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CMCC

Centro de Matemática, Computação e Cognição 2015

DISCIPLINA
Evolução dos Conceitos Matemáticos

TÍTULO DO SEMINÁRIO
Os Mistérios da
Geometria

ALUNOS
Fábio Alexandre Casimiro Murilo Bragotto
Bacharelado em Ciência e Tecnologia Bacharelado em Ciência e Tecnologia
Matrícula 11078212 Matrícula 11082414

Santo André – SP Orientação


3º. Quadrimestre de 2015 Prof. Dr. Claudio F. André
GEOMETRIA FRACTAL
Euclides
330-260 a.C.

Há mais de dois mil anos, Euclides, segundo conta a tradição,


enquanto caminhava pela praia, notou que a areia, vista como um
todo, se assemelhava a uma superfície contínua e uniforme, embora
fosse composta por pequenas partes visíveis.
Desde então, empenhou-se em tentar provar, matematicamente,
que todas as formas da natureza podiam ser reduzidas a formas
geométricas simples.
Para Euclides, os objetos da Natureza podiam ser representados
como formas geométricas simples, como quadrados,
circunferências, etc...

No entanto, a geometria euclidiana era insuficiente e até


grosseira para explicar e descrever estes fenómenos naturais.
Como surgiram os
fractais?
Segunda metade do séc.
XIX e a primeira do séc. XX: “Monstros Matemáticos”

Objetos que desafiavam as


noções comuns de infinito e
para os quais não havia uma
explicação objetiva

Curva de Peano

Triângulo de Sierpinski
Como surgiram os
fractais?

Floco de Neve de Koch

Conjunto de Julia

Conjunto de Cantor
Como surgiram os
fractais?
Benoit Mandelbrot

 Nasceu a 20 de Novembro de 1924 na Polónia;


 Formação Académica realizada em França;
 Grande gosto pela geometria, procurando
resolver muitos problemas matemáticos com
base na mesma;

No ínicio dos anos 80, nomeou (ao invés de descobrir ou


inventar) os fractais, para classificar certos objetos que não
possuiam necessariamente dimensão inteira, podendo ter
dimensão fraccinária.
Curiosidade:
Como surgiu a palavra fractal?
Embora os “monstros matemáticos” existissem há muito tempo,
ainda ninguém lhes tinha atribuído nenhum nome. Foi então que
Benoit Mandelbrot, ao preparar a sua primeira obra sobre os ditos
“monstros”, sentiu necessidade de lhes atribuir um nome.

verbo frangere (que significa quebrar, fracturar, irregular)

adjectivo fractus
FRACTAL
Objetos que não possuem Formas igualmente
necessariamente complexas no detalhe e na
dimensão inteira forma global

FRACTAIS

Objetos que não perdem a sua Formas geométricas irregulares


definição formal à medida que e fragmentadas que podem ser
são ampliados, mantendo a sua subdivididas em partes, e cada
estrutura idêntica à original parte será uma cópia reduzida da
forma toda
Características de um Fractal

Auto-semelhança

 Dimensão

 Complexidade Infinita
Auto-
Semelhança
 O conjunto total é constituído por pequenas réplicas desse
mesmo conjunto, ou seja, qualquer que seja a ampliação
considerada, obteremos sucessivas cópias do objecto inicial.

Auto-semelhança

Exata Aproximada
Auto-
Semelhança
 Qualquer que seja o número de ampliações de um determinado objeto
fractal, nunca obteremos a “imagem final”, uma vez que ela poderá
continuar a ser infinitamente ampliada.

 Fernando Pessoa, através de um dos seus heterónimos, tinha esta


visão dos objetos da Natureza, embora não tivesse conhecimento da
Geometria Fractal:

“...E também o mundo,


Com tudo aquilo que contém,
Com tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.”

Fernando Pessoa – Poesias de Álvaro de Campos


Dimensão
Da Geometria Euclidiana sabemos que:

 Um ponto é o que não tem parte, isto é, tem dimensão zero;


 Uma linha é um comprimento sem largura, ou seja, tem dimensão um;
 Uma superfície é o que só tem comprimento e largura (dimensão dois);
 Um sólido é o que tem comprimento, largura e profundidade (dim. 3).

 Vejamos uma “simples” linha que se espalha por uma superfície


plana sem nunca se cruzar. No limite, ela preenche todo o plano.

 Na Geometria Euclidiana esta linha tem dimensão 1, no entanto


intuitivamente ela parece ser quase bidimensional.
Dimensão
E se formos confrontados com uma dimensão não inteira

Para introduzir a noção de dimensão não inteira, Mandelbrot deu o


seguinte exemplo:

A dimensão de um novelo de fio depende do ponto de vista da


pessoa:

 Visto de longe, o novelo não é mais do que um ponto, ou seja,


tem dimensão zero;
 Visto de mais perto, o novelo parece-nos uma “bola”, assumindo
assim três dimensões;
 Visto ainda mais de perto e se utilizarmos um microscópio de alta
definição, o novelo não passa de um conjunto de pontos – átomos –
isolados o que significa que o novelo tem dimensão zero.
Dimensão
 A dimensão de um objeto, ao contrário do que sucede na
Geometria Euclidiana, não é necessariamente um número inteiro.
Com efeito, ela pode ser um número fraccionário.

 A dimensão de um fractal representa o grau de ocupação deste no


espaço, estando relacionada com o seu grau de irregularidade.

 Definimos então dimensão de uma curva fractal como sendo um


número que caracteriza a maneira na qual a medida do comprimento
entre dois pontos aumenta à medida que a escala diminui.

 Fica então mais fácil explicar a Natureza e assim os nossos


modelos aproximam-se mais do real.
Dimensão
Dimensão 1:

Considere-se um segmento de reta; após a


redução fica-se com 4 (=41) partes iguais.

Dimensão 2:

Efectuando o mesmo processo para o quadrado,


dividir cada um dos lados em 4 partes iguais, fica-
se com 16 (= 42) partes iguais.

Dimensão 3:
Procedendo-se de igual modo para o cubo,
obtém-se 64 (= 43) partes iguais.
Dimensão
Sejam:

 N = número de partes em que se divide o objeto;

 r = coeficiente de redução.

1
Dimensão 1 N 1
r

1
Dimensão 2 N 2
r

1
Dimensão 3 N 3
r
Dimensão
Generalizando:

1
N d (d é a dimensão do objeto em estudo)
r

 Este raciocínio é válido para qualquer redução


efetuada em objetos com auto-semelhança exata.

d
1 1 d
log N
N  d  N  
r r log 1
r
Complexidade Infinita

 Prende-se com o facto do processo gerador dos fractais ser


recursivo, tendo um número infinito de iterações;

 O objeto fractal pode, por isso, ser ampliado tantas vezes quantas
se queira, nunca se obtendo a imagem final;

 O fractal será por isso a figura limite do seu processo gerador e


não qualquer um dos passos finitos presentes nesse mesmo
processo;
Geometria Euclidiana e Geometria Fractal
"Porquê usar palavras?
A geometria existia antes de nós. É eterna como o espírito de
Deus, é o próprio Deus. A geometria com suas esferas, cones,
hexágonos e espirais deu a Deus um modelo para a criação e foi
implantada no Homem como imagem e semelhança de Deus.“

Kepler,1610

"Há alguma razão para a geometria não descrever o formato das


nuvens, das montanhas, das árvores ou a sinuosidade dos rios?
Nuvens não são esferas, montanhas não são cones, continentes não
são círculos, um latido não é contínuo, e nem o raio viaja em linha
recta...”

Mandelbrot,1983
Geometria Euclidiana e Geometria Fractal
GEOMETRIA EUCLIDIANA GEOMETRIA FRACTAL

Tradicional (mais de 2000 Moderna (25 anos)


anos)

Baseada em tamanho ou Sem tamanho ou escala


escala definida específica

Apropriada a objectos feitos Apropriada a formas naturais


pelo Homem

Dimensão no conjunto Dimensão no conjunto [0,3]


{0,1,2,3}

Descrita por fórmulas e Uso de algoritmos recursivos


equações
Floco de Neve de Koch

Triângulo Inicial Estrela de David

REGRA DE SUBTITUIÇÃO RECURSIVA

Comece com um triângulo equilátero sólido

Quando vir um segmento fronteiro_________substitua-o por


Floco de Neve de Koch
Floco de Neve de Koch
Como varia o número de lados com as transformações?

Passos Número de lados

Figura de partida 3 = 3 x 40

1 3x4 = 12 = 3 x 41

2 12x4 = 48 = 3 x 42

3 48x4 = 192 = 3 x 43

4 192x4 = 768 = 3 x 44

5 768x4 = 3072 = 3 x 45

Mn  3 4 n O número de lados do Floco de


Neve de Koch tende para o
infinito.
Floco de Neve de Koch
Como varia o comprimento de cada lado com as transformações?

Passos Medida de cada lado

Figura de partida 1

1 1 = 1 = 3-1
3 31

1 1
2 9 = 32 = 3-2
1 1
3 27 = 33 = 3-3
1 1
4 81 = 34 = 3-4
1 1
5 243 = 35 = 3-5
n
n 1 O comprimento de cada lado
Nn  3  
3 do Floco de Neve de Koch
tende para zero.
Floco de Neve de Koch
Como varia o perímetro da curva com as transformações?

Podemos definir a sucessão dos perímetros Pn à custa das


duas sucessões anteriores. Assim:

n
n 4
Pn  M n  N n  (3  4 )  (3 )  3   
n

3

Quando n tende para infinito, a sucessão Pn tende para infinito,


logo podemos concluir que o perímetro da curva de Koch tende
para infinito.
Floco de Neve de Koch
Será que a área do floco de neve de Koch também cresce para infinito?

Consideremos que a área do triângulo inicial tem uma unidade.

Pn

 A área da Floco de Neve de Koch está compreendida entre 1 e 2.


Floco de Neve de Koch
 A área do polígono, em cada passo, obtém-se adicionando à
área do polígono do passo anterior a área de um triângulo
equilátero, cujo lado é 1 3 do anterior, multiplicada tantas vezes
quantas o número de lados do polígono anterior.

 Pela semelhança de figuras planas, sabe-se que, se o lado de um


polígono sofre uma redução de razão 1 3 , a área sofre uma redução de1 9
Floco de Neve de Koch
A0  1

1 1
A1  1     3  1 
9 3

2
1 1 1 1 4
A 2  1      (3  4)  1   
3 9 3 3 9

...
. 1 1 4 1 4
A  1      
n 1
2
1 4
n
1 4
      1   
n

3 3 9 3 9 3 9 3 9


Floco de Neve de Koch
n
4
1 
1  9
Então An+1 = 1 + Sn com Sn  
3 4
1
9
3
Calculando o limite de Sn quando n
tende para infinito tem-se:
lim S n 
n 5

A área do Floco de Neve de Koch é:

3
lim A n 1  lim(1  Sn )  1   1,6
n  n  5
Floco de Neve de Koch
O Floco de Neve de Koch tem perímetro infinito e área finita.

O fato de termos um perímetro infinito a “fechar” uma área finita


pode parecer contrário à nossa intuição geométrica, mas é
característico de muitas formas importantes na Natureza. O sistema
vascular das veias e artérias no corpo humano, por exemplo, ocupa
uma pequena fracção do corpo e tem um volume relativamente
pequeno, mas tem um enorme comprimento: de ponta a ponta, as
veias, artérias e capilares de um único corpo humano atingem cerca
de 65 mil quilómetros.

Modelo do
Sistema
Circulatório
Humano
Floco de Neve de Koch
 Dimensão?

N4

}
log 4
DF   1,26
1 log 3
r
3

 O floco de neve de Koch


possui auto-semelhança exata.
Triângulo de Sierpinski

REGRA DE SUBTITUIÇÃO RECURSIVA

Comece com um triângulo equilátero sólido

Quando vir um triângulo sólido substitua-o por


Triângulo de Sierpinski
Como varia a área da figura com as
transformações?
Passo 0 Área  A
Passo 1 Área  3  A
4
Passo 2 4 4

Área  3  3  A  3  A
4
  
2

Passo 3 Área  3 

4  4
3
2
 

 A 

3
4
 
3
A

...
. n
Passo Área  3 4  A
n

A área do Triângulo de
Sierpinski tende para zero.
Triângulo de Sierpinski
Como varia o perímetro da figura com as transformações?

O número de triângulos sólidos em


cada passo da construção é dado por:
Tn  3n

Passo 0 Perímetro  P
Passo 1 Perímetro  3  P  3  3  P
6 2
Passo 2 Perímetro  3  P  3  3  P
12
2
2
2
 
Passo 3 Perímetro  3  P  3  3  P
24
3
2
3
 
 2  P
Perímetro  3
n
O perímetro do Triângulo de
Sierpinski tende para infinito.
Triângulo de Sierpinski
 Dimensão?

N3

}
log 3
DF   1,59
1 log 2
r
2

 O Triângulo de Sierpinski
possui auto-semelhança exacta.
Triângulo de Sierpinski
e o Triângulo de Pascal
O Jogo do Caos
Para jogar este jogo necessitamos de:
 Um triângulo arbitrário de vértices A, B e C;
 Um dado não viciado;

A cada um dos vértices do triângulo atribuímos duas das seis


possibilidades resultantes de atirar o dado;

 A é “vencedor” se sair 1 ou 2;
 B é “vencedor” se sair 3 ou 4;
 C é “vencedor” se sair 5 ou 6;

Vamos então jogar este jogo:


O Jogo do Caos

Passo 0 – Atira-se o dado. Começa-se pelo vértice “vencedor”. Suponhamos


que saiu cinco. Então começamos pelo vértice C;

Passo 1 – Atira-se novamente o dado. Suponhamos que saia dois. Então o


“vencedor” é o vértice A. Agora mudamos diretamente da posição anterior para o
vértice “vencedor”, mas paramos a meio. Marca-se a nova posição M1;

Passo 2 – Atira-se novamente o dado e move-se diretamente da última posição


para o vértice “vencedor”, e paramos a meio. (Por exemplo se sair o três paramos em
M2 que é o ponto médio do segmento que une M1 a B). Marcamos nova posição;

Passo 3, 4,... – Continua-se a atirar o dado, movendo-se para o ponto médio do


segmento que une a última posição e o vértice vencedor.
O Jogo do Caos
Atirando o dado 100 vezes;

Atirando o dado 1000 vezes;

Atirando o dado 5000 vezes;

Atirando o dado 10000 vezes;

O padrão obtido é inconfundível:

Triângulo de Sierpinski
A Curva de Peano
 Exemplo de uma curva (dimensão 1 na
Geometria Euclidiana) que preenche o plano
(dimensão 2);

 Qual é a dimensão fractal da Curva de


Peano?

N 9
log 9 2 log 3

}
DF   2
1 log 3 log 3
r
3
O Conjunto de Mandelbrot
 A nossa construção irá começar com um número complexo (um ponto do
plano) que designaremos por SEMENTE e a partir dele criamos uma
sequência infinita de números (pontos) que dependem do número inicial;

 Esta sequência de números chamar-se-á SEQUÊNCIA DE MANDELBROT.

REGRA DE SUBTITUIÇÃO RECURSIVA

Comece com a semente s.

Se c é um termo da sequência então o termo seguinte é c2+s.

2
z n  z n 1  s
O Conjunto de Mandelbrot
Semente S=1 S = -1 S = - 0,75

Passo 1 S1=12+1=2 S1 = 0 S1= - 0,1875

Passo 2 S2=22+1=5 S2= -1 S2= - 0,714844

Passo 3 S3=52+1=26 S3 = 0 S3= - 0,238998

Passo 4 S4=262+1=677 S4= -1 S4= - 0,69288

2
z n  z n 1  s
Ponto de Ponto de Ponto de
Divergência Periodicidade Convergência
O Conjunto de Mandelbrot
 Cada ponto do plano cartesiano é um número complexo e
pode ser usado como semente na sequência de Mandelbrot.

Cores quentes se divergir lentamente


Pontos de Divergência
Cores frias se divergir rapidamente

Pontos de Periodicidade
Ponto negro
Pontos de Convergência
 Para construir o conjunto de Mandelbrot, basta marcar a negro os
pontos que correspondem às “sementes” de convergência ou que
originam sequências periódicas, deixando os restantes a branco ou
numa graduação de cores de acordo com a rapidez com que
aumentam de valor.
O Conjunto de Mandelbrot
Objetos Fractais
com dimensão entre 2 e 3

Fractal do Cubo

Fractal do Tetraedro
Aplicações da Geometria Fractal
 Indústria Cinematográfica
 Economia
 Biologia
 Análise de imagens por satélite
 Geologia
Aplicações da Geometria Fractal

 Medicina
 Arte
 Linguística
 Informática
 Meteorologia
Fractais no Ensino Secundário
Atividade: Construção de um Fractal numa Folha de Papel

Material:
Folha de papel A4;
Tesoura;

Instruções:
1. Meça o comprimento da folha (= a);
2. Meça a largura da folha (= b);
3. Dobre a folha de papel ao meio;
4. Faça 2 cortes de comprimento a/4 afastados de cada lado do papel b/4:
5. Dobre segundo o segmento criado pelos dois cortes;
6. Repita os passos 1 a 5, mas agora para a parte da folha que acabou de
dobrar;
7. Continue este processo o máximo de vezes possíveis;
8. Dobre a folha A4 formando um ângulo recto;
9. Dobre a parte da folha obtida no passo 5, de modo a formar um ângulo
recto com a dobra do passo 8;
10. Repita o passo 9 para as outras partes da folha.
Fractais no Ensino Secundário

Questões:
1. Conte os elementos em cada iteração e faça uma tabela.
2. Identifique o padrão de crescimento e indique a sucessão que permite
calcular o número de elementos para a n-ésima geração.
3. Qual a área total (isto é, depois de uma infinidade de dobras) da superfície
dos elementos? (Sugestão: Escolha um valor conveniente para a área do
primeiro elemento).
4. Investigue o que acontece, se fizer um corte diferente, alterar o tamanho do
corte ou aumentar o número de cortes.
Referências bibliográficas e fontes consultadas
[1]ALMEIDA,Theodoro B.de; MARTINELLI, Rodiane.O.; RODRIGUES, Virgínia M.; SILVA, Ana M. Marques da. Fractais no Ensino
Fundamental:Explorando essa
Nova Geometria. Disponível em (www.sbem.com.br/files/ix_enem/Poster/Trabalhos/PO00995663033T.doc)Acesso em 13.09.2008.

[2]BARBOSA, Ruy Madsen. Descobrindo a Geometria Fractal para a sala de aula. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 160p.

[3]FERNANDES, Jaqueline Aparecida. Fractais, uma nova visão da Matemática. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)-Centro
Universitário de LavrasUnilavras, Lavras-Minas Gerais, 2007 Disponível em
http://200.189.113.123/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/MATEMA TICA/MonografiaFractais.pdf - Acesso em 30 nov.2009

[4] ET. AL., A. B. Natureza: Caos ou ordem? Technical report, Universidade de Coimbra,
Faculdade de Ciências e Tecnologia - Departamento de Matematica, 2004-2005.

[5]DE CARVALHO, H. C.Geometria fractal - perspectivas e possibilidades no ensino de matematica. 2005. Dissertacão (Mestrado em Fsica) -
Universidade Federal do Para(NPADC), Para, 2005.

[6]DE OLIVEIRA, D. A geometria fractal no ensino fundamental e medio. Technical report, Faculdade de Filosofia, Ciências e letras de
Presidente Venceslau (FAFIPREVE, São Paulo, 2008).

[7]RABAY, Y. S. F.Estudos e aplicacões da geometria fractal. 2013. Dissertacão (Mestrado em Fsica) - Universidade Federal da Paraba, João
Pessoa, 2013.

[8]NUNES, R. S. R.Geometria fractal e aplicacões. 2006. Dissertacão (Mestrado em Fsica)- Departamento de Matematica Pura - Faculdade de
Ciências da Universidade do Porto,Porto, 2006.

[9]BEMFICA, A.; ALVES, C.Fractais: Progressão e serie geometrica uma metodologia de ensino. 2010.2. Dissertac~ao (Mestrado em Fsica)-
Faculdade Cenecista de Osorio(FACOS), Rio Grande do Sul, 2010.2

[10] https://www.geogebra.org/
[11] https://tube.geogebra.org/
[12] https://www.youtube.com/watch?v=X_D4BXramdc&list=WL&index=37
FIM