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ENGENHARIA CIVIL

PROF: MIKE DA SILVA PEREIRA

DISCIPLINA: SISTEMAS ESTRUTURAIS DE CONCRETO ARMADO I TURMA: 7 ENN1

A ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY Equipe: 1. Enio Cardoso Leite 7. Marcos Santana 2. Gionanni
A ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY
Equipe:
1.
Enio Cardoso Leite
7.
Marcos Santana
2.
Gionanni Giordano
8.
Rafael Silva
3.
Hellen Pereira
9.
Ricardo Vogado
4.
Ivan Sulzbach
10. Rodrigo Brígido
5.
José silveira
11. Ruberval Oliveira
6.
Marcel Vasconcelos

Belém/Pa

2015

1. INTRODUÇÃO

  • 1.1 MOTIVAÇÃO

1. INTRODUÇÃO 1.1 MOTIVAÇÃO  Caracterizar em detalhes a Concepção, Cálculo e Execução 1.2 OBJETIVOS 
  • Caracterizar em detalhes a Concepção, Cálculo e Execução

  • 1.2 OBJETIVOS

    • Caracterizar a Estrutura do Monumento, sua história, concepção, projeto estrutural e tecnologia construtiva;

    • Avaliar sua situação física atual e propor as bases de um programa de recuperação e manutenção preventiva para estrutura.

1. INTRODUÇÃO 1.1 MOTIVAÇÃO  Caracterizar em detalhes a Concepção, Cálculo e Execução 1.2 OBJETIVOS 

1. INTRODUÇÃO

1.3 DESCRIÇÃO DOS CAPÍTULOS

1. INTRODUÇÃO 1.3 DESCRIÇÃO DOS CAPÍTULOS  Capítulo 2  Capítulo 4  Capítulo 5 cadastramento
  • Capítulo 2

 Capítulo 2
  • Capítulo 3

  • Capítulo 4

 Capítulo 4
  • Capítulo 5

 Capítulo 5
  • Capítulo 6

cadastramento de informações históricas;

software SAP 2000;

dimensionamento e comparar as armaduras desta peças

estruturais com as do projeto original.

objetivo avaliar a durabilidade da estrutura;

Tem por finalidade desenvolver uma proposta de recuperação estrutural.

  • Capítulo Final

1. INTRODUÇÃO 1.3 DESCRIÇÃO DOS CAPÍTULOS  Capítulo 2  Capítulo 4  Capítulo 5 cadastramento

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.1 PESQUISA HISTÓRICA 2.1.1 INSTITUIÇÕES E ENTREVISTAS INSTITUIÇÃO ENDEREÇO Novacap

2.1 PESQUISA HISTÓRICA

2.1.1 INSTITUIÇÕES E ENTREVISTAS

INSTITUIÇÃO ENDEREÇO Novacap - Companhia Urbanizadora SAP - Lote B - Ed. Sede - Tel.: (61)
INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO
Novacap - Companhia Urbanizadora
SAP - Lote B - Ed. Sede - Tel.: (61)
da Nova Capital do Brasil
361-7316
IPDF - Instituto de Planejamento e
Praça do buriti - Palácio do Buriti
desenvolvimento de DF
ArPDF - Arquivo público do Distrito
SAP - Lote 41 da Novacap - Bloco B -
Federal
Tel.: (61) 361-1454
SCN Quadra 4 - Lote 1 - Ed. Sede -
Administração de Brasília
Tel.: (61) 327-5014
IPHAN - Instituto do Patrimônio
SBN Quadra 2 - Bloco F - 1º/6º andar
Histórico e Artístico Nacional
- Tel.: (61) 326-0955
esplanada dos Ministérios -Palácio
Sarq - Serviço de Arquitetura e
dp Itamaraty - Anexo I - 8º Andar -
Engenharia do Palácio do Itamaraty
Tel.: (61) 411-6347
Praça dos 3 Poderes, sem número -
Fundação Oscar Niemeyer
Tel.: (61) 224-3255
  • Instituições procuradas:

  • Entrevistas realizadas:

Arq. Milton Ramos Resp. Téc. Pela obra do P.I; Eng. Armando Lima Resp. Téc. da empresa Tecnosolo; Eng. Hiderval Teixeira Eng. Chefe da Novacap; Eng. Moacy Bruzzy Eng. Téc. Pela obra do P.I; Arq. José Carlos Grillo Resp., atual do SARQ do P.I

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2.1.2 PROJETOS E CONSTRUTORAS

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.1.2 PROJETOS E CONSTRUTORAS • Projeto Arquitetônico: Arq. Oscar Niemeyer

Projeto Arquitetônico: Arq. Oscar Niemeyer Calculista: Joaquim Cardozo Construtora: Pederneiras (06/11/62) Obra Avaliada: U$ 5.959.520,00 Fundação: Estacas Franki

2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

CONCEPÇÃO
CONCEPÇÃO
2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.1.2 PROJETOS E CONSTRUTORAS • Projeto Arquitetônico: Arq. Oscar Niemeyer
PROJETO
PROJETO
2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.1.2 PROJETOS E CONSTRUTORAS • Projeto Arquitetônico: Arq. Oscar Niemeyer
EXECUÇÃO
EXECUÇÃO
2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.1.2 PROJETOS E CONSTRUTORAS • Projeto Arquitetônico: Arq. Oscar Niemeyer

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO
  • 2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO
2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO
2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.2 HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO  84x84 m²; • 75.000 m²
 84x84 m²; • 75.000 m² S  Altura de 17,56m, sendo 4,27m no sub solo
84x84 m²;
• 75.000 m²
S
Altura de 17,56m, sendo 4,27m no sub solo (CA);
15 linhas de pilares na sua fachada (L/O);
Vão
entre pilares de 6m,
os pilares dos arcos
distantes entre si a cada 6m e com 5 linhas na
fachada (N/S), com vãos variando de 6m a 36m.
4 Fachadas.
L
O
PALÁCIO
ITAMARATY
N

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO 5 continentes  ANEXO I –

5 continentes

ANEXO

I

9

andares: térreo,

sobreloja, 5 andares padronizados e 2

subsolos, é ligado ao palácio por 2 passarelas na altura do segundo andar.

ANEXO II prédio circular onde se situam a biblioteca, os arquivos e a Fundação Alexandre Gusmão e o setor de comunicação.

  • Escada Helicoidal, com engastamento

em forma de raiz de arvore aberta para

suportar a espiral;

  • Constituída por 1 viga central, onde se

apóiam os pisos dos degraus.

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO 5 continentes  ANEXO I –

Espelhos d'água

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.3 ARQUITETURA DO PALÁCIO 5 continentes  ANEXO I –

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.4.1 - Formas e Escoramentos • Todas as formas foram

2.4 EXECUÇÃO

2.4.1 - Formas e Escoramentos

Todas as formas foram produzidas em madeira; Foi produzido uma maquete em tamanho real, das formas dos pilares e arcos da fachada; Foram selecionadas ripas de 5 cm cada, usadas nas forma dos pilares e arcos das fachadas (para não visualizar a junta de concretagem); Nas vigas foram usadas formas convencionais retangulares; O escoramento foi todo em estruturas metálicas convencionais.

CAT – 50: 1/8” – 3/16” – 1/4” - 1/2” – 5/8” – 3/4” – 7/8”
CAT – 50:
1/8” – 3/16” – 1/4” - 1/2” – 5/8” – 3/4” – 7/8” – 1”
2.4.2 – Aço
CAT – 58:
1”
construção
CAT – 37: 3/16” – 5/16” – 3/8” – 1/2”
do palácio

Obs: Todos já corrugados

O presente estudo foi limitado somente cujos projeto foi encontrado.

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.4.1 - Formas e Escoramentos • Todas as formas foram

Nos pilares dos arcos, fora o da extremidade, foi utilizado aço CAT 50, corrugado:

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.4 EXECUÇÃO 2.4.3. Concreto • Segundo declaração o valor da

2.4 EXECUÇÃO

2.4.3. Concreto

Segundo declaração o valor da tensão de ruptura do concreto aos 28 dias era algo em torno de 30 MPA, para todas as peças exceto na biblioteca onde chegou a 40 MPA.

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.4 EXECUÇÃO 2.4.3. Concreto • Segundo declaração o valor da

Este aditivo aumenta a resistência mecânica (pela redução da quantidade da água), a trabalhabilidade, a densidade e a uniformidade do concreto.

2.4.4. Aditivo

  • reduz a fissuração e absorção.

2. HISTÓRICO DO PALÁCIO DO ITAMARATY 2.4 EXECUÇÃO 2.4.3. Concreto • Segundo declaração o valor da

Dosagem do concreto - Foram realizados vários testes para que se chegasse a uma tonalidade e resistência desejada. Cimento utilizado era do da marca Campeão; O agregado grosso era seixo rolado; O agregado fino era areia grossa; Para cura do concreto se empregou molhagem diária.

2.4.5. Cimento

e agregados

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3.1 CONCEPÇÃO ESTRUTURAL

Foi utilizado o software comercial SAP 2000

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1 CONCEPÇÃO ESTRUTURAL • Foi utilizado o software

Objetivo: é obter as reações que ocorrem em uma estrutura, para se chegar numa análise criteriosa do projeto.

Idealizou-se um modelo estrutural a partir do projeto estrutural original do P.I., utilizando elementos finitos Frame, que representa barras unidimensionais (vigas e pilares).

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1 CONCEPÇÃO ESTRUTURAL • Foi utilizado o software

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.2- Modelo

3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES

Fig.3.2- Modelo Estrut. da cobertura do P.I. (SAP 2000/95)
Fig.3.2- Modelo Estrut.
da cobertura do P.I.
(SAP 2000/95)

Fig.3.1- Modelo esquemático em pespectiva da estrutura do P.I (programa Acad 2000)

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.2- Modelo
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.2- Modelo

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -

3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -

Fig.3.3 - Detalhes dos Arcos do pilares do P.I

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -

Fig.3.4 - Modelo

Estrutural do 2º PAV do P.I. (SAP 2000/95)

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.3 -

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.5 -

3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.5 -

Fig.3.5 - Modelo Estrutural

do 2º PAV

e PAV de

cobertura

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.5 -
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.5 -

Fig.3.6 a) Modelo Estrutural do pórtico A:

direção Leste-Oeste (SAP200)

Fig.3.6 b) Modelo Estrutural do pórtico B (vigas faixa): direção Norte-Sul (SAP 2000)

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Fig.3.5 -

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Seção Seção
3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Seção Seção Seção Seção Seção Seção Principal Variável Variável Variável
3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES
Seção
Seção
Seção
Seção
Seção
Seção
Principal
Variável
Variável
Variável
Variável
Variável
20x120cm
22x120cm
24x120cm
26x120cm
28x120cm
30x120cm

Fig.3.8 a) Seções das vigas de 36m de vão livre adotadas no SAP 2000

Fig.3.7 – Detalhe da variação de largura nas vigas (SAP 2000) Seção Seção Seção Seção Seção
Fig.3.7 – Detalhe da variação de
largura nas vigas (SAP 2000)
Seção
Seção
Seção
Seção
Seção
Seção
Principal
Variável
Variável
Variável
Variável
Variável
20x120cm
22x120cm
24x120cm
26x120cm
28x120cm
30x120cm

Fig.3.8 b) Seções das vigas de 30m de vão livre adotadas no SAP 2000

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS E PILARES Seção Seção

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS Seção Original Seção Idealizada
3.1.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS Seção Original Seção Idealizada II Seção Idealizada I Fig.3.9 a) Seção transversal
3.1.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS
Seção Original
Seção
Idealizada II
Seção
Idealizada I
Fig.3.9 a) Seção transversal do pilar do arco

Fig.3.9 b) Encontro das

vigas no pilar da fachada (arco)

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS Seção Original Seção Idealizada
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.1.1.1 CONCEPÇÃO DE VIGAS Seção Original Seção Idealizada

Tabela 3.1: Comparação das grandezas e momentos entre os modelos idealizados e o Proj. Original

- Original 0,337 0,008 0,002 0,04 - -
-
Original
0,337
0,008
0,002
0,04
-
-
0,049 0,24 0,12 0,336 0,007 0,002 304 0,08 0,34 257 688 770 II 0,337 0,008 0,002
0,049
0,24
0,12
0,336
0,007
0,002
304
0,08
0,34
257
688
770
II
0,337
0,008
0,002
I
0,04
787
661
pilar
Seção
Idealizada
A
Constante
(m²)
I x
I Y
r x
r Y
M Mmax
viga
Mmin
viga
Torsional

As unidades usadas foram KN e m

Fig.3.10 Configurações dos pilares do palácio (SAP 2000)

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS

3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.2 CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTOS

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3.3 ANÁLISE DOS RESULTADOS

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.3 ANÁLISE DOS RESULTADOS • O concreto foi

O concreto foi idealizado como material isotrópico, fck=30MPa; O Valor do módulo de elasticidade é de aprox. 26x10³MPa; O aço utilizado foi o CAT 37 (fy= 370MPa) e o CAT 50 (fy= 500MPa)

3.3.1 DESLOCAMENTOS

Estrutura deformada Estrutura Indeformada
Estrutura deformada
Estrutura Indeformada
Estrutura deformada Estrutura Indeformada
Estrutura deformada
Estrutura Indeformada

Fig.3.15 Estrutura deformada dos pórticos A e B do palácio do Itamaraty no SAP 2000

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

3.3.1 ANÁLISE DOS RESULTADOS

3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.3.1 ANÁLISE DOS RESULTADOS
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.3.1 ANÁLISE DOS RESULTADOS
3. ANÁLISE DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY 3.3.1 ANÁLISE DOS RESULTADOS

3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES

3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A
3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A
M +
  • M +

M -
  • M -

3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A
3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A
3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A

Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico

A e B (SAP 2000)

Fig.3.16: Diagrama de momento fletor no Pórtico A e B (SAP 2000)

Esforços - Cortante +
Esforços -
Cortante +
3.3.2. ESFORÇOS E REAÇÕES M + M - Fig.3.17: Diagrama de esforço cortante no pórtico A

Tabela 3.3: Comparação das cargas de fundação

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. • Objetivo : apresentar o dimensionamento, comparar as

Objetivo: apresentar o dimensionamento, comparar as áreas do aço com o projeto original.

4.1 ESFORÇOS CONSIDERADOS NO CÁLCULO Este modelo gerou 3 esforços distintos momento fletor e forças normal e cortante.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. • Objetivo : apresentar o dimensionamento, comparar as

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.1.1 OBTENÇÃO DOS ESFORÇOS PARA O DIMENSIONAMENTO 4.1.1.1

4.1.1 OBTENÇÃO DOS ESFORÇOS PARA O DIMENSIONAMENTO

4.1.1.1 PILARES

P2 25X120 SEC. 1

1475

  • 1475 -10,3

24,4

31,6

  • 5190 -27,4

PILAR ARCO

P2 25X120 SEC. 4

30,2

P2 25X120 SEC. 3

1234

  • 3955 -22

50,4

48,1

1235

21,3

813 813 -20 304,8 0
813
813 -20
304,8
0

46,2

  • 2721 -10,3

1246

P2 25X120 SEC. 2

47,7

P2 25X120 SEC. 1 1475 1475 -10,3 24,4 31,6 5190 -27,4 PILAR ARCO P2 25X120 SEC.
P2 25X120 SEC. 1 1475 1475 -10,3 24,4 31,6 5190 -27,4 PILAR ARCO P2 25X120 SEC.
(KN.m) Q SEÇÃO N(KN) N ACUMUL. (KN) (KN) M + (KN.m) M -
(KN.m)
Q
SEÇÃO
N(KN)
N ACUMUL.
(KN)
(KN)
M +
(KN.m)
M -

Tabela 4.1: Esforços de

serviço nas seções dos

pilares do P.I (modelo

SAP 2000)

4.1.1.2 VIGAS

V5 SEC4 V4 SEC1 30 V5 SEC2 109,6 V5 SEC3 89,2 41,7 59,8 V4 SEC4 25,3
V5 SEC4
V4 SEC1
30
V5 SEC2
109,6
V5 SEC3
89,2
41,7
59,8
V4 SEC4
25,3
V4 SEC3
166,1
101,9
V4 SEC5
10,3
V5 SEC1
V4 SEC2
27,5 -19,5 334 108,4 475 64 56,5 89,6 39,5 27,5 10,3 39,5 -19,5 478 30 619
27,5
-19,5
334
108,4
475
64 56,5
89,6
39,5
27,5
10,3
39,5
-19,5
478
30
619 -19,5
66,5
25,3
619
619
854,5
166,1
619
19,5
66,5
101,9
475
256
135 72,89
75,1
73
- 478,33
-55,8
(KN.m) M2 - (KN.m) M1 - (KN.m) M + (KN) Q- Q+ (KN) SEÇÃO
(KN.m)
M2 -
(KN.m)
M1 -
(KN.m)
M +
(KN)
Q- Q+
(KN)
SEÇÃO

Tabela 4.1: Esforços de

serviço nas seções das

vigas do P.I (modelo

SAP 2000)

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.1.1 OBTENÇÃO DOS ESFORÇOS PARA O DIMENSIONAMENTO 4.1.1.1

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.1.2 COMBINAÇÕES E COEFICIENTE DE MAJORAÇÃO DE ESFORÇOS

4.1.2 COMBINAÇÕES E COEFICIENTE DE MAJORAÇÃO DE ESFORÇOS

O coeficiente de majoração,

γf , para cargas permanentes

varáveis = 1,4

66,8

P2 25X120 sec.1

-

14,5

34,1

-

44,3

2064

P2 25X120 sec.2

-

14,5

38,3

-

64,7

1744

P2 25X120 sec.3

-

30,8

70,6

-

67,3

1728

P2 25X120 sec.4

-

426,8

28

-

Pilar arco

1730

29,8

-

-

42,3

0

1139

(kN)

M -

SEÇÃO

Q -

(kN)

Q +

(kN)

M +

(kN)

M -

(kN)

(kN)

N -

V4 sec.1

42

14,5

38,5

55,2

-27,3

-

V4 sec.2

35,5

142,6

93,4

-27,3

866,6

-

V4 sec.3

232,5

232,5

1196,2

866,6

866,6

-

V4 sec.4

142,6

35,5

93,4

866,6

-27,3

-

V4 sec.5

14,5

42

38,5

-27,3

55,3

-

V5 sec.1

58,5

125,5

89,33

79,2

664,8

-

V5 sec.2

153,5

151,8

467,6

664,8

669,6

-

V5 sec.3

124,9

-76,7

-

669,6

102

-

V5 sec.4

83,7

105,2

1889

102

358,1

-

-

Tabela 4.3: Esforços de cálculo nas seções de pilares e vigas do P.I (Programa SAP 2000)

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.1.2 COMBINAÇÕES E COEFICIENTE DE MAJORAÇÃO DE ESFORÇOS

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO P.I SEGUNDO A

4.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO P.I SEGUNDO A NBR 6118/2003

4.2.1 CARACTERIZAÇÃO DAS SEÇÕES DOS PILARES

Os pilares dos arcos apresentam seção transversal trapezoidal. Para facilitar o cálculo propôs um modelo idealiza II de 28x120cm, com 2/3 da altura e mesma área

da seção original.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO P.I SEGUNDO A
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO P.I SEGUNDO A

Fig 4.1: Comparação entre seção idealizada e a original e seção dos demais pilares do prédio

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.2 CÁLCULO DAS SEÇÕES DOS PILARES DO P.I

4.2.2 CÁLCULO DAS SEÇÕES DOS PILARES DO P.I

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.2 CÁLCULO DAS SEÇÕES DOS PILARES DO P.I

Lf = comprimento de flambagem (m) i = raio de giração (m)

Nível da cobertura L = 14,60
Nível da cobertura
L = 14,60

Le=0,71 NT Fig.4.2: Comprimento de flambagem para o pilar do P.I

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.2 CÁLCULO DAS SEÇÕES DOS PILARES DO P.I

Fig.4.3: Detalhe da viga faixa no

54,3

0,35

0,07

3,8

10,8

0,07

P interno sec.4

45

0,35

0,07

3,15

P interno sec.3

10,8

54,3

0,35

0,07

3,8

P interno sec.2

13,4

67,1

0,35

9

4,7

P interno sec.1

Pilar arco modelo I

127,5

29,1

0,08

0,35

10,2

85

42,5

0,12

0,24

10,2

Pilar arco modelo I

λy λx le (m) ix(m) SEÇÃO iy(m)
λy
λx
le (m)
ix(m)
SEÇÃO
iy(m)

pilar do arco (planta de forma)

Fig.4.4: Valores do índice de esbeltez dos pilares do

Itamaraty.

  • Pilar interno: seção constante 25x120cm

  • Direção X e Y: Figuras 4.1 e 4.3

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.2 CÁLCULO DAS SEÇÕES DOS PILARES DO P.I

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO

Na direção X:

Excentricidade de 1º ordem devido momento transmitido pelo vão extremo da viga e devido à carga excêntrica da viga do arco(e1);

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

Excentricidade de 2º ordem, pois x = 42,5>40(e2);

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

Como 40< x = 42,5 < 90, não é obrigatório considerar a excentricidade devido afluência (ecc); porém, por se tratar de um monumento histórico, jogou-se conveniente fazer essa consideração neste dimensionamento, numa situação mais desfavorável.

Na direção Y:

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

Excentricidade de 2º (e2), pois e 127,5 respec.);

y > 40 (ambos os modelos I e II,

y = 85

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

Nos casos em que > 90, é obrigatória a consideração da excentricid. devido à fluência(e∞). Essa parcela será adicionada nos cálculos segundo

os dois modelos, conforme explanação anterior.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.3 ANÁLISE DO PILAR DO ARCO Na direção

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.2.4 ANÁLISE DO PILAR INTERNO

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.4 ANÁLISE DO PILAR INTERNO  A resultante
  • A resultante das FN estão localizadas no centro da gravidade da seção.

Na direção X Excentricidade de 1ª ordem (e1), devido ao momento da viga faixa;

Excentricidade de 2ª ordem (e2), pois λx>40(λx=45 a 67,1: tabela 4.4); Excentricidade devido à fluência (ecc), neste caso é obrigatória a consideração desta parcela, pela características do monumento será considerada no dimensionamento.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.4 ANÁLISE DO PILAR INTERNO  A resultante

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

  • 4.2.5 MÓDULO DE ELASTICIDADE

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.5 MÓDULO DE ELASTICIDADE  Para concreto com
  • Para concreto com fck=30 MPA é de aprox. 26x10³ MPA.

  • 4.2.6 EXCENTRICIDADE DE 1ª ORDEM É a distância da FNR N ao centro de gravidade da seção

e1 = M/N; onde:

e1 = excentricidade de 1ª ordem; M/N; M = momento fletor de serviço; N = esforço normal de serviço

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.5 MÓDULO DE ELASTICIDADE  Para concreto com

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.2.7 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.7 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
  • Segundo a NBR devem ser levadas em conta as imperfeições globais e locais nos elementos estruturais.

Para o modelo II do pilar do arco da fachada λy > 90, a NBR estabelece esforços de 2ª ordem em pilares com λ ≤ 140.

  • método do pilar-padrão ou pilar-padrão melhorado.

Obs: O momento total

máximo no pilar deve ser calculado pela expressão:

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.7 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.7 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 

Fig.4.5 Momento total máximo e excentricidade devido aos efeitos de 2ª ordem (e2), segundo NBR 6118/03

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.7 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
  • Para pilares com λ > 90, pode ser efetuada de maneira aproximada, considerando a excentricidade ecc:

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
  • Vigas e pilares deve ser considerada a tração decorrente do desaprumo do pilar contraventado ou da falta de retilineidade do eixo do pilar. (fig. 4.4)

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.2.8 CONSIDERAÇÃO DO EFEITO DE 2ª ORDEM 

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES  O e t
  • O et representa a soma de excentricidade de 1ª ordem (e1) com a excentricidade acidental

v v
v
v

Fig.4.6 Modelo do dimensionamento do pilar

v
v
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES  O e t
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES  Na tabela 4.11

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES

Na tabela 4.11 Valores de µsd para cada seção dos pilares.

Como os valores de cálculo foram menores que os valores limites, pode-se afirmar que não há necessidade de armadura dupla.

  • A tabela 4.12 Mostra o quantitativo

das armaduras calculadas, comparadas com as mínimas exigidas e as do projeto original.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES  Na tabela 4.11
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES  Na tabela 4.11

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4.3.1 COMENTÁRIOS

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.1 COMENTÁRIOS  Os valores encontrados para armaduras

Os valores encontrados para armaduras dos pilares mostram que o cálculo de Joaquim Cardozo atende as exigências da NBR 6118:2003, tanto para fck=30 Mpa como para o de 22,5 Mpa, pois todas a áreas de aço ficaram abaixo das seções originais.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.1 COMENTÁRIOS  Os valores encontrados para armaduras
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.1 COMENTÁRIOS  Os valores encontrados para armaduras

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES AO ESFORÇO CORTANTE 

4.3.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES AO ESFORÇO CORTANTE

O modelo I supõe as forças de compressão inclinadas θ= 45º em relação ao eixo longitudinal da peça. O modelo II admite diagonais de compressão inclinadas de em relação ao eixo longitudinal da peça, com θ variando entre 30º e 45º.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES AO ESFORÇO CORTANTE 
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.3.2 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES AO ESFORÇO CORTANTE 

Obs: Os valores encontrados para os estribos dos pilares internos foram bem próximos dos valores do projeto original.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR

4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR 6118/2003 4.4.1 Seções das vigas estudadas no P.I As dimensões das vigas foram retiradas do projeto original, conforme figura:

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I.

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR

4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR 6118/2003 4.4.2 Dimensionamento das Vigas

4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR
4. DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS TÍPICAS DO P.I. 4.4 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS DO P.I SEGUNDO NBR
  • As diferenças maior das armaduras no projeto

original, podem ser explicadas pelos valores mais

altos provavelmente, utilizados nos coeficientes de

segurança, pois na época não se dispunha das

ferramentas computacionais atuais, além da natural preocupação com a importância da obra.

Quadro: Cálculo da flecha imediata (cm) para o P.I
Quadro: Cálculo da flecha imediata (cm) para o P.I

Fig. 4.8: Comparação de Armadura fck=22,5MPa (em escala)

5. VISTORIA

5.1 PROGRAMA DE INSPEÇÃO

5. VISTORIA 5.1 PROGRAMA DE INSPEÇÃO • As estruturas de concreto eram tidas, até pouco tempo,

As estruturas de concreto eram tidas, até pouco tempo, como imunes a deterioração. Eram consideradas de grande durabilidade e com manutenção e conservação praticamente nulas.

Imaginava-se que o concreto armado conservava suas características iniciais por toda sua vida útil, conservando assim suas propriedades físicas, químicas e mecânicas inalteradas.

5. VISTORIA 5.1 PROGRAMA DE INSPEÇÃO • As estruturas de concreto eram tidas, até pouco tempo,

5. VISTORIA

5. VISTORIA 5.1.1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS • A durabilidade da estrutura

5.1.1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS

A durabilidade da estrutura pode ser representada pela relação entre o

tempo e desempenho.

A medida que a estrutura começa a perder sua funcionalidade devido

alguma deterioração, faz-se

necessário algum reparo ou reforço.

Manutenção Pequenos reparos Grande reparos Reforços Custo De Correção Desempenho Mínimo Desempenho da estrutura
Manutenção
Pequenos reparos
Grande reparos
Reforços
Custo
De Correção
Desempenho
Mínimo
Desempenho da
estrutura

Vida Útil

5. VISTORIA 5.1.1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS • A durabilidade da estrutura

Fig.5.1: Fase do desempenho de uma estrutura durante a sua vida útil (CEB, 1992, adaptado por Andrade, 1997 e citado por Boldo, 2002)

5. VISTORIA 5.1.1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS • A durabilidade da estrutura

5. VISTORIA

5. VISTORIA 5.1 .1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS Estabelece parâmetros para repercussão

5.1 .1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS

Estabelece parâmetros para repercussão econômica de todos os custos

envolvidos nas diversas fases que

podem ser previstas durante a vida útil de uma estrutura.

FASE A Projeto e construção FASE B Início do processo deterioração FASE C Início da propagação dos danos FASE D Estado avançado da propagação dos danos com deterioração avançada.

Fig.5.2: Lei dos cinco (Sitter, 1983 – Deterioração
Fig.5.2:
Lei
dos
cinco
(Sitter,
1983
Deterioração

modificado, citado por Boldo, 2002)

5. VISTORIA 5.1 .1 CONCEITO DE DURABILIDADE E VIDA ÚTIL DAS ESTRUTURAS Estabelece parâmetros para repercussão

5. VISTORIA

5. VISTORIA 5.1.2 METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DE DANOS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ( BOLDO, 2002) Fig.5.3:

5.1.2 METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DE DANOS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ( BOLDO, 2002)

5. VISTORIA 5.1.2 METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DE DANOS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ( BOLDO, 2002) Fig.5.3:

Fig.5.3: Fluxograma para avaliação

quantitativa da estrutura (castro, 1994;

citado por Boldo, 2002)

5. VISTORIA 5.1.2 METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DE DANOS EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ( BOLDO, 2002) Fig.5.3:

5. VISTORIA

5. VISTORIA 5.2 AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY  Para a avaliação, foi dividida

5.2 AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY

  • Para a avaliação, foi dividida em 3 segmentos;

Estrutura interna
Estrutura interna
Estrutura de fachada
Estrutura de fachada
5. VISTORIA 5.2 AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY  Para a avaliação, foi dividida
Rampas de acesso
Rampas de acesso

Houve diversas dificuldades para a

análise de tal estrutura, pois as

estruturas são cobertas por elementos arquitetônicos, dificultando assim a sua

avaliação. Limitando-se verificações

através de alguns pontos de luminárias espalhadas pelo prédio.

5. VISTORIA 5.2 AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA DO PALÁCIO DO ITAMARATY  Para a avaliação, foi dividida
5. VISTORIA 5.2 DETALHAMENTO Estrutura interna protegida pela fachada de vidro Estrutura da fachada Rampa de
5. VISTORIA 5.2 DETALHAMENTO Estrutura interna protegida pela fachada de vidro Estrutura da fachada Rampa de

5. VISTORIA

5.2 DETALHAMENTO

Estrutura interna protegida pela fachada de vidro

Estrutura da fachada

5. VISTORIA 5.2 DETALHAMENTO Estrutura interna protegida pela fachada de vidro Estrutura da fachada Rampa de
5. VISTORIA 5.2 DETALHAMENTO Estrutura interna protegida pela fachada de vidro Estrutura da fachada Rampa de
5. VISTORIA 5.2 DETALHAMENTO Estrutura interna protegida pela fachada de vidro Estrutura da fachada Rampa de

Rampa de

acesso

5. VISTORIA

5. VISTORIA
5. VISTORIA
5. VISTORIA

5. VISTORIA

5. VISTORIA
5. VISTORIA
5. VISTORIA

5. VISTORIA

PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO • Recuperação das vigas com armaduras expostas, com a

Recuperação das vigas com armaduras expostas, com a

utilização de concreto convencional e aditivos expansores,

ou grout expansivos para minimizar a retração dos concreto

evitando assim fissuras

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO • Recuperação das vigas com armaduras expostas, com a

5. VISTORIA

ESTRUTURA DA FACHADA

5. VISTORIA ESTRUTURA DA FACHADA PATOLOGIAS ENCONTRADAS  Aparecimento de fissuras;  Aparecimentos de fungos; 
5. VISTORIA ESTRUTURA DA FACHADA PATOLOGIAS ENCONTRADAS  Aparecimento de fissuras;  Aparecimentos de fungos; 

PATOLOGIAS ENCONTRADAS

5. VISTORIA ESTRUTURA DA FACHADA PATOLOGIAS ENCONTRADAS  Aparecimento de fissuras;  Aparecimentos de fungos; 
  • Aparecimento de fissuras;

  • Aparecimentos de fungos;

  • Carbonatação do concreto ou eflorescências.

5. VISTORIA ESTRUTURA DA FACHADA PATOLOGIAS ENCONTRADAS  Aparecimento de fissuras;  Aparecimentos de fungos; 

5. VISTORIA

PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO  Sugere-se a limpeza dos pilares com água sanitária
  • Sugere-se a limpeza dos pilares com água sanitária para a eliminação dos fungos e em seguida a aplicação de hidrofugantes para dificultar a penetração de água.

  • Para as fissuras, após análise, sugere- se o tratamento com nata de cimento, de modo a não alterar as características superficiais do concreto.

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO  Sugere-se a limpeza dos pilares com água sanitária

5. VISTORIA

ESTRUTURAS DE RAMPAS DE ACESSO

5. VISTORIA ESTRUTURAS DE RAMPAS DE ACESSO
5. VISTORIA ESTRUTURAS DE RAMPAS DE ACESSO

5. VISTORIA

PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO • Reconstituição do concreto com aditivos expansores e polímeros,

Reconstituição do concreto com aditivos expansores e polímeros, para que seja minimizado o problema da retração.

Faz-se necessário a limpeza das barras que se encontram em processo de corrosão impedindo assim que esse processo evolua.

5. VISTORIA PROPOSTA DE MÉTODO DE INTERVENÇÃO • Reconstituição do concreto com aditivos expansores e polímeros,

6. PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO

6.1 PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO

  • Propor um plano de recuperação

6. PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO 6.1 PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO  Propor um plano de recuperação 6.1.1 EQUIPE

6.1.1 EQUIPE DE MANUTENÇÃO DO PALÁCIO DO ITAMARATY

  • Profissionais de Arquitetura e Engenharia, trabalhando no SARQ, chefiados pelo Arq. José Carlos Grillo (responsável pela manutenção e conservação do palácio)

6.1.2 MANUTENÇÃO DA ESTRUTURA

1.

Cadastramento;

  • 2. Inspeção periódicas;

  • 3. Serviços de limpeza

  • 4. Reparos de pequena monta;

  • 5. reparos de grande monta;

  • 6. reforços.

6. PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO 6.1 PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO  Propor um plano de recuperação 6.1.1 EQUIPE

7. CONCLUSÕES

7.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

7. CONCLUSÕES 7.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS  Objetivo: Avaliação do P.I., visando propor um programa de manutenção
  • Objetivo: Avaliação do P.I., visando propor um programa de manutenção preventiva.

  • Houve dificuldades para obter informações sobre a obra, todas as informações

foram conseguidas por entrevistas feitas com pessoas que trabalharam na construção do P.I.;

  • Foi analisada a estrutura de um pórtico do P.I. através de um software SAP 2000;

  • Usando a metodologia descrita por BOLDO (2002) realizou-se vistoria da estrutura do P.I, caracterizando-se a situação de cada componente, indicando um prazo máximo para respectivas intervenções;

7. CONCLUSÕES 7.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS  Objetivo: Avaliação do P.I., visando propor um programa de manutenção
  • Sugeriu-se um programa de recuperação estrutural visando o monitoramento e recuperação do monumento.

7. CONCLUSÕES

7. CONCLUSÕES 7.2 DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS DO P.I  Verifica-se que o modelo utilizado no

7.2 DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS DO P.I

  • Verifica-se que o modelo utilizado no presente trabalho indica uma coerência com o do eng. Joaquim Cardozo;

  • Observa-se que as taxas de armaduras obtidas nos dimensionamentos de seções dos pilares e vigas, são menores que às do projeto original, diferenças aceitáveis;

7.3 AVALIAÇÃO E PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO

  • Após avaliação percebeu-se que a estrutura do P.I. está em estado de conservação aceitável, recomendando-se algumas intervenções;

7. CONCLUSÕES 7.2 DIMENSIONAMENTO DE PEÇAS ESTRUTURAIS DO P.I  Verifica-se que o modelo utilizado no
  • Apenas alguns problemas localizados na rampa de acesso e nas fachadas Oeste e Norte, onde a umidade é bem elevada

7. CONCLUSÕES

7.4 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS

7. CONCLUSÕES 7.4 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS  Catalogar e divulgar as obras mais importantes do
  • Catalogar e divulgar as obras mais importantes do patrimônio histórico do Brasil;

  • Para que se possa preservar o patrimônio de engenharia brasileira;

  • Temos em nosso país uma gama de monumentos que necessitam de programas de

manutenção, para que se possam ser preservados posteriormente.

7. CONCLUSÕES 7.4 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS  Catalogar e divulgar as obras mais importantes do

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO
AGRADECIMENTO
AGRADECIMENTO