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Chega de Silêncio

Equipe:
Ana Carla Grigorio
Bruno Santana
Ednalva Pereira
Katyanne da Silva
Marcus Alberto de Souza
Thaize Formiga
Apresentação
● Este material tem como finalidade uma produção didático-pedagógica,
trazendo a todos os integrantes da comunidade escolar e comunidades
externas, reflexões sobre a importância de identificar traços e sinais
relativos à violência sexual em crianças e adolescentes, como intuito de
proteger aos mesmos e garantir os direitos previstos em lei, que inclui:
educação, a saúde e a assistência social.
● Na escola é garantido o desenvolvimento intelectual e social das crianças
e adolescentes pautadas por meio da socialização dos saberes
construídos no processo histórico. Porém, desenvolver de maneira
adequada tal processo, esbarra- se nos diferentes problemas sociais
vividos por cada um deles. E para tal, faz-se necessário articulação com
outros atores sociais, para buscar formas de intervenção e enfrentamento.
Justificativa
● A conscientização sexual se torna indispensável para tratar esse problema.
A informação se faz imprescindível para que as crianças e adolescentes
possam identificar e tomar consciência no caso de estarem sofrendo
violência, bem como pedir ajuda nesses casos.
● Em parceria com as Escolas, visando fortalecer a relação que a Educação
possui com a sociedade, que não é e não deve ser apenas de letramento,
mas sim de preparar também o indivíduo para o convívio em sociedade, e
isso inclui preparar a criança e o adolescente para o pior que uma
sociedade tem a oferecer, no convívio familiar, religioso, escolar, e onde
mais os mesmos estiverem inseridos.
Objetivos
● OBJETIVO GERAL
Orientar a equipe multidisciplinar da Escola Municipal de Ensino Fundamental
Comendador Cícero Leite, situada na Rua Álvaro Antero do Nascimento,
bairro Gramame, acerca da importância da prevenção e combate ao silêncio
das crianças (04 a 12 anos incompletos) e adolescentes (12 a 17 anos),
vítimas de violência doméstica física.

● OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Promover ações informativas sobre o tema;
- Proporcionar espaços de discussão e reflexão para a comunidade escolar;
- Preparar o corpo escolar a identificar casos de abuso e exploração.
Metas
1º objetivo:
Meta:Informar 70% da comunidade escola que compõe aEscola Municipal de
Ensino Fundamental Comendador Cícero Leite, sobre os órgãos de proteção a criança
e o adolescente.
2º Objetivo:
Meta:Ter um local para realização de reuniões quinzenalmente com os
profissionais e os discentes entre (12 e 17 anos) com100 ouvintes no período matutino
e 100 ouvintes no período vespertino.
3° Objetivo:
Metas:
- Capacitar em 100% o corpo docente e 40% dos demais profissionais do ambiente
escolar acerca dos direitos humanos e a proteção da criança e do adolescente.
- Identificar 50% dos casos de abuso e exploração.
Metodologia Utilizada
● Criar e distribuir folders explicativos, inclusive, com divulgação do
número do “Disque Denúncia” tanto para discentes como para docentes,
bem como para as equipes de apoio geral e administrativo;

● Realizar rodas de conversa semanalmente com os profissionais, sempre


com a presença de um psicólogo e assistente social, para esclarecer e
informar o profissional escolar, de maneira que este tenha uma
abordagem mais clara, segura e confiante com o tema;

● Envolver a equipe multidisciplinar e as famílias dos alunos em reuniões


quinzenais, para que haja uma maior abertura por parte das famílias.
Público alvo

O público alvo do referido projeto são a equipe


multidisciplinar que compõem a comunidade
escolar, para que estes possam identificar os
sinais de violência física doméstica sofrida
pelos alunos.
Recursos humanos e materiais
Para a realização deste projeto, será necessária a formação de uma
equipe multidisciplinar, composta por: psicólogos, pedagogos,
psicopedagogos, enfermeiros e assistentes sociais.
Serão utilizados os seguintes materiais:

● Folhetos informativos
● Cartilhas educativas
● Blocos para anotação
● Papel Almaço
● Canetas esferográficas
● Grampeador
● Grampos
Cronograma de ações
MÊS AÇÕES RESULTADOS ESPERADOS
Reunião de planejamento com a direção da Escola: Tornar conhecido o projeto e a importância da temática
Janeiro
apresentação do projeto proposta.
Início das atividades do projeto: palestra inaugural sobre
violência doméstica com equipe multidisciplinar. Apresentar à comunidade escolar o que é a violência
Fevereiro
Palestra sobre violência doméstica com a comunidade doméstica física e como ocorre manifestação dos sinais.
escolar.
Fazer com que a equipe multidisciplinar perceba se há
Roda de diálogo com equipe multidisciplinar.
alguma situação de violência doméstica, física.
Março
Roda de diálogo com equipe multidisciplinar e a Fazer com que os alunos percebam se há alguma situação
comunidade escolar. de violência doméstica, física.
Palestra com as promotoras das Promotorias da Mulher e Esclarecer as dúvidas com relação ao que a legislação
Abril
da Infância e Adolescência. brasileira aponta sobre a proteção ao menor.
Roda de diálogo com a equipe multidisciplinar. Apontar as principais características físicas e psicológicas
Maio
Roda de diálogo com a comunidade escolar. que as vítimas de violência apresentam.
Aplicação de questionários específicos para os
profissionais da instituição. Levantar dados sobre o alcance do projeto e identificar
Junho
Aplicação de questionários específicos para a comunidade possíveis vítimas de violência doméstica física.
escolar.
Julho Reunião com os profissionais da instituição. Fazer balanço das atividades desenvolvidas.
Sistema de avaliação e monitoramento

O sistema de avaliação e monitoramento deverá ser ex post,


visto que, necessariamente, os resultados do projeto só poderão
ser percebidos após o início do mesmo. Para tanto, a equipe
realizará a avaliação dos impactos do projeto na comunidade
escolar. Desse modo, devemos aferir a eficiência, eficácia e a
efetividade social que o projeto trará, mediante a aplicação dos
indicadores ora apresentados.
Indicadores

Tomando por base o Plano Nacional de Enfrentamento


da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes,
publicado em maio de 2013, os indicadores utilizados
no presente projeto foram estabelecidos a partir do
EIXO PREVENÇÃO e EIXO ATENÇÃO.
Eixo Prevenção
● Este eixo, de acordo com o Plano Nacional, visa assegurar ações
preventivas contra o abuso e/ou exploração sexual de crianças e
adolescentes, fundamentalmente pela educação, sensibilização e
autodefesa.
● Número de programas, projetos e espaços educacionais, sociais,
desportivos e culturais voltados para a prevenção ao abuso e/ou
exploração de crianças e adolescentes.
● Numero de profissionais sensibilizados/capacitados na temática, com foco
no uso seguro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs).
● Número de profissionais formados e número de materiais formativos
distribuídos em temas relacionados ao abuso e/ou exploração sexual de
crianças e adolescentes facilitados pelas TICs e sobre o uso dessas
ferramentas.
Eixo Atenção
● Este eixo visa garantir o atendimento especializado, e em rede, às crianças e
aos adolescentes em situação de abuso e/ou exploração sexual e às suas
famílias, realizado por profissionais especializados e capacitados, assim
como assegurar atendimento à pessoa que comete violência sexual,
respeitando as diversidades de condição étnico-racial, gênero, religião,
cultura, orientação sexual etc.
● Número de atendimentos especializados de crianças e adolescentes em
situação de abuso e/ou exploração sexual realizado por programas e
serviços.
● Número de programas e serviços que atendem, acompanham e dão suporte
a pessoas que cometem abuso e/ou exploração sexual de crianças e
adolescentes.
Considerações finais
Com este projeto, visamos trazer à lume a gravidade da violência
doméstica sexual, que muitas vezes é praticada por aqueles que
deveriam proteger.
Desse modo, buscando identificar o problema, se faz necessário
que todos tenham conhecimento dos sinais transmitidos pelas
vítimas, que muitas vezes são desacreditadas em sua própria
casa, e os crimes cometidos ficam “guardados” entre quatro
paredes.
Assim, devemos combater o silêncio das vítimas, e mostrar que
elas não estão sozinhas na sua luta pela sobrevivência e
libertação da violência.