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FLUIDO HIDRÁULICO

VARIAÇÕES NA VISCOSIDADE AFETAM:

• GERAÇÃO INTERNA DE CALOR;


• LUBRICIDADE;
• LUBRIFICAÇÃO HIDRODINÂMICA;
• VAZAMENTO INTERNO ENTRE AS PARTES MÓVEIS.
FLUIDO HIDRÁULICO

VISCOSIDADE GERAÇÃO INTERNA DE CALOR

QUANTO MAIOR FOR A VISCOSIDADE, MAIS DIFÍCIL TORNA-SE O


ESCOAMENTO ATRAVÉS DAS TUBULAÇÕES E COMPONENTES.

MAIOR VISCOSIDADE MAIOR RESISTÊNCIA AO ESCOAMENTO


FLUIDO HIDRÁULICO

LUBRICIDADE

É A HABILIDADE DE UM LÍQUIDO DE FORMAR


UM FILME ENTRE AS SUPERFÍCIES DE CONTATO.

ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADA COM:

. ESPESSURA DO FILME NATURAL DO FLUIDO;


. TENDÊNCIA DO FLUIDO EM ADERIR A UMA SUPERFÍCIE.

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FLUIDO HIDRÁULICO

VISCOSIDADE LUBRICIDADE

QUANTO MAIOR FOR A VISCOSIDADE, MAIOR


SERÁ O FILME LUBRIFICANTE.

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FLUIDOS HIDRÁULICOS

REF TIPO DE FLUIDO


LUBRICIDADE 120 ÉSTER FOSFATADO
110 ÉSTER ORGÂNICO
100 ÓLEO MINERAL (VALOR PADRÃO)
90
80 ÁGUA GLICOL
70 EMULSÃO INVERSA
60
50
40
30
20
10
5 ÓLEO EMULSIONÁVEL
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FLUIDO HIDRÁULICO

COMPRESSIBILIDADE

É A TAXA DE REDUÇÃO DE VOLUME


COM O AUMENTO DA PRESSÃO.

REDUÇÃO DE PRESSÃO (bar)


VOLUME
FLUIDO 1 70

ÓLEO MINERAL 0,007% 0,5%

ÓLEO EMULSIONÁVEL 0,00005% 0,0035%

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FLUIDO HIDRÁULICO

EFEITO DA COMPRESSIBILIDADE

• O ÓLEO MINERAL COMPRIME 0,5% A PRESSÃO DE 70 bar.

• QUANTO MAIOR A PRESSÃO DO SISTEMA,


MAIOR A VISCOSIDADE DO FLUIDO.

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pH - POTENCIAL HIDROGENIÔNICO

SAN NEUTRO SBN

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

TBN

TAN

TAN - Total Acidity Number


TBN - Total Base Number
SAN - Strong Acidity Number
SBN - Strong Base Number
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TAN - "TOTAL ACIDITY NUMBER"

É A MEDIDA DA ACIDEZ, EM TERMOS DE MILIGRAMAS


DE KOH, NECESSÁRIA PARA NEUTRALIZAR TODOS OS
COMPONENTES ÁCIDOS ATÉ O pH DE VALOR 11, DE UM
GRAMA DE ÓLEO.
(ASTM-D-664 ou ISO-6619)

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TBN - "TOTAL BASE NUMBER"

É A MEDIDA DA ALCALINIDADE, EM TERMOS


DE MILIGRAMAS DE KOH, EQUIVALENTE A
QUANTIDADE DE ÁCIDO GASTO POR GRAMA
DE ÓLEO PARA TITULAR ATÉ O pH DE VALOR 4.
(ASTM-D-664 ou ISO-6619)

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FLUIDO HIDRÁULICO NÍVEL DO pH

Alcalinidade/Acidez pH Tipo de Fluido


14

A FORTE 13
L
C 12
A 11
L
I 10
N FRACO
O 9

8 · Óleo Emulsionável, Emulsão Inversa, HWBF


- Água Glicol
7 · Óleo Mineral sem Aditivos
NEUTRO · Óleo Mineral com Aditivo Antidesgaste

6 · Éster Orgânico (Poliol Éster)

FRACO 5
Á
C 4 · Éster Fosfatado
I
D 3
O
FORTE 2

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FLUIDO HIDRÁULICO

OXIDAÇÃO

É UM PROCESSO EM QUE O MATERIAL


QUIMICAMENTE COMBINA COM O
OXIGÊNIO.

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FLUIDO HIDRÁULICO

OXIDAÇÃO DO FLUIDO HIDRÁULICO

NO RESERVATÓRIO QUANDO O FLUIDO DA SUPERFÍCIE


REAGE COM O OXIGÊNIO DO AR.

QUANDO BOLHAS DE AR SÃO COMPRIMIDAS


NA DESCARGA DA BOMBA
E IMPLODEM GERANDO ALTAS TEMPERATURAS.

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FLUIDO HIDRÁULICO

CARACTERÍSTICAS:

01 - Baixa Compressibilidade;
02 - Alto Índice de Viscosidade;
03 - Elevada Resistência Térmica a Oxidação;
04 - Bom Lubrificante;
05 - Compatível Com os Materiais dos Componentes;
06 - Baixo Ponto de Fluidez;
07 - Não ser Agressivo ao Meio Ambiente;
08 - Quimicamente Estável;
09 - Grande Resistência ao Cisalhamento;

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FLUIDO HIDRÁULICO

CARACTERÍSTICAS:

10 - LIBERAR AR INSTANTANEAMENTE;
11 - NÃO ABSORVER AR;
12 - SEPARAR RAPIDAMENTE DA ÁGUA;
13 - NÃO ABSORVER UMIDADE;
14 - PROTEGER AS SUPERFÍCIES METÁLICAS;
15 - GRANDE CAPACIDADE DE TRANSFERIR CALOR;
16 - DIFÍCIL INFLAMABILIDADE;
17 - NÃO SER TÓXICO;
18 - BAIXO CUSTO DE MANUTENÇÃO.

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FLUIDO HIDRÁULICO

TCT

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FLUIDO HIDRÁULICO ÓLEO MINERAL

A QUALIDADE DEPENDE:

• DO TIPO DE ÓLEO BÁSICO (PARAFÍNICOS SÃO MELHORES);


• DO GRAU DE REFINO;

• DA QUANTIDADE E QUALIDADE DOS ADITIVOS AGREGADOS.

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FLUIDO HIDRÁULICO

OXIDAÇÃO DO ÓLEO MINERAL

• ABAIXO DE (57ºC) OCORRE LENTAMENTE


• ACIMA DE (65ºC) BASTANTE ACELERADA

EM TEMPERATURAS ACIMA DE 60ºC A VIDA ÚTIL

DIMINUI EM 50% PARA CADA AUMENTO DE 8ºC.

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FLUIDO HIDRÁULICO

MANUTENÇÃO DO ÓLEO MINERAL

O GEL PRESENTE NO ÓLEO MINERAL

É PROVOCADO PELA PRECIPITACÃO

DOS ADITIVOS DE ADESIVIDADE.

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FLUIDO HIDRÁULICO

- BORRAS - DIMINUEM AS FOLGAS

- GOMAS - AUMENTAM O DESGASTE

- PREJUDICAM A DISSIPAÇÃO
- VERNIZES DE CALOR

TCT D: ppt/manutenção/fluido1/ 020


FLUIDO HIDRÁULICO

MANUTENÇÃO DO ÓLEO MINERAL ( ISO-6743/4 - HM )

ÍTEM LIMITE NORMA


32 46 68
VISCOSIDADE ABNT- MB - 293
( cSt a 40 ° C ) 25,9-38,7 37,3 - 55,7 55,1 - 82,3 ISO - 3104

ÍNDICE DE NEUTRALIZAÇÃO
( Máximo ) 0,7 ABNT - MB - 494

PROTEÇÃO ANTICORROSIVA
( Lâmina de Cobre / Máximo ) 1 ABNT - MB - 287

ESTABILIDADE A ESPUMA
(Volume Máximo em mililitros ) 0/0/0 ABNT - MB - 384

CONCENTRAÇÃO DE ÁGUA
( Volume Máximo - % ) ) 0,2 ABNT - MB - 37

CONTAMINAÇÃO POR SÓLIDOS NAS - 7 SAE - NAS - 1638


( Máximo ) ISO - 16/13 ISO - 4406

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FLUIDO HIDRÁULICO

MANUTENÇÃO DO ÓLEO MINERAL

LIMITES DE UTILIZAÇÃO
CARACTERÍSTICAS NORMAS
ISO-VG-32 ISO-VG-46 ISO-VG-68
VISCOSIDADE (cSt a 40ºC) 25,9 - 38,7 37,3 - 55,7 55,1 - 82,3 ABNT-MB-293

ÍNDICE DE NEUTRALIZAÇÃO
(MÍNIMO) 0,5 0,5 0,5 ABNT-MB-494

CORROSÃO EM LÂMINA DE
1 1 1 ABNT-MB-287
COBRE (MÁXIMO)

ESPUMA
(VOLUME MÁXIMO) 0/0/0 0/0/0 0/0/0 ABNT-MB-384

ÁGUA POR DESTILAÇÃO


(% VOLUME MÁXIMO) 0,2 0,2 0,2 ABNT-MB-37

INSOLÚVEIS EM PENTANO
(% EM MASSA MÁXIMO) 0,2 0,2 0,2 ABNT-MB-325

INSOLÚVEIS EM TOLUENO
(% EM MASSA MÁXIMO) 0,1 0,1 0,1 ABNT-MB-325

Fonte: SIDERBRÁS
D: ppt/manutenção/fluido1/ 022
FLUIDO HIDRÁULICO

REFERÊNCIA COMERCIAL

FABRICANTE MARCA COMERCIAL


ATLANTIC DURO AWOIL 68

CASTROL HYSPIN AWS 68

ESSO NUTO H 68

IPIRANGA IPITUR AW 68

MOBIL OIL DTE 26

PETROBRÁS LUBRAX HR 68 EP

SHELL TELLUS 68

TEXACO RANDO HD 68
TCT D: ppt/manutenção/fluido1/ 023
FLUIDO HIDRÁULICO

TCT VISCOSIDADE X TEMPERATURA D: ppt/manutenção/fluido1/ 024


FLUIDO HIDRÁULICO

TCT
VISCOSIDADE X PRESSÃO D: ppt/manutenção/fluido1/ 025
FLUIDO HIDRÁULICO

CAPACIDADE DE DECANTAÇÃO DAS PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO

FLUIDO HIDRÁULICO VISCOSIDADE (cSt) TEMPO DE DECANTAÇÃO (s)

ÓLEO MINERAL 43 80

ÁGUA GLICOL 43 74

ÁGUA GLICOL 20 22

ÓLEO EMULSIONÁVEL 1 5

TCT D: ppt/manutenção/fluido1/ 026


FLUIDO HIDRÁULICO

EFEITOS VISUAIS DA ÁGUA NO ÓLEO MINERAL

TCT D: ppt/manutenção/fluido1/ 27
MANUTENÇÃO PREVENTIVA

FLUIDO HIDRÁULICO

CONTAMINAÇÃO
POR ÁGUA

TCT

D: ppt/manutenção/fluido1/ 28
FLUIDO HIDRÁULICO

PROBLEMAS RELACIONADOS A
CONTAMINAÇÃO POR ÁGUA

• CORROSÃO
• QUEBRA DO FILME LUBRIFICANTE
• PRECIPITAÇÃO DE ALGUNS ADITIVOS
• ACELERAÇÃO DA FADIGA EM ROLAMENTOS
• OXIDAÇÃO DO FLUIDO, COM CONSEQUENTE
- AUMENTO DA ACIDEZ
- VARIAÇÃO DA VISCOSIDADE

TCT
FLUIDO HIDRÁULICO

EFEITOS DA ÁGUA SOBRE A RESISTÊNCIA


A FADIGA DOS ROLAMENTOS

TEOR DE ÁGUA
FLUIDO HIDRÁULICO VIDA ÚTIL
ppm %

ÓLEO MINERAL - ISO 46 25 0,0025 2,6

ÓLEO MINERAL - ISO 46 100 0,01 1,0

ÓLEO MINERAL - ISO 46 400 0,04 0,5

TCT