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Prof.

Marcelo Barros Marques


Brasília, DF – 16 a 18 de maio de 2018.
Objetivo da Curso

Aperfeiçoar o conhecimento do modo


como se desenvolvem o
planejamento e execução
orçamentária, financeira e
patrimonial na administração
pública.
Contextualização

1. ato ou efeito de orçar;

2. cálculo ou conta das receitas e despesas prováveis de um


estado, de um município, de uma empresa, etc. , durante um
ano econômico;

3. cálculo pormenorizado do que é preciso gastar para se


realizar qualquer tarefa.

Dicionário da Língua Portuguesa


Contextualização

É o planejamento feito pela Administração Pública para atender,


durante determinado período, aos planos e programas de
trabalho por ela desenvolvidos, por meio da planificação das
receitas a serem obtidas e pelos dispêndios a serem efetuados,
objetivando a continuação e a melhoria quantitativa e
qualitativa dos serviços prestados à sociedade.

Diana Vaz de Lima, 2000.


Contextualização

Lei Ordinária aprovada anualmente pelo Legislativo e


sancionada pelo Chefe do Poder Executivo com o
propósito de estimar as receitas e fixar as despesas
para o exercício financeiro. Conhecida como Lei
Orçamentária Anual, ou somente LOA.

Marcelo Marques
• Como funciona o orçamento público?

GESTÃO
RESPONSÁVEL

Equilíbrio
Fiscal
(possibilidade)
Ações
Governamentais
(realizações)

Anseios da
sociedade
(necessidade)
25.0
30.0
35.0
40.0
45.0
50.0
55.0
60.0
65.0
2001.12
2002.03
2002.06
2002.09
2002.12
2003.03
2003.06
2003.09
2003.12
2004.03

Fonte: IPEADATA
2004.06
2004.09
2004.12
2005.03
2005.06
2005.09
2005.12
2006.03
2006.06
2006.09
2006.12
2007.03
2007.06

Gov. Lula
2007.09
2007.12
2008.03
2008.06
2008.09
2008.12
2009.03
2009.06
2009.09
2009.12
2010.03
2010.06
2010.09
2010.12
2011.03
2011.06
2011.09
2011.12
2012.03
2012.06
2012.09
2012.12
Dívida Pública (%PIB) dez/2001 a mar/2018

2013.03
2013.06
2013.09
2013.12
2014.03
Gov. Dilma

2014.06
2014.09
2014.12
2015.03
2015.06
2015.09
2015.12
2016.03
2016.06
2016.09
2016.12
2017.03
2017.06
2017.09
2017.12
Gov. Temer

2018.03
POLÍTICA FISCAL
Gastos e Receitas Públicas
Áreas de atuação do Estado
outros
legislativo Fontes de financiamentos
Outras
previdência receitas
educação desequilíbrio
taxas,
defesa contribuições
justiça
impostos
saúde
segurança
POLÍTICA FISCAL
Aumento de alíquota tributária – Opção 1
Áreas de atuação do Estado Fontes de financiamentos
outros Expansão
da carga
legislativo
tributária
previdência
Outras
educação equilíbrio receitas
defesa taxas,
justiça contribuições
saúde
impostos
segurança
POLÍTICA FISCAL
Obtenção de empréstimos ou emissão de Títulos Públicos – Opção 2
Áreas de atuação do Estado Fontes de financiamentos
outros
Operações
legislativo de Crédito
previdência
Outras
educação equilíbrio receitas
defesa taxas,
justiça contribuições
saúde
impostos
segurança
POLÍTICA FISCAL
Obtenção de empréstimos ou emissão de Títulos Públicos – Opção 3
Áreas de atuação do Estado Fontes de financiamentos
outros
Emissão de
legislativo moeda
previdência
Outras
educação equilíbrio receitas
defesa taxas,
justiça contribuições
saúde
impostos
segurança
POLÍTICA FISCAL
Cortar Gastos – Opção 4

Áreas de atuação do Estado Fontes de financiamentos


outros
Outras
legislativo

previdência
equilíbrio receitas
educação taxas,
defesa contribuições
justiça

saúde
impostos
segurança
Normas Orçamentárias

Anualidade

Unidade de Caixa

Universalidade

Exclusividade

Especificação

Publicidade

Equilíbrio Financeiro

Orçamento Bruto

Não Afetação
Normas Orçamentárias

Dispositivos
Constitucionais

Normas
Gerais

Normas
Específicas

Normas
Regulamentares
Normas Orçamentárias

Dispositivos Constitucionais:
artigos 165 a 169 da CF

165 166

167

168 169
Dispositivos Constitucionais

Art. 165
• Dispõe a iniciativa do Poder Executivo de propor a LOA, LDO e PPA;
•Determina que Lei Complementar disporá sobre regras aplicadas ao direito
financeiro.
•Estabelece, ainda:
•§ 1º - A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as
diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e
outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
•§ 2º - A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da
administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro
subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as
alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências
financeiras oficiais de fomento.
Dispositivos Constitucionais

Art. 165
•§8º - A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita
e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de
créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de
receita, nos termos da lei.

•§ 9º - Cabe à lei complementar:


•I - dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização
do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual;
•II - estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e
indireta bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos.
(Vide PLC Nºs 229/2009 e 248/2009 em tramitação no CN)
Dispositivos Constitucionais

Art. 166
• Dispõe que os Projetos Leis da LOA, LDO e PPA serão apreciados pelas
casas do Congresso Nacional;

•Incumbe à Comissão Mista (de orçamento) o exame e emissão de parecer


das matérias inerentes ao orçamento.
Dispositivos Constitucionais

Art. 167
• Dispõe sobre as vedações acerca da execução do orçamento.
o início de programas ou projetos não incluídos na lei
orçamentária anual;
II - a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas
que excedam os créditos orçamentários ou adicionais;
IV - a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou
despesa, ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos
impostos a que se referem os arts. 158 e 159, a destinação de
recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino, como
determinado pelo art. 212, e a prestação de garantias às operações
de crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º;
Dispositivos Constitucionais

Art. 167
• Dispõe sobre as vedações acerca da execução do orçamento.
V - a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia
autorização legislativa e sem indicação dos recursos
correspondentes;
VI - a transposição, o remanejamento ou a transferência de
recursos de uma categoria de programação para outra ou de um
órgão para outro, sem prévia autorização legislativa;
§ 1º - Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um
exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no
plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de
crime de responsabilidade.
Dispositivos Constitucionais

Art. 167
• Dispõe sobre as vedações acerca da execução do orçamento.
§ 2º - Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no
exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de
autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele
exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão
incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.

§ 3º - A abertura de crédito extraordinário somente será admitida


para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as
decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública,
observado o disposto no art. 62.
Dispositivos Constitucionais

Art. 168
• Determina a obrigatoriedade de o Poder Executivo entregar os recursos
mensais aos demais Poderes a ao Ministério Público, até o dia 20.
Dispositivos Constitucionais

Art. 169
• Dispõe sobre as regras e limites da execução da despesas com pessoal e
encargos sociais.
Normas Orçamentárias
Dispõe sobre normas
gerais de Direito
Dispositivos Constitucionais:
Financeiro para
artigos 165 a 169 da CF elaboração e controle
dos orçamentos e
balanços da
Infra-Constitucionais: Administração Pública

Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964.

Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 -


Lei de Responsabilidade Fiscal >

Estabelece normas de finanças públicas voltadas


para a responsabilidade na gestão dos recursos
públicos
Normas Orçamentárias
Dispositivos legais de planejamento e execução do
orçamento
Estabelece o planejamento do plano
de governo para o período de 4
PPA
anos, com a mensuração de metas a Plano Plurianual
serem alcançadas.

Dispõe sobre o conjunto de metas e


prioridades da Administração LDO
Pública, bem como orienta a
elaboração da Lei Orçamentária do
Lei de Diretrizes
exercício subseqüente. Orçamentárias

Dispõe sobre a previsão de receita e


a fixação da despesa a serem LOA
observadas na execução do
orçamento. Lei Orçamentária Anual
Evolução do Emprego do Orçamento
Evolução do Emprego do Orçamento

Segundo Giacomoni (2001) é a estrutura na qual a


função principal é controlar os gastos, preocupando-se
com o cumprimento de tetos orçamentários
estipulados para as unidades orçamentárias em
termos de objetos de gastos com pessoal, serviços de
terceiros entre outros.
Evolução do Emprego do Orçamento

Objetiva a racionalização do processo de fixação de


políticas públicas por meio da análise custo-benefício
das alternativas para se atingir os benefícios
propostos, incorporando nesse processo a
mensuração dos produtos para propiciar eficácia no
atingimento desses objetivos. (Castro; Garcia, 2004).
Evolução do Emprego do Orçamento

GESTÃO
RESPONSÁVEL

Equilíbrio
Fiscal
(possibilidade)
Ações
Governamentais
(realizações)

Anseios da
sociedade
(necessidade)
Áreas de atuação do orçamento Funções do Estado

Função:
EDUCAÇÃO

DEMAIS Função:
FUNÇÕES JUSTIÇA

Orçamento-
Programa

Função: Função:
SAÚDE SEGURANÇA
Evolução do Emprego do Orçamento
Processo de elaboração do orçamento
UO OS Poder Executivo
O Órgão Central de
As UOs avaliam a 24/mai O Órgão Setorial 31/mai Orçamento recebe a
necessidade de manifesta-se acerca da proposta prévia e com
despesas e encaminha viabilidade dos pedidos base na LDO comunica
ao Órgão Setorial encaminhados pelas UOs aos OS os limites
referencias orçamentários.

As UOs recebem do OS 1ª quinz/


O OS faz a adequação 5/jul
os limites para as das necessidades de
jul
despesas a serem acordo com os limites
contemplados no referenciais recebidos as
orçamento. prioridades fixadas. CNJ dá parecer à
proposta no caso do PJ

2ª quinz/ O OS consolida a O Executivo consolida a


jul proposta orçamentária proposta orçamentária de
das UOS e encaminha ao todos os Poderes e
Executivo. 10/ago encaminha ao Legislativo.
Processo de elaboração do orçamento
Poder Executivo Legislativo
O Executivo consolida
O Legislativo
a proposta 31/ago
encaminha o PLOA à
orçamentária de todos
Comissão de
os Poderes e
Orçamento (CMO).
encaminha ao
Legislativo.
Conforme
cronograma próprio.

A CMO dá parecer ao
PLOA e encaminha ao
plenário do Legislativo.
Conforme
cronograma próprio.

O Chefe do Executivo O Legislativo aprova o


em até 15 dias após o 22/dez projeto de lei e
recebimento do PL encaminha à sanção do
sanciona a LOA. Chefe do Executivo
TEXTO DA EC 95/2016

Art. 102. Ficam estabelecidos, para cada exercício, limites individualizados para as despesas
primárias:
[...]
II - do Supremo Tribunal Federal; do Superior Tribunal de Justiça; do Conselho Nacional de Justiça;
da Justiça do Trabalho; da Justiça Federal; da Justiça Militar da União; da Justiça Eleitoral e da
Justiça do Distrito Federal e Territórios, no âmbito do Poder Judiciário;

§ 1º Cada um dos limites a que se refere o caput deste artigo equivalerá:


I - para o exercício de 2017, à DESPESA PRIMÁRIA PAGA no exercício de 2016, incluídos os
RESTOS A PAGAR PAGOS e demais operações que afetam o resultado primário, corrigida em 7,2%
(sete inteiros e dois décimos por cento); e

II - para os exercícios posteriores, ao valor do limite referente ao exercício imediatamente anterior,


corrigido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, publicado pelo
IBGE, ou de outro índice que vier a substituí-lo, para o período de doze meses encerrado em junho do
exercício anterior a que se refere a lei orçamentária.
DESPESAS
PRIMÁRIAS

DESPESAS OBRIGATÓRIAS DESPESAS DISCRICIONÁRIAS

 Pessoal.
 Benefícios.  Custeio.
 Previdências.  Investimentos
 Gastos sociais obrigatórios. em geral.
 Sentenças Judiciais, etc.
TEXTO DA EC 95/2016

POSSIBILIDADE DE AJUSTE NOS LIMITES


NOS PRIMEIROS TRÊS (3) EXERCÍCIOS (2017, 2018,
2019)

§ 7º Nos três primeiros exercícios financeiros da vigência do Novo Regime Fiscal, o Poder
Executivo poderá compensar com redução equivalente na sua despesa primária, consoante os
valores estabelecidos no projeto de lei orçamentária encaminhado pelo Poder Executivo no
respectivo exercício, o excesso de despesas primárias em relação aos limites de que tratam os
incisos II a V do caput deste artigo.

§ 8º A compensação de que trata o § 7º deste artigo não excederá a 0,25% (vinte e cinco
centésimos por cento) do limite do Poder Executivo.
LIMITES PARADIGMA DE 2016 DOS ÓRGÃOS DO LEJU

+ + + +
7,2% IPCA IPCA IPCA
LIMITE
PARADIGMA
2016
2017 2018 2019 2020 ... 2036

POSSIBILIDADE DE O A PARTIR DE 2020 OS


PODER EXECUTIVO LIMITES RETORNAM AO
AMPLIAR OS LIMITES DO PATAMAR DE 2016 COM AS
LEJU ATUALIZAÇÕES PELA
(§§ 7º e 8º do art. 107 da EC INFLAÇÃO (IPCA)
95/2016)
TEXTO DA EC 95/2016

1) Poderá ser ajustado o gasto dos demais Poderes


acima do limite paradigma de 2016, em
2017/2018/2019, com a compensação de limites
do Poder Executivo em daqueles;

2) Mas, a partir de 2020, o limite de todos os


poderes retorna ao paradigma 2016 com as
respectivas atualizações pelo IPCA.
2017/ 2018 / 2019

+ + + +
7,2% IPCA IPCA IPCA
LIMITE
PARADI
GMA20
2017 2018 2019 2020 ... 2036
16

POSSIBILIDADE DE O A PARTIR DE 2020 OS


PODER EXECUTIVO LIMITES RETORNAM AO
AMPLIAR OS LIMITES DO PATAMAR DE 2016 COM AS
PODER JUDICIÁRIO ATUALIZAÇÕES PELA
(§§ 7º e 8º do art. 107 da EC INFLAÇÃO (IPCA)
95/2016)
Exemplo de compensação § 7º, art. 107 EC 95

LIMITE DE GASTO 2017/2018/2019


§ 7º DO ART. 107 DA EC 95/2016 (COMPENSAÇÃO)

JUDICIÁRIO
JUDICIÁRIO LIMITE GASTO AMPLIADO
(§7º ART. 107 EC 95/2016)
COMPENSAÇÃO (§7º DA EC )

EXECUTIVO
EXECUTIVO

Limite Poder Judiciário

Limite Poder Executivo


PEC §7º DA PEC
(COMPENSAÇÃO)

EXECUTIVO
EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO
EM 2018

Não há garantia de que nos demais exercícios (2018 e 2019) o


Poder Executivo continuará compensando valores excedentes
dos demais poderes, à exceção dos gastos com pessoal,
decorrente do plano de cargo dos servidores.
Orçamento Autorizado Lei Orçamentária Anual

prevê LOA fixa

RECEITAS DESPESAS

EQUILÍBRIO FISCAL
Orçamento Autorizado Crédito autorizado

O que é funcional e
programática?
Crédito Inicial:
Conjunto de dotações consignadas pela LOA à
Unidade Orçamentária (UO).

Característica:
É disponibilizado por funcional programática.

Créditos
Dotação
Dotação inicial adicionais -
autorizada
cancelamentos
Crédito autorizado
Funcional e Programática: Instrumento de classificação orçamentária das despesas fixadas no
orçamento de modo a permitir a identificação da área de atuação do governo (função e
subfunção), o que será feito para melhoria do indicador social (programa para atingir metas),
bem como serão realizadas as tarefas para execução do programa (ações).

Aqui concentram-se as despesas inerentes às


construções, reformas e ampliações de
edificações (investimentos) ou aquisição de
imóveis (inversões financeiras).
As ações dividem-se em:
Atividade: instrumento de programação para alcançar o objetivo de um
programa, envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo
contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à
manutenção da ação de governo.

Projetos: instrumento de programação para alcançar o objetivo de um


programa, envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das
quais resulta um produto que concorre para a expansão ou aperfeiçoamento
da ação de governo.
Crédito adicionais

Créditos Adicionais: São gêneros de dotação autorizada. Ou seja, forma


de se autorizar gastos orçamentários, por meio dos quais adiciona-se
dotação ao orçamento originalmente fixado pela LOA, com indicação da
fonte de financiamento.

Dividem-se em três espécies:


Crédito Suplementar: Destinado ao reforço de dotação orçamentária já
prevista no Orçamento (LOA). Necessita autorização legislativa prévia ou
concomitante. Aberto por resolução, decreto ou lei.
Crédito Especial: Destinado às despesas para as quais não haja dotação
orçamentária específica na LOA. Necessita autorização legislativa
concomitante. Aberto por lei.
Crédito Extraordinário: Destinado às despesas urgentes e imprevisíveis,
como em caso de calamidade pública, guerra, comoção interna, etc.
Aberto por medida provisória.
Crédito adicionais

Créditos Adicionais: São gêneros de dotação autorizada. Ou seja,


forma de se autorizar gastos orçamentários, por meio dos quais
adiciona-se dotação ao orçamento originalmente fixado pela LOA,
com indicação da fonte de financiamento.
Dividem-se em três espécies:
Situação Suplementar Especial Extraordinário

Dotação Inicial A zero A ou zero


Crédito Adicional B B B
Dotação Autorizada A+B B A + B ou B
Orçamento Autorizado Crédito autorizado

Crédito Inicial:
Conjunto de dotações consignadas pela LOA à
Unidade Orçamentária (UO).

Característica:
É disponibilizado por funcional programática.

Créditos
Dotação
Dotação inicial adicionais -
autorizada
cancelamentos
Orçamento Autorizado Crédito autorizado

Créditos Adicionais:
Crédito Suplementar: Destinado ao reforço de dotação
orçamentária já prevista no Orçamento (LOA). Necessita
autorização legislativa prévia ou concomitante.

Crédito Especial: Destinado às despesas para as quais não haja


dotação orçamentária específica na LOA. Necessita autorização
legislativa concomitante.

Crédito Extraordinário: Destinado às despesas urgentes e


imprevisíveis, como em caso de calamidade pública, guerra,
comoção interna, etc. Aberto por Medida Provisória.
Execução da Despesa Despesas Públicas

CONCEITO

É o desembolso efetuado pela administração


pública para obtenção de serviços, materiais
ou obras (gastos públicos), necessários à
realização de suas atividades institucionais,
nos limites traçados na Lei de Meios.
Execução da Despesa Classificação da Natureza da Despesa

Despesa Modalidade de Elemento Subelemento


Cat.Econômica Grupo
Orçamentária aplicação (exemplos) (exemplos)

Dígito 1º 2º 3º e 4º 5º e 6º 7º e 8º
da ND
Movimentação de Crédito Orçamento Autorizado

As descentralizações de créditos são transferências de


dotações orçamentárias de uma Unidade Gestora (UG) para
Outra.
Segundo o Decreto nº 825/93, quando a transferência se dá
entre UG’s de um mesmo órgão, temos a chamada
movimentação interna de crédito, mais conhecida como
provisão.
Quando a transferência dar-se entre UG’s de Órgãos distintos,
ocorre a descentralização externa, chamada destaque.
Movimentação de Crédito IMPORTANTE
Art. 8o Todo e qualquer crédito orçamentário deve ser consignado diretamente à
unidade orçamentária à qual pertencem as ações correspondentes, vedando-se a
consignação de crédito a título de transferência a outras unidades orçamentárias
integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.
§ 1o Não caracteriza infringência ao disposto no caput, bem como à vedação
contida no inciso VI do caput do art. 167 da Constituição Federal, a
descentralização de créditos orçamentários para execução de ações pertencentes à
unidade orçamentária descentralizadora.
§ 2o As operações entre órgãos, fundos e entidades integrantes dos Orçamentos
Fiscal e da Seguridade Social, ressalvado o disposto no § 1o, serão executadas,
obrigatoriamente, por meio de empenho, liquidação e pagamento, nos termos
da Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, utilizando-se a modalidade de aplicação
91. . (ART. 8º DA LDO 2017 DO GOV.FEDERAL)
Regras de movimentação de crédito (Decreto Nº 825/93)
DESTAQUES
PROVISÕES

• Órgão A • Órgão B

UO 1 UO 2 UO 3 UO 4
UG X UG W UG K UG J

UG Y UG Z UG L UG M
Execução da Despesa Estágios das despesas

Fases da Despesa (estágios)

• O processo de execução da despesa é realizado


em três fases, também denominadas estágios:
EMPENHO, LIQUIDAÇÃO e PAGAMENTO (quitação).

empenho liquidação pagamento

1ºestágio 2ºestágio 3ºestágio


Execução da Despesa Estágios das despesas

EMPENHO
(1º Estágio)
• É o procedimento por meio do qual a Administração Pública cria
para o Estado, obrigação pendente ou não de adimplemento de
condição. Este é o conceito clássico.
• Em termos práticos, é o ato administrativo emanado pelo poder
público, em que este reserva crédito ao credor que só receberá
o devido pagamento, caso cumpra com as obrigações legais
ajustadas. Esse Ajuste é registrado no SIAFI por meio da Nota
de Empenho.
Execução da Despesa Estágios das despesas

LIQUIDAÇÃO
(2º Estágio)
• Nessa fase a administração pública, na pessoa do responsável
pelo recebimento do material, serviço ou obra, irá verificar se o
fornecedor/credor cumpriu com todas as obrigações
compactuadas, verificando se quantidade recebida, qualidade
do produto, documentação acessória, etc., estão condizentes ao
registrado na Nota de Empenho ou Contrato. Verificada a
adimplência por parte do fornecedor, a autoridade
administrativa irá atestá-la no documento de recebimento (nota
fiscal, recebido, comprovantes, etc.). O fato administrativo
deverá ser registrado no SIAFI.
Execução da Despesa Estágios das despesas

LIQUIDAÇÃO
IMPORTANTE
• É da
responsabilidade do
gestor a verificação
do adimplemento das
condições ajustadas
entre a administração
pública e o credor
(atestado).
Execução da Despesa Estágios das despesas

LIQUIDAÇÃO
Retenções
• Na fase da liquidação, a administração pública
atendendo a ditames legais, realiza retenções
dos recursos para posterior repasse a quem
de direito.
Execução da Despesa Estágios das despesas

PAGAMENTO (Quitação)
(3º Estágio)
• 3 º e último estágio do da execução da despesa. É a
fase da quitação da obrigação da administração pública
para com o credor. Essa quitação se consolida pela
emissão da Ordem Bancária (OB) de pagamento,
recolhimentos de encargos retidos (DARF, GPS, DAR,
GFIP) ou pela transferência de recursos à outra
Unidade Gestora (Transferência Financeira – TLF).

Estágios de Execução
Execução da Despesa Estágios das despesas

PAGAMENTO DA DESPESA

É da responsabilidade do agente financeiro e do


Ordenador de Despesas a autorização do
pagamento.
Execução Orçamentária e Patrimonial

D 2.1.3 Fornecedores (F) Contabilidade patrimonial – “Classes 1, 2, 3 e 4”


C 1.1.1 Caixa e equivalente caixa (F)

D 3.3.2 Variação Patrimonial Diminutiva - Reconhecimento do passivo na liquidação


Serviços
C 2.1.3 Fornecedores (F)

Execução da despesa
Reconhecimento Pagamento
do passivo
DD6.2.2
5.2.2Crédito
Dotação Empenhado Liquidado
Orçamentário
Orçamentária Inicial a
Disponível Contabilidade orçamentária – “Classe 5 e 6”
Pagar
CC6.2.2
6.2.2Crédito
CréditoEmpenhado a Liquidar
Orçamentário Disponível
C 6.2.2 Crédito Empenhado Pago

D 6.2.2 Crédito Empenhado a liquidar


C 6.2.2 Crédito Empenhado Liquidado a
Pagar

Dotação Empenho Liquidação Pagamento


Execução Orçamentária e Patrimonial

D 2.1.3 Fornecedores (F)


D 1.2.3 Ativo Imobilizado
Contabilidade patrimonial – “Classes 1, 2, 3 e 4”
C 1.1.1 Caixa e equivalente caixa (F)
C 2.1.3 Fornecedores (F)

Reconhecimento do passivo depois do empenho e


Execução da despesa antes da liquidação
Ex: Recebimento provisório de materiais

Reconhecimento Pagamento
do passivo
D
DD6.2.2
5.2.2Crédito
6.2.2 Dotação
Crédito Orçamentário
Empenhado a
Orçamentária
Empenhado emDisponível
Liquidar
Inicial
Liquidado a
Liquidação
Contabilidade orçamentária – “Classe 5 e 6”
Pagar
C
CC6.2.2
6.2.2Crédito
6.2.2 CréditoEmpenhado
Crédito a
em
Orçamentário
Empenhado Liquidar
liquidação
Disponível
Liquidado a
C 6.2.2 Crédito Empenhado Pago
Pagar

Dotação EmpenhoEm LiquidaçãoLiquidação Pagamento


Execução Orçamentária e Patrimonial

Contabilidade patrimonial – “Classes 1, 2, 3 e 4”


D 3.3.2 Variação Patrimonial Diminutiva D 2.1.3 Precatórios (F)
- D 2.1.3 Precatórios (P)
Serviços C 2.1.3 Precatórios (F) C 1.1.1 Caixa e equivalente caixa (F)
C 2.1.3 Precatórios (P)
Reconhecimento do passivo “Sem suporte
Execução da despesa orçamentário”
Ex: Precatórios
Reconhecimento Reconhecimento Pagamento
passivo (permanente)
do passivo (financeiro)
Contabilidade orçamentária – “Classe 5 e 6”
D 5.2.2 Dotação Adicional
C 6.2.2 Crédito Orçamentário Disponível D 6.2.2 Crédito Empenhado a Liquidar D 6.2.2 Crédito Empenhado em
C 6.2.2 Crédito Empenhado em liquidação Liquidação
C 6.2.2 Crédito Empenhado
D 6.2.2 Crédito Orçamentário Disponível Liquidado a Pagar
D 6.2.2 Crédito Empenhado Liquidado a
C 6.2.2 Crédito Empenhado a Liquidar Pagar
C 6.2.2 Crédito Empenhado Pago

DotaçãoEmpenhoEm LiquidaçãoLiquidaçãoPagamento
Programação Financeira

Conceito
É a quantificação do conjunto de ações
desenvolvidas com o objetivo de estabelecer o
fluxo de caixa do órgão, para determinado
período, tendo como parâmetros a previsão
da receita, os limites orçamentários, as
demandas para despesas e a tendência de
resultado (déficit, equilíbrio ou superávit).

Definição
Dispositivo em destaque: Art. 8º
CRONOGRAMA ANUAL DE DESEMBOLSO MENSAL

RECEITA PREVISTA DESPESA FIXADA


JAN ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

FEV ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

MAR ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

ABR ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

MAI ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO


...

...

...
NOV ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

DEZ ARRECA××DAÇÃO EXECUÇÃO

Cadenciamento de execução orçamentária indesejada.


Dispositivo em destaque: Art. 8º
CRONOGRAMA ANUAL DE DESEMBOLSO MENSAL

RECEITA PREVISTA DESPESA FIXADA


JAN ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

FEV ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

MAR ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

ABR ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

MAI ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO


...

...

...
NOV ARRECADAÇÃO EXECUÇÃO

DEZ ARRECA××DAÇÃO EXECUÇÃO

Cadenciamento de execução orçamentária desejada.


Programação Financeira
FLUXO DO PROCESSO DE PROGRAÇÃO
(Governo Federal)
Secretaria do Tesouro Nacional/MF
COFIN/STN
(órgão central de programação financeira)

A STN consolida a programação C


financeira de todos os órgãos federais e
libera as cotas financeiras respectivas..
O P O OSPF consolida a programação
3º passo T P financeira do órgão e a registra junto a
STN. 2º passo
A F

Ministérios e órgãos afins


órgão setorial de programação financeira)

Os Departamentos registram P P Os Departamentos registram


suas programação financeira P SUB-REPASSE P suas programações financeiras
1º passo junto ao OSPF. junto ao OSPF. 1º passo
F F

Departamentos Departamentos
(unidade gestora) O OSPF promove o (unidades gestoras)
sub-repasse os
recursos solicitados
pelos diversos
Departamentos
vinculados.

Fluxograma 4º passo
Programação Financeira

Fixa despesa Estima receita


LOA
Dotação Autorizada
Cota de Despesa a programar
sem detalhamento
(STN e Órgão Setorial)
(Unidade Orçamentária) Nota de Dotação
ND (SOF)
PPF
Detalhamento da dotação-DETAORC PFA
Dotação detalhada-Crédito
Solicitação de Aprovação de
disponível
Cota Financeira Cota Financeira
(Unidade Gestora)
(Órgão Setorial) (STN)

Nota de Empenho - NE Liberação do Recurso

Empenho da Despesa Limite de Saque Recebido


(Unidade Gestora) (Órgão Setorial)

Liquida o empenho – CPR/SIAFIWEB Sub-repasse concedido


Limite de Saque Recebido
Liquidação da Despesa (Unidade Gestora)
(Unidade Gestora)

Ordem Bancária - OB/Confluxo

Pagamento
Encerramento do Exercício Procedimentos e Rotinas

Equilíbrio necessário por fonte de recursos


DIAGRAMA

$
Ativos financeiros

Obrigações
Disponibilidades
financeiras

DF = AF - PF
Restos a Pagar

Definição

• o orçamento público é executado anualmente, coincidindo


com o ano civil – 1º de janeiro a 31 de dezembro. Ao
término do período, ao que chamamos de encerramento do
exercício, apura-se o resultado da situação orçamentária da
Unidade Gestora.
• É normal na apuração restar despesas ainda pendentes de
quitação, as quais deverão ser pagar no próximo exercício
financeiro. A esse fato dar-se o nome de restos a pagar.

Definição
Restos a Pagar

Base Legal

– Art. 36 - Consideram-se Restos a Pagar as


despesas empenhadas mas não pagas até o dia
31 de dezembro, distinguindo-se as processadas
das não-processadas.(Lei 4.320/64, art. 36, caput).

Definição
Restos a Pagar

TIPOS

• RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS: São as despesas


inscritas em restos a pagar que no término do exercício
encontrava-se no primeiro estágio de execução
(Empenhada).

Tipos
Restos a Pagar

TIPOS

• RESTOS A PAGAR PROCESSADOS: São as despesas


inscritas em restos a pagar que no término do exercício
encontrava-se no segundo estágio de execução
(Empenhada e liquidada), restando, portanto, somente o
pagamento.

Tipos
Restos a Pagar
• Artigos 68 a 70 do Decreto n. 93.872/86:
 Restos a pagar com execução não iniciada terão validade até 30
de junho do segundo exercício subsequente à inscrição;
 Os demais terão validade por até 5 anos após a inscrição.

Tipos
Restos a Pagar

REPERCUSSÕES NO PLANEJAMENTO

• Impossibilidade de readequação orçamentária do valor inscrito em RP;


• Impossibilidade de nova licitação utilizando o valor inscrito em RP;
• Assincronia de execução de acordo com o planejamento feito;
•Exceção à regra ao princípio da anualidade.
•Dificuldade de novos aportes orçamentários durante o exercício, se
não existir orçamento crédito análogo no orçamento vigente.
Restos a Pagar

IMPORTANTE

 Não confundir Restos a Pagar (RP) com


Despesas de Exercício Anteriores (DEA).
Aquela é, como já vimos, tratada no artigo
36, da Lei 4.320 e esta última tem sua
definição traçada no artigo 37 da mesma Lei.

Tipos
Restos a Pagar

IMPORTANTE
Diferença entre os dois tipos de obrigações

Diferenças:
RAPx DEA
RAP DEA

Exercício Exercício
Empenho
anterior atual

Fato Exercício Exercício


Gerador anterior anterior

Comparativo
SISTEMA CONTÁBIL

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADO AO SETOR


PÚBLICO ”A edição de normas gerais para

(MCASP) órgão central de contabilidade da União,


consolidação das contas públicas caberá ao

enquanto não implantado o conselho de que


trata o art. 67.”

 Dar caráter mais gerencial ao controle do patrimônio e


da execução do orçamento público;
 Editado pela STN com fundamento no artigo 50, §2º da
 LRF;
 Reclassifica o plano de contas único do setor público
(PCASP);
 Aderência da administração financeira do setor
público brasileiro às normas internacionais da área
(IPSAS - International Public Sector Accounting Standards).
SISTEMA CONTÁBIL - DIVISÃO EM SUBSISTEMAS
Natureza da Informação Saldo Devedor Saldo Credor

1. Ativo 2. Passivo

PATRIMONIAL
3. Variação Patrimonial 4. Variação Patrimonial
Diminutiva (VPD) Aumentativa (VPA)

5.Controle da aprovação e 6.Controle da aprovação e


ORÇAMENTÁRIA
planejamento Orçamentário planejamento Orçamentário

TÍPICAS DE CONTROLE 7. Controles Devedores 8. Controles Credores


SISTEMA CONTÁBIL –PLANO DE CONTAS (PCASP)

Natureza da Informação Saldo Devedor Saldo Credor

1. Ativo 2. Passivo

Subsistema Patrimonial
3. Variação Patrimonial 4. Variação Patrimonial
Diminutiva (VPD) Aumentativa (VPA)

5.Controle da aprovação 6.Controle da execução


Subsistema Orçamentário e planejamento do planejamento
Orçamentário (CAPO) Orçamentário (CEPO)

Subsistemas de
Compensação e de 7. Controles Devedores 8. Controles Credores
Custos
Lógica do Registro Contábil

1 – Ativo 2 - Passivo
1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante
1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante

2.3 - Patrimônio Líquido

3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa


3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições
... ...
3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas

5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do


Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento
5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento
5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento
5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar

Devedor Credor
7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores
7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais
7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira
7.3 – Dívida Ativa 8.3 – Execução da Dívida Ativa
7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais
7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos
7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
Lógica do Registro Contábil

1 – Ativo 2 - Passivo
1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante
82 1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante

Contas Patrimoniais 2.3 - Patrimônio Líquido


Composição Patrimonial

3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa


3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições
... Contas de Resultado ... Resultado Patrimonial
3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas

5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do


Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento
5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento
5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento
5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar

Contas Orçamentárias Orçamentária


7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores
7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais Atos Potenciais
7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira
7.3 – Dívida Ativa 8.3 – Execução da Dívida Ativa Controle
7.4 – Riscos Fiscais Contas de Controle 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais
7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos
Custos
7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
Lógica do Registro Contábil

1 – Ativo 2 - Passivo
1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante
1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante

Contabilidade Patrimonial 2.3 - Patrimônio Líquido


Regime de Competência

3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa


3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições
... ...
3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas

5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do


Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento
5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento
5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento
5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar

Contabilidade Orçamentária Regime “misto”


7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores
7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais
7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira
7.3 – Dívida Ativa 8.3 – Execução da Dívida Ativa
7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais
7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos
7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
Lógica do Registro Contábil

1 – Ativo 2 - Passivo
1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante
1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante

Informações de Natureza Patrimonial 2.3 - Patrimônio Líquido


D C
3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa
3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria
3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições
... ...
3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas

5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do


Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento
5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento
5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento
5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar D C
Informações de Natureza Orçamentária

7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores


7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais
7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira
7.3 – Dívida Ativa Informações de Natureza 8.3 – Execução da Dívida Ativa
7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais
7.8 – Custos Típica de Controle 8.8 – Apuração de Custos D C
7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
Natureza da Informação

Patrimônio Público e suas Variações


Patrimonial (classe 1 a 4)
qualitativas e quantitativas

Orçamentária (classe 5 e 6) Planejamento e execução orçamentária

Funções típicas de controle, atos potenciais,


Controle (classe 7 e 8)
Administração Financeira e informações
adicionais

Custos Apurar e demonstrar os custos


dos serviços públicos prestados

Atos potenciais, identificar os


Compensação compromissos futuros e os
riscos assumidos
Administração Programação financeira e
Financeira outros controles de
administração do caixa
LRF - Contextualização

“É papel do Estado o fomento de políticas e ações que


visem atender aos anseios da comunidade.”

“Para o desenvolvimento dessas ações é preciso obter os


recursos junto à sociedade (arrecadar tributos), a fim de
distribuí-los na proporção de que aqueles que mais
necessitam de suas ações possam valer-se do braço
estatal...”

“...as necessidades sociais superam as disponibilidades


financeiras do Estado...”
A Lei de Responsabilidade Fiscal visa regulamentar a Constituição
Federal, na parte da Tributação e Orçamento (Título VI), cujo Capítulo II
estabelece as normas gerais de finanças públicas a serem observadas
pelos três níveis de governo.
Em particular, a LRF vem regulamentar os artigos 163, 165, § 9º e 169
da Constituição.
Artigo 1º:

Conceitua a LRF
Demonstra seu objetivo;
Define entes e componentes do Poderes para os efeitos da LRF.
Artigo 2º:

– Define termos utilizados na LRF, tais como:

• Significado de empresas estatais dependentes e


controladas;
• Conceito de Receita Corrente Líquida.
Somatório das receitas correntes, deduzidos: o
valor das despesas com transferências
intergovernamentais concedidas, as
contribuições previdenciárias para o RPS,
parte empregador e empregado, bem como as
receitas para o PIS e o PASEP.
GOVERNO FEDERAL Em R$1.000,00
DEMO NSTRATIVO DA RECEITA CO RRENTE LÍQ UIDA
ORÇAMENT OS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
MARÇO/17 AT É FEVEREIRO/18

RREO - Anexo 3 (LRF, art. 53, inciso I) R$ milhares


TOTAL P R EVIS ÃO
ES P EC IF IC AÇÃO ÚLTIM OS ATUALIZADA
12 M ES ES EXER C ÍC IO 5
R EC EITA C OR R ENTE (I) 1.427.497.192 1.513.302.790
R e c e ita Tributá ria 474.072.938 491.075.630
R e c e ita de C o ntribuiç õ e s 816.044.717 843.378.330
R e c e ita P a trim o nia l 102.854.571 89.318.622
R e c e ita Agro pe c uá ria 18.858 23.453
R e c e ita Indus tria l 896.578 955.685
R e c e ita de S e rviç o s 40.099.399 40.633.068
Tra ns fe rê nc ia s C o rre nte s 1.412.214 1.092.821
R e c e ita s C o rre nte s a C la s s ific a r¹ -34.715.000 0
Outra s R e c e ita s C o rre nte s 26.812.917 46.825.181
DEDUÇÕES (II) 690.986.714 729.146.952
Tra ns f. C o ns tituc io na is e Le ga is ² 244.029.499 251.743.022
C o ntrib. Em p. e Tra b. p/ S e g. S o c ia l³ 365.173.355 392.884.403
4
C o ntrib. P la no S e g. S o c ia l do S e rvido r 13.760.341 15.932.600
C o m pe ns a ç ã o F ina nc e ira R GP S /R P P S 56.253 0
C o ntr. p/ C us te io P e ns õ e s M ilita re s 3.387.072 3.316.604
C o ntribuiç ã o p/ P IS /P AS EP 64.580.194 65.270.323
R EC EITA C OR R ENTE LÍQUIDA (III) = (I - II) 736.510.477 784.155.838
FONT E: SIAFI - ST N/CCONT /GEINF
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)

Dispositivo em destaque: Art. 4º


“Determina que os entes da federação observem o equilíbrio fiscal e metas
Fiscais de resultado na elaboração de seus orçamentos.”
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)

Dispositivo em destaque: Art. 9º


•No sentido de manter o ajuste fiscal
Limite de Empenho e de permanente, a LRF inovou o Direito
Movimentação Financeira
Financeiro criando o limite de empenho e
CONTIGENCIAMENTO
movimentação financeira.

•Este instrumento de limitação funciona da seguinte maneira. A


cada bimestre o Poder Executivo avalia se as receitas realizadas
(arrecadações) estão se comportando de acordo com o previsto no
Orçamento Inicial. Caso haja frustração de receita ou aumento
demasiado da despesa é efetivada a limitação de empenho e de
movimentação financeira
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
Contigenciamento
Dispositivo em destaque: Art. 9º
•No sentido de manter o ajuste fiscal
Limite de Empenho e de permanente, a LRF inovou o Direito
Movimentação Financeira
Financeiro criando o limite de empenho e
CONTIGENCIAMENTO
movimentação financeira.

•Este instrumento de limitação funciona da seguinte maneira. A


cada bimestre o Poder Executivo avalia se as receitas realizadas
(arrecadações) estão se comportando de acordo com o previsto no
Orçamento Inicial. Caso haja frustração de receita ou aumento
demasiado da despesa é efetivada a limitação de empenho e de
movimentação financeira
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
Contigenciamento
Exemplo de Meta Fiscal de Superávit Primário
Produto Interno Bruto: R$ 4,5 trilhões
Meta: superávit primário do Governo Federal
de 3,10% do PIB = R$ 139,5 bilhões
Em R$ bilhões

Receita Primária (I) R$ 1.066

Despesas Primária (II) R$ 921

Resultado Primário (I – II) R$ 145

1º momento
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
Contigenciamento
Produto Interno Bruto: R$ 4,5 trilhões

Meta: superávit primário do Governo Federal


de 3,10% do PIB = R$ 139,5 bilhões
Em R$ bilhões

Receita Primária Líquida (I) R$ 1.063

Despesas Primária (II) R$ 928

Resultado Primário (I – II) R$ 135


Aumento de R$ 7 bilhões nos gastos com previdência social devido a
concessão de reajustes do salário mínimo, acima do projetado pelo governo.
Ocorreu, ainda, a não aprovação do projeto de lei que alterava a alíquota de
certo tributo, frustrando a arrecadação prevista de R$ 3 bilhões.

2º momento
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
Contigenciamento
Produto Interno Bruto: R$ 4,5 trilhões

Meta: superávit primário do Governo Federal


de 3,10% do PIB = R$ 139,5 bilhões
Em R$ bilhões

Receita Primária (I) R$ 1.063

Despesas Primária (II) R$ 928


Limitação de Empenho e Movimentação - R$ 4.5
Financeira (III)
Resultado Primário (I – II) R$ 139,5
Nos termos do artigo 9º da LRF o Governo deverá promover a limitação de
empenho e de movimentação financeira (contingenciamento) das despesas
discricionárias no valor de R$ 4,5 bilhões a fim de cumprir as metas fiscais.

Medida a adotar
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
AÇÃO GOVERNAMENTAL SE... O ORDENADOR DE
DESPESAS DEVERÁ...

A
C
CRIAÇÃO A
R
...DECLARAR QUE AS
R D DESPESAS CONTAM
E E COM DOTAÇÃO
T ORÇAMENTÁRIA
A D SUFICIENTE PARA
R E
COBRIR AS
EXPANSÃO S
M P DESPESAS ATÉ O
A E FECHAMENTO DO
J S EXERCÍCIO.
O A
R S
DEVERÁ ESTAR
A
Ç
COMPATÍVEL COM
APERFEIÇOAMENTO Ã PPA, LDO E LOA.
O
Limitação de Gasto com Pessoal
Limite de Gasto de Pessoal

• Responsável por expressivo peso nas despesas


correntes do governo federal, a folha de pagamento de
pessoal, a partir da edição da LRF, está enquadrada ao
controle vinculado a limites de gasto.
• Ficam os Órgãos obrigados a não gastar com pessoal
mais do que o limite permitido pelos artigos 19 e 20, da LRF,
que por sua vez regulamenta o artigo 169 da constituição.
•Com esse instrumento foi criada a possibilidade de
demissão dos servidores estáveis, quando caracterizada a
ultrapassagem do limite estabelecido na Lei Complementar.

Base Legal: Artigo 20 da LRF.


Distribuição do Limite de Gasto de Pessoal
Em % da Receita Corrente Líquida

ESFERA GOV. LIMITES POR PODER/ÓRGÃO

PODER PODER PODER MINISTÉRIO TOTAL DO


Níveis EXECUTIVO LEGISLATIVO JUDICIÁRIO PÚBLICO ENTE

UNIÃO FEDERAL 40,9% 2,5% 6% 0,6% 50%


ESTADOS 49% 3% 6% 2% 60%
DF(decisão do STF) 49% 3% 52%
MUNICÍPIOS 54% 6% 60%

Base Legal: Artigos 19 e 20 da LRF.


Limitação de Gasto com Pessoal
Em caso de ultrapassagem do 1ª)Redução de gasto através de
limite, o Poder ou órgão deverá medidas de expediente (ex.
adotar as seguintes medidas diminuição da jornada de trabalho
corretivas: com redução de remuneração)

2ª)redução em pelo menos 20%


das despesas com cargo
comissão e funções de confiança;

3ª) exoneração dos servidores


não estáveis (ver art. 33 da EC nº
19/98);

4ª) exoneração dos servidores


estáveis, nos termos de Lei
Federal.
Evolução da RCL x DP (base 2000)

700,000,000
Em R$ mil

600,000,000

500,000,000

400,000,000

300,000,000

200,000,000

100,000,000

GOVERNO FHC GOVERNO LULA GOVERNO DILMA


-
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

RCL GASTO COM PESSOAL


Transparência, Controle e Fiscalização
• O artigo 48 determina que o PPA, LDO e
LOA são instrumentos de transparência fiscal,
bem como as prestações de contas e os
relatórios fiscais (de gestão e resumido).
•Incorpora o princípio da publicidade,
característica do orçamento público

Instrumentos de transparência de acesso universalizado

 Relatório de Gestão Fiscal

Relatório Resumido de Execução Orçamentária


Transparência, Controle e Fiscalização
Relatório de Gestão Fiscal
Prazos de apuração e publicação do Relatório de Gestão Fiscal.

Período de apuração do
Quadrimestre Prazo de publicação
gasto de pessoal
Maio do ano anterior a 30 de maio do ano em
Primeiro
abril do ano em curso. curso.
Setembro do ano anterior 30 de setembro do ano
Segundo
a agosto do ano em curso em curso.
Janeiro a dezembro do 30 de janeiro do ano
Terceiro
ano em curso subseqüente.
Fonte: Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2004, artigo 54.
RGF/Tabela 1 - Demonstrativo da Despesa com Pessoal

GOVERNO DO ESTADO DE RORAIMA - PODER EXECUTIVO


RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL
DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL
ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
MAIO DE 2015 A ABRIL DE 2016 - 1º QUADRIMESTRE DE 2016

RGF - ANEXO 1 (LRF, art. 55, inciso I, alínea "a") R$ 1,00


DESPESAS EXECUTADAS
(Últimos 12 Meses)
DESPESA COM PESSOAL LIQUIDADAS INSCRITAS EM
RESTOS A PAGAR
NÃO
1
PROCESSADOS
(a) (b)
DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I) 1.392.960.867,69 0,00
Pessoal Ativo (31000000000) 1.266.474.986,95 0,00
Pessoal Inativo e Pensionistas (32100000000+32200000000) 20.140.761,30 0,00
Outras despesas de pessoal decorrentes de contratos de terceirização (§ 1º do art. 18 da LRF) (33231343400) 106.345.119,44 0,00
DESPESAS NÃO COMPUTADAS (§ 1º do art. 19 da LRF) (II) 24.175.422,43 0,00
Indenizações por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária (31911949400) 434.767,96 0,00
Decorrentes de Decisão Judicial de período anterior ao da apuração (31111910000) 14.756.483,50 0,00
Despesas de Exercícios Anteriores de período anterior ao da apuração (*) 8.984.170,97 0,00
Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados 0,00 0,00
DESPESA LÍQUIDA COM PESSOAL (III) = (I - II) 1.368.785.445,26 0,00

APURAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO LIMITE LEGAL VALOR % SOBRE A RCL


RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (IV) 2.919.517.844,12 46,88
DESPESA TOTAL COM PESSOAL - DTP (V) = (III a + III b) 1.368.785.445,26
LIMITE MÁXIMO (VI) (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) 1.430.563.743,62 49,00
LIMITE PRUDENCIAL (VII) = (0,95 x VI) (parágrafo único do art. 22 da LRF) 1.359.035.556,44 46,55
LIMITE DE ALERTA (VIII) = (0,90 x VI) (inciso II do §1º do art. 59 da LRF) 1.287.507.369,26 44,10
Transparência, Controle e Fiscalização
Prestação de Contas

•A partir da entrada em vigor da LRF, os titulares dos


órgãos pertencentes aos demais Poderes e Ministério
Público deverão elaborar a prestação de contas
anuais de modo individual.

•Os Tribunais de Contas emitirão parecer prévio deve


ocorrer no prazo de sessenta dias, contados da data
do recebimento das contas (artigo 58 da LRF).
Transparência, Controle e Fiscalização
Agentes Fiscalizadores
Segundo o artigo 59 da LRF

O Poder Legislativo;
Os Tribunal de Contas;
O Controle Interno do órgão;
(acrescento) A sociedade civil.

Metas a cumprir

FISCALIZAM

AGENTES AÇÕES GOVERNAMENTAIS

Conformidade com as normas


Política de Gestão Fiscal
artigo 67 da LRF
• O art. 67 prevê a criação do Conselho de
Gestão Fiscal, com a função de promover o
acompanhamento e a avaliação, de forma
permanente, da política e da operacionalidade
da gestão fiscal, visando:

• harmonização e coordenação entre os entes


da Federação;
• disseminação de práticas que resultem em
maior eficiência na gestão fiscal;
• adoção de normas de consolidação das
contas públicas; e
• divulgação de análises, estudos e
diagnósticos.
Sanções e Penalidades
artigo 73 da LRF

• O artigo 73 identifica as normas que


fundamentam as punições por
descumprimento das disposições da LRF.
Essas normas tipificam as infrações
administrativas, civis e penais, bem como
fixam as penas aplicáveis.
Infrações da Lei de Responsabilidade Fiscal e suas penalidades
Infração Sanção/Penalidade
Multa de 30% dos vencimentos anuais (Lei nº 10.028/2000,
Deixar de apresentar e publicar o Relatório de Gestão Fiscal, art. 5º, inciso I e § 1º).Proibição de receber transferências
no prazo e com o detalhamento previsto na lei (LRF, artigos voluntárias e contratar operações de crédito, exceto as
54 e 55; Lei nº 10.028/2000, art. 5º, inciso I). destinadas ao refinanciamento do principal atualizado da
dívida mobiliária (LRF, art. 51, § 2º).
Ultrapassar o limite de Despesa Total com Pessoal em cada Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
período de apuração (LRF, art 19 e 20). VII).
Expedir ato que provoque aumento da Despesa com Nulidade do ato (LRF, art. 21);Reclusão de um a quatro anos
Pessoal em desacordo com a lei (LRF, art. 21). (Lei nº 10.028/2000, art. 2º)
Expedir ato que provoque aumento da Despesa com
Pessoal nos cento e oitenta dias anteriores ao final do Nulidade do ato (LRF, art. 21, § único);Reclusão de um a
mandato do titular do respectivo Poder ou órgão (LRF, art. quatro anos (Lei nº 10.028/2000, art. 2º)
21).
Deixar de adotar as medidas previstas na LRF, quando a
Reclusão de um a quatro anos (Lei nº 10.028/2000, art.
Despesa Total com Pessoal do respectivo Poder ou órgão
2º).Proibições previstas em lei (LRF, art. 22, § único).
exceder a 95% do limite (LRF, art. 22).
Deixar de adotar as medidas previstas na lei, quando a
Despesa Total com Pessoal ultrapassar o limite máximo do Reclusão de um a quatro anos (Lei nº 10.028/2000, art. 2º).
respectivo Poder ou órgão (LRF, art. 23).
Manter gastos com inativos e pensionistas acima do limite
Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
definido em lei (LRF, artigos 18 a 20; art. 24, § 2º; art. 59, §
VII).
1º, inciso IV).
Proibição de receber transferências voluntárias, contratar
Não cumprir limite de Despesa Total com Pessoal em até
operações de crédito e de obter garantias (LRF, art. 23, §
dois anos, caso o Poder ou órgão tenha estado acima desse
3º). Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
limite em 1999 (LRF, art. 70).
VII).
Não cumprir, até 2003, o limite de Despesa Total com
Pessoal do exercício em referência que não poderá ser
superior, em percentual da Receita Corrente Líquida, a Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
despesa verificada no exercício imediatamente anterior, VII).
acrescida de até dez por cento, se esta for inferior ao limite
definido em lei (LRF, art. 71).
Infrações da Lei de Responsabilidade Fiscal e suas penalidades
Infração Sanção/Penalidade
Detenção de três meses a três anos, perda do cargo e
inabilitação para a função por cinco anos (Lei nº
Deixar de reduzir o montante da Dívida Consolidada que
10.028/2000, art. 4º, inciso XVI).Proibição de realizar
exceda o respectivo limite, no prazo previsto em lei (LRF,
operação de crédito, enquanto perdurar o excesso.
art. 31, § 1º).
Obrigatoriedade de obtenção de resultado primário, com
limitação de empenho (LRF, art. 31, § 1º).
Exceder, ao término de cada ano, o refinanciamento do
Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
principal da dívida mobiliária do exercício anterior (LRF,
VII).
art. 29, § 4º).
Não obter o resultado primário necessário para
Multa de 30% dos vencimentos anuais (Lei nº
recondução da dívida aos limites (LRF, art. 31,§1º, inciso
10.028/2000, art. 5º, inciso III e § 1º).
II).
Ultrapassar o prazo para o retorno da Dívida Mobiliária e Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
das Operações de Crédito aos limites (LRF, art. 31, §§ 2º VII).Proibição de receber transferências voluntárias (LRF,
e 3º). art. 31, §§ 2º e 3º).
Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
Conceder Garantia em desacordo com a lei (LRF, art. 40).
VII).

Conceder Garantia sem o oferecimento de Contra-garantia Detenção de três meses a um ano (Lei nº 10.028/2000,
determinada pela lei (LRF, art. 40, § 1º). art. 2º).

Conceder Garantia acima dos limites fixados pelo Senado Nulidade do ato (LRF, art. 40 § 5º).Cassação do mandato
Federal (LRF, art. 40 § 5º). (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
As entidades da administração indireta, inclusive suas
empresas controladas e subsidiárias concederem Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso
Garantia, ainda que com recursos de fundos, (LRF, art. 40, VII).
§ 6º).

Não ressarcir pagamento de dívida honrada pela União ou Condicionamento de transferências constitucionais para o
Estados, em decorrência de Garantia prestada em ressarcimento. Não ressarcir pagamento de dívida
Operação de Crédito (LRF, art. 40, § 9º). honrada pela União ou Estados (LRF, art. 40, § 9º).
Infrações da Lei de Responsabilidade Fiscal e suas penalidades
Infração Sanção/Penalidade

Detenção de três meses a três anos, perda do cargo e


Realizar Operação de Crédito fora dos limites estabelecidos pelo
inabilitação para a função por cinco anos (Lei nº 10.028/2000,
Senado Federal (LRF, art. 32, § 1º, inciso III).
art. 4º, inciso XVI).

Realizar Operação de Crédito com outro ente da Federação, Detenção de três meses a três anos, perda do cargo e
ainda que sob a forma de novação, refinanciamento ou inabilitação para a função por cinco anos (Lei nº 10.028/2000,
postergação de dívida contraída anteriormente (LRF, art. 35). art. 4º, inciso XVI).

Não liquidar integralmente as Operações de Crédito por


Antecipação de Receita Orçamentária, inclusive os respectivos Detenção de três meses a três anos, perda do cargo e
juros e demais encargos, até o encerramento do exercício inabilitação para a função por cinco anos (Lei nº 10.028/2000,
financeiro, especificamente até o dia 10 de dezembro de cada art. 4º, inciso XVI).
ano (LRF, art. 38, inciso II).

Receita de Operações de Crédito em montante superior ao das


despesas de capital, no projeto da lei orçamentária (LRF, art. 12, Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
§ 2º).

Aplicar Disponibilidade de Caixa em desacordo com a lei. (LRF,


Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
art. 43, §§ 1º e 2º).

Não depositar, em conta separada das demais disponibilidades


de cada ente, as Disponibilidades de Caixa dos regimes de
previdência social e não aplicá-las nas condições de mercado, Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
com observância dos limites e condições de proteção e
prudência financeira (LRF, art. 43, § 1º).
Aplicar Disponibilidade de Caixa dos regimes de previdência
social em títulos estaduais ou municipais, ações e outros papéis
Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
de empresas controladas e conceder empréstimos aos
segurados e ao Poder Público (LRF, art. 43, § 2º).

Inscrever, em Restos a Pagar, despesa que não tenha sido


Detenção de seis meses a dois anos (Lei nº 10.028/2000, art. 2º,
previamente empenhada ou que exceda o limite estabelecido na
inciso XVI).
lei (LRF, art. 42 e art. 55, inciso III, alínea "b").

Não cumprir, até 2002, o limite de Despesa com Serviços de


Terceiros do exercício em referência que não poderá ser
Cassação do mandato (Decreto-Lei nº 201, art. 4º, inciso VII).
superior, em percentual da Receita Corrente Líquida, a despesa
verificada no exercício de 1999 (LRF, art. 72).