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DÚVIDAS

GRUPO DE PAIS - AMAI


EPILEPSIA

Desordem cerebral crônica, de várias etiologias, caracterizada


por crises epilépticas recorrentes não provocadas (crises que
aparecem sem um desencadeante óbvio), conseqüentes a
descargas neuronais excessivas e síncronas;
EPILEPSIA

Alteração temporária e reversível do funcionamento do


cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas
ou distúrbios metabólicos. A causa é desconhecida, mas
sabe-se que durante alguns segundos ou minutos, uma
parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar
restritos a esse local ou espalhar-se.
Simples

1. Ocorrem quase que exclusivamente em crianças e adolescentes,


os quais apresentam vários episódios repetidos de perda da
consciência durante o dia, de curta duração (5 a 15 seg), retomando
as atividades normalmente; Subitamente perdem a consciência,
ficam lívidas e paradas, com o olhar vago (desviado para cima), sem
responder às solicitações e sem reagir aos estímulos;
https://www.youtube.com/watch?v=hZP9MxLw9r0
Complexa
2. Pode ocorrer perda de consciência súbita; alteração de
consciência; fenômenos como rubor facial, cianose; gastrointestinais
(náuseas, vômitos, diarréias); pupilares (midríase, miose);
hipersecreção glandular (lacrimejamento, perspiração); alterações
cardíacas (taquicardia, bradicardia, arritmias); alterações da
temperatura (hipertermia);
https://www.youtube.com/watch?v=gyO9aI82oio
EPILEPSIA E AUTISMO

Aproximadamente 30% das crianças com autismo


desenvolvem crises epilépticas ou alterações
eletroence- falográficas sem, no entanto, apresentar
patologia de base específica, permanecendo indefinido
se as crises epilépticas ou as alterações encontradas
são causa ou comorbidade.
EPILEPSIA E AUTISMO
O autismo e a epilepsia podem ocorrer juntos por razões
diferentes. Há crianças que podem apresentar epilepsia e
autismo por terem herdado ambas as condições; outras
podem ter desenvolvido a epilepsia como conseqüência
de uma patologia cerebral comum, como a rubéola
congênita ou a síndrome do X-Frágil; e há aquelas que
em que o autismo seria decorrente de um processo
epiléptico que interfere no funcionamento de redes
específicas atreladas a comunicação e ao comportamento
social, como por exemplo, o sistema límbico.
EPILEPSIA E AUTISMO

A frequência de epilepsia em crianças com


autismo é elevada bem como é comum
observarmos regressão autística em síndrome
epilépticas mesmo na ausência de crises
clínicas.
SONO NO AUTISMO
O ciclo do sono foi estabelecido pela genética e pela seleção natural

REGULA SISTEMA ENDÓCRINO, IMUNOLÓGICO


E INTRACELULAR.
SONO NO AUTISMO
Escurece = aumento de
produção de melatonina

Sinaliza para cada órgão do


corpo que está na hora de
dormir.
SONO NO AUTISMO
SONO NO AUTISMO
Importante para
desenvolvimento do
SNC:
• Estabelecimento de
mais sinapses
• Corte das que não são
necessárias
SONO NO AUTISMO

IMPORTANTE
SONO REGULAR (a depender da idade)
8 horas por dia
Dentro da faixa das 21hrs as 5hrs.
SONO NO AUTISMO

IGUAL

QUANTIDADE MENOR
(DEMORAM MAIS PARA
DORMIR E DURANTE O
SONO ACORDAM)
SONO NO AUTISMO
Ou seja, a partir dos 5 anos de idade, as crianças com TEA
podem apresentar maior resistência para dormir, como
também dificuldade de manter o sono, acordando na principal
fase do sono (as vezes, podem ficar quietos na cama, mas
acordados).
SONO NO AUTISMO

Muitas vezes, a medicação não realiza seu efeito desejado


devido ao fato da criança não apresentar um padrão de sono
regular.
SONO NO AUTISMO

Crianças TEA utilizam mais


eletrônicos (tablets, celular,
TV) do que a população da
mesma idade.
SONO NO AUTISMO
Emitem a chamada “luz
azul”, raio invisível, mas
visível pela célula que regula
o sono e que está na retina.
SONO NO AUTISMO

Quando a célula recebe muito dessa luz, as mitocôndrias


(energia da célula) encolhem e não conseguem transmitir a
mensagem “está na hora de dormir”.
SONO NO AUTISMO

Estudo com adolescentes mostra que a exposição excessiva a essa “luz


azul”, altera a capacidade de reconhecer alimentos saudáveis. Esses
alimentos não-saudáveis, alteram a flora intestinal.
Controle de inflamações, ocorre durante e sono e pela alimentação.
SONO NO AUTISMO
OU SEJA
A medida que você regula:
1.Sono
2.Exposição a tela
3.Alimentação
Para aqueles que fazem uso de medicação, o paciente precisará de doses menores e consequentemente
efeitos colaterais menores. E para aqueles que não utilizam medicamentos, melhor qualidade de vida,
menor emissão de comportamentos disruptivos.
TERAPIA DO SONO

A terapia do sono é uma forma que antigamente se usava para


tratar diversas patologias psiquiátricas, mas foram abandonadas não
havendo comprovação de eficácia, induzia-se o sono prolongado no
período noturno. Talvez haja alguma eficácia em transtorno bipolar
associado a algumas medicações específicas, mas nada comprovado.
Também nada em TEA.
MELATONINA
As balinhas de melatonina são compostos com melatonina vendidas nos EUA em forma de
balas de goma (geralmente) para uso na indução de sono nas crianças. A melatonina é a
primeira indicação para regular o ritmo de sono de crianças com TEA com alteração de
ciclo. Estudos apontam que crianças com TEA possam ter diminuição de receptores de
melatonina. Melhora da qualidade de sono ajuda em melhora da desregulação de humor,
sintomas disruptivos, irritabilidade, além da saúde em geral.
Quando falamos de cuidar do sono estamos falando de garantir que a criança tenha o
tempo necessário para a idade de sono noturno, preferencialmente regulado por medidas
ambientais e comportamentais de higiene do sono e se isto não for suficiente lançamos
mão de medicação sendo a melatonina primeira opção.
REFERÊNCIAS

Pereira, A; Pegoraro, L, F, L; Cendes, F. Autismo e epilepsia: modelos e


mecanismos, 2012.

Curso Educação em T.E. Autismo. Governo Federal do Brasil, 2017.