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Acadêmicas

Brenda Ribeiro
Matilde Possamai
Morgana Velho Sartor
Sandra Lopes
 Durante muito tempo o modelo de família que
predominou foi a tradicional, que é “[...]
constituído pelo par conjugal e os filhos, quer a
mulher desenvolva trabalhos fora do lar ou
não.[...]”

ARAÚJO, 2002; ASPESI et al., 2005; BILAC, OLIVEIRA & MUZSKAT, 2000, apud GOETZ e VIEIRA, 2008, p.83.
 No entanto, com o passar dos
anos o divórcio passou a ser mais
bem aceito pela sociedade, e hoje
faz parte do cotidiano, rompendo
o modelo tradicional.

 Atualmente há um novo arranjo,


as famílias monoparentais, sendo
constituídas por inúmeras crianças
vivendo com pais solteiros ou
divorciados, ou ainda com os pais
recasados e com os irmãos dessas
novas uniões.

ARAÚJO, 2002; ASPESI et al., 2005; BILAC, OLIVEIRA & MUZSKAT, 2000, apud GOETZ e VIEIRA, 2008, p.83.
 Por muitas gerações acreditava-se que os pais em
casamentos perturbados deveriam ficar juntos
pelo bem das crianças.

 Atualmente, pesquisas mostram que o conflito


conjugal prejudica mais as crianças que o divórcio,
pois para elas é mais fácil adaptarem-se em um lar
harmonioso do que em um lar com pais marcados
pela discórdia.

HETHERINGTON et al., 1998; HETHERINGTON e STANLEY-HAGAN, 1999, apud PAPALIA, OLDS e FELDMAN, 2009, p.411.
 “Por mais infeliz que um casamento tenha sido, seu
rompimento geralmente representa um choque para
uma criança.”

 As crianças possuem capacidade resiliente para


enfrentar a separação dos pais, entretanto, há muitos
problemas emocionais que podem surgir nesse
processo.

PAPALIA, OLDS e FELDMAN, 2009, p.410


 “Para Assis (2006) os filhos que vivenciam a separação
dos pais podem reagir de diferentes formas de acordo
com o seu nível de resiliência.”

 A adaptação da criança à
dissolução conjugal dos pais é
influenciada por aspectos
como “a idade ou a
maturidade, o sexo, o
temperamento e a adaptação
psicológica e social da
criança”.
 “A criança resiliente consegue resistir à
adversidade, lutar com as incertezas e se
recuperar com maior sucesso de eventos ou
episódios traumáticos.”
A maneira como a criança é preparada para a
separação também influencia na forma como ela
lida com readaptação. “[...] Pois ainda que a
resposta final caiba aos pais, o ideal é haver um
preparo, um aviso sobre esta decisão aos filhos, de
acordo com suas idades.”

(MALDONADO, 2000, apud GAIDZINSKI, 2013)


 Além disso, após o divórcio a vida dos pais vai se
reorganizando, e os filhos precisam aprender a conviver
com o padrasto ou a madrasta e seus possíveis familiares.

 Por conta desse aspecto, os filhos de pais separados cada


vez mais vivem em família plural, com pai, a mulher atual,
os irmãos comuns e os maternos; com o pai e a avó, com a
mãe, a tia e a avó; com duas mães; com dois pais.

 No entanto os pais precisam ter claro seu papel na


educação dos filhos, e entenderem que o novo
relacionamento não irá substituir o genitor da criança.
 “Atualmente é empiricamente estabelecido que o
conflito entre os pais é a principal dimensão envolvida
na má adaptação dos filhos à sua separação.”

 Devido ao desgaste, aos conflitos do casal, que


consequentemente geraram a separação, na maioria das
vezes litigiosa, a parte que fica com a custódia da
criança, age como alienador parental.

BUCHANAN e HEIGES, 2001, apud NUNES-COSTA et tal, 2009, p.389.


 Alienação parental, é “[...] o afastamento do filho de
um dos genitores, provocado pelo outro.[...]”

 Síndrome da alienação parental


diz respeito às sequelas
emocionais e comportamentais
de que vem a padecer a criança
vítima daquele alijamento.[...]”
Como fruto da alienação o filho
destrói parcialmente ou
totalmente a imagem da parte
alienada.
FONSECA, 2006, p.164
 De acordo com McLanahan e Sandefur (1994) filhos de
pais separados “têm quase duas vezes mais chances de
abandonar a escola no ensino médio do que crianças de
famílias intactas.”

 No caso da síndrome da alienação parental, as sequelas


de ordem comportamental e psíquica são mais graves e
em geral, só são superadas quando o filho consegue
alcançar independência do genitor que recebeu a
guarda, pois ele percebe a falta de motivos para o
distanciamento ao qual foi induzido.

FONSECA, 2006, p.164


 Segundo Fernandes (2013), a criança sofre com
anormalidades na sua psique, apresentando sintomas
como depressão, ansiedade, fobias, isolamento,
frustração, culpa, podendo chegar a pensamentos
suicidas.

 Ainda decorrente da síndrome de alienação parental


“temos o baixo rendimento escolar; a delinquência; os
comportamentos transgressivos; o uso de drogas e até o
suicídio.”
 Portanto é importante que ambos os lados percebam
que o que foi desfeito foi o casamento e não os laços
familiares, e que a criança não deve ficar no “meio do
fogo cruzado”.

 Também é fundamental que os pais entendam que


estão se separando entre eles, as crianças não possuem
ligação com esse fato e que não estão se separando dos
filhos, o que nem sempre acontece, pois alguns pais
desaparecem e não oferecem nem ao menos o apoio
financeiro.
 “Quem se separa é o par
amoroso, o casal conjugal. O
casal parental continuará para
sempre com as funções de
cuidar, de proteger e de
prover as necessidades
materiais e afetivas dos
filhos.”

FÉRES-CARNEIRO, 1998, apud DANTAS, JABLONSKI e FÉRES-CARNEIRO, 2004, p.352


 DANTAS, C; JABLONSKI, B; FÉRES-CARNEIRO, T. Paternidade: Considerações sobre
a relação pais-filhos após a separação conjugal. Paidéia: Cadernos de Psicologia e
Educação. v. 14, n. 29, 2004.

 FONSECA, P. M. P. C. Síndrome dealienação parental: Pediatria. São Paulo, n.


28(3), p. 162-168, 2006, p. 164. Disponível em:
<http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/1174.pdf>. Acesso em: 29 jun.2014

 GAIDZINSKI, C.C.P. Resiliência infantil na separação dos pais. 2013. Bacharelado


em Psicologia – UNESC, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma. 2013.

 GOETZ, E. R. e VIEIRA, M. L. (2008) Diferenças nas percepções de crianças sobre


cuidado parental real e ideal quando pais vivem juntos ou separados.
Psicologia: Reflexão e crítica, 21(1), pp. 83-90.

 GÓIS, M. M. Alienação Parental. jul./.2010. Disponível em:


<http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/5841/Alienacao-parental>. Acesso
em: 26 jun. 2014.

 PAPALIA, D.E; OLDS, S.W; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. 8.ed. Porto


Alegre: Artmed, 2006. 888 p.