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Medições Gerais RN a termo

•Comprimento – 48 a 55 cm
•Perímetro cefálico (PC) – 31 a 35,5 cm
•Perímetro torácico (PT) – 30,5 a 33 cm
•Perímetro abdominal (PA) – 30,5 a 33 cm
•Peso – média 3.400 g
 Coloração
Os recém-nascidos de cor
branca são rosados e os de cor
preta tendem para o
avermelhado.
 Palidez
Sugere geralmente a
existência de anemia e/ou
vasoconstrição periférica.
 Os recém nascidos (RN) apresentam certa instabilidade
vasomotora e lentidão circulatória periférica

Estas alterações produzem uma cor vermelho-escura ou até


mesmo violácea durante o choro
 Pode ocorrer cianose de extremidades quando há
exposição ao frio.
 Asmanchas mongólicas, representadas por
pigmentação cinza-azulada no dorso e nas
nádegas, não possuem nenhuma importância
clínica
O vérnix caseoso e hemangiomas capilares
maculares transitórios comuns em pálpebras e
pescoço, também são achados físicos
normais em recém-nascidos.

 Tufosde pêlos na coluna lombossacra sugerem


uma anomalia subjacente como espinha bífida
oculta, fístula ou tumor.
Alanugem, que são pêlos finos, macios e
imaturos, são encontrados nos
prematuros, nos lactentes a termo ela é
substituída por pêlos

 Edema - Descrever a intensidade e a


localização.
Geralmente desaparece em 24 a 48
horas, podendo ser moderado, mole,
localizado em face ao nível dos olhos e no
dorso de mãos e membros inferiores.
RN perde até 10% do peso de
nascimento.
É comum no RN o aparecimento de
um eritema, denominado de Eritema
tóxico.
 O eritema tóxico é descrito como
pápulas ou lesões vesicopustulosas
que surgem de 1 a 3 dias após o
nascimento, sendo localizado
na face, tronco e membros.
 É classificado como um exantema
benigno, desaparecendo em poucos
dias.
 Etiologia desconhecida -
Postula-se que a causa seja uma
reação ao ambiente extra-uterino.
A pele do RN é mais fina e lisa quanto mais
prematura for a criança. A maior proporção de
água em sua constituição contribui para
consistência quase gelatinosa nos prematuros
extremos.
 Icterícia - a cor amarelada da pele e mucosas pode
ser considerada anormal e deverá ser esclarecida
a sua causa.
 Milium sebáceo - consiste em pequenos pontos
branco-amarelados localizados principalmente em
asas de nariz.
 Perímetro cefálico: deve ser tomado por
fita métrica inelástica passando pela
protuberância occipital e pela região mais
proeminente da fronte.
 È 1 a 2 cm maior que o perímetro torácico
 Investigar a presença de macro ou
microcefalia.
 Fontanelas: de dimensões variáveis:
anterior em formato de losango, com
variações de 1 a 5 cm. A posterior tem
formato triangular e é do tamanho
de uma polpa digital.
 Áreas amolecidas nos ossos parietais no vértice
próximo à sutura sagital são chamadas de
craniotabes (zona de tábua óssea depressível),
sendo comuns em prematuros e neonatos que
foram expostos à compressão uterina.
Suturas: Após o parto, o afastamento
das suturas pode estar diminuído devido
ao cavalgamento dos ossos do crânio,
sem significado patológico, e deve ser
diferenciado da cranioestenose que é a
soldadura precoce de uma ou mais
suturas cranianas provocando
deformações do crânio com hipertensão
intracraniana.
Morfologia: pode apresentar
deformidades transitórias
dependentes da apresentação
cefálica e do próprio parto:

 Bossa serossangüínea: é uma


tumefação difusa, edematosa
(massa mole, mal delimitada,
edemaciada e equimótica),
localizando-se ao nível da
apresentação.
 Céfalo-hematoma: É um
hematoma (hemorragia) no
subperióstico que se distingue
da bossa pelo seu rebordo
periférico palpável, e pelo fato
de não ultrapassar a sutura.
A regressão espontânea com
calcificação ocorre em algumas
semanas a meses.
Pode ser bilateral ou
volumoso e apresentar
icterícia.
 Observar sobrancelhas, cílios, movimentos palpebrais,
edema, direção da comissura palpebral (transversal e
oblíqua), afastamento de pálpebras e epicanto.
 Hemorragias conjuntivais são comuns, mas são
reabsorvidas sem qualquer procedimento.
 Secreções purulentas (conjuntivite ou oftalmia neonatal)
devem ser investigadas as causas.
 A presença de estrabismo é comum e pode persistir por
cerca de 3 a 6 meses, quando se desenvolve
a coordenação dos movimentos oculares.
Os pavilhões, nos RN, são muito moles e moldáveis. No
prematuro, frequentemente permanece dobrado.
 Observar forma, tamanho, simetria, implantação.
 Uma anomalia do pavilhão pode estar associado a
malformação do trato urinário e anormalidades
cromossômicas.
 A acuidade auditiva pode ser pesquisada através da
emissão de ruído próximo ao ouvido e observar a resposta
do reflexo cócleo-palpebral, que é o piscar dos
olhos. (Teste da orelhinha).
 Observar a forma,
permeabilidade das coanas,
mediante a oclusão da boca e
de cada narina separadamente
e/ou à passagem de uma sonda
pelas narinas e a presença de
secreção serosanguinolenta.
 Cistosde retenção mucosa na linha média do
palato - pérolas de Epstein –, na gengiva –
cistos de Bohn – e no assoalho da boca –
rânulas - são comuns, desaparecendo
espontaneamente algumas semanas após o
nascimento.
 Presença de dentes;
 Conformação do palato (ogival); a
presença de fenda palatina; da fissura labial
(lábio leporino);
 O desvio da comissura labial;
 Posição da mandíbula (retrognatia);
 Visualizar a úvula;
 Avaliar tamanho da língua (glossoptose
representar risco de vida) e freio lingual.
O pescoço do RN é grosso, curto e com pregas.
 Palpar a parte mediana para detectar a
presença de bócio, fístulas e cistos;
 Explorar a mobilidade e tônus.
 O tórax do recém-nascido é cilíndrico e o ângulo costal
é de 90º.
 Uma assimetria pode ser determinada por
malformações de coração, coluna ou arcabouço costal.
 O tipo respiratório é caracteristicamente abdominal.
 Palpar ambas as clavículas para detectar a presença
de fraturas.
 Observar o ingurgitamento das mamas e/ou presença
de leite que pode ocorrer em ambos os sexos, bem
como a presença de glândula supranumerária. A
hipertrofia de glândulas mamárias é comum em
ambos os sexos.
A respiração é abdominal, silenciosa e não utiliza
musculatura acesória.
 A freqüência respiratória é de 40 a 60 movimentos,
com incursões intercaladas por pequenas pausas.
 Estertores bolhosos logo após o nascimento
normalmente são transitórios e desaparecem nas
primeiras horas de vida. Sua persistência obrigará a
verificar a ausência de patologias pulmonares, bem
como diminuição global e assimetria do murmúrio
vesicular.
A freqüência cardíaca do RN é de 100 a 160 bpm.
 A PA sistólica ao nascer é de 70mmHg, sendo um
pouco menor nos RN pequenos para idade
gestacional (PIG <= 2,5 kg)
 A saturação arterial de O2 situa-se em torno de 90%
entre 30 e 180 min.
 Podemos auscultar sopros transitórios que, na
maioria dos casos, não representam cardiopatias
congênitas.
 A palpação dos pulsos femorais é obrigatória. Sua
ausência indica coarctação aórtica.
 Contorno normal do abdômen é cilíndrico,
geralmente proeminente e com veias visíveis.
 Observar ruídos abdominais.
 O fígado costuma ser palpável até 2 cm abaixo
do rebordo costal.
O cordão umbilical é normalmente branco-gelatinoso.
Inspecionar cordão umbilical: 2 artérias e 1 veia.
 A presença de secreção fétida na base do coto umbilical,
edema e hiperemia de parede abdominal indica
onfalite.
 Uma ponta de baço pode ser palpável na primeira
semana.
 Os rins podem ser palpados principalmente o
esquerdo.
 Detectar a presença de massas abdominais.
 A musculatura lisa do tubo digestivo tem seu tônus
diminuído, facilitando a distensão abdominal.
 No entanto, a distensão quando significativa logo ao
nascimento, nos faz pensar em obstrução ou perfuração do
trato gastrointestinal (TGI), geralmente por íleo meconial.
 Uma distensão abdominal que se inicia mais tardiamente
pode representar obstrução intestinal, sepse ou peritonite.
O ar atinge o cólon no primeiro dia de
vida. Uma radiografia abdominal deve
revelar gás no reto em 24h.
 Visualizar sistematicamente o orifício
anal, em caso de dúvida quanto à
permeabilidade usar uma pequena
sonda.
 O mecônio pode ser eliminado logo
após o nascimento, mas o faz
geralmente entre 10 e 12 horas:
 Deve ser eliminado de 24 a 48 horas de
vida
A taxa de filtração glomerular, que encontra-se
baixa no período fetal, aumenta com a idade
gestacional, assim como no período pós-natal
 A função renal tem início no período fetal. Ao
nascer o RN apresenta a bexiga contendo certa
quantidade de urina, que é eliminada nas
primeiras horas de vida.
 Observar a
integridade e definição, isto é, se há
ambigüidade ou não.
 Ospequenos lábios e clítoris estão proeminentes
e os pequenos lábios podem apresentar pequenas
aderências (sinéquias).
 Pode-se perceber saída de secreção catarral, às
vezes sanguinolenta, pela vagina – estrógenos
maternos.
A aderência do prepúcio à glande é
comum, raramente necessitando de
tratamento.
 Observar meato urinário.
 Palpação do escroto, observar presença de
testículos. (Criptorquidia)
 Pode ocorrer hidrocele não-comunicante
que desaparece após o 4° mês.
 A hiperreflexia cremastérica pode elevar os
testículos durante o choro ou no frio.
 A coluna será examinada, especialmente na
área sacrolombar, percorrendo com os dedos a
linha média em busca de espinha bífida,
mielomeningocele e outros defeitos.
 Os dedos devem ser examinados (polidactilia, sindactilia,
malformações ungueais).

A presença de fraturas ou lesão nervosa (paralisias) será


avaliada pela atividade espontânea ou provocada dos
membros.
 Paralisia braquial e facial (assimetria facial durante o
choro).
O bom estado das articulações coxo-femurais deve
ser pesquisado sistematicamente pela abdução das
coxas, tendo as pernas fletidas (manobra de
Ortolani), e pela pesquisa de assimetria de pregas da
face posterior das coxas e subglúteas.
 Uma moderada adução da parte anterior do pé,
de fácil redução, deve ser diferenciada do pé
torto congênito, onde a redução não ocorre.
 Caracterizar a maturação neurológica do RN.
 Moro:
 Com ruídos fortes ou movimentos bruscos o RN joga os
braços e pernas para a frente. Desaparece no 4° mês.
 Garra ou Preensão palmar:
 Flexão dos dedos das mãos e pés
quando a palma ou a planta é
estimulada com o dedo ou algum
objeto.
 Preensão plantar:
 Desaparece em torno do 3°mês de vida.
 Fuga
 Decúbito ventral, cabeça lateralizada,
simulando obstrução de vias aéreas
 Tônico Cervical ou curvatura do
tronco:
 Extensão do membro
homolateral com a rotação
lateral da cabeça.
 Óculo motor:
 Encontra-se presente. Pode haver
dilatação pupilar secundária.
 Sucção e Deglutição:
 Presente exceto nos prematuros de baixo peso (<35
sem).
 Marcha:
 Seguro pelas axilas, em posição vertical e colocado sobre
uma superfície, o RN desenvolve movimentos de marcha
automática
 Pontos cardeais:
 Estímulos táteis aplicados na região peri-oral,
fazendo com que o RN procure, com
movimentos de sucção (lábios e língua a
direção dos quatro pontos cardeais, a criança
obedece onde há o estímulo.
 Voracidade:
 Mesma maneira que no reflexo
anterior, porém a cabeça do RN deve
estar segura. Em resposta ele dirige todo
aparelho bucal ao objeto, já que não
consegue virar a cabeça.
1ºO exame do RN é de fundamental
importância, pois ao contrário de
pacientes adultos, as únicas informações
que ele pode nos fornecer são seus sinais
e sintomas.
2ºO RN assim como crianças não são
adultos em miniatura, possuem suas
particularidades, principalmente nos
primeiros anos de vida.
3ºDevido as suas particularidades
principalmente no sistema hematológico
e alterações metabólicas, devemos ter
cuidado com a administração de certas
drogas.
 WHALEY; WONG. Enfermagem Pediátrica. 5
ed., Guanabara, 1999.
 MARCONDES, E. Pediatria Básica – 9ª edição –
São Paulo: Sarvier, reimpressão, 2003.