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Curso Completo de Logística na Administração Pública

Gestão de Materiais

Profº Msc Demóstenes Jonatas de Azevedo Júnior


jonatass@brturbo.com.br
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 1 - Administração Pública
a – Conceito
b – Formas
c – Administração Pública no Brasil
d – Princípios Fundamentais
e – Princípios Gerenciais
UD 2- Administração Pública Gerencial
a – Gestão Pública X Gestão Privada
b – Gestão por Resultados
c – Serviços ao Cidadão Cliente
UD 3 - Cadeia de Suprimento
a – Introdução a Logística
b – Fases do Desenvolvimento
c – Supply Chain Management
d – Just In Time
e – Funções Logísticas
f – Logística Pública
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 4 - Função de Compras
a – Introdução
b – Objetivos
c – Tipos de Compras
d – Visão Sistêmica
e – Sistemas de Governo (SIASG, Comprasnet)
f – Processo de Obtenção no Setor Público (Pregão Eletrônico, Sistema de Registro de Preços)
UD 5 - Planejamento da Demanda
a – Conceitos Básicos
b – Tipos de Demanda
c – Importância do Planejamento da Demanda no ciclo de planejamento da contratação Pública
d – Planejamento da Demanda em uma organização pública
e – Curva ABC como ferramenta de gestão de estoques
UD 6 - Modelos Matemáticos Utilizados na Gestão de Estoques
a – Ponto do Pedido e Estoque de Segurança
b – Lote Econômico de Compras
c – Estoque Médio
d – Lote Ótimo de Compras
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 7 - Planejamento de Materiais:
a – Principais Características: físicas, valor e risco
b – Ciclo de Vida do Produto
c – Giro de Estoque
d – Tempo Médio de Estoque
e – Rotatividade
f – Planejamento das Necessidades em uma organização pública
g – Material Requirement Planning (MRP)

UD 8 - Planejamento da Armazenagem
a – Lay-out de Depósito e informações úteis
b – Capacidade Estática
c – Área útil de Armazenagem
d – Fator de Estiva
e – Tempo de Médio de permanência
f – Capacidade Dinâmica
g – Taxa de Ocupação
h – Segurança do Depósito
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 9 - Planejamento e Localização de Estoques
a – Política de Gestão de Estoques
b – Ata de Registro de Preços como Estoque Virtual
c – Tipos de Depósitos
d – Centro de Distribuição
e – Cross Docking
f – Localização de Depósitos
g – Logística Reversa
UD 10 - Tipos de Contratos para Aquisição de Materiais
a – Aquisições para pronta entrega
b – Contratos com cláusulas especiais de garantia e assistência técnica
c – Contratos de Performance e Acordos de Nível de Serviço
UD 11 - Indicadores de Desempenho na Gestão de Materiais
a – Nível de Serviço
b – Administração do Nível de Serviço
c – Indicadores de Desempenho na Gestão de Materiais
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais

Importância do Tema
CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

É a ordenação, direção e controle dos serviços do governo, no


âmbito federal, estadual e municipal, segundo os preceitos do
direito e da moral, visando ao bem comum.
“Na Administração Pública, não há liberdade e nem vontade
pessoal. Enquanto na administração particular é lícito fazer tudo
que a Lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido
fazer o que a Lei autoriza. A lei para o particular, significa “pode
fazer assim”; para o administrador público significa “deve fazer
assim”.”

Hely Lopes Meirelles


A administração pública pode e deve se inspirar

num modelo de gestão privado, mas nunca deve

perder a perspectiva de que a área privada visa o

lucro e a administração pública visa realizar sua

função social.
MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS

“Nada mais difícil de manejar, mais perigoso de conduzir, ou de


mais incerto sucesso, do que liderar a introdução de uma nova
ordem de coisas. Pois o inovador tem contra si todos os que se
beneficiavam das antigas condições e apoio apenas tíbio dos que se
beneficiarão com a nova ordem.”

Nicolau Maquiavel (1459-1527)


FORMAS

Administração pública patrimonialista


 Administração pública burocrática
 Administração pública gerencial
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PATRIMONIALISTA

O aparelho do Estado funciona como uma extensão do poder


soberano que utiliza os bens públicos da forma que achar mais
conveniente, particularmente em benefício próprio e de seus
colaboradores diretos.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BUROCRÁTICA

Seus princípios se orientam no desenvolvimento da


profissionalização, com ideias de carreira, hierarquia funcional,
impessoalidade e formalismo, que são características do poder
racional legal.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GERENCIAL

- Apoiada no modelo burocrático;


- Mantêm a admissão de servidores através de critérios de
mérito;
- A existência de um sistema estruturado de carreiras e de
remuneração, a avaliação de desempenho e o treinamento
sistemático;
- A diferença é a forma de controle, que passa a concentrar-se
nos resultados, em vez de ser nos processos.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GERENCIAL (Cont.)

- Inspirada nos conceitos da administração de empresas;


- A receita das empresas privadas depende dos pagamentos que
seus clientes fazem livremente na compra de produtos e serviços;
- A receita do Estado deriva-se de impostos, taxas e outras
contribuições obrigatórias, sem que haja contrapartida direta de
prestação de serviços.
Vale lembrar que uma “empresa” é uma organização
particular, “governamental”, ou de “economia mista”, que
produz e oferece bens e/ou “serviços”, com o objetivo de obter
“lucros”.
As empresas do governo tem a finalidade de obter
rentabilidade social.
A GESTÃO PÚBLICA E A GESTÃO PRIVADA

- O Governo existe para servir aos interesses gerais da sociedade,


ao passo que a empresa privada serve aos interesses de um
indivíduo ou um grupo;
- Entre todas as instituições, o Governo é aquele que detém a
autoridade política suprema;
GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA

Adota “princípios de gestão de negócios”:

Atendimento ao cidadão como cliente

 Pro-atividade

 Iniciativa e autonomia gerencial

 Controle por objetivos e metas

 Governo por parcerias


A GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA

Isso, porém, não significa “governar como quem dirige uma


empresa privada”, que visa o lucro com seus produtos, mas sim,
gerenciar com eficiência recursos tributários coletados, para
atender com maior eficácia e eficiência o bem comum, gerando
resultados para a sociedade.
EMPREENDORISMO GOVERNAMENTAL

O gestor público para estar capacitado:

- Compreender a missão da organização;

- Estabelecer e cumprir as metas explícitas;

- Ficar em condições de redefinir os objetivos quando estes não

forem alcançados.
VISÃO SISTÊMICA DO AMBIENTE
GOVERNO
SOCIEDADE
Órgãos de administração
geral
- Empresas
Imposto
- Grupos
Órgãos de
Controle e Apoio - Famílias
Bens
- Indivíduos
Serviços
Órgãos prestadores de
serviços

BENS/SERVIÇOS
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL

ADMINISTRAÇÃO DIRETA

- País: Presidência, Secretarias Especiais e Ministérios;


- Estados: Governador e Secretarias;
- Municípios: Prefeito e Secretarias.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

É o conjunto de entidades com personalidade jurídica que


vinculadas a um órgão da Administração Direta, prestam
serviço público ou de interesse público.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA – DIVISÃO

• AUTARQUIA

• EMPRESA PÚBLICA

• SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA

• FUNDAÇÃO PÚBLICA
PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Princípios Básicos

Legalidade

Moralidade (ética)

Impessoalidade

Publicidade

Eficiência
PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Princípios Fundamentais
 Planejamento

 Coordenação

 Descentralização

 Delegação de competência

 Controle
PRINCÍPIOS GERENCIAIS

A estratégia constitui um processo de aprendizagem através


do qual a direção da organização tenta atingir níveis de
aspiração, objetivos e metas, fazendo uso mais eficiente dos seus
recursos frente a um meio cada vez mais imprevisível.
A estratégia é o comportamento da organização voltado para
o seu ambiente e visando o futuro e o seu destino.
Administração
Eficiência, Eficácia e Efetividade
Eficiência: é um princípio de administração de recursos, ou seja, a
eficiência de uma organização depende de como seus recursos são
utilizados. Significa:
-Realizar atividades ou tarefas da maneira certa, sem erros e atrasos;
- realizar tarefas de maneira inteligente, com o mínimo de esforço e
com o melhor aproveitamento possível de recursos.
Administração

EFICÁCIA

Eficácia: é o conceito de desempenho que envolve a


comparação entre objetivos (desempenho esperado) e
resultados (desempenho realizado). Significa o grau ou taxa
de realização dos objetivos finais da organização.
Efetividade: relação equilibrada e otimizada entre os
resultados alcançados e os objetivos propostos ao longo do
tempo pelas organizações.

29
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
A EFICIÊNCIA impõe a todo agente público realizar suas
atribuições com presteza, perfeição, rendimento e rapidez.
Deve ser avaliada do ponto de vista da quantidade e da
qualidade do serviço prestado, observando-se o seu rendimento
efetivo, seu custo operacional e sua real utilização para os
administrados e para a administração.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS

Eficácia
É a adoção de um conjunto de ações que garantam a o
alcance dos planos, objetivos ou metas determinados,
para entidades, empresas ou projetos públicos a custos
razoáveis de maneira factível e dentro de um prazo
estabelecido ou conveniado.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
Em termos econômicos, a eficácia de uma organização se refere
a sua capacidade de satisfazer uma necessidade da sociedade por
meio do suprimento de seus produtos (bens ou serviços),
enquanto a eficiência é uma relação entre custos e benefícios.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
Efetividade
É a relação entre os resultados (impactos observados) e os
objetivos (impactos esperados).
O valor efetivo das ações governamentais deve ser medido com
base nos resultados qualitativos, ou seja, nos impactos
socioeconômicos produzidos.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
Economicidade
É a avaliação da aquisição dos insumos (recursos humanos,
materiais, tecnológicos, e financeiros) necessários à
implementação das ações governamentais.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
Otimização
É uma técnica para calcular a melhor distribuição de recursos para um
determinado objetivo, levando-se em conta determinadas restrições.
O processo de se transformar os dados de um problema e organizá-los
segundo as necessidades chama-se “modelagem”.
A análise formal de problemas de decisão é geralmente levada a efeito
através de modelos matemáticos, que são representações simbólicas do
problema em questão.
PRINCÍPIOS GERENCIAIS
Produtividade
Medi-la quando se trata da indústria é relativamente fácil,
porém quando se fala de serviços públicos torna-se complicado.
Isto porque ele é um bem avaliado no momento em que acontece,
e, embora a tecnologia esteja presente, muitas ocorrências não
podem ser controladas.
A GESTÃO PÚBLICA E A GESTÃO PRIVADA

- A autoridade do Governo é sancionada pelo monopólio da


violência;
- A responsabilidade do Governo deve responder à natureza e à
dimensão de seu poder.
PECULIARIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

- Em face da universalidade e da soberania do Governo,


pressupõe-se que a este caiba resolver os conflitos de interesse
particulares, a fim de alcançar o máximo possível de bem-estar
geral;
- O Governo é responsável perante o povo. Suas ações estão
constantemente expostas à publicidade e à crítica;
PECULIARIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

- A eficiência de uma entidade governamental não se deve

medir pelo aumento de suas receitas ou pela redução de seus

gastos, senão pela qualidade e intensidade com que realiza

seus propósitos públicos.


EMPREENDORISMO GOVERNAMENTAL

Atualmente, a administração pública tem como paradoxo


principal a necessidade de ser empreendedora, ou seja,
aproveitar as oportunidades de mercado, e o problema de como
financiar as novas oportunidades.
GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA

Adota “princípios de gestão de negócios”:

Atendimento ao cidadão como cliente

 Pro-atividade

 Iniciativa e autonomia gerencial

 Controle por objetivos e metas

 Governo por parcerias


O GOVERNO EMPREENDEDOR

Reformas centradas na entrega à sociedade de tarefas


antes assumidas pelo governo burocrático tradicional,
mediante privatizações, terceirizações e contratos de
gestão com agências e entidades públicas.
O MODELO DE GESTÃO PÚBLICA
A eficácia do governo empreendedor:
- Os recursos orçamentários são escassos;
- Transparência;
- Competição na prestação de serviços;
- Preocupação com a obtenção dos melhores
resultados que os recursos disponíveis possam
proporcionar.
AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP)
Novo paradigma: o setor público e o setor privado realizam investimentos em
parceria, associando eficiência privada e visão pública de longo prazo:
- Transfere-se ao setor privado os riscos de construção e operação, o que induz à
eficiência;
- O setor público compartilha o risco de demanda, o que viabiliza o
investimento.
AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP)
- Na contratação de obra pública, o Estado assume a maior parte dos riscos.
- Na PPP, os riscos específicos transferidos ao setor privado são mais amplos.
- Nas privatizações, ativos públicos preexistentes são vendidos ao setor privado,
enquanto as PPPs visam estimular a criação de novos ativos.
- Na concessão tradicional, a maior parte do investimento é pública e as
responsabilidades do setor privado referem-se principalmente a operação e
manutenção.
AS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP)
Remuneração do parceiro privado vinculada a padrões de desempenho.
Pagamento somente quando o serviço estiver disponibilizado.
Cláusulas de garantia de pagamento da contraprestação pública por fundo fiduciário de natureza
privada.
Melhor uso do gasto público (value for money), valendo-se da eficiência do setor privado.
Execução mais rápida dos projetos.
Alocação ótima dos riscos (adequada às características do mercado).
Melhor qualidade dos serviços e incentivo à melhoria de desempenho.
AGÊNCIAS REGULADORAS
É uma nova modalidade de intervenção do Estado na economia
com estrutura formal autárquica e competência para regulamentar,
contratar, fiscalizar, aplicar sanções e atender aos reclamos do
cidadão-cliente/usuário/consumidor de determinado serviço público
ou atividade econômica.
Cadeia de Suprimentos

Introdução à Logística

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O que é logística e qual sua importância no contexto dos negócios?

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DEFINIÇÃO
“É a ciência que trata de todas as atividades de
movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de
produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima
até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de
informação que colocam os produtos em movimento,
com o propósito de providenciar níveis de serviços
adequados aos clientes a um custo razoável.”

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DEFINIÇÃO
"Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de
Suprimentos (SCM) que planeja, implementa e controla o
fluxo e armazenamento eficiente e econômico de
matérias-primas, materiais semiacabados e produtos
acabados, bem como as informações a eles relativas,
desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o
propósito de atender às exigências dos clientes"

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Origem da Palavra Logística
O termo logística vem do grego logos (λόγος),
significando "discurso, razão, rácio, racionalidade,
linguagem, frase", mais especificamente da palavra
grega logistiki (λογιστική), significando
contabilidade e organização financeira

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Origem da Palavra Logística
A palavra logística tem a sua origem no verbo
francês loger - alojar ou acolher. Foi inicialmente
usado para descrever a ciência da movimentação,
suprimento e manutenção de forças militares no
terreno

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Origem da Palavra Logística
Considera-se que a logística nasceu da
necessidade dos militares em se abastecer com
armamento, munições e rações, enquanto se
deslocavam da sua base para as posições
avançadas. Na Grécia antiga, império Romano e
império Bizantino, os oficiais militares com o título
Logistikas eram responsáveis pelos assuntos
financeiros e de distribuição de suprimentos.

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Histórico - Logística

1950

O campo permanecia em estado de dormência. Não existia nenhuma


filosofia dominante. O transporte era ligado a área de produção. Os
estoques eram responsabilidades do marketing, finanças ou ainda, a
produção e o processamento de pedidos era controlado pelo
financeiro ou vendas.

Resultado: Conflito de objetivos

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Histórico - Logística

1950 – 1970

O chamado período do desenvolvimento;

Época de decolagem da logística;

Ambiente propício para novidades na administração;

Teóricos observam estratégias militares;

Avanço da tecnologia;

Administração quantitativa/matemática.

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Histórico - Logística

1970

Estado de semi-maturidade – os princípios estavam estabelecidos e


algumas instituições começavam a colher o frutos de sua utilização. A
crise do petróleo foi um evento fundamental para o amadurecimento
real da logística empresarial e ao desenvolvimento da logística
integrada.

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Tendências e Novos Desafios para Logística

THE IMPLICATIONS OF 3D PRINTING FOR THE GLOBAL LOGISTICS INDUSTRY


JOHN MANNERS-BELL, CEO, TRANSPORT INTELLIGENCE LTD
KEN LYON, CEO, VIRTUAL-PARTNERS LTD

“3D Printing’, or ‘additive manufacturing’ as it is also known, has the potential to


become the biggest single disruptive phenomenon to impact global industry
since assembly lines were introduced in early twentieth century America”

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Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

Supply Chain Management

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ADMINISTRACAO DA CADEIA DE
SUPRIMENTOS
• CADEIA DE SUPRIMENTOS

Informações/Materiais

FORNECEDOR DEPÓSITOS LOJA CLIENTE

Informações/ Materiais

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ATIVIDADES LOGÍSTICAS
ATIVIDADES PRIMÁRIAS
- Transporte
- Manutenção dos Estoques
- Processamento dos Pedidos

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ATIVIDADES LOGÍSTICAS
ATIVIDADES DE APOIO
- Armazenagem

- Manuseio de Materiais
- Embalagem e Proteção
- Obtenção (Compras)
- Planejamento de Compras
- Manutenção de Informação

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Missão da Logística

A principal missão do profissional de logística e garantir a


disponibilidade dos produtos requeridos pelos clientes a um
custo razoável

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Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

Supply Chain Management

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Evolução da Logística
Primeira Fase:
- Após 2ª Guerra;
- Lacunas de demanda;
- Produção em série;
- Não existiam os sofisticados sistemas de comunicação
atuais;
- Estoque era o elemento-chave no balanceamento da
cadeia de suprimento.
Evolução da Logística
Evolução da Logística
Segunda Fase:
- Surgimento de um maior número de produtos
diferenciados (cores, tamanhos);
- Aumento dos estoques;
- Necessidade de maior racionalização da cadeia de
suprimento(menores custos e maior eficiência);
- Eficiência do transporte multimodal;
Evolução da Logística
Segunda Fase:
- Benefícios do surgimento da informática (cartões
perfurados e fitas magnéticas);
- Otimização das atividades e planejamento;
- Planejamento lateral;
- Impossibilidade de correção real-time.
Evolução da Logística
Evolução da Logística
Terceira Fase (Integração Flexível):
- Integração dinâmica e flexível entre os agentes da cadeia;
- Intercâmbio de informações (EDI-Intercâmbio eletrônico de
dados);
- Antes as informações eram digitadas e quando disponíveis não
eram mais oportunas;
- Só serviam para avaliação histórica e não para correções
imediatas.
Evolução da Logística
Terceira Fase (Integração Flexível):
- Na terceira fase surge a integração dinâmica com
correções real-time;
- Maior preocupação com a satisfação plena do
cliente;
- Nesta fase surge a tendência pela utopia do
estoque zero.
Evolução da Logística
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):
- As questões logísticas passam a possuir uma dimensão
estratégica;
- Os agentes da cadeia passam a trabalhar mais próximos,
trocando informações antes confidenciais e formando parcerias;
- Com o surgimento da globalização a logística se torna elemento
diferenciador;
- Postponement (postergação) que visa a redução de prazos e das
incertezas ao longo da cadeia de suprimento;
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):
- Benetton, passa a fabricar camisas na China, Coréia e Formosa
na cor cinza e tinge em locais mais próximos aos pontos de
consumo, para acompanhar a volatilidade da moda;
- Carros fabricados na França e transportados para a Espanha
de trem recebem frisos, limpadores e fiação no trem, redução de
tempo.
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):
- Empresas Virtuais – agile enterprises (empresas ágeis);
- Exemplo da Dell.
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):
- Ao mesmo tempo se busca a redução de estoques e maior
qualidade do serviço;
- Empresas usam em larga escala tecnologia da informação;
- Empresa concentram-se no seu core competence;
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):
O que distingue esta fase das demais:
- Ênfase absoluta na satisfação plena do consumidor final;
- Formação de parcerias entre fornecedores e clientes, ao longo da cadeia de
suprimento;
- Abertura plena, entre parceiros, possibilitando acesso mútuo às
informações operacionais e estratégicas;
- Aplicação de esforço de forma sistemática e continuada, visando agregar o
máximo valor para o consumidor final e eliminar os desperdícios, reduzindo
custo e aumentando a eficiência.
Evolução da Logística
Quarta Fase (Integração Estratégica - SCM):

- Exemplo clássico desse novo enfoque na fábrica de motores da


Volkswagen, em Resende-RJ;
- Os principais fornecedores estão na linha produtiva.
Evolução da Logística
Supply Chain Management

Todos os elementos devem estar perfeitamente interligados e conectados

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Cadeia de Suprimento

- Planejar
- Comprar
- Fazer
- Distribuir
Supply Chain Management

07 princípios chave para boa gestão da cadeia de suprimento

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07 princípios chave para boa gestão da cadeia de
suprimento

1) Segmentação dos Clientes Baseado em diferentes necessidades de nível de


serviço e adaptar a cadeia de suprimento para servir a todos os segmentos com
lucratividade ;
2) Customizar a rede logística para atender os diferentes níveis de serviço com
lucratividade para cada tipo de segmento
3) Ouça os sinais do mercado e alinhe o planejamento de demanda por toda a
cadeia de suprimento por este sinais, buscando um nível ótimo de previsão e de
alocação de recursos e instalações

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07 princípios chave para boa gestão da cadeia de
suprimento

4) Diferenciação do produto próximo ao consumidor final e aumento da


velocidade de conversão dos itens ao longo da cadeia de suprimento;
5) Administre fontes de suprimento de forma estratégica e reduza os custos de
possuir o material ou serviço
6) Desenvolva Ferramentas de Tecnologia da informação que suporte múltiplos
níveis de decisão ao longo da cadeia de suprimento fornecendo visibilidade dos
fluxos de informação, produtos e serviços
7) Adote medidas de perfomance que possibilite obter informações sobre a
eficiência e efetiviade dos serviços logísticos

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Como Transformar estes princípios em Prática?

1) Organize esforços e ações de melhoria


2) Lembrem-se: Roma não foi feita em um dia
3) Reconheça as dificuldades de mudanças e da cultura organizacional
4) Finalmente colha a recompensa do esforço

85
Triplo A em Supply Chain

1) Adaptabilidade
2) Agilidade
3) Alinhamento

Artigo publicado na Harvard Business Review por Hau L. Lee

86
FILOSOFIA JUST IN TIME
Historicamente, os produtos tinham de ser empurrados
pela cadeia de suprimentos, sendo que as necessidades
quantitativas desses produtos eram baseadas em
planejamentos de compras ou planejamentos de demandas
futuras, o que quase nunca ocorria. Como a chance de erro
ainda é bastante grande, muitas empresas começaram a se
utilizar de altos estoques para se resguardarem de eventuais
quebras de estoque, seja de matéria-prima ou de produtos
acabados.

87
FILOSOFIA JUST IN TIME
Com o objetivo de manter a satisfação da solicitação dos
clientes e não atrasar os pedidos com a falta de materiais,
as empresas mantinham grandes estoques, gerando um alto
custo de manutenção dos mesmos.

88
FILOSOFIA JUST IN TIME
Dessa maneira, a preocupação em manter altos níveis de
estoque para elevar o nível de atendimento acaba, no médio
prazo (e em alguns casos no curto prazo).

89
FILOSOFIA JUST IN TIME
Na década de 70 a Empresa Japonesa Toyota, observou
estes problemas e criou a Filosofia Just in Time, que
consistia em reduzir os seus estoques drasticamente, isto
ocorreu com a instalação de filiais de seus fornecedores de
matéria prima dentro do seu parque fabril, bem como
entregas mais frequentes em quantidades menores.

90
FILOSOFIA JUST IN TIME
Maior valorização e utilização da informação dentro da
cadeia logística, para prever com antecedência as futuras
demandas de matéria prima.
Fluxo de Informações

FORNECEDOR FABRICA DISTRIBUIDOR LOJAS

91
FILOSOFIA JUST IN TIME
As Empresas adeptas da Filosofia trocaram os grandes
fornecimentos a instalações Centrais de Abastecimento por
embarques frequentes e menores diretamente dos caminhões a
fábrica

92
FILOSOFIA JUST IN TIME
Just In Time não e apenas redução de Estoques e sim uma busca
sistemática pela qualidade e simplificação dos processos.

93
FILOSOFIA JUST IN TIME
Pontos Negativos
• Fragilidade da cadeia de suprimento
- Interrupções no fluxo
- Greves
- Alto custo de paralisação das atividades

94
FILOSOFIA JUST IN TIME
Adaptações na Filosofia

- Manutenção de duplos fornecedores (Honda)


- Armazenagem de Motores e Peças críticas em suas Fábricas
(Ford)

95
FILOSOFIA JUST IN TIME
O Just In Time não e indicado para todos os tipos de cadeia de
suprimento:
- Produções sob encomenda
- Não e boa opção para produtos fabricados em volumes
pequenos ou de demanda incerta
Porém estas são Limitações não defeitos

96
FILOSOFIA JUST IN TIME
Resumo da Filosofia

O produto certo, na quantidade certa, na hora exata no correto


lugar, reduzindo custos e aumentando a lucratividade das
empresas

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Funções Logísticas

- Armazenagem
- Transporte
- Distribuição
- Compras/obtenção

98
Logística Pública
A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PÚBLICA E DA GCS

- Sintonia com a demanda da sociedade;

- A atenção às necessidades e às preferências dos cidadãos;

- A fuga da obsolescência de bens e serviços;

- A redução de custos para fortalecer a alocação adequada dos


recursos;

- A disponibilidade dos recursos para atender outras necessidades da


população.

100
A missão do gestor público é estabelecer o
nível de atividades logísticas necessário para
atender a sociedade no tempo certo, no local
certo e nas condições e formas desejadas, de
maneira mais eficiente no uso dos recursos
públicos.
101
Função Compras

102
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

“ A distribuição de uma empresa é o suprimento


da outra”
Anônimo

103
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

A Administração de materiais é o inverso da


distribuição física .
Trata do fluxo de produtos para a firma ao
invés de a partir dela.

104
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

FINALIDADE
A principal finalidade da administração de materiais é
satisfazer as necessidades do sistema de operações.
- Linha de Produção
- Processo Operacional do Banco
- Hospital,Etc.

105
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

As necessidades provêm das curvas da demanda dos


clientes, das atividades de promoção e dos programas e
planos de distribuição física.
Estas são convertidas em planos e programas de
produção, suprimento ou distribuição.

106
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Obtenção (Compras) - Atividades
- Assegurar descrição completa e adequada das necessidades
- Selecionar fontes de suprimento
- Conseguir informações de preço
- Colocar pedidos (ordens de compra)
- Acompanhar os pedidos
- Verificar notas fiscais
- Manter arquivos e registros
- Manter relacionamento com fornecedores

107
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

O Gerente de Logística com a visão de toda a cadeia


estabelece o ritmo das ordens de compras em
alinhamento com a demanda dos clientes

108
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Criação da Programação Operacional
É um plano para produzir certa quantidade de
produto em certa data para atender a
compromissos de venda e distribuição.
Integração entre as operações e a logística.

109
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Após o estabelecimento do programa de suprimento, a
logística pode dividí-las em crítica e não críticas:
- Críticas: Peças solicitadas após a determinação do
programa operacional, peças de alto valor fabricadas sob
encomenda, não existe estoque
- Não críticas : São aquelas mantidas em inventário(estoque)
e solicitadas assim que necessárias na produção.
- Quem julga se é crítica ou não é a logística

110
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

Do ponto de vista do suprimento as peças são


fornecidas diretamente as lojas (linha de
produção) ou para o estoque.

111
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Suprimento para Estoque
- Estoques agem como amortecedores entre o suprimento e a
necessidade de produção.
- Garante maior disponibilidade de componentes para as
lojas (linha de produção)
- Diminuem o tempo dedicado pela administração para
manter a disponibilidade desejada e podem reduzir custos
de transporte.

112
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Suprimento para Estoque
Para um item ser mantido economicamente em estoque
deve seguir a seguinte características:
- Ser comprado em quantidades maiores ou iguais a um lote
mínimo
- A tabela de preços do fornecedor deve ter descontos por
volume
- Ser de valor relativamente baixo
- Ser econômico comprá-lo junto com outros itens
- Pode ser usado em vários produtos
- Ter grau de incerteza na entrega ou na continuidade do
suprimento
113
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
Suprimento para Estoque

Quando as necessidades de operação são


protegidas por estoques, São os critérios de
controle de estoque que determinam as ordens
de compra para ressuprimento.

114
A FUNÇÃO COMPRAS
A FUNÇÃO COMPRAS

A função de comprar implica na aquisição


de materiais na qualidade certa, na época
certa, ao preço certo, na quantidade certa e da
fonte certa.
O PODER DE COMPRA
É o poder do cliente, seja ele empresa privada,
órgão público, cooperativa ou pessoa física
(cidadão), que ao adquirir bens e serviços define
suas exigências e necessidades, tornando-se um
indutor da qualidade, da produtividade, e de
inovação tecnológica, gerando emprego, ocupação e
renda e, contribuindo para a competitividade e
desenvolvimento do país.
OBJETIVOS DAS COMPRAS

- Permitir continuidade de suprimentos para o


perfeito fluxo do processo de transformação;
- Coordenar os fluxos com o mínimo de
investimentos em estoques e adequado
cumprimento dos programas;
OBJETIVOS DAS COMPRAS

- Comprar materiais e produtos aos mais baixos


custos, dentro das especificações predeterminadas
em qualidade, prazos e preços;
- Evitar desperdícios e obsolescência de materiais
por meio de avaliação e percepção das
necessidades.
A VISÃO SISTÊMICA

Para obter maior eficiência, é necessário que a


organização adote uma visão sistêmica no processo
de compras/contratação.
A visão sistêmica leva em conta os diversos
fatores organizacionais que contribuem para o
sucesso das compras/contratações.
A VISÃO SISTÊMICA

POLÍTICA DE
RECURSOS
ESTOQUES
Estrutura

Tecnologia Pessoas

Processos

PLANEJAMENTO
A VISÃO SISTÊMICA

O Planejamento:
Se a organização não valoriza o
planejamento, as compras serão tumultuadas
porque a tendência da organização é atuar
“apagando incêndios”.
A VISÃO SISTÊMICA

A Política de Estoques:
É recomendável que a organização siga a tendência atual de
procurar ter o mínimo possível de materiais estocados.
Este tipo de política requer um efetivo planejamento, pois,
caso contrário, causará transtornos e descontinuidade nos
trabalhos organizacionais.
A VISÃO SISTÊMICA

A Política de Estoques (Cont):


Esta política de estoques é o que se denomina “just in time”
(JIT), isto é, os materiais devem ficar estocados nos fornecedores,
somente chegando à organização na ocasião (ou muito próximo)
de serem utilizados/distribuídos.
INFORMAÇÕES EXTERNAS

Mercado Informações sobre produtos

Informações sobre
Fontes de fornecimento novos produtos

Taxa de produção dos Disponibilidade de


fornecedores SEÇÃO DE Transportes
COMPRAS
Tarifas de
Capacidade de produção Transportes
dos fornecedores

Tecnologia
Condições de mão-de-obra
Impostos
INFORMAÇÕES INTERNAS

Consumo

Marketing Setor
Financeiro

SEÇÃO DE
COMPRAS

Contabilidade Estoques

Administração geral
TIPOS DE COMPRAS

As compras poderão ser de dois tipos


básicos:
- Adquiridas no mercado interno;
- Adquiridas no mercado externo.
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Na administração pública, as compras são


realizadas por intermédio de licitações reguladas
em legislação específica.
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Os processos de compras/contratações no setor


público têm como objetivos a redução de custos e a
melhoria da qualidade das compras de materiais e dos
serviços contratados, além de ampliar a transparência e
o controle social.
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Os tipos de licitação, exceto na modalidade de


concurso (bem como na de pregão), são os seguintes:
- a de menor preço;
- a de melhor técnica;
- a de técnica e preço;
- a de maior lance ou oferta - nos casos de alienação de
bens ou concessão de direito real de uso.
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Sistemas de Governo
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Sistemas de Governo
SIASG
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Sistemas de Governo
COMPRASNET
O SISTEMA DE COMPRAS/CONTRATAÇÃO

Pregão Eletrônico
Sistemas de
Governo
COMPRASNET Sistema de Registro de
Preços
Introdução a Logística de Armazenagem

“Pelo Ponto de Vista do Moderno Operador Logístico,


pode-se definir armazenagem como a gestão econômica
do espaço necessário para manter estoques de
mercadorias pertencentes a terceiros.”

Paulo Alberto Ambrósio Rodrigues

135
Introdução a Logística de Armazenagem

“Dizem que a razão para o aumento das tarifas postais


americanas é que os correios cobram a armazenagem da
correspondência ao invés da sua entrega.”

Paul Harwitz

The Wall Street Journal

136
Introdução a Logística de Armazenagem

“Armazenagem e manuseio de mercadorias são


componentes essenciais do conjunto de atividades
logísticas. Os seus custos podem absorver de 12 a 40%
das despesas logísticas da empresa.”

Ronald H. Ballou

137
Introdução a Logística de Armazenagem

Ao contrário do transporte, que ocorre entre locais e


tempos diferentes, a armazenagem e o manuseio de
materiais acontece, na grande maioria das vezes, em
algumas localidades fixas. Portanto, os custos destas
atividades estão intimamente associados à seleção
desses locais.

138
Histórico

É possível afirmar que o conceito de


armazenagem tem início com a observação pelo
homem da alternância entre períodos de fartura
e de escassez e está intrinsicamente
relacionado com a necessidade de
abastecimento dos povos.

139
Histórico

A Armazenagem foi estabelecida no exato momento em que o ser


humano primitivo descobriu que podia guardar para uso futuro os
produtos excedentes às suas necessidades atuais, ou ainda para
permutá-los com outros produtos dos quais não dispunha (escambo)

Ex: Excerto do antigo testamento: Gênesis 41“Deus revelou ao Faraó o


que vai fazer. As sete vacas belas são sete anos. E as sete…”

140
Histórico

- Cerca de 3.000 AC, os egípcios construíram os primeiros depósitos


de que se tem notícia, com o objetivo específico de armazenar os
papiros e o trigo excedentes, produzidos no fértil vale do Nilo, para
posteriormente carregá-los em navios e trocá-los pelas madeiras do
Líbano.

- Os Fenícios, como discípulos dos Egípcios, aprenderam a arte


náutica e estabeleceram diversas colônias ao longo do Mediterâneo,
dominando várias colônias, com base nos armazéns e entrepostos
comerciais que implantavam

141
Histórico

- Os Romanos estenderam seus domínios até o mar do norte, fundaram


Londres(originalmente Londinium), para tanto estabeleceu
importantes centros de armazenagem e distribuição distribuídos ao
longo do Império.

- Os Vikings passaram a história somente como uma potencia bélica,


uma vez que desconheciam os princípios da armazenagem e não
formaram nenhum império comercial, limitando a saquear e consumir
os butins.

142
Importância da Armazenagem

- Com o advento da globalização tornasse necessário que


os produtos tenham preços competitivos e inúmeros fatores
compõe o preço final
- Busca pela redução de preços, através de fornecimentos
regulares e constantes.
- Principalmente no Comércio internacional, que requer o
conhecimento de diversas legislações, existe uma tendência
de terceirização dos procedimentos logísticos.

143
Importância da Armazenagem

- As operações de armazenagem não fogem a regra da


importância de redução de custos e vem adquirindo grande
importância, não apenas como amortecedores destinados a
equilibrar produção e demanda, sobretudo para garantir a
continuidade da cadeia de suprimento.
- A redução de custos só é efetivamente obtida quando
existe redução conjunta do custo de todas as funções
logísticas (aquisição, transporte, armazenagem,
gerenciamento de estoques, distribuição física e Etc.)

144
Importância da Armazenagem

Antes de chegar ao processo de distribuição física no


mercado interno, as mercadorias em trânsito passam por
cinco fases distintas:
- Preparação e armazenagem na fábrica;
- No terminal de transferência (consolidação e
armazenamento temporário de pequenos lotes)
- Transporte Interno até um CD;
- Descarga, movimentação e armazenagem temporária no
CD;
- Roteamento e distribuição física até um mercado
consumidor.
145
Importância da Armazenagem

- Podemos constatar o importante papel desempenhado


pelos terminais de carga ao longo de todo o fluxo, não
somente como portas de entrada e de saída, mas também
como centros de armazenagem, consolidação e distribuição
de produtos.
- A eficiência da armazenagem exerce considerável
influência sobre a quantidade de carga nele movimentada.

146
Princípios Básicos da Armazenagem

O Que é Armazenagem?

Gerenciar eficazmente o espaço tridimensional de um


local adequado e seguro, colocado à disposição para guarda
de mercadorias que serão movimentadas rápida e
facilmente, com técnicas compatíveis às respectivas
características, preservando a sua integridadade física e
entregando-a a quem de direito no momento aprazado.

147
Princípios Básicos da Armazenagem

(Material Handling Institute-EUA e outros)


- Planejamento: Avaliar previamente a área
- Flexibilidade Operacional: Adaptabilidade de corredores,
docas, portas e equipamentos, receber simultânea ou
sucessivamente produtos diferentes.
- Simplificação: Arranjo físico do armazem para simplificar
ao máximo o fluxo de entrada e saída de materiais sem
gargalo.
- Integração: Planejar a integração simultânea do maior
número de atividades possíveis.
- Otimização do Espaço Físico: Armazenamento técnico e
seguro, para fácil movimentação, verificando resistência do
148
piso e Capacidade de Volume da área
Princípios Básicos da Armazenagem
(Material Handling Institute-EUA e outros)

- Otimização de Equipamentos e Mão de Obra.


- Verticalização
- Mecanização
- Automação
- Controle
- Segurança
- Preço

149
Princípios Básicos da Armazenagem

(Material Handling Institute-EUA e outros)


Os princípios básicos devem considerar os seguintes
parâmetros:
- No que e quanto estão investindo os concorrentes?
- Quanto podemos investir?
- Vamos repetir a concorrência ou ocupar algum nicho de
mercado?
- Qual o custo de operação e manutenção?
- Como as atividades podem ser simplificadas?
- O fluxo de materiais e de informações pode ser
otimizado?
150
Princípios Básicos da Armazenagem

(Material Handling Institute-EUA e outros)


Os princípios básicos devem considerar os seguintes parâmetros:

- O sistema resultante será simples prático e racional?


- Sempre que possível utilizaremos a lei da gravidade?
- Teremos flexibilidade para automatizar o sistema?
- Há alguém fazendo algo melhor e mais barato?

151
Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimento
Funções Básicas de Qualquer Tipo de Estoque:

- Garantir a disponibilidade de insumos para produção.


- Atuar como amortecedor durante o período de
ressuprimento.
- Reduzir o custo do transporte.
- Dispor de produtos acabados para entrega a clientes.

152
Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimento

Os estoques imobilizam capital, alterando significamente a


rentabilidade da empresa. Isso obriga seus gestores a reduzir
seu nível ao mínimo possível, sem prejudicar as operações.

153
Natureza da Previsões de Demanda

Demanda Espacial
X
Demanda Temporal
Natureza da Previsões de Demanda

Demanda Regular
X
Demanda Irregular
Natureza da Previsões de Demanda

Demanda Dependente
X
Demanda Independente
Tipos de Demanda

- Permanente
- Sazonal
- Irregular
- Em declínio
- Derivada
Importância do
Planejamento da Demanda
no Ciclo de Planejamento da
Contratação Pública

158
Previsão da Demanda

Tipos de Previsão:
- Pesquisa de Intenção: Exatidão da pesquisa pode ser questionável
- Opinião de Pessoas com grande conhecimento: Resultado pode estar enviesado
- A projeção de Vendas passadas é forma mais comum no caso estrtito de
controle de estoques, estabelecida em um horizonte de um ou dois meses a
possibilidade de erro é mínima.
- Existem uma série de previsões de curto prazo disponíveis: Média móvel,
média com suavização exponencial, média múltipla, porém a técnica mais
empregada é média com suavização exponencial.
Previsão da Demanda
-A PREVISÃO DA DEMANDA É REALIZADA DE UMA FORMA MAIS
APURADA PELO PROFISSIONAL DE VENDAS E MARKETING.
-AO PROFISSIONAL DA LOGÍSTICA SÃO MAIS INTERESSANTES AS
PREVISÕES DE CURTO PRAZO;
-INFLUENCIAM DIRETAMENTE NO CONTROLE DE ESTOQUE,
PROGRAMAÇÃO DE EMBARQUES E PLANEJAMENTO DE
CARREGAMENTO DE ARMAZENS.
Previsão da Demanda
PREVISÕES DE CURTO PRAZO MAIS UTILIZADAS:

- Decomposição clássica de séries de tempo;


- Análise de regressão múltipla;
- Ponderação exponencial
Previsão da Demanda
Fórmula Suavização exponecial:
Previsão= a.(demanda real) + (1-a) (previsão anterior)
Onde:
a = Constante de suavização exponecial, varia de 0,1 a 0,3
Exemplo:
Demanda Real do Mês = 100
Previsão calculada no mês anterior = 120
Exponencial= 0,2
Previsão= 0,2.(100) + (1 – 0,2). (120) = 116 unidades
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

Vantagens:

- Simplicidade matemática
- Grande aceitação
- Nenhum método mais sofisticado conseguiu
oferecer precisão superior a ela
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

Fundamento:

Padrão histórico pode ser decomposto em quarto


categorias
1) Tendência
2) Variação sazonal
3) Variação Cíclica
4) Variação Residual
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

1) Tendência
Representa o movimento de longo prazo causado nas
vendas por fatores: aumento da população, mudança
aceitação produto ou serviço, etc

2) Variação sazonal
Variações normais na série de tempo normalmente ao
longo de 12 meses
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

3) Variação Cíclica
Ondulações de longo prazo, mais de um ano, na
demanda padrão.

4) Variação Residual
Consiste nas ondulações não explicadas pelas outras
variações
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

Fórmula Básica
F=TSCR
where
F = Demanda Prevista
T = nível de tendência
S = índice sazonal
C = índice cíclico
R = índice residual

Podemos afirmar que não ocorrem variações significativas em


considerarmos C=1 e R=1, temos que dar uma atenção especial para a
tendência = T e a Sazonalidade = S
Previsão da Demanda
-Decomposição clássica de séries de tempo;

Descobrindo a tendência
Usamos análise de regresão para acharmos formula de tendência T = a  bt.
Fórmulas Básicas:
n= número de observações
 Dt (t )  n Dt usadas no desenvolvimento da
b linha de tendência
2  nt 2
 t Dt= a demanda real no
período de tempo t
D Demanda média
em N períodos de
a  D  bt t
tempo
Média de t ao
longo d N períodos
de tempo
-Decomposição clássica de séries de tempo;
(2) (5) Valor da (6) (2)/(5)
(1)Período de
Período de consumo Consumo (3) Dt X t (4) t2 tendência Índice Previsão
tempo (t)
(Dt) (Tt) Sazonal

Janeiro 1 9458 9458 1 12053 0,78


Abril 2 11542 23084 4 12539 0,92
Junho 3 14489 43467 9 13025 1,11
Setembro 4 15754 63016 16 13512 1,17
Dezembro 5 17269 86345 25 13998 1,23
Janeiro 6 11514 69084 36 14484 0,79
Abril 7 12623 88361 49 14970 0,84
Junho 8 16086 128688 64 15456 1,04
Setembro 9 18098 162882 81 15942 1,14
Dezembro 10 21030 210300 100 16428 1,28
Janeiro 11 12788 140668 121 16915 0,76
Abril 12 16072 192864 144 17401 0,92
Junho 13 17887 18602
Setembro 14 18373 20945

Totais 78,00 176.723,00 1.218.217,00 650

b= 1.218.217 – (12) (14726,92) (6,5) = 486,13 D = 176.723/12) = 14.726,92


650 – (12) (6,5)^2 t = (78/12) = 6,5

a= 14.726,92 – 486,13 (6,5) = 11.567,08 T= 11.567,08 + 486,13t

F= T x S x C x R F14= (11.567,08 + 486,13x(14)) x 1,14 = 20.945


Planejamento da Demanda
em uma Organização Pública

170
Planejamento da Demanda
em uma Organização Pública

- Necessidade para Elaboração do Termo de Referência


- Histórico de Consumo da Unidade
- Uso de Ferramentas de Previsão da Demanda
- Contratação Eficaz

171
Curva ABC

O conceito da curva ABC deriva


que na maioria das organizações
20% do total dos ítens respondem
por 80% do consumo

172
Curva ABC.

O conceito da curva ABC deriva que na maioria das organizações 20% do total
dos ítens respondem por 80% do consumo

173
Curva ABC.
Classificação % do
segundo o Consumo do consume % TOTAL
Produtos consumo Produto (Un) total PRODUTOS
Produto 1 1 5.056 36,20% 7,10%
Produto 2 2 3.424 24,52% 14,30% A
Produto 3 3 1.052 7,53% 21,40%
Produto 4 4 893 6,39% 28,60%
Produto 5 5 843 6,04% 35,70%
B
Produto 6 6 727 5,21% 42,60%
Produto 7 7 451 3,23% 50,00%
Produto 8 8 412 2,95% 57,10%
Produto 9 9 214 1,53% 64,30%
Produto 10 10 205 1,47% 71,40%
Produto 11 11 188 1,35% 78,60% C
Produto 12 12 172 1,23% 85,70%
Produto 13 13 170 1,22% 92,90%
Produto 14 14 159 1,14% 100,00%
13.966 100,00%
174
Modelos Matemáticos na Gestão de Estoques

175
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

LOTE ECONÔMICO DE COMPRAS

176
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

PROBLEMAS RESULTANTES DE AQUISICOES MAL PLANEJADAS


- Estoques Elevados, aumentando o custo de manutenção dos
mesmos
- Não aproveitamento da Economia de Escala na aquisição de maior
quantidade de produtos com custo menor

177
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

PROBLEMAS RESULTANTES DE AQUISICOES MAL PLANEJADAS

- Obsolescência do estoque
- Não atendimento da demanda por produtos dos clientes

178
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Custos considerados em uma compra:


- Custo Agregado de Compras
Soma de todos os custos relativos à aquisição do
material (salário da gerencia, preparação e emissão
do pedido, etc.)

179
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Custos considerados em uma compra:


- Custo do pedido de compras
Divisão do custo agregado de compras pelo número
de pedidos no ano

180
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Custos considerados em uma compra:


- Custo de manutenção do estoque
soma de todos os custos com armazenagem, aluguel depósito,
pessoal, etc.
- Custo de Armazenagem por lote é a divisão dos custos totais de
armazenagem pelo quantidade anual de lotes estocados.

181
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Custos considerados em uma compra:


- Custo de capital
É quanto que o dinheiro renderia se não estivesse sido
aplicado na aquisição de estoques

182
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Demanda Anual
É a quantidade anual de produtos utilizados

183
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)
Fórmula do LEC

D (Demanda anual) = 971 lotes


CTR (Custo estimado de um pedido) = 34,72
S (Custo anual por lote de armazenagem) = 12,77
i ( taxa de juros anual de investimento alternativo) = 8%
Caq (Custo de aquisição de um lote) = 158,70
* De acordo com o LEC deve ser comprado 52 lotes a cada 19,54 dias, para o
menor custo possível

184
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Fórmula do LEC
2xDxA
ExC
D = Demanda Anual
A = Custo de Aquisição do Pedido
E= Custo de Manutenção do estoque (%)
C= Custo do produto

185
Lote Ótimo de Compra

186
Custo Logístico

Lote Ótimo de Compra

- Até o momento tratamos do Lote Econômico


de Compras (LEC)

187
LOTE ECONOMICO DE COMPRAS (LEC)

Fórmula do LEC
2xDxA
ExC
D = Demanda Anual
A = Custo de Aquisição do Pedido
E= Custo de Manutenção do estoque (%)
C= Custo do produto

188
Lote Ótimo de Compra

- O LEC não possui em sua fórmula o


componente do custo de transporte;
- O lote ótimo de compras apresenta-se para
suprir esta necessidade.

189
Custo Logístico

Lote Ótimo de Compra

- Para sua aplicação devemos seguir os


seguintes passos:
a) Definir o LEC;
b) Identificar as diversas faixas de frete;
Ex: Menos de 500 und R$ 0,15/Und
500 a 700 und R$ 0,10/Und
Mais de 700 Und R$ 0,07 Und

190
Custo Logístico

Lote Ótimo de Compra


c) Definir tamanhos de lotes com o tamanho
do LEC e com as extremidades das faixas
de frete, abaixo e acima;
d) Calcular o Custo total para cada opção;

191
Custo Logístico

Lote Ótimo de Compra


e) As economias de frete devem ser
compensadas com os custos de aquisição
e manutenção do estoque;
f) Custo Total (CT)= (Frete Unitário x
Demanda anual) + (Custo de aquisição x
demanda anual/lote de reposição) + (Custo
de manutenção x custo do item x Estoque
médio)

192
Custo Logístico

Lote Ótimo de Compra


Exemplo:
Demanda = 100 Und/Semana
Ano= 52 semanas
Custo de Aquisição Por Pedido= R$ 20,00
Custo de Manutenção= 25%
Custo do Item R$ 2,00
LEC = 650 Und

193
Custo Logístico
Lote Ótimo de Compra
499 650 701 800
Custos/Lote (LEC)

Transporte 780,00 520,00 364,00 364,00

Aquisição 208,40 160,00 148,40 130,00

Manutenção 124,80 162,50 175,30 200,00

Total 1.113,20 842,50 687,60 694,00

194
Estoque Médio

- O estoque médio é um parâmetro útil que resume as


transações de entradas e saídas de determinado ítem de
estoque. Tomando-se uma curva dente de serra, com
todas as suas simplificações, em que, ao atingir o estoque
de segurança, as reposições são feitas imediatamente por
meio da entrada de uma quantidade Q, o estoque médio
pode ser calculado pela seguinte fórmula:
Estq Med = Q
2
Gráfico Dente de Serra
Quantidade Estoque

L
O
T Consumo Consumo
E

D PR
E

C
O
M
P Estq Med Lote de Compra
R
A

Estq Seg

Tempo do Pedido
Tempo
Planejamento de Materiais
Ciclo de Vida do Produto.

Produtos não geram seu volume


máximo de vendas imediatamente após
sua introdução, nem mantém seus picos
de venda indefinidamente

198
Estágios do Ciclo de Vida do Produto.

- Introdução

- Crescimento

- Maturidade

- Declínio
199
Gráfico do Ciclo de Vida do Produto.

Vendas Introdução

Declínio
Maturidade
Crescimento

Tempo

200
A maioria das organizações compram
produtos, que estão em diferentes
pontos de seu ciclo de vida e com
variados graus de sucesso commercial
e tecnológico.

201
O PRODUTO

Toda a logística gira em torno do


produto, suas características
freqüentemente moldam a estratégia
logística para deixar o produto
disponível para o cliente.

202
O PRODUTO

Toda empresa oferece ao cliente


juntamente com seu produto satisfação.

203
O PRODUTO

Composição do produto logístico.

- Serviço:
- Conveniência
- Distinção
- Qualidade

204
O PRODUTO

Composição do produto logístico.

- Bem Físico:
- Peso
- Volume
- Forma

Estes itens influem diretamente no custo


logístico
205
O PRODUTO

Características do Produto
- Peso
- Volume
- Valor
- Perecibilidade
- Inflamabilidade
- Substitutibilidade

206
O PRODUTO

Divisão das Combinações


das categorias
- Relação peso-volume (densidade)
- Relação valor peso
- Substitutibilidade
- Características de Risco ( periculosidade)

207
O PRODUTO
Divisão das
Combinações das categorias
- Relação peso-volume (densidade)
- É muita significativa, pois os custos de
transporte e armazenagem estão diretamente
ligados a ela, quando existe relação peso e
volume elevada, como ferro e comida
enlatada, existe boa utilização dos
equipamentos de transportes e das
facilidades de armazenagem. Tanto os custos
de transporte e armazenagem tendem a ser
baixos
208
O PRODUTO
Divisão das
Combinações das categorias
- Relação peso-volume (densidade)
- Quando a relação peso volume é baixa,
produtos pouco densos, isopor, batata frita, a
capacidade volumétrica do equipamento de
transporte é preenchida antes de seu limite
de carregamento em peso aumentando os
custos de transporte e os custos de
manuseio e espaço, baseados no peso,
tendem a ser elevados comparados ao preço
de venda
209
O PRODUTO

Divisão das
Combinações das categorias
- Relação peso-volume (densidade)
- Algumas empresas como as de mobiliário,
utilizam a entrega de seus produtos
desmontados, como exemplo a industria de
móveis, para melhorar a relação peso volume
e baratear o frete

210
O PRODUTO

Divisão das
Combinações das categorias
- Relação valor - peso
- Custos de Estoque são suscetíveis ao valor
do produto
- Os Custos de manutenção do estoque são
calculados como fração do valor do produto
- Produtos de baixo valor possuem custos de
transporte elevado em relação ao preço de
venda do produto

211
O PRODUTO

Divisão das
Combinações das categorias
- Substitutibilidade
- Quando o consumidor nota pouca ou
nenhuma diferença entre o produto da
empresa e o de seu concorrente, diz-se que
o produto é altamente substituível
- A logística não tem controle sobre este
fator, apesar de ter de planejar sua
distribuição

212
O PRODUTO

Divisão das
Combinações das categorias
- Substitutibilidade
- Quando o produto não é vendido e se
acumula na frente da cadeia de distribuição,
a logística pode remanejá-lo para outros CD
ou filiais, diminuindo os custos de transporte.

213
O PRODUTO

Divisão das
Combinações das categorias
- Característica de Risco
- Atributos de valor, perecibilidade,
flamabilidade, tendência à explosão e
facilidade de roubo
- Impõe-se restrições ao sistema de
distribuição, aumento dos custos de
transporte e armazenagem

214
O PRODUTO
Embalagem do Produto

- Facilitar manuseio e armazenagem


- Promover melhor utilização do equipamento de
transporte
- Proteger o produto
- Promover venda do produto
- Alterar densidade do produto
- Facilitar uso do produto
- Prover valor de reutilização para o cliente

215
O PRODUTO

Embalagem do Produto

Nem todos os atributos vistos anteriormente


são atribuições da logística, porém alterar a
densidade e sua embalagem protetora pode
fazer diferença na redução de custos
logísticos

216
O PRODUTO

Embalagem do Produto

A embalagem protetora e sua dimensão são


muito importantes para logística, é a
embalagem que será manuseada e não o
produto.

217
Giro ou Rotatividade do estoque

É definido como o número de vezes em que o


estoque é totalmente renovado em um período de
tempo, geralmente anual.
Fórmula:

Giro = Demanda Média do período


Estoque Médio no Período
Giro ou Rotatividade do estoque
Exemplo:
Demanda Anual de um produto = 1.420 Um
Lote de Reposição = 218 Um
Calculamos:
Estq Médio= 218 = 109
2
Giro = 1420 = 13 Vezes/ano
109
Mostra o número de vezes em que o estoque de um
determinado ítem é renovado.
Tempo Médio de Estoque

É definido como o período médio de tempo em que o


estoque do ítem é renovado. Ou seja, é o inverso da
definição anterior
Fórmula:

Tempo Médio de Estoque = Estoque Médio no Período


Demanda Média do período
Giro ou Rotatividade do estoque
Exemplo:
Demanda Anual de um produto = 1.420 Um
Lote de Reposição = 218 Un
Calculamos:
Estq Médio= 218 = 109
2
Tempo Médio em Estoque = 109 = 0,077 anos= 0,92 meses
1.420
Mostra o tempo em que o estoque do ítem é renovado.
Planejamento das
Necessidades

222
Programação de Suprimentos

PLANEJAMENTO
EstratégiaStrategy
Inventory de Estoque
• Previsão
Forecasting Estratégia Strategy
Transport de Transporte

ORGANIZAÇÃO
• Decisões
Inventory sobre
decisions
estoque • Fundamentos
Transport fundamentals
do transporte

CONTROLLING
ORGANIZING
• Decisões
Purchasing deand
compras
supplye • Decisões
Transport sobre
decisions
transporte
Objetivos
Customer

PLANNING
De programaçãodecisions
scheduling da produção

CONTROLE
• Fundamentos de Estocagem
Storage fundamentals service
Do serviço
goals
ao cliente
• Storage decisions
Decisões de Estocagem • The product
Produto
• LogisticsLogístico
Serviço service
• Ord.. proc. & info.dosys.
Processamento pedido

Location Strategy
Estratégia de localização
• Decisões
Location decisions
sobre localização
• Processo
The network
de planning
planejamento
process
da rede

223
Coordenação do Canal de
Suprimento

-Exaltar e insistir no valor da


coordenação eficiente;
-Não reconhecer essa
dependência pode afetar
negativamente o desempenho
do canal de suprimento

224
Programação dos Suprimentos

-Programar de Acordo com as


necessidades é uma alternativa para
suprir as necessidades a partir dos
estoques existentes;
-Nós veremos como o planejamento das
necessidades pode minimizar os
estoques em um canal de suprimento

225
Programação dos Suprimentos

-No canal de suprimento são as


necessidades dos clientes que
representam a demanda a ser atendida;
-Um gerente de logística pode atender
esta demanda de duas formas.

226
Programação dos Suprimentos

-Os suprimentos são programados para


estarem disponíveis no exato momento
da necessidade ou;
-É a demanda é atendida através de
suprimentos mantidos em estoque.

227
Quando Pedir?

Ponto do Pedido, representa o nível de


estoque quando se faz necessário a
realização de um novo pedido ao
fornecedor.

228
Ponto de Pedido (PP)
Gráfico Dente de Serra
Quantidade Estoque

L
O
T Consumo Consumo
E

D PP
E

C
O
M
P Estq Med Lote de Compra
R
A

Estq Seg

Tempo de Reposição
Tempo

PP= (D(dia) x TR) + Estoque de Segurança


Política de Gestão de Estoque

A política de Gestão de Estoques de


uma empresa pode ser baseada na
reação a demanda na produção ou
distribuição ou baseada em
planejamento, calcada na previsão de
vendas.

230
Política de Gestão de Estoque

Quando uma empresa escolhe entre


reagir a demanda ou planejar seu
suprimento alguns fatores são levados
em consideração:

- Visibilidade da demanda;
- Tempo de Resposta das Operações.

231
Política de Gestão de Estoque

Alguns exemplos direcionadores da


decisão:

- Tempos de respostas mais curtos


aliados a visibilidade da demanda
viabilizam a reação à demanda real;
- Por outro lado tempos de respostas
mais longos aliados a falta de
visibilidade da demanda levam ao
planejamento por previsão da demanda.
232
Política de Gestão de Estoque
Operações com Operações com
tempo de resposta tempo de resposta
longo curto
Existe visibilidade Analisar as demais Reagir a demanda
da demanda características do real
produto da operação e
da demanda –
provavelmente
planejar por previsão
de vendas
Não existe Planejar por Analisar as demais
visibilidade da características do
previsões de produto da operação e
demanda da demanda –
vendas
provavelmente reagir a
demanda real

233
Política de Gestão de Estoque na
Administração Pùblica

Sistema de Registro de Preços como política de estoque:


- Perfeito estudo da demanda
- Estoque virtual
- Economia com custo de manutenção de estoques
- Combate a obsolescência
Política de Gestão de Estoque

Um outro ponto a ser observado é a


quantidade de produtos a ser
movimentada: a quantidade pode ser
igual ou desvinculada das
necessidades.

235
Política de Gestão de Estoque

Exemplos de reação com a


movimentação de quantidades iguais às
necessidades são modelos de gestão de
estoques Just In Time.

Por outro lado exemplos de


movimentação desvinculadas das
necessidades são os modelos de Lote
Econômico de Compras e Ponto de
Pedido.

236
Política de Gestão de Estoque

Em relação ao planejamento, se as quantidades


movimentadas são iguais as planejadas
estaremos diante de modelos de programação
das necessidades de consumo, como o MRP
(material requirements planning/ Planejamento
das necessidades de material) ou DRP
(distribution requerements planning/
planejamento das necessidades de distribuição)

Por outro lado se estão desvinculadas,


estaremos diante de modelos de gestão de
estoques que movimentam as necessecidades
para o próximo período acrescidas de uma
margem de segurança.
237
Política de Gestão de Estoque

Quando há a movimentação de quantidades


desvinculadas das necessidades reais e iguais
ou desvinculadas das necessidades estimadas,
está sendo observada uma política de
antecipação, sendo possível tanto na reação a
demanda real como também no planejamento.
Por outro lado a política de postergação, ou
seja a movimentação de quantidades iguais as
necessidades só é possível pela reação (Just In
Time)

238
Programação dos Suprimentos

Existem algumas filosofias em uso na


Logística, que podem realizar esta
programação:

- Just In Time
- Kanban
- MRP ou DRP

239
Programação dos Suprimentos

KANBAN:

Sistema de implementação de estoques que


preconiza que quando a linha de produção é
acionada, é encomendada uma quantidade de
suprimentos para repor o utilizado naquele
pedido.

240
Programação dos Suprimentos

Planejamento das Necessidades(MRP)

- Método utilizado para programar suprimentos


de alto valor e com demanda razoavelmente
conhecida;
-O objetivo do MRP é evitar tanto quanto
possível a existências destes ítens em estoque.

241
Programação dos Suprimentos

Planejamento das Necessidades(MRP)

- É levado em consideração: prazo de entrega e


a necessidade do suprimento;
- O momento exato dos fluxos de materiais para
suprir a necessidade do cliente constitui a
base do sistema.

242
Programação dos Suprimentos

Planejamento das Necessidades(MRP)

Exemplo de Orgão que realiza a montagem


centralizada de computadores

243
Planejamento das Necessidades(MRP)

Um Órgão realiza a aquisição centralizada de


componentes de computadores para montagem
e posterior distribuição para os demais
Unidades Gestoras de sua Região. Existe uma
Unidade na Cidade A e uma unidade na Cidade
B. Nós iremos exemplificar o planejamento das
compras do Monitor LCD de 23” que integra o
computador é distribuído para as unidades.

244
Planejamento da Necessidades
(a) Estoque de Computadores da Unidade Cidade A

Quant
Pedido
Pedido do
Produto
0 Tempo
Nivel (b) Estoque Linha de Montagem Computador

Liberação Ordem
Pedido de Produção

0
Tempo
Planejamento da Necessidades

(c) Estoque de Monitor

Nivel
Ordem de
Compra Monitor
Pedido

0
Tempo

CR (2004) Prentice Hall, Inc.


Planejamento das Necessidades(MRP)
Iremos analisar a necessidade de Computadores para as duas
unidades:

Semanas UG Cidade A UG Cidade B

1 20 10
2 20 15
3 20 12
4 20 15
5 20 10
6 20 9
7 20 11
8 20 12

247
Planejamento das Necessidades(MRP)

Outras informações:

UG Cidade A:
-Lote Mínimo de Montagem= 60
-Tempo de montagem do Lote= 1 semana
-Estoque Disponível=50
-Montagem programada= 60 na semana 2

248
Planejamento das Necessidades(MRP)

Outras informações:

UG Cidade B:
-Lote Mínimo de Montagem= 35
-Tempo de montagem do Lote= 2 semanas
-Estoque Disponível=40
-Montagem programada= 0

249
Planejamento das Necessidades(MRP)

Outras informações:

Estoque de Monitores atende as duas UG(s):


-Lote Mínimo de Compra= 100
-Tempo de Reposição = 2 semanas
-Estoque Disponível=90
-Estoque de Segurança=20
-Demanda de Monitores para manutenção e
substituição direta = 10 Und por semana.

A questão crítica para o òrgão é quando ele


fará a aquisição dos monitores.
250
SEMANAS
UG Cidade A

1 2 3 4 5 6 7 8

Necessidade de Computadores Montados

Montagens Programadas

Estoque Disponível

Liberação de ordens de Montagens


Programadas

251
SEMANAS
UG Cidade B

1 2 3 4 5 6 7 8

Necessidade de Computadores Montados

Montagens Programadas

Estoque Disponível

Liberação de ordens de Montagens


Programadas

252
SEMANAS
ESTOQUE MONITORES

1 2 3 4 5 6 7 8

Necessidade Bruta de Monitores

Entregas Programadas

Estoque Disponível

Liberação de pedidos de compras


Programados

253
Planejamento da Armazenagem
Gerenciamento da Armazenagem

Para gerenciar tecnicamente uma área de


armazenagem é imprescindível ter, de forma
indelével na mente, todos os detalhes que a
caracterizam, de modo a possibilitar uma rápida
tomada de decisões.
Gerenciamento da Armazenagem

Layout e Planta do Armazém

Apenas informações de dimensões da área, condições


do piso e o arranjo físico e planta administrativa, são
ineficazes para o gerenciamento técnico da prestação de
serviços de armazenagem.
Gerenciamento da Armazenagem

Informações Básicas e Outras Informações Úteis:

-Dimensões – Medidas Internas e pé direito


-Resistência do piso
-Planta – Informações da planta baixa do prédio
-Layout Operacional – Arranjo físico de uma área de
armazenagem, levando em conta a separação das pilhas,
o acesso aos volumes e os fluxos de tráfego de
equipamentos.
Vantagens:
- Racionaliza a utilização da área do armazém
-Simplifica a movimentação dos volumes
-Reduz o tempo perdido dos equipamentos, etc.
Gerenciamento da Armazenagem

Informações Básicas e Outras Informações Úteis:

Nomenclatura própria em armazenagem:

-Ruas – Corredores internos no sentido longitudinal


-Travessa – Corredores internos no sentido transversal
-Praça – Total das áreas do armazém efetivamente
destinadas ao empilhamento de mercadorias
-Coxias – Cada uma das zonas de empilhamento na praça
-Xadrez – Guarda segura de mercadorias de alto valor
agregado.
-Locais de ova e desova de contêineres
Gerenciamento da Armazenagem

Capacidade Estática

Capacidade máxima de carga que uma área pode


receber simultaneamente, expressa em toneladas.
Fórmula:
CE = Área do Piso x resistência estrutural

Exemplo:
Área do Piso= 120m x 40m= 4.800 metros quadrados
Resistência/piso= 10,0 Ton/metro quadrado

CE= 4.800 x 10 = 48.000 Ton


Gerenciamento da Armazenagem

Capacidade Estática

Analisada isoladamente a capacidade estática não é


útil, pois a capacidade estática também depende dos
seguintes fatores:

-Praça Útil
-Altura de empilhamento
-Fator de Estiva
Gerenciamento da Armazenagem

Área Útil de Armazenagem

Denomina-se área útil de armazenagem o conjunto


total de espaços realmente destinados à armazenagem,
por exemplo, alguns itens exigem uma distância mínima
de 50 cm entre as pilhas e a parede.
Gerenciamento da Armazenagem

Altura de Empilhamento

A altura de empilhamento também é fator decisivo na


definição da capacidade de uma área de armazenagem e
está intimamente ligada ao pé direito do armazém.

Ex:
Área Útil(Praça Útil) = 3.508 m2
Altura média do empilhamento = 4m
Volume= 3.508 x 4 = 14.032
Volume total de carga= 14.032 m3
Gerenciamento da Armazenagem

Fator de Estiva

Fator de Estiva é o espaço ocupado por uma


tonelada de uma determinada mercadoria, expresso em
m3 por tonelada, diretamente relacionado a densidade do
produto.

-Cargas volumosas e com baixo peso possuem fator de


estiva elevado.
-Uma carga de peso concentrado (denso) tem fator de
estiva baixo.
Gerenciamento da Armazenagem

Fator de Estiva

Como na prática é improvável nós possuirmos vários


produtos com fator de estiva idênticos para os seus
fardos, nós devemos calcular o fator de estiva médio
Gerenciamento da Armazenagem

Fator de Estiva

Para encontrar o fator de estiva médio ponderado,


multiplicamos o fator de estiva de cada produto pelo
percentual aproximado do seu peso no total armazenado.
O fator de estiva médio será o total dividido por 100.
Gerenciamento da Armazenagem

Fator de % do Fator de Estiva


Mercadoria Estiva Armazem Ponderado
Fardos 2,5 20 50
Sacaria 2,2 25 55
Caixaria 3,0 30 90
Cartões 3,8 10 38
Tambores 2,0 15 30
Total 100 263

Fator de Estiva Médio será:

Fator de Estiva Médio= 263 = 2,63 m3/Ton


100
Gerenciamento da Armazenagem

Retornando a Capacidade Estática:

CE = Praça Útil x Altura de Empilhamento


Fator de Estiva Médio

Ex:
Praça Útil = 3.508m2 / Altura Empilhamento = 5m
Fator de Estiva Médio = 2,63 m3/Ton

CE = 3.508 x 5 = +/- 6.669 toneladas ( o resultado será sempre aproximado


2,63
Gerenciamento da Armazenagem

Tempo Médio de Permanência

Está intrinsecamente ligado ao conceito de giro da


área, a todo momento existem lotes chegando e saindo.
Na gestão da armazenagem interessa saber é que
quantidade de carga pode ser movimentada no armazém
ao longo de um período.
Gerenciamento da Armazenagem

Tempo Médio de Permanência

Para calcular o tempo médio de permanência de um


determinado lote, há apenas dois dados a serem
considerados: a data de entrada e a data de saída do
lote.
Uma das formas consagradas para calcular o tempo
médio é considerar os últimos 100 lotes que saíram do
armazém, observando a tendência.
Gerenciamento da Armazenagem

Tempo Médio de Permanência/ Capacidade dinâmica

Ex:
Capacidade Estática (CE) = 4.500 Ton
O tempo médio de permanência do lote é de 6 dias

4.500 x 365 dias = 273. 750 Ton (Capc Dinâmica)


6
Para um tempo médio menor de 4 dias

4.500 x 365 dias = 410.625 Ton (Capc Dinâmica)


4
Gerenciamento da Armazenagem

Exercício:

Um dado armazém, com capacidade estática útil


máxima para 5.000 Ton de uma determinada mercadoria,
é consultado sobre a possibilidade de fechar um
contrato para armazenar 200.000 Ton/Ano, com um
tempo de permanência estimado de 10 dias por lote.
Você como Gerente de logística do armazém aceitaria o
contrato? Porque ?
Gerenciamento da Armazenagem

Resposta do Exercício:

Um dado armazém, com capacidade estática útil


máxima para 5.000 Ton de uma determinada mercadoria,
é consultado sobre a possibilidade de fechar um
contrato para armazenar 200.000 Ton/Ano, com um
tempo de permanência estimado de 10 dias por lote.
Você como Gerente de logística do armazém aceitaria o
contrato? Porque ?

200.000 Ton/ano = 40 giros = 365 dias = 9,125 dias


5.000 Ton 40 giros
Gerenciamento da Armazenagem

Taxa de Ocupação:

Expressa a capacidade armazenada em um deter-


minado momento como percentual da Capacidade
Estática.

Fórmula:

Tx Ocupação = Tonelagem em Armazém x 100


Capacidade Estática
Gerenciamento da Armazenagem

Taxa de Ocupação:

Exemplo:

Armazem possui no momento 3.200 Ton carga


Capacidade Estática = 4.000 Ton

Tx Ocupação = 3.200 x 100 = 80%


4.000
Gerenciamento da Armazenagem

Apesar da taxa de ocupação ser aproximada, ela serve


como uma excelente ferramenta gerencial, para medir o
desempenho de um armazém.
Segurança no Armazém

Devemos observar alguns princípios de segurança em armazenagem e


ações a se evitar:

-Exceder a capacidade de içamento dos equipamentos de elevação


-Cobrir com pilhas de mercadorias os dutos de ventilação e os sistemas de
combate a incêndio
-Permitir que a excessiva altura de um empilhamento deixe a pliha instável
-Formar zonas de empilhamento em áreas sujeitas a umidade ou
incompatíveis com anatureza da mercadoria
-Armanezar juntas na mesma zona mercadorias imcompatíveis entre si
-Deixar de adotar todas as medidas de precaução orientadas pelo
proprietário da mercadoria.
Planejamento e Localização dos Estoques
Tipo e Localização dos Estoques

DEPÓSITOS ÚNICOS
X
CENTROS DE DISTRIBUICAO
Instalações de produção mantêm três tipos de Estoque

- Matéria Prima
- Produtos em Processo
- Produtos Acabados
DEPÓSITOS

- NORMALMENTE ABRIGAM UM TIPO DE ESTOQUE.


- ARMAZENAM GRANDE QUANTIDADE DE MATERIAL
- EXISTEM EM PEQUENAS QUANTIDADES
CENTRO DE DISTRIBUICAO

- ABRIGAM OS TRÊS TIPO DE ESTOQUE.


- ESTÃO INTERLIGADOS ENTRE SI
- CAPACIDADE TECNOLÓGICA
- SÃO DISTRIBUIDOS GEOGRAFICAMENTE DE ACORDO
COM OS CLIENTES
CENTRO DE DISTRIBUICAO
DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DE DEPÓSITOS

CLIENTE 1

FABRICA
FORNECEDOR DEPOSITOS
CENTRALIZADOS
CLIENTE 2

CLIENTE 3
DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DE CD

FABRICA 1 CLIENTE 1

CD CD
FORNECEDOR
FABRICA 2
CLIENTE 2

CD CD

FABRICA 3

CLIENTE 3
DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DE CD

FABRICA 1 CLIENTE 1

CD

FABRICA 2
Carga Loteada
CLIENTE 2
por cliente

CD
FABRICA 3
CLIENTE 3
Centros de Distribuição (CD)

CD Jac Motors
Centros de Distribuição (CD)

CD 1

CD 2

CD 3 FÁBRICA

CD 4

CD 5
Logística Reversa

288
Logística Reversa
Cuida dos fluxos de materiais que se iniciam nos pontos
de consumo dos produtos e terminam nos pontos de
origem, com o objetivo de recuperar valor ou disposição
final.
Ex: latas de alumínio; garrafas de cerveja, etc.

289
Recolhimento de Produto

O recolhimento do produto também é conhecido como logística


inversa e é tão importante como a sua entrega

290
Logística Reversa

Recolhimento de Produto
Envolvimento da Logística:
- Responsabilidade pelo recolhimento
- rastreamento do produto
- Projetando o canal de retorno das mercadorias

291
Perspectivas da Logística Reversa

Estratégica – Decisões de logística reversa no macro


ambiente empresarial constituído pela sociedade e
comunidades locais, governo, e ambiente
concorrencial.

292
Perspectivas da Logística Reversa

Operacional – Uso das principais ferramentas de


Logística aplicadas a Logística Reversa, como
caracterização do produto logístico, definição das
redes operacionais, localização de origem e destino,
modais de transporte, armazenagem, gestão de
estoques, sistemas de informação e outros aspectos

293
Tipos de Contrato para Aquisição de Materiais
Indicadores de Desempenho e Performance
Tipos de Contrato para Aquisição de
Materiais

- Aquisição para Pronta Entrega


- Contratos com cláusulas especiais de garantia e assistência técnica
- Contratos de Performance e Acordos de Nível de Serviço
Tipos de Contrato para Aquisição de
Materiais

Aquisição para Pronta Entrega


Tipos de Contrato para Aquisição de
Materiais

Contratos com cláusulas especiais de garantia e assistência técnica


Exemplos:
- Garantias diferenciadas
- Substituição do produto em manutenção por um outro
- Suporte 24x7 ou 8x5
Tipos de Contrato para Aquisição de
Materiais

Contratos de Performance e Acordos de Nível de Serviço


Problema Logístico

Não existe mágica para solução dos problemas


logísticos
Formas de Contratação de Suporte Logístico
Sistemas de Defesa

Fonte: Plano Estratégico do SLI SISFRON


Formas de Suporte Logístico

Fonte: Plano Estratégico do SLI SISFRON


PBL

Perfomance Basic Logistic - PBL


PBL-Definição
PBL é uma estratégia para o suporte do ciclo de vida do sistema de
armas que traz níveis mais altos de prontidão do sistema por meio
gerenciamento eficiente e responsabilidade direta. Descreve metas de
performance para prontidão de um sistema de armas, e encoraja a
criação de incentivos para alcançar essas metas com linhas claras de
autoridade e responsabilidade. (2001)
Product Support for the 21st Century - A Program Managers Guide to Buying Performance DTD Nov 01

Suporte do Ciclo de Vida do Produto Baseado em Performance


(também referida como Logística Baseada em Performance ou PBL) é
uma estratégia calcada em desempenho, para o desenvolvimento e
implementação de um pacote de suporte integrado, acessível,
concebido para otimizar a prontidão do sistema e atender aos
requisitos do combatente em termos de resultados de desempenho,
para um sistema de armas, por meio de acordos de suporte ao
produto, a longo prazo, com linhas claras de autoridade e
responsabilidade. (2011)
[ Integrated Product Support Element Guidebook ]
PBL
Uma pequena história
Tonoff e Spicer tem defendido logística com base no desempenho
desde o final dos anos 1990, quando serviram em uma equipe no
Ponto de Controle de Inventário Naval (Filadélfia) que estabeleceu um
dos primeiros contratos militares de PBL. O contrato foi projetado para
aumentar a disponibilidade de unidades auxiliares de energia (APU),
geradores auto-suficientes que são usados para iniciar motores de
aeronaves. A taxa de disponibilidade para as unidades deveria ter
sido 85 por cento, mas caiu para 60 por cento e, em alguns casos,
até mesmo inferior, disse Tonoff .
A Marinha foi a companhias aéreas comerciais, em busca de uma
solução e observou que acordo de serviço de manutenção da
Southwest Airlines com a indústria comercial funcionava bem,
tanto para a empresa aérea e seus fornecedores. O acordo implicava
a Southwest pagar uma quantia fixa de dinheiro por hora de vôo com a
expectativa de que as peças de reposição estariam sempre
disponíveis quando necessário.
PBL
Uma pequena história
Depois de ajustar o modelo um pouco, de forma a ser aplicado à
logística militar, a Marinha celebrou um contrato PBL para apoio
logístico de suas unidades de energia auxiliar com a Honeywell,
em junho de 2000.

"A Honeywell aumentou a confiabilidade e disponibilidade das


APUs por menos do que o anteriormente pago, e o tempo de
reparo rapidamente caiu para cerca de metade do que
costumava ser", disse Spicer.

Gerry Tonoff, lead strategist for DLA Acquisition’s PBL Program Office

Navy Capt. John Spicer, who oversees DLA’s PBL Program Office
Fatores de Sucesso
Pesquisa custeada pela Força Aérea (USAF) identificou três fatores
que determinam o sucesso de programas de PBL:
• Alinhamento: estabelecer a base, alinhando o ambiente de negócios
para entregar os resultados desejados
• Estrutura do contrato: consolidar o relacionamento e executar os
acordos necessários
• Gestão de desempenho: gestão contínuo da relação baseada em
resultados

Gestão de Desempenho
Estrutura do Contrato
Alinhamento
(Um fundamento que solidifica ambos os relacionamentos internos e
externos e molda a base do Projeto)

Learning Asset PBL Tenets Guidebook Second Edition June 2012 Final.pdf
Contratos (Modelagem de Preço)

Um dos elementos mais desafiadores de uma estratégia de contratação é


desenvolver a estrutura de preço e incentivos: o "modelo de precificação“. O
modelo de preços é composto de dois elementos principais: tipo de
contrato e tipo de incentivo. Incentivos são opcionais, mas as estruturas que
fornecem incentivos para "bom comportamento" são desejáveis em todos os
contratos.
Contrato (Tipos)

O tipos de contrato variam de acordo com:

(1) O grau e o tempo da responsabilidade assumida pelo empreiteiro para


os custos de desempenho, e

(2) A quantidade e a natureza do incentivo do lucro oferecido ao contratado


para atingir ou exceder padrões ou metas específicos

Contratos de suporte do DoD se dividem em duas grandes categorias: Custo


mais icentivo ou preço fixo
Contratos (Modelagem de Preço)

Existem dois tipos básicos de contratos: preço fixo e Custo mais


incentivo. Geralmente, o objetivo final de uma estratégia de aquisição PBL
é conseguir um contrato de preço fixo, utilizando uma unidade de base
ou por processamento de unidade. Na verdade, a direção do Escritório do
Secretário da Defesa afirma que a abordagem de preços desejada na PBL
é um modelo de preço fixo. "Quando a concorrência robusta já existe, ou
não existe histórico de preços recente competitivo, eu [USD ATL] espero
que os componentes estejam predispostos para arranjos contratuais do
tipo Firm-Fixed-Price (FFP). FFP também deve ser usado ao limite máximo
razoável quando a competição em andamento é utilizada em cenários de
vários contratos de adjudicação.

Under Secretary of Defense, “Restoring Affordability and Productivity in Defense Spending,”


September 14, 2010
Contratos

O período total do contrato prorrogado não pode exceder 10 anos, a menos


que a chefia de uma agência se proponha a escrever que as circunstâncias
excepcionais exigem um período maior de contrato.
A orientação DoD reconhece que os contratos efetivos de PBL são
plurianuais (ou seja, de 3 a 5 anos com opção adicional ou prêmio em anos),
com alto nível de confiança para o exercício de opções/prêmios em anos

MEMORANDUM FOR ACQUISITION PROFESSIONALS, “Better Buying Power: Guidance for


Obtaining Greater Efficiency and Productivity in Defense Spending,” September 14, 2010, Under
Secretary of Defense for Acquisition, Technology, and Logistics.”

Learning Asset PBL Tenets Guidebook Second Edition June 2012 Final.pdf
Modelo de Negócios
Programas de alto desempenho usando PBL desenvolvem um modelo de
negócios PBL do tipo "ganha-ganha". Em um modelo de negócio ganha-
ganha, o governo e os fornecedores precisam de acordo sobre preço,
prêmio de risco, as cláusulas contratuais, e realocação de propriedade de
ativos / controle. A Figura 7 ilustra como o modelo de negócios PBL é
baseado em resultados de desempenho aceitos pelo provedor de suporte e
pelo governo, e apoiado pela estrutura de apoio orgânico. O modelo de
negócios precisa levar em consideração três principais direcionadores:
direcionadores contratuais, decisões gerenciais e fatores exógenos. Com o
alinhamento interno e externo de cima para baixo na organização, ajuda a
formar uma base sólida de PBL, a partir do qual um bem sucedido programa
implementa uma estratégia baseada em resultado.

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Modelo de Negócios

Figure 7 Source: Morris A. Cohen, Panasonic Professor, Wharton, & Chair, MCA Solutions Inc.
Modelo de Negócios

Suporte ao produto (orgânico/comercial)


Com raras exceções, toda estratégia de suporte ao produto é dependente
do apoio das estruturas orgânica e comercial. A intenção do Gerente de
Suporte de Programa [PSM] é determinar através de uma considerável
análise a melhor combinação de recursos públicos e privados, e a relação de
parceria entre essas entidades, para atingir uma estratégia de apoio de
produto eficaz que oferece prontidão operacional ao combatente.
O Guia [PSM Guidebook] ajuda os PSMs a objetivamente decidir sobre a
mescla adequada de recursos públicos e privados na estratégia de apoio
com base nos dados disponíveis, a consideração dos custos totais,
identificação de métricas de implementação e incentivos, e obtenção de
resultados mensuráveis consistentes com a legislação, a política, e os
requisitos do combatente.

PSM Guidebook April 2011.pdf


Métricas
Um componente chave de qualquer Acordo Baseado em Desempenho
(Performance Based Agreement-PBA) é o estabelecimento métricas bem
compreendidas e atingíveis*. O que constitui um desempenho deve ser
definido de uma forma em que a obtenção de resultados requeridos pode ser
rastreada, medida, avaliada, e revalidada conforme seja necessário.
É importante que a identificação inicial dos resultados de desempenho seja coerente
com as quatro principais medidas de performance de sustentação do Ciclo de Vida
(Disponibilidade de Material, Confiabilidade de Material, Custo de Operações e
Suporte - O&S, e Mean Down Time) Três medidas de performance - Disponibilidade
de Material, Confiabilidade de Material, e Custo de Operações e Suporte - O&S - são
obrigatórias para os programas de interesse com soluções de material do Conselho de
Supervisão de Requisitos Conjuntos (Joint Requirements Oversight Council-JROC)

*DoD Instruction 5000.02, Operation of the Defense Acquisition System (Enclosure 2, Para 8c)
**CJCSM 3170 Joint Capabilities Integration and Development (JCIDS)(Enclosure 7)

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Métricas

Note-se que as métricas devem ser matematicamente e qualitativamente


descritas antes de ser consideradas úteis. Além disso, devem ser:

•Ligados aos objetivos de métricas de sustentação requeridos pelo nível


do sistema
•Apropriado ao escopo e responsabilidade
•Especificar a unidade de medida
•Especificar intervalo aceitável ou limites
•Motivar o comportamento desejado de longo prazo
•Compreendidas e aceitas
•Fácil de coletar dados e verificar
•Ser facilmente avaliada
•Fornecer feedback em tempo útil

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PSM

Desafios para o Gerenciameto do


Suporte
O que a equipe de Gerenciamento do SLI deve estar apta
a fazer?

Habilidade para coletar dados quase que on line

Visibilidade online
Habilidade para avaliar os
dos equipamentos
dados e tomar
a decisão apontada

Fluxo de caixa Organize a


Equipe de
Habilidade para gerenciar
acordo com as
a execução exigências do
projeto!
BCA

The Business Case Analysis (BCA)


O Plano de Negócio liga os níveis de performance
desejados e os recursos necessários, para tornar o
processo de orçamentação mais inteligente
O caso de negócio é a ferramenta para identificar o
custo total da posse do equipamento
O caso de negócio têm o objetivo de identificar a melhor
escolha
O caso de negócio ajuda a determinar os parâmetros dos
acordos de nível de serviço
Suporte Logístico Integrado

Modelo DOD US

Modelo Britânico
Contrato de Disponibilidade

Modelo Britânico

- Uso de métricas de perfomance;


- Chamado pelo Departamento de Defesa de Contrato
de Disponibilidade;
- Grande diferença é que utiliza “livro aberto de
custos”
- A GAO americano (TCU dos EUA) recomendou o
modelo Britânico.
Exemplo de Contrato de
Performance (PBL) no Brasil
Suporte Logístico Integrado (SLI) - SISFRON

FRONTEIRAS TERRESTRES DO BRASIL

FRONTEIRA
MÉXICO - EUA
2.500 Km

FRONTEIRA TERRESTRE
DO BRASIL
16.866 Km
Fases de Implementação do SLI

Concepção

IMPLEMENTAÇÃO OPERAÇÃO ESTRUTURAÇÃO

CONTRATAÇÃO
SLI SISFRON

- SLI do SISFRON foi concebido no modelo PBL


- Na impossibilidade de pagamento de prêmios por
performance pela legislação brasileira, utilizou-se o
conceito de SLA ou acordo de nível de serviço, com
desconto do pagamento de acordo com a performance
SLI SISFRON
Tipo de Equipamento Disponibilidade
Radar de Vigilância Terrestre RVT PORTÁTIL
RVT MÓVEL 75%
RVT FIXO
BO – Binóculo Ótico 90%
OVN 80%
BT – Binóculo de Imagem Termal 80%
Optrônicos

BTM – Binóculo de Imagem Termal Multi- 80%


funcional
MTO MTO 80%
HF MÓVEL 80%
HF PORTÁTIL 80%
VHF REPETIDOR 80%
VHF MÓVEL 80%
Comunicações Táticas
VHF PORTÁTIL 85%
MULTI BANDA REPETIDOR 80%
MULTIBANDA MÓVEL 80%
UHF 80%
HF/VHF/UHF (MT) 95%
MAGE HF/VHF/UHF (MS) 95%
HF 95%
BANDA X MANPACK 95%
Estações Satelitais BANDA X FIXO 95%
BANDA MÓVEL 95%
Gerador 95%
Infraestrutura
Nobreak 95%
SLI SISFRON
INDICADOR

Nº 01 – Índice de Disponibilidade por tipo de Equipamento (Solução).

ITEM DESCRIÇÃO

Definição Manter a disponibilidade acordada durante toda a vigência da garantia de fábrica e assistência técnica

Finalidade Garantir a disponibilidade máxima do SISFRON.

Meta a cumprir 75%

Instrumento de medição Disponibilidade medida dos diversos equipamentos do SISFRON

Forma de acompanhamento Fiscal do contrato.

Periodicidade Mensal

Mecanismo de cálculo Será calculada pelo software de gerenciamento logístico

Início de vigência 00h00min do dia imediatamente posterior a entrega definitiva do equipamento.

Performance de disponibilidade mínima em todos os


Percentual do valor a ser pago mensalmente pelo SLI
equipamentos
e/ou pela assistência técnica

≥ 95% 100%
Faixas de ajuste no pagamento
≥ 80 e < 95 95%

≥ 75 e < 80 90%

Interrompe contagem da garantia e suspende o


<75%
pagamento pelo SLI e/ou da assistência técnica

De acordo com o contrato comercial. O ajuste de pagamento do acordo de nível de serviço não exime a empresa das
Sanções
demais sanções previstas em contrato.

No cálculo da disponibilidade quando ocorrer número não inteiro o valor será sempre aproximado para o inteiro
Observações
inferior. Ex: 74,66% = 74%
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 1 - Administração Pública
a – Conceito
b – Formas
c – Administração Pública no Brasil
d – Princípios Fundamentais
e – Princípios Gerenciais
UD 2- Administração Pública Gerencial
a - Gestão Pública X Gestão Privada
b - Gestão Por Resultados
c - Serviços ao Cidadão Cliente
UD 3 - Cadeia de Suprimento
a - Introdução a Logística
b - Fases do Desenvolvimento
c - Supply Chain Management
d - Just In Time
e - Funções Logísticas
f - Logística Pública
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 4 - Função de Compras
a – Introdução
b – Objetivos
c -Tipos de Compras
d - Visão Sistêmica
e - Sistemas de Governo (SIASG, Comprasnet)
f - Processo de Obtenção no Setor Público ( Pregão Eletrônico, Sistema de Registro de Preços)
UD 5 - Planejamento da Demanda
a - Conceitos Básicos
b - Tipos de Demanda
c - Importância do Planejamento da Demanda no ciclo de planejamento da contratação Pública
d - Planejamento da Demanda em uma organização pública
e - Curva ABC como ferramenta de gestão de estoques
UD 6 - Modelos Matemáticos Utilizados na Gestão de Estoques
a - Ponto do Pedido e Estoque de Segurança
b - Lote Econômico de Compras
c – Estoque Médio
d - Lote Ótimo de Compras
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:
UD 7 - Planejamento de Materiais:
a - Principais Características: físicas, valor e risco
b - Ciclo de Vida do Produto
c – Giro de Estoque
d -Tempo Médio de Estoque
e - Rotatividade
f - Planejamento das Necessidades em uma organização pública
g - Material Requirement Planning (MRP)

UD 8 - Planejamento da Armazenagem
a - Lay-out de Depósito e informações úteis
b - Capacidade Estática
c - Área útil de Armazenagem
d - Fator de Estiva
e - Tempo de Médio de permanência
f - Capacidade Dinâmica
g - Taxa de Ocupação
h - Segurança do Depósito
Curso Completo de Logística na Administração Pública – Gestão de Materiais
Conteúdo Programático:

UD 9 - Planejamento e Localização de Estoques


a - Política de Gestão de Estoques
b – Ata de Registro de Preços como Estoque Virtual
c - Tipos de Depósitos
d - Centro de Distribuição
e - Cross Docking
f - Localização de Depósitos
g - Logística Reversa
UD 10 - Tipos de Contratos para Aquisição de Materiais
a - Aquisições para pronta entrega
b - Contratos com cláusulas especiais de garantia e assistência técnica
c - Contratos de Performance e Acordos de Nível de Serviço
UD 11 - Indicadores de Desempenho na Gestão de Materiais
a - Nível de Serviço
b - Administração do Nível de Serviço
c - Indicadores de Desempenho na Gestão de Materiais
CONCLUSÃO
No livro Supply Chain Transformation, de Richard Sherman,
referência na Gestão de Cadeias de Suprimentos, os três primeiros
capítulos tratam somente de mudanças organizacionais.
O Desafio está lançado, temos que nos reinventar para superarmos
os desafios que surgem com a transformação de nosso país e as
constantes restrições orçamentárias impostas.
“ Do More With Less”

Prof. Msc Demóstenes de Azevedo Junior


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