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CLAUDE-ACHILLE

DEBUSSY (1862 -1918)


VIDA

 Aluno de Madame Mauté de Fleurville, que foi, por sua vez aluna
de Chopim. Impressionada com o talento do menino de então 11
anos o leva para o Conservátorio de Paris, onde tem contato com
partituras de Richard Wagner.

 Numa viagem ao conservatório de Moscou, tem contato com a


obra de Mussorgsky, de quem terá influência.
VIDA

 Após uma estada na villa Médici, em Roma, retorna a Paris, em


1887, entrando em contato com a vanguarda artística e literária.
Frequenta os mardis de Mallarmé (reuniões semanais realizadas às
terças-feiras, na casa do poeta simbolista Stéphane Mallarmé). No
mesmo ano conhece Brahms, em Viena. Em 1888 ouve, em Bayreuth,
Tristão e Isolda, de Wagner, que lhe causa profunda impressão. Em
Paris, na exposição de 1889, ouve música do Oriente.
AFFAIRS

 1887- Gabrielle Dupont, 10 anos em uma vida boêmia.

 1899- Marie Rosalie Texier.

 1908- Emma Bardac. Mãe de Claude-Emma Debussy, ChouChou,


a quem é dedicada a Childrens Corner
MORTE
 Soube que sofria de câncer colorretal.

 Com o organismo solapado pelo câncer, Debussy continuou trabalhando. A eclosão da Primeira Guerra
Mundial, em 1914, roubou-lhe todo o interesse pela música. Após um ano de silêncio, ele percebeu que tinha de
contribuir para a luta da única maneira que podia, "criando com o melhor de minha capacidade um pouco daquela
beleza que o inimigo está atacando com tanta fúria." Uma de suas últimas cartas fala de sua "vida de espera - a
minha existência sala de espera, eu poderia chamá-la - porque sou um pobre viajante esperando por um trem que
não virá." Seu último trabalho, a Sonata para Violino e Piano L 140, foi executado em maio de 1917, com ele ao
piano. Ele tocou essa mesma peça em setembro, em Saint-Jean-de-Luz. Foi a última vez que tocou em público.[6]

 Debussy morreu em 25 de março de 1918, durante o bombardeio de Paris,[4] durante a última ofensiva alemã
da Primeira Guerra Mundial. Encontra-se sepultado no Cemitério de Passy, em Paris.[7] Pouco tempo depois, em
14 de julho de 1919, também morreria sua filha, Chouchou, de difteria. Ela foi sepultada no túmulo de seu pai, em
Passy.
PINTURA IMPRESSIONISTA

Impressão: Nascer do sol


IMPRESSIONISMO

 Rompimento com o realismo. A pincelada solta como forma de


arte. Não mais a reprodução fiel da realidade.

 A impressão pessoal da realidade passa a ter validade, aquilo que o


pintor vê.
SIMBOLISMO

 Movimento literário que nasce em oposição ao realismo ao naturalismo


e ao positivismo.
 As flores do Mal de Baudalaire é considerada a obra marco do
movimento.
 Subjetivismo- o mais profundo do eu, o inconsciente, o sonho
 Musicalidade- Aliteração e assonância
 Transcendentalismo- Preferência por formas vagas e transcedentais.
Intuição em oposição à lógica.
OBRA DE DEBUSSY

“Debussy é o autor de uma música


vaga, que se ouve com a cabeça
reclinada nas mãos” Jean Cocteau
OBRA

 Sua música é passível de analogias em relação ao impressionismo


na pintura (e ao simbolismo, seu “correspondente” na literatura).
Melodias que, assim como as formas nas pinturas, não têm contornos
definidos e por vezes se dissolvem em meio a uma textura; temas
líricos similares; resignificação de acordes, assim como os poetas
simbolistas resignificavam palavras, e assim por diante.
OBRA
 Debussy não adota nem extrapola a tonalidade, mas coloca a tonalidade em estado de
suspensão: sua linguagem se conduz basicamente no sentido de desligar o mecanismo da
resolução harmônica, sobre o qual assenta o princípio das hierarquias tonais, isto é, da
polaridade. Ao evitar a sensível, e negar a lógica que converte os trítonos em consonância, em
estabilidade, sua escritura eclipsa, dilui o encadeamento tonal dos acordes. Reduzindo os
movimentos cadenciais(os intercâmbios entre os graus fundamentais de escala diatônica),
Debussy reveste-os com acordes não usuais, emprestados de modos diferentes. Colaboram para
isso as escalas exóticas, a escala hexacordal (formada por tons inteiros), as tríades aumentadas
decorrentes ou não da escala de tons inteiros, os acordes e apogiaturas sem resolução, as quintas
e nonas paralelas.* ( José Miguel Wisnik, O som e o sentido)
OBRA

 Catalogada por Francois Lesure, sua obra recebe um L na


organização, já que o autor não costumava usar op.

 L.9. Danse Bohémienne (1890). Primeira peça composta para


piano solo. Características românticas claras. Harmonia tradicional.
Sem grandes inovações. Influências dos grupos ciganos e boêmios
com quem convivia nessa época.
OBRA

 L.66 Deux arabesques (1888, 1891).


Arabescos- termo relativo ou referente aos árabes e seus ornamentos
ricamente entalhados e repletos de curvas representando a natureza.
Aqui já se mostra o estilo que vai dominar a obra de Debussy
posteriormente. Debussy vaga por modos e tonalidades criando cenas
evocativas através da música.
OBRA

 L.67 Mazurka (1890)


Tipo de obra oriunda das danças de salão estilizadas, muito em voga
no romantismo. Influencia de Chopin.
L.68 Reverie (1890)
Reverie- produto da imaginação ou do sonho, fantasia, ideia ou
esperança vã, devaneio, quimera. Uma das primeiras obra do
compositor a ganhar destaque. Influência do estilo de Wagner.
OBRA

 L 69, Tarantelle styrienne (Danse) (1890)

Tarantella da região da Estíria na Áustria. Caráter de dança.


Modulações constantes. Alternância compasso 6/8, 3/4 característica
das tarantellas mais comuns. A parte B induz o caráter impressionista
de Debussy.
OBRA

 L 70, Ballade slave (Ballade) (1890)

Contruída em forma de variação sobre um tema único e seus motivos


básicos. Caráter eslávico russo com influência de Balakirev.
Esoterismo pelo caráter repetitivo, transe. Tratamento incomum da
tonalidade. Elementos da escala pentatônica.
OBRA

 L 71, Valse romantique (1890)

Composta durante sua estadia na Itália. Influência da arte e música


sacra italiana. Forma tradicional. Padrões e formas encontradas nos
estudos e prelúdios posteriormente. Apesar de já demonstrar certa
maturidade, Debussy não a considerava uma grande obra.
OBRA

 L 82, Nocturne (1892)

Estilo romântico tardio. Harmonia rica. Tema proposto na região


grave volta como tema secundário posteriormente., de forma
apaixonada e romântica.

Sessão central em 7/4


OBRA
 L 87, Images oubliées (1894)Lent
Lento e melancólico, sem rigor, paralelismo,
 Souvenir du Louvre
Sarabanda usada posteriormente na Pour le piano
 Quelques aspects de "Nous n'irons plus au bois«
Derivada de uma canção popular infantil

Maturidade pianística, mesma época do Prélude à l'après-midi d'un faune.


« eestas peças não sãopara salões brilhantemente iluminados ... mas sim conversas entre o piano
e a si mesmo".