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FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM

EM SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA


OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Após a aula o aluno deverá ser
capaz de:
1. Descrever as características de saúde e doença mental.
2. Discutir a finalidade e uso do Manual diagnóstico e estatístico de
transtornos mentais. 4ª. ed. ( DSM-IV-TR)
Associação Americana de Psiquiatria.
1. Identificar marcos históricos importantes no atendimento
psiquiátrico.
2. Discutir tendências atuais no tratamento de pessoas com doença
mental.
3. Discutir os padrões dada Associação Americana de Psiquiatria.
relativos a prática de enfermagem psiquiátrico-mental.
4. Descrever as preocupações comuns dos estudantes quanto a
enfermagem psiquiátrica. 2
SAÚDE E DOENÇA MENTAIS

1. Saúde mental : desempenha


seu papel na sociedade e
comportamento apropriado e
adaptativo.

2. Doença mental:
ao contrário.

Cultura, valores e crenças - definem saúde e


doença mentais.
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SAÚDE MENTAL

FATORES QUE AFETAM A SAÚDE MENTAL:

1. Individuais ou pessoais;

2. Interpessoais ou relacionais;

3. Socioculturais ou ambientais.
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VIDEBECK, 2012
FATORES QUE AFETAM A SAÚDE MENTAL:

1. Individuais ou pessoais
• Constituição biológica;
• Autonomia e independência
• Autoestima e capacidade de crescimento
• Vitalidade e habilidade de ver sentido na
vida;
• Resiliência ou firmeza emocionas;
• Senso de pertencimento e orientação para a
realidade e
• Habilidades de controle de estresse e de
enfrentamento.
VIDEBECK, 2012 5
FATORES QUE AFETAM A SAÚDE MENTAL:

2. Interpessoais ou relacionais:
• Comunicação eficaz e capacidade de ajudar
os outros;
• Intimidade e equilíbrio entre separação e
união.
3. Socioculturais ou ambientais:
• Senso de comunidade
• Intolerância à violência e apoio à
diversidade entre as pessoas ;
• Domínio do ambiente e uma visão positiva,
porém realista do próprio mundo.
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VIDEBECK, 2012
DOENÇA MENTAL

FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DOENÇA


MENTAL:

1. Individuais ou pessoais;

2. Interpessoais ou relacionais;

3. Socioculturais ou ambientais.
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VIDEBECK, 2012
FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DOENÇA
MENTAL:
1. Individuais ou pessoais
• Constituição biológica;
• Preocupações ou medos intoleráveis ou
irreais;
• Incapacidade de distinguir realidade de
fantasia;
• Intolerância às incertezas da vida;
• Senso de desarmonia e perda de sentido da
própria vida.

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VIDEBECK, 2012
FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DOENÇA
MENTAL:

2. Interpessoais ou relacionais:
• Comunicação ineficaz e capacidade;
• Excessiva dependência ou afastamento dos
relacionamentos;
• Falta de senso de pertencimento;
• Perda do controle emocional;
• Apoio social inadequado.
3. Socioculturais ou ambientais:
• Falta de recursos, pobreza;
• Violência, falta de moradia;
• Visão negativa injustificada do mundo;
• Discriminação; raça, classe idade e sexo. 9
MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO
DE TRANSTORNOS MENTAIS –DSM-IV-TR
4ª. Ed. revisado

1. Três propósitos:
a) Nomenclatura e linguagem padronizadas;
b) Características definidoras de para distinguir
diagnósticos específicos;
c) Ajuda a identificar as causas subjacentes aos
transtornos
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MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO
DE TRNASTORNOS MENTAIS –DSM-IV-TR
4ª. Ed. revisado

1. Cada indivíduo é avaliado segundo cinco eixos que


objetiva relatar:
Eixo I - Distúrbios Clínicos e outras condições que podem
ser foco de atenção clínica. Todos os distúrbios
mentais.(exceto distúrbios de personalidade e o retardo
mental.
Eixo II – Distúrbios de personalidade e retardo mental,
assim como aspectos mal adaptativos da personalidade e
mecanismos de defesa.

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MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO
DE TRNASTORNOS MENTAIS –DSM-IV-TR
4ª. Ed. revisado

1. Cada indivíduo é avaliado segundo cinco eixos que objetiva


relatar:
Eixo III – Condições Médicas gerais, relevantes para
compreensão ou controle do transtorno mental.
Eixo IV – Problemas Psicossociais e Ambientais que podem afetar
o diagnóstico e tratamento do TM.
Eixo V – Avaliação Global do Funcionamento (escala - AGF), que
classifica o funcionamento psicológico geral do indivíduo
(psicológico, social e ocupacional) em uma escala de 0 a 100

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RETROSPETIVA HISTÓRICA DO DOENÇA
MENTAL E DO TRATAMENTO

 Na antiguidade a doença indicava


insatisfação dos deuses – punição
do pecado;
 Um indivíduo com transtorno
mental era tido como divino ou
demoníaco dependendo do
comportamento.

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NA GRÉCIA ANTIGA

 Na Grécia Antiga, o “louco” era considerado uma


pessoa com poderes diversos.
 O que dizia era ouvido como um saber importante
e necessário, capaz de interferir no destino dos
homens.
 A loucura era tida como uma manifestação dos
deuses, sendo, portanto, reconhecida e valorizada
socialmente.
 Não havia necessidade de seu controle e/ou
exclusão. 14
NA GRÉCIA ANTIGA

 Hipócrates (Sec.IV a.C) – os quatro tipos de


temperamento:
 Sanguíneo: expansivo, otimista, mas irritável e impulsivo;
 Fleumático: sonhador, pacífico e dócil, preso aos hábitos e
distante das paixões;
 Colérico: ambicioso e dominador, tem propensão a reações
abruptas e explosivas;
 Melancólico: nervoso e excitável, tendendo ao pessimismo, ao
rancor e à solidão.
Essa teoria entrou na idade média através de Galeno e
influenciou todo o pensamento ocidental
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NA GRÉCIA ANTIGA

 Hipócrates (Sec.IV a.C) – os quatro tipos de


temperamento: (humores)
 Sanguíneo: expansivo, otimista, mas irritável e impulsivo;
 Fleumático: sonhador, pacífico e dócil, preso aos hábitos e
distante das paixões;
 Colérico: ambicioso e dominador, tem propensão a reações
abruptas e explosivas;
 Melancólico: nervoso e excitável, tendendo ao pessimismo, ao
rancor e à solidão.
Desequilibrio dos humorres x Doença mental
Essa teoria entrou na idade média através de Galeno e
influenciou todo o pensamento ocidental
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NA GRÉCIA ANTIGA

 Aristóteles ( 382-322 a. C) Tentou


relacionar os transtornos mentais a
distúrbios físicos.
 Que a quantidade de sangue, de água, de
bile amarela e negra no corpo controlavam
as emoções, que correspondiam aos
humores: alegria, calma, raiva e tristeza.
 Tratamento: sangria, inanição e purgação.
Persistiu até o XIX ( BASLY, 1982)
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INÍCIO DA ERA CRISTÃ

 Atribui-se as doenças a possessões


demoníacas. (1 – 1000 d.C).
 Feitiçaria e sobrenatural predominavam.

 “ nau dos insensatos” postos ao mar, à


deriva em busca da racionalidade

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A “cura”desses indivíduos
envolvia um ritual de
exorcismo para livrar o
corpo dessas forças
indesejadas.

Isto consistia muitas vezes


em espancamentos
brutais, inanição ou outros
meios de tortura.
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A LOUCURA E A IGREJA CATÓLICA

 Era tida como possessão por espíritos maus, os quais


precisavam ser extirpados mediante práticas
inquisitoriais, sob o controle da Igreja.
 A correlação da doença mental com a demonologia ou
feitiçaria fez com que alguns indivíduos doentes
mentais fossem queimados na fogueira.
aumento do poder da Igreja, onde as sessões de
exorcismo, na intenção de retirar o demônio do corpo
dos possuídos, e as sentenças de morte na fogueira,
eram constantes.

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RENASCIMENTO (1300- 1600)

Na Inglaterra:
 Os doentes inofensivos – permitia-se que vagassem
pelo interior do pais ou morasse me comunidades
rurais.
 Os “lunáticos” – Em prisões, acorrentados e submetidos
a inanição. Eram ridicularizados e considerados animais
inferiores aos homens.
Neste contexto, surge a associação com a periculosidade.

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O PERÍODO DO ILUMINISMO E A CRIAÇÃO DE
INSTITUIÇÕES PARA TRATAMENTO MENTAL

 Na década de 1790 - Esclarecimento sobre a


doença mental:
 Phillippe Pinel – França.
 William Tukes - Inglaterra
Formularam o conceito de asilo como refúgio seguro e
protetivo. Inicia-se o tratamento moral com o doente
mental
Dorotehea Dix, nos Estados Unidos – reformula o
tratamento.

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O PERÍODO DO ILUMINISMO E A CRIAÇÃO DE
INSTITUIÇÕES PARA TRATAMENTO MENTAL

 Trata-se da apropriação da loucura pelo saber médico.

 A loucura passa a ser sinônimo de doença mental.

 Pinel manda desacorrentar os alienados e inscreve


suas “alienações” na nosografia médica.

 A loucura, enquanto doença, deveria ser tratada


medicamente.
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 A iniciativa de Pinel abre duas questões importantes:
se por um lado, tal iniciativa cria um campo de
possibilidades terapêuticas, por outro, define um
status patológico e negativo para a loucura.

 As ideias de Pinel terminam por reforçar a separação


dos loucos dos demais excluídos, a fim de estudá-los
e buscar sua cura.

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O PERÍODO DO ILUMINISMO E A CRIAÇÃO DE
INSTITUIÇÕES PARA TRATAMENTO MENTAL

 No século XIX, inicia-se a medicalização da


loucura e, com isso, a composição da prática
médica psiquiátrica.
 Entretanto, ainda eram utilizadas técnicas
arcaicas de tratamento - a prática de girar o
paciente em momentos de delírios até que este
desmaiasse.

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 A instituição asilar passou a ser indispensável
no tratamento de doentes, pois os afastava de
tudo que, teoricamente, lhes provocava
alienação (a sociedade, a família, os amigos),
além de ser um local moralmente correto,
coordenado por leis, obrigações e restrições, e
que levaria a cura aos alienados

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EVOLUÇÃO DAS INTERVENÇÕES
 As terapias evoluíram da repressão pura e simples
incluindo os castigos físicos que iam até a morte por
lapidação na fogueira, passando pela hidroterapia já
proposta por Diocles de Cristo, da época de
Hipócrates e pela meloterapia que já nos tempos
Bíblicos era empregada.

 Procedimentos mágico, exorcismos e “desobsessões”


ao lado de psicoterapias e terapias biológicas com
medicamentos químicos de indiscutível valor.

 Utilização de medicamentos a base de ervas,


empiricamente utilizadas como tranquilizantes como
a (melissa oficinalis) erva-cidreira (água de melissa)
a folha do maracujá (passiflora) etc. e que mais tarde
tiveram seus princípios ativos identificados e seus
efeitos comprovados ao uso dos quimiotarápicos.
EVOLUÇÃO DAS INTERVENÇÕES
 A utilização de correntes elétricas,
também era comum;

 a psico-cirurgia com a lobotomia pré-


frontal ou leucotomia, criada em Portugal
pelos neurocirurgiões Antônio Egas Muniz
( premio Nobel de Medicina) e seu colega
Almeida Lima, em 1935.

 Comas insulínicos do médico Vienense


Manfred Sakel em 1933
IDADE CONTEMPORÂNEA

Sigmund Freud e o tratamento dos


transtornos mentais

 No século XX, Freud (1856 – 1939) torna-se


responsável por um método de exploração do
inconsciente denominado de psicanálise, uma
nova teoria sobre o funcionamento da mente.

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 O trabalho de Freud teve um caráter
revolucionário em relação à forma como a
loucura era vista.
 Apesar de Freud não ter mudado a presente
superioridade do médico em relação ao
doente, ele alterou o tratamento dado a este,
na medida em que foi dada “voz” a esse
indivíduo (LUIS, 2000).

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DESENVOLVIMENTO DA
PSICOFARMACOLOGIA

 No século XX, novas formas


de tratamento destinadas
aos doentes mentais,
também pelo surgimento dos
chamados psicotrópicos,
grandes aliados na
contenção e no controle do
comportamento dos
chamados loucos.
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 A contenção através de
psicofármacos ocorre,
principalmente, após a
Segunda Guerra Mundial,
nos anos 1950.
 Essa forma de
tratamento
medicamentoso torna-se
um importante aliado da
medicina atual

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1952
•sintetizada em laboratório o
1952 primeiro neuroléptico do mundo, a
clorpromazina

•Progressos:- Atitude positiva em


1952 relação à doença mental
•Doentes crônicos melhoram-

•O tratamento em casa tornou-se


1952 possível- Expandem-se
tratamentos psicoterápicos
 Duzentos anos depois de Pinel
 No período pós-guerras (1ª e 2ª guerras
mundiais), a psiquiatria tornou-se foco de
discussões em relação ao tratamento
prestado aos doentes mentais no ambiente
asilar.
 Surge o movimento. Comunidade
Terapêutica
( década de 50)

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NO BRASIL

No Brasil Primeiro
manicômio

Fundado por
1852 D. PedroII no
Rio de Janeiro
MOVIMENTO DE SAÚDE MENTAL
COMUNITÁRIA

Surgem ambientes menos restritivos – 1963


Estados unidos.
Lei – Centro de Saúde Mental comunitária.
Tratamentos mais próximo dos familiares e
comunidade.
Possibilidade de intervenção sobre as
causas e a evolução das doenças mentais
Ocorre a desinstitucionalização.

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A DOENÇA MENTAL NO SÉCULO XXI

REFORMA PSIQUIÁTRICA BRASILEIRA.

39
A ENFERMAGEM PSIQUIÁTRICA NO
SÉCULO XXI
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INTRODUÇÃO

COSIDERANDO:

 As inovação tecnológica, ao longo do século vinte, e que


continua no início do atual;
 Ocorreram, mudanças tanto na vida profissional como
nas relações interpessoais do ser humano;
 O recrutamento e a seleção de profissionais sofreu
sensível alteração;
 Exige um profissional cada vez mais qualificado.

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INTRODUÇÃO

O homem tem que aprender a


conviver com essa avalanche
de informações e tecnologias
sem se esquecer de que é um
ser social e se desenvolve por
meio da relação com os
demais
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PANORAMA DA SAÚDE MENTAL NO ÂMBITO
MUNDIAL
RELATÓRIO MUNDIAL DA SAÚDE – Saúde
Mental
 450 milhões de pessoas no mundo sofrem de
transtornos mentais ou neurobiológico ou
problemas psicossociais decorrentes do uso de
álcool ou drogas.
 Convivemos com diferentes paradigmas na área
da saúde mental: Interpessoal,
neurobiológicos e comunitário.

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Dados gerais da OMS sobre a saúde mental
70 milhões apresentam dependência do álcool.

50 milhões têm epilepsia.

24 milhões apresentam esquizofrenia.

1 milhão comete suicídio.


Entre 10 a 20 milhões tentam suicídio.
Raras são as famílias sem um integrante com transtorno mental.

Uma em cada quatro pessoas será afetada no curso da vida por um


transtorno mental.
O aumento do número de idosos traz consigo maior incidência de
demências e de doença de Alzheimer.

A depressão grave é a principal causa de incapacitação em nível


mundial, quarta principal causa de doenças na classificação geral das
enfermidades, com projeção para ser a segunda em 2020. 44
O QUE MERECE ATENÇÃO
O enfermeiro na área de saúde mental e
psiquiatria está perdendo sua identidade e
visibilidade:
 Há preconceito, medo, falta de integração dos
conceitos básicos de saúde mental aos da
enfermagem geral.
 Carga horária de graduação insuficiente.

 Dificuldade em absorver todo o conhecimento em


saúde mental e psiquiatria sem perder de vista os
valores da enfermagem incluindo as relações
interpessoais.

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CLASSIFICAÇÃO DAS INTERVENÇÕES DE
ENFERMAGEM (NIC)
Principais intervenções de enfermagem:
1. Como estabelecer uma relação confiança;
2. Encorajar a verbalização de:
 Sentimentos;
 Pensamentos;
 Entre outros....

As intervenções de enfermagem requerem


conhecimento em comunicação terapêutica e
relações interpessoais para sua consecução, como
já preconizava Hildegard Peplau, ( Pioneira da
enfermagem psiquiátrica) de 1952 a 1994

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PERSPECTIVAS DA ENFERMAGEM EM
SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA
O que é necessário:
 Trabalhar em equipe;
 Qualificação profissional;
 Programas de educação continuada;
 Designar enfermeiros conforme suas afinidades;
 Intercâmbio científico;
 Manter-se atualizado;
 Desenvolver e participar de grupos de estudo;
 Estimular parcerias entre instituições de ensino e
assistências;
 Participar conscientemente das políticas de saúde
mental;
 Transformar problemas em desafios a serem vencidos.
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PERSPECTIVAS DA ENFERMAGEM EM
SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA

“Lutar pela extinção de


instituições que primam em
continuar a ser “depósitos” de
pessoas com transtorno
mental, em prol de cuidado
humanitário e competente,
acreditando no potencial do
outro.”
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QUESTÕES RELATIVAS AO ESTUDANTE
1. E se eu disser alguma coisa errada?
2. O que é que vou fazer lá?
3. E se ninguém quiser conversar comigo?
4. Pareço intrometido quando faço perguntas pessoais?
5. Como vou lidar com comportamentos bizarros ou
inapropriados?
6. O que acontecerá se um cliente quiser namorar comigo ou
apresentar alguma exposição sexual ou comportamento
inapropriado?
7. Há algum risco a minha segurança física?
8. E se eu encontrar alguém conhecido que está sendo tratado
na unidade?
9. E se eu reconhecer que tenho problemas similares ou os
mesmos antecedentes de algum cliente?
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1. QUESTÕES DE AUTOPERCEPÇÃO

2. QUESTÕES DE PENSAMENTO CRÍTICO;


a) Com as próprias palavras, descreva saúde mental.
b) Descreva características, comportamento e
capacidades de pessoa mentalmente saudável.
c) Ao pensar em doença mental, que imagens ou ideias
vêm à sua mente? De onde vem – filmes, televisão,
experiência pessoal?
d) Que características suas indicam uma boa saúde
mental?
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“Todos os homens são doidos e, apesar das
precauções, só diferem entre si em virtude
das proporções.”

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