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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE

RONDÔNIA
CAMPUS JI-PARANÁ
COMPONENTE CURRICULAR: INVENTÁRIO FLORESTAL

MÉTODO DO PONTO-QUADRANTE

LEONARDO SANTIAGO BRITO DOS SANTOS


MATHEUS ALEXSHANDER ASTENRETER MOREIRA
VINICIUS LEANDRO SILVA OLIVEIRA
LETÍCIA BEZERRA BASTOS
CAMILLY MEDEIROS
4º ANO DE FLORESTAS

MAIO DE 2015
JI-PARANÁ – RO
OBJETIVOS

• Expor as características da amostragem por método de Quadrante.

• Pontos positivos e negativos deste métodos.

• Variáveis envolvidas neste tipo de método.

• Sua aplicação na área florestal

• Observar pontos a serem discutidos

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CARACTERÍSTICAS
• Cada ponto na linha da picada representa o centro de quatro
quadrantes, determinados pela linha de picada e uma
ortogonal.
• A distância entre os pontos deve ser precisamente
determinada, de maneira a evitar que um mesmo indivíduo
seja amostrado em dois pontos distintos.
• Deve-se determinar a distância entre os pontos por meio de
uma mensuração prévia de, no mínimo, 50 valores de
referência de distância entre dois indivíduos, ao longo de uma
comunidade, visando a registrar as maiores distâncias
existentes na fitocenose.

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APLICAÇÃO

• Este método baseia-se no estabelecimento de inúmeros pontos


em uma comunidade florestal, os quais atuam como centro de
um plano cartesiano que define quatro quadrantes (Martins,
1991).

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OBSERVAÇÕES
DESMATAMENTO
• Goodland, em 1964, na Guiana Inglesa, para uma formação
vegetal do tipo savana (Martins, 1991).

• Utilizado em levantamentos fitossociológicos de florestas


tropicais.

• Pressupõe que as árvores tenham padrão espacial completamente


aleatório para que a estimativa da densidade (árvores ha-1) não
apresente viés.

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VANTAGENS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
• Redução da influência da forma da parcela sobre os resultados;

• Facilidade na locação dos pontos de amostragem;

• Maior área de amostragem;

• Maior consistência na comparação dos resultados obtidos em


diferentes povoamentos do mesmo tipo de vegetação;

• Ganho de tempo no campo; maior rapidez e eficiência, e menor


necessidade de equipamentos e pessoal (Gorenstein, 2002).

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DESVANTAGENS
REFERÊNCIAS
• Limita-se pelo número de árvores amostradas em cada ponto.

• Torna necessário assumir uma distribuição espacial completamente


aleatória, (Dias, 2005).

• Nem sempre corresponde à realidade onde esta sujeita a ações,


como:
 Perturbações antrópicas,
 Diferenças microclimáticas,
 Predação e características do solo, dentre outras.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Estação


Ecológica de Cuniã. Disponível em
http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-
conservacao/biomas-brasileiros/amazonia/unidades-de-
conservacao-amazonia/1911. [consultado em 19-10-2014]

• Plano de Manejo da Floresta Nacional de Jacundá, Localizada no Estado de


Rondônia Volume III. (2010). Brasil. ICMBio