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Embriologia Clínica

Aula 01 - Gametogênese

Prof Arthur Hennys


Gametogênese

Processo de formação de gametas a partir


das células germinativas.

Aumenta a população de células


MITOSE mães

Reduz o número cromossômico e


MEIOSE aumenta a variabilidade genética

Evento fundamental
da gametogênese.
Gametogênese

Relembrando
Gametogênese

MITOSE MEIOSE
Gametogênese
Espermatogênese

• A formação dos testículos inicia na sétima semana do desenvolvimento.

• No período fetal, os testículos são constituídos por cordões seminíferos (sem


luz) com os gonócitos (ou células germinativas primordias) e as células de
sustentação (futuras células de Sertoli) e, entre os cordões seminíferos, pelo
tecido intersticial, com as células de Leydig, diferenciadas das células
mesenquimais, por influência da gonadotrofina coriônica humana - hCG (human
chorionic gonadotropin), produzida pela placenta.

• Após o parto, sem hCG, as células de Leydig degeneram.

• Em torno dos oito anos, com uma pequena produção de andrógenos pela
adrenal, as células germinativas primordiais diferenciam-se nas
espermatogônias.

• Na puberdade, com a secreção do hormônio luteinizante (LH) pela hipófise, há


a diferenciação de células mesenquimais em células de Leydig, as quais
sintetizam testosterona, iniciando a espermatogênese. Os cordões seminíferos
tornam-se túbulos seminíferos.

• Os espermatozoides são produzidos até a morte do indivíduo.


Espermatogênese
Espermatogênese
Espermatogênese X Espermiogênese

• Espermiogênese é a transformação da
espermátide em espermatozoide;
• Durante a espermiogênese, a espermátide muda
de forma e adquire estruturas que contribuem
para a motilidade e para a fertilização:
• Do complexo de Golgi surgem vesículas com
enzimas que resultam no acrossoma (ou capuz
acrossômico);
• Há o alongamento do núcleo pela manchete, um
conjunto cilíndrico de microtúbulos, e pela
condensação da cromatina, devido à substituição
das histonas por protaminas;
• As mitocôndrias concentram-se na parte
proximal do flagelo (bainha mitocondrial),
fornecendo energia para o seu batimento;
• Finalizando a espermiogênese, há a perda do
excesso de citoplasma, o corpo residual (CR), que
será fagocitado pelas células de Sertoli. Uma
porção de citoplasma permanece na região do
pescoço do espermatozoide: é a gota
citoplasmática (G). Ela será perdida no epidídimo.
Histofisiologia Testicular

• Os testículos possuem forma oval, com


tamanho médio de 4,6cm x 2,6cm e peso
de 15-21g.
• Localizam-se na bolsa escrotal, envolvidos
pela Túnica Albugínea e a Túnica Vaginal;
• Os testículos são constituídos pelos túbulos
seminíferos, medindo 30 a 60cm de
comprimento e 120 a 200μm de diâmetro,
produzindo 50 a 150 milhões de
espermatozoides diariamente.
• As extremidades dos túbulos seminíferos
abrem-se nos túbulos retos, os quais
desembocam na rede testicular, localizada
no mediastino .
Histofisiologia Testicular

• Os túbulos seminíferos possuem o epitélio seminífero (ou germinativo), especializado na


produção de espermatozoides.
• Ao redor dos túbulos, há a túnica própria, composta pela membrana basal, pelas fibras
colágenas e pelas células mioides peritubulares, que são miofibroblastos.
• Entre os túbulos, há o tecido intersticial, um tecido conjuntivo frouxo, com as células de
Leydig (secretoras de testosterona), vasos sanguíneos e linfáticos.
Histofisiologia Testicular

Células de Sertoli
- presentes no epitélio seminífero, são alongadas,
piramidais, com núcleo grande e claro e nucléolo
proeminente, com heterocromatina associada;
-contribuem para a formação da membrana basal;
-são responsáveis pela sustentação e translocação
das células germinativas da base para o ápice do
epitélio germinativo;
-conseguem realizar as funções de sustentação e
translocação das células germinativas pela união por
junções de adesão e desmossomos;
- através de junções gap, nutrem as células
germinativas e regulam a espermatogênese;
-formam a barreira hematotesticular através de
junções de oclusão, protegendo a espermatogênese
de macromoléculas provenientes do sangue e
evitando uma resposta autoimune contra as células
germinativas diferenciadas;
Histofisiologia Testicular

Células de Sertoli
-produzem fatores que regulam a espermatogênese, como a proteína de ligação ao andrógeno (ABP),
e a ativina e a inibina, que regulam a secreção do hormônio folículo estimulante (FSH);
-realizam fagocitose dos restos citoplasmáticos que se desprendem das espermátides (corpo
residual).
Histofisiologia Testicular

Células de Leydig
- localizadas no tecido intersticial;
- produzem testosterona sob a influência do LH.
Histofisiologia Testicular

Células Mioides Peritubulares


-são miofibroblastos;
- localizam-se em torno da base dos túbulos seminíferos;
- servem como primeira barreira à entrada de macromoléculas;
-devido à presença de filamentos contráteis, a sua contração ajuda no
transporte dos espermatozoides pelos túbulos.
Controle Hormonal da Espermatogênese

• O hipotálamo secreta o hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH), que atua sobre a hipófise,
a qual secreta o hormônio folículo estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH).
• As células de Sertoli, sob influência do FSH, desenvolvem seu citoesqueleto e suas organelas,
aumentando a síntese de fatores que regulam a espermatogênese, como a proteína de ligação ao
andrógeno (ABP). Ainda produzem ativina e inibina, que ativam e suprimem a liberação de FSH,
respectivamente, regulando esse processo.
• As células de Leydig são estimuladas pelo LH e produzem testosterona. Esse hormônio promove a
espermatogênese e é responsável pelas características sexuais secundárias.
Fatores que Afetam a Espermatogênese

• Temperatura testicular elevada (acima de 35º C);


• Criptorquidia;
• Infecções e doenças, como varicocele, caxumba, doenças renais e HIV;
• Desnutrição e álcool;
• Hormônios, como os anabolizantes e os corticosteroides;
• Radioterapia e quimioterapia;
• Substâncias químicas, como os pesticidas, medicamentos , drogas, ftalatos (usados em plásticos)
e dioxina (produto da combustão).
Histofisiologia dos Ovários

• Os ovários são um par de órgãos em forma


ovoide, com cerca de 3cm de comprimento e
2cm de largura e 14g de peso.
• Estão ligados ao aparelho reprodutor pelo
ligamento ovariano e pelo ligamento largo do
útero. O mesovário, uma prega do peritônio
visceral, fixa os ovários ao ligamento largo e
transporta os vasos linfáticos e sanguíneos e os
nervos para o hilo das gônadas.
Ovogênese
Ovogênese
Ovogênese - Folículos

• A maturação do gameta feminino está


relacionada ao desenvolvimento do seu
revestimento celular.
• O conjunto do oócito e das células foliculares
forma o folículo ovariano, que é classificado
segundo seu desenvolvimento em: folículo
primordial, folículos em crescimento
(unilaminar, multilaminar e antral), folículo
maduro e folículo atrésico.
Ovogênese - Folículos

Folículo Primordial
oócito primário circundado pela zona pelúcida e por
uma camada de células foliculares pavimentosas
Ovogênese - Folículos

Folículo unilaminar
oócito primário circundado pela zona pelúcida e por
uma camada de células foliculares cúbicas
Ovogênese - Folículos

Folículo Multilaminar
oócito primário circundado pela zona pelúcida, por mais
do que uma camada de células foliculares (camada
granulosa) e pela teca, derivada de fibroblastos
Ovogênese - Folículos

Folículo Antral
constituído por um oócito totalmente desenvolvido, na
fase da meiose metafase II, pronto a ser fecundado,
rodeado por células foliculares e que possui uma cavidade
cheia de líquido folicular denominada por antrum.
Ovogênese - Folículos

Folículo de Graaf
Ovogênese - Folículos

Folículo Atrésico
folículo ovariano degenerado
Para Reforçar

• Vídeos:
-Gametogênese/Espermatogênese
https://www.youtube.com/watch?v=1B-LFDOrHks

-Ovogênese
https://www.youtube.com/watch?v=MpqkpzV6-7k

Leitura:
http://www.ufrgs.br/livrodeembrio/ppts/2.gametog%C3%AAnese.pdf