIS

De acordo com a NBR 5674/1999 da ABNT, toda edificação deve possuir


uma vida útil coerente como a destinação. Para que se tenha uma vida
útil adequada é preciso um conjunto de fatores favoráveis em toda fase
da vida da obra, respeitando suas limitações e atentando para as
manutenções periódicas.

A responsabilidade pela manutenção de um estabelecimento está


atribuída ao proprietário do mesmo, ou então, a alguma outra pessoa
habilitada para tal, cuja função foi delegada.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
■ As obras em alvenaria devem satisfazer um número de exigências
normativas tais como:

Durabilidade em
função da Isolamento A estabilidade Resistência ao
exposição à acústico mecânica fogo
chuva

Isolamento
térmico
CONSIDERAÇÕES INICIAIS

■ Quanto a manutenção de um edifício em alvenaria estrutural,


ela é relativamente simples, ele tem uma durabilidade muito
grande.
■ A alvenaria estrutural é para qualquer tipo de edifício, não só
residencial, mas também creches, escolas, galpões
industriais e etc...
■ A alvenaria estrutural deve sempre ser utilizada quando os
esforços são majoritariamente de compressão.
■ A grande vantagem da alvenaria estrutural, especialmente
com blocos de concreto, é que se trata de um sistema
sustentável, pois quase não há resíduos na obra.
INTRODUÇÃO

■ Tem-se relatos da utilização de alvenaria em habitações


desde os tempos mais remotos.
■ Como o método de execução dessas antigas construções era
totalmente empírico, é comum serem encontradas paredes
com espessuras de até um metro e meio em sua base.
■ AE entrou em desuso no País, devido ao surgimento do
concreto armado.
■ Novo impulso a partir da década de 1980.
INTRODUÇÃO

■ Depois do lançamento de alguns programas governamentais


no âmbito social, o emprego da alvenaria estrutural se
multiplicou no País.
■ A economia, devido a esse método, segundo alguns autores,
pode chegar a 30% do valor da obra.
■ Percebe-se atualmente uma preocupação com a grande
quantidade de patologias que essas obras estão
apresentando, tudo isso devido à intensa difusão do método
e com isso uma maior rapidez do processo construtivo.
INTRODUÇÃO

■ Essas manifestações patológicas são percebidas, principalmente,


através de fissuras que, em certos edifícios
■ Essas fissuras podem ser horizontais, verticais ou também diagonais,
sendo cada um desses tipos associado a causas diferentes.
■ Em virtude da crescente utilização da alvenaria estrutural como método
construtivo, com consequente aumento de relatos de problemas nessas
estruturas, vem sendo necessária a realização de estudos e pesquisas a
cerca da ocorrência dessas anomalias e, com a identificação das
mesmas, encontrar soluções para que a utilização dessas estruturas
não fique comprometida.
■ Essas soluções, não podem ter um custo muito elevado em comparação
ao custo da obra e nem modificarem substancialmente o ambiente
inicialmente planejado.
INTRODUÇÃO
Desse modo o presente trabalho
tem por finalidade explanar sobre
os diversos tipos de patologias,
bem como de trazer a discussão
métodos de recuperação e
reforço para essas patologias
frequentemente encontradas nas
obras de alvenaria estrutural, a
fim de proporcionar um maior
esclarecimento sobre as
alternativas disponíveis no
mercado.
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ O termo PATOLOGIA é derivado do grego pathos: doença e


logos: estudo

■ Uso errôneo da palavra é muito comum, inclusive no meio


acadêmico

– PATOLOGIA significa o estudo das doenças, não a


doença em si

– Para as “doenças” dá-se o nome manifestações


patológicas ou mecanismos de degradação
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ Origens na Medicina

A ideia é de assemelhar as construções ao corpo humano busca utilizar modelos investigativos já conhecidos para
discriminar e sanar diversos problemas nas obras de Engenharia Civil
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

Exemplos de MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS nas construções


DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

Exemplos de MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS nas construções


DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

Gastos com manutenção de infra estrutura APENAS POR


CORROSÃO.
BRASIL EUA

3.5% PIB 3.1% PIB

US$ 61.6 bilhões US$ 276 bilhões


DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

Estudos realizados em vários países europeus na década de


70
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ Engenheiro Paulo Masato Yoshimoto


(1986) pioneiramente no país, levantou
problemas patológicos em 36 conjuntos
habitacionais, visitando um total de quase
500 habitações, entre casas e
apartamentos.
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ Conclusões dos estudos de Yoshimoto (1986)


– Maior causa de manifestações patológicas no Brasil
seria umidade, seguida igualmente por trincas e
descolamento de revestimentos;
– Em geral a presença de patologias nas casas térreas é
maior do que em apartamentos
– A maior parte dos problemas tem sua origem na
deficiência de projetos ou na má execução das obras
– Pequenos detalhes construtivos, se feitos
adequadamente, podem reduzir bastante o número de
problemas
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ Para exercer as vezes de um PATOLOGISTA, um Médico, além


dos anos regulares de curso, precisa de especialização na
área da patologia com residência em clinica medica e em
laboratórios de análise.

■ Ainda não existe a obrigatoriedade de especializar- se na área


para atuar como PATOLOGISTA das construções, apesar da
existência de diversos cursos de especialização na área
DEFINIÇÃO DE PATOLOGIA

■ CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM PATOLOGIA NA ENGENHARIA

– Mecanismos de Degradação,
– Sintomatologia e Ensaios para Diagnóstico,
– Vida Útil, Métodos de Avaliação,
– Produtos para Recuperação,
– Técnicas de Recuperação,
– Sistemas de Impermeabilização,
– Diagnósticos de Estruturas de Concreto,
– Problemas Técnicos Jurídicos nas Construções
PATOLOGIAS EM CONSTRUÇÕES DE ALVENARIA NÃO
ESTRUTURAL

■ Com o advento das técnicas modernas de construção, principalmente o concreto


armado e o uso do aço, a alvenaria foi gradativamente perdendo espaço como
elemento estrutural e ocupando as vezes de elemento de vedação. Atualmente as
construções são mais altas, esbeltas, com paredes mais estreitas, privilegiando o
espaço interno.
PATOLOGIAS EM CONSTRUÇÕES DE ALVENARIA
ESTRUTURAL

As Patologias em Elementos de Alvenaria Estrutural podem ser


discriminados em dois grupos

1. Patologias inerentes ao comportamento estrutural

2. Patologias inerentes ao comportamento da alvenaria como


material
PATOLOGIAS EM CONSTRUÇÕES DE ALVENARIA
ESTRUTURAL
PATOLOGIAS EM CONSTRUÇÕES DE ALVENARIA
ESTRUTURAL

■ PATOLOGIAS INERENTES AO COMPORTAMENTO ESTRUTURAL

– Fraca resistência à tração;


– Resistência à compressão muito dependente, do volume de
vazios
– Fraca resistência ao corte;
– Mecanismos de ruptura frágil.
– Deficiente integridade estrutural (fraca ligação entre
elementos estruturais);
– Esbelteza excessiva;
– Reduzida ductilidade.
CAUSAS E EFEITOS

■ As manifestações patológicas observadas com maior


frequência em alvenaria estrutural, são a fissuração, a
corrosão das armaduras envoltas por graute, o
aparecimento de manchas ou eflorescências nas
paredes e a penetração de água na estrutura.
CAUSAS E EFEITOS

BAIXA EXCESSO DE
RESISTÊNCIA À CARGA DOS
TRAÇÃO DOS ELEMENTOS
ELEMENTOS

FISSURAÇÃO Ruptura por tração dos blocos e juntas


Cisalhamento das juntas
Compressão dos blocos
CAUSAS E EFEITOS

FENDILHAMENTO
DA ARGAMASSA

FENDILHAMENTO
ESMAGAMENTO
LATERAL DO
DO GRAUTE
BLOCO
TIPOS DE
RUPTURA

ESMAGAMENTO ESMAGAMENTO
DA ARGAMASSA DO BLOCO
CAUSAS E EFEITOS

Identificação da fissuras e suas causas, é de decisiva


importância para a elaboração de um plano de recuperação da
alvenaria danificada (data, configuração, espessura e espaçamento).
CAUSAS E EFEITOS

MOVIMENTAÇÕES TÉRMICAS
CAUSAS E EFEITOS

MOVIMENTAÇÕES HIGROSCÓPICAS

Umidade podendo ser:

PROVENIENTE DO
RESULTANTE DA PROVENIENTE DA
AR OU PROVENIENTE DO
PRODUÇÃO DOS EXECUÇÃO DA
FENÔMENOS SOLO
COMPONENTES OBRA
METEREOLÓGICOS
CAUSAS E EFEITOS

SOBRECARGA
As fissuras relacionadas a essa causa são por conta da compressão
excessiva sobre as paredes.

Ruptura por
Deformações da Flexão local da compressão da
argamassa alvenaria alvenaria ou
argamassa

FISSURAS FISSURAS
VERTICAIS HORIZONTAIS
CAUSAS E EFEITOS

Fissuras Verticais Fissuras Horizontais

Ruptura da alvenaria por Sobrecarga – Fissuras nos


Sobrecarga concentrada cantos das aberturas
CAUSA E EFEITOS

RETRAÇÃO DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO

Redução do volume de
materiais da base cimentícia Adição de água em excesso
de acordo com as condições Elevado teor de cimento
de umidade do sistema.
Retração
química Ocorre redução de volume devido às grandes forças interiores
de coesão, a água combinada quimicamente sofre uma
contração de cerca de 25% de seu volume original.

Retração de
secagem A quantidade excedente de água permanece livre no interior
da massa, evaporando-se posteriormente, produzindo a
redução do seu volume;

Retração por
carbonatação A cal hidratada, liberada nas reações de hidratação do
cimento, reage com o gás carbônico presente no ar, formando
carbonato de cálcio; esta reação é acompanhada de uma
redução de volume, gerando a chamada retração por
carbonatação.
CAUSAS E EFEITOS

RETRAÇÃO DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO


EXEMPLO:

A retração de lajes pode gerar fissurações


ou destacamento de pisos cerâmicos
assentados sobre o elemento estrutural,
devido à compressão nos pisos provocada
pela retração, bem como fissuras mapeadas
na própria laje.
Destacamento de piso cerâmico
CAUSA E EFEITOS

RETRAÇÃO DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO


CONSIDERAÇÕES:
Este problema é bastante significativo na
alvenaria estrutural aparente, pois ao sofrer
dessa patologia as juntas tendem a fissurar
e assim a água tem um caminho fácil para
penetrar na parede, graças a exposição ao
meio ambiente, o que pode gerar manchas Lixiviação Bolor

de umidade, bolor e lixiviação.


CAUSAS E EFEITOS

RECALQUE DIFERENCIAL NA FUNDAÇÃO

É UM DOS FATORES QUE MAIS AFETAM O DESEMPENHO DAS ALVENARIAS


ORIGENS DO RECALQUE DIFERENCIAL
•falhas de projetos;
•rebaixamento do lençol freático;
•falta de homogeneidade do solo ao longo da construção;
•consolidações diferenciadas de aterro;
•influência de fundações vizinhas.
CAUSAS E EFEITOS

RECALQUE DIFERENCIAL NA FUNDAÇÃO


CONSEQUÊNCIAS:
•Danos apenas arquitetônicos ou funcionais (recalque diferencial muito
pequeno)
•Danos a estrutura:
•Onde, caso não for executado um impedimento para a propagação das
fissuras, a estrutura pode vir a sofrer colapso.
CAUSAS E EFEITOS

RECALQUE DIFERENCIAL NA FUNDAÇÃO

FISSURAS

As fissuras geradas por esse tipo de patologia normalmente são inclinadas para o lado
onde ocorreu o recalque.

Sua abertura é maior do que na maioria das patologias

Quando de grandes proporções, observa-se uma variação na abertura das fissuras

As fissuras desenvolvidas serão diretamente proporcionais à intensidade do recalque


CAUSAS E EFEITOS
RECALQUE DIFERENCIAL NA FUNDAÇÃO

Fissuras devido à recalque diferencial de fundação


CAUSAS E EFEITOS

Alterações Químicas de Materiais de Construção


EXISTEM TRÊS TIPOS DE ALTERAÇÕES QUÍMICAS QUE APARECEM COM MAIOR
FREQUÊNCIA NAS CONSTRUÇÕES:
•Ataque por sulfatos
•Constituintes do cimento podem reagir com sulfatos formando soluções
que vêm acompanhadas de grande expansão.
•Corrosão de armaduras.
•A corrosão das armaduras representa um ponto crítico, pois somente são
inseridas armaduras nas partes internas dos blocos e, após, preenchidos
com graute os pontos críticos da estrutura, ou seja, locais em que a
utilização unicamente de blocos foi considerada insuficiente.
•Hidratação retardada de cales
CAUSAS E EFEITOS

Alterações Químicas de Materiais de Construção


HIDRATAÇÃO RETARDADA DE CALES

Uma cal mal hidratada apresenta excesso de


óxidos livres e, quando eles ficam na presença de
umidade, sofrem reações expansivas aumentando
de volume.
Isso faz surgir fissuras horizontais nas argamassas
de assentamento, geralmente nas proximidades do
topo da parede.
Fissuras horizontais no revestimento provocadas pela expansão
da argamassa de assentamento.
Recuperação e Reforço
■ Comprovar a redução ou
eliminação dos agentes
causadores da patologia;

■ Fazer análise minuciosa


das opções disponíveis;

■ Verificar necessidade de
reforço.
Qual o método mais
indicado?

Possibilidade
Padrão do
de alteração
imóvel
de layout

Análise Período
Condição
global dos disponível
de trabalho
efeitos da para
no local
solução execução
Lembre-se!

Devolvida a
Recuperação capacidade estrutural
projetada

Reforço Acréscimo na
capacidade projetada
Técnicas de Recuperação
Restauração com Pintura
Acrílica
■ A fissura não apresenta movimentação considerável;
■ Outra opção é aplicação de um selante flexível, como
poliuretano, silicone, etc.
Recuperação com Bandagem de
Dessolidarização
■ Criação de uma espécie de junta de dilatação nos
locais das fissuras, coberta por essa bandagem;
■ Os principais materiais constituintes dessas
bandagens são saco de estopa, esparadrapo, fita
crepe, plástico;
■ Tela autoadesiva, denominada “tela-fix”;
■ Fissuras ativas provocadas por variação térmica ou
movimentação higroscópica com elevada
movimentação.
Etapas para a recuperação de fissuras com
bandagem de dessolidarização:
Recuperação com Grampos de Fixação
■ Fissuras decorrentes de recalques diferenciais;
■ Mecanismo já estabilizado;
■ Risco de apresentar alguma movimentação ou
deslizamento;
■ Armaduras nas paredes, perpendicularmente à
direção das fissuras e chumbadas com
argamassa.
Substituição das Juntas de
Assentamento
■ Lajes de cobertura apoiadas em alvenaria portante;
■ Fissuração com atividade considerável;
■ Escoramento da laje, remoção da última junta de
assentamento e a introdução de material flexível;
- Quando o escoramento da laje
não for possível:
 Raspagem da junta
(profundidade aproximada de
10 mm), e posterior
preenchimento com selante
flexível
Substituição do Revestimento
- Fissuras provocadas por expansão retardada de
óxidos presentes na argamassa de assentamento de
alvenarias:
■ Esperar até completar a reação;

- Fissuras provocadas por ataques de sulfatos


■ Remoção do revestimento;
■ Eliminação do acesso da umidade da parede;
■ Aplicação de novo revestimento constituído por
cimento resistente a sulfatos.
Substituição dos elementos
degradados e fechamento das juntas

■ Desmonte e reconstrução dos elementos


de alvenaria;
■ Substituição da argamassa danificada;
■ Recomendada quando o elemento está
suscetível a elevadas tensões de
compressão, carregamentos diferenciais
ou ações térmicas;
Injeção de graute ou resina epóxi expansiva
■ Reestabelecer o monolistismo de fendas
passivas.
■ Garantir o perfeito preenchimento do espaço
entre as bordas das fissuras.
■ Técnica utilizada no preenchimento de trincas
e rachaduras assim como no preenchimento
dos furos dos blocos.
Recuperação de Revestimentos
Rígidos
■ Não há muitas alternativas;
■ Substituição das peças danificadas;
■ Dificuldade de encontrar no mercado peças
semelhantes às existentes.
TÉCNICAS DE
REFORÇO
Grauteamento

■ É utilizado para aumentar a resistência à compressão da


parede.

■ Em alguns casos são posicionadas armaduras dentro do


bloco para que o bloco resista melhor à tração

■ Exige controle das propriedades físicas e mecânicas do


graute, para que este apresente características análogas às
da alvenaria existente.
Grauteamento por gravidade

Aplicação do graute na
parede de alvenaria.

Esquema da técnica de
Grauteamento.
Elemento estruturais em aço

■ Tem como função principal o aumento da rigidez da


estrutura.

■ Pode-se incluir pórticos ou vigas de aço nos locais


enfraquecidos pelas aberturas para aumentar a resistência
ao carregamento vertical.

■ Onde existe a necessidade de reforço à esforços laterais,


pode-se utilizar elementos em aço na forma de
contraventamentos.
Reforço com uso de
barras de aço.

Reforço com uso de


cantoneiras parafusadas.
Fibras poliméricas (FRP)

■ São compósitos de alto desempenho utilizados para reforço


estrutural.

■ Formados por uma matriz de resina que agrega fibras


sintéticas, de vidro ou carbono.

■ Técnica mais utilizada de reforço com fibras poliméricas:


Aplicação de faixas laminadas ou barras inseridas em
entalhes.
Aplicação de barras de FRP

■ O local e o sentido de inserção das barras na alvenaria está


ligado ao tipo de esforço com o qual irão contribuir:

■ Rasgos Verticais: Aumento da resistência a esforços


aplicados fora do plano da parede, como os momentos.

■ Rasgos Horizontais: Aumento da capacidade de resistir aos


esforços de cisalhamento aplicados no seu próprio plano.
Aplicação de barras de FRP
■ Execução e limpeza de entalhes.

■ Aplicação de resina.

■ Posicionamento da barra de
fibra polimérica.

■ Entalhe é coberto com resina


Epóxi.
Protensão ou Atirantamento

■ O método baseia na utilização de tirantes que transmitem os


esforços através de placas de aço chumbadas em superfície
regularizada com argamassa.

■ É necessário um cuidado especial quanto à corrosão e para


isso é recomendado que todo o tirante seja
impermeabilizado.
O atirantamento pode ser tanto vertical quanto horizontal.
Argamassa Armada ou
Reboco Armado
■ Consiste na introdução de
armaduras chumbadas com
argamassa rica em cimento e
posicionadas
perpendicularmente à fissura.

■ A argamassa é projetada por


meio de uma bomba sobre as
duas faces da parede
Medidas preventivas
■ Contratação de serviços com qualidade;
■ Treinamento de pessoal;
■ Utilização de normas e procedimentos técnicos;
■ Adoção de técnicas racionalizadas;
■ Estudo de medidas de segurança;
■ Seleção de fornecedores;
■ Preparação de planos de controle;
■ Armazenamento e manutenção do material.
Medidas preventivas
Fase de projeto
■ Fissuras em encontro de paredes:

União por interpenetração União por reforço metálico


Medidas preventivas
Fase de projeto
• Fissuras nas proximidades das aberturas:

Execução de vergas e contravergas


Medidas preventivas
Fase de projeto
• Fissuras nas paredes por movimentação da laje:
Uso de apoio deslizante
Medidas preventivas
Fase de projeto
• Compatibilização de projetos:

Interação entre todos os projetistas


(arquitetura, instalações, estrutura,
fundação,etc);
 Evitar sobreposição de tarefas, má
interpretação e postergação de
soluções.
A compatibilização de projetos
também permite propor soluções
fáceis de executar.
Medidas preventivas
Fase de execução
• Especificar com precisão a posição dos blocos, as técnicas de união
entre paredes, amarração entre fiadas, os detalhes construtivos, posição
e características dos vãos, especificações de materiais, etc.
Medidas preventivas
Fase de execução
• Para o assentamento da alvenaria é necessário que as bases de
concreto estejam niveladas e adequadamente resistentes.
Medidas preventivas
Fase de execução
• A execução da alvenaria não pode ser feita com chuva.
• As paredes de alvenaria somente poderão ser executadas com
blocos inteiros. Não se admite corte ou quebra de blocos para
obtenção de “peças de ajuste”

Blocos inteiros, meios-blocos


e compensadores
Medidas preventivas
Fase de execução

• Armazenamento correto
dos materiais e controle
de estoque de blocos,
argamassas, grautes e
demais materiais.
Medidas preventivas
Manutenção predial

Segundo a NBR 5674/99, manutenção predial é um


conjunto de atividades a serem realizadas para conservar
ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de
suas partes constituintes de atender as necessidades e
segurança de seus usuários.
Referências
ZANZARINI, José Carlos. Análise das causas e recuperação de fissuras em
Edificação residencial em alvenaria estrutural – Estudo de caso. Disponível
em:
http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/6879/1/CM_COECI_2
016_1_15.pdf. Acesso em: 01 Nov. de 2017

MICHELON, Diego. Alvenaria estrutural: Recuperação e Reforço de edificação


residencial. Disponível em:
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/159613/001019360.p
df?sequence=1. Acesso em: 01 Nov. de 2017