Anda di halaman 1dari 25

PARTES FIXAS DA MISSA

Adenor Leonardo Terra


1. RITO PENITENCIAL
 Ajudaa assembleia reunida a louvar o Deus
misericordioso, abrir-se à conversão, reconhecer-se
necessitada de purificação e prepará-la para a
escuta da Palavra de Deus e a celebração da
Eucaristia;
 “não possui a eficácia do sacramento da penitência”
(cf. IGMR, n. 51).
Fórmulas do Rito Penitencial:

1ª fórmula:
a) Confesso a Deus todo-poderoso...
b) Absolvição
c) Kyrie (Senhor)
2ª fórmula:
a) Tende compaixão de nós... (cf. Sl 84)
b) Absolvição
c) Kyrie (Senhor)
3ª fórmula:
a) Aclamações a Cristo + Kyrie (Senhor)
b) Absolvição
Obs.: As aclamações variam conforme o Tempo
Litúrgico.
Exemplo – 3ª fórmula (Advento):
Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade
de nós. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso
Espírito, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende
piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.
Exemplo – 3ª fórmula (Tempo Comum):
Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de
nós. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, tende piedade
de nós. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de
nós. Senhor, tende piedade de nós.
Opção:
a) Aspersão acompanhada de um canto apropriado
b) Absolvição
c) Kyrie (Senhor)
2. GLÓRIA
É um hino antiquíssmo, que foi introduzido na
liturgia romana por volta do século IV, para a festa
do Natal;
 Possui caráter doxológico (de louvor), cantando a
glória do Pai e do Filho. Porém, o Filho se mantém
no centro do louvor, da aclamação e da súplica;
 Não constitui uma aclamação trinitária;
 Nãoé utilizado nos tempos litúrgicos do Advento e
Quaresma;
 Nãodeve ser substituído por qualquer canto de
louvor ou paráfrases que se distanciam demais de
seu sentido original.
Partes do Glória:

1ª parte:
Canto dos anjos na noite de Natal: “Glória a Deus nas
alturas e paz na terra aos homens por ele amados”.

2ª parte:
Louvores ao Pai: “Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos,
nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos
graças por vossa imensa glória”.
3ª parte:
Louvores, súplicas e aclamações a Cristo: “Senhor
Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro
de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado
do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à
direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o
Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo Jesus
Cristo.”
Obs.:
• O Espírito Santo é incluído somente no final do
texto, relacionado ao Filho;
• Para a Igreja no Brasil, há a alternativa de utilizar o
Glória cujo texto foi adaptado pela CNBB: “Glória a
Deus nos altos céus, paz na terra aos seus
amados...”, cujo sentido é o mesmo do texto original
contido no Missal Romano.
3. ACLAMAÇÃO AO
EVANGELHO
 A palavra“aleluia” significa “louvai a Deus”, e seu
canto precede a proclamação do Evangelho;
 Refere-seao grande mistério de Deus, manifestado
plenamente em Jesus Cristo;
 Trata-se de um “viva” pascal ao Verbo de Deus, que
vai nos falar;
É constituído por um refrão composto de um ou
mais “aleluias” e um versículo ligado ao Evangelho
que será proclamado a seguir;
 Notempo da Quaresma, é substituído por outra
aclamação cristológica, como “Louvor e glória a ti,
Senhor, Cristo, Palavra de Deus” ou outro;
 Acompanha o pedido de bênção do diácono ao
presidente da celebração, bem como a retirada do
Evangeliário do altar e seu transporte até a mesa da
Palavra.
4. SANTO
 Sendo uma continuação do Prefácio, é um conjunto
de aclamações, onde a 1ª parte – “Santo, Santo,
Santo, Senhor Deus do universo...” – se refere ao
louvor celeste dos serafins, conforme Isaías 6,3;
 A 2ªparte – “Bendito o que vem em nome do
Senhor” – representa o brado triunfante do povo que
acolhe o Messias.
5. CORDEIRO
 Prece
litânica (em forma de ladainha) que
acompanha o rito da fração do pão;
 Podeser repetida enquanto durar a fração do pão,
concluindo com a invocação “dai-nos a paz”;
 Recorda Jesus Cristo como o Cordeiro imolado,
sinal da nova e eterna aliança;
 Não deve ser usado como uma maneira de encerrar
o movimento criado na assembleia pelo abraço da
paz;
 Quem inicia esta prece não é quem preside, mas o
cantor ou outro ministro.
Referências

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. A música


litúrgica no Brasil. São Paulo: Paulus, 1999.
FONSECA, Joaquim. Cantando a missa e o ofício divino. São
Paulo: Paulus, 2004.
GELINEAU, Joseph. Os cantos da missa no seu enraizamento
ritual. São Paulo: Paulus, 2013.
VATICANO. Instrução Geral sobre o Missal Romano. 2002.
Disponível em <http://www.caas-portoalegre.org.br/liturgia/>.