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Introdução

Curso de refrigeração

1
Refrigeração
Fundamentos

Temperatura

É a medida do grau de agitação das moléculas de


um corpo.

O ser humano não possui capacidade de avaliar pelo


tato, precisamente a temperatura de um corpo.
Por exemplo, quanto pisamos em um tapete e em um
piso cerâmico. Apesar de ambos estarem a mesma
temperatura (ambiente) o tapete nos parece mais aquecido 2
que piso.
Calor
Calor é uma modalidade de energia que é
transmitida de um corpo para outro quanto
entre eles existe diferença de temperatura.

3
Calor

Calor
Calor

20
100
5050°c°C
°c 2050
°c°C

4
Calor

Essa transferência de energia (calor), só


cessará quando ambos os corpos estiverem a
mesma temperatura, (Equilíbrio Térmico).

5
Calor

Todos os corpos que se encontrem com


temperatura diferentes, tenderão a chegar
em equilíbrio térmico (igual temperatura)
com o ambiente.

6
Mudança de fase
Sublimação

Liquefação Evaporação

Calor
Vapor
Sólido
Líquido

Solidificação Condensação
Sublimação

7
Pressão e Temperatura

A 0° C a água solidifica A 100° C a água


(congela) ebule (ferve)

Essas temperaturas só se comprovam quando a


pressão é 1 atm.
Emuma
Em geral, com
panela o aumento
de pressão, da pressão,
por exemplo, a
aumentadea ebulição
temperatura temperatura
da águade ebulição
passa para
aproximadamente 120°, pois a pressão interna da
panela é de 2 atm. 8
Vantagem da Evaporação
Para elevarmos a temperatura de 1 Kg de água
de 20º a 80ºC são necessárias 60 Kcal. Para
promovermos a evaporação completa desta mesma
O massa
calordedeágua
vaporização do540
são necessárias NHKcal.
3 é:
Como num309 sistema de refrigeração
Kcal/Kg a -10 o
°C objetivo é
retirar calor de um ambiente / produto, utiliza-se o
principio de evaporação para um melhor
327,9 Kcal/Kg a -35 °C
resultado.

9
Princípio para obter refrigeração
Câmara Energia
 O sistema de refrigeração frigorífica
nada mais é do que um
conjunto de equipamentos Temperatura
funcionando segundo um
ciclo capaz de efetuar a
transferência de energia Energia
(calor), de um ambiente para
outro, através da contínua calor
evaporação e condensação
de um fluido sob condições
de pressão e temperatura
controlados.
10
Ciclo de refrigeração

11
Principais componentes das
instalações frigoríficas

 Compressor

Condensador
Dispositivo de Expansão
Evaporador

12
Compressor

Tem a função de aumentar a pressão do fluído até a


pressão onde ocorra a condensação em uma
temperatura próxima ao ambiente externo (35°C) e
manter a pressão constante no evaporador, para
manter a temperatura de evaporação.

13
Compressor

Os compressores utilizados em sistemas de


refrigeração industrial, geralmente são do
tipo Alternativo ou Parafuso.

14
Compressores Alternativos
• Funcionamento

15
Compressores Alternativos
• Principais Componentes

16
Compressor Alternativo
Classificação:

•Quanto ao número de efeitos:


Simples Efeito;
Duplo Efeito.

•Quanto ao número de estágios:


Simples estágio (Booster);
Duplo estágio (Compoud).

17
Compressor Alternativo
• Quanto ao arrefecimento:
A ár;
A água.

• Quanto ao acoplamento:
Direto;
Por correias

18
Compressor Alternativo

19
Compressor Compound

20
Compressores Parafuso

21
Compressor Parafuso
Compressores parafuso utilizam como
princípio a redução de volume durante a
evolução do fluido na parte interna do bloco

22
Princípio de Funcionamento

23
Construção

São contituídos de dois rotores, um macho e


um fêmea com as seguintes combinações
M+F, 4+6, 5+7, 5+6

24
Possibilidades de Acoplamento

Acoplamento no rotor fêmea produzirá um


deslocamento 50% maior, porém uma maior
25
tensão de contato podendo reduzir a vida útil
Funções do Óleo

• Lubrificação, vedação e resfriamento


• 10-20 GPM para cada 100 hp
• Absorção do calor devido a compressão
• Vedação para o escapamento dos vapores
durante a compressão

26
Alternativo x Parafuso

27
Aspiração

28
Volume Aspirado Vs

Vs

29
Compressão

30
Compressão

31
Descarga

Vd
32
Descarga

33
Mecanismo de Descarga

34
Condensadores

Tem a função de transformar o vapor


descarregado pelo compressor em líquido,
para isso, rejeita o calor absorvido pelo
fluído refrigerante para uma fonte de
resfriamento.

35
Condensador Evaporativo
•Funcionamento;

36
Condensador Evaporativo
• Influência da TBU.

37
Dispositivo de Expansão

Tem a função de provocar a expansão (queda


de pressão) do fluído refrigerante líquido.
Desde a pressão de condensação até a
pressão de ebulição do ciclo.

38
Válvulas de Bóia
• Funcionamento;
• Funções secundárias (regular o nível de
líquido no separador, regular o nível de
líquido no recipiente.)
• Válvulas de alta e baixa pressão.

39
Válvulas de Bóia

40
Evaporador

Tem a função de transformar o líquido


proveniente do dispositivo de expansão em
vapor, para isso absorve calor do ambiente
e/ou produto.

41
Evaporador

42
Evaporador
• Espaçamento entre aletas;
• Temperatura do Ar x Temperatura de
Ebulição;
• Tipos de Alimentação:
Gravidade;
Bomba.

43
Evaporador
Alimentação por Gravidade

Este sistema deve ter circuito curto. A


seguinte regra empírica deve ser observada:
o comprimento de um circuito alimentado
por gravidade não deve exceder em metros
o diâmetro interno da serpentina em
milímetros.

44
Sistemas de Refrigeração por
compressão de vapor

45
Sistema simples estágio

46
Sistema Duplo Estágio Booster

47
Sistema Duplo Estágio Compoud

48
Sistema Duplo Estágio Compoud

49
Compressores Parafuso
• Aplicações;
• Controle de Capacidade;
• Relação volumétrica (Vi);
• Economizer.

50
Mecanismo de Descarga

51
Porto de Descarga Axial

52
Controle de Capacidade

53
Controle de Capacidade

54
Relação Entre Volumes

Vs
VI 
Vd
• VI - Relação entre Volumes;
• Vs - Volume do Fluido na Sucção;
• Vd - Volume do Fluido na Descarga.

55
Relação Entre Volumes
• A relação entre volumes dependerá do
ponto onde a descarga ocorre, sendo
necessário analisar previamente o regime de
trabalho para a determinação do VI.
• Um VI selecionado de forma errônea
poderá acarretar em desperdício de energia.

56
Alto VI
SUCTION OPENING

SLIDE
VALVE

RECIRCULATION SLOT DISCHARGE OPENING

57
Baixo VI
SUCTION OPENING

SLIDE
VALVE

RECIRCULATION SLOT DISCHARGE OPENING

58
Aplicação Correta do Vi

59
Aplicação Incorreta do Vi

60
Slide Fixo

61
Slide Variável

62
Slide Variável

63
Circuito de Óleo

64
Sistema de Resfriamento de Óleo

65
Sistema de Resfriamento de Óleo

66
AMOT valve

Thermosyphon
Heat Exchanger

Vapor return to system

67
Termosifão Fora de Operação

68
Termosifão em Operação

69
Sistema de Resfriamento por Injeção

70
Sistema Economizador

71
Sistema Economizador

72
Condensador Evaporativo
Ligações em paralelo:
O nível de líquido no coletor geral serve como
selo de líquido entre os diversos
condensadores. A diferença de queda de
pressão será absorvida pela coluna (2 m)
entre o coletor geral de líquido e o coletor
de líquido do condensador.

73
Condensadores evaporativos

74
Evaporadores industriais

75
Evaporadores industriais

76
Baterias de ar forçado
• Problemas ocasionados por excessiva
camada de gelo sobre as aletas.

77
Desumidificador

78
Desumidificadores

79
Desumidificadores

80
Vasos de pressão
• Resfriador Intermediário;
• Separadores de óleo;
• Recipientes de líquido;
• Separadores de líquido.

81
Resfriador Intermediário

82
Separadores de óleo

83
Recipiente de líquido
Com capacidade
variando de 300 a
10 000 litros

84
Separador de liquido

85
Equipamentos Auxiliares
• Estação de Válvulas;
• Bombas: centrífuga ou de engrenagens;
• Extratores de ar;
• Máquinas de gelo;
• Purificador de NH3;
• Válvula Solenóide;
• Pressostato de óleo;
86
Equipamentos Auxiliares
• Válvulas Manuais de passagem ou de
bloqueio;
• Válvulas de segurança;
• Válvulas de dreno rápido de óleo;
• Tubulações;

87
Funcionamento das instalações
Tipos de Controle
• Controle manual operadores
• Controle semi-automático operadores +
automatismo;
• Controle automático equipamentos pré
calibrados.

88
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Compressor:
• Pressão de óleo;
• Pressão de sucção;
• Pressão de descarga;
• Pressão intermediária (se houver);
• Temperatura do óleo e descarga;
89
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Compressor:
• Superaquecimento;
• Capacidade frigorífica (controle de
capacidade de sucção);
• Horas trabalhadas
• Amperagem.
90
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Condensador:
• Pressão de Condensação;
• Temperatura da água de condensação;
• Nível de água na bacia.

91
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Separador de líquido:
• Nível de líquido;
• Pressão interna;
• Pressão de descarga das bombas;
• Quantidade de óleo (manter isento de óleo).

92
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Resfriador intermediário:
• Nível de líquido;
• Pressão interna;
• Quantidade de óleo (manter isento de óleo).

93
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Câmaras:
• Temperatura do produto;
• Temperatura interna da câmara;
• Quantidade de gelo sobre as serpentinas e
aletas;
• Degelo com períodos determinados;
94
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Câmaras:
• Funcionamento dos ventiladores (sentido de
rotação e velocidade);
• Umidade relativa;
• Condição de vedação das portas;
• Distribuição do produto na câmara.
95
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Resfriadores Multitubulares:
• Temperatura do processo;
• Temperatura da solução;
• Concentração da solução.

96
Funcionamento das instalações
Pontos de controle das instalações
Bancos de gelo:
• Espessura do gelo.

Obviamente que para cada processo a


que se destina a instalação, outros
pontos deverão ser
controlados/monitorados.
97
Grandes Perdas Frigoríficas
• Temperatura de evaporação baixa;
• Temperatura de condensação alta;
• Entrada de ar quente em câmaras de baixa
temperatura.

98
Manutenção e Operação
Diagnóstico de alarmes e defeitos em
instalações Frigoríficas.
Baixa Pressão de sucção do compressor
Causas
•Falta fluído refrigerante;
•Pouca carga térmicafalta produto , temperatura da câmara
equalizada temperatura de ebulição
•Bateria obstruída por gelo;
•Óleo nas serpentinas;
•Má circulação de ar nas baterias (motor queimado);

99
Manutenção e Operação
Soluções:
• Alimentar sistema c/ fluído refrigerante;
• Diminuir o regime ou até parar o equipamento;
• Degelar os evaporadores;
• Purgar óleo;
• Desobstruir a passagem de ar;
• Verificar válvulas de passagem.

100
Fluído refrigerante – NH3-R717
• Breve históricoJoseph
Presty, em 1773, isolou a
amônia e o gás carbônico.
• Em Munique, 1876, Eng.
Karl Von Linde utilizou um
ciclo de amônia. Este foi o
início da refrigeração
industrial

101
Características do NH3
Por que conhecer ? Segurança!

• Propriedades físicas
• Flamabilidade
• Toxicidade

Correta Aplicação!
• Compatibilidade

• Destruição da Camada de Responsabilidade


Ozônio ambiental!102
• Efeito Estufa
Características do NH3
Propriedades físicas

Massa Molecular 17.03 kg/kmol

Ponto de Ebulição a 1.0 atm -33.4ºC

Pressão Crítica 113.5 bar abs

Temperatura Crítica 132.4ºC

Densidade do líquido saturado a 35.0ºC 587.4 kg/m3

Ponto de Ignição 651ºC

103
Características do NH3
Flamabilidade

 Limite Inferior (LFL) : 15-16% (v/v)


 Limite Superior (UFL) : 25-28% (v/v)
 Ambientes Abertos - Muito Raro
 Ambientes Fechados - Necessita Ventilação
 Óleo Lubrificante - Reduz LFL e UFL
 Umidade - Reduz a Faixa de Flamabilidade

104
Características do NH3
Toxidade
Concentração Efeitos Tempo

25 ppm O odor já é percebido Ilimitado


pela maioria das pessoas.
35 ppm TLV – Threshold Limit 8 horas por dia por
20 (NR-15) Value* uma semana. NR-15,
48 horas semanais
100 ppm Sem efeito perigoso à Abandone a área assim
saúde humana. odor já é que possível.
intolerável.

105
Características do NH3
Compatibilidade
Material Compatibilidade
Cobre e suas Ligas Não Compatível (devido à presença de
umidade).
Zinco, Bronze, Latão Não Compatível (devido à presença de
umidade).
Aço Carbono, Ferro-Fundido, Compatível.
Aço Inox
Alumínio e suas Ligas Compatível.

Água e Soluções Aquosas Altamente solúvel.

Álcool, éter e solventes Solúvel


orgânicos
Óleos Minerais e Sintéticos Não miscível. Exceto PAG (com base
106
em
Poliglicol).
Segurança em instalações com
NH3
São freqüentes os vazamentos causados por:
•Abastecimento inadequado dos vasos;
•Falhas nas válvulas de alívio, tanto mecânicas quanto por ajustes
inadequados de pressão;
•Danos provocados por impacto externo por equipamentos móveis,
como empilhadeiras;
•Corrosão externa, mais rápida em condições de grande calor e
umidade, especialmente nas regiões de baixa pressão do sistema;
•Rachaduras internas de vasos que tendem a ocorrer nos/ou
próximos aos pontos de solda; 107
Segurança em instalações com
NH3
São freqüentes os vazamentos causados por:
•Aprisionamento de líquido nas tubulações, entre válvulas de
fechamento;
•Grande quantidade de líquido entrando no compressor;
•Excesso de vibração no sistema e tubulações, que podem levar a
sua falência prematura.

108
Segurança em instalações com
NH3
Prevenindo vazamentos de amônia:
•Inspeção visual em todos pontos críticos (soldas, curvas,
junções,selos mecânicos) a cada três meses
•Vasos de pressão devem passar por inspeção de segurança
completa (recomenda-se radiografia de soldas e testes de pressão);
•Todas as etapas da manutenção do sistema devem ser
cuidadosamente especificadas e adequadamente registradas,
definindo-se procedimentos específicos para operações de risco,
tais como purga de óleo do sistema, drenagem de amônia e
realização de reparos na tubulação.
109
Segurança em instalações com
NH3
Proteja a tubulação contra danos:
•Proteja a tubulação de modo a evitar formação de pressão
hidrostática;
•Evite acumulação de líquido nas linhas de gás quente;
•Evite misturar gás frio e quente;
•Proteção da tubulação: Nunca pise na tubulação nem use-a como
escada;
•Manutenção:Toda tubulação que atravessa pisos e paredes deve ter
luvas e meios de inspeção.
110
Segurança em instalações com
NH3
Cada sala de máquinas de ter os equipamentos
mínimos de segurança, e estes devem ser
colocados em lugar bem acessível, fora da sala do
compressor.

111
Segurança em instalações com
NH3
Equipamentos mínimos de segurança:
•Uma máscara de ar autônoma com garrafa de ar, do tipo utilizada
pelo corpo de bombeiros;
•Luvas, botas e capa de borracha (em caso de ausência é sugerido o
umedecimento dos trajes normais);
•Óculos protetores justos e arejados, ou uma proteção do rosto
inteiro;
•Um chuveirinho bem acessível para lavagem de olhos, e/ou pelo
menos 200 l de água limpa em reservatório aberto com balde de
imersão;
•Uma garrafa de água boricada e um copinho p/ lavar os olhos;
•Uma garrafa de vinagre;
•30 metros de corda de 1,5 cm de diâmetro, para amarrar uma
pessoa. 112
2 - aplicações abaixo de – 20
°C
 Fluxograma esquemático de um sistema de refrigeração
industrial para DOIS ESTÁGIO DE COMPRESSÃO.

113
Vasos de pressão

114
Separador de liquido

115
Cuidados na
instalação dos
equipamentos

 Válvulas de segurança.
 Descarga nos
condensadores.
 Descarga no recipiente. 116
Válvulas de segurança

117
Aspectos de Projeto
Válvula de Segurança – NÃO !

118
Tubulações
Descarga para os condensadores - OK !

119
Tubulações
Descarga para condensadores - NÃO !

120
Tubulações
Descarga para condensadores e para recipiente -
NÃO !

121
Tubulações
Descarga para condensadores e para recipiente - OK !

122
Projetos das
instalações
industriais
Fluxogramas

123
Instalação industrial – TANQUE DE EQUILÍBRIO
0,5cv-2pl

49600 kcal/h ou 57,5 kW


Ø11/2"

1xM700A-1cv-6pl Ø11/2"(110)

Ø1"
Ø1/2"
VRCE
CE-110-CF
A Ø1/2" GG-0920
1/4" 6,2Ton/24h

Ø1/2" B

BOMBA DE H O 2
Ø2"

Ø1/2"
0,5cv-2pl

Ø11/2"(110)
Ø1"

SLHM-1
Ø11/2"(110)

Ø11/2"

Ø11/2"
1/2" 1/2"
Ø1" NA NA
NF

Ø2"

PT
Ø11/2"

Ø1"

NF

Y 1"
1/4" 11/2" 1" NA
Ø2"

NA NA
Ø11/2"(110)
CÂMARA DE RESFRIAMENTO DE FRANGOS
1xRT-25A-87-60-AP
RECIPIENTE DE LÍQUIDO 400dm3 c/ 2xM500A-0,5cv-4pl
temp. ambiente= 0°C

Ø11/2"(110)

Ø11/2"(110)
NÃO APOIAR ATUBULAÇÃO DE INTERLIGA ÇÃO DO COMPRESSOR S-OBRE
O MESMO
Ø2" Ø2" USAR APOIOS OU PEN DURAIS PARA APOIAR AS CARGAS
MONTAR OS REGISTROS COM HASTE NA HORIZONTAL
AS MEDIDAS ENTRE PARÊNTESES CORRESPONDE, A ESPESSURA DO
RVRC-1" RVRC-1" ISOLAMENTO

NA- NORMALMENTE ABERTO


NF- NORMALMENTE FECHADO
SO-6" SO-6" PT- POÇO PARA TERMÔMETRO
V- VAZIO NA LINHA DE ALTA
11/2"
11/2" NA X- DRENO DE ÓLEO
NA Y- ENCHIMENTO QUATIDADE DE NH 3=280 kg

NF
NF
1/2" 1/2"
NA NA
1C-11x8-950RPM 1/2" 1/2"
2C-11x8-950 RPM -15/+35°C NA NA
-10/+35°C
36000Kcal/h
20cv
13600 Kcal/h
10cv
Ø1/2"
124
Ø1/2"
A

Ø1/2" Ø1/2"
B
Instalação industrial – 214 000 kcal/h ou 248,8 kW
CÂMARA DE ESTOCAGEM Nº1
1xRT-50A-142-60AP
CALIBRADOR
Ø2,5mm

CLIMATIZAÇÃO
CALIBRADOR
Ø3,5mm

2xRT-12 5900KCAL/H Ø1"(100)


12
S

Ø2"(110) 2
S
Ø1" 2
FABRICA DE GQ
Ø1/2" 2 C D E F G 12 Ø1/2"(100)
GELO H2O H2O H2O H2O H2O
L L
GGD-0920 E
H2O
Ø CURA DE MASSAS
11/2"(110) 9
S RAF.-4-48

Ø3/4"(100) 4
S
Ø1/2" 9
L
Ø1/2" Ø1/2"
CALIBRADOR
Ø4mm

ALIMENTAÇÃO

CÂMARA DE ESTOCAGEM Nº5C


1xRT-50A-142-60AP 5 Ø1" Ø1" 6
(NOVA) S S
Ø11/4" AO ESGOTO
1" 1"

PAINEL DE ÁGUA

CAMARA DE CONGELADOS Nº2


Ø1/2"

CURA DE MASSAS Nº3


1/2" 1/2"
5 6

ESTOC. Nº5A

ESTOC. Nº5B

ESTOC. Nº5C
L L

ESTOC. Nº1
ESTOC. Nº4
1/2"(100) 4
L CÂMARA DE CONGELADOS
2
2xRP-7-27
Ø21/2"(120) GQ
Ø1"

1" 4 5 6 7 8 9 10 11 12
S S S S S S S S S
11/2"
NF
1 GÁS QUENTE

1"(110)

3/4"(100)
GQ 3"

11/4"(110)
3/4"(100)
NA

1"(110)
11/2"(110)
NA

3/4"(100)
1" 3/4" 3/4" 3/4" 3/4" 1"
4"(120) Ø21/2"(120)

11/4"(110)
4"

11/2"(110)
11/4"(110)
Ø1/2"

1"(110)

1"(110)
TANQUE DE
EQUILÍBRIOC/
BOMBA
CE-420-60/CF 11/2"
1cv-11pl
4" 3/4"
NA 1" 1" 1" 11/2" 11/2" 11/2" 3" 11/2" 1"
NF
Ø3"(120)

SLHC-4 -30°C SLHC-4 -10°C 1/2"


Ø2" (NOVO) (NOVO)
Ø11/2"

Ø11/2"

4 5 6 7 8 9 10 11 12
L L L L L L L L L
1
S
B
A
1/2"

1/2"(110)
Ø11/4"
Ø

Calib.Ø0,7mm Fi-1"
MAN 0/12 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" N-27B Fi-1"

1/2"(110)

1/2"(110)
1/2"(110)
1/2"(110)
1/2"(110)

1/2"(110)

1/2"(110)
1/2"(110)
1/2"(110)

Ø1"(100)
N-27B

1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 1/2" 2" 1/2" 1/2" 1/2"
NF 3
2"(110)
2"(110) L
Ø3"(120)

11/2"
NF

3"(120)
Ø1" NF
Ø11/2" 1
GQ X
11/2" 2 3
NA NA 1/4" L L
NA
X
AOH-1
NA 1"
RECIPIENTE DE LÍQUIDO RECIPIENTE DE LÍQUIDO 600dm³ vr-2"
vr-2"
Ø510X1580 Ø600x2185 1xBOMBA DE NH 3
MODELO-BA-2
1,5cv-6PL-400 RPM
NA NA
1/2"
1/2"

2"
1"
Ø

2"
Ø
Ø

Ø11/2"
1/2"
Ø

2"(110) 2"(110)
1/2" 1/2" 1" 1/2"

2xBOMBAS DE NH BA-1 1cv 3


2xBOMBAS DE NH BA-1 1cv 3

4pl 350RPM 4pl 350RPM

2
Ø2"
S

2" 2"(110)

Ø1"(100) Ø1"(100)
SO-1
Ø253x800

X 3"
NF
Ø21/2"(120)

Ø21/2"(120) Ø21/2"(120) Ø21/2"(120)


SO-1
Ø253x800

Ø2"(110)
Ø2"(110)
Ø1/2"

Ø2"(110)
Ø1/2"
Ø1/2"

Ø11/4"

Ø11/4"
Ø11/2"

Ø11/4"

Ø11/4"

Ø11/4"
X
VAL. SOLENÓIDE VAL. SOLENÓIDE VAL. SOLENÓIDE
ALCO 500 ABR-2 ALCO 500 ABR-2 ALCO 500 ABR-2
FLG- 8Ø1/2" FLG- 8Ø1/2" FLG- 8Ø1/2"

SO-8 3" 3" 3"


TS TS TS
NA NA NA NA NA NA
NA NA NA

NÃO APOIAR ATUBULAÇÃO DE INTERLIGA ÇÃO DO COMPRESSOR SOBRE


O MESMO
USAR APOIOS OU PENDURAIS PARA APOIAR AS CARGAS
MONTAR OS REGISTROS COM HASTE NA HORIZONTAL
AS MEDIDAS ENTRE PARÊNTESES CORRESPONDE, A ESPESSURA DO
ISOLAMENTO

NA- NORMALMENTE ABERTO


NF- NORMALMENTE FECHADO
PT- POÇO PARA TERMÔMETRO
V- VAZIO NA LINHA DE ALTA
X- DRENO DE ÓLEO
NF NF

3C-16x11 2E 750RPM
48500Kcal/H -30/35°C
MOTOR- 50cv
1/2" 1/2"

3C-11x8-2E 950RPM
17600Kcal/h -30/+35°C
MOTOR-20cv
1/2" 1/2"

3C-11x8-2E 950RPM
17600Kcal/h -30/+35°C
MOTOR-20cv
1/2" 1/2"

3C-11x8 2E950RPM
43600Kcal/h -10/+35°C
MOTOR-20cv
1/2" 1/2"

3C-11x8 2E950RPM
43600Kcal/h -10/+35°C
MOTOR-20cv
1/2" 1/2"

3C-11x8 2E950RPM
43600Kcal/h -10/+35°C
MOTOR-20cv
1/2" 1/2"

125
Ø11/2" Ø11/2"
Ø3/4" Ø11/2" Ø11/2"
A

Ø3/4" Ø11/2" Ø11/2"


Ø11/2" Ø11/2" B
Instalação industrial     

  
   





 


 


 





 

 










 







126
Instalação industrial

127
Instalação industrial

    

    

128
Instalação industrial

    

129
Instalação industrial

    

 
 

 


   
 

  
   





 



 


 


 


  


  
 

 





    







 







    

  
  

  
 

130
Instalação industrial
 
 
 

 
  

  
  

    


131
Refrigeração na Internet :

IIAR : www.iiar.org

Eurammom : www.eurammon.com

ASHRAE : www.ashrae.org

IIF/IIR : www.iifiir.org

Madef: www.madef.com.br

132
Compressor Parafuso
Compressores parafuso utilizam como
princípio a redução de volume durante a
evolução do fluido na parte interna do bloco

133
Fundamentos da compressão

 Compressores parafuso são utilizam


como princípio a redução de volume
durante a evolução do fluido na parte
interna do bloco

134
1- fluído refrigerante
Amônia o refrigerante do passado e do
futuro
100%
HCs / Outros
90%
HFCs
CFCs / HCFCs
80%

70%

60%

50% R-717 - Exp. Direta

40%

30%

20%

R-717 - Exp. Indireta


10%

0%
1992 1996 2000 2004 2010 2020

Tendência do mercado de refrigeração industrial na Europa 135


1- fluído refrigerante – R 717
Breve histórico
 Joseph Presty, em 1773,
isolou a amônia e o gás
carbônico.
 Em Munique, 1876, Eng.
Karl Von Linde utilizou
um ciclo de amônia. Este
foi o início da
refrigeração industrial
136
1- fluído refrigerante
Características do R-717 – Por que
conhecer ?
 Propriedades físicas
 Flamabilidade
Segurança!
 Toxicidade

Correta Aplicação!
Compatibilidade

Responsabilidade
ambiental!
Destruição da Camada
137

1- fluído refrigerante
Características do R-717
Propriedades físicas

Massa Molecular 17.03 kg/kmol

Ponto de Ebulição a 1.0 atm -33.4ºC

Pressão Crítica 113.5 bar abs

Temperatura Crítica 132.4ºC

Densidade do líquido saturado a 35.0ºC 587.4 kg/m3

Ponto de Ignição 651ºC

138
Características do R-717
Flamabilidade

 Limite Inferior (LFL) : 15-16% (v/v)

 Limite Superior (UFL) : 25-28% (v/v)

 Ambientes Abertos - Muito Raro


 Ambientes Fechados - Necessita Ventilação

 Óleo Lubrificante - Reduz LFL e UFL

 Umidade - Reduz a Faixa de Flamabilidade


139
1- fluído refrigerante
Características do R-717
Toxicidade
Concentração Efeitos Tempo

25 ppm O odor já é percebido Ilimitado


pela maioria das pessoas.
35 ppm TLV – Threshold Limit 8 horas por dia por
20 (NR-15) Value* uma semana. NR-15,
48 horas semanais
100 ppm Sem efeito perigoso à Abandone a área assim
saúde humana. odor já é que possível.
intolerável.

EPI
140
Características do R-717
Compatibilidade

Material Compatibilidade
Cobre e suas Ligas Não Compatível (devido à
presença de umidade).
Zinco, Bronze, Latão Não Compatível (devido à
presença de umidade).
Aço Carbono, Ferro- Compatível.
Fundido, Aço Inox
Alumínio e suas Compatível.
Ligas
Água e Soluções Altamente solúvel.
Aquosas
Álcool, éter e Solúvel 141
2 – Aplicações em
função da
temperatura

142
2 -Fluxograma
aplicações até -20 °C
esquemático de um sistema de refrigeração
industrial para UM ESTÁGIO DE COMPRESSÃO.

143
2 - aplicações abaixo de – 20
°C
 Fluxograma esquemático de um sistema de refrigeração
industrial para DOIS ESTÁGIO DE COMPRESSÃO.

144
3 - Principais
componentes da
instalação

145
Cuidados na
instalação dos
equipamentos

 Válvulas de segurança.
 Descarga nos
condensadores.
 Descarga no recipiente. 146
Condensadores
•Circuito Fechado para Resfriamento das Camisas

147
Extratores de Ar

148
Extratores de Ar
 Se Pd = 13,765 Kgf/cm for reduzida para
11,895 Kgf/cm a redução de energia será de
12% e a eficiência total do sistema irá
melhorar 16%
 Custos menores de manutenção;
 menor consumo de óleo em função de
temperaturas de funcionamento dos
compressores menores;
 melhora nos sistemas de degelo;
 melhora o rendimento dos condensadores;
149
Extratores de Ar
 Como determinar a existência de ar na instalação?
 Medir temperaturas;
 Ex: Temperatura medida no recipiente - 35°C (13,7
Kgf/cm);
 Temperatura medida na linha de líquido - 30°C
(11,895 Kgf/cm);
 Percentual de amônia = (11,895/13,765)x100=86,4

150
Extratores de Ar
 Drenagem à -10°C:
 Percentual de amônia = (2,966/13,765)x100 = 21,5%

151
Extratores de Ar

152
Extratores de Ar

153
Extratores de Ar

154
Separadores de Líquido

155
Resfriadores Intermediários

156
Bóia Mecânica

157
Bóia Elétrica

158
Recipientes de Líquido

159
Gerador de Gelo

160
Gerador de Gelo

161
Gerador de Gelo

162
Gerador de Gelo

163
Purificador de Refrigerante

164
Bombas

165