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Eixo Prioritário –

Tipologia da Intervenção:
Curso: CEF Operador/a de Informática
Local: ÉVORA
UFCD: 751
Componente de Formação;
Designação UFCD: Sistemas Operativos

Formador: Hugo Dias


Sistemas Operativos – UFCD 751

Formador: Hugo Dias


Objetivos da Formação:

- Identificar e operar diferentes tipos de sistema operativo.

- Reconhecer a forma de interação entre o sistema operativo e os


periféricos do computador

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Sistemas Operativos – UFCD 751
Aula 1
Apresentação | dúvidas | expectativas

Formador: Hugo Dias


1. SISTEMA OPERATIVO

1.1. Conceito

1.2. Unidades de armazenamento

1.3. Disquete, Disco rígido e CD-ROM

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1. SISTEMA OPERATIVO

Aula 2

1.1. CONCEITO

Formador: Hugo Dias


1.1 – Conceito

Um sistema operativo é o principal software de um computador, pois, sem este, o


computador não funciona.

O sistema operativo cria uma interligação entre o hardware do computador e


o utilizador. Permite também que outro software funcione interagindo com o
hardware instalado, para que possa executar funções, programar e abrir
programas.

O sistema operativo trabalha estritamente com o hardware do computador e com


os programas aplicativos; todos estes componentes têm de ser projetados para
trabalharam em conjunto.

A parte do sistema operativo que faz a interligação com o hardware chama-se kernel.

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1.1 - Conceito
Um sistema operativo é projetado para trabalhar num tipo específico ou
família de microprocessadores;

O software aplicativo é desenvolvido para funcionar num sistema operativo


específico;

Atualmente existem diversos programas que são desenvolvidos em várias


versões para
correrem em sistemas operativos diferentes.

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Atualmente existem vários tipos de sistemas operativos, podemos encontrar
sistemas operativos quase em todo o lado, no leitor de DVD, no telemóvel, no
router, e praticamente em quase todo o lado, pois todo o hardware eletrónico
precisa que o software lhe diga o que fazer e o que interligar.

Atualmente os sistemas operativos mais utilizados em todo o mundo são o


Microsoft Windows, Mac OSX e Linux (dentro do Linux existem várias Distros,
mas o que muda na maior parte delas além da parte gráfica será o kernel.

Este sistemas operativos são sistemas operativos usados em computadores, se


formos para os smartphones e tablet podemos encontrar o IOS, Android, Tizen
OS, Firefox OS etc. Mas os mais populares são Android e IOS

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MICROSOFT WINDOWS
Já teve várias versões tais como a 1, 2, 3, 3.1, 3.11, 95, 98, 98se, Millennium,
2000, xp, vista, 7, 8, 8.1, 10.

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MacOS

MacOS X v10.0 “cheetah” ; MacOS x v10.1 “PUMA”; MacOS X v10.2 “Jaguar”;


MacOS X v10.3 “Panther”; MacOS X v.10.4 “Tiger”; MacOS X v10.5 “Leopard”;
MacOS X v10.6 “Snow Leopard”; MacOS X v10.7 “Lion”; MacOS X v10.8 “Mountain
Lion; MacOS X v10.9 “Mavericks”; MacOS X v10.10 “Yosemite”; MacOS X v10.11
“El Capitan”; MacOS X v10.12 “Sierra”; MacOS X v10.13 “High Sierra” e MacOS X
v10.14 “Mojave”

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LINUX

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IOS
IOS (antes chamado de iPhone OS) é um sistema operativo da Apple desenvolvido
originalmente para o iPhone, também é usado em ipod touch e ipad. A Apple não
permite que o iOS seja executado em hardware de terceiros.

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ANDROID
Baseado em sistema operativo Linux tem várias versões entre as mais recentes
podemos encontrar a versão 8 OREO

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O QUE FAZ UM SISTEMA OPERATIVO?

O computador apenas está preparado para trabalhar com a linguagem


binária (0 e 1) e para nós, humanos, torna-se demasiadamente confuso
usar apenas estes dois algarismos. Por isso, um sistema operativo tem a
finalidade de permitir uma comunicação entre o utilizador humano e o
computador, como também organizar a troca de informações entre
os vários componentes existentes num computador.

Um exemplo concreto, é o de um colega novo numa turma, que apenas


fala inglês, e que os restantes colegas não falam a língua materna dele.
Existe, portanto, um problema de comunicação, que poderá facilmente ser
resolvido com a presença de um tradutor de português/inglês/português.
A função do tradutor, aqui, é idêntica à do sistema operativo, que traduz
os dados que se querem passar numa linguagem binária (computador)
que possa ser entendida pelo destinatário da informação (utilizador).

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É O SISTEMA OPERATIVO, QUEM CONTROLA TODOS OS PERIFÉRICOS
(APARELHOS / UTENSÍLIOS) QUE TEMOS LIGADOS AO COMPUTADOR. O
SISTEMA OPERATIVO, SERVE TAMBÉM DE “MENSAGEIRO” E “INTÉRPRETE”
ENTRE O UTILIZADOR E OS PERIFÉRICOS DE UM COMPUTADOR.

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1. SISTEMA OPERATIVO

Aula 3

1.2. UNIDADES DE ARMAZENAMENTO

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1.2. UNIDADES DE ARMAZENAMENTO

O QUE É UMA UNIDADE DE ARMAZENAMENTO? Uma unidade de


armazenamento, é um dispositivo capaz de gravar (armazenar) informação
(dados).

PARA QUE SERVEM? As unidades de armazenamento, permitem guardar e


ordenar os nossos dados, de forma a podermos aceder aos mesmos dados de
forma simples e prática.

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EVOLUÇÃO DOS SUPORTES DE INFORMAÇÃO

Atualmente, os suportes de informação evoluíram para mais e melhor portabilidade.


Deste modo, surgiram, nos últimos anos, suportes que permitem grande
capacidade de armazenamento e fácil transporte e reescrita. Alguns desses
suportes são exclusivos para guardar fotografias (Memory Cards), permitindo um
armazenamento maior de fotografias e com maior qualidade. Outros são apenas
suportes de maiores dimensões mas portáteis (Discos Externos e as Flash Drives
ou Pen Disks). Atualmente, e de forma a diminuir o número de unidades de
armazenamento, existem no mercado unidades "Combo", ou seja, unidades que
efetuam leitura e gravação de Cd-roms e Dvds em simultâneo: Leitor de Cd-
Roms/Dvds, Gravador de Cd-Roms/Dvds.

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CAPACIDADE DOS SUPORTES DE INFORMAÇÃO

Cada suporte de informação possui limites de armazenamento, e, pelas suas


características, alguns podem armazenar grandes quantidades de informação ou
apenas pequenas quantidades. A evolução da informática permitiu que suportes de
informação como o disco rígido, que apenas permitia capacidades de 10, 20 Mbytes,
possam atualmente disponibilizar 160, 200 Gbytes (2000 vezes mais). Por outro
lado, as disquetes que, inicialmente, possuíam capacidades de 360 Kbytes podem
atualmente disponibilizar 1.44 Mbytes (3 vezes mais).

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1. SISTEMA OPERATIVO

Aula 4

1.3. DISQUETE, DISCO RÍGIDO,


CD-ROM, DVD-ROM,BLU-RAY
E MEMORIA FLASH

Formador: Hugo Dias


1.3. DISQUETE, DISCO RÍGIDO, CD-ROM, DVD-ROM, BLU-RAY E MEMORIA FLASH

DISQUETES ZIP
As Disquetes Zip possuem maiores capacidades de armazenamento que as
disquetes, sendo usadas nas unidades Zip que podem ser internas ou externas.
Pela evolução dos computadores, que no início do século 21 passaram a possuir
quase "obrigatoriamente", para além da unidade de disquetes, os
leitores/gravadores de CdRoms/Dvds, as disquetes Zip deverão ter um fim
próximo.

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DISCO RÍGIDO

O Winchester (normalmente determinado como unidade C:) está dentro da caixa da


CPU e, portanto, não é visível nem transportável. Permite um acesso rápido e o
armazenamento de uma grande quantidade de informações. É importante lembrar
que estes discos podem ser danificados por excesso de trepidação no local de
instalação. Dada a grande quantidade de informações que serão armazenadas num
disco rígido, e considerando-se que, devido a desgastes naturais durante o
funcionamento, é inevitável que algum dia ocorra uma avaria, é importantíssimo
prevenir-se quanto à perda dessas informações, realizando periodicamente cópias
de segurança dos seus ficheiros, o que é tecnicamente conhecido como BACK-UP .

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CD-ROM

Os Cd-Roms prestam-se ao armazenamento de grandes volumes de informação,


tais como enciclopédias. A tecnologia utilizada nos leitores e gravadores de Cd-roms
existentes nos computadores permite reproduzir normalmente os CDs de áudio (o
que significa que podemos ouvir qualquer música nos nossos computadores).

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DVD-ROM

Digital Versatile Disc - Read Only Memory, ou DVD (Disco de Vídeo Digital) ROM
(somente leitura), é um tipo de disco utilizado para gravação de vídeos ou dados,
geralmente tem capacidade de 4,7Gb ou 9Gb (dupla-camada).
Um feixe de laser no DVD player controla como o disco gira, enquanto um
dispositivo especial lê a intensidade da reflexão. A variação reflexiva é traduzido
como bits de dados que formam bytes. Assim, DVDs, incluindo o DVD-ROM, podem
variar em capacidade.

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BLU-RAY

Disco blu-ray, também conhecido como BD é um formato de disco óptico com 12


cm de diâmetro e 1,2 mm de espessura para vídeo e áudio de alta definição e
armazenamento de dados de alta densidade. É uma alternativa ao DVD e é capaz
de armazenar filmes até 1080p Full HD de até 4 horas em compressão com perda
de dados.

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Pen Drive

Pen Drive ou Memória USB Flash Drive é um dispositivo de memória constituído


por memória flash (EEPROM), capaz de fazer a gravação de dados com uma
ligação USB tipo A, permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador
ou outro equipamento com uma entrada USB, como um rádio ou televisão

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TRABALHO EM GRUPO
Aula 5 e 6

MODULO 1 Sistema operativo

1.1 Conceito
1.2 Unidades de armazenamento
1.3 Disquete, Disco Rígido e CDROM

Formador: Hugo Dias


APRESENTAÇÃO DO TRABALHO EM GRUPO
Aula 7

MODULO 1 Sistema operativo

1.1 Conceito
1.2 Unidades de armazenamento
1.3 Disquete, Disco Rígido e CDROM

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2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS
Aula 8

Formador: Hugo Dias


2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

O MS-DOS foi o primeiro sistema operativo da Microsoft e cabia numa


disquete. Tratase de um sistema operativo single-user e single-task
baseado exclusivamente em linha de comandos.

É um sistema operativo cada vez mais raro, devido à existência de


ambientes gráficos mais apelativos, baseados no Windows, Linux e
outros. Para trabalharmos em MS-DOS, temos de utilizar o ecrãn preto
com apenas uma linha de comando. Um técnico de informática deve
conhece-lo, pois em muitos casos significa a resolução de muitos
problemas de ultima hora.

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• O MS-DOS foi desenvolvido pela Microsoft para equipar os
computadores pessoais desenvolvidos pela IBM ni ínicio da década de
80. Estas máquinas possuíam: - barratemnto de 16 bits; - Os
processadores Intel 8088 (a 4.75 MHz) e mais tarde o 8086 (a 8 MHz).
• A versão 2.0 do MS-DOS veio permitir a organização da informação da
informação em forma de árvore.
• A versão 3.0 do MS-DOS equipou os modelos de processadores 80286
da Intel (a12 MHz)
• Com os processadores de 32 bits, os 80386 e 80486 surgiram as
versões 4.0 e 5.0 do MS-DOS.

Formador: Hugo Dias


INICIAR O MS-DOS Assim, que se liga o computador, este acede a um determinado
conjunto de informações residentes na memória ROM do computador, que é um
conjunto de programas residentes no computador que realiza as operações de controlo
e supervisão mais básicas, a nível de hardware. Através das instruções da memória
ROM, é feito um auto teste de inicialização que testa todas as características funcionais
do computador. De seguida, o computador procura pelo sistema operativo na disquete
que estiver na drive. Se não houver Sistema Operativo na disquete ou no disco rígido,
sendo então o MS-DOS carregado do disco para a RAM e começa a correr. Quando o
MS-DOS está pronto para receber um comando ou executar um programa ele exibe um
prompt nos écrans e aguarda até que você lhe diga o que fazer. Um prompt é
simplesmente um sinal que indica que o DOS está à espera que você lhe digite algo.

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Formador: Hugo Dias
CARACTERÍSTICAS

O sistema operativo caracteriza-se por ser monoutilizador e


monoprogramado. A comunicação do utilizador com o MS-DOS ocorre de
dois modos, o modo interativo e o modo batch.

a) Modo interativo: propriedade de executar um comando no instante em


que foi digitado através do prompt que é um sinal que indica que o
DOS está pronto para executar os seus comandos.
b) Modo Batch: também chamado de comandos em lote, ou seja, uma
sequencia de comandos que serão executados na ordem em que
aparecem. Os comandos desejados devem ser colocados em ordem
sequencial em um arquivo que pode ser criado por um processador de
textos. O prompt do MD-DOS, geralmente A:>, B:> ou C.>, avisa que o
DOS está pronto para receber um comando do utilizador. Para se
executar um comando, simplesmente digita-se o seu nome no teclado
e a seguir pressiona-se a tecla ENTER.

Formador: Hugo Dias


DIRETÓRIOS E ARQUIVOS

Os sistemas operativos permitem, através dos comandos solicitados pelo


utilizador, organizar de forma adequada a informação armazenada nos
suportes de armazenamento.

Num diretório podem existir arquivos e outros diretórios (subdiretórios)

Formador: Hugo Dias


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2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

Aula 9

2.1. COMANDOS INTERNOS E EXTERNOS

Formador: Hugo Dias


2.1. COMANDOS INTERNOS E EXTERNOS

Existem dois tipos de comandos no DOS, são eles os comandos INTERNOS


e EXTERNOS.

Os comandos internos residem em COMMAND.COM, que carrega na


memória quando o sistema de computador é iniciado; esses comandos não
residem no disco. Sempre que solicitados estes são executados
imediatamente sem necessitade de aceder aos suportes de armazenamento
secundário.

Os comandos externos são arquivos que residem no disco e têm a extensão .exe, .com ou .bat. É também um
conjunto de programas do sistema armazenados em suportes de armazenamento secundário que apenas são
carregados para a memória principal aquando da sua execução.
Não estão embutidos no ficheiro COMMAND.COM

Formador: Hugo Dias


Sempre que pretendermos obter ajuda sobre algum comando digitamos o
nome do comando seguido de /?.
Regra:
Comando/? - apresenta informções sobre o comando
Exemplo: Dir/? ou copy/?

Formador: Hugo Dias


CONSTITUIÇÃO DE ARQUIVOS
Arquivo é um conjunto de informações, que estão agrupadas num dispositivo
comum, e que servem para um determinado fim. Portanto, arquivo pode ser
definido como uma colecção de dados armazenados, num dispositivo físico.

Regras para nomes de arquivo: Para se criarem nomes de arquivos no DOS,


existem algumas regras que devem ser seguidas: 1- Os nomes dos arquivos são
divididos em duas partes, a primeira chamada parte principal (nome ficheiro),
com até oito caracteres, e uma segunda parte separada por um "." (ponto) com
até três caracteres, chamada extensão.

Exemplos: ARQUIVO.DOC, DADOS.CAR, CARTA.A


2- Podemos usar os seguintes caracteres para atribuir nomes aos arquivos.
A -Z (maiúsculos e minúsculos)
0-9
e os símbolos: ! @ # $ % & ( ) { } \ /
OBS: Não podemos utilizar (*) nem (?)

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3- Não podemos utilizar nomes reservados dos dispositivos do computador.
AUX, CON, PRN, COM1, e outros

Em geral a extensão caracteriza os tipos de arquivos, temos a seguir alguns


exemplos:

.BAT Arquivos batch (lote)


.C ou .CPP Arquivos em linguagem C
.COM Arquivos de comando
.DOC Arquivos de documentos (Word)
.EXE Arquivos executáveis
.HPL Arquivos de help, de ajuda
.PRN Arquivos de impressão
.SYS Arquivos de sistema
.TXT Arquivos de texto ou de leitura
.XLS Arquivos do Excel

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2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

Aula 10

2.2. EXECUÇÃO DE COMANDOS

Formador: Hugo Dias


2.2. EXECUÇÃO DE COMANDOS

Para entrar no programa, vá em Iniciar -> Executar. Digite "cmd" sem as


aspas e aperte Ok.
A seguir uma lista dos principais comandos do DOS. Dica: caso lembre
somente do nome do comando e não lembre de como usa-lo é só digitar
“[comando]/?” (ou "[comando] help"), sem as aspas, que o DOS exibe uma
ajuda sobre o comando.

Formador: Hugo Dias


Comandos:

• DATE – Este comando quando sem parâmetros exibe a data atual do


sistema e solicita uma nova data no formato “dd-mm-aa”, para não alterar
é só pressionar [Enter].

• TIME – Exibe a hora atual do sistema e solicita uma nova hora no formato
“hh:mm:ss”, para não alterar é só pressionar [Enter].

• VER – Exibe a versão do sistema operacional.

Formador: Hugo Dias


• DIR – Exibe o conteúdo da pasta atual e informa o número de
arquivos, o espaço utilizado pela pasta e o espaço livre no disco.

Parâmetros:
/p – Caso o conteúdo da pasta seja muito extenso ele quebra a exibição
em partes, para passar pra próxima é só apertar [Enter].
/w – Exibe o conteúdo da pasta organizado por colunas.
/o – Exibe o conteúdo organizado alfabeticamente.

Os parâmetros podem ser usados individualmente ou em conjunto.

Formador: Hugo Dias


• CLS – Este comando limpa a tela e colocando o cursor na primeira linha do
prompt.

• MKDIR ou MD – Cria uma pasta no diretório corrente com o nome


especificado.

• CHDIR ou CD – Muda a pasta corrente para a pasta especificada.


Parâmetros - / - o parâmetro barra “/” muda o diretório corrente para o diretório
raiz.

• RMDIR ou RD – Remove pasta caso a pasta não tenha arquivos ou


subdiretórios.

Formador: Hugo Dias


• TREE – Exibe graficamente os diretórios e subdiretórios do diretório
raiz ou da pasta especificada.

• CHKDSK – Programa de verificação de erros no HD.

Formador: Hugo Dias


• MEM – Exibe informações da memória RAM.

• RENAME ou REN – Renomeia o arquivo especificado para o nome


especificado.

Formador: Hugo Dias


• COPY – Copia um ou mais arquivos para o diretório especificado.
Parâmetros: * - o parâmetro “*” serve para completar o nome de um
arquivo. Muito útil quando se precisa copiar muitos arquivos com uma
mesma extensão ou que começam com letras em comum.

• DISKCOPY – Este comando faz cópias de discos flexíveis (disquetes)


de uma unidade para a outra. Caso só tenha uma unidade de disquete
é só especificar a unidade duas vezes que o programa avisa quando
deve-se inserir o disquete virgem.

Formador: Hugo Dias


• MOVE – Move arquivos de um diretório para outro.

• TYPE – Exibe o conteúdo de um arquivo na tela.

• FORMAT – depois do comando CD este provavelmente é o comando


mais utilizado pelos técnicos de informática. Este comando apaga todo o
conteúdo de um disco.

Formador: Hugo Dias


• DEL ou DELETE – Comando que apaga um ou mais arquivos
especificados.

Parâmetros: * - Ao usar o parâmetro “*” podemos apagar todos os arquivos do


diretório corrente ou de um diretório específico.

• DELTREE – Apaga o diretório especificado e todos os seus arquivos e


subdiretórios.

Formador: Hugo Dias


2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

Aula 11

2.3. MANIPULAÇÃO DE
FICHEIROS

Formador: Hugo Dias


2.3. MANIPULAÇÃO DE FICHEIROS

As principais chamadas ao sistema relacionadas com a manipulação


de ficheiros são:

• create/delete file
• open, close
• read, write, reposition
• get/set file attributes

Formador: Hugo Dias


2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

Aula 12

2.4. FICHEIROS DE SISTEMA E DE ARRANQUE

Formador: Hugo Dias


2.4. FICHEIROS DE SISTEMA E DE ARRANQUE

A Configuração do Sistema é uma ferramenta avançada que pode ajudar a


identificar problemas que podem impedir o arranque correto do Windows.
Podemos iniciar o Windows com os serviços comuns e programas de
arranque desativados e, em seguida, voltar a ativálos, um de cada vez. Se um
problema não ocorrer quando um serviço está desativado, mas ocorrer
quando esse serviço está ativado, o serviço pode ser a causa do problema. A
Configuração do Sistema destina-se a localizar e isolar problemas, mas não
foi concebida como um programa de gestão do arranque. Para remover ou
desativar programas ou serviços que são executados durante o arranque.

Formador: Hugo Dias


A seguinte tabela descreve os separadores e as opções que estão disponíveis
na Configuração do Sistema:

Tabulação Descrição
Lista as opções para os modos de configuração de arranque:
· Arranque normal. Inicia o Windows do modo habitual. Utilize este
modo para iniciar o Windows depois ter utilizado os outros dois
modos de resolução de problemas.
Geral Arranque de diagnóstico. Inicia o Windows apenas com os
controladores e serviços básicos. Este modo pode ajudar a excluir os
ficheiros básicos do Windows como um problema.
· Arranque seletivo. Inicia o Windows com os controladores e
serviços básicos e outros serviços e programas de arranque
selecionados pelo utilizador.

Formador: Hugo Dias


Tabulação Descrição
Mostra opções de configuração para o sistema operativo e definições de
depuração avançadas, incluindo:
· Arranque seguro: Mínimo. Durante o arranque, abre a interface gráfica de
utilizador do Windows (o Explorador do Windows) no modo de segurança,
executando apenas os serviços críticos do sistema. O funcionamento em rede
está desativado.
· Arranque seguro: Shell alternativa. Durante o arranque, abre a linha de
comandos do Windows no modo de segurança, executando apenas os serviços
Arranque críticos do sistema. O funcionamento em rede e a interface gráfica estão
desativados.
Arranque seguro: Reparação do Active Directory. Durante o arranque, abre a
interface gráfica de utilizador do Windows no modo de segurança, executando
os serviços críticos do sistema e o Active Directory.
· Arranque seguro: Rede. Durante o arranque, abre a interface gráfica de
utilizador do Windows no modo de segurança, executando apenas os serviços
críticos do sistema. O funcionamento em rede está ativado.

Formador: Hugo Dias


Tabulação Descrição
· Sem arranque da GUI. Não apresenta o ecrã de Boas-vindas do Windows
durante o arranque.
· Registo de arranque. Armazena todas as informações do processo de
arranque no ficheiro %SystemRoot%Ntbtlog.txt.
· Vídeo base. Durante o arranque, abre a interface gráfica de utilizador do
Windows no modo VGA mínimo. São carregados os controladores VGA padrão,
em vez dos controladores de visualização específicos do hardware de vídeo do
Arranque computador.
continução · Informações de arranque do SO. Mostra os nomes dos controladores à
medida que estes são carregados durante o processo de arranque.
· Tornar todas as definições de arranque permanentes. Não regista as
alterações efetuadas na Configuração do Sistema. As opções podem ser
alteradas posteriormente utilizando a Configuração do Sistema, mas devem
ser alteradas manualmente. Quando esta opção está selecionada, não é
possível reverter as alterações selecionando o arranque Normal no separador
Geral.

Formador: Hugo Dias


Opções de arranque avançadas:
· Número de processadores.
Limita o número de processadores utilizados num sistema com vários processadores. Se a caixa
de verificação estiver selecionada, o sistema arranca utilizando apenas o número de
processadores indicado na lista pendente.
· Máximo de memória.
Especifica a quantidade máxima de memória física utilizada pelo sistema operativo para simular
uma configuração com pouca memória. O valor apresentado na caixa de texto é expresso em
megabytes (MB).
· Bloqueio de PCI.
Impede que o Windows retribua recursos de E/S e IRQ no barramento PCI. Os recursos de E/S e
memória definidos na BIOS são preservados.
· Depuração.
Ativa a depuração do modo de kernel para desenvolvimento de controladores de dispositivo.
· Definições globais de depuração.
Especifica as definições de ligação do depurador neste computador para que um depurador de
kernel possa comunicar com um anfitrião de depurador. A ligação do depurador entre os
computadores anfitrião e de destino pode ser Série, IEEE 1394 ou USB 2.0.

Formador: Hugo Dias


Opções de arranque avançadas: continuação

· Porta de depuração.
Especifica a utilização de Série como tipo de ligação e a porta série. A porta predefinida é a
COM 1.
· Velocidade de transmissão.
Especifica a velocidade de transmissão a utilizar quando a porta de Depuração está
selecionada e o tipo de ligação de depuração é Série. Esta definição é opcional. Os valores
válidos de velocidade de transmissão são 9600, 19.200, 38.400, 57.600, e 115.200. A
velocidade de transmissão predefinida é 115.200 bps.
· Canal.
Especifica a utilização de 1394 como tipo de ligação de depuração e o número de canal a
utilizar. O valor do canal tem de ser um número inteiro decimal entre 0 e 62, inclusive, e tem
de corresponder ao número de canal utilizado pelo computador anfitrião. O canal
especificado não depende da porta 1394 física selecionada na placa. O valor predefinido de
canal é 0.
· Nome de destino de USB.
Especifica um valor de cadeia a utilizar quando o tipo de depuração é USB. Esta cadeia pode
ter qualquer valor. Serviços

Formador: Hugo Dias


Lista todos os serviços que são iniciados quando o computador arranca,
juntamente com o respectivo estado atual (Em execução ou Parado). Utilize o
Serviços separador Serviços para ativar ou desativar serviços individuais no arranque, para
efetuar a resolução de problemas dos serviços que poderão estar a contribuir
para problemas de arranque.

Selecione Ocultar todos os serviços da Microsoft para mostrar apenas as aplicações de


terceiros na lista de serviços. Desmarque a caixa de verificação de um serviço para
desativá-lo no próximo arranque. Se tiver selecionado Arranque seletivo no separador
Geral, tem de selecionar Arranque normal no separador Geral ou selecionar a caixa de
verificação do serviço para iniciá-lo novamente durante o arranque.

Aviso A desativação de serviços que são normalmente executados durante o arranque


pode fazer com que os programas deixem de funcionar corretamente, ou originar
instabilidade do sistema. Não desative serviços desta lista a menos que saiba que não
são essenciais para o funcionamento do computador. Selecionar Desativar todos não
desativará alguns serviços seguros da Microsoft que são necessários para o arranque do
sistema operativo.

Formador: Hugo Dias


Lista as aplicações que são executadas durante o arranque do computador,
juntamente com o nome do respectivo publicador, o caminho para o ficheiro
Arranque executável e a localização do atalho ou chave de registo que faz com que o
programa seja executado.
Desmarque a caixa de verificação de um item de arranque para desativá-lo no próximo
arranque. Se tiver selecionado Arranque seletivo no separador Geral, tem de
selecionar Arranque normal no separador Geral ou selecionar a caixa de verificação do
item para iniciá-lo novamente durante o arranque.
Se suspeitar que uma aplicação está comprometida, examine a coluna Comando para
rever o caminho para o ficheiro executável.

Nota A desativação de aplicações que são normalmente executadas durante o


arranque pode fazer com que as operações relacionadas sejam iniciadas mais
lentamente ou não funcionem conforme esperado

Fornece uma lista conveniente de ferramentas de diagnóstico e outras


Ferramentas ferramentas avançadas que pode executar.

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2. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO DOS

Aula 13

2.5. CONFIGURAÇÕES MÚLTIPLAS DE SISTEMA

Formador: Hugo Dias


2.5. CONFIGURAÇÕES MÚLTIPLAS DE SISTEMA
O comando MSCONFIG é o nome do arquivo
executável do programa “Utilitário de
Configuração do Sistema”, embora funcione
em toda família Windows a partir do Windows
95 este programa só está presente nas
versões Windows 98, 98 SE, ME, XP, Vista e
7. A principal função deste utilitário é dar ao
utilizador uma forma de gerir os programas
que são iniciados com o sistema, além disso,
este oferece opções de inicialização básica,
uma opção perfeita para quem deseja fazer
manutenção no computador ou eliminar vírus,
etc. Para abrir o utilitário clique no Menu
Iniciar > Executar …

Formador: Hugo Dias


Ao clicar aparecerá uma janela com um campo
em branco, digite neste campo “MSCONFIG” sem
as aspas e clique no botão OK

Aparecerá o “Utilitário de Configuração do Sistema”, aberto no separador


Geral. Neste separador, aparecerão 3 opções de inicialização:

- Inicialização normal – Esta opção carregará todos


os drivers e programas listados nos outros
separadores. É a opção padrão (default) Windows
XP.
- Inicialização de diagnóstico – Esta opção carrega
somente os drivers básicos do Windows e ignora os
programas listados no separador “Inicializar”.

- Inicialização seletiva – Esta opção permite escolher quais os serviços que


serão lidos durante a inicialização. É selecionada automaticamente quando
modificamos algum serviço.

Formador: Hugo Dias


No separador SYSTEM.INI é possível ver
todos os arquivos que o sistema inicializa,
como fontes, gerenciador de memória, etc.
Não é recomendado mexer nesta secção, pois
qualquer alteração indevida pode ocasionar
um mal funcionamento do sistema ou até
mesmo a não inicialização do mesmo.

No separador Win.ini podemos ver as opções


de inicialização de alguns programas
instalados no computador. Não é
recomendado mexer nesta seção também,
pois pode ocasionar o mal funcionamento de
algum programa, caso seja manipulado
indevidamente.
No separador BOOT.INI podemos configurar parâmetros de inicialização do sistema operativo,
assim como criar uma nova opção apontando para outro sistema operativo instalado e também
podemos definir um tempo para a escolha de qual o sistema a inicializar.

Formador: Hugo Dias


Algumas opções de inicialização são:

-/SAFEBOOT – Inicializa o sistema em modo de segurança, se for selecionada a


opção MINIMAL, só inicializará o básico, a opção NETWORK inicializa o básico
mais as opções de rede, a opção DSREPAIR é um modo especial próprio para
reparar o sistema e por último a opção MINIMAL (ALTERNATESHELL) inicializa só
o prompt de comando.

- /NOGUIBOOT – inicializa normalmente mas só com prompt de comando.

- /BOOTLOG – faz com que o sistema crie


um arquivo de texto no diretório raiz chamado
“boot.log” com uma descrição da inicialização.

- /BASEVIDEO – carrega os driver’s


básicos de vídeo, ignorando o driver
de vídeo instalado.

Formador: Hugo Dias


Ao clicar aparecerá uma janela com um campo em branco, digite neste
campo “MSCONFIG” sem as aspas e clique no botão OK

Aparecerá o “Utilitário de Configuração do Sistema”,


aberto no separador Geral. Neste separador, aparecerão
3 opções de inicialização:

- Inicialização normal – Esta opção carregará todos os drivers e programas


listados nos outros separadores. É a opção padrão (default) Windows XP.

- Inicialização de diagnóstico – Esta opção carrega


somente os drivers básicos do Windows e ignora os
programas listados no separador “Inicializar”.

- Inicialização seletiva – Esta opção permite escolher


quais os serviços que serão lidos durante a inicialização.
É selecionada automaticamente quando modificamos algum serviço.

Formador: Hugo Dias


No separador SYSTEM.INI é possível ver todos
os arquivos que o sistema inicializa, como fontes,
gerenciador de memória, etc. Não é
recomendado mexer nesta secção, pois
qualquer alteração indevida pode ocasionar
um mal funcionamento do sistema ou até mesmo a
não inicialização do mesmo.

No separador Win.ini podemos ver as opções


de inicialização de alguns programas
instalados no computador. Não é recomendado
mexer nesta seção também, pois pode
ocasionar o mal funcionamento de algum programa,
caso seja manipulado indevidamente.

Formador: Hugo Dias


No separador BOOT.INI podemos configurar parâmetros de inicialização do
sistema operativo, assim como criar uma nova opção apontando para outro
sistema operativo instalado e também podemos definir um tempo para a escolha
de qual o sistema a inicializar.
Algumas opções de inicialização são: - /SAFEBOOT – Inicializa o sistema em
modo de segurança, se for selecionada a opção MINIMAL, só inicializará o
básico, a opção NETWORK inicializa o básico mais as opções de rede, a opção
DSREPAIR é um modo especial próprio para reparar o sistema e por último a
opção MINIMAL (ALTERNATESHELL) inicializa só o prompt de comando.
- /NOGUIBOOT – inicializa normalmente mas só
com prompt de comando.
- /BOOTLOG – faz com que o sistema crie um
arquivo de texto no diretório raiz chamado
“boot.log” com uma descrição da inicialização.
- /BASEVIDEO – carrega os driver’s básicos de
vídeo, ignorando o driver de vídeo instalado.

Formador: Hugo Dias


O separador “Serviços” permite gerir todos os serviços que são inicializados com
o sistema, a maioria pertence ao próprio sistema operativo, outros são instalados
junto com algum software.
Cuidado ao desativar qualquer serviço do sistema, caso o serviço seja básico o
sistema pode nunca mais inicializar.
Para não cometer esse engano existe uma opção “Ocultar todos os serviços
Microsoft” que esconde os serviços de sistema deixando só os que
foram instalados pelo utilizador
(ou automaticamente por um software)
para alterações.

Formador: Hugo Dias


Chegamos agora ao último e provavelmente o separador mais utilizado do
utilizador. O separador “Inicializar” permite retirar da inicialização alguns
programas, liberando espaço na memória RAM e consequentemente
criando uma inicialização mais rápida. Obs.: geralmente os antivírus são
listados nesta secção, se desativarmos essa opção, ficaremos sem
proteção da próxima vez que inicializarmos o sistema

Formador: Hugo Dias


Após as alterações é só clicar no botão OK, em seguida
aparecerá uma janela a perguntar se desejamos reiniciar o
computador. O recomendado é reinicializar, mas nada
impede de continuar o trabalho e reiniciar o
computador mais tarde.

Após reiniciar o sistema aparecerá uma janela


de aviso, a informar que foram efetuadas
alterações na inicialização do sistema.
Marque a opção “Não mostre esta mensagem
ou iniciar o Utilitário de configuração do sistema
ao iniciar o Windows” e clique no botão OK
para fechar.
Caso não se marque esta opção ao clicar no
botão OK, abrirá o utilitário sempre todas as vezes que
iniciar o sistema.

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TRABALHO EM GRUPO
Aula 14 e 15

Modulo 2 - Fundamentos de um sistema operativo DOS

2.1 Comandos internos e Externos


2.2 Execução de comandos
2.3 Manipulação de ficheiros
2.4 Ficheiros de sistema e de arranque
2.5 Configurações múltiplas de sistema

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APRESENTAÇÃO DO TRABALHO EM GRUPO
Aula 16

Modulo 2 - Fundamentos de um sistema operativo DOS

2.1 Comandos internos e Externos


2.2 Execução de comandos
2.3 Manipulação de ficheiros
2.4 Ficheiros de sistema e de arranque
2.5 Configurações múltiplas de sistema

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3. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO
GRÁFICO

Aula 17

3.1 Comandos internos e Externos

Formador: Hugo Dias


3. FUNDAMENTOS DE UM SISTEMA OPERATIVO GRÁFICO

Sistema Operativo
O Sistema Operativo (SO) é o conjunto de programas fundamentais
que permitem que o computador funcione e comunique com o exterior.
Atualmente, o Windows é o sistema operativo mais utilizado nos
computadores pessoais.

Autenticação
Sempre que um computador em
que trabalhem vários utilizadores é
ligado, é necessário fazer login e
introduzir a palavra-passe.

Formador: Hugo Dias


Ambiente Gráfico
• Ícones:
Definição de Ícones: Pequenos objetos gráficos que se encontram, um pouco por toda a parte, no
ambiente de trabalho. Representam ficheiros, programas, pastas atalhos, …

• Barra de Tarefas: Contém alguns ícones de atalhos e de identificação de programas ativos


• As janelas: São áreas do ambiente onde se abrem os programas do computador. Window significa
janela.
• Pastas
Definição de Pastas (folders): As pastas constituem outro nível de organização da informação e
destinam-se a agrupar em si ficheiros e outras pastas.
• Ficheiros
Definição de ficheiros: são unidades mais básicas ou elementares da organização da informação num
sistema informático. Cada ficheiro é identificado por um nome e uma extensão. A extensão identifica o
tipo de programas a que o ficheiro pertence.

• Atalhos
- Definição de atalhos: os atalhos são ligações diretas a unidades (disco, disquete ou CD), impressoras,
pastas, programas ou ficheiros do computador ou de uma rede (conjunto de computadores ligados entre
si).
- Os atalhos distinguem-se dos restantes elementos pelo símbolo

Formador: Hugo Dias


Ambiente de Trabalho Área de
Trabalho Local
onde se
encontram os
Símbolos de ícones
programas e atalhos
de acesso rápido a
ficheiros, pastas
e programas

Barra de Tarefas
Contém alguns
ícones de atalhos e
de identificação de
programas ativos

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As Janelas

Formador: Hugo Dias


Sobreposição e Movimentação de Janelas

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As Caixas de Diálogo

Caixas de diálogo – permitem estabelecer um diálogo com o computador

Caixas de seleção

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Explorador do Windows

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Ativação de Programas e ficheiros

• Clicar diretamente no ícone do programa ou documento (se


existir no ambiente de trabalho ou na barra de ferramentas).
ou
• Clicar no botão Iniciar e, depois ir abrindo os sucessivos menus
até encontrar o programa ou documento pretendido.
ou
Abrir o explorador do Windows: - Clicar sobre - Selecionar -
Selecionar Acessórios – Explorador do Windows

Formador: Hugo Dias


Criação de atalhos no ambiente de trabalho

• Clicar no ambiente de trabalho com o botão secundário (direito) do rato e


escolher a opção
• Novo e, depois, Atalho. Preencher a localização do item, ficheiro ou pasta,
escrevendo o caminho ou escolhendo-o a partir do botão Procurar
ou
• Clicar no objeto, manter premida a tecla Ctrl e arrastá-la para o ambiente
de trabalho. Abrir o menu de atalho sobre o objeto e escolher a opção
Enviar para o ambiente de trabalho (criar atalho).

Criação de um atalho com o Explorador do Windows

• Abrir o explorador do Windows a partir do menu iniciar e posicionar no


ficheiro executivo do programa para o qual se quer criar o atalho.
• Redimensionar a janela do explorador do Windows.
• Selecionar o ficheiro e arrastá-lo para a área do ambiente de trabalho.

Formador: Hugo Dias


Eliminação de um atalho
• Clicar sobre o objeto com o botão direito do rato.
• Escolher a opção Eliminar do menu de atalho.

NOTA: Pode confirmar-se a eliminação, premindo o botão Eliminar atalho,


ou cancelar a operação, premindo o botão Cancelar.
Criação de pastas
• Selecionar Iniciar – Os meus documentos e premir o botão Criar uma
nova pasta.
ou
• Abrir <<O meu Computador>> ou Explorador do Windows (Iniciar – Todos
os programas – Acessórios – Explorador do Windows) e escolher
FICHEIRO – Novo – Pasta.
ou
• Clicar no botão direito do rato numa zona livre do ambiente de trabalho e
escolher Novo – Pasta.

Formador: Hugo Dias


Encerramento do ambiente de trabalho
· Seleccionar Iniciar – Encerrar – Desligar.

NOTA: Este comando além da opção Desligar permite


Suspender - Hibernar e Reiniciar.

· Para terminar sessão de um utilizador e mudar de utilizador


Iniciar – Terminar sessão ou Mudar de utilizador conforme
pretendido.

NOTA: Terminar sessão fecha a conta do


utilizador mas o computador permanece ligado.

Formador: Hugo Dias


Programa de Gestão de Ficheiros
O programa de gestão de ficheiros (Explorador) permite, entre outras
tarefas, criar, abrir, copiar mover, mudar o nome, compactar, criar atalhos e
eliminar ficheiros e pastas.
Configuração do computador
É típico das interfaces gráficas dos sistemas operativos permitirem ao
utilizador que efetue adaptações, alterações ou configurações no seu
ambiente de trabalho.
As configurações ou personalizações do
ambiente de trabalho podem ser de muitos
tipos, tais como: alterar a cor ou a imagem
de fundo do ecrã; alterar a data ou a hora
do sistema; adicionar ou remover
programas; etc.
O acesso às configurações do ambiente de trabalho e do sistema faz-se, no
Windows, a partir de uma secção chamada Painel de Controlo.

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Os Acessórios do Windows

Em Acessórios podemos encontrar programas instalados com


o próprio Windows, permitindo visualizar ficheiros e pastas e
efetuar trabalhos como processamento de texto, desenhos,
manutenção do sistema, etc.

Os Utilitários do Windows

O software que se costuma designar por utilitários de


sistema diz respeito a programas que permitem realizar
algumas funções complementares do sistema operativo no
sentido de melhorar o desempenho do computador ou efetuar outro
tipo de operações úteis aos utilizadores.
Os Utilitários podem ser de:

· de diagnóstico · de afinação e manutenção · de prevenção e/ou recuperação · de desinstalação de programas


· de compactação e descompactação · de gestão de ficheiros · de antivírus · de segurança

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3.5 CONFIGURAÇÕES MÚLTIPLAS DE SISTEMA

Instalação do Windows 7 passo-a-passo


(idêntico para todos os sistemas operativos Windows)

Para instalar o Windows 7, utilizou-se o Windows 7 profissional (32 bits) em


Português.

Mas antes de continuarmos o processo de instalação do Microsoft Windows


7, o teu computador tem que cumprir os seguintes requisitos mínimos:

• Processador 1GHz (32 bits ou 64 bits)


• 1 GB de RAM (32 bits) ou 2 GB de RAM (64 bits)
• 16 GB de espaço no disco rígido (32 bits) ou 20 GB (64 bits)
• Placa gráfica 256 MB, com suporte DirectX 9

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Começa por…

• Faça boot pelo DVD do Windows 7.

• Seleciona o idioma a instalar e as definições. Depois clica em Avançar.

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Clique em Instalar Agora.

• Clique em Personalizada (Avançada).


Neste passo temos que selecionar a partição onde quer instalar
o Windows 7.
Caso já tenha a partição criada salte para o passo 7.
Caso contrário, no exemplo da foto abaixo, o disco rígido tem 17GB, mas a partição ainda não está criada.
Tem que selecionar o espaço disponível (não alocado) e clicar em Novo.
NOTA: recomendo que cries duas partições, uma para instalar o Windows 7 e outra para guardar os seus
documentos.

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Selecione o tamanho a usar na nova partição. Depois clique em Aplicar.
ATENÇÃO: para a versão de 32 bits são necessários 16GB, e 20GB para a de 64 bits.

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Selecione a partição onde quer instalar o Windows 7 e clique em Avançar

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Vai começar a instalação do Windows 7.

Formador: Hugo Dias


Durante o processo de instalação do Windows 7, o computador vai ser
reiniciado automaticamente.

Formador: Hugo Dias


Depois de reiniciar vai concluir o processo de instalação do Windows 7.

Formador: Hugo Dias


Agora que o Windows 7 acabou de ser instalado, vai iniciar o processo de
verificação do hardware.

Introduza o nome de utilizador e nome do


computador. Depois clique em Avançar.

Formador: Hugo Dias


Defina uma password para a sua conta
de utilizador. Depois clique em Avançar

Verifique se as configurações de
data e hora estão corretas.
Depois clique em Avançar.

Formador: Hugo Dias


Terminou o processo de configuração do Windows 7. Seja bem-vindo ao Windows 7.

O Windows 7 está instalado. Fim!

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TRABALHO EM GRUPO
Aula 22 e 23

Modulo 3 - Fundamentos de um sistema operativo gráfico

3.1 Comandos internos e Externos


3.2 Execução de comandos
3.3 Manipulação de ficheiros
3.4 Ficheiros de sistema e de arranque
3.5 Configurações múltiplas de sistema

Formador: Hugo Dias


APRESENTAÇÃO DO TRABALHO EM GRUPO
Aula 24

Modulo 3 - Fundamentos de um sistema operativo gráfico

3.1 Comandos internos e Externos


3.2 Execução de comandos
3.3 Manipulação de ficheiros
3.4 Ficheiros de sistema e de arranque
3.5 Configurações múltiplas de sistema

Formador: Hugo Dias


AULA PRÁTICA
Aula 25
– Instalação do Windows

Formador: Hugo Dias