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MECÂNICA GERAL

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Adriano A. Trajano
Sumário
1.1. INTRODUÇÃO

CINEMÁTICA
• É a parte da Mecânica que descreve o movimento,
determinando a posição, a velocidade e a aceleração de um
corpo em cada instante.

• Os corpos em estudo, denominado móveis, são considerados


pontos materiais. Ponto material é um corpo cujas dimensões
não interferem no estudo de determinado fenômeno.

• A cinemática trata da “geometria” do movimento,


relacionando: posição, velocidade, aceleração e tempo, sem
referência às causas do movimento.
• No caso do movimento retilíneo (a trajetória é um segmento
de reta), pode-se fazer uma análise escalar (não-vetorial).
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

O P
Posição:
x
x
• A posição é definida em relação a um eixo (linha reta).
• Ao analisar uma posição qualquer de uma partícula
mediante a cinética, é necessário definir um eixo que
representa o movimento linear dessa partícula.
• Define-se um ponto de origem neste eixo, chamado de ponto
O, e então se analisa o movimento em si da partícula.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
posição
Movimento retilíneo velocidade
Aceleração

Posição: O movimento de uma partícula


ao longo de uma linha reta é
designado como movimento
O P linear.
x Para definir a posição P da
x partícula sobre esta linha,
escolhe-se uma origem fixa O e
Figura 1.
uma direção positiva.
A distância x de O a P, com o sinal apropriado, define
completamente a posição da partícula sobre a linha e é
chamada de coordenada de posição da partícula.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

Velocidade escalar média: A velocidade média é a velocidade


constante que a partícula deveria ter para fazer o mesmo
deslocamento, no mesmo intervalo de tempo.
O P Δx P’
x
Sentido (+)
(1)
x
(t) (t+Δt)
x
vem 
t
Velocidade escalar instantânea: No limite, quando o intervalo de
tempo tende a zero, tem-se a velocidade instantânea:
x dx
v  lim v (2)
t 0 t
dt
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

IMPORTANTE

Assim como o sentido do deslocamento é representado pelo sinal


algébrico de S, o sinal algébrico da velocidade também indica o
sentido de deslocamento, uma vez que o tempo só pode ser
positivo; o sinal do deslocamento é que indicará o sinal da
velocidade.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

IMPORTANTE

Analisando a figura abaixo com o eixo do deslocamento tendo


origem em O e sentido positivo da esquerda para a direta, se o
sinal da velocidade for positivo significa que a partícula se
desloca para a direita, como representado. Mas se o sinal da
velocidade for negativo, é o mesmo que dizer que a partícula se
desloca da direita para a esquerda sobre o eixo de referência.

Representação do movimento da partícula sobre uma trajetória linear


com origem em O regido pelo vetor velocidade v .
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
Aceleração escalar média: Partindo de duas velocidades
conhecidas em dois pontos distintos para uma determinada
partícula, pode-se definir o valor da aceleração média:

v (m/s)
v
Δv aem  (3)
t
Δt

t (s)

Aceleração escalar instantânea: No limite, quando o intervalo


de tempo tende a zero, tem-se a velocidade instantânea:
v dv
a  lim a (4)
t  0  t dt
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
dx
Como v pode-se escrever:
dt
dv d  dx  d 2 x d 2x
a  a   2  a 2 (5)
dt dt  dt  dt dt
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
IMPORTANTE
Assim como a velocidade, a aceleração apresenta um sinal algébrico, positivo ou
negativo. Se a partícula estiver se movendo na direção adotada positiva para o
eixo da coordenada de deslocamento, de uma posição inicial P para P’, como
indicado na figura (a), a aceleração com sinal positivo demonstra que a
velocidade da partícula aumenta ao longo do tempo de deslocamento.

Representação do movimento da partícula sobre uma trajetória linear


com indicação do vetor velocidade v e vetor aceleração a.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

IMPORTANTE
O sinal negativo da aceleração indica que a velocidade diminui ao longo
do deslocamento, como exemplificado na figura (c), uma vez que o vetor
de velocidade diminuiu ao longo da trajetória de P até P’.

Representação do movimento da partícula sobre uma trajetória linear


com indicação do vetor velocidade v e vetor aceleração a.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE DERIVAÇÃO
i) Se f (x) = a, então f '(x) = 0.

ii) Se f (x) = ax, então f '(x) = a.

iii) (Regra do tombo) Se f(x) = xa, então f '(x) = a·xa – 1.


1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE DERIVAÇÃO
iv) (Derivada da soma) [f(x) + g(x)]' = f '(x) + g'(x).

15
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE DERIVAÇÃO
v) (Regra do produto) [f (x) g (x)]' = f '(x) g(x) + f(x) g'(x).
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

EXERCÍCIOS DE DERIVAÇÃO
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE INTEGRAÇÃO
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE INTEGRAÇÃO
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

REGRAS DE INTEGRAÇÃO
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

Exemplo 1: Para a função x = 6t2 – 6t, calcule a função de velocidade.

x = 6t2 – 6t
dx
v  12.t  6 v  12.t  6
dt

12

0
0,5 1 1,5 t
-6
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

Exemplo 2: Para a função x = t4 – t3 , calcule a função da


velocidade e da aceleração.

x  t t
4 3

dx
v  4.t 3  3.t 2
dt
dv
a  12.t  6.t
2

dt
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
Exemplo 3: O movimento de uma partícula é definido pela relação x = 1,5
t4 - 30 t2 + 5t +10, onde x e t são expressos em metros e segundos,
respectivamente. Determine a posição, a velocidade e a aceleração da
partícula quando t = 4 s.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
Exemplo 4: O movimento de uma partícula é definido pela relação x = 1,5
t4 - 30 t2 + 5t +10, onde x e t são expressos em metros e segundos,
respectivamente. Determine a posição, a velocidade e a aceleração da
partícula quando t = 4 s.
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL
Exemplo 4: O movimento de uma partícula é definido pela relação
x = 2t3 -15t2 + 24t + 4, onde x é expresso em metros e t em segundos.
Determine (a) As equações de velocidade e aceleração (b) quando (t) a
velocidade é zero (c) o espaço percorrido pelo móvel no momento que a
aceleração é zero.
AQUECIMENTO!

DERIVAR INTEGRAR
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

Exemplo 5: A aceleração de uma partícula é definida pela relação


a = -8 m/s2. Sabendo que x = 20 m quando t = 4 s e que x = 4 m
quando v = 16 m / s, determine (a) o tempo em que a velocidade é
zero

INTERVALOS
x = 20 m quando t = 4 s
x = 4 m quando v = 16 m / s
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

INTERVALOS
x = 20 m quando t = 4 s
x = 4 m quando v = 16 m / s
EXERCÍCIOS
Exemplo 6: Determinar o tempo gasto para um torpedo atingir a
velocidade de 25 m/s, que é a velocidade mínima aceitável para o
dispositivo explodir com o impacto. Os dados de projeto desse torpedo
indicam que ele parte do submarino com velocidade máxima de 85
m/s e que a resistência da água causa uma desaceleração neste
torpedo igual a = −2v 2 /1000, sendo v a velocidade do torpedo.
EXERCÍCIOS

Exemplo 6: Determinar o tempo gasto para um torpedo atingir a


velocidade de 25 m/s, que é a velocidade mínima aceitável para o
dispositivo explodir com o impacto. Os dados de projeto desse torpedo
indicam que ele parte do submarino com velocidade máxima de 85
m/s e que a resistência da água causa uma desaceleração neste
torpedo igual a = −2v 2 /1000, sendo v a velocidade do torpedo.
EXERCÍCIOS
Exemplo 6: Determinar o tempo gasto para um torpedo atingir a
velocidade de 25 m/s, que é a velocidade mínima aceitável para o
dispositivo explodir com o impacto. Os dados de projeto desse torpedo
indicam que ele parte do submarino com velocidade máxima de 85
m/s e que a resistência da água causa uma desaceleração neste
torpedo igual a = −2v 2 /1000, sendo v a velocidade do torpedo.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS

Exemplo 7: A aceleração de uma partícula é diretamente


proporcional ao tempo t. Em t = 0, a velocidade da partícula é v =
16 m/s. Sabendo que v = 15 m/s quando x = 20 m. Quando t = 1 s,
determine a equação da velocidade e a posição.

INTERVALOS
t = 0, v = 16 m/s
v = 15 m/s, x = 20 m
EXERCÍCIOS PROPOSTOS

Exemplo 7: A aceleração de uma partícula é diretamente


proporcional ao tempo t. Em t = 0, a velocidade da partícula é v =
16 m/s. Sabendo que x = 20 m quando t = 1 s, determine a
equação da velocidade e a posição.
INTERVALO INTERVALO
t = 0, v = 16 m/s x = 20 m , t=1 s
EXERCÍCIOS PROPOSTOS

Dada a função x = 2 t3 - 3 t2 - 10 t + 20. Pede-se:

a) instante em que a partícula para (v=0);


b) posição neste instante;
c) aceleração neste instante;
d) O instante em que se anula a força atuante na partícula (a=0);
e) O instante em que a função da velocidade tem seu ponto de
mínimo;
a)A equação da velocidade é v = 6 t² - 6 t – 10 ; a partícula para (v = 0). No instante t =
1,8844 s (a outra raiz da equação do segundo grau é desprezada por ser negativa; não
se considera tempo negativo).
b) A posição no instante 1,8844 s é 3,886 m;
c) No instante 1,8844 s tem-se a = 16,613 m/s² .
d) Quando a força é nula a aceleração vale 0, isto é, no instante 0,5 s.
e) O ponto de mínimo da função da velocidade ocorre quando sua primeira derivada é
nula, isto é, quando a aceleração é nula, no instante 0,5 s.

36
RESUMO
RESUMO
1.2. MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM PONTO MATERIAL

Expressão da aceleração em função da velocidade e de


posição

Utilizando a regra da cadeia para derivação, na expressão


de definição de aceleração, dada pela expressão (4), obtém-
se

dv dv dx dv dv
a  .  a  .v  a  v. (6)
dt dx dt dx dx
1.3. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME
1.3. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME
1.3. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME
1.4. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO
1.4. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO
1.4. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO
1.4. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO
1.4. MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO
MOVIMENTO RETILÍNEO MOVIMENTO RETILÍNEO
UNIFORME UNIFORMEMENTE VARIADO
CONVENÇÃO DE SINAIS - MRUV
CONVENÇÃO DE SINAIS - MRUV
MRU X MRUV

MRU

MRUV
EXERCÍCIO 1
EXERCÍCIO 2
EXERCÍCIO 3 - PROPOSTO

Uma partícula em movimento retilíneo movimenta-se de acordo


com a equação v = 10 + 3t, com o espaço em metros e o tempo
em segundos. Determine para essa partícula:

a) A velocidade inicial
b) A aceleração
c) A velocidade quando t=5s
Uma partícula em movimento retilíneo movimenta-se de acordo
com a equação v = 10 + 3t, com o espaço em metros e o tempo
em segundos. Determine para essa partícula:

a) A velocidade inicial
b) A aceleração
c) A velocidade quando t=5s

a) Para encontrar o valor da velocidade inicial, devemos comparar a equação


acima com a função horária da velocidade:
V = vo + at

V = 10 + 3t
A partir dessa comparação, vemos que o termo que substituiu a velocidade inicial
(v0) da fórmula é o número 10. Portanto, podemos concluir que v0 = 10 m/s
b) Comparando novamente as equações, vemos que o que substitui a aceleração
(a) na equação é o número 3. Portanto, a = 3 m/s2

c) Quando t = 5s
v = 10 + 3.5
v = 10 + 15
v = 25 m/s
EXERCÍCIO 4
Uma partícula parte do repouso e em 5 segundos percorre 100
metros. Considerando o movimento retilíneo e uniformemente
variado, podemos afirmar que a aceleração da partícula é de:
EXERCÍCIO 5 - PROPOSTO
Sabe-se que a equação horária do movimento de um determinado corpo é
S = 2 + 10 t + 3 t2. A posição está em metros e o tempo em segundos.
Determine:

1- A posição inicial do corpo;

2 - A velocidade inicial do corpo;

3 - A aceleração do corpo;

4 - A equação horária da velocidade;

5 - A posição deste corpo no instante de tempo 2s.


Sabe-se que a equação horária do movimento de um determinado corpo é
S = 2 + 10 t + 3 t2. A posição está em metros e o tempo em segundos.
Determine:

1- A posição inicial do corpo;


S0 = 2m.

2 - A velocidade inicial do corpo;


v0 = 10m/s.

3 - A aceleração do corpo;
Sabendo que a aceleração é a metade do número que acompanha o t², temos:

a = 2 x 3 = 6 m/s 2

4 - A equação horária da velocidade;


v = 10 + 6t

5 - A posição deste corpo no instante de tempo 2s.


S = 2 + 10(2) + 3(2²)
S = 34m
LANÇAMENTO VERTICAL X QUEDA LIVRE
EXERCÍCIO 6
Um balão em movimento vertical ascendente à velocidade
constante de 10 m/s está a 75m da Terra, quando dele se
desprende um objeto. Considerando a aceleração da gravidade
igual a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, o tempo, em
segundos, em que o objeto chegará a Terra, é:
EXERCÍCIO 7
Um balão em movimento vertical ascendente à velocidade
constante de 10 m/s está a 75m da Terra, quando dele se
desprende um objeto. Considerando a aceleração da gravidade
igual a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, o tempo, em
segundos, em que o objeto chegará a Terra, é:
EXERCÍCIO 8 - PROPOSTO
EXERCÍCIO EM GRUPO
Um móvel parte da origem do eixo x com velocidade constante
igual a 3m/s. No instante t=6s o móvel sofre uma aceleração a=
-4m/s². A equação horária, a partir do instante t=6s, será?
Um móvel parte da origem do eixo x com velocidade constante igual a
3m/s. No instante t=6s o móvel sofre uma aceleração a= -4m/s². A
equação horária, a partir do instante t=6s, será?
De t=0 até t=6s temos um Movimento Uniforme (MU) Logo a equação horária é:
x = posição final
xo = posição inicial
v = velocidade
t = tempo

Como o móvel parte da origem, xo = 0 . Sua velocidade é de 3m/s e o tempo é de 6s

Daqui pra frente o móvel sofre aceleração negativa, passando a ter um movimento
uniformemente variado (MRUV). Usa-se a seguinte fórmula:
x = posição final
xo = posição inicial
vo = velocidade inicial
t = tempo
a = aceleração

O xo não será mais 0 e sim 18m já que é a partir de 18m que o móvel sofre da
aceleração.
Um móvel se desloca segundo a equação x = (2t +2)² , sendo x o
deslocamento em metros e t o tempo em segundos. Qual a
aceleração do móvel? Resolva por derivação e por comparação
com a equação do MRUV

Deve-se primeiro desmembrar a equação x = (2t+2)²

Sabe-se que a equação de movimento uniformemente variado é :

Nota-se pela comparação que xo = 4, vo=8 e a aceleração a=8m/s²


EXERCICIOS PARA ENTREGAR NA PRÓXIMA AULA
Um motorista entra em uma auto-estrada a 45 km / h e acelera
uniformemente a 99 km / h. Do odômetro no carro, o motorista sabe que
ela viajou 0,2 km enquanto acelerava. Determine (a) a aceleração do
carro, (b) o tempo necessário chegar a 99 km / h.
(a) a =1.500 m/s2(b) t =10.00 s
EXERCICIOS PARA ENTREGAR NA PRÓXIMA AULA
Um caminhão viaja de 220 m em 10 s enquanto se desacelera em um
taxa constante de 0,6 m / s2. Determine (a) sua velocidade inicial, (b)
sua velocidade final, (c) a distância percorrida durante o primeiro 1,5
s.(a) v0 = 25.9 m/s (b) vf =19.00 m/s (c) x = 36.8 m
MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

• Quando vários pontos materiais se movem, ao longo de uma


mesma reta, equações independentes podem ser escritas para
cada um deles.

• Sempre que possível, o tempo será contado a partir do mesmo


instante inicial, para todos os pontos, e os deslocamentos
serão medidos em relação à mesma origem e no mesmo
sentido.

• Em outras palavras, utilizam-se um único cronômetro e um


único referencial.

70
Movimento relativo de dois pontos materiais: Definido a
partir da posição relativa de uma partícula em relação a
outra, como no movimento de duas partículas A e B longo de
uma linha.
O A B

xA xB/A x

xB

Figura 1. Coordenada de posição de B em relação a A, xB/A.

Pode-se escrever que:

xB / A  x B  x A  xB  x A  xB / A (1)

71
O A B

xA xB/A x

xB
Figura 1. Coordenada de posição de B em relação a A, xB/A.

xB / A  x B  x A  xB  x A  xB / A (1)

Considerando o sentido positivo do movimento sobre o eixo X


representado na figura acima podemos definir que, se xB/A for positivo,
significa que a partícula B está à frente de A (ou seja, B está à direta de
A), mas se xB/A apresentar um sinal negativo, significa que é a partícula
A que está à frente de B, (ou seja, B está à esquerda de A).
72
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

xB / A  x B  x A
Velocidade relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (1), em relação ao tempo, resulta:

vB / A  v B  v A  vB  v A  vB / A (2)

Aceleração relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (2), em relação ao tempo, resulta:

aB / A  aB  a A  aB  a A  aB / A (3)

73
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

xB / A  x B  x A
Velocidade relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (1), em relação ao tempo, resulta:

vB / A  v B  v A  vB  v A  vB / A (2)

Aceleração relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (2), em relação ao tempo, resulta:

aB / A  aB  a A  aB  a A  aB / A (3)

74
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

xB / A  x B  x A
Velocidade relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (1), em relação ao tempo, resulta:

vB / A  v B  v A  vB  v A  vB / A (2)

Aceleração relativa de B em relação a A

Derivando-se a expressão (2), em relação ao tempo, resulta:

aB / A  aB  a A  aB  a A  aB / A (3)

75
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

• Analisando o sinal de vB/A, definimos que, se for positivo,


significa que a partícula B se desloca no sentido positivo
em relação a A, e se o sinal for negativo, significa que a
partícula B se desloca no sentido negativo da trajetória,
quando observado a partir da partícula A.

• Essas relações que acabamos de definir são úteis quando


analisamos partículas que se movimentam em uma linha
reta e que não dependem umas das outras; podemos nos
deparar, porém, com casos em que as partículas analisadas
formem um sistema no qual o movimento de uma partícula
dependa de outra, ou ainda, uma partícula gere o
movimento de outra.
76
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS
Movimentos dependentes
• A posição de uma partícula pode
depender da posição de uma ou de mais
de uma outra partícula.
• A posição do bloco B depende da posição do
bloco A. Como a corda tem comprimento
constante, a soma dos comprimentos dos
segmentos deve ser constante.

xA  2xB  cte
• Se a xA for dado um incremento xA, isto é,
se o bloco A for abaixado de uma quantidade
xA, a coordenada xB receberá um
incremento xB = - (xA / 2).
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS
Movimentos dependentes

Posições dos três blocos são dependentes.

2 x A  2 xB  xC  cte

Como duas das coordenadas podem ser


escolhidas arbitrariamente o sistema tem dois
graus de liberdade.

Quando a relação existente entre as


coordenadas de posição dos vários pontos
materiais é linear, uma relação semelhante
vale entre as velocidades e acelerações
desses pontos.
78
1.6. MOVIMENTO DE VÁRIOS PONTOS MATERIAIS

2 x A  2 xB  xC  cte

Neste caso de movimento de três corpos com dois graus de


liberdade:

dx A dx B dxC
2 2  0 ou 2v A  2vB  vC  0 (14)
dt dt dt

dv A dv B dvC
2 2  0 ou 2a A  2aB  aC  0 (15)
dt dt dt
SEÇÃO 1.3 - MOVIMENTO CURVILÍNEO TRIDIMENSIONAL

VETOR POSIÇÃO

• Definição da posição P ocupada


pela partícula em um instante
dado t: selecionar um sistema de
referencia fixo (x, y, z) mostrados na
fig. a, e desenhamos o vetor r unindo
a origem O ao ponto P.

• Vetor r´: define a posição P´


ocupada pela mesma partícula no
instante posterior t + Δ t.

• Como o vetor r é caracterizado por sua intensidade r e sua direção


em relação aos eixos de referência, ele define completamente a
posição da partícula em relação a esses eixos; o vetor Δr é
denominado vetor de posição da partícula no instante t.
SEÇÃO 1.3 - MOVIMENTO CURVILÍNEO TRIDIMENSIONAL

VETOR VELOCIDADE

• Vetor Δr que une P e P´: representa


a variação do vetor de posição
durante o intervalo de tempo t.

• Vetor r: representa uma variação


na direção bem como uma
variação na intensidade do vetor
de posição r.

• Como Δr é um vetor e Δt e um escalar, o quociente Δr/ Δt e um


vetor ligado a P, de mesma direção que Δr e de intensidade igual
a intensidade de Δr dividido por Δ t (fig b) é chamado de VETOR
VELOCIDADE.
• A velocidade instantânea da
partícula no instante t é obtida
escolhendo- se intervalos de tempo t
cada vez menores.

• A velocidade instantânea é
representada como o como limite do
quociente Δr/Δt como a derivada da
função vetorial r(t), tangente a curva
descrita pela extremidade de P:
• A medida que Δt e Δr se tornam
menores, os pontos P e P´ se
aproximam; o vetor v obtido no
limite deve então ser tangente a
trajetória da partícula (fig. c).

• A velocidade escalar v pode


então ser obtida derivando em
relação a t o comprimento s do
arco descrito pela partícula.
VETOR ACELERAÇÃO

• O vetor v que une Q e Q´ representa a variação


na velocidade da partícula durante o intervalo de
tempo t.

• Devemos notar que Δv representa uma


variação na direção da velocidade, bem como
uma variação em velocidade escalar (fig. b).

• A aceleração média da partícula no intervalo


de tempo Δt e definida como o quociente de Δv
e Δt.
• A aceleração instantânea da partícula no
instante t e obtida tomando os valores de Δv e
Δt cada vez menores. A aceleração
instantânea é então representada por:
Componentes retangulares da velocidade e aceleração
Quando a posição de uma partícula P for definida em qualquer
instante por suas coordenadas retangulares x, y e z, podemos
decompor a posição r, a velocidade v e a aceleração a dessa
partícula em componentes retangulares. Decompondo o vetor de
posição r da partícula em componentes retangulares, escrevemos:

85
Derivando duas vezes a equação da posição,
obtemos:

Onde v e a representam, respectivamente, as primeira e segunda


derivadas de x, y e z em relação a t. Segue-se os componentes escalares
da velocidade e aceleração:

86
Derivando duas vezes a equação da posição, obtemos:

87
Exemplo 0: Movimento de um projetil:

No caso do movimento de um projetil, por


exemplo, as componentes da aceleração
são:

Representando por x0 e y0 as coordenadas de uma arma e por (vx)0 e (vy)0 e (vz)0


os componentes da velocidade inicial v0 do projetil:

88
89
90
91
92
Exemplo 2: Um projetil é disparado da extremidade de um rochedo
de 150 m de altura, com uma velocidade inicial de 180 m/s, em um
angulo de 30° com a horizontal. Desprezando a resistência do ar,
encontre (a) a distância horizontal da arma até o ponto onde o
projétil atinge o solo, e (b) a altura máxima em relação ao solo
alcançada pelo projétil.

93
Exemplo 2: Um projétil é disparado da extremidade de um rochedo de
150 m de altura, com uma velocidade inicial de 180 m/s, em um angulo
de 30° com a horizontal. Desprezando a resistência do ar, encontre (a)
a distancia horizontal da arma até o ponto onde o projétil atinge o solo,
e (b) a altura máxima em relação ao solo alcançada pelo projétil.

Movimento vertical - Movimento uniformemente acelerado


Escolhendo o sentido positivo do eixo y para cima e origem O, temos:

94
Substituindo nas equações de MRUV, temos:

(1)

(2)

(3)

Movimento horizontal - Movimento uniforme


Escolhendo o sentido positivo do eixo x para a direita, temos:

Substituindo na equação de movimento uniforme, obtemos:


(4)

95
a. Distância horizontal: Quando o projétil atinge o solo, temos:

Levando esse valor para a eq. (2) do movimento vertical, escrevemos:

96
Levando t = 19,91 s na Eq. (4) do movimento horizontal, obtemos:

b. Máxima elevação: Quando o projétil atinge sua elevação máxima,


temos vy = 0; levando este valor a eq. (3) do movimento vertical,
escrevemos:

Elevação máxima em relação ao solo:

97
COMPONENTES DO VETOR ACELERAÇÃO

• Aceleração no movimento curvilíneo:


Componentes tangencial e normal.

• Sabemos que o vetor da velocidade de


uma partícula em movimento curvilíneo
sempre será tangente a esta trajetória,
com intensidade escalar definida pela
relação v = ds/dt.

• O vetor da velocidade é definido, em


relação ao eixo t, pela fórmula:

98
(Regra do produto) [f (x) g (x)]' = f ' (x) g (x) + f (x) g' (x).

Representação do movimento da partícula em uma trajetória curvilínea,


sendo (a) representa o movimento global e (b) detalhe dos vetores ut e u´t.
99
100
101
Exemplo 1- Um motorista esta percorrendo uma seção curva de rodovia de raio
de 750 m a uma velocidade escalar de 25 m/s. O motorista de repente aciona os
freios, fazendo o automóvel reduzir sua velocidade escalar de forma constante.
Sabendo que apos 8 s a velocidade escalar foi reduzida para 20 m/s, determine
a aceleração do automóvel imediatamente após os freios terem sido aplicados.

102
Exemplo 1- Uma aeronave precisa descarregar um contêiner no
mar para que a embarcação próxima o receba, porém é necessário
que o contêiner caia no local exato. Sabendo que a aeronave está a
100 m do mar e que sua velocidade é de 83,5 m/s, a qual distância
do contêiner deve ser solto da aeronave para atingir a região
profunda do mar?

103
Uma aeronave precisa descarregar um contêiner no mar para que a
embarcação próxima o receba, porém é necessário que o contêiner
caia no local exato. Sabendo que a aeronave está a 100 m do mar e
que sua velocidade é de 83,5 m/s, a qual distância d o contêiner
deve ser solto da aeronave para atingir a região profunda do mar?

O contêiner apresenta um movimento curvilíneo, de modo que podemos


representar o seu vetor de posição r por meio das coordenadas em x e y:

Movimento vertical (y) do contêiner: uniformemente acelerado

Movimento horizontal (x): Uniforme (aeronave com velocidade constante)


104
1-Tempo para o contêiner atingir o mar:

2-Distância em (x) aonde o contêiner cairá:

O contêiner deve ser solto da aeronave a uma altitude de 100 m, e


percorrerá 377 m, de modo que o vetor de posição r do contêiner, nessa
condição inicial, seja:

105
Exemplo 2 - A posição de uma partícula é dada pelo seguinte vetor:
r = (3t3 - 2t)i – (4t1/2 + t)j + (3t2 - 2)k m, onde t está em
segundos. Determine a magnitude/módulo da velocidade da
partícula e aceleração quando t = 2 s.
VELOCIDADE:

Quando t = 2s:

106
Magnitude/módulo da velocidade:

ACELERAÇÃO:

Quando t = 2s:

Magnitude da aceleração:

107
Exemplo 3 - A velocidade de uma partícula é v = 3i + (6 - 2t)j m/s, onde
t está em segundos. Se r = 0 quando t = 0, determine o deslocamento da
partícula durante o intervalo de tempo t = 1 s para t = 3 s.

Assim, o deslocamento da partícula entre t=1s e 3s é

= 108
Exemplo 4- A velocidade de uma partícula é dada por meio do vetor
v = 16t2i + 4t3j + (5t + 2)k m/s, onde t está em segundos. Se a partícula
está na origem quando t=0, determine a magnitude da aceleração da
partícula e o vetor posição quando t = 2.

VETOR ACELERAÇÃO:

109
VETOR POSIÇÃO:

110
ATIVIDADE EM GRUPO
1- O movimento de uma determinada partícula é definido pelas
equações x = 4t3 - 5t2 + 5t e y = 5t2 - 15t, onde x e y são expressos em
milímetros e t é expresso em segundos. Determine o vetor e o módulo
da velocidade e da aceleração quando (a) t =1 s, (b) t = 2 s.

2-Areia é descarregada em A de uma correia


transportadora e cai do topo desta em um pátio
em B. Sabendo que a correia transportadora
forma um ângulo α = 20 ° com a horizontal,
determine o velocidade v0 do cinto.

111
Derivando os vetores de posição:

(a) Quando t =1 s, vx = 7 mm/s, vy = − 5 mm/s, ax = 14 mm/s2, ay = 10 mm/s2

(b) Quando t = 2 s, vx = 33 mm/s, vy = 5 mm/s, ax = 38 mm/s2, ay = 10 mm/s2

112
Decompondo a velocidade: Movimento em y : MRUV

Movimento em x : MRU

113
114
115
b) V2=Vo2 – 2gS c) h máx: 60 +20= 80 m

0 =Vo2 – 2gS

Vo2 = 2gS

S = 20 m 116
117
DINÂMICA DA PARTÍCULA
A SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA MOVIMENTOS GERAIS
• Quando os corpos são acelerados, isto é, quando a intensidade ou
a direção de suas velocidades mudam, é necessário utilizar a
segunda lei de Newton do movimento para relacionar o movimento
do corpo às forças que atuam sobre ele.

• Determina como a relação de forças e movimentos é apresentada


pela por meio da relação básica de que a força equivale ao
produto de uma massa por determinada aceleração.

• Analisar como a partícula pode se movimentar nos três planos do


espaço e estudar os efeitos destas forças aplicadas sobre a forma
tridimensional.

• Utilização de diagramas de corpo livre para determinar os vetores


de forças atuantes nas partículas, para prever o seu movimento
por meio do vetor da força resultante.
118
A segunda lei de Newton pode ser enunciada como se segue:

“Se a força resultante que atua sobre uma partícula não for nula, a partícula terá
uma aceleração proporcional à intensidade da força resultante e na mesma
direção dessa força resultante.”

• Uma partícula está sujeita a uma força F1 de direção e intensidade constante. Sob a
ação dessa força, a partícula se desloca em uma linha reta e na direção e sentido da
força (a). Determinando a posição da partícula em vários instantes, verificamos que
sua aceleração tem uma intensidade constante a1.

• Se o experimento for repetido com forças F2, F3, ... de diferentes intensidades ou
direções (b e c), constatamos que, para cada caso, a partícula se move na direção e
sentido da força que atua sobre ela e que as intensidades a a1, a2, a3 das
acelerações são proporcionais às intensidades F1, F2,F3, ... das forças
correspondentes:

119
• O valor constante obtido para a relação entre as intensidades das
forças e acelerações é uma característica da partícula que está
sendo considerada; ele é chamado de massa da partícula e é
representado por m.

• Quando uma força F atua sobre uma partícula de massa m, a força


F e a aceleração a dessa partícula devem, portanto, satisfazer à
relação:

* Deve-se observar que o sistema de eixos de referência em relação


ao qual a aceleração a é determinada. 120
• Essa relação expressa não somente que as intensidades de F mas
também (como m é um escalar positivo) que os vetores F e a têm a
mesma direção e sentido (grandezas vetoriais).

• A equação citada permanece válida quando F não for constante, mas


varia com o tempo em intensidade ou direção. As intensidades de F e a
permanecem proporcionais, e os dois vetores têm a mesma direção e
sentido em qualquer instante dado.

• Quando uma partícula estiver sujeita simultaneamente a várias forças, a


equação deve ser substituída por:

121
COMPONENTES NORMAL E TANGENCIAL DA ACELERAÇÃO
Decompondo as forças e a aceleração da partícula em componentes
ao longo da tangente à trajetória (na direção e sentido do movimento) e
da normal (apontando para o interior da trajetória)

Substituindo as expressões de at e an , temos:

122
QUANTIDADE DE MOVIMENTO LINEAR DE UMA PARTÍCULA.

Substituindo a aceleração a pela derivada dv/dt na equação abaixo,


escrevemos

ou, uma vez que a massa m da partícula é constante,

• O vetor mv é chamado de quantidade de movimento linear da partícula.

• Ele tem a mesma direção e sentido que a velocidade da partícula.

• Sua intensidade é igual ao produto da massa m pela velocidade escalar v


dessa partícula. 123
QUANTIDADE DE MOVIMENTO DE UM PONTO
MATERIAL - derivada da quantidade de movimento

Designando-se por L a quantidade de movimento do ponto material,

e designando-se por a sua derivada em relação ao tempo, pode-se


escrever a equação acima como:

A equação acima mostra que a resultante das forças que atuam num
ponto material é igual à derivada temporal da quantidade de movimento
desse ponto. É nesta forma que a segunda lei foi originariamente
enunciada por Newton.
124
Sistema de unidades

Quando se utilizam grandezas medidas expressas


no SI (Sistema internacional de unidades):

• Massa: (kg)
• Comprimento: (m)
• Tempo: (t)

• Força: (N) 1 N = 1 (kg) . 1 (m/s2)

125
Equações do movimento

A expressão da segunda lei de Newton F = ma


constitui-se numa equação vetorial, que
relaciona a resultante das forças (F) que atuam
no ponto material com o vetor ma.

A solução desta equação vetorial é, via de regra,


simplificada pela substituição por equações
escalares equivalentes, escrita em termos das
componentes de forças e da aceleração, em
relação a um sistema de referência qualquer.

126
EQUAÇÕES DO MOVIMENTO
• A segunda lei de Newton pode ser expressa por:

• Componentes retangulares: Decompondo cada força F e a aceleração


a em componentes retangulares, escrevemos:

da qual se segue que:

• Os componentes da aceleração são iguais às derivadas segundas das


coordenadas da partícula, temos

127
Considere, como exemplo, o movimento de um projétil. Se a resistência
do ar for desprezada, a única força que atua no projétil após ele ter sido
disparado é seu peso W = - W j. As equações que definem o movimento
do projétil são:

e os componentes da aceleração do projétil são:

128
FORÇAS ATUANTES

FORÇAS NO PLANO FORÇAS NO PLANO INCLINADO

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FORÇAS ATUANTES

Fat = µ N

REAÇÕES NORMAL

FORÇAS DE ATRITO
130
O bloco 1, de 4 kg, e o bloco 2, de 1 kg estão justapostos e apoiados
sobre uma superfície plana e horizontal. Eles são acelerados pela força
horizontal F igual a 10 N, aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a
superfície com atrito desprezível. Determine as forças as reações entre
os blocos e a aceleração.

131
Exemplo 1 - O bloco 1, de 4 kg, e o bloco 2, de 1 kg estão justapostos e
apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. Eles são acelerados
pela força horizontal F igual a 10 N, aplicada ao bloco 1 e passam a
deslizar sobre a superfície com atrito desprezível. Determine as forças as
reações entre os blocos e a aceleração.

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Exemplo 2 - Uma conjunto é puxado com uma aceleração de 2,0 m/s2.
Cada bloco tem 10 toneladas de massa. Qual a tração na barra entre o
primeiro e o segundo bloco? (Despreze o atrito com os trilhos.)

133
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Exemplo 3 - Um bloco de 80 kg está em repouso sobre um plano
horizontal. Encontre a intensidade da força P necessária para dar ao
bloco uma aceleração de 2,5 m/s2 para a direita. O coeficiente de atrito
cinético entre o bloco e o plano é µk = 0,25 (g= 9,81 m/s2).

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Exemplo 3 - Um bloco de 80 kg está em repouso sobre um plano
horizontal. Encontre a intensidade da força P necessária para dar ao
bloco uma aceleração de 2,5 m/s2 para a direita. O coeficiente de atrito
cinético entre o bloco e o plano é µk = 0,25 (g= 9,81 m/s2).

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Exemplo 5 - Dois corpos A e B, de massas MA = 3,0 kg e MB = 2,0 kg, estão
ligados por uma corda de peso desprezível que passa sem atrito pela polia C,
como mostra a figura abaixo. Entre A e o apoio existe atrito de coeficiente 0,5, a
aceleração da gravidade vale g =10 m/s2 e o sistema é mantido inicialmente em
repouso. Após 2,0 s de movimento a distância percorrida por A, em metros, é:

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Exemplo 6 - Um corpo de 4 kg descreve uma trajetória retilínea que obedece à
seguinte equação horária: x = 2 + 2t + 4t2, onde x é medido em metros e t em
segundos. Calcule a intensidade da força resultante do corpo em newtons.

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A figura abaixo mostra um corpo de I de massa mI = 2 kg apoiado em um plano
inclinado e amarrado a uma corda, que passa por uma roldana e sustenta um
outro corpo II de massa mII = 3 kg. Se o corpo II move-se para baixo com
aceleração a 4 m/s2, determine a tração T na corda.

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