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Ponto de Partida

Ascensão da Sociedade Capitalista


literatura e Arte
A Comédia Humaine - Balzac
Analogia a Revolução política da Fran
A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL EXPLODIU
Multiplicação Rápida
Partida para o crescimento Auto-Sustetável
Revolução Industrial x Evolução Industrial
Possível Final da Revolução Industrial
SUPERIORIDADE TECNOLÓGICA E CIENTÍFICA?
Ciências Naturais
Revolução Francesa
Inventos Científicos
Intelectualidade Reforma Agrária
A indústria algodoeira

• Se desenvolveu junto com o comercio ultramarino.

• Tecido indiano

• O comercio colonial foi quem criou a indústria algodoeira.


Comércio colonial, indústria algodoeira e
escravidão

• Portos : Bristol, Glasgow e Liverpool.

• Região de Lancashire.

• Monopólio
• A máquina de fiar
• O tear movido a água
• A fiadeira automática
• Tear a motor
Capítulo III
A “Indústria” do algodão

GRAVURA QUE
REPRESENTA
UMA
TÍPICA TECELAG
EM INGLESA
DURANTE A
REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL.

http://www.moderna-contemp.uerj.br/outros_materiais/imagens/rev_ind/image.jpg
Máquina de fiar múltipla - Samuel
Crompton 1779
EQUIPAMENTO
DESENVOLVIDO POR
CROMPTON, QUE
CHAMOU DE
SPINNING MULE
(MULA GIRATÓRIA).

http://www.moderna-contemp.uerj.br/outros_materiais/imagens/rev_industrial.htm
O investimento do capital no
segmento industrial(XVIII-
XIX)na Inglaterra.

HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. 9.ed. São Paulo: Paz e


Terra, 1996, p.19-38.
O autor Hobsbawm elucida; o quanto a indústria necessitava de
investimentos de bens capitalizados para a sua formação inicial. Além
desse fator, o historiador analisa o potencial industrial de uma país ( no
contexto da I Revolução Industrial) pela sua produção de ferro e aço.

O autor frisa por analisar as conjunturas da indústria do consumo nas


nuances de produção de algodão e de bens de consumo. No entanto,
apesar desse inicio esplêndido da indústria, existia uma restrição de
alguns matérias por sua escassez de produção, esses são oriundos do
setor metalúrgico, em que envolve equipamentos de ferro e vigas de aço.
Iconografias do período

Ferro e Carvão, de William Bell Scott (1855-60). Revolução Industrial


O FERRO E O AÇO
▪ Na França, um pequeno grupo de Saint-Simonianos especulavam sobre
a tecnologia, e como o mercado necessitava de altos investimentos a
longo prazo.
▪ A questão da desvantagem no ramo metalúrgico, no tocante do ferro,
foi-se aperfeiçoando com o tempo. A partir da década de 80 do século
XVIII, havia-se uma inovação no processo de pudelagem e laminação.
▪ A produção de ferro do período mencionado era destinado em maior
parte ao setor militar, pois no âmbito civil a demanda não era tanta
inicialmente. A partir do período de guerras envolvendo a Inglaterra (
1756-1815) a produção aumentou exponencialmente, somente
posterior a batalha de Warterloo, a taxa de produtividade cai.
▪ Dado: a produção de ferro em 1800 chegou a 250 mil toneladas.
O FATOR CARVÃO
▪ As desvantagens no setor metalúrgico, não afetaram o setor de
mineração ( carvão). Salienta Hobsbawm, que a Grã-Bretanha através
de suas florestas foi responsável por responder pelo uso de 90% ( 10
milhões de toneladas) do carvão produzido a nível mundial ( a França
era a sua concorrência mais próxima, com a produção de 1 milhão de
toneladas).
▪ Existia uma demanda a nível populacional e industrial.
▪ Para se transportar grandes quantidades de carvão, foi-se necessário
empreender sobre a malha ferroviária, já que as máquinas a favor
aceleravam a produção do referido combustível.
A FERROVIA DO PROGRESSO
A necessidade de construir trilhos de trens, foi permeada pelo alto custo
em transportar grandes quantidades de matéria prima a curtos espaços
por vias terrestre. Com o advento dos trens, os donos de minas de carvão
viram uma grande oportunidade de expandir suas mercadorias a grandes
distancias por preço menor.
Vale salientar que a malha ferroviária terá uma desenvolvimento
crescente no outros países somente com o advento da 2° Revolução
Industrial.
Para existir os “coqueluches ferroviários” o autor afirma que demandou
altos investimentos, porém o retorno não era bem positivo ( citação na
página 33).
....Estas explosões de investimento parecem irracionais, porque de fato
poucas ferrovias eram muito mais lucrativas para o investidor do que
outras formas de empresa, a maioria produzia lucros bem modestos,
muitas nem chegavam a dar lucro: em 1855, a rentabilidade média do
capital aplicado nas ferrovias britânicas era de apenas 3,7%. Sem dúvida, os
agentes financeiros, especuladores e outros se saíram muito bem, mas não
o investidor comum. E ainda assim, por volta de 1840, 28 milhões de libras
foram esperançosamente investidas em ferrovias e, por volta de 1850, 240
milhões de libras ( HOBSBANW, 1996, p.33).

• A classe média era a que mais contribuía nesses investimentos


industrias, e que por isso as esposas desses investidores acabaram por
virar “madames” , sendo instruídas pelo seus manuais de etiquetas.
Quanto a arte desse período, a mesma se constituirá como uma mistura
de gótico com renascimento.
Town Hall
Citação da p.34
O investimento estrangeiro era uma possibilidade óbvia. O resto
do mundo - para começar, basicamente velhos governos em
busca de uma recuperação das guerras napoleônicas e novos
governos tomando emprestado, com seus costumeiros ímpetos e
liberalidades, para fins indeterminados - estava muito ansioso
por empréstimos ilimitados. O investidor inglês emprestava
prontamente (HOBSBANW, 1996, p.34).

Considerações finais
O processo de industrialização não se deu de maneira abrupta,
mas foi proveniente do decurso do processo de urbanização e
Revolução agrícola.