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• ABNT NBR11341/2018 - Derivados de petróleo —

Determinação dos pontos de fulgor e de


combustão em vaso aberto Cleveland.
• ASTM D 92 (DIN 51 376).
• Descrever a determinação dos pontos de fulgor e
de combustão em derivados de petróleo com o
aparelho de vaso aberto Cleveland manual ou
automático.
• Esta Norma é aplicável a todos os derivados de
petróleo com pontos de fulgor entre 79 °C e 400
°C, exceto os óleos combustíveis.
• Ponto de fulgor;
• Ponto de combustão;
• Ponto de ignição.
•O ponto de fulgor é um indicador de
inflamabilidade.
• Indica o risco de incêndio de um fluido quando
esse é armazenado.
• Informar sobre vazamentos ou falhas no interior
do equipamento.
• vaso aberto;
• vaso fechado.

Figura 1 - Aparelho usado para ensaio de ponto de Figura 2 - Aparelho usado para ensaio de ponto de
fulgor vaso aberto. fulgor vaso fechado.
1. Aparelho de vaso aberto Cleveland (manual):
• Cuba de ensaio;
• Placa de aquecimento;
• Aplicador de chama de ensaio;
• Aquecedor e suportes.
2. Dispositivo de medição de temperatura: termômetro de
resistência ou termopar, ou termômetro de mercúrio.
3. Fonte de ignição: chamas de gás natural (metano) ou gás engarrafado
(propano, butano).
1. Obter a amostra de acordo com a ABNT NBR 14883 ou ASTM D 140.
2. Pelo menos 70 mL de amostra.
3. Precauções adequadas para evitar a perda de materiais voláteis.
4. Não armazenar amostras em vasilhames permeáveis a gases.
5. Hidrocarbonetos leves como propano ou butano podem estar presentes
na forma de gases e não ser detectados pelo ensaio devido a perdas
durante a amostragem e o enchimento da cuba de ensaio.
6. Amostras de materiais muito viscosos podem ser aquecidas até que as
amostras estejam razoavelmente fluidas antes de serem ensaiadas.
1. Encher a cuba de ensaio com amostra de maneira que o topo do menisco esteja
exatamente na linha de enchimento e posicioná-la no centro do aquecedor. A
temperatura da cuba de ensaio e da amostra não deve exceder 56 ºC abaixo do ponto
de fulgor esperado. Se tiver sido colocada amostra em excesso na cuba, remover o
excesso usando uma seringa ou dispositivo similar. Entretanto, se houver amostra do
lado de fora da cuba de ensaio, esvaziar, limpar e reenchê-la. Desfazer ou remover
qualquer espuma ou bolha de ar na superfície da amostra de ensaio com uma
espátula ou outro dispositivo adequado, mantendo o nível requerido de amostra.
2. Material sólido não deve ser transferido para a cuba de ensaio. Amostras sólidas ou
viscosas devem ser aquecidas até que estejam fluidas antes de serem vertidas na
cuba; entretanto, a temperatura da amostra durante o aquecimento não deve
exceder 56 ºC abaixo do ponto de fulgor esperado.
3. Acender a chama de ensaio e ajustar seu diâmetro para 3,2 mm a 4,8 mm, ou para o
tamanho da gota de comparação, se existir uma montada no aparelho
4. Inicialmente, aquecer a uma taxa tal que a temperatura indicada pelo dispositivo de
medição aumente de (14 a 17) °C/min. Quando a temperatura da amostra estiver a
aproximadamente 56 °C abaixo do ponto de fulgor estimado, diminuir o aquecimento
de maneira que a taxa de aumento da temperatura nos últimos 28 °C antes do ponto
de fulgor seja de (5 a 6) °C/min.
5. Aplicar a chama de ensaio quando a temperatura da amostra estiver
aproximadamente 28 °C abaixo do ponto de fulgor esperado e então a cada vez que a
temperatura lida for múltipla de 2 °C. Passar a chama de ensaio através do centro da
cuba em ângulo reto com o diâmetro que passa pelo termômetro. Com movimento
contínuo e suave, aplicar a chama em linha reta ou ao longo de uma circunferência de
um círculo com raio mínimo de (150 1) mm. O centro da chama de ensaio deve mover-
se, considerando-se um plano horizontal, não mais que 2 mm acima do plano da borda
da cuba e passando numa direção só. Quando da aplicação seguinte da chama, passá-
la na direção oposta à da aplicação precedente. O tempo consumido na passagem da
chama através da cuba em cada caso deve ser de (1,0 0,1) s.
6. Durante os últimos 28 °C de aumento de temperatura, antes do ponto de fulgor
esperado, deve-se tomar cuidado para evitar dissipação dos vapores da cuba devido a
movimentos rápidos ou corrente de ar próxima à cuba.
7. Durante os últimos 28 °C de aumento de temperatura, antes do ponto de fulgor
esperado, deve-se tomar cuidado para evitar dissipação dos vapores da cuba devido a
movimentos rápidos ou corrente de ar próxima à cuba.
8. Para a obtenção de resultados ad equados, é necessária atenção especial a todos os
detalhes relacionados à aplicação da chama, à taxa de aumento de temperatura e à
velocidade de passagem da chama de ensaio sobre a amostra.
9. Quando se estiver ensaiando materiais em que o ponto de fulgor esperado não é
conhecido, colocar a amostra e a cuba de ensaio a uma temperatura não superior a 50 °C,
ou, se o material necessitar aquecimento para ser transferido, colocar o material naquela
temperatura de aquecimento. Aplicar a chama de ensaio, da forma descrita em 10.1.5,
começando no mínimo 5 °C acima da temperatura inicial. Continuar o aquecimento da
amostra a uma taxa de (5 a 6) °C/min e ensaiar o material a cada 2 °C, como descrito em
10.1.5, até que se obtenha o ponto de fulgor.
10.Relatar como ponto de fulgor observado a temperatura lida no dispositivo de medição de
temperatura, no momento em que a chama de ensaio causar um fulgor (lampejo ou
clarão) distinto no interior da cuba de ensaio.
11. Considera-se que ocorreu o fulgor de uma amostra quando uma chama larga aparece e se
propaga em toda a superfície da amostra e se extingue instantaneamente.
12.A aplicação da chama de ensaio pode causar o aparecimento de um halo azulado ou o
alargamento da chama antes do ponto de fulgor verdadeiro. Este não é o ponto de fulgor
e deve ser ignorado.
13. Quando o ponto de fulgor ou o ponto de combustão for detectado na primeira aplicação
da chama de ensaio, o ensaio deve ser interrompido, o resultado descartado e o ensaio
repetido com uma nova alíquota. A primeira aplicação da chama de ensaio com a nova
alíquota deve ser feita pelo menos 28 °C abaixo da temperatura encontrada quando o
ponto de fulgor for determinado com a primeira aplicação da chama conforme descrito
anteriormente.
14.Caso se deseje determinar o ponto de combustão, continuar o aquecimento da amostra
após anotar o ponto de fulgor, de maneira que a temperatura da amostra aumente a uma
taxa de (5 a 6) °C/min. Continuar a aplicação da chama de ensaio a cada intervalo de 2 °C,
até que a amostra entre em combustão e sustente a queima por pelo menos 5 s. Registrar
a temperatura da amostra neste momento como o ponto de combustão da amostra.
10.1.14 Quando a temperatura do aparelho tiver sido reduzida até uma temperatura
segura para o manuseio, abaixo de 60 °C, remover e limpar a cuba de ensaio. Limpar o
aparelho conforme recomendado pelo fabricante.
Observar e registrar a pressão barométrica ambiente no momento do
ensaio. Quando a pressão diferir de 101,3 kPa, corrigir o ponto de fulgor
como segue:

Ponto de fulgor corrigido = C + 0,25 (101,3 - K)

Onde:
C é o ponto de fulgor observado, expressa em graus Celsius (°C);
K é a pressão barométrica ambiente, expressa em quilopascals (kPa).
Relatar os valores corrigidos obtidos como o
ponto de fulgor ou ponto de combustão, ou
ambos, segundo esta Norma, para a amostra em
ensaio.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.
NBR 11341: Derivados de petróleo — Determinação dos
pontos de fulgor e de combustão em vaso aberto
Cleveland. Rio de Janeiro. 2008.